1/5 PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM CÓDIGO: ENB056 CARGA HORÁRIA TEÓRICA 60H CARGA HORÁRIA PRÁTICA 75H CRÉDITOS 9 VERSÃO CURRICULAR: 2010/2 PERÍODO: 4º DEPTO: ENB PRÉ-REQUISITOS Fisiologia aplicada à Enfermagem - FIB028 / Anatomia aplicada à Enfermagem - MOF006 CLASSIFICAÇÃO DA DISCIPLINA OBRIGATÓRIA EMENTA Aborda os aspectos teóricos e metodológicos do processo de enfermagem. Contempla conteúdos de semiologia e semiotécnica instrumentalizando para a operacionalização das etapas legalmente estabelecidas para a sistematização da assistência de enfermagem em instituições de saúde brasileiras. OBJETIVO GERAL Desenvolver conhecimentos e habilidades para a implementação das etapas de coleta de dados, diagnósticos de enfermagem, planejamento, implementação e avaliação da assistência de enfermagem respaldadas em referencial teórico de enfermagem. * Conceituar SAE; OBJETIVOS ESPECÍFICOS * Conhecer normatizações do COFEN e COREn que tratam da SAE; * Conceituar teorias de enfermagem; * Conhecer os componentes de uma teoria de enfermagem; * Conhecer algumas teorias de enfermagem; * Apresentar a teoria das necessidades humanas básicas de Wanda Horta
2/5 * Definir processo de enfermagem; * Descrever as etapas do processo de enfermagem; * Descrever as etapas do raciocínio clínico; * Conhecer e descrever o exame físico de cada segmento corporal; * Conhecre e as classificações de enfermagem que colaboram nas etapas do processo de enfermagem; * Conhecer e elaborar diagnósticos de enfermagem, como selecioná-los na taxonomia, seus componentes etruturais. * Descrever e conceituar a etapa de planejamento da assistência; * Definir intervenção e elaborar prescrição de enfermagem; * Identificar itens essenciais em uma prescrição de enfermagem; * Definir avaliação de enfermagem; * Implementar as diversas etapas da SAE utilizando o referencial teórico das Necessidades Humanas Básicas AVALIAÇÃO Os 100 pontos da avaliação serão distribuídos da seguinte forma: Avaliação teórica Avaliação teórica de exames complementares Avaliação Prática em laboratório de exercício de semiotécnica Avaliação Teórica das etapas de levantamento e formulação de diagnósticos, planejamento, implementação e avaliação da assistência Avaliação do período de ensino clínico 40 pontos 10 pontos 18 pontos 20 pontos 12 pontos A avaliação do ensino clínico será baseada nos seguintes critérios: assiduidade, pontualidade, participação, interesse. A tolerância máxima para a chegada ao campo de ensino clínico será de 15 minutos. Cada professor será responsável pela orientação dos alunos quanto ao horário de chegada.
3/5 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidade 1: A enfermagem e a Sistematização da Assistência: Exercício profissional e o papel do enfermeiro; Teorias de enfermagem; Evolução histórica das etapas do processo de Enfermagem; Definição e implicações do Processo de Enfermagem. Unidade 2: Etapas do Processo de Enfermagem: Subunidade 2.1. A fase de Coleta de Dados: entrevista, exame físico e dados laboratoriais; * Entrevista; * Estudo de sinais e sintomas/relato de queixas; * Avaliação nível consciência; * Exame físico da pele e avaliação de ferida; * Exame físico do crânio, face, olhos, regiões circunvizinhas e pescoço; * Exame físico de ouvidos, nariz e boca; * Verificação de pressão arterial, pulso, temperatura, peso, freqüência respiratória e estabelecimento de * Exame físcio de mamas; * Exame físico de tórax; * Exame físico de abdome e pelve; * Exame físico de membros; * Exames laboratoriais. Subunidade 2.2. O processo de raciocínio clínico na formulação de diagnósticos de Enfermagem: * Evolução histórica, definição conceitual e operacional dos diagnósticos de enfermagem; * O diagnóstico enquanto processo; * O diagnóstico como etapa do Processo de Enfermagem; O sistema de Classificação de Diagnósticos de Enfermagem da NANDA I. Subunidade 2.3. As etapas de planejamento, implementação e avalação da Assistência de Enfermagem: * A etapa de Planejamento da Assistência de Enfermagem; * A implementação da Assistência de Enfermagem através de Intervenções de Enfermagem planejadas; * A etapa de Avaliação de Enfermagem; * Dificuldades na implementação da SAE; * Vantagens na utilização de metodologia científica na implementação da SAE.
4/5 REFERÊNCIAS 1. ABRAMO, L. et al. Exames diagnósticos: finalidade, procedimento, interpretação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 2. ALFARO-LEFEVRE, R. Aplicação do processo de enfermagem: Promoção do cuidado colaborativo. Porto Alegre: Artmed, 2005. 3. ANDRIS, D.A. et al. Semiologia: Bases para a Prática Assistencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. (LIVRO-TEXTO) 4. BARROS, A.L.B.L. Anamnese e exame físico. Porto Alegre: Artmed. 2010. 440 p. (TEXTO). 5. BATES, B. BICLEY, L.S., SZILAGYI, R.G... Propedêutica Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A.. 2005. 938 p. 6. BORGES, E. et al. Feridas: como tratar. Belo Horizonte: Coopmed, 2006. 7. BORK, A.M.T. Enfermagem baseada em evidências. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 365 p. 8. BULECHECK, GM, BUTCHER HK, DOCTERMAN JM. NIC: Classificação das intervenções de Enfermagem. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 901 p. 9. CARPENITO, L. J. Manual de diagnósticos de enfermagem. 9 ed. Porto Alegre: Artmed. 2003, 536 p. 10. DOENGES, M.E.; MOORHOUSE, MF; MURR, AC. Diagnósticos de enfermagem: intervenções, prioridades, fundamentos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. (TEXTO). 11. FIGUEIREDO, N.M.A. Práticas de enfermagem: fundamentos, conceitos, situações e exercícios. São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora, 2005, 396 p. 12. HORTA, W.A. Processo de Enfermagem. São Paulo: EDUSP, 1979, 99 p. 13. JARVIS, C. Exame físico e avaliação de saúde. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A. 2002. 900 p. 14. NANDA I. Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificações 2009-2011. Porto Alegre: Artmed, 2010. 456 p.
5/5 15. PORTO, C.C. Semiologia médica. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 1317 p. 16. POTTER, P.A.; PERRY, A.G. Grande tratade de enfermagem: prática clínica e prática hospitalar. 5 ed. São Paulo: Guanabara Koogan. 2004. 1509 p. 17. POTTER, P. Semiologia em enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Ed. 2002. 436 p. 18. IRION, G. Feridas: novas abordagens, manejo clínico e atlas em cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 19. IYER, P.; TAPTICH, B.; BERNOCCHI-LOSEY, D. Processo e Diagnóstico em enfermagem. Tradução: Regina Machado Garcez. Porto Alegre: Artes Médicas. 1993. 325 p. 20. LEPARDI, MT. Teoria e métido em assistência de enfermagem. Florianópolis: soldasoft, 2005, 393 p. 21. MOORHEAD S, JOHNSON M, MAAS M. Classificação dos resultados de Enfermagem (NOC). Porto Alegre: Artmed, 2008, 871 p. 22. McEWEN M, WILLS EM. Bases teóricas para Enfermagem. Porto Alegre: Artmed. 2009. 272 p. 23. MELTZER, S.C.; BARE, B.G. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 24. TANNURE, MC; PINHEIRO, A.M. SAE: Ssistematizaçaõ da Assistência de Enfermagem. Guia prático. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 297 p. 25. VELLOSO, S.M. Semiologia do estado mental. In: LÓPEZ, M., LAURENTYS, J. Semiologia Médica. As bases do diagnóstico clínico. RJ: Revinter. 1999. 648 p.