PLATAFORMA LOGÍSTICA MULTIMODAL EM SALGUEIRO - PE
Plataforma Logística Multimodal de Salgueiro Espaço de concentração geográfica de organismos e empresas independentes, relacionadas com: Transporte de mercadorias: despachantes de carga, exportadores, operadores logísticos e serviços de aduana. Serviços auxiliares como: armazenagem, manutenção e conserto de máquinas e equipamentos. Inteligência logística, combinando multimodalidade, telemática e otimização de fretes.
Plataforma Logística de Salgueiro Por que Salgueiro? O município é adequado para a instalação de qualquer empreendimento cujo foco seja a distribuição de mercadorias. Pela facilidade de acesso aos eixos de transporte rodoviário, ferroviário (Transnordestina) e aeroportuário, permite a integração com as principais rotas logísticas do País; Eqüidistante da maioria das capitais nordestinas (em média 596 km) e a apenas 530 km do Recife e do Porto de Suape. Está no traçado da Ferrovia Transnordestina
1037km 596km DISTÂNCIAS RODOVIÁRIAS PARA CAPITAIS NORDESTINAS 610km 637km 545km 520km 495km 528km 629km
Petrolina FERROVIA TRANSNORDESTINA
Petrolina ESQUEMA GERAL
Salgueiro BR - 232 km 525 PE - 483
Plataforma Logística de Salgueiro 1. Central de Cargas Rodoviárias 2. Terminal Ferroviário de Cargas Tipos de atividades a serem implantadas: 3. Terminal Aéreo de Cargas 4. Estação Aduaneira Interior (Eadi) 5. Centro Comercial e de Serviços 6. Centro Administrativo 7. Distrito Agroindustrial
Serviços Propostos Armazenagem de carga seca e refrigerada Recebimento e expedição de carga secas e refrigeradas Despachos aduaneiros e contratação de cargas Beneficiamento, processamento e embalagem de produtos Fabricação e montagem de produtos. Concentração e desconcentração de cargas Serviços bancários, correios e telecomunicações Oficinas mecânicas, lojas de peças e assessórios automotivos Hotel para pessoas em trânsito, restaurantes e lanchonetes
Benefícios ao Município, à população e ao setor produtivo Crescimento do município através da movimentação de cargas e novos impostos Criação de uma rede de serviços Estímulo ao associativo Novas oportunidades de emprego e renda Indução ao desenvolvimento: caprinocultura, avicultura, têxtil, biodiesel, granito e gipsita Diversificação: pecuária de leite e de corte Desenvolvimento da agricultura familiar Oportunidades aos exportadores
Benefícios ao Município, aos usuários e ao setor produtivo Competitividade: funcionalidade e redução dos custos operacionais Instalações físicas adequadas para atender cada perfil de usuário; Infra-estrutura para manter o fluxo de mercadorias e o fluxo de informações, permitindo executar conexões imediatas; Áreas de manobra e vias de acesso amplo para movimentação e circulação de veículos. Flexibilidade: logística integrada atendendo as exigências dos clientes Disponibilidade de três modais na Plataforma Logística: rodovias, ferrovia e aeroporto, além da hidrovia do rio São Francisco-PE; Localização conjunta com empresas do setor de armazenagem e transporte, permite a interrelação de cargas e modais; Proximidade dos principais mercados de consumo do Nordeste, abrangendo os Estados de Sergipe, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Maranhão e Piauí.
Confiabilidade: serviços diversificados e tecnologia da informação Agências bancárias, despachos aduaneiros e contratação de seguros; Serviços de vigilância, manutenção, conservação e limpeza, em todas as instalações, com o menor custo; Disponibilidade de hotel, restaurante e lanchonetes; Oficinas mecânicas, borracharia, posto de abastecimento, posto de troca de óleo e lavagem de veículos automotivos; Correios, lojas de peças e assessórios para veículos e lojas de conveniência. Mão-de-obra especializada: empregabilidade e formação A região é servida por centros de formação profissional e acadêmica, contando com a Universidade Federal de Pernambuco, Universidade de Pernambuco, Universidade Federal do Vale do São Francisco, faculdades com diversidade de cursos superiores e técnicos profissionalizantes.
Estrutura Operacional 1. Central de Cargas Rodoviárias Abriga operadores logísticos, atacadistas, distribuidores e transportadores de diversos portes. Finalidade: criar facilidades operacionais na consolidação e distribuição de cargas em geral e fracionadas, incluindo serviços ao pessoal, aos veículos e aos equipamentos envolvidos no sistema. Estrutura: comporta diversos armazéns modulados de aproximadamente 600 m² cada com espaço suficiente para estacionamento e movimentação de caminhões.
Estrutura Operacional da Central de Cargas Rodoviárias Central de cargas secas 3,1 hectares Central de perecíveis 1,5 hectares Central de devolução e monoblocos 0,68 hectares Quantidade de Docas 110 Capacidade em paletes cargas secas 33.000 und Capacidade em paletes - perecíveis 19.000 und Empilhadeiras elétricas 28 und Paleteiras elétricas de separação 59 und Paleteiras de carga e descarga 47 und Prevê-se uma área total de 290.000 m² (29 hectares) para assegurar a futura expansão da atividade.
Estrutura Operacional 2. Terminal Ferroviário de Cargas Reconstrução do trecho de 530 km entre Salgueiro e Suape. Complementação de 170 km no trecho Petrolina-Salgueiro e do ramal gesseiro (110 km entre Araripina e Parnamirim). Vantagens: baixo custo por volume transportado, confiabilidade, segurança e baixo impacto ambiental. Área total: 35.000 m² - 3,5 hectares. Equipamentos mais modernos e a via permanentemente renovada: espaço na logística do Nordeste, seguindo uma tendência nacional. A Transnordestina facilitará a circulação de matérias-primas, insumos e produtos: aumento da concorrência e redução dos preços finais ao consumidor; diminuição dos custos de produção - insumos chegarão com mais facilidade e menor custo.
Estrutura Operacional 3. Terminal Aéreo de Cargas Ampliação da pista de pouso e decolagem para 3.000 metros. Implantação de serviços de apoio de aeronaves e armazenagens de estocagem rápida. Área total:190.000 m² - 19 hectares. Área de recebimento e expedição de mercadorias; Plataforma de desembarque de caminhões; Estação de paletização; Área de classificação de cargas; Área de estocagem de cargas especiais; Área de estocagem vertical (sistema palete); Área de estocagem vertical (sistema box); Área de estocagem horizontal (sistema minirremessas); Área de estocagem de cargas de valor; Recepção de cargas importadas; Expedição de cargas importadas; Estacionamento de veículos.
Estrutura Operacional 4. Estação Aduaneira Interior Eadi Eadi ou Porto Seco Localização: junto ao Distrito Agroindustrial, servindo às empresas industriais e comerciais da Região. Área total: 35.000 m² 3,5 hectares A Eadi deverá estar apta à admissão de cargas no regime suspensivo de entreposto aduaneiro. Trata-se de um importante instrumento logístico de competitividade, pois permite que as cargas importadas depositadas sob sua guarda sejam utilizadas pelas empresas, sendo nacionalizadas em partes de acordo com as suas necessidades podendo permanecer depositadas por até três anos sem pagamento de impostos.
Estrutura Operacional 5. Centro Comercial e de Serviços Serviços necessários para o funcionamento da plataforma Área total: 135.000 m² - 13,5 ha Oficinas mecânicas, posto de abastecimento de combustíveis e troca de óleo, lavagem de veículos lojas de conveniência, lojas de confecções, lojas de peças e assessórios automotivos, papelaria, livraria, banca de revistas e jornais, serviços de bancos, caixas eletrônicos, loja lotérica, barbearia, salão de beleza, praça de alimentação e hotel.
Estrutura Operacional 6. Centro Administrativo Instalações para salas e escritório da direção e equipe gestora do empreendimento. Área total: 4.000 m² - 0,4 hectares Instalado próximo à portaria de acesso da Plataforma, reunindo a sede da Plataforma Logística Multimodal de Salgueiro; Terá área reservada para os Ministérios da Saúde e Agricultura e da Receita Federal e estacionamento para veículos de visitantes.
Estrutura Operacional 7. Distrito Agroindustrial Destinado à instalação de indústrias de transformação e ao aproveitamento da agropecuária extensiva, com destaque para a caprinocultura e a avicultura. Poderá resgatar a cultura do algodão herbáceo, diminuindo a importação (90% do que consome o setor têxtil).
Etapas da Implantação Destinação 1ª 2ª 3ª 4ª hectares Total Terminal Rodoviário 11 18 - - 29 Terminal Ferroviário 1,5-2 - 3,5 Terminal Aéreo - - 19-19 Estação Aduaneira - 3,5 - - 3,5 Centro Comercial e Serviços 3,5 5 5 13,5 Centro Administrativo 0,20-0,2-0,40 Sistema Viário 7-12 19 Área Verde 4,5 4,5 - - 9 Preservação Permanente 4,5 4,5 - - 9 Total (hectares) 32,2 35,4 33 5 105,9
Atrativos para instalação de empreendimentos na Plataforma Logística Multimodal Otimização de tráfego e cargas; Redução de custos operativos; Valoração da integração logística; Diversificação de serviços; Acesso à tecnologia da informação.
POTENCIAL DE CARGAS (18,7 milhão de toneladas) 6 7 1 soja, fertilizantes 5,5 2 gipsita, gesso 3,5 1 2 4 5 8 3 3 4 fertilizantes, sal, farelo, cimento, soja,feijão, óleo de soja 3,5 frutas, café, fertilizantes 1,4 5 álcool, fertilizantes, algodão, açucar, combustíveis,contêineres 1,3 6 fertilizantes,sal,gesso,cimento 1,3 7 frutas,sal,minério 1,2 FONTES:IBGE,ACPPE,CFN JAN 2008 8 frutas,açucar,álcool 1,0
Parceiros a serem envolvidos Parceiros institucionais: Secretaria de Desenvolvimento Econômico/AD DIPER; Secretaria de Planejamento e Gestão/CONDEPE Prefeitura Municipal de Salgueiro; Secretaria de Transportes/DER; Secretaria de Recursos Hídricos/Compesa; Ministério da Defesa/Infraero; Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente/CPRH; Secretaria da Agricultura; Secretaria da Fazenda; Secretaria da Receita Federal; Ministério do Meio Ambiente/IBAMA; Petrobrás; e outros. Parceiros privados: CFN; Empresas de transporte; Celpe Empresas de telefonia; Operadores de logística (carga frigorificada, carga seca; processamento, armazenagem, embalagem e movimentação); Prestadores de serviços e comércio; Cooperativas; entidades de classe e outros.
Próximas Etapas do Projeto Processo de desapropriação, já em tramitação. A imissão na posse do terreno deve ocorrer ainda em junho/09; Elaboração do Plano Diretor já contratado, em fase de elaboração; Abertura de procedimentos licitatórios para contratar a elaboração de Estudo de Impactos sócio-econômicos, Projetos Básicos e Executivos e de Impactos Ambientais EIA/RIMA; Abertura de procedimentos licitatórios para a contratação da execução de obras Elaboração de Estudos de Impactos sócio-econômicos e de Impactos Ambientais, este último se for o caso;
Muito Obrigado! Elaboração da proposta: AD DIPER - Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado de Pernambuco: Presidência: Jenner Guimarães do Rego Diretoria de Negócios: Agnaldo Nunes de Souza Coordenação: Izabel Favero (Assessora da AD DIPER) Consultoria especializada: Prof. Marcílio Cunha Recife, junho de 2008.