Métodos qualitativos:



Documentos relacionados
Métodos qualitativos: Pesquisa-Ação

Pesquisa ação. Prof. Andreia Maria Pedro Salgado.

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

PESQUISA-AÇÃO DICIONÁRIO

AULA 11 Desenhos, recursos e obstáculos

Tipo de raciocínio - Indutivo. Método de Pesquisa (continuação) Tipo de raciocínio - Indutivo


TÉCNICAS DE PESQUISA. Profa. Esp. Tiago S. de Oliveira

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004

PROJETO DE PESQUISA: passo a passo

Trabalho de Conclusão de Curso

11 de maio de Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica

F.1 Gerenciamento da integração do projeto

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE

Tópicos Abordados. Pesquisa de Mercado. Aula 1. Contextualização

FUNDAMENTOS DE UMA EDUCAÇÃO CIENTÍFICA

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA

Matemática Aplicada às Ciências Sociais

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua!

Preparação do Trabalho de Pesquisa

METODOLOGIA CIENTÍFICA

Introdução à ISO 9001:2015

Diretrizes visando a melhoria de projetos e soluções construtivas na expansão de habitações de interesse social 1

Seção 2/E Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem

Curso de Desenvolvimento em Negócios Sociais e Inclusivos

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação

14 de dezembro de 2012 MONITORAMENTO DO PROGRAMA APRENDIZ LEGAL/ FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO

Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos

Construção de Teorias em Engenharia de Software

A Sustentabilidade na perspectiva de gestores da qualidade

Universidade do Estado da Bahia UNEB Departamento de Ciências Humanas Campus IV. Programa de Pós-Graduação em Educação e Diversidade.

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DA REGIÃO DOS LAGOS FACULDADE DA REGIÃO DOS LAGOS INSTITUTO DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS ECONÔMICAS MANUAL DE PROJETO DE PESQUISA

COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA?

METODOLOGIA CIENTÍFICA PROJETO DE PESQUISA MONOGRAFIA PROJETO DE PESQUISA MONOGRAFIA CITAÇÕES NO TEXTO REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ESTRUTURA MONOGRAFIA

Aula Anterior. Capítulo 2

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO PAS 99:2006. Especificação de requisitos comuns de sistemas de gestão como estrutura para a integração

O projeto de pesquisa e seus componentes

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: Conceitos e fundamentos (Cap. 1)

Aula 8 ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA. Weverton Santos de Jesus João Paulo Mendonça Lima

METODOLOGIA CIENTÍFICA PROJETO DE PESQUISA MONOGRAFIA PROJETO DE PESQUISA MONOGRAFIA CITAÇÕES NO TEXTO REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ESTRUTURA MONOGRAFIA

CURSO DE DISSEMINADORES DE EDUCAÇÃO FISCAL

Estrutura do Trabalho: Fazer um resumo descrevendo o que será visto em cada capítulo do trabalho.

Gestão Estratégica de Marketing

Objetivos. Conteúdo programático: Aula Data Conteúdo

Estratégias de Pesquisa

Projeto de Graduação 1 Prof. Fabiano Dorça. Metodologia Científica

ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL UTILIZADOS EM PLANOS DIRETORES DE LIMPEZA URBANA EM TRÊS CIDADES DA BAHIA

INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM (TÍTULO DO PROJETO) Acadêmico: Orientador:

RESUMO RESENHA E RIO. LIP - Profa. KATIUSCIA

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos

Práticas. Investigativas. em Gestão de Pessoas. Fernando Silva da Paixão

componente de avaliação de desempenho para sistemas de informação em recursos humanos do SUS

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Escola de Gestores. Orientações para elaboração da proposta de intervenção

UM MÓDULO DE ATIVIDADES PARA O ENSINO-APRENDIZAGEM DAS FÓRMULAS DE ÁREA DOS PRINCIPAIS POLÍGONOS CONVEXOS

Projeto de Intervenção do PROVAB ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO NO MODELO PADRÃO

Abordagem de Processo: conceitos e diretrizes para sua implementação

PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA: a escolha do tema e a construção do problema

3 Metodologia Tipo de pesquisa

FLUXOGRAMA DA PESQUISA

OBJETIVO Reestruturação de dois laboratórios interdisciplinares de formação de educadores

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

Revisão ISO ISO Sistema de Gestão Ambiental. DQS do Brasil Ltda. Página 1

Etapas de um Projeto de Pesquisa. Robledo Lima Gil

Controle ou Acompanhamento Estratégico

D O N D O M Ê N I C O

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

O PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA E SUA APLICAÇÃO

DOCUMENTO TÉCNICO DO PROJETO

Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos

Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos

Pesquisa de Marketing

Extração de Requisitos

Mudança Orientada por Comportamento

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.)

1 Um guia para este livro

Etapas da Introdução do Projeto de Pesquisa Científica. Maria da Conceição Muniz Ribeiro Mestre em Enfermagem pela UERJ

MACROPROCESSOS É um conjunto de processos que correspondem a uma função da organização.

O sucesso na Interaçao com o Conselho

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC

1. Escolha do Tema. 2. Formulação do Problema. 1 Escolha do Tema II. PLANEJAMENTO DA PESQUISA

Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação. 1.º Ano / 1.º Semestre

TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA EM UMA OU DUAS LINHAS

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

Metodologia do Trabalho Científico

Artigo Os 6 Mitos Do Seis Sigma

Transcrição:

Métodos AULA 11 qualitativos: Pesquisa-Ação

Quando iniciou-se a pesquisa-ação? Para Susman e Evered (1978), o termo pesquisa-ação foi introduzido por Kurt Lewin em 1946 para denotar uma abordagem pioneira da pesquisa social que combinava a geração de teoria com a mudança do sistema social através da ação do pesquisador no sistema social. A ação, por si só, é apresentada na forma de mudança no sistema e de geração de conhecimento crítico sobre a mesma.

Principais trabalhos

O que é a pesquisa-ação? Um tipo de pesquisa social com base empírica que é concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou com a resolução de um problema coletivo e no qual os pesquisadores e os participantes representativos da situação ou do problema estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo (THIOLLENT, 2005). Para tentar esclarecer ainda mais o significado de pesquisa-ação, Oquist (1978) afirma que pesquisa é a produção de conhecimento e ação é a modificação intencional de uma dada realidade.

Características O pesquisador observa, mas também atua no objeto de estudo; Cooperação entre pesquisador e pesquisado; Abordagem holística; Entendimento, planejamento e implementação de mudanças.

Características Exige o entendimento da estrutura ética; Inclui todos os instrumentos de coleta de dados; O pesquisador tem que ter um conhecimento prévio do objeto; Deve ser conduzida em tempo-real.

Quando utilizar? Coghlan e Brannick (2008) consideram que a pesquisa-ação é apropriada: quando a questão de pesquisa relaciona-se em descrever o desdobramento de uma série de ações ao longo do tempo em um dado grupo, comunidade ou organização; para explicar como e porque a ação de um membro de um grupo pode mudar ou melhorar o trabalho de alguns aspectos do sistema; e para entender o processo de mudança ou de melhoria para aprender com ele;

Objetivos da pesquisa-ação Objetivo técnico: Contribuir para o melhor equacionamento possível do problema considerado como central da pesquisa; Objetivo científico: Obter informações que seriam de difícil acesso por meio de outros procedimentos, visando aumentar o conhecimento (teoria) de determinadas situações. Thiollent (2005)

Estruturação da pesquisa-ação Fonte: adaptado de Westbrook (1995), Coughlan e Coghlan (2002) e Thiollent (2005)

Planejar a pesquisa-ação

Iniciar projeto da pesquisa-ação Adaptado de Avison, Baskerville e Myers (2001)

Definir estrutura conceitual teórica Na pesquisa-ação, a fundamentação teórica identifica as lacunas onde podem existir problemas a serem solucionados, preferencialmente em comunhão com um contexto organizacional, que promova a pesquisa participativa entre pesquisadores e profissionais. Esses problemas, após analisados, podem gerar uma questão de pesquisa, a partir da qual são definidos os objetivos (geral e específicos) para um projeto de pesquisa.

Selecionar unidade de análise Na pesquisa-ação os problemas identificados pela fundamentação teórica também devem ser levados em conta para a seleção da unidade de análise. O mais correto seria definir critérios, com base na O mais correto seria definir critérios, com base na questão de pesquisa e nos problemas a serem solucionados, para nortear e justificar a escolha da unidade de análise mais adequada para a condução da pesquisa.

Selecionar técnicas de coleta de dados A combinação e uso de diferentes técnicas favorece a validação da pesquisa. Woodside e Wilson (2003) afirmam que a triangulação frequentemente inclui: observação participante do pesquisador no ambiente da pesquisa; sondagens através de questionamentos dos participantes por explicações ; interpretações dos dados operacionais e análises de documentos escritos e dos locais onde se dá o ambiente da unidade de análise estudada.

Selecionar técnicas de coleta de dados Segundo Thiollent (2005), as principais técnicas utilizadas são: entrevista coletiva nos locais de trabalho; entrevista individual aplicada de modo aprofundado; arquivos internos da organização estudada; observação participante. A elaboração de um protocolo de pesquisa é recomendável para a melhoria da confiabilidade dessa pesquisa.

Definir contexto e propósito Thiollent (2005) considera esta etapa exploratória, consistindo em descobrir o campo de pesquisa, os interessados e suas expectativas e estabelecer um primeiro diagnóstico da situação, dos problemas prioritários e de eventuais ações. Thiollent (2005) afirma que o tema da pesquisa é a designação do problema (científico e prático) e da área de conhecimento a serem abordados; O fechamento desta etapa se dá com a definição da equipe de pesquisadores e integrantes da unidade de análise que participarão de modo cooperativo na condução da pesquisa; Para cada ciclo podem ser definidos critérios diferentes, qualitativos e/ou quantitativos.

Coleta de dados Os dados são coletados de diferentes formas, dependendo do contexto, por grupos de observação e por pesquisadores. Dados primários: estatística operacional, informes financeiros e relatórios de marketing; Dados secundários: coletados através de observação, discussões e entrevistas

Coleta de dados As formas mais comuns de coleta de dados, citadas e utilizadas por pesquisadores (KOCK, JENKINS e WELLINGTON, 1999; MIGUEL, 2009; FRENCH, 2009), incluem: diário de pesquisa (com transcrição das discussões); participação em reuniões e seminários (debates e registros em notas); análise documental (atas, relatórios etc.); entrevistas com informantes-chave e gravação das entrevistas (desde que autorizadas pelos respondentes).

Analisar dados e planejar ações Segundo Coughlan e Coghlan (2002), o aspecto crítico da análise de dados na pesquisa-ação é que ela é colaborativa, tanto o pesquisador quanto os membros do sistema cliente (por exemplo, o time de gerentes, um grupo de clientes etc.) fazem-na juntos. Durante a análise de dados é pertinente a comparação dos dados tabulados com a teoria envolvida no tema pesquisado. Na pesquisa-ação, como um dos objetivos é resolver um problema prático, o final da etapa de análise de dados se dá pela elaboração e documentação de um plano de ação.

Implementar plano de ações Segundo Thiollent (2005), a ação corresponde ao que precisa ser feito (ou transformado) para realizar a solução de um determinado problema, visando ainda refinar ou estender a teoria pesquisada, uma vez que os métodos qualitativos contribuem pouco na geração de novas teorias.

Avaliar resultados e gerar relatório Coughlan e Coghlan (2002) consideram que a avaliação envolve uma reflexão sobre os resultados da ação, tanto intencionais quanto não intencionais, uma revisão do processo para que o próximo ciclo de planejamento e ação possa beneficiar-se do ciclo completado. Para o relatório, propõe-se a elaboração de um quadro resumo, onde cada ciclo de pesquisa-ação realizado é descrito resumidamente.

Avaliar resultados e gerar relatório Ciclo Período Fase da Critérios de Atividades Melhoria e Avaliação pesquisa avaliação executadas aprendizagem 1 Julho a Agosto de 2008 Definir estrutura conceitual teórica Definição e codificação das variáveis de estudo no sistema. Revisão de literatura; coleta de pequena amostra de clientes para análise inicial dos dados. Existência de muitos campos vazios. A variável X se mostrou de difícil utilização. Os clientes com mais de 18 meses de inatividade foram eliminados. Verificar a necessidade de eliminar campos; definir novas respostas para alguns campos do sistema; aprofundar revisão de literatura...................... 7 Abril a Maio de 2009 Analisar dados. Correlação das variáveis com divisão de grupos. A amostra para função discriminante foi dividida para cada um dos três grupos. Foi testada pela primeira vez a categorização manual das variáveis. A variável Z já estava categorizada em três grupos, e os campos X e Y foram removidos, dando lugar ao novo campo W. Retornar a divisão dos grupos utilizando 30 e 60 dias; em reunião com os profissionais da empresa, decidiuse dar uma tolerância para clientes que tivessem 20 ou mais duplicatas pagas......................

Ciclo de melhoria e aprendizagem Ele se assemelha com a fase de monitoramento, proposta por Coughlan e Coghlan (2002), e com o seminário, proposto por Thiollent (2005). O ciclo de melhoria e aprendizagem é composto de quatro etapas, planejar (P), implementar (I), observar e avaliar (O&A) e refletir e agir (R&A)

Ciclo de melhoria e aprendizagem

Validade e confiabilidade Critério 1. Adequação ontológica 2. Validade contingente 3. Percepções múltiplas de participantes e pesquisadores associados Objetivo do critério e medidas aplicadas O problema de pesquisa lida com o complexo fenômeno das ciências sociais envolvendo pessoas conscientes. Demonstra que o mundo que está sendo investigado é criação independente de mentes e criaturas vivas ou do mundo de ideias, arte, ciências, linguagens, ética e instituições. Estabelece a validade sobre mecanismos generativos que são denominados e descobertos pela pesquisa e os contextos que os tornam contingentes (eventuais). Demonstra como a pesquisa revela o mundo real, embora de uma forma que seja apenas imperfeita e probabilisticamente compreensível. O foco está na sensibilização dos valores da pesquisa. Fase da pesquisa utilizada Projeto da pesquisa e análise de dados. Projeto da pesquisa e análise de dados. Projeto da pesquisa, coleta e análise de dados, posterior análise de dados. Medidas aplicadas na pesquisa Formulação adequada da questão de pesquisa; uso da teoria prévia; fundamentação teórica; projeto da pesquisaação; triangulação de dados; desenvolvimento da base de dados da pesquisa e de evidências para avaliação. Projeto da pesquisa-ação; detalhes das circunstâncias organizacionais e do principal contexto do projeto da pesquisa-ação; desenvolvimento da base de dados da pesquisa e de evidências para avaliação. Fontes de dados múltiplas; apresentação de evidências de apoio; questionamento amplo em entrevistas antes das questões exploratórias; triangulação de dados; consciência dos valores próprios e seu impacto na coleta de dados; revisão por pares. Adaptado de Thompson e Perry (2004)

Validade e confiabilidade Critério Objetivo do critério e medidas aplicadas Fase da pesquisa utilizada Medidas aplicadas na pesquisa 4. Fidedignidade metodológica Estabelecimento de um relatório que possa ser avaliado. Projeto de pesquisa, coleta e análise de dados. Desenvolvimento da base de dados da pesquisa e de evidências para avaliação; uso frequente de citações relevantes no relatório para fundamentar a construção da teoria; descrições de procedimentos com detalhes de datas, respondentes e tempo. 5. Generalização Estabelecimento da primazia da Projeto de pesquisa, Identificação das questões de pesquisa antes analítica construção da teoria no relatório. coleta e análise de da coleta de dados; desenvolvimento da dados. teoria por meio da triangulação de dados; 6. Validade de construto Determina quão bem os construtos na teoria que está sendo construída são mensuráveis pela pesquisa. Projeto de pesquisa, coleta e análise de dados. não utilização de técnicas quantitativas. Fundamentação teórica; entrevistas com especialistas de diferentes áreas; desenvolvimento e uso de protocolos de entrevistas; avaliação de publicações e documentos de origem interna das empresas; desenvolvimento de uma base de dados detalhando o encadeamento de evidências; devolutivas das transcrições das entrevistas aos informantes para confirmação e comentários; revisão das versões rascunho do relatório pelos pares. Adaptado de Thompson e Perry (2004)

Ciclos da pesquisa-ação Fonte:

Ciclos da pesquisa-ação

Validação da pesquisa-ação

Validação da pesquisa-ação

Validação da pesquisa-ação