PORQUE IMAGEM É TUDO! Prof. Magno Cavalheiro Faria. Técnico em Radiologia Médica; Tecnólogo em Radiologia (Universidade do Grande Rio) Especializado em Tomografia Computadorizada (CENIB) Especializado em Densitometria Óssea (UERJ) Especializado em Proteção Radiológica (ESPJV FIOCRUZ) 1
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA HISTÓRIA, FÍSICA E NOVAS TECNOLOGIAS 2
TÓPICOS ABORDADOS 1. O percursor da tomografia computadorizada 1.1. Aspectos históricos da TC 2. Acessórios da TC 3. Física básica da TC 4. Como é feito um exame de tomografia computadorizada 5. Tipos de tomógrafos 5.1. Conceitos de Canais 6. Novas tecnologias no mercado dos tomógrafos. 3
ASPECTOS HISTÓRICOS DA TC 1963, Cormack, físico e matemático contribui para a primeira implementação matemática para reconstrução tomográfica na África do Sul. Allan M. Cormack (1924-1998). 1967, o processo tomográfico como um todo foi apresentado pelo engenheiro britânico Godfrey N. Hounsfield. 4
ASPECTOS HISTÓRICOS DA TC A TC como método de diagnóstico por meio de imagens surgiu no ano de 1971, quando foram realizadas as primeiras imagens de crânio. No entanto, essa tecnologia só foi apresentada à sociedade científica no ano de 1972 por Godfrey Hounsfield. 5
ASPECTOS HISTÓRICOS DA TC 6
ASPECTOS HISTÓRICOS DA TC 7
ASPECTOS HISTÓRICOS Entre os principais aspectos da evolução deste método pode-se destacar: mudanças nas gerações dos equipamentos que eram acompanhadas de significativa redução nos tempos de exames. Um exame de crânio passou de mais de 1 hora para alguns segundos. 8
ASPECTOS HISTÓRICOS A partir da criação do primeiro tomógrafo em 1972, tivemos uma cascata de evolução de tomógrafos: 1º Geração; 2º Geração; 3º Geração; 4º Geração. 9
A LINHA DO TEMPO DA TC 39 ANOS 10
COMO FUNCIONA UMA TC? A sala de TC é constituída de um Gantry, uma mesa de exame, um console (navbox), uma workstation e uma impressora dryview. 11
COMO FUNCIONA UMA TC? 12
COMPONENTES DE UMA TC
GANTRY
TILT
TUBO DE RAIOS X
FEIXE DE ANEL
MESA
COMPONENTES DE UMA TC
COMPONENTES DO GANTRY
COMPONENTES DO GANTRY
ACESSÓRIO DE IMOBILIZAÇÃO
MESA DE COMANDO
WORKSTATION
SALA DE LAUDO
SALA DE IMPRESSÃO - DRYVIEW FILMES
COMO FUNCIONA UMA TC? 27
COMO FUNCIONA UMA TC? IMAGEM NaI RX
COMO FUNCIONA UMA TC?
OSSO COMPACTO Escala HU +1OO +90 OSSO ESPONJOSO ÁGUA GORDURA TECIDO PULMÃO +1000 +100 0-100 +80 +70 +60 +50 +40 +30 +20 +10 0-10 -20-30 -40-50 -60 SUOR RIM PÂN CREAS FÍGADO MÚSCULO SANGUE GORDURA MISTA GORDURA MISTA AR -1000-70 -80-90 30-100
TIPOS DE DETECTORES Detectores de Câmara de lonização Detectores de Cristais Luminescentes 31
CRISTAIS LUMINESCENTE 32
CRISTAIS LUMINESCENTE RX Cristal Luz Sinal 33
COMO É FEITO UM EXAME Adquire-se apenas Cortes Axiais originais 34
REFORMATAÇÃO EM OUTROS PLANO A partir dos CORTES AXIAIS ORIGINAIS CORTES CORONAIS REFORMATADOS CORTES SAGITAIS REFORMATADOS 35
HELICOIDAL OU ESPIRAL 44
DUAS MODALIDADES SDCT - MDCT 45
APARELHOS ATUAIS Philips Mx 8000 08 fileiras de detectores 46
APARELHOS ATUAIS Siemens Sensation 64 detectores 47
SOMATON SENSATION 64 48
APARELHOS ATUAIS Siemens Definition 128 fileiras de detectores 02 tubos de Rx 49
SOMATON DEFINITION 128 50
MDCT 4 slices (1999) 16 slices (2001) 32 slices (2002) 64 slices (2004) 128 slices (2007) 256 slices (2008) 320 slices? (2009) 51
RECONSTRUÇÕES São recursos que os aparelhos detém e podem fazer a diferença em alguns exames para evidenciar uma hipóteses diagnóstica e/ou programação cirúrgica. Aparelhos helicoidais MDTC são que possibilitam maiores recursos de manipulação do que os helicoidais simples e os sequênciais. As reconstrução podem ser: 2D 3D 52
PÓS-PROCESSAMENTO 2D MPR MIP 3D SSD VRT 53
MIP PROJEÇÃO DE INTENSIDADE MÁXIMA Retém a informação de todos os voxels de volume que representam a mais alta intensidade. 54
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SSD VISUALIZAÇÃO DE SUPERFÍCIE SOMBREADA Na renderização de superfície os voxels localizados nas bordas da são identificados e exibidos; estrutura Os voxels remanescentes são invisíveis; Útil para examinar estruturas tubulares (broncoscopia e virtual, vasos). colonoscopia 56
RECONSTRUÇÃO DE VOLUME Mais avançada técnica computacional de geração de imagem 3D. Seu algorítimo incorpora todos os dados relevantes, superando em grande parte os problemas apresentados na SSD e MIP. 57
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ENDOSCOPIA VIRTUAL POR TC (SURFACE RENDERING) 61 61
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O QUE HÁ DE NOVO NO MERCADO? SISTEMA DE AQUISIÇÃO DE DADOS CANHÃO DE ELÉTRONS ANÉIS ALVO MESA DE EXAMES SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO 69
TC CANHÃO DE ELÉTRONS 70
TECNOLOGIA... ONDE VAMOS PARAR? 71
AQUISIÇÃO CONTRASTADA DAS CORONÁRIAS 72
NAVIGATOR 73
ARCO EM C COM CORTES TOMOGRÁFICOS 74
PROCEDIMENTOS DE BIÓPSIA GUIADA POR TC 75
TOMOGRAFIA FAZENDO HISTÓRIA 76
BIBLIOGRAFIA Multisection CT: scanning technics and clinical applications Jonas Ridberg, MD e col. RadioGraphics 2000; 20: 1787-1806 Manual do Residente de Radiologia Pedro M. Bergoli e col. Guanabara-Koogan 2006 Edvaldo Severo. Tomografia Computadorizada. Editora Rúbio. Rio de Janeiro 2013. 77
BIBLIOGRAFIA Introduction to the Language of three-dimensional imaging with multidetector CT Radiographics 2005; 25: 1409 1428 Multi-Detector Row CT systems and image-reconstruction techniques Radiology 2005; 235: 756 773 Tomografia Computadorizada: tecnologias e aplicações Arnaldo Prata Mourão Ed.: Difusão, 2007 Multisection CT: Scanning techniques and Clinical applications Radiographics 2000; 20: 1787 1806 Aulas do curso de Física da Tomografia Compuatorizada do IRD; Aulas do curso de radiologia da escola técnica CENIB (2008); 78
ESTA PALESTRA ESTARÁ EM: www.imagemradiologica.webnode.com AS FOTOS ESTARÃO EM: Facebook.com/imagemradiologica 79
MUITO OBRIGADO! A LIÇÃO QUE APRENDI HOJE... AINDA NÃO SEI NADA, PORTANTO A ÚNICA COISA QUE ME RESTA É ESTUDAR + 80