Formação Profissional Implementar um programa de Gestão do risco operacional e resiliência de negó ócio Lisboa, 18 e 19 de Outubro Assessoria de Gestão, Lda
Gestão do risco operacional e resilência de negócio Risco operacional e resiliência não são temas novos, mas são, certamente, muito actuais e de relevo. Esta definição e conceitos têem vindo a receber uma aceitação generalizada sendo amplamente aceites por todos os sectores de actividade económica. Por isso, eventos como o 11 de Setembro, ou os casos mais recentes da Barings, Société Generale, Toyota, BP, entre outros, têm-se traduzido em elevadíssimos custos de natureza diversa (por ex., financeiros, reputação, legais ou estratégicos), bem como um adequado nível de continuidade das suas operações. As organizações necessitam, cada vez mais, de implementar modelos eficazes e eficientes de gestão do risco operacional e resiliência de negócio, de modo a dar resposta e gerir os factores de risco que crescentemente tem impacte nas suas actividades de negócio. Entre estes drivers, destacamos: Globalização Complexidade dos processos de negócio (ex., banca, seguros, telecomunicações, outros) Regulação Fusões e aquisições Redução de custos Tecnologias de Informação emergentes e complexas Novos modelos de negócio Considerando este conjunto de factores, é importante que as organizações consigam responder de forma célere a diferentes questões, tais como: Qual o impacte de um risco operacional na minha imagem de marca e reputação? Quais os custos de fraude que já sofri? Como quantificar perdas relativas a risco operacional? Como identificar, avaliar e mitigar riscos operacionais? Como é que os meus processos de negócio conseguem suportar a minha estratégia de negócio? Quais as principais falhas e ineficiências dos meus processos de negócio? Como é que os requisitos legais e regulamentares afectam a minha estratégia de negócio? Como posso sensibilizar os gestores de topo, da minha organização, para a necessidade d de implementar um sistema de gestão do risco e resiliência operacional? Quais os seus custos? É para dar resposta a estas e muitas outras questões que se colocam aos gestores das organizações, que reputamos de elevadaa importância a realização desta acção de formação. O objectivo é que as organizações implementem com sucesso um framework de risco operacional e resiliência de negócio, em alinhamento com a sua estratégia e processos de administração i do risco. 1 PricewaterhouseCoopers
Gestão do risco operacional e resilência de negócio Benefícios Ser capaz de implementar um sistema de risco operacional e resiliência de negócio Gerir de modo eficaz e eficiente o risco e resiliência operacional Saber como modelizar e quantificar riscos operacionais com recurso às distintas técnicas actualmente disponíveis Adquirir competências de identificação, avaliação e mitigação de riscos operacionais Ser capaz de demonstrar em todos os níveis da organização, quais os benefícios e custos de implementar este tipo de sistema Compreender qual o alinhamento do risco e da resiliência operacional na estratégia de negócio Entender como os requisitos legais e regulamentares afectam a estratégia de negócio Capacidade d de monitorizar i riscos com recurso a Key Risk Indicators (KRI s) Percepcionar quais os custos e benefícios de gestão do risco operacional e como os medir Compreender a importância das tecnologias de informação na gestão do risco operacional Saber como o risco operacional está alinhado com a informação financeira i (ex., Balanço, Demonstração de Resultados s) )da organização Ser capaz de auditar de modo eficaz e eficiente, um sistema de risco operacional e resiliência de negócio Destinatários Este curso é destinado a todos os profissionais das seguintes áreas: Gestores de topo de distintas t áreas de negócio: Financeira, Operações, Tecnologias de Informação, Planeamento e Controlo de Gestão, Recursos Humanos, outras Responsáveis pela gestão do risco (CRO s) e Conformidade (Compliance Risk Managers) Responsáveis pela gestão do risco ao nível das unidades de negócio Auditores de vários níveis: CAE s, Coordenadores, d outros Responsáveis em funções de Organização e Métodos Local, horário e preço As sessões de formação terão lugar nas nossas instalações em Lisboa, com a duração total de 17 horas, repartidas por dois dias, das 9:00 às 18:30. O custo associado à participação i nas acções de formaçã ão é 1.250 * por participante, para o público em geral, e 1.000 * por participante, para clientes da PwC. As empresas com duas inscrições beneficiam de um desconto de 10%, e aquelas com três ou mais participantes, têm desconto de 20%. * Ao preço acresce IVA à taxa legal e inclui almoço, coffee-breaks breaks, manuais e material pedagógico e certificado de frequência de formação profissional. PricewaterhouseCoopers 2
Programa da formação Dia 1 1. Introdução à gestão do risco operacional (GRO) Definições e conceitos Drivers de implementação de um sistema de GRO: Complexidade das tecnologias de informação; Fusões e aquisições; Globalização; Redução de custos; Recursos humanos; Fraude Benefícios da gestão do risco operacional estratégicos, tácticos e operacionais Criação de uma cultura de gestão do risco operacional Standards e metodologias do gestão do risco COSO II; Standard australiano AS/NZS 4360:2004; ISO Guide 73; BS 31000; ERM Methodology PwC Caso prático 1. Building blocks de implementação de um sistema GRO Estratégia e política de GRO Apetite, tolerância e capacidade de risco Governação e organização e políticas de GRO Perfil de Risco Comunicação interna e externa e gestão de Stakeholders Recursos humanos e competências Gestão de Performance do negócio e de capital Avaliação do risco e do capital (incluindo modelos internos) Informação de gestão (MIS) Tecnologias de Informação e Infra-estrutura Caso prático 3. Governação e estruturas de gestão do risco Liderança Funções e responsabilidades de gestão do risco CRO, Risk Champion, posicionamento hierárquico e Linhas de reporte Como facilitar a comunicação Alinhamento com outras funções de supervisão/controlo: Conformidade, Auditoria Interna Valências de gestão do risco 4. Identificação e classificação de riscos operacionais Funções e responsabilidades Como identificar, classificar e prioritizar riscos Quando e como identificar e classificar riscos operacionais Abordagens de identificação de riscos: Top Down vs. Bottom Up; Qual o nível de detalhe na identificação de riscos; Critérios de selecção da abordagem a utilizar Como identificar e classificar riscos operacionais: Fraude; Execução de processos; Recursos Humanos; Documentação; Outros Técnicas e ferramentas: Control Self Assessment (CSA); Fluxogramas; Brainstorming; Análise de cenários (Scenario Analysis); CAPM Caso Prático Dia 2 5. Avaliação do risco Definir como e o quê avaliar Como elaborar matrizes de risco Processo de avaliação e risco de risco inerente a risco residual Definição de probabilidade e impacte Como definir as escalas de probabilidade e impacto Abordagens de modelização/quantificação do risco operacional qualitativas, quantitativas ou semi- -quantitativas Como quantificar perdas internas e externas Bases de dados de perdas e Consortiums A importância dos dados e a sua qualidade Caso prático 6.Mitigação do risco Estratégias de mitigação de riscos: Aceitar; Transferir; Reduzir; Eliminar Identificar opções de mitigação Como definir o nível de aceitação de riscos Melhores práticas de resposta ao risco Como avaliar opções de mitigação Como preparar e implementar planos de mitigação Opções de mitigação de riscos: Não fazer nada; Seguros; Melhoria do Sistema de Controlo Interno (SCI); Reengenharia de processos de negócio STP; Business Continuity Management Integração do SCI com o modelo de gestão do risco Caso Prático 7.Monitorização e Reporte Como e quando monitorizar a eficácia do sistema de gestão do risco operacional MIS (Management Information Systems) suporte aos processos de monitorização e reporte KRI s (Key Risk Indicatores) Three Level Approach (Estratégico, Tático e Operacional) Como definir e implementar KRI s Identificação de Stakeholders e requisitos iit de if informação: formato, conteúdo e periodicidade Demonstrações financeiras ponderadas pelo risco Qual o papel da auditoria interna na avaliação do sistema de gestão do risco Risk Resilience: Is the biggest risk not taking any? 3 PricewaterhouseCoopers
A equipa de formadores Da esqª para a dirª: Jaime Duarte, Rui Medina Duarte e Luís Fortes. Jaime Duarte Senior Manager na divisão de Performance Improvement do departamento de Advisory Services da PwC. Foi responsável pela execução de serviços de auditoria interna incluindo a organização da função auditoria interna, e organização e direcção de acções de formação para auditores internos. Tem sido responsável por projectos de avaliação e implementação de sistemas de gestão do risco, incluindo risco operacional, bem como de resiliência do negócio, em distintas indústrias e sectores de actividade, nomeadamente em Banca, Seguros e Telecomunicações. É detentor das certificações CISA (Certified Information Systems Auditor) ecgeit(certified in the Governance of Enterprise IT). Membro do IIA (The Institute of Internal Auditors, USA), IPAI (Instituto Português de Auditoria Interna) e da ISACA (Information Systems Audit and Control Association). Foi docente de vários cursos no âmbito da auditoria interna e controlo interno, com especial destaque para Gestão de risco corporativo (Enterprise Risk Management), Quality Assurance Reviews, auditoria de sistemas de informação, Sarbanes- Oxley, segurança informática. Foi também docente responsável pela disciplina de Auditoria de Sistemas de Informação, do curso de Organização e Sistemas de Informação do ISGB Instituto Superior de Gestão Bancária, e da disciplina de Gestão de Projectos na Pós-Graduação do ISEG Instituto Superior de Economia e Gestão. É orador convidado em conferências relativas aos temas de gestão do risco corporativo, Basileia II, controlo interno, conformidade, entre outros. Rui Medina Duarte Senior Manager na divisão de Performance Improvement do departamento de Advisory Services da PwC. Foi responsável pela execução de serviços de auditoria interna, incluindo a organização da função auditoria interna, organização e direcção de acções de formação para auditores internos. É detentor das certificações CISA (Certified Information Systems Auditor) e CGEIT (Certified in the Governance of Enterprise IT). É membro do IIA (The Institute of Internal Auditors, USA), IPAI (Instituto Português de Auditoria Interna) e da ISACA (Information Systems Audit and Control Association). Foi docente em várias entidades: ISCTE Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa; OROC Ordem dos Revisores Oficiais de Contas; IFB Instituto de Formação Bancária; ISBG Instituto Superior de Formação Bancária; UAL Universidade Autónoma de Lisboa e outras organizações. Luís Fortes Manager da divisão de Performance Improvement do departamento de Advisory Services da PwC. É detentor da certificação CIA - Certified Internal Auditor pelo IIA The Institute of Internal Auditors. É membro do IIA (The Institute of Internal Auditors, USA) e do IPAI (Instituto Português de Auditoria Interna). Tem gerido vários projectos de gestão do risco, auditoria interna, controlo interno, melhoria de processos e gestão de projectos em distintos sectores de actividade. Formador interno dos recursos da PwC no âmbito de gestão do risco, controlo interno e auditoria interna. O pessimista queixa-se do vento, o optimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas PricewaterhouseCoopers 4
Contactos Para mais Informações: PwC ACADEMY Tel.: 213 599 287 Fax: 213 599 991 pwc.academia@pt.pwc.com Soluções formativas à medida Nuno Nogueira Tel: 213 599 472 Fax: 213 599 991 pwc.academia@pt.pwc.com Lisboa Palácio Sottomayor Rua Sousa Martins, 1 2º 1069-316 Lisboa Porto O Porto Bessa Leite Complex Rua António Bessa Leite, 1430 5º 4150-074 Porto www.pwcacademy.pt PricewaterhouseCoopers 2010. Todos os direitos reservados. PricewaterhouseCoopers refere-se à rede de entidades que são membros da PricewaterhouseCoopers Internacional Limited, cada uma das quais é uma entidade legal autónoma e independente.