Projeto Educativo de Escola

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Projeto Educativo de Escola Professor 2012-2016

Índice 1. Identificação 02 2. Introdução 03 3. Princípios... 04 4. Valores.. 06 5. Objetivos Metas Estratégias... 07 6. Avaliação 11 7. Bibliografia 12 8. Anexos 13 I. Fundamento do projeto Aprofundamento da História II. Decreto Legislativo Regional nº 21/2006/M, de 21 de Junho; Decreto-Lei nº 3/2008, de 07 de Janeiro; Decreto Legislativo Regional n.º 26/2001/M, de 25 de Agosto; Decreto Legislativo Regional nº 20/2003/M, de 24 de Julho; Decreto Legislativo Regional nº 33/2009/M, de 31 de Dezembro; III. Calendarização do IV. Recursos V. Parcerias

1. Identificação Nome: Escola Básica do 1º Ciclo com Pré-Escolar do Caminho Chão - Santana Código: 3109107 Morada: Estrada do Caminho Chão nº 1 Sítio do Caminho Chão Freguesia: Santana Código Postal: 9230-086 Telefone: 291573693 Telemóvel: 922296533 Fax: 291573696 E-mail : eb1pecchao@madeira-edu.pt Sítio Web : http://escolas. madeira-edu.pt/eb1pecchao

2. Introdução O Decreto Legislativo Regional nº4/2006/m, no seu artigo 3º, ponto 2 alínea a), refere que o Projeto Educativo é: " O documento que consagra a orientação educativa da escola, elaborado e aprovado pelos seus órgãos de administração e gestão para um horizonte de quatro anos, no qual se explicitam os princípios, os valores, as metas e as estratégias segundo os quais a escola se propõe cumprir a sua função educativa. O artigo 2º da Lei de Bases do Sistema educativo determina que o sistema educativo deve contribuir para o "desenvolvimento pleno e harmonioso da personalidade dos indivíduos, incentivando a formação de cidadãos livres, responsáveis, e solidários" Alcançá-lo implica que consigamos desenvolver nos nossos alunos a capacidade de construir os seus projetos de vida em direção ao seu bem-estar físico, mental e social, isto é, que sejam capazes de construir a sua própria personalidade. Para tal será necessário que Escola, Família e Comunidade em Geral estejam empenhados no mesmo projeto pois a criança não aprende só na escola, mas também no seio da sua família e na comunidade onde vive. Todos em parceria devem reunir esforços, no sentido de encontrarem estratégias que promovam o seu sucesso. Não é por acaso que Oliveira Barros diz que «a escola não pode viver sem a família nem esta sem aquela. São dois sistemas que não se podem ignorar sob pena de prejudicarem a obra educativa e em particular a aprendizagem» (Oliveira Barros. 1994. p. 135). O Projeto é, pois, enquanto normativo interno, um elemento de planificação estratégica de longo prazo que operacionaliza e articula os vários planos setoriais de intervenção: Plano Anual de Atividades, Regulamento Interno, Planos de Acompanhamento de Turma e Grupo.

3. Princípios A escola deve desenvolver nos alunos atitudes de solidariedade e respeito mútuo e estabelecer regras de convivência que contribuam para a sua educação cívica como cidadãos responsáveis e intervenientes, pois A educação não pode contentar-se com reunir pessoas, fazendo-as aderir a valores comuns forjados no passado. Deve, também, responder à questão: viver juntos, com que finalidade, para fazer o quê? e dar a cada um, durante toda a vida, a capacidade de participar, ativamente, num projeto de sociedade (Delors, 966,p. 52). A escola deve ainda centrar-se, na discriminação positiva valorizando de forma diferente o que não é igual. Deve promover no aluno a criação de situações que favoreçam o conhecimento de si próprio e um relacionamento positivo com os outros no apreço pelos valores da justiça, da verdade e da solidariedade. Como nos diz Marques (1999, p. 26) o comportamento humano não é fruto de tendências inatas, mas sim de condicionamentos constituídos por circunstâncias reforçadas, podendo por isso ser modificado por influência externa. Só com valores e princípios comuns, bem definidos, partilhados e globalmente aceites por todos, poderemos, a partir dessa base consensual que nos une, garantir um bom empenho e colaboração de todos, no longo caminho de promoção de um efetivo envolvimento de todos na vida da escola. Essa adesão é fundamental porque o empenho e a participação na vida escolar representam, sem dúvida, uma forma de preparação para a futura participação dos alunos, enquanto cidadãos, na sociedade de amanhã. Destacamos os seguintes princípios orientadores: 1.Valorização do saber e do conhecimento. 2.Promoção do sucesso educativo, no sentido de alcançar um elevado desempenho académico e, por outro lado, de proporcionar aos alunos com mais dificuldades, uma forma de aquisição de conhecimentos permitindo o seu sucesso. 3.Promoção dos valores da disciplina, do respeito mútuo, da tolerância, da autonomia e do esforço como elementos essenciais na construção do conhecimento. 4.Promoção das várias literacias, e designadamente da literacia da informação.

5.Fomento do trabalho colaborativo e articulado, incentivando a partilha de informação, experiências e saberes, com tolerância ao erro por parte de todos os agentes educativos. 6.Promoção da educação para a saúde, através da adoção de comportamentos saudáveis. 7.Promoção da inclusão e do respeito pela diferença. 8.Atuação de cada elemento da comunidade com responsabilidade, empenho, rigor, profissionalismo, colaboração partilhada e total respeito pelas diretrizes. 9.Preservação ambiental, fomentando iniciativas no domínio do respeito pela Natureza.

4. Valores Assegurar um ensino-aprendizagem de qualidade, inclusivo, adaptado às necessidades específicas dos alunos, baseado numa atualização permanente dos profissionais, bem como numa cooperação ativa com agentes e entidades da comunidade envolvente. É nosso propósito dotar cada aluno com as competências e conhecimentos que lhe permitam explorar plenamente as suas capacidades, integrar-se critica e ativamente na sociedade. A Escola deve mobilizar-se numa ação educativa centrada na qualidade, no rigor e na formação para a cidadania participativa, afirmando-se quer pela defesa da memória e dos valores do meio em que está inserida, quer pela capacidade de inovação, eficiência e dinamismo, quer pelo alargamento da utilização das tecnologias de informação, concebidas como uma ferramenta de trabalho indispensável para unificar, ligar e coordenar o desempenho de todos os elementos da escola. A sua concretização fundamenta-se na valorização do Respeito, da Cordialidade, da Solidariedade, da Partilha, da Amizade e do Afeto. De igual modo pretende-se incutir nos alunos o conceito de que para termos um corpo e uma mente saudável, devemos ter uma nutrição rica em frutas, verduras, legumes, carnes, cereais, vitaminas e proteínas. Cada alimento possui as suas propriedades que ajudam no desenvolvimento mental e físico. Então ter uma alimentação saudável torna a vida preciosa. É preciso mostrar a importância de uma boa alimentação, quais são os benefícios que ela traz, a necessidade de haver um equilíbrio e uma diversidade na mesma. Em suma, este projeto visa aprofundar os objetivos delineados em anos transatos e incrementar hábitos e atitudes saudáveis no quotidiano da Comunidade Educativa.

5. Objetivos Metas Estratégias Avaliação N. º Objetivo 1 Melhorar os resultados escolares na Matemática Meta 45% dos alunos deverão ser capazes de aplicar noções matemáticas no seu quotidiano até ao final do ano letivo 2014/2015. Indicador de Avaliação Número / percentagem de alunos que conseguem aplicar corretamente noções básicas de matemática. Avaliação Meio de Verificação Fichas de avaliação sumativas (internas e externa) Fichas de trabalho Livro de Atividades para o Pré-escolar Registos e trabalhos das crianças Observação direta Interesse e participação nas atividades propostas Grelhas de avaliação de desenvolvimento Grelhas de observação Nota final de matemática

2 Melhorar os resultados escolares na Língua Portuguesa 65% dos alunos deverá saber ler até ao final do ano letivo. 45% dos alunos deverá saber interpretar o que lê até ao final do ano letivo. 65% dos alunos deverá interpretar imagens até ao final do ano letivo 2014/2015. Número / percentagem de alunos que conseguem aplicar corretamente noções básicas de língua portuguesa. Fichas de avaliação sumativas (internas e externa) Fichas de trabalho Livro de Atividades para o Pré-escolar Registos e trabalhos das crianças Grelhas de avaliação de desenvolvimento Grelhas de observação Nota final de língua portuguesa. 55% dos alunos deverá usar o desenho, garatujas ou letras para fins específicos. 55% dos alunos deverá saber escrever com correção ortográfica até ao final do ano letivo. 65% dos alunos deverá conhecer as regras gramaticais até

ao final do ano letivo. 3 Reconhecer a importância de uma nutrição saudável 65% dos alunos deverá adquirir hábitos e atitudes necessárias para uma boa alimentação 65% dos alunos deverá interiorizar/aceitar que a alimentação fornecida na escola é promotora de saúde. 65% dos alunos deverá diferenciar grupos de alimentos e as suas funções 65% dos alunos deverá adotar bons hábitos alimentares Identificação de alimentos ricos em nutrientes e proteínas Reconhecimento dos alimentos e proporções utilizadas na cantina como reconhecidos na roda dos alimentos e a sua importância para uma saúde equilibrada. Elaboração de Fichas de trabalho Registos e trabalhos das crianças Grelhas de avaliação de desenvolvimento Observação direta Interesse e participação nas atividades propostas

65% dos alunos deverá conhecer a origem dos alimentos e a sua importância para o organismo receitas/ementas saudáveis

6. Avaliação Quem avalia e quando avalia Será nomeada pelo Conselho Escolar, uma comissão para a avaliação do Projeto Educativo. Esta equipa será responsável pela elaboração dos critérios de avaliação do PE, reunindo: No início do ano letivo para eleger o seu presidente, o relator e definir estratégias de atuação; Durante o 1.º período letivo para aprovar os critérios de avaliação do projeto; Durante o segundo período para fazer um ponto de situação sobre o desenvolvimento e aplicação do projeto; No final do ano letivo para recolha e análise de dados e elaboração de um relatório a apresentar ao Conselho Escolar. Metodologia de avaliação O relatório da comissão de avaliação será sujeito a uma análise por parte do Conselho Escolar e da direção da escola e servirá de base para atualizar anualmente o Projeto Educativo. Serão promovidas, no final do ano letivo e antes da conclusão do relatório, sessões de reflexão/trabalho sobre os pressupostos preconizados no documento, envolvendo todos os elementos do conselho escolar. Serão ainda considerados como indicadores os resultados da avaliação aferida, sumativa interna e externa. A análise destes resultados será publicitada no site da escola e discutida em conselho escolar. Projeto aprovado em reunião de -11-2014

7. Bibliografia BERTRAND, Yves, VALOIS, Paul (1994). Paradigmas Educacionais, escola e sociedades. Lisboa: Ed. Horizontes pedagógicos. CARNEIRO, Roberto, (2004). A Educação Primeiro. Vila Nova de Gaia: Ed. Fundação Manuel Leão. CARVALHO, Adalberto (et. al.) (1991). Novas Metodologias em Educação. Porto: Ed. Porto Editora. CARVALHO, Adalberto (1998). Epistemologia das Ciências da Educação. Porto: Ed. Afrontamento CARVALHO, Angelina, DIOGO, Fernando, (2001). Projeto Educativo. Porto: Ed. Afrontamento DELORS, Jacques (1996). Educação, um Tesouro a Descobrir. Rio Tinto: Ed. Asa. ESTEVÃO, Carlos (1998) Gestão estratégica nas escolas. Lisboa : Instituto de Inovação Educacional HOOPER, Alan, POTTER, John (2004). Liderança Inteligente. Lisboa: Ed. Atual Editora. MARQUES, Ramiro (1999). Modelos Pedagógicos Atuais. Lisboa: Ed. Plátano Legislação Lei nº 46/86, de 14 de Outubro (Lei de Bases do Sistema Educativo) Portugal. Decreto Lei nº 75/2008, de 22 de Abril.

8. Anexos Anexo nº. 2 DLR 26.2001.M.pdf Anexo nº. 1 DLR 20.2003.M.pdf DLR 21.2006.M.pdf Aprofundamento da História DL 3-2008.pdf DLR-33-2009

2012 A 2016 EB1/PE do Caminho Chão -- Santa Fundamento do Projeto Educativo

Anexo nº. 3 Calendarização PEE Recursos.docx