PORTO DO RECIFE ORIGEM LOCALIZAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PORTO DO RECIFE ORIGEM LOCALIZAÇÃO"

Transcrição

1 PORTO DO RECIFE ORIGEM Datam de 1815 as primeiras iniciativas para a realização de melhoramentos no antigo ancoradouro de Recife. No decorrer do século XIX foram elaborados diversos projetos, sem que a execução, contudo, prosperasse. Somente em 1º de julho de 1909, com a publicação do Decreto nº 7.447, a empresa Société de Construction du Port de Pernambuco foi autorizada a construir as novas instalações, compreendendo, essencialmente, m de cais e três armazéns. A entrada em operação comercial ocorreu em 12 de setembro de Pelos decretos nº e nº , ambos de 10 de dezembro de 1920, ficou definida a transferência da concessão do porto para o governo estadual, que deu prosseguimento às obras da sua implantação, concluindo mais cinco armazéns, um galpão e começando o prolongamento do cais. Essa concessão foi revista e aprovada pelo Decreto nº 1.995, de 1º de outubro de 1937, e encampada, posteriormente, pelo Decreto nº , de 18 de setembro de 1978, pela Empresa de Portos do Brasil S.A. (Portobras), extinta em 1990, passando o Porto do Recife à administração da União até maio de A partir de 1º de junho de 2001, através do Convênio de Delegação nº 02/2001, firmado entre o Governo do Estado de Pernambuco e a União Federal, passa a administração e exploração do Porto Organizado do Recife a ser realizada pelo Estado de Pernambuco por intermédio da Empresa Porto do Recife S.A.. LOCALIZAÇÃO Localiza-se na parte centro-leste da cidade de Recife, capital do estado de Pernambuco, na confluência e às margens dos rios Capibaribe, ao sul, e Beberibe, no local onde deságuam no oceano Atlântico. Sua sede localiza-se na Praça Comunidade Luso rasileira, nº 70, Bairro do Recife, CEP: , Recife Pernambuco Brasil.

2 ÁREA DO PORTO ORGANIZADO Conforme a Portaria-MT nº 1.030, de 20/12/93 (D.O.U. de 22/12/93), a área do porto organizado de Recife, no estado de Pernambuco, é constituída: a) pelas instalações portuárias terrestres existentes na cidade de Recife, tendo como limites extremos o molhe de Olinda, ao norte, e a ponte Agamenon Magalhães, ao sul, na Baía do Pina, abrangendo todos os cais, docas, pontes e cais de atracação e de acostagem, armazéns, edificações em geral e vias internas de circulação rodoviária e ferroviária e ainda os terrenos ao longo dessas áreas e em suas adjacências pertencentes à União, incorporados ou não ao patrimônio do porto de Recife ou sob sua guarda e responsabilidade; b) pela infraestrutura de proteção e acessos aquaviários, compreendendo as áreas de fundeio, bacias de evolução, canal de acesso e áreas adjacentes a esse até as margens das instalações terrestres do porto organizado, conforme definido no item "a" acima, existentes ou que venham a ser construídas e mantidas pela Administração do Porto ou por outro órgão do poder público. ACESSOS Rodoviário: Pelas rodovias federais BR-232 (ligando ao interior do Estado) e BR-101 (ligando aos demais Estados ao norte e ao sul do Estado de Pernambuco). Ferroviário: Concorrem para o Recife três linhas-troncos da Companhia Ferroviária do Nordeste CFN, que servem às principais regiões produtoras do estado, ligando o Porto de Recife respectivamente: às capitais dos estados situados ao norte de Pernambuco (tronco norte); às cidades do interior do estado (tronco oeste); e, às cidades de Maceió e Aracaju (tronco sul). Marítimo: Existem 2 canais de acesso ao porto, ambos com características naturais. O principal deles, Canal Sul, possui aproximadamente 260m de largura e 3,4 km de extensão, com profundidade de 8,80 m. O outro, denominado Canal Norte, tem pouca largura, cerca de m de comprimento, e profundidade de 6,5m, e é utilizado apenas por embarcações de pequeno porte. Aéreo: Através do Aeroporto Internacional dos Guararapes, distante 14 km. ACOSTAGEM

3 O Porto do Recife apresenta cais acostável de m de comprimento, com 16 berços, composto por quatro trechos de cais contínuos assim distribuídos: Primeiro Trecho: Com 568 m de comprimento, contendo três berços (0, 1 e 02) com profundidades variando de 8,80 m a 10,19 m. Segundo Trecho: Com 57 5m de comprimento, contendo três berços (03, 04 e 05), com profundidade de 10,19 m. Terceiro Trecho: Com 197 m de comprimento, contendo um berço (06), com profundidade de 9,6 m. Quarto Trecho: Com m de comprimento, contendo nove berços (07, 08, e 09), com profundidades variando de 7,41 m a 8,27 m. Os berços (10, 11, 12, 13,14 e 15), estão destinados ao Projeto de Revitalização de Áreas Portuárias RVAP. EQUIPAMENTOS Equipamento Capacidade Quantidade Empilhadeira 2,5t; 3t; 7t 01 37t 01 3,2t 04 Guindaste Elétrico 12,5t; 01 16t; 01 Trator 50HP 01 Portainer 30,5t 01 Transtainer 30t 01 Grab 6,3m³; 4,0m³ 04 Descarregador Pneumático 300t/h; 1.000t/h 02

4 ARMAZENAGENS O Porto do Recife dispõe de 04 armazéns para exploração operacional e 01 armazém para granéis sólidos e carga geral, conforme os quadros abaixo: ARMAZÉNS INTERNOS ,00 90,00 x 19,88 03-B 2.861,00 140,75 x 20, ,00 150,05 x 50, ,00 150,05 x 50,03 Total ,00m² ARMAZÉNS EXTERNOS ,50 150,00 x 40,03 Total 6.004,50 m² Os armazéns abaixo estão disponibilizados para o "Projeto de Revitalização de Áreas Portuárias"- RVAP: ,86 105,70 x 19, ,92 95,50 x 19, ,75 105,60 x 19, ,66 100,95 x 19, ,90 100,25 x 19, ,48 86,00 x 20, ,48 85,68 x 19, ,55 85,29 x 19, ,71 85,61 x 19, ,02 150,33 x 24, ,37 185,41 x 38,70 Total ,70 O porto também possui instalações especiais para embarque e desembarque de cargas: Trigo/milho no berço 01, com profundidade de 9,41 m, servido por 2 descarregadores pneumáticos, com capacidade de 100 t/h e 300 t/h, operando para os silos da Companhia de Abastecimento e Armazéns Gerais do Estado de Pernambuco Ceagepe, capacidade estática de t;

5 Cevada no berço 04, profundidade de 10,19m, servido por descarregador pneumático com capacidade de 120 t/h operando para silos da Rhodes S/A, capacidade de estocagem de t. Açúcar no berço 00, com profundidade de 8,92 m, servido por descarregador pneumático com capacidade de embarque de t/h, operando para silos horizontais do Terminal Açucareiro, capacidade de estocagem de t para açúcar a granel. PORTO DO RECIFE S.A. Praça Comunidade Luso Brasileira nº 70 CEP: Recife (PE) PABX: (81) Telefax: (81) [email protected]

REGULAMENTO DE EXPLORAÇÃO DO TERMINAL DA FLEXIBRÁS TUBOS FLEXÍVEIS LTDA.

REGULAMENTO DE EXPLORAÇÃO DO TERMINAL DA FLEXIBRÁS TUBOS FLEXÍVEIS LTDA. REGULAMENTO DE EXPLORAÇÃO DO TERMINAL DA FLEXIBRÁS TUBOS FLEXÍVEIS LTDA. 1 Disposições Iniciais...3 Normas gerais...4 Condições de Uso de Instalações de Acostagem...5 Da Operação Portuária...5 Do Manuseio

Leia mais

PORTO DE VITÓRIA Abaixo estão as Tabelas com as tarifas referentes à utilização da infra-estrutura portuária dos portos da Codesa.

PORTO DE VITÓRIA Abaixo estão as Tabelas com as tarifas referentes à utilização da infra-estrutura portuária dos portos da Codesa. PORTO DE VITÓRIA Abaixo estão as Tabelas com as tarifas referentes à utilização da infra-estrutura portuária dos portos da Codesa. - TABELA I - Proteção e Acesso ao Porto - TABELA II - Instalações de Acostagem

Leia mais

PLATAFORMA LOGÍSTICA MULTIMODAL EM SALGUEIRO - PE

PLATAFORMA LOGÍSTICA MULTIMODAL EM SALGUEIRO - PE PLATAFORMA LOGÍSTICA MULTIMODAL EM SALGUEIRO - PE Plataforma Logística Multimodal de Salgueiro Espaço de concentração geográfica de organismos e empresas independentes, relacionadas com: Transporte de

Leia mais

OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTOS NO SETOR PORTUÁRIO TERMINAIS PORTUÁRIOS DE PASSAGEIROS

OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTOS NO SETOR PORTUÁRIO TERMINAIS PORTUÁRIOS DE PASSAGEIROS OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTOS NO SETOR PORTUÁRIO TERMINAIS PORTUÁRIOS DE PASSAGEIROS TIAGO PEREIRA LIMA Diretor da ANTAQ Rio de Janeiro, 22 de junho de 2010 Clique para editar o estilo do subtítulo mestre

Leia mais

TARIFAS DO PORTO DO RIO DE JANEIRO Operações Portuárias

TARIFAS DO PORTO DO RIO DE JANEIRO Operações Portuárias DOCAS DO RIO AUTORIDADE PORTUARIA TARIFAS DO PORTO DO RIO DE JANEIRO Operações Portuárias TABELA I UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA - PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO - TABELA II UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA

Leia mais

TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias

TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias DOCAS DO RIO AUTORIDADE PORTUARIA TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias TABELA I - PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO - TABELA II - INSTALAÇÕES DE ACOSTAGEM - TABELA III - INSTALAÇÕES TERRESTRES

Leia mais

ANEXO 2 - DIRETRIZES TÉCNICAS E PARÂMETROS DO ARRENDAMENTO

ANEXO 2 - DIRETRIZES TÉCNICAS E PARÂMETROS DO ARRENDAMENTO ANEXO 2 - DIRETRIZES TÉCNICAS E PARÂMETROS DO ARRENDAMENTO LEILÃO Nº 3/2015-ANTAQ, PARA O ARRENDAMENTO DE ÁREAS E INFRAESTRUTURAS PÚBLICAS PARA A MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE PAPEL, CELULOSE E CARGA GERAL,

Leia mais

Av. Mauá, nº 1.050 Centro Porto Alegre CEP 90010-110 Telefone: 3288-9200 e-mail: [email protected]

Av. Mauá, nº 1.050 Centro Porto Alegre CEP 90010-110 Telefone: 3288-9200 e-mail: executiva@sph.rs.gov.br Av. Mauá, nº 1.050 Centro Porto Alegre CEP 90010-110 Telefone: 3288-9200 e-mail: [email protected] PORTO DE PORTO ALEGRE Histórico: Início da obra: 28 de outubro de 1911, pelo Governo Federal construído

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA ORIENTAL DO URUGUAI E A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL SOBRE TRANSPORTE FLUVIAL E LACUSTRE NA HIDROVIA URUGUAI-BRASIL

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA ORIENTAL DO URUGUAI E A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL SOBRE TRANSPORTE FLUVIAL E LACUSTRE NA HIDROVIA URUGUAI-BRASIL ACORDO ENTRE A REPÚBLICA ORIENTAL DO URUGUAI E A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL SOBRE TRANSPORTE FLUVIAL E LACUSTRE NA HIDROVIA URUGUAI-BRASIL A República Oriental do Uruguai e A República Federativa do

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA Decreto n o 2.869, de 09 de dezembro de 1998. Regulamenta a cessão de águas públicas para exploração da aqüicultura, e dá

Leia mais

CADASTRO DE VISTORIA

CADASTRO DE VISTORIA 01 - Empresa: COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD 02 - Endereço da Sede (Rua, Avenida, etc) Avenida Dante Micheline 04 - Complemento: Ponta de Tubarão 08 - CEP: 29090-900 11 CNPJ/MF: (Sede) 33 592 510 /

Leia mais

SUPERPORTO DO AÇU. Rio de Janeiro Junho de 2013

SUPERPORTO DO AÇU. Rio de Janeiro Junho de 2013 SUPERPORTO DO AÇU Rio de Janeiro Junho de 2013 SUPERPORTO DO AÇU X PORTOS BRASILEIROS Típico Porto brasileiro: estrangulado pelo crescimento da cidade X Superporto do Açu: Complexo Industrial de 90Km²

Leia mais

TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias Comerciais

TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias Comerciais DOCAS DO RIO AUTORIDADE PORTUARIA TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias Comerciais TABELA I - PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO - TABELA II - INSTALAÇÕES DE ACOSTAGEM - TABELA III - INSTALAÇÕES

Leia mais

MARLOG MARAJÓ LOGÍSITICA E SERVIÇOS LTDA ME,

MARLOG MARAJÓ LOGÍSITICA E SERVIÇOS LTDA ME, Visualizar impressão https://correio.prplanalto.gov.br/index.php 1 de 1 25/07/2014 11:52 Assunto: SEP - Secretaria de Portos da Presidência da República - Consulta Pública - Poligonal De: [email protected]

Leia mais

Visão geral das operações

Visão geral das operações Visão geral das operações 68 Ultrapar Relatório Anual 2007 Ultracargo Líder no segmento de logística para granéis especiais e com ativos posicionados nos principais portos e entroncamentos intermodais

Leia mais

SISTEMA ALTO DO CÉU. INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: 1958 (Primeira etapa de obras).

SISTEMA ALTO DO CÉU. INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: 1958 (Primeira etapa de obras). SISTEMA ALTO DO CÉU INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: 1958 (Primeira etapa de obras). UNIVERSO DE ATENDIMENTO: Produz, aproximadamente, 10% do volume distribuído na Região Metropolitana do Recife, abrangendo

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 2.689. I - constituir um ou mais representantes no País; II - preencher formulário, cujo modelo constitui o Anexo a esta Resolução;

RESOLUÇÃO Nº 2.689. I - constituir um ou mais representantes no País; II - preencher formulário, cujo modelo constitui o Anexo a esta Resolução; RESOLUÇÃO Nº 2.689 Documento normativo revogado, a partir de 30/3/2015, pela Resolução nº 4.373, de 29/9/2014. Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e de capitais.

Leia mais

Conferência sobre Administração Executiva para a América Latina e Caribe

Conferência sobre Administração Executiva para a América Latina e Caribe Conferência sobre Administração Executiva para a América Latina e Caribe Setor Público e Setor Privado: o que devem fazer para trabalhar na mesma Direção? Fernando Antonio Brito Fialho Diretor-Geral da

Leia mais

Bases de Apoio Marítimo e Aéreo Área de Influência Direta (AID)

Bases de Apoio Marítimo e Aéreo Área de Influência Direta (AID) Pág. 672 / 950 Atividade de Produção de Gás e Condensado no Bases de Apoio Marítimo e Aéreo Área de Influência Direta (AID) Além de caracterizar aspectos de sensibilidade ou potencialidades da Área de

Leia mais

Município de Juiz de Fora. 1. Aspectos Gerais

Município de Juiz de Fora. 1. Aspectos Gerais Município de Juiz de Fora 1. Aspectos Gerais Além da sede, Juiz de Fora possui quatro distritos. A população total do município, segundo a contagem do IBGE de 1996, é de 424.479 habitantes sendo que desses,

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Engenharia de Alimentos é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes

Leia mais

Modernos conceitos de acessibilidade (estacionamento, assentos, banheiros, rampas e elevadores para o Portadores de Necessidades Especiais);

Modernos conceitos de acessibilidade (estacionamento, assentos, banheiros, rampas e elevadores para o Portadores de Necessidades Especiais); ARENA DAS DUNAS ARENA DAS DUNAS Descrição da Obra Construção de ARENA MULTIUSO para utilização na Copa 2014; PPP (Participação Público Privada) entre Governo do Estado do Rio Grande do Norte e a Arena

Leia mais

Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento

Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento 1. Introdução 1.1. O presente Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento tem por objetivo tratar dos seguintes aspectos do Arrendamento:

Leia mais

2º Fórum Sobre Hidrovias As Hidrovias como fator de desenvolvimento.

2º Fórum Sobre Hidrovias As Hidrovias como fator de desenvolvimento. 2º Fórum Sobre Hidrovias As Hidrovias como fator de desenvolvimento. A Evolução Clique para das editar Hidrovias o estilo Brasileiras do subtítulo mestre Visão da CNT Marcos Machado Soares Advogado e Diretor

Leia mais

DRAGAGEM POR RESULTADOS

DRAGAGEM POR RESULTADOS Seminário: Reforma Portuária para Formuladores de Política e Especialistas DRAGAGEM POR RESULTADOS (LEI N 11.610 / 07) Brasília, 01 de abril de 2008 CONCEITUAÇÕES A = Calado B = Distância entre a quilha

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Nutrição é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

Plano Diretor DPZ 1997-2020

Plano Diretor DPZ 1997-2020 Plano Diretor DPZ 1997-2020 Plano diretor de desenvolvimento do Porto de Fortaleza A alternativa de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto de Fortaleza, a seguir apresentada, busca obter o atendimento às

Leia mais

Geotecnologia aplicadas à análise histórica humana /intervenções urbanas e evolução da linha de costa

Geotecnologia aplicadas à análise histórica humana /intervenções urbanas e evolução da linha de costa Geotecnologia aplicadas à análise histórica humana /intervenções urbanas e evolução da linha de costa Marcia Cristina de Souza Matos Carneiro [email protected] NEXUS : Sociedade e Natureza UFPE

Leia mais

TERMO DE SOLICITAÇÃO DE REGISTRO DE NOTA COMERCIAL DO AGRONEGÓCIO

TERMO DE SOLICITAÇÃO DE REGISTRO DE NOTA COMERCIAL DO AGRONEGÓCIO TERMO DE SOLICITAÇÃO DE REGISTRO DE NOTA COMERCIAL DO AGRONEGÓCIO Pelo presente instrumento particular, a companhia a seguir qualificada, doravante denominada EMISSOR, Endereço: CEP: Cidade: Estado: CNPJ

Leia mais

TÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

TÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS REGULAMENTO DO NAE - NÚCLEO DE ACOMPANHAMENTO AO EGRESSO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE ARTHUR THOMAS TÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1º. O presente Regulamento dispõe sobre a estrutura

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3.849. 2º As instituições a que se refere o caput devem:

RESOLUÇÃO Nº 3.849. 2º As instituições a que se refere o caput devem: RESOLUÇÃO Nº 3.849 Dispõe sobre a instituição de componente organizacional de ouvidoria pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. O Banco

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PESSOAIS E NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS SUMÁRIO

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PESSOAIS E NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS SUMÁRIO POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PESSOAIS E NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS SUMÁRIO I - Objetivo... 2 II - Aplicação... 2 III - Regras de Conduta... 3 IV - Disposições Gerais... 6 ANEXO A - Autorização para

Leia mais

COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS

COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS RESOLUÇÃO DP Nº 83.2014, DE 11 DE JUNHO DE 2014. ESTABELECE REGRAMENTO PARA O ACESSO TERRESTRE AO PORTO DE SANTOS O DIRETOR PRESIDENTE da COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO CODESP, na qualidade de

Leia mais

GESTÃO INTEGRADA DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS - PRINCIPAIS DIRETRIZES E DESAFIOS. Flávio Terra Barth 1

GESTÃO INTEGRADA DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS - PRINCIPAIS DIRETRIZES E DESAFIOS. Flávio Terra Barth 1 GESTÃO INTEGRADA DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS - PRINCIPAIS DIRETRIZES E DESAFIOS Flávio Terra Barth 1 Resumo - A Lei Federal 9.433, de 8 de janeiro de 1997 sobre a Política e o Sistema Nacional de Recursos

Leia mais

RODOVIAS DE ACESSO AO MUNICÍPIO

RODOVIAS DE ACESSO AO MUNICÍPIO TRANSPORTES RODOVIAS A localização geográfica de Araxá é excepcional, colocando o município em ponto estratégico, entre SÃO PAULO e BELO HORIZONTE, centros essenciais em termos econômicos. Um bom sistema

Leia mais

CAPÍTULO I Fusão ou Incorporação de Sociedades. SEÇÃO I CEDAG, ESAG e SANERJ

CAPÍTULO I Fusão ou Incorporação de Sociedades. SEÇÃO I CEDAG, ESAG e SANERJ DECRETO-LEI Nº 39, DE 24 DE MARÇO DE 1975. DISPÕE SOBRE ENTIDADES DA ADMINISTRAÇÃO ESTADUAL INDIRETA E FUNDAÇÃO, NO ÂMBITO DA SECRETARIA DE ESTADO DE OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

1º BALANÇO DO PAC 2015 RESULTADOS ATÉ JUNHO DE 2015

1º BALANÇO DO PAC 2015 RESULTADOS ATÉ JUNHO DE 2015 1º BALANÇO DO PAC 2015 RESULTADOS ATÉ JUNHO DE 2015 1. RESULTADOS GERAIS No novo ciclo do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), entre 2015 e 2018, serão investidos de R$ 1,05 trilhão. Nesse período,

Leia mais

Art. 1 Aprovar a revisão da tarifa do porto de São Sebastião - SP, que passa a ter a estrutura e os valores apresentados a seguir:

Art. 1 Aprovar a revisão da tarifa do porto de São Sebastião - SP, que passa a ter a estrutura e os valores apresentados a seguir: RESOLUÇÃO Nº 4090 -ANTAQ, DE 7 DE MAIO DE 2015. APROVA A REVISÃO DA TARIFA DO PORTO DE SÃO SEBASTIÃO - SP. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da competência

Leia mais

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA OBRAS DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES ESTRATÉGICAS PARA INDÚSTRIA CATARINENSE Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina FIESC Glauco José

Leia mais

3. PLANO DE EMPREENDIMENTO SELECIONADO E SITUAÇÃO DE APOIO FINANCEIRO. 3.1. Projeto Ação Metrópole - Obras integradas de transporte

3. PLANO DE EMPREENDIMENTO SELECIONADO E SITUAÇÃO DE APOIO FINANCEIRO. 3.1. Projeto Ação Metrópole - Obras integradas de transporte 3. PLANO DE EMPREENDIMENTO SELECIONADO E SITUAÇÃO DE APOIO FINANCEIRO 3.1. Projeto Ação Metrópole - Obras integradas de transporte 3.1.1. SÍNTESE DO PROJETO AÇÃO METRÓPOLE Como o 1.º projeto do sistema

Leia mais

DECRETO Nº 86.061, DE 02 DE JUNHO DE 1981. Cria Estações Ecológicas, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que

DECRETO Nº 86.061, DE 02 DE JUNHO DE 1981. Cria Estações Ecológicas, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que DECRETO Nº 86.061, DE 02 DE JUNHO DE 1981. Cria Estações Ecológicas, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 81, item III, da Constituição,

Leia mais

de Saneamento Básico do Município de

de Saneamento Básico do Município de Plano de Desenvolvimento para o Sistema de Saneamento Básico do Município de Mossoró DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO ATUAL A apresentação se dará em duas etapas: 1ª etapa - Resultado da Análise Técnico- operacional

Leia mais

1 de 5 ESPELHO DE EMENDAS DE INCLUSÃO DE META

1 de 5 ESPELHO DE EMENDAS DE INCLUSÃO DE META COMISSÃO MISTA DE PLANOS, ORÇAMENTOS E FISCALIZ S AO PLN 0001 / 2008 - LDO Página: 2636 de 2993 1 de 5 ESPELHO DE S DE INCLUSÃO DE META AUTOR DA 12770001 7G66 Adequação de Trecho Rodoviário - Campina Grande

Leia mais

QUEM FAZ O QUÊ? DADOS TÉCNICOS DO CTA ESTATÍSTICAS

QUEM FAZ O QUÊ? DADOS TÉCNICOS DO CTA ESTATÍSTICAS QUEM FAZ O QUÊ? SETTRAN - SECRETARIA MUNICIPAL DE TRÂNSITO E TRANSPORTES CTA ESTATÍSTICAS CTA - CONTROLE DE TRÁFEGO EM ÁREA AUTOR: AÍLTON BORGES SETTRAN- - Transporte coletivo na cidade... Quem faz o quê?

Leia mais

ANEXO 2 - DIRETRIZES TÉCNICAS E PARÂMETROS DO ARRENDAMENTO

ANEXO 2 - DIRETRIZES TÉCNICAS E PARÂMETROS DO ARRENDAMENTO ANEXO 2 - DIRETRIZES TÉCNICAS E PARÂMETROS DO ARRENDAMENTO LEILÃO Nº 2/2015-ANTAQ, PARA O ARRENDAMENTO DE ÁREA E INFRAESTRUTURA PÚBLICA PARA A MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE GRANÉIS SÓLIDOS VEGETAIS, LOCALIZADA

Leia mais

IX SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE LOGISTICA SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SEP/PR

IX SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE LOGISTICA SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SEP/PR IX SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE LOGISTICA SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SEP/PR Setor Portuário Brasileiro Estimativa do aumento da Movimentação nos Portos (em milhões de toneladas) 2.400

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Engenharia Mecânica é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares

Leia mais

OBRAS PÚBLICAS. Luciano Franco Barreto. Presidente da ASEOPP. Associação Sergipana dos Empresários de Obras Públicas e Privadas. Data: junho de 2015

OBRAS PÚBLICAS. Luciano Franco Barreto. Presidente da ASEOPP. Associação Sergipana dos Empresários de Obras Públicas e Privadas. Data: junho de 2015 OBRAS PÚBLICAS Luciano Franco Barreto Presidente da ASEOPP Associação Sergipana dos Empresários de Obras Públicas e Privadas Data: junho de 2015 Existem certas obras, nos últimos anos, cujas terminações

Leia mais

Tarifa Aprovada a partir de 01.01.2008 - O. S. nº. 212/07 (Última Atualização: 30/07/2009)

Tarifa Aprovada a partir de 01.01.2008 - O. S. nº. 212/07 (Última Atualização: 30/07/2009) Tarifa Aprovada a partir de 01.01.2008 - O. S. nº. 212/07 (Última Atualização: 30/07/2009) TABELA I UTILIZAÇÃO DA INFRA ESTRUTURA MARÍTIMA E FACILIDADES PORTUÁRIAS INFRAMAR. (TARIFAS DEVIDAS PELO ARMADOR,

Leia mais

2.7. Informar se há reserva particular na propriedade com registro em órgão ambiental (IBAMA/IPAAM/Secretaria Municipal

2.7. Informar se há reserva particular na propriedade com registro em órgão ambiental (IBAMA/IPAAM/Secretaria Municipal TERMO DE REFERÊNCIA TR PARA PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL (PCA) P/ A ATIVIDADE DE AQUICULTURA (Este TR aplica-se a empreendimentos desenvolvidos em viveiros escavados a partir de 10,00 ha) O Instituto de

Leia mais

Aula 9 ESCALA GRÁFICA. Antônio Carlos Campos

Aula 9 ESCALA GRÁFICA. Antônio Carlos Campos Aula 9 ESCALA GRÁFICA META Apresentar as formas de medição da proporcionalidade entre o mundo real e os mapas através das escalas gráficas. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: estabelecer formas

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA I.Título do Projeto:

TERMO DE REFERÊNCIA I.Título do Projeto: TERMO DE REFERÊNCIA I.Título do Projeto: INTERLIGAÇÃO DAS HIDROVIAS TIETÊ-PARANÁ E PARANÁ-PRATA COM A TRANSPOSIÇÃO DA REPRESA DE ITAIPU, MEDIANTE A CONSTRUÇÃO DE PORTOS INTERMODAIS E ESTRUTURAS COMPLEMENTARES

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO. EDITAL N o 19/10-PREG

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO. EDITAL N o 19/10-PREG UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO EDITAL N o 19/10-PREG PROCESSO SELETIVO DE INGRESSO NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NA MODALIDADE PRESENCIAL PARA A PRIMEIRA ENTRADA

Leia mais

MINISTÉRIO DO ESPORTE E TURISMO PORTARIA Nº 57, DE 09 DE MAIO DE 2001

MINISTÉRIO DO ESPORTE E TURISMO PORTARIA Nº 57, DE 09 DE MAIO DE 2001 MINISTÉRIO DO ESPORTE E TURISMO PORTARIA Nº 57, DE 09 DE MAIO DE 2001 O MINISTRO DE ESTADO DO ESPORTE E TURISMO, no uso de suas atribuições e tendo em vista a necessidade do imediato atendimento aos programas

Leia mais

Companhia de Portos e Hidrovias do Estado do Pará - CPH. AÇÕES 2012 e 2013 COMPANHIA DE PORTOS E HIDROVIAS DO ESTADO DO PARÁ

Companhia de Portos e Hidrovias do Estado do Pará - CPH. AÇÕES 2012 e 2013 COMPANHIA DE PORTOS E HIDROVIAS DO ESTADO DO PARÁ Companhia de Portos e Hidrovias do Estado do Pará - CPH AÇÕES 2012 e 2013 REFORMAS E ADEQUAÇÕES TERMINAIS HIDROVIÁRIOS - 2012 TERMINAL HIDROVIÁRIO DE BARCARENA Localizado na região Tocantina; Área construída

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DO TERMINAL DE TUBARÃO

MEMORIAL DESCRITIVO DO TERMINAL DE TUBARÃO ÍNDICE ITEM DESCRIÇÃO PÁGINA 1 INFORMAÇÕES DOS TERMINAIS PORTUÁRIOS 3 2 TERMINAIS PORTUÁRIOS DO COMPLEXO DE TUBARÃO 3 3 4 3.1 TERMINAL PORTUÁRIO DE MINÉRIO DE FERRO DE TUBARÃO - TU 4 3.1.1. PÍER 1 - NORTE

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE INTEGRAÇÃO REGIONAL, DESENVOLVIMENTO URBANO E METROPOLITANO NOTA TÉCNICA AV. INDEPENDÊNCIA

SECRETARIA DE ESTADO DE INTEGRAÇÃO REGIONAL, DESENVOLVIMENTO URBANO E METROPOLITANO NOTA TÉCNICA AV. INDEPENDÊNCIA SECRETARIA DE ESTADO DE INTEGRAÇÃO REGIONAL, DESENVOLVIMENTO URBANO E METROPOLITANO NOTA TÉCNICA AV. INDEPENDÊNCIA 2 OBJETO: Implantação de Alça Rodoviária - Rodovia Independência/1ª Etapa JUSTIFICATIVA:

Leia mais

Edital de Abertura de Inscrições para Seleção Pública Simplificada de Estagiários para a Vigilância Epidemiológica em Âmbito Hospitalar.

Edital de Abertura de Inscrições para Seleção Pública Simplificada de Estagiários para a Vigilância Epidemiológica em Âmbito Hospitalar. Edital de Abertura de Inscrições para Seleção Pública Simplificada de Estagiários para a Vigilância Epidemiológica em Âmbito Hospitalar. O Secretário Executivo de Vigilância em Saúde, no uso das suas atribuições,

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da

Leia mais

Base Legal da Ação Lei nº 10.233, de 5 de junho de 2001, arts. 81 e 82; Lei nº 5.917, de 10 de Setembro de 1973, e suas alterações.

Base Legal da Ação Lei nº 10.233, de 5 de junho de 2001, arts. 81 e 82; Lei nº 5.917, de 10 de Setembro de 1973, e suas alterações. Programa 2073 - Transporte Hidroviário Número de Ações 107 110S - Melhoramentos no Canal de Navegação da Hidrovia dos Rios Paraná e Paraguai Garantia da navegabilidade durante todo o ano na hidrovia, mediante

Leia mais

Os INCOTERM s ou International Comercial Terms são nomenclaturas representativas de cláusulas contratuais padronizadas internacionalmente para

Os INCOTERM s ou International Comercial Terms são nomenclaturas representativas de cláusulas contratuais padronizadas internacionalmente para Os INCOTERM s ou International Comercial Terms são nomenclaturas representativas de cláusulas contratuais padronizadas internacionalmente para facilitar o comércio. Elas tratam das condições e responsabilidades

Leia mais

CARTA CONVITE Nº 003/2015. Desenvolvimento, produção e realização da 20ª Festa do Imigrante.

CARTA CONVITE Nº 003/2015. Desenvolvimento, produção e realização da 20ª Festa do Imigrante. São Paulo, 24 de fevereiro de 2015. CARTA CONVITE Nº 003/2015 Desenvolvimento, produção e realização da 20ª Festa do Imigrante. O (INCI), Organização Social gestora do Museu da Imigração, de acordo com

Leia mais

INFRAERO TR-008/ULMN/2012 1 / 5 TERMO DE REFERÊNCIA. Elaborado por Lotação Matrícula Rubrica Data Luciano Eustáquio Pedrosa ULMN 17.

INFRAERO TR-008/ULMN/2012 1 / 5 TERMO DE REFERÊNCIA. Elaborado por Lotação Matrícula Rubrica Data Luciano Eustáquio Pedrosa ULMN 17. INFRAERO TR-008/ULMN/2012 1 / 5 EMPRESA BRASILEIRA DE INFRA-ESTRUTURA AEROPORTUÁRIA AEROPORTO DE UBERLÂNDIA TEN. CEL. AV. CÉSAR BOMBONATO COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO - ULMN TÍTULO: TERMO DE REFERÊNCIA Requisitos

Leia mais

C O M A N D O D O C O R P O D E B O M B E I R O S Gabinete do Comandante

C O M A N D O D O C O R P O D E B O M B E I R O S Gabinete do Comandante C O M A N D O D O C O R P O D E B O M B E I R O S Gabinete do Comandante PORTARIA N.º 06, DE 01 DE AGOSTO DE 2002. Estabelece no âmbito do Corpo de Bombeiros critérios aplicáveis em todo o Estado do Paraná

Leia mais

Programa de Arrendamentos de Áreas e Instalações Portuárias do Porto de Santos

Programa de Arrendamentos de Áreas e Instalações Portuárias do Porto de Santos Programa de Arrendamentos de Áreas e Instalações Portuárias do Porto de Santos Dezembro de 2006 Programa de Arrendamentos de Áreas e Instalações Portuárias do Porto de Santos 1. INTRODUÇÃO Este documento

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL

REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL O Município de Chaves tem entendido como de interesse municipal as iniciativas empresariais de natureza económica que contribuem

Leia mais

PORTO DE PELOTAS PLANO DE DESENVOLVIMENTO E ZONEAMENTO PORTUÁRIO

PORTO DE PELOTAS PLANO DE DESENVOLVIMENTO E ZONEAMENTO PORTUÁRIO PORTO DE PELOTAS PLANO DE DESENVOLVIMENTO E ZONEAMENTO PORTUÁRIO Í N D I C E Aprovações e Alterações Resolução nº. 011, de 11 de Fevereiro de 2010, do Conselho de Autoridade Portuária do Porto de Pelotas/RS

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA DE SOROCABA FACENS EDITAL DO PROCESSO SELETIVO / 1º SEMESTRE DE 2015

FACULDADE DE ENGENHARIA DE SOROCABA FACENS EDITAL DO PROCESSO SELETIVO / 1º SEMESTRE DE 2015 1 DA ABERTURA FACULDADE DE ENGENHARIA DE SOROCABA FACENS EDITAL DO PROCESSO SELETIVO / 1º SEMESTRE DE 2015 O Diretor da Faculdade de Engenharia de Sorocaba FACENS, mantida pela Associação Cultural de Renovação

Leia mais

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS ESPAÇOS DA FREGUESIA

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS ESPAÇOS DA FREGUESIA REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS ESPAÇOS DA FREGUESIA Freguesia da Batalha REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS ESPAÇOS DA FREGUESIA DA BATALHA Introdução A Freguesia da Batalha dispõe de vários espaços que põe

Leia mais

A N E XO S E CONSULTORIA LTDA

A N E XO S E CONSULTORIA LTDA A N E XO S Anexo TA R I FA D O P O R TO 1 TABELA I UTILIZAÇÃO DA INFRA-ESTRUTURA PORTUÁRIA PARA ATENDIMENTO DA FROTA (EMBARCAÇÃO/CAIS, VICE-VERSA OU BALDEAÇÃO) TAXAS DEVIDAS PELO ARMADOR E OU DONO DA MERCADORIA

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES. RESOLUÇÃO Nº 3.763, DE 26 DE JANEIRO DE 2012 (DOU de 08/02/2012 Seção I Pág. 68)

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES. RESOLUÇÃO Nº 3.763, DE 26 DE JANEIRO DE 2012 (DOU de 08/02/2012 Seção I Pág. 68) AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES RESOLUÇÃO Nº 3.763, DE 26 DE JANEIRO DE 2012 (DOU de 08/02/2012 Seção I Pág. 68) Altera o Anexo da Resolução nº 420, de 12 de fevereiro de 2004, que aprova as

Leia mais

EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE FERROVIÁRIO

EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE FERROVIÁRIO Superintendência de Infraestrutura e Serviços de Transporte Ferroviário de Cargas SUFER Gerência de Regulação e Outorga de Infraestrutura e Serviços de Transporte Ferroviário de Carga - GEROF EVOLUÇÃO

Leia mais

ACESSIBILIDADE DOS VEÍCULOS DE TRANSPORTE PÚBLICO URBANO POR ÔNIBUS

ACESSIBILIDADE DOS VEÍCULOS DE TRANSPORTE PÚBLICO URBANO POR ÔNIBUS ACESSIBILIDADE DOS VEÍCULOS DE TRANSPORTE PÚBLICO URBANO POR ÔNIBUS 1. Introdução Diante da importância do tema Acessibilidade dos veículos de transporte público urbano por ônibus e da necessidade de reestabelecer

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Fundação Paulista de Tecnologia e Educação UF: SP ASSUNTO: Recredenciamento do Centro Universitário de Lins - UNILINS,

Leia mais

Cotação de Preços Processo nº 002/2016

Cotação de Preços Processo nº 002/2016 Feira de Santana, 11 de janeiro de 2016. MOC - Movimento de Organização Comunitária Cotação de Preços Processo nº 002/2016 A O Movimento de Organização Comunitária vem através desta, convidar essa conceituada

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA SANTA RITA Gabinete da Prefeita

Estado do Rio Grande do Sul PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA SANTA RITA Gabinete da Prefeita LEI Nº 1204/14 De 22 de agosto de 2014. DISPÕE SOBRE INCENTIVOS À INSTALAÇÃO DA EMPRESA NUTRIRE INDÚSTRIA DE ALIMENTOS LTDA, NO MUNICÍPIO DE NOVA SANTA RITA. Sul. A PREFEITA MUNICIPAL DE NOVA SANTA RITA.

Leia mais

AUDITORIA ATUARIAL. Danilo Claudio da Silva Diretor Técnico. Setembro/2013-1

AUDITORIA ATUARIAL. Danilo Claudio da Silva Diretor Técnico. Setembro/2013-1 AUDITORIA ATUARIAL Danilo Claudio da Silva Diretor Técnico Setembro/2013-1 SITUAÇÃO ATUAL -2 Avaliação Atuarial Foi importante para a construção da base de dados dentro das companhias e para o desenvolvimento

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS - ANA RESOLUÇÃO CONJUNTA Nº 03, DE 10 DE AGOSTO DE 2010

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS - ANA RESOLUÇÃO CONJUNTA Nº 03, DE 10 DE AGOSTO DE 2010 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS - ANA RESOLUÇÃO CONJUNTA Nº 03, DE 10 DE AGOSTO DE 2010 Estabelecer as condições e os procedimentos a serem observados pelos concessionários

Leia mais

RESOLUÇÃO CNSP N o 88, de 2002.

RESOLUÇÃO CNSP N o 88, de 2002. RESOLUÇÃO CNSP N o 88, de 2002. Dispõe sobre os critérios para a realização de investimentos pelas sociedades seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência complementar e

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio, linhas físicas de telecomunicações, cabos metálicos e fibras ópticas.

PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio, linhas físicas de telecomunicações, cabos metálicos e fibras ópticas. fls. 1/6 ÓRGÃO: MANUAL: DIRETORIA DE ENGENHARIA ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de Linhas Físicas de Telecomunicações, com Cabos Metálicos e com Fibras Ópticas. PALAVRAS-CHAVE:

Leia mais

PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DE AÇÕES DE EMISSÃO DA ELEVA ALIMENTOS S.A. PELA PERDIGÃO S.A. ELEVA ALIMENTOS S.A. PERDIGÃO S.A.

PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DE AÇÕES DE EMISSÃO DA ELEVA ALIMENTOS S.A. PELA PERDIGÃO S.A. ELEVA ALIMENTOS S.A. PERDIGÃO S.A. PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DE AÇÕES DE EMISSÃO DA ELEVA ALIMENTOS S.A. PELA PERDIGÃO S.A. ENTRE ELEVA ALIMENTOS S.A. E PERDIGÃO S.A. _ DATADO DE 13 DE NOVEMBRO DE 2007 _ PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO

Leia mais

DIAGNÓSTICO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DO MUNICÍPIO DE CANHOBA/SE

DIAGNÓSTICO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DO MUNICÍPIO DE CANHOBA/SE DIAGNÓSTICO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DO MUNICÍPIO DE CANHOBA/SE Josiene Ferreira dos Santos Lima¹-Tecnóloga em Saneamento Ambiental. Aluna do Curso de Geografia (UFS). Pós-Graduanda em Gestão Ambiental e Desenvolvimento

Leia mais

QUESTIONAMENTO Nº 02 A empresa Serveng Engenharia solicita os seguintes esclarecimentos:

QUESTIONAMENTO Nº 02 A empresa Serveng Engenharia solicita os seguintes esclarecimentos: COMPANHIA DOCAS DE SÃO SEBASTIÃO CNPJ 09.062.893/0001-74 CONCORRÊNCIA PÚBLICA Nº 05/2012 PROCESSO Nº 041/12 NOTA DE ESCLARECIMENTOS Nº 5 QUESTIONAMENTO Nº 01 A empresa Ster Engenharia Ltda, através de

Leia mais

ANEXO I MAPA DE ZONEAMENTO EXPLOTÁVEL DE ÁGUA SUBTERRÂNEA NOS MUNICÍPIOS DE RECIFE, JABOATÃO DOS GUARARAPES, OLINDA E CAMARAGIBE

ANEXO I MAPA DE ZONEAMENTO EXPLOTÁVEL DE ÁGUA SUBTERRÂNEA NOS MUNICÍPIOS DE RECIFE, JABOATÃO DOS GUARARAPES, OLINDA E CAMARAGIBE G O V E R N O D O E S T A D O CONSELHO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO CRH Nº 04 / 2003 O CONSELHO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Decreto nº 20.423,

Leia mais

PORTARIA Nº 68, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2012

PORTARIA Nº 68, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2012 Ministério da Cultura Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional Gabinete da Presidência PORTARIA Nº 68, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2012 Dispõe sobre a delimitação e diretrizes para a área de entorno

Leia mais

Programa de Investimentos em Logística: Rodovias, Ferrovias e Portos

Programa de Investimentos em Logística: Rodovias, Ferrovias e Portos Programa de Investimentos em Logística: Rodovias, Ferrovias e Portos Logística e Desenvolvimento Econômico Imperativos para o desenvolvimento acelerado e sustentável: Ampla e moderna rede de infraestrutura

Leia mais

Anexo II.1 Informações sobre a Cidade e seu Serviço de Transporte Coletivo Atual

Anexo II.1 Informações sobre a Cidade e seu Serviço de Transporte Coletivo Atual Anexo II.1 Informações sobre a Cidade e seu Serviço de Transporte Coletivo Atual PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 2 1.1 A Cidade... 2 1.2 Padrão de mobilidade... 5 1.2.1 Frota

Leia mais

DECRETO Nº 61.867, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1967.

DECRETO Nº 61.867, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1967. DECRETO Nº 61.867, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1967. Regulamenta os seguros obrigatórios previstos no artigo 20 do Decreto-lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais