Teorias e Técnicas Psicoterápicas I e II



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Transcrição:

Teorias e Técnicas Psicoterápicas Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Faculdade de Psicologia Teorias e Técnicas Psicoterápicas I e II Ano letivo: 2011 Créditos: três Períodos: 7º e 8º Objetivos A Refletir sobre as origens da psicoterapia no quadro mais amplo da emergência da psicologia aplicada. B Discutir, a partir do ângulo da psicoterapia, a questão do objeto da psicologia e sua especificidade. Caracterizar a prática psicoterápica, diferenciando seus parâmetros do referencial teórico das ciências sociais e da medicina (ciências biológicas). C Estudar e debater os conceitos fundamentais das abordagens psicoterápicas indicadas no item D), utilizando critérios epistemológicos para distinguir as diferentes correntes. D Estudar e discutir, após apresentação dos critérios que presidiram a escolha, os procedimentos característicos das teorias que no presente momento gozam de maior reconhecimento no meio acadêmico e profissional: psicologia analítica, comportamental, existencial-fenomenológica e psicanalítica. E Refletir sobre similaridades e diferenças de objetivos e critérios entre diferentes teorias psicoterápicas. Abordar questões relativas às perspectivas futuras da psicoterapia.f Refletir sobre a história da psicoterapia, enfatizando a consolidação de certos princípios, conceitos e procedimentos que se tornaram consensuais, independentemente das diferenças de abordagem. Identificar e reconhecer as lacunas e controvérsias existentes. Assinalar e analisar as críticas, questionamentos e inovações constantemente propostos. Conteúdo programático T e r a p i a C o m p o r t a m e n t a l Apresentação do curso. Descrição dos critérios utilizados para a elaboração do programa e discussão dos objetivos. - Terapia comportamental: desenvolvimento, princípios e características. - O processo terapêutico: a análise funcional e a avaliação comportamental. - O processo terapêutico: a análise funcional e a interpretação na Terapia Comportamental. - A relação terapêutica.

- O uso de comportamentos encobertos na terapia comportamental: considerações gerais. - O uso de comportamentos encobertos na terapia comportamental: fantasias. - O uso de comportamentos encobertos na terapia comportamental: sonhos. - Avaliação Textos Banaco, R. A. (1997). Fantasia como instrumento de diagnóstico e tratamento: a visão de um behaviorista radical. Em: Delitti, M. (org) Sobre comportamento e cognição. Santo André: Arbytes, vol. 2. Delitti, M. (1997). Análise funcional: o comportamento do cliente como foco da análise funcional. Em: Delitti, M. (org) Sobre comportamento e cognição. Santo André: Arbytes, vol. 2. - Delitti, M. (2000). Relato de Sonhos: como utilizá-los na prática da terapia comportamental. Em: Wielenska, R.C. Sobre comportamental e cognição. Santo André: SET, volume VI. - Guilhardi, H.J. (1995). Um modelo comportamental de análise de sonhos. Em - Range, B.(org.) Psicoterapia comportamental e cognitiva de transtornos psiquiátricos. Campinas, Editorial Psy. - Regra, J.A.G. (1997). Fantasia: instrumento de diagnóstico e tratamento. Em: Delitti, M. (org) Sobre comportamento e cognição. Santo André: Arbytes, vol. 2. - Shinohara, Helene. Relação terapêutica: o que sabemos sobre ela? Em Kerbauy, Raquel R. Sobre o comportamento e cognição. Santo André: ESETec, 2001, vol.5. - Wielenska, Regina C. O terapeuta comportamental do terapeuta comportamental: questões de bastidores. EM Brandão, Maria Zilah da S. et al(org.) Sobre o Comportamento e Cognição. Santo André: SETec, 2004, vol.13. - Otero, Vera R. L. Ser cliente nos ensina a ser terapeuta? EM Brandão, Maria Zilah da S. et al(org.) Sobre o Comportamento e Cognição. Santo André: ESETec,2004, vol.13. Textos de apoio: - Abib, josé A.D. Behaviorismo Radical e interpretação. Em Brandão, Maria Zilah da S. et al (orgs). Sobre o Comportamento e Cognição. Santo André: ESETec,2003, vol.11. - Amaral, Vera L.A.R. (1997). Dicotomias no processo terapêutico: diagnóstico ou terapia. Em: Delitti, M. (org) Sobre comportamento e cognição. Santo André: Arbytes, vol. 2.

- Banaco, Roberto A. (1999). Técnicas cognitivo-comportamentais e análise funcional. Em Kerbauy, R.R. e Wielenska, R. C. (orgs) Sobre comportamento e cognição. Santo André: Arbytes, v.4. Brandão, Maria Zilah da S. Os sentimentos da interação terapeuta-cliente como recurso para Análise Clínica. Em Em Kerbauy, Raquel R. Sobre o comportamento e cognição. Santo André: ESETec, 2001, vol.5. - Delitti, Maly. Avaliando a sessão de terapia: questionário e entrevista pós sessão. Em Brandão, Maria Zilah da S. et al (orgs). Sobre o Comportamento e Cognição. Santo André: ESETec,2003, vol.11. - Delitti, Maly e Meyer, Sonia B. (1995). O uso dos encobertos na prática da terapia comportamental. Em: Rangé, Bernard (org). Psicoterapia comportamental e cognitiva de transtornos psiquiátricos. Campinas: Editorial Psy, 1995. - Guilhardi, Helio J. (1997). A análise funcional no contexto terapêutico: o comportamento do terapeuta como foco da análise. Em: Delitti, M. (org) Sobre comportamento e cognição. Santo André: Arbytes, vol. 2. - Kerbauy, Raquel R. (1997. Contribuição da psicologia comportamental para a > psicoterapia. Em: Delitti, M. (org) Sobre e comportamento e cognição. Santo André: Arbytes, vol.2. P s i c o l o g i a A n a l í t i c a Conteúdo programático Apresentação do curso. As origens históricas da psicoterapia. O ser humano como um ser simbólico. O processo analítico. Elaboração simbólica e individuação. Transferência e contratransferência. Elaboração simbólica. a) Trabalhando com sonhos. b) Elaboração simbólica. c) Técnicas de representação e elucidação dos símbolos

Técnicas expressivas gráficas e dramáticas Caixa de areia Imaginação ativa Avaliação Bibliografia básica - Penna, Eloísa M. D., As origens da psicoterapia. - Cassirer, Ernst. Antropologia filosófica, capítulos 2 e 3. - Jung, C.G. A prática da psicoterapia Cap. 1 (Princípios básicos da prática da psicoterapia). - Penna, Eloísa M. D. Introdução ao pensamento de C. G. Jung. O processo analítico. - A imagem arquetípica do médico ferido. In: Revista Junguiana, volume I. - Whitmont, Edward A busca do símbolo. Cap. 2 (A abordagem do inconsciente). Bibliografia complementar (Textos de apoio) O encontro analítico Transferência e relacionamento humano. Mário Jacobi, 1984, Editora Cultrix, SP. A prática da psicoterapia. C. G. Jung, 1971 Editora Vozes, Petrópolis. Sonhos um portal para a fonte Edward C. Whitmont e Sylvia B. Pereira,1989. Summus Editorial, SP. Memórias, sonhos, reflexões C. G. Jung, 1971 Editora Nova Fronteira, 1961, RJ. Ab-reação, análise de sonhos, transferência C. G. Jung, 1971, Editora Vozes, Petrópolis. Dimensões simbólicas da personalidade Carlos Byington, 1988, Editora Ática, S.P. O homem e seus símbolos C. G. Jung, Editora Nova Fronteira, 1964, RJ. P s i c a n á l i s e Conteúdo programático:

1) Apresentação do curso. Psicologia e psicoterapia. A questão da subjetividade. A psicoterapia na perspectiva histórica. 2) O psicológico e o orgânico (I). 3) O psicológico e o orgânico (II). 4) O psicológico e o social. 5) A diferença entre as concepções médica e psicológica. Doença mental ou conflito. Epistemologia, metodologia e ética. 6) A interpretação. Discurso e transferência. 7) Exercício de trabalho interpretativo. 8) Avaliação Bibliografia básica 1) Texto principal: O enfoque psicológico (Franklin Goldgrub). (Boletim Clínico, Clínica Anna Maria Poppovic, PUC, São Paulo, março de 1999). Texto de apoio: La infância lingüística (Octave Mannoni). (Un comienzo que no termina; Ed. Paidós, Buenos Aires, 1982). 2) Texto principal: Ouvindo o Prozac (Peter D. Kramer). Capítulos: Introdução, A mensagem na cápsula e A violência. (Editora Record, Rio de Janeiro. Original: Listening to Prozac, Viking Books, Nova York, 1993). Texto de apoio: Introdução (Neurobiologia das doenças mentais ; Frederico Graeff e M. Lira Brandão, Lemos Editorial e Gráficos Ltda., São Paulo 1993/1996). 3) Texto principal: A controvérsia milenar e O neurônio tagarela ou o erro de Damásio. (O neurônio tagarela; Franklin Goldgrub. (Editora Olho d Água, São Paulo, 2002). Texto de apoio: A derrota do espírito e Os medicamentos do espírito (Por que a Psicanálise?, Elizabeth Roudinesco, Jorge Zahar Editor, Rio de Janeiro, 2000). 4) Textos principais: A identidade profissional do psicoterapeuta e O tratamento psicanalítico como educação. (A ética da psicanálise, de Thomas S. Szasz. Editora Zahar, Rio de Janeiro, 1975). 5) Textos principais: O conceito de homem e sua natureza, A evolução humana e A motivação humana. (Meu encontro com Marx e Freud, de Erich Fromm. Zahar Editores, Rio de Janeiro, 1979). Texto de apoio: O inconsciente e o social, (Trauma, amor e fantasia, de Franklin Goldgrub; Editora Escuta, São Paulo, 1988).

6) Texto principal: Observações sobre o amor transferencial, de Sigmund Freud. (Editora Imago, Rio de Janeiro, 1969. Volume XII das Obras Completas de Sigmund Freud (Standard Edition; publicado originalmente em 1915). Textos de apoio: O amor de transferência e Sobre a interpretação. (Isso não impede de existir; Octave Mannoni; Papirus Editora, Campinas, 1982). 7) Texto principal: Fenomenologia da metáfora, Franklin Goldgrub. (Psicologia Revista, PUC/SP, Nº 1. Texto de apoio: O oráculo e a esfinge, Franklin Goldgrub. (A metáfora opaca; Editora Casa do Psicólogo, São Paulo, 2004). D a s e i n s a n a l y s e Conteúdo programático: Origens filosóficas da Daseinsanalyse. Fenomenologia e Filosofia da Existência. O ser humano visto como Dasein. Ser no mundo e psicoterapia. Especificidade das formas de intervenção psicoterapêutica com adolescentes: o contato com pais e/ou terceiros e o contrato. O adolescente e o futuro: a descoberta da existência como uma tarefa. Abordagem fenomenológico-existencial da esquizofrenia apartir da psicoterapia de um adolescente esquizofrênico. Avaliação. Bibliografia básica Capítulos I e II do livro Existência (Rollo May org.). O encontro com Boss (Revista Daseinsanalyse). Sigmund Freud e o pensamento científico. Boss, M. Revista Roche. Esquizofrenia uma abordagem terapêutica. Jaenicke, Uta. Revista Daseinsanalyse.-

Esquizofrenia uma abordagem terapêutica. Jaenicke, Uta. Revista Daseinsanalyse.- Avaliação Prova individual (peso 2) e trabalho em grupo (peso 1). Nota mínima de aprovação (em todas as abordagens): 5 (cinco). Reavaliação A nota de aprovação na reavaliação corresponde ao conceito suficiente, equivalente ao valor numérico cinco (5). Metodologia Aulas expositivas, discussões em grupo, palestras e debates. Equipe de professores Eloisa Penna, Marlise Bassani, Carlos Eduardo Carvalho Freire, Franklin Goldgrub.