Rubricas e guias de pontuação



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Avaliação de Projetos O ensino a partir de projetos exibe meios mais avançados de avaliação, nos quais os alunos podem ver a aprendizagem como um processo e usam estratégias de resolução de problemas para satisfazer ou superar as expectativas do projeto. Hoje em dia, as rubricas e os guias de pontuação foram incluídos nas aulas para proporcionar a alunos e professores uma melhor compreensão do que está sendo avaliado, dos critérios usados na atribuição da nota e dos padrões de produto, claros e instigantes, que devem ser alcançados. O foco das rubricas e dos guias de pontuação é monitorar e ajustar o progresso, e não só avaliar o resultado final. Rubricas e guias de pontuação oferecem muitas vantagens para a avaliação: O desempenho dos alunos melhora quando se mostra claramente a eles como seu trabalho é avaliado e o que se espera deles. Os alunos julgam melhor a qualidade do próprio trabalho. Os alunos recebem comentários mais consistentes sobre seus pontos fortes e áreas que precisam melhorar. Os alunos conscientizam-se dos critérios que devem ser usados ao fazer comentários para os colegas. Os critérios são determinados em termos específicos. A avaliação é mais objetiva e consistente. O tempo gasto avaliando o trabalho do aluno é reduzido. A eficiência do ensino é analisada por meio de vários métodos. O progresso é medido e documentado com base em testes de desempenho. Como um guia para planejamento, as rubricas e os guias de pontuação dão aos alunos metas claras de proficiência. Com essas avaliações em mãos, sabem a qualidade esperada antes de começar o trabalho. Quando os alunos usam essas avaliações regularmente para julgar o próprio trabalho, começam a aceitar maior responsabilidade pelo produto final. Isso elimina dúvidas do tipo "Será que não falta nada?". Como um meio para acompanhar o progresso durante o projeto, as rubricas e os guias de pontuação podem ser ferramentas úteis para os alunos não perderem o foco de suas metas. Os alunos podem comparar seu progresso com a meta desejada em sua escala de proficiência e consultá-la para se lembrarem de suas metas. Por fim, como avaliação somativa, as rubricas e os guias de pontuação podem ser usados para avaliar produtos, grupos de alunos ou os alunos individualmente. Os alunos podem usar as mesmas rubricas e guias de pontuação para auto-avaliação individual, em grupo e para fazer comentários aos colegas. Para ser eficiente, a linguagem usada em cada rubrica e guia de pontuação precisa ser compreendida pelos alunos. O uso da linguagem em primeira pessoa ajuda a reforçar a responsabilidade do aluno pelo processo de avaliação. As rubricas e os guias de pontuação são ainda mais poderosos quando são desenvolvidos pelos alunos. Os alunos devem se concentrar ativamente e discutir as características de desempenhos, produtos e comportamentos eficientes, o que lhes proporciona um entendimento e uma perspectiva mais profundos. Desenvolver os próprios critérios de avaliação também confere poder aos alunos e, como resultado, seu aprendizado torna-se mais focado e autônomo.

Definições das rubricas Existem rubricas em várias formas e níveis de complexidade; no entanto, todas contêm recursos comuns: Seu foco é medir os objetivos declarados, que normalmente são definidos por traços ou dimensões (de desempenho, comportamento ou qualidade). Descrevem o desempenho para cada traço em vários níveis com descritores. Na biblioteca de exemplos Avaliação de Projetos, todas as rubricas possuem 4 níveis de qualidade ou competência organizados do mais alto ao mais baixo. As rubricas de Avaliação de Projetos são definidas como gerais ou específicas de um traço. As rubricas gerais fornecem uma visão geral ampla do objetivo e não são definidas por traços específicos. Esta rubrica é um exemplo de rubrica específica de traços de colaboração: Contribuiçã o para o grupo Rubrica de colaboração Traços 4 3 2 1 Eu contribuo de Eu contribuo com Eu contribuo de Prefiro não forma consistente as discussões em forma participar. e ativa com as grupo. inconsistente com discussões em o grupo. grupo. Eu aceito e executo todas as tarefas a que me proponho. Eu ajudo o grupo a definir metas. Eu ajudo a orientar o grupo no cumprimento de nossas metas. Eu termino minhas tarefas. Eu contribuo para a definição de metas. Eu contribuo para o cumprimento das metas. Eu termino minhas tarefas se tiver incentivo. Eu contribuo esporadicamente para a definição de metas. Eu tenho dificuldade para cumprir metas. Eu não termino minhas tarefas. Eu atrapalho o processo de definição de metas. Eu atraso o grupo com relação ao cumprimento das metas. Cooperação com o grupo Eu compartilho muitas idéias e contribuo com informações relevantes. Eu incentivo outros membros a compartilhar suas idéias. Eu sei ouvir e falar. Eu mostro preocupação com Eu compartilho idéias se houver incentivo. Eu permito que todos os membros compartilhem suas idéias. Eu ouço o que os outros dizem. Eu mostro sensibilidade com relação aos sentimentos e às Eu compartilho idéias ocasionalmente se houver incentivo. Eu permito que quase todos os membros do grupo compartilhem suas idéias. Eu ouço os outros às vezes. Eu penso nos Eu não gosto de compartilhar minhas idéias. Eu não contribuo com as discussões em grupo. Eu interrompo quando outros estão compartilhando suas idéias. Eu não ouço os

os sentimentos e idéias dos outros. idéias dos outros. sentimentos e nas idéias dos outros às vezes. outros. Eu não penso nos sentimentos e nas idéias dos outros. A próxima rubrica é geral e não define traços específicos do raciocínio crítico: Eu sei dizer quais são as partes mais importantes da informação que estou estudando. Eu uso meu conhecimento para fazer deduções e tirar conclusões a partir das informações, e confirmo se estou certo. Eu faço o que for preciso para aprender mais sobre idéias e conceitos novos para mim. Eu consigo explicar total e claramente minha opinião sobre um tema e justificá-la, na forma escrita ou oral. Rubrica geral de raciocínio crítico 4 3 2 1 Geralmente, sei o que Às vezes, confundo é mais importante na idéias importantes informação que estou com detalhes estudando. inexpressivos. Eu uso o que sei para fazer deduções e tirar conclusões a partir das informações, e normalmente confirmo se estou certo. Eu me esforço para aprender mais sobre idéias e conceitos novos para mim. Eu consigo explicar minha opinião e justificá-la bem. Com ajuda, faço deduções a partir das informações, mas, às vezes, não tenho uma boa justificativa. Se alguém me lembrar, eu aprendo mais sobre idéias e conceitos novos para mim. Normalmente, eu consigo explicar minha opinião, mas nem sempre tenho uma boa justificativa. Normalmente, eu não sei dizer a diferença entre o que é importante ou não. Eu tenho dificuldade para fazer deduções. Geralmente fico satisfeito com o que já sei sobre a informação e não me preocupo em procurar mais dados. Eu não consigo explicar minha opinião.

Definições dos guias de pontuação A Avaliação de Projetos distingue os guias de pontuação das rubricas pelo fato de que o primeiro inclui pontos ou notas a cada nível para ajudar a determinar a pontuação. Este exemplo é bem similar a uma rubrica, exceto pela adição de um multiplicador que confere um peso a cada traço: 4 3 2 1 Equações principais e solução matemática x 8 = As equações mostram domínio da compreensão e As equações mostram uma boa compreensão e As equações mostram compreensão e organização em As equações são limitadas ou inexistentes. organização. organização. evolução. Gráfico do Excel mostrando uma representação matemática x 5 = O gráfico é lógico e tem detalhes suficientes. A solução O gráfico é razoável. Todas as partes são mostradas, e a O gráfico é limitado, e a solução visual está incompleta. O gráfico está incompleto ou ausente. visual é nitidamente evidente. solução é evidente. Comentários e perspectivas sobre o problema x 2 = Os comentários são extremamente eficientes, e a mensagem aprimora a solução. Os comentários são relevantes, e a mensagem apóia a solução. Os comentários precisam ser mais trabalhados, mas a mensagem se relaciona com a solução. Os comentários estão incompletos, e a mensagem não apóia a solução. Este exemplo de guia de pontuação é bem semelhante a uma lista de verificação, mas contém indicadores para classificar as expectativas: 5 4 3 2 1 Superou as expectativas. As expectativas foram satisfeitas e complementadas, bem além do escopo do projeto. Satisfez todas as expectativas e incluiu alguns elementos ou detalhes adicionais para aprimorar o projeto. Satisfez as expectativas. Faltou pouco para satisfazer as expectativas, mas faltaram um ou dois elementos ou detalhes secundários. Não satisfez as expectativas e faltaram elementos cruciais. Expectativas Peso Pontuação A documentação e a apresentação da pesquisa forneceram uma visão geral sobre a engenharia genética na agricultura. X 2

A documentação e a apresentação da pesquisa respaldaram a investigação das questões sociais, éticas e financeiras associadas aos benefícios e aos riscos da engenharia genética na agricultura, especialmente no que diz respeito ao Ixtapa (?). X 5 Este exemplo de guia de pontuação pede aos alunos do ensino fundamental que classifiquem o seu desempenho em um projeto. As legendas fornecem algumas informações para pontuação, mas não são tão detalhadas como os descritores das rubricas ou os indicadores do guia de pontuação do exemplo anterior. Resultado do guia de pontuação = Sempre = Às vezes = Nunca Eu trabalhei bastante. Eu ajudei meu grupo a montar o slide com as informações corretas.

Usando as rubricas para definir a nota Para usar rubricas a fim de atribuir notas às tarefas de desempenho, é preciso educar pais e alunos, acostumados com provas e questionários. Em comparação com os exames tradicionais, as notas derivadas de rubricas refletem uma variedade bem maior de conhecimentos, capacidades, estratégias e processos e, por conseqüência, requerem uma compreensão mais sofisticada do conceito de qualidade. As próximas seções mostram como três tipos diferentes de rubricas podem ser usadas para atribuir notas a produtos e desempenhos. Rubricas específicas de um traço com descritores únicos As rubricas específicas de um traço podem ser convertidas em guias de pontuação para notas, bastando atribuir pontos aos níveis de desempenho. O valor possível de um traço deve levar em conta o valor relativo de traços diferentes. No exemplo abaixo, a organização dos dados é avaliada, mas vale menos do que a apresentação de dados completos. Guia de pontuação do registro de aprendizagem Dados Organização Aparência 10 9 8 7 detalhados, diligentes e completos. completos. mais ou menos completos, mas talvez faltem algumas partes. incompletos e faltam muitas partes importantes. 5 4.5 4 3.5 organizados para que eu possa localizar as informações necessárias com rapidez e facilidade. Outras pessoas também conseguem encontrar as informações desejadas. organizados para que eu possa localizar as informações necessárias. Meus dados possuem um plano organizacional, mas às vezes é difícil encontrar o que preciso. Meus dados não são organizados cuidadosamente. Acho muito difícil encontrar as informações que procuro. 5 4.5 4 3.5 Meu registro é limpo e atrativo, e minha redação é fácil de ler. Meu registro é limpo, e minha redação é fácil de ler. Partes do meu registro estão bagunçadas e, às vezes, minha redação é difícil de ler. Meu registro é uma bagunça, e normalmente minha redação é difícil de ler. Total de pontos 19/20

Rubricas específicas de um traço com vários descritores Atribuir notas usando rubricas com vários descritores a cada nível requer uma análise mais abrangente do traço. Descritores dentro de um nível de um traço podem não ter o mesmo grau de importância. Um produto em particular pode satisfazer alguns descritores em um nível e outros em outro nível. Às vezes, o número de descritores não é igual em níveis distintos. Alguns componentes, como interpretações, embora significativos nos níveis mais elevados da rubrica, podem simplesmente não constar nos níveis inferiores. Ao usar rubricas detalhadas para atribuir notas a tarefas de desempenho complexas, circule ou realce os descritores que se aplicam a uma determinada parte do trabalho do aluno. Em seguida, use o julgamento profissional para atribuir a nota dando pontos para cada traço ou analisando a qualidade geral do trabalho. O exemplo a seguir, mostra como uma rubrica com vários descritores em cada nível de um traço pode ser usada para atribuir uma nota. Esse tipo de nota é um tanto subjetiva, considerando que o professor deve gerar uma pontuação que pareça apropriada sem realmente somar pontos específicos. Se as pontuações forem consistentes e justas, os alunos adaptam-se a esse tipo de nota e apreciam os comentários mais detalhados desse estilo de pontuação. Conteúdo (60 pontos possíveis) Seus pontos 57/60 Projeto (15 pontos possíveis) Seus pontos demonstra um entendimento profundo dos conceitos relevantes. Pôster 4 3 2 1 tem um objetivo e comunica um tema que diz algo importante e interessante sobre o tópico. O tema e o objetivo do meu pôster são surpreendentes, originais e expressivos. Eu usei com criatividade e eficiência linhas, formas, massa, textura e cores para tornar meu pôster interessante, demonstra o entendimento dos conceitos principais. tem um objetivo e comunica um tema que diz algo sobre o tópico. O tema e o objetivo do meu pôster são expressivos. Eu usei com eficiência linhas, formas, massa, textura e cores para tornar meu pôster interessante, demonstra que há falhas no entendimento do conceito. tenta refletir um objetivo e um tema que digam algo importante sobre o tópico, mas o tema é superficial ou transmitido pobremente, e o objetivo é vago e confuso. O tema e o objetivo do meu pôster são previsíveis. Eu usei linhas, formas, massas, textura e cores de maneira previsível e meu pôster não chama a apresenta falhas significativas no entendimento do conceito. não reflete um tema nem um objetivo relacionados ao tópico. Meu uso de linhas, formas, massa, textura e cores é descuidado e desleixado e meu pôster não

13/15 Criatividade (15 pontos possíveis) Seus pontos 12/15 Convenções (10 pontos possíveis) Seus pontos 10/10 Ano: 92/100 atrativo e expressivo. Minhas imagens são pertinentes ao conteúdo e reforçam o significado geral do pôster é equilibrado, e todos os elementos relacionam-se para criar uma mensagem focada. Eu uso texto, elementos gráficos e layout de forma incomum, surpreendente e apropriada para transmitir o significado do meu pôster. não contém erros nas convenções de escrita. manipula as convenções com eficiência, quando apropriado, para torná-lo mais interessante e significativo. limpo e atrativo. Minhas imagens são pertinentes ao tema do pôster. está bem equilibrado, e a maioria dos elementos relacionam-se. Eu uso texto, elementos gráficos e layout de forma incomum e apropriada para tornar meu pôster interessante e atrativo. possui alguns erros nas convenções de escrita que não distraem a atenção do leitor de seu significado. atenção dos expectadores. Algumas imagens relacionam-se ao conteúdo do pôster. tem um certo desequilíbrio, e alguns elementos destoam da mensagem geral. Eu tento usar texto, elementos gráficos e design de forma incomum, mas nem sempre eles parecem eficientes. OU é, no geral, previsível em termos de aparência e tema. Eu cometi erros nas convenções de escrita que distraem a atenção do leitor do significado do meu pôster. é atrativo nem interessante. é desequilibrado, e os elementos não se relacionam para apresentar uma mensagem unificada. Poucas imagens relacionam-se ao pôster em geral. OU não possui imagens. Os elementos incomuns que incluí no meu pôster são impróprios ou ineficientes. OU Eu não tentei incluir elementos incomuns no meu pôster. Vários erros nas convenções de escrita distraem a atenção do leitor do significado do meu pôster.

Rubricas gerais Rubricas gerais que não especificam traços individuais podem ser utilizadas na atribuição de notas, mas fornecem ao aluno poucas informações sobre seu desempenho. Esta rubrica sobre um discurso persuasivo descreve como são, de um modo geral, os discursos que recebem notas diferentes. Não apresenta comentários específicos, como os que permitem aprimorar a capacidade de falar em público, mas dá aos alunos uma idéia geral de como comparar o discurso aos padrões. O aluno usou com eficiência a capacidade de falar em público, como contato visual, postura e volume. O aluno mostrou consciência do público. O aluno usou muitos fatos e recursos plausíveis para persuadir os ouvintes. O discurso começou com uma introdução que prendeu a atenção do público e terminou com uma boa conclusão. Discurso persuasivo A B C D O aluno usou com O aluno às vezes não eficiência a utiliza bem a capacidade de falar capacidade de falar em público, como em público. contato visual, postura e volume na maioria das vezes. O aluno mostrou alguma consciência do público. O aluno usou alguns fatos e fontes plausíveis. O discurso começou com uma introdução e terminou com uma conclusão. O aluno mostrou uma consciência limitada do público. Alguns dos fatos apresentados pelo aluno não são plausíveis. O discurso não teve uma introdução nem uma conclusão. O aluno raramente usou capacidade de falar em público. O aluno mostrou pouca consciência do público. O aluno não incluiu fatos ou os fatos não são plausíveis. Faltou a introdução e a conclusão do discurso. Ajudando alunos e pais a entender as notas atribuídas com as rubricas Os alunos e os pais acostumados com as notas de provas e questionários precisam aprender como as notas resultantes das rubricas refletem uma variedade maior de conhecimentos, capacidades e processos em comparação com os exames tradicionais. Notas atribuídas com rubricas podem não ser tão precisas como a contagem de respostas corretas de um teste de múltipla escolha. Isso é previsto, pois não é fácil, como no caso de fatos e capacidades básicas, descrever e avaliar o trabalho que exige compreensão conceitual e capacidades cognitivas da mais alta ordem. É importante informar como usar as rubricas para atribuir notas, particularmente se os alunos nunca foram avaliados por meio desse método antes. Os professores podem evitar mal-entendidos mostrando exemplos de rubricas e como as notas são calculadas, para que os alunos e seus pais conheçam a justificativa por trás das notas conferidas com as rubricas. Parte da ansiedade pelas notas também pode ser evitada quando o aprendizado dos alunos foi avaliado de várias formas durante a unidade. Diversas avaliações podem preparar os alunos para as notas finais resultantes dos projetos, permitindo que saibam freqüentemente quais são seus pontos fracos e fortes. Se os alunos tiverem dificuldade com uma determinada capacidade,

estratégia ou tópico, não será apenas na avaliação do produto final que vão conhecer esse tipo de dificuldade e terão novas oportunidades de demonstrar sua superação. O motivo principal para usar as rubricas e os guias de pontuação é aumentar a qualidade do trabalho. Definem expectativas claras e forçam os alunos a serem responsáveis pelo trabalho criado. Usando rubricas, os alunos podem articular o que aprenderam e sabem exatamente o que precisam fazer para serem bem-sucedidos. Rubricas e guias de pontuação são avaliações que proporcionam uma clara comunicação entre alunos, professores e pais. Essa comunicação permite que todos os envolvidos compreendam as expectativas e garante a aprendizagem e o sucesso dos alunos.