Governação e Controlo Interno
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- Luciana Beretta Costa
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1 VIII FORUM DE AUDITORIA INTERNA Auditoria Desafios Futuros Instrumental Metodológico Governação e Controlo Interno Lisboa, 20 de Junho de 2013
2 SUMÁRIO 1. Corporate Governance 2. Corporate Governance e Controlo Interno 3. 5 fontes de cooperação entre CG e CI 4. Salvaguardas do CI perante o CG. 5. Conclusão
3 CORPORATE GOVERNANCE 1. Corporate governance is the system by which a business corporation (or a nonprofit organisation) is directed and controlled, at its senior level, in order to achieve its objectives, performance and financial management, but also accountability, integrity and openness (OCDE, 2004). 2. Acontecimentos relacionados com o Corporate governance têm vindo a suscitar cada vez maior atenção, em resultado da crescente percepção de que tais afetam quer a performance economica das empresas, quer a sua capaciadade para aceder a capitais para investimentos a longo prazo, a reduzido custo e risco controlado.
4 CORPORATE GOVERNANCE E CONTROLO INTERNO 1. INTERNAL auditing is an integral part of the corporate governance mosaic in both the public and the private sectors (Cohen et. al., 2002) 2. É geralmente aceite de que a correlação entre auditoria interna e corporate governance afeta qualquer tipo de atividade económica, tendo nos últimos anos mudado consideravelmente a percepção das implicações e das consequências desta interação. 3. Neste sentido, tem vindo a afirmar-se que uma efetiva cooperação ente corporate governance e controlo inerno, mellhora a performance e é uma fonte de vantagem competitiva.
5 IPCG CORPORATE GOVERNANCE E AUDITORIA INTERNA Código de Governo das Sociedades (proposta-2012) Capítulo I Parte Geral Os administradores deverão criar as condições para que, na medida das responsabilidades de cada órgão, seja assegurada a tomada de medidas ponderadas e eficientes e, de igual modo, para que os vários órgãos da sociedade atuem de forma harmoniosa, articulada e com a informação adequada ao exercício das respetivas funções. Capítulo VI Gestão de Risco Tendo por base a estratégia de médio e longo prazo, a sociedade deverá instituir um sistema de gestão e controlo de risco e de auditoria interna que permita antecipar e minimizar os riscos inerentes à atividade desenvolvida.
6 5 fontes de cooperação entre CG e CI 1A - Direção Principal responsável pela estratégia, fixação e monitorização dos objetivos 1B Controlo Interno Apoio à Direção, proporcionando informação pertinente que a ajude ao cumprimento dos objetivos definidos
7 5 fontes de cooperação entre CG e CI 2A - Direção Define regras do negócio implementadas através da estrutura organizativa (ordens internas, regulamentos, etc.) 2B Controlo Interno Avaliando e medindo a eficácia dos controlos organizacionais, constitui um instrumento relevante para melhorar o sistema de controlo da gestão
8 5 fontes de cooperação entre CG e CI 3A Direção e Comissão de Auditoria Responsáveis pela identificação e gestão dos riscos do negócio. 3B Controlo Interno Promovendo novas ideias sobre melhores práticas e processos de gestão do risco, apoia a direção e a comissão de auditoria na mitigação dos riscos
9 5 fontes de cooperação entre CG e CI 4A Comissão de Auditoria/Auditoria Externa Qualidade das demonstrações financeiras, prevenindo erros e fraudes. 4B Controlo Interno Suporte e cooperação com vista a fortalecer a qualidade da auditoria e os mecanismos de gestão dos processos empresariais identificando, em particular, atividades fraudulentas e irregularidades
10 5 fontes de cooperação entre CG e CI 5A Direção / Comissão de Auditoria Definição e implementação de um código de conduta e de princípios éticos para todos os membros da organização 5B Controlo Interno Suporte e apoio na revisão do código de ética e de conduta, assegurando que o mesmo foi efetivamente comunicado aos colaboradores e que é cumprido por estes no seu quotidiano.
11 O Controlo Interno deve estar presente nos três pilares fundamentais do Corporate Governance 1. Conformidade (compliance) Conformidade construída em elevados padrões éticos de todos os empregados, sendo fundamental para promover consciências e confiança
12 O Controlo Interno deve estar presente nos três pilares fundamentais do Corporate Governance 2. Gestão dos riscos do negócio Sistema de gestão eficaz e apropriado do risco de forma a eliminar qualquer coisa que possa impedir a realização dos objetivos de negócio. Detetar o risco o mais cedo possível, pois ao examinar e executar as medidas necessárias para o mitigar, reduz o impacto dos danos que os incidentes possam vir a provocar.
13 O Controlo Interno deve estar presente nos três pilares fundamentais do Corporate Governance 3. Segurança da Informação A segurança da informação, contempla todas as medidas necessárias para impedir escapes da informação e incidentes neste domínio. Serão necessários vários programas in-house para educar e motivar os colaboradores em assumir as suas responsabilidades.
14 Independência e objetividade do Controlo Interno face ao Corporate Governance A independência e objetividade devem ser salvaguardas devendo, para isso, verificarem-se as seguintes condições(iia, 2004): Assumir que a responsabilidade pela Gestão de Risco não é da função de auditoria e controlo interno Clarificar qual o papel do auditor interno, junto da Direção e da Comissão de Auditoria Nãotomardecisõesemnomedagestão(oauditorinterno) Não dar garantias sobre a parte do modelo que não seja da responsabilidade da auditoria e controlo interno.
15 CONCLUSÕES Auditoria e Controlo Interno fazem parte integrante do corporate governance. Proporcionam garantia de transparência e qualidade dos processos internos, ajudam a mitigar riscos e, por conseguinte, contribuem para a concretização dos objetivos e da estratégia das organizações,
16 VIII FORUM DE AUDITORIA INTERNA Auditoria Desafios Futuros Instrumental Metodológico Governação e Controlo Interno Lisboa, 20 de Junho de 2013
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