FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA

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Aluno(a): Professor(a): Turma: n o : Data: Leia o texto a seguir com atenção.

Flávia Lêda. Redação Crônica PAZ NA ESCOLA

Transcrição:

FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9 ANO 3 BIMESTRE AUTORIA MARCIA REGINA GRECO DE AGONIA Rio de Janeiro 2012

TEXTO GERADOR O Texto Gerador é um fragmento do romance Capitães da Areia, de Jorge Amado, que conta a vida dos meninos abandonados nas ruas de Salvador, Bahia, na década de 1930. A cena retratada narra o dia em que a menina Dora decidiu participar do grupo Capitães da Areia e a conversa que ela teve com Pedro B, líder do grupo. [...] Como o vestido dificultava seus movimentos e como ela queria ser totalmente um dos Capitães da Areia, o trocou por umas calças que deram a Barandão numa casa da cidade alta. As calças tinham ficado enormes para o negrinho, ele então as ofereceu a Dora. Assim mesmo, estavam grandes para ela, teve que as cortar nas pernas para que dessem. Amarrou com cordão, seguindo o exemplo de todos, o vestido servia de blusa. Se não fosse a cabeleira loira e os seios nascentes, todos a poderiam tomar como um menino, um dos Capitães da Areia. No dia em que, vestida como um garoto, ela apareceu na frente de Pedro Bala, o menino começou a rir. Chegou a se enrolar no chão de tanto rir. Por fim conseguiu dizer: Tu tá gozada... Ela ficou triste. Pedro Bala parou de rir. Não tá direito que vocês me dê de comer todo dia. Agora eu tomo parte no que vocês fizer. O assombro dele não teve limites: Tu quer dizer... Ela o olhava calma, esperando que ele concluísse a frase.... que vai andar com a gente pela rua, batendo coisas... 2

Isso mesmo sua voz estava sua de resolução. Tu endoidou... Não sei por quê. Tu não tá vendo que tu não pode? Que isso não é coisa pra menina. Isso é coisa pra homem. Como se vocês fosse tudo uns homão. É tudo uns menino. Pedro Bala procurou o que responder: Mas a gente veste calça, não é saia... Eu também e mostrava as calças. De momento ele não encontrou nada que dizer. Olhou para ela pensativo, já não tinha vontade de rir. Depois de algum tempo falou: Se a polícia pegar a gente não tem nada. Mas se pegar tu? É igual. Te metem no Orfanato. Tu nem sabe o que é... Tem nada, não. Eu agora vou com vocês. Ele encolheu os ombros num gesto de quem não tinha nada com aquilo. Havia avisado. Mas ela bem sabia que estava preocupado. Por isso ainda disse: Tu vai ver como vou ser igual a qualquer um... Tu já viu uma mulher fazer o que um homem faz? Tu não aguenta um empurrão... Posso fazer outras coisa. 3

resultados. Pedro Bala se conformou. No fundo gostava da atitude dela, se bem tivesse medo dos [...] ATIVIDADES DE LEITURA QUESTÃO 1 Polissemia é a propriedade que uma mesma palavra tem de apresentar vários significados. Leia as frases abaixo com especial atenção para a palavra em destaque, em seguida dê o sentido da mesma em cada contexto. I- O texto gerador é um fragmento do romance Capitães da areia de Jorge Amado. II- Os personagens Dora e Pedro Bala tiveram um romance. do termo. Identificar o sentido especializado do termo romance diferenciando-o do uso comum O objetivo é revisar e deixar bem claro o gênero a ser estudado no bimestre: romance. Também retomamos a discussão de que palavras podem ter mais de um sentido e que o contexto as define corretamente. Posto isso, será fácil para o aluno chegar à conclusão de que, na frase I, a palavra romance tem o sentido de narrativa em prosa que versa sobre personagens imaginários dados como reais, descrevendo sua psicologia, suas aventuras, seu destino; já na frase II, cabe o sentido mais comum da palavra: caso amoroso, namoro. 4

QUESTÃO 2 Quem conta os fatos em um texto narrativo é o narrador. Quando a história é contada por um dos personagens, temos o narrador-personagem. Se o narrador não participa dos fatos, encontramos o narrador-observador. No texto em questão, qual é o tipo de narrador? Esclareça sua resposta. Identificar o foco narrativo. Nesta questão cabe uma explicação dos dois principais tipos de narrador. Seria interessante levar os alunos a pensar que mesmo com tantos diálogos, é o narradorobservador que direciona todos os fatos, pensamentos e sentimentos dos personagens sem participar do enredo. Ainda, dentro do mesmo propósito, estabelecer a diferença gramatical entre os tipos de narrador: 1ª pessoa (pronomes e verbos) para narrador-personagem; e 3ª pessoa (pronomes e verbos) para narrador-observador. QUESTÃO 3 Dora trocou o vestido que usava por umas calças que deram a Barandão. Enormes nela tiveram de ser amarradas com um cordão, como faziam os Capitães da Areia. O real motivo de Dora passar a usar calças fica evidente no fragmento lido. Qual é ele? Comente sua resposta. Utilizar pistas do texto para fazer antecipações e inferências a respeito do conteúdo. 5

Na solução desta questão, é importante direcionar o aluno a interpretar o texto como um todo. A personagem Dora é delineada através de seu diálogo com Pedro Bala. É a sua insistência e argumentação que o fazem aceitá-la, vestida de Capitão da Areia. É esse seu motivo real, ser um deles, totalmente um deles. Portanto ela é mais do que uma menina vestida de menino, ela é um capitão da areia. ATIVIDADES DE USO DA LÍNGUA QUESTÃO 4 Transcreva a passagem abaixo para o discurso indireto, fazendo as adaptações necessárias. Por fim conseguiu dizer: Tu tá gozada. Diferenciar e utilizar adequadamente os discursos direto e indireto. Essa questão leva o aluno a pensar na distinção dos discursos direto e indireto, considerando a percepção da construção com a eliminação do travessão e incorporação da fala ao narrador. É um bom momento para se destacar a presença dos verbos discendi anunciando o discurso direto. Eu comentaria a preocupação com uma linguagem padrão no discurso indireto, aproveitando para tecer comentários sobre a linguagem coloquial dos personagens que vivem no trapiche. O trecho ficaria assim: 6

Por fim conseguiu dizer que ela estava gozada. QUESTÃO 5 Em: Se não fosse a cabeleira loira e os seios nascentes, todos a poderiam tomar como um menino, um dos Capitães da Areia., a conjunção em destaque introduz à frase que inicia um valor de: a) tempo; b) causa; c) comparação; d) concessão; e) condição. sequências. Relacionar o uso das conjunções subordinativas variadas aos sentidos produzidos nas Para chegar à resposta correta da questão, o aluno deverá ter conhecimento das conjunções subordinativas adverbiais e seus possíveis valores semânticos (Professor, essa é a hora de retomar esses valores). Ao analisar a relação entre as orações que constituem o período composto por subordinação da questão, o aluno perceberá que a alternativa a ser marcada só poderá ser a e, pois todas as outras opções não trariam coerência na interpretação dentro do texto. 7

QUESTÃO 6 O texto em estudo apresenta um diálogo entre Dora e Pedro Bala, no qual a heroína aparece vestida como um dos Capitães da Areia. O autor utiliza-se do discurso direto para apresentar essa conversa. Quais as características do discurso direto no texto? O que o discurso direto proporciona ao leitor? Diferenciar e utilizar os discursos direto e indireto. Nesta questão, o aluno deverá destacar que o discurso direto, eleito pelo autor para apresentar personagens com suas próprias vozes, é marcado por travessão e anunciado por verbos discendi. É importante que o aluno perceba que, no romance, as escolhas do autor não são impunes, todas têm um porquê. O diálogo entre os protagonistas é riquíssimo no que diz respeito à descrição psicológica tanto de Dora como Pedro Bala. Através das palavras deles, nós leitores, colocamo-nos ao dispor da imaginação. ATIVIDADE DE PRODUÇÃO TEXTUAL QUESTÃO 7 Vocês já conhece toda a estrutura do enredo, os personagens, o tipo de narrador, onde acontecem os fatos e quando. Mas agora é sua vez: vocês (em grupo) deverão recontar a história de Capitães da Areia dando um novo desfecho à história. É lógico que sua narrativa será curta, quase um resumo com final diferente. Tente, invente. 8

Produzir coletivamente um texto narrativo cuja estrutura se aproxime do romance. A atividade proposta deve ser avaliada a partir da capacidade de criação de algo novo para ser incorporado ao que já se conhece. É um bom momento para instigar os alunos a produzirem algo engraçado, que torne o texto original mais leve. Ao meu ver, dada as dificuldades de um aluno em produzir texto serem grande, nada como um trabalho menos exigente, porém de objetivos tão firmes. CURSISTA: MÁRCIA REGINA GRECO DE AGONIA Relatório de implementação de roteiro de atividade do 2º ciclo Este relatório tem como objetivo comentar os sucessos e insucessos da implementação do roteiro de atividades do 2º ciclo, sugerido pelo presente curso de Formação Continuada de Professores do CECIERJ. Todo e qualquer tipo de trabalho foi realizado com a turma 901 do colégio em que trabalho sob minha orientação e regência. Comentários e Resultados Merecem consideração alguns fatos relacionados ao mês de setembro que, talvez, tenham impossibilitado um trabalho melhor. Minha escola entrou em obras, em sistema de rodízio, turmas foram dispensadas, inclusive as minhas, por várias vezes. Também não posso deixar de relatar que por falta de água não me encontrei com meus alunos umas outras vezes. Apesar de poucos encontros, os resultados foram positivos. 9

Percebi que bem apresentado, no 1º ciclo, todo o conteúdo, nessa segunda fase pude me dedicar às dificuldades. Dei maior ênfase ao modo subjuntivo sempre aliado à ideia da condição (retomando as orações subordinadas adverbiais). Quanto às orações subordinadas adverbiais, reforcei-as da maneira como apreendi nos fóruns: apresentei, em pares, orações absolutas e sob minha orientação, e em grupos, a turma unia de acordo com uma circunstância sorteada. Foi uma forma divertida de entender o período composto, a subordinação e as orações adverbiais. Os conteúdos ligados ao texto foram muito bem internalizados. A estrutura e os elementos de uma narrativa, tomando como base o romance, a polissemia da palavra romance, personagens, tipos de narrador, tudo isto ficou bem claro para o alunado. Gostaria de deixar aqui registrado que a partir da implementação desses roteiros percebi um melhor resultado dos meus alunos na prova do saerjinho deste bimestre na semana passada. Eles, pela primeira vez, fizeram comentários positivos sobre a avaliação, dizendo que havíamos comentado sobre tudo em sala. Também houve um melhor aproveitamento na minha avaliação do bimestre. Usei o meu roteiro original do 2º ciclo como prova e o resultado foi positivo. Cursista Márcia Regina Greco de Agonia 10