UNIDADE DIDÁCTICA DE BASQUETEBOL

Documentos relacionados
ACTIVIDADES FÍSICAS DESPORTIVAS DESPORTOS COLECTIVOS

Foi no ano de 1891 que o Dr. James. Naismith, um professor canadiano de. Educação Física na YMCA (Young. Men's Christian Association) em

modalidade Basquetebol

Grupo I Voleibol (25 pontos)

Educação Física! Agrupamento de Escolas Martim de Freitas! Francisco Pinto

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas Chamada

Gestos Técnicos do Voleibol

2.1. História da Modalidade

ALTERAÇÕES ÀS REGRAS OFICIAIS DE BASQUETEBOL pág. 1 de 12. Diagrama 2: apagar os semicírculos tracejados

UNIDADE DIDÁCTICA DE FUTSAL

O voleibol é um jogo desportivo colectivo praticado por duas equipas, cujo objectivo é

BASQUETEBOL. Professor Márcio SISTEMAS DE JOGO DEFENSIVO. Defesa individual

O que é o Basquetebol? O Campo Jogadores

CHAVE DO TESTE TEÓRICO ÁRBITROS NACIONAIS E COMISSÁRIOS NOME CAD

História do Basquetebol

O Voleibol é um jogo desportivo colectivo, jogado num terreno de dezoito metros de comprimento por nove metros de largura (18x9m).

Educação Física. 9º Ano de Escolaridade. Informações da prova. Introdução. 1. Objeto de avaliação INFORMAÇÃO-PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA

SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E CULTURA GABINETE COORDENADOR DO DESPORTO ESCOLAR 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO

Basquetebol. Objetivo O objetivo do jogo é introduzir a bola no cesto do adversário e evitar que a outra equipa marque pontos. Material.

Andebol. Origem. Caraterização

BASQUETE PROFESSOR: GERSON APARECIDO DE SOUZA JUNIOR

1. Objeto de avaliação

Basquetebol. Educação Física 9º B. Escola EB 2/3 Júlio Dinis 2011/2012. Núcleo de Estágio de Educação Física e Desporto Sandra Barbosa

TAGUSCUP TORNEIO DE FUTSAL REGRAS DO JOGO. Considerações sobre as Leis de Jogo de Futsal aplicadas na TAGUSCUP

Agrupamento de Escolas Eng. Fernando Pinto de Oliveira FUTEBOL (DE 11)

Regras Oficiais de Basquetebol Resumo das principais alterações

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas Chamada

UNIDADE DIDÁCTICA DE BASQUETEBOL

Corfebol. Sinais dos Árbitros

INFORMAÇÃO DA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA (ADAPTADA) 2017

Voleibol. Aula Teórica. Prof. Cláudio Gomes

Escola Secundária de Alfredo dos Reis Silveira

REGRAS DE ANDEBOL 7º ANO

DOCUMENTO DE APOIO AO ESTUDO PARA O TESTE DO 1º PERÍODO. Voleibol

Andebol. Andebol. Andebol. Andebol. Andebol Caraterização. O que é o Andebol? O Campo. Os Jogadores

Educação Física Agrupamento de Escolas Martim de Freitas. Francisco Pinto

DIAGRAMA 1b: ÁREA DE JOGO. Regras: 1, 1.4, 1.4.2, 1.4.3, 1.4.4, 1.4.5, 1.4.6, 4.2.1, , , , ,

UNIDADE DIDÁCTICA DE FUTSAL

UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL

REGRAS OFICIAIS DE BASQUETEBOL 2014 INTERPRETAÇÕES OFICIAIS 2015 RESUMO DAS ALTERAÇÕES VÁLIDAS A PARTIR DE MARÇO DE 2017

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE BENAVENTE

Trabalho de Educação Física. Tema: Andebol. Nome: Jéssica C. S. Sousa Nº: 12 Turma: 9ºB Data de Entrega: 13 de. Professora: Sandra Barbosa

A bola Tem um perímetro de 62 a 64 cm e peso entre as 400 e as 440g (bola nº 4 bola de Futsal).

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE BENAVENTE

ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CEB DO FUNDÃO GRUPO DE ESTÁGIO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 09_10 PRINCIPIOS BÁSICOS DA MODALIDADE. Badminton

2012 / Programa Nestum Rugby nas Escolas. Introdução ao Tag-Rugby e ao Bitoque

EDUCAÇÃO FÍSICA FUTSAL 1 SITUAÇÕES ESPECIAIS 1.1 PONTAPÉ DE SAÍDA 1.2 GUARDA-REDES 1.3 REPOSIÇÃO DA BOLA EM JOGO

LEI I A SUPERFÍCIE DE JOGO

352)(6625 5(1$72 2/,9(,5$ Documento da Modalidade BADMINTON ',6&,3/,1$ '( EDUCAÇÃO FÍSICA

Fase Preparatória. Alunos sentados na bancada do pavilhão.

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas Chamada

INFORMAÇÃO-PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE EDUCAÇÃO FÍSICA

Os temas organizadores que constituem objeto de avaliação são os que se apresentam no quadro seguinte.

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. COSTA MATOS. Campo de badminton

BADMINTON. no Desporto Escolar - Iniciação ao Treino

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas Chamada

UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL

1- Objeto de Avaliação

ESCOLA SECUNDÁRIA DE ANADIA

Componentes Técnicas. Fig. 1 Tabela de Basquetebol. Fig. 2 Campo de Basquetebol

Fase Preparatória. Tempo P T 5. Objectivos comportamentais / Componentes críticas. Chamada e instrução sobre os exercícios a realizar na aula.

Prof. Maick da Silveira Viana

Badminton. Badminton

Planificação Anual Departamento Expressões e Tecnologias

Coopera com os companheiros Aceita opções e falhas dos seus colegas Respeita companheiros e adversários Conhece Jogo: objectivo e regras

EB 2,3 MARTIM DE FREITAS EDUCAÇÃO FÍSICA 2011/2012 2º CICLO NÍVEIS INTRODUTÓRIO, ELEMENTAR E AVANÇADO. JOGOS PRÉ DESPORTIVOS (excepto Raquetes) 5º Ano

ESCOLA SECUNDÁRIA DE S. PEDRO DA COVA

Documento de Apoio de Andebol

Histórico basquetebol James Naismith 1891

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 11º ANO 12º ANO

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas Chamada

Voleibol. Origem e Regras Origem

LANÇAMENTO DO PESO Técnica Rectilínea Sequência Completa

2012/13 ESCOLA SECUNDÁRIA DA LOUSÃ CORFEBOL DOCUMENTO DE APOIO CARLOS QUARESMA

REGRAS OFICIAIS (simplificadas) O CAMPO O MATERIAL OS JOGADORES O SORTEIO. O campo deve ser traçado como mostra o diagrama. O volante e a raqueta

Sporting Clube Marinhense

Fase Preparatória. Tempo P T 5. Objectivos comportamentais / Componentes críticas. Chamada e instrução sobre os exercícios a realizar na aula.

Badminton. badminton. badminton. badminton. badminton 3/27/2014. Caraterização. Caraterização. O Campo. Duração do Jogo

CONTEÚDO: REGRAS BÁSICAS DO BASQUETEBOL

Agrupamento de Escolas da Sé - Guarda Escola Básica de S. Miguel Grupo Disciplinar de Educação Física

Unidade didática do Andebol Objetivos gerais do Andebol

BASQUETE PROFESSOR: GERSON APARECIDO DE SOUZA JUNIOR

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 10º ANO. Grupo Disciplinar de Educação Física

JOGOS PRÉ-DESPORTIVOS

O que é Defesa Pessoal?

RESUMO DAS REGRAS DO BASQUETE. Regulamento (FIBA)

Agrupamento de Escolas da Sé - Guarda Escola Básica Carolina Beatriz Ângelo Grupo Disciplinar de Educação Física

Transcrição:

ESCOLA BÁSICA DO 2º E 3º CICLOS MARQUÊS DE POMBAL EDUCAÇÃO FÍSICA UNIDADE DIDÁCTICA DE BASQUETEBOL DOCUMENTO DE APOIO 6º ANO

CARACTERIZAÇÃO DA MODALIDADE O basquetebol é um jogo desportivo colectivo, pr aticado por duas equipas formadas por cinco jogadores de campo mais cinco suplentes. O OBJECTIVO DO JOGO: O objectivo de cada equipa é introduzir a bola no cesto da equipa adversária e impedir que a bola entre no seu cesto, respeitando as regras de jogo. REPOSIÇÃO DA BOLA EM JOGO O jogo inicia-se com lançamento de bola ao ar, no círculo central, entre do is jogadores, um de cada equipa, os únicos que podem estar no círculo central. O início de jogo é a única situação em que há bola ao ar. Todos os reinícios de jogo fazem-se com posse da bola alternada (posse de bola da equipa indicada pela seta da mesa). Quando a bola sai fora do campo, a sua reposição em jogo é feita no local onde a bola saiu (linha lateral ou final). Quando existe falta pesso al, a reposição é feita pela linha lateral ou na final, conforme o local mais próximo onde foi cometida, excepto no caso de a falta ser cometida no acto de lançamento, onde haverá dois lançamentos livres. Após a marcação de ponto, o jogo prossegue com um passe realizado atrás da linha final, pela equipa que sofreu o cesto. Quando existe bola presa ou dupla falta (dois adversários fazem falta ao mesmo tempo), o jogo reinicia-se com posse da bola alternada (posse de bola da equipa indicada pela seta da mesa). Quando existe uma falta técnica, se for a um jogador que estiver a jogar, a equipa desse jogador será penalizada com dois lances livres. Se for a um qualquer elemento do banco (treinador, jogador, etc.), a outra equip a irá beneficiar de dois lances livres, mais reposição da bola em jogo, que é feita com um pé de cada lado da linha de meio campo, fora do campo, passando o jogador a bola a qualquer outra colega da mesma equipa, para qualquer ponto do campo. 2

Quando existe um falta anti desportiva, a equipa do jogador que foi assinalado este tipo de falta, é penalizada como numa falta técnica ao banco. Quando há um desconto de tempo (este só pode ser concedido a uma equipa quando esta está em posse de bola e com o jogo interrompido), a bola será repo sta na linha lateral, na zona de defesa ou de ataque, conforme onde foi interrompido o jogo. Se o jogo parar, após ter sido assinalado uma falta no acto de lançamento, o desconto de tempo será antes dos dois lances livres. Cada equipa tem direito a um desconto de tempo de um minuto por período e dois no último (4º período). CESTO ( obtenção de pontos) Um cesto é válido quando a bola entra por cima e passa através dele. Um cesto de campo conta 2 pontos. Se for obtido para além da linha dos três pontos, vale 3 pontos. Um cesto de lance livre, vale 1 ponto. RESULTADO O jogo é ganho pela equipa que marcar maior número de pontos durante o tempo regulamentar. No caso de empate, terá lugar a um prolongamento de cinco minutos, se persistir o empate, haver á novo prolongamento. Haverá sempre prolongamento se o resultado estiver empatado. Perde o jogo, por falta de comparência, a equipa que, durante o jogo, ficar reduzida a menos de 2 jogadores. REGRA DOS 3 SEGUNDOS Um jogador não deve permanecer mais que três (3) segundos consecutivos na área restritiva do adversário, enquanto a sua equipa está de posse de uma bola viva, na sua zona de ataque e o cronómetro de jogo estiver a andar REGRA DOS 5 SEGUNDOS Cada jogador dispõe de 5 segundos para repor a bola em jogo (na linha de fundo ou lateral). Quando está em posse de bola (em campo), tem 5 segundos para passar, driblar ou lançar. REGRA DOS 8 SEGUNDOS 3

Quando uma equipa ganha a posse da bola na zona de defesa, deve passá -la para a zona de ataque dentro de 8 segundos. A contagem de 8 segundos deve continuar quando for concedida uma reposição pela linha lateral à equipa que tinha a posse de bola na sua defesa, em consequência de uma das seguintes situações: a bola ter saído por uma das linhas; o árbitro interromper o jogo por lesão de um jogador dessa equipa; falta dupla; cancelamento de penalidades, por faltas iguais contra as duas equipas. REGRA DOS 24 SEGUNDOS A equipa que está na posse de bola tem 24 segundos para atacar, tendo a bola que bater no aro ou entrar no cesto antes que 24 segundos acabem. No caso de uma equipa ganhar um ressalto ofensivo, essa equipa tem direito a mais 24 segundos de ataque, na sua zona ofensiva, não podendo regressar à sua zona defensiva com a posse de bola. Caso isto aconteça, designa-se por violação ou transposição. BOLA AO AR O início do jogo passa a ser a única situação em que se efectua o lançamento de bola ao ar. No resto do jogo mesmo que se verifiquem prolongamentos aplicarse-á a posse de bola alternada. BOLA PRESA Considera-se bola presa, quando a bola é segura simultaneamente por um ou mais adversários (tiverem uma ou ambas as mãos sobre a bola, ficando esta presa) e não se define a sua posse, os árbitros assinalarão bola presa. LANCE LIVRE Na sua execução, os vários jogadores, ocupando os respectivos espaços ao longo da área restritiva, não podem deixar os seus lugares até que a bola saia das mãos do executante. O que está a executar o lance livre, não pode pisar a linha de lançamento livre nem passar para além desta, antes que a bola toque no aro. BOLA FORA A bola está fora do campo quando tocar um jogador, qualquer outra pessoa, o solo ou qualquer outro objecto sobre ou além das linhas limite, ou ainda os suportes ou a parte exterior da tabela. 4

TRANSPORTE DA BOLA Quando se acompanha a bola com a mão (pôr a bola na palma da mão, com a mão virada para cima), no momento do drible. DRIBLES Não é permitido driblar a bola, agarrá-la e voltar a driblar novamente a bola. Não se pode driblar com as duas mãos. PASSOS O jogador não pode dar mais de dois apoios com a bola nas mãos. Para iniciar um drible só é permitido realizar um apoio antes de driblar, neste caso, se efectuar dois apoios, será passos. Ao utilizar um pé eixo (pivot), o jogador po derá fazer vários apoios com o outro pé, mas sem levantar o pé eixo. Não pode levantar o pé eixo antes de iniciar o drible, apenas o pode levantar para lançar ao cesto, passar ou após um drible. FALTAS PESSOAIS É a infracção que um jogador comete sobre um adversário, envolvendo contacto físico (agarrar, tocar, empurrar) impedindo a sua progressão. Penalização Se a falta for no acto do lançamento: - Conta os pontos se for convertido o cesto e o jogador tem direito a um lance livre; - Não foi cesto e o jogador tem direito a dois lances livres O jogador que executa deve estar atrás da linha de lance livre e à volta da área restritiva podem ficar 3 defesas e 2 atacantes. CINCO FALTAS PESSOAIS Um jogador que comete cinco faltas, pessoais ou técnicas (vale como um pessoal), é obrigado abandonar o jogo e ser substituído por outro. QUATRO FALTAS POR EQUIPA 5

Quando uma equipa atinge 4 faltas, pessoais ou técnicas em cada período, todas as faltas seguintes dos seus jogadores, serão penalizadas com dois lançame ntos livres, executados pela equipa adversária. ELEMENTOS TÉCNICOS PASSE DE PEITO Forma de comunicação entre dois jogadores, através de uma projecção tensa da bola num plano horizontal, realizado sem oposição. COMPONENTES CRÍTICAS 6

Cotovelos naturalmente ao lado do corpo e apontados para o chão; Olhos no alvo; Extensão dos braços na direcção do alvo (peito do companheiro que recebe); Avançar a perna dando um passo na mesma direcção do passe; Impulso final sobre a bola, através da flexão rápida dos pulsos; Terminar o passe com as palmas das mãos voltadas para fora. ERROS MAIS COMUNS Cotovelos afastados do corpo; Bola parte de cima da cabeça; Extensão incompleta dos braços; Inexistência da rotação dos pulsos; A bola não é transmitida de forma tensa e dirigida para o alvo. PASSE PICADO Forma de comunicação entre dois jogadores, através de uma projecção tensa da bola levando-a primeiro a ressaltar no solo (quando há oposição). COMPONENTES CRÍTICAS 7

Extensão total e simultânea dos membros superiores para a frente e para baixo; Tronco ligeiramente inclinado para a frente; Trajectória picada e dirigida para o solo perto do companheiro; Avanço do apoio (passe parado) na direcção do passe; Impulso final sobre a bola, através da flexão rápida dos pulsos; Terminar o passe com as palmas das mãos voltadas para fora. ERROS MAIS COMUNS Idênticos ao do passe de peito, com a excepção da dificuldade de cálculo da zona de ressalto da bola com que esta se dirige para perto dos pés do receptor. 8

RECEPÇÃO Gesto activo de receber a bola controlada, utilizando as mãos, após eventual passe de um companheiro. COMPONENTES CRÍTICAS A recepção é feita com as duas mãos; As mãos formam uma superfície côncava; Tem de ser uma recepção activa: ir ao e ncontro da bola e extensão dos membros superiores. Após recepção proteger a bola imediatamente contra ao peito (flexão dos membros superiores). Não olhar para a bola; ERROS MAIS COMUNS Recuar ou ficar parado em vez de ir ao encontro da bola; Mãos em extensão, sem executar a flexão das mesmas para a absorção de energia que a bola possa ter. 9

POSIÇÃO DE TRIPLA AMEAÇA (LEITURA DO JOGO) Posição que deve ser adoptada por um jogador que acabou de receber a bola, durante a leitura do jogo. M.I. semi-flectidos e dissociados; COMPONENTES CRÍTICAS Pés afastados à largura dos ombros; Tronco ligeiramente inclinado à frente; Olhar dirigido para a frente; Pega da bola com as duas mãos: mão do lado da bola, por cima e mão contrária à frente; Bola protegida junto à cintura, do lado contrário ao M. I. da frente. ERROS MAIS COMUNS M.I. em extensão; Tronco demasiado inclinado à frente; Olhar dirigido para a bola; Bola protegida junto ao ombro, do lado contrário ao M. I. da frente. Bola protegida junto à cintura, do mesmo lado do M. I. da frente. 10

DRIBLE DE PROGRESSÃO Forma de progressão no campo, pelo jogador com posse de bola, se m oposição, através de uma ou mais projecções da bola no solo. COMPONENTES CRÍTICAS A bola é empurrada com os dedos (punho flexível); Movimento de extensão e flexão do pulso acompanha a do movimento do antebraço; A bola é impulsionada para um ponto do solo em frente, no sentido do deslocamento; Altura do ressalto da bola ao nível da cintura. Olhar dirigido para o jogo. ERROS MAIS COMUNS Tocar a bola com a palma das mãos; Bater a bola em vez de a empurrar; Braço muito tenso, sem acompanhar o movimento da bola; Bola impulsionada à frente do corpo; Batimentos muito altos ou muito baixos; Olhar dirigido somente para a bola. 11

LANÇAMENTO NA PASSADA Tipo de lançamento utilizado perto do cesto após drible ou corte para o cesto e recepção em corrida, tendo como argumento a regra dos apoios, a qual permite dar dois apoios após a recepção sempre que de seguida haja lançamento ao cesto, como é o caso. COMPONENTES CRÍTICAS Pega na bola à altura do peito e com as duas mãos; Coordenação da recepção da bo la com o 1º apoio; Colocação correcta dos apoios: direito/esquerdo na entrada do lado direito, esquerdo/direito na entrada do lado esquerdo. (apoios rasantes); Último apoio em equilíbrio, para saltar na vertical e perto do cesto; Olhar dirigido para o cesto; Lançamento com a mão contrária ao pé de chamada, elevando o joelho do mesmo lado do lançamento; Lança com a mão colocada por baixo e atrás da bola; Faz a extensão do braço, pulso e dedos ao lançar. ERROS MAIS COMUNS Estrutura rítmica dos apoios fe ita de forma errada; Apoios não são feitos de forma rasante; A bola é segura abaixo da zona peitoral; O último apoio demasiado perto ou muito afastado do cesto e/ou em desequilíbrio. 12

LANÇAMENTO PARADO A UMA MÃO (OU EM APOIO) De todos os elementos técnicos, é o lançamento que permite satisfazer a finalidade do jogo introduzir a bola no cesto. COMPONENTES CRÍTICAS Com o corpo em flexão, pega da bola com as duas mãos partindo do peito, devendo passar à frente da face; (mão lançadora e mão protectora) Pés afastados à largura dos ombros e bem enquadrados com o cesto; Olhar para o cesto; Extensão do corpo A bola sai da mão, quando o membro superior atinge a extensão completa; Mão que lança: dedos afastados e extensão completa do pulso na parte final. ERROS MAIS COMUNS Colocação da bola muito ao lado do corpo; Perna oposta à frente; Extensão incompleta do corpo; Extensão do braço para a frente e não para a diagonal; Pouca flexão do pulso. 13

DESMARCAÇÃO Consiste na ocupação dos espaços vazios, por parte dos jogadores sem bola da equipa que está ao ataque, criando linhas de passe ao portador da bola. De preferência, a desmarcação deve ser feita na direcção do cesto adversário. COMPONENTES CRITICAS Deslocar-se para os espaços vazios, de preferência na direcção do cesto do adversário Caso não receba a bola, não deve permanecer onde está, mas sim realizar outro deslocamento, afastando -se da bola e para um espaço vazio, abrindo assim mais uma linha de passe; Afastar-se do defensor para receber a bola. Fica junto do defesa; Não se afasta da bola. ERROS MAIS COMUNS 14

DEFESA INDIVIDUAL (CAMPO INTEIRO) Consiste na marcação de um adversário, com ou sem bola, não o deixando jogar ou receber a bola. COMPONENTES CRITICAS: Estar sempre próximo do adversário que se está a marcar; Estar sempre entre o adversário e o seu cesto; ERROS MAIS COMUNS: Perde o enquadramento defensivo; Perde o seu atacante de vista. 15

BIBLIOGRAFIA ANTUNES, M. & CORADINHO, A. (1995). O livro de Educação Física 6º ano. 2ª edição, Didáctica Editora: Lisboa. BAPTISTA, P. e outros. (2006). Em movimento-3º CEB. 1ª edição. Edições Asa: Porto. BARATA, J. e Coelho, O. (2002). Hoje há EDUCAÇÃO FÍSICA. 1ª edição. Texto Editora Lda: Lisboa. BARBOSA, M. (1999). Grande Enciclopédia do Desporto. Edição Especial em Língua Portuguesa, Vol. I, II, III, IV e V. CALADO, J.(1999) Educação Física, 5º/6º ano 1ª edição Areal Editores: Porto. COSTA, J. D. (2000) Jogo limpo, 5º/6º ano, Porto Editora: Porto. LEBRE, E. & NUNES, F. (1997). Desporto é vida Educação Física 5º/6 anos. 1ª Edição, Porto Editora: Porto LEGRAND, L. & RAT, M. (1998). O Basquetebol: as regras, a técnica, a prática. 1ª edição, Editorial Estampa: Lisboa PIMPAREL, L. Educação Física 5º e 6º ano. Editorial O Livro: Lisboa. Documento compilado a partir de unidades didácticas realizadas no âmbito do estágio do Curso de professores do Ensino Básico - variante de Educação física, da Escola Superior de Educação de Le iria, no ano lectivo de 2002/2003. 16