Evocação de Pensamentos e Pressupostos

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1 CAPÍTULO 1 Evocação de Pensamentos e Pressupostos O modelo cognitivo de psicopatologia proposto por Beck enfatiza o papel central do pensamento na evocação e manutenção da depressão, ansiedade e raiva (Beck, 1970, 1976; Beck, Emery e Greenberg, 1985; Beck et al., 1979). Vieses cognitivos aumentam a vulnerabilidade a eventos negativos de vida, de modo que perdas ou impedimentos terão maior probabilidade de ser interpretados de forma exagerada, personalizada e negativa. O modelo cognitivo de Beck sugere que existem vários níveis de avaliação cognitiva. No nível mais imediato estão os pensamentos automáticos que surgem espontaneamente, parecem válidos e estão associados a comportamentos problemáticos ou emoções perturbadoras. Esses pensamentos automáticos podem ser classificados de acordo com vieses ou distorções específicas por exemplo, leitura da mente, personalização, rotulação, adivinhação do futuro, catastrofização ou pensamento dicotômico (do tipo tudo-ou-nada) (ver Beck, 1976; Beck et al., 1985; Beck, 1995; Leahy e Holland, 2000). Os pensamentos automáticos podem ser verdadeiros ou falsos isto é, o pensamento automático Ela não gosta de mim pode basear-se em leitura da mente (isto é, não tenho evidências suficientes para derivar essa crença), mas também pode revelar-se verdadeiro. A vulnerabilidade emocional a esse pensamento resultará de pressupostos ou regras subjacentes ( Preciso conseguir a aprovação de todo o mundo para ter valor ) e dos esquemas pessoais subjacentes ( Não sou digno de amor ou Não tenho valor ) mantidos pela pessoa. Pressupostos ou regras subjacentes mal-adaptados são, tipicamente, rígidos, hiperinclusivos, impossíveis de atingir, e aumentam a vulnerabilidade a futuros episódios depressivos ou estados de ansiedade (ver Ingram, Miranda e Segal, 1997; Persons e Miranda, 1992). Portanto, os indivíduos que acreditam que precisam conseguir a aprovação de todos são mais vulneráveis à depressão e à ansiedade, pois inevitavelmente deixarão de atingir esses padrões. A leitura mental e a personalização fazem que percebam rejeição quando ela não existe. As informações que chegam são canalizadas através desses pensamentos automáticos ( Será que ela me rejeitou? ) e depois avaliadas de acordo com os pressupostos subjacentes ( Se não conseguir aprovação, não tenho valor nenhum ). Os pressupostos subjacentes estão ligados ao esquema pessoal ( Não sou digno de amor ), reforçando ainda mais a crença pessoal negativa e confirmando mais uma vez a desconfiança e o medo dos outros. Esses esquemas pessoais nega-

2 24 ROBERT L. LEAHY tivos ( não sou digno de amor, não tenho valor, sou defeituoso ) criam atenção e memória seletivas isto é, esses indivíduos estarão mais propensos a detectar ou interpretar e lembrar informações consistentes com os esquemas, reforçando-os ainda mais. Esse modelo é consistente com a considerável literatura sobre os processos esquemáticos subjacentes à atenção e à memória (Hastie, 1980; Segal, Williams e Teasdale, 2002). Como os esquemas pessoais, as teorias científicas freqüentemente são orientadas por paradigmas que dirigem a má interpretação de informações e que se conservam mesmo diante de dados contraditórios (Hanson, 1958; Kuhn, 1970). O modelo cognitivo de terapia baseia-se no modelo de George Kelly (1955) do homem (ou mulher) como cientista isto é, que os humanos podem identificar constructos ou crenças pessoais e testá-los. O atual modelo cognitivo, proposto por Beck e colaboradores, enfatiza o aspecto do pensamento científico que busca a desconfirmação ou falsificação da crença isto é, examinar como podemos provar que a crença é errada ou inadequada, em vez de simplesmente buscar evidências confirmatórias (ver Popper, 1959). O indivíduo deprimido pode focar seletivamente informações consistentes com o estado negativo de se sentir deprimido, ignorando a relevância de evidências não confirmatórias. O modelo cognitivo busca examinar ambos os tipos de evidência. Embora eu enfatize neste livro o modelo beckiano de terapia cognitiva, também reconheço a contribuição substancial de Albert Ellis e colaboradores (ver Dryden e DiGiuseppe, 1990; Ellis, 1994; Kassinove e Tafrate, 2002). O sistema de Ellis, desenvolvido na mesma época que o modelo de Beck, fornece uma abordagem mais geral à psicopatologia ao enfatizar um conjunto de vulnerabilidades cognitivas comuns. Essas vulnerabilidades incluem baixa tolerância à frustração, sentimento de obrigação ou dever, e outras distorções cognitivas exigentes e irracionais. A abordagem atual não entra em conflito com o modelo comportamental racional-emotivo defendido por Ellis e pode ser utilmente integrada a ele. Ao longo deste capítulo (e em todo o livro), examinamos como os terapeutas podem ajudar os pacientes a identificar e avaliar vários tipos de pensamentos. (O Apêndice A, ver Leahy e Holland, 2000, contém conceituações da terapia cognitiva para os transtornos depressivo maior e de ansiedade). O modelo cognitivo de psicopatologia reconhece aspectos comuns nos vieses e distorções de pensamento em diferentes categorias diagnósticas (por exemplo, distorções de pensamentos automáticos), mas também reconhece que existem conceituações específicas para cada grupamento diagnóstico. O objetivo aqui é ajudar os pacientes a adaptar a abordagem cognitiva ao seu problema, ao enfatizar a importância da identificação dos padrões de pensamento, em vez de focar a expressão da emoção. Entretanto, terapeutas cognitivos experientes também reconhecem que as emoções, freqüentemente, contêm informações valiosas na verdade, Leslie Greenberg e Jeremy Safran (1987) indicaram como a expressão emocional e a aliança terapêutica podem ajudar os pacientes a utilizar as emoções como fonte de informação a respeito de necessidades não-satisfeitas. Esses esquemas emocionais referentes a necessidades não-atendidas freqüentemente evocados ativando-se a intensidade emocional e ajudando os pacientes a diferenciar as emoções podem ser uma rica fonte de informações sobre cognições e parte importante da modificação desses pensamentos e sentimentos. Descrevo essas técnicas experienciais em um capítulo posterior; aqui, focamos técnicas cognitivas mais tradicionais. Descrição TÉCNICA: EXPLICAÇÃO DE COMO OS PENSAMENTOS CRIAM SENTIMENTOS O pressuposto fundamental que orienta a terapia cognitiva é que a interpretação que o indivíduo faz de um evento determina como ele se sente e se comporta. Muitas pessoas, de fato, se surpreendem ao saber que seus sentimentos são o resultado de como elas pensam sobre um evento e que, ao modificar sua interpretação, elas poderão ter sentimentos bem diferentes. Neste Capítulo, reviso uma variedade de técnicas úteis para ajudar os pacientes a aprender e a reconhecer

3 TÉCNICAS DE TERAPIA COGNITIVA 25 as maneiras pelas quais seus pensamentos e sentimentos interagem. Afinal de contas, as pessoas buscam terapia não porque se acham irracionais, mas porque seus sentimentos, comportamentos e relacionamentos são problemáticos. Vale a pena considerar dois pontos fundamentais: 1. Pensamentos e sentimentos são fenômenos distintos. 2. Pensamentos criam sentimentos (e comportamentos). Pensamentos e sentimentos são coisas diferentes. Os sentimentos são experiências internas de emoções por exemplo, eu posso sentir-me ansioso, deprimido, zangado, com medo, desesperançado, feliz, exultante, indiferente, curioso, impotente, arrependido ou autocrítico. Dizer que tenho determinado sentimento ou emoção é semelhante a dizer: Este ferro quente queima ou Este bolinho tem um gosto bom. Não contestamos sentimentos não teria sentido dizer a um paciente: Você, na verdade, não está ansioso. Isso seria equivalente a dizer, em essência, que o ferro quente não feriu realmente o paciente quando ele exclamou Ai!. Ai! é o relato da sensação exatamente como as palavras Estou feliz ou Estou triste são relatos de sentimentos. Não questionamos sentimentos. Contestamos e questionamos os pensamentos que dão origem a esses sentimentos. Os terapeutas podem explicar aos pacientes como seus pensamentos criam os sentimentos ou podem intensificá-los ou diminuí-los. Considere, por exemplo, os diferentes sentimentos que duas afirmações despertam: Penso que não sou digna de amor e, portanto, sinto-me desesperançada ; ou Penso que estou melhor sem ele e, portanto, sinto-me esperançosa e aliviada. O Quadro 1.1 apresenta exemplos explicativos adicionais. Pergunta a Formular/Intervenção Os terapeutas podem usar as seguintes palavras como modelo para explicar essas idéias aos pacientes em linguagem simples, sem jargão: Antes de você poder contestar e mudar pensamentos, precisa compreender como os pensamentos afetam os seus sentimentos. Quando estiver sentindo-se triste ou ansioso, você pode ter certos pensamentos. Por exemplo, imagine que está caminhando pela rua em uma parte desconhecida da cidade, tarde da noite, e escuta alguém caminhando atrás de você. Olhando por cima do ombro, vê que são dois homens bem grandes. Seu pensamento poderia ser Eles vão me assaltar. Como você se sentiria? Com medo?. Mas, e se você pensasse: São os meus amigos do trabalho?. Como se sentiria? Aliviado? Quando você se sente triste ou ansioso na sua vida cotidiana, diferentes pensamentos passam por sua mente. Então, eu Quadro 1.1 Como os pensamentos criam sentimentos Pensamento: Eu penso que... Jamais serei feliz novamente. A vida não vale a pena. Ela me deixou porque sou pouco atraente. Estou enlouquecendo. Ele está se aproveitando de mim. Ninguém se importa comigo. Não serei capaz de cuidar de mim mesma. Resolvi problemas antes e posso resolvê-los novamente. Não preciso ser perfeita. Devo dar a mim mesma o crédito por tentar. Sentimento: Portanto, sinto-me... Desesperançado Suicida Desesperançado Assustado, em pânico Zangada, vingativa, na defensiva Solitária, rejeitada Ansiosa, impotente, dependente Esperançosa, cheia de energia Aliviada, menos pressionada Orgulhosa, feliz

4 26 ROBERT L. LEAHY lhe pergunto: Quando estava sentado em seu apartamento, pensando, e percebeu que se sentia ansioso, no que você estava pensando?. Exemplo Conforme indicado no Quadro 1.1, os pensamentos podem criar tanto sentimentos positivos quanto negativos. Às vezes, o paciente pode ficar tão concentrado no que está sentindo que não reconhece que é um pensamento específico que está criando o sentimento. Considere o seguinte diálogo: TERAPEUTA: O que está incomodando você? PACIENTE: Só estou me sentindo triste. TERAPEUTA: Você sabe me dizer por que se sente triste? PACIENTE: Sinto-me simplesmente horrível, uma sensação de não ter saída. Eu choro muito. TERAPEUTA: OK. Talvez você possa me ajudar a descobrir o que está dizendo a si mesmo que faz que se sinta triste. Conclua a frase: Sinto-me assim porque penso que... PACIENTE: Estou infeliz. TERAPEUTA: Infeliz é um sentimento. Mas o que você está dizendo a si mesmo que o deixa triste? Por exemplo, está dizendo alguma coisa sobre si mesmo como pessoa, sobre o futuro ou sobre essa experiência? PACIENTE: Acho que estou dizendo que penso que jamais serei feliz. Nesse exemplo, o terapeuta foi capaz de evocar a previsão de desesperança: Jamais serei feliz. Essa previsão pode ser avaliada utilizando-se as seguintes técnicas: análise de custo-benefício, exame das evidências a favor e contra sua validade, exame de erros lógicos (por exemplo: Sinto-me triste agora, portanto, sempre me sentirei triste.) Todas essas técnicas são discutidas nas páginas seguintes. Tarefa de Casa Pede-se ao paciente que mantenha um registro de sentimentos e de como esses sentimentos estão relacionados aos pensamentos. O terapeuta pode dizer: Gostaria que você registrasse os sentimentos negativos durante a próxima semana, utilizando este formulário (Formulário 1.1 ao final do capítulo). Quando perceber que está tendo um sentimento ou uma emoção, escreva o sentimento na coluna da esquerda. Exemplos de sentimentos são: triste, ansioso, assustado, desesperançado, zangado e confuso. Agora, na coluna da direita, escreva o pensamento que acompanha o sentimento. Por exemplo, este poderia ser ansioso e o pensamento poderia ser: Estou com medo de me sair mal no trabalho. Então, o pensamento completo é: Estou ansioso porque estou com medo de me sair mal no trabalho. Possíveis Problemas Os pacientes comumente confundem pensamentos com sentimentos. Convém antecipar esse problema oferecendo um exemplo: Às vezes, as pessoas confundem pensamento com sentimento. Por exemplo, alguém poderia dizer: Sinto-me ansioso porque estou nervoso. Isso na verdade é o relato de dois sentimentos ou emoções isto é, ansioso e nervoso. Sinto-me ansioso é um sentimento, e Estou nervoso é outro sentimento. O pensamento poderia ser: Penso que não vou me sair bem ou Acho que vou me sentir sempre ansioso.

5 TÉCNICAS DE TERAPIA COGNITIVA 27 Outro problema comum, inicialmente, é o paciente ser incapaz de identificar os pensamentos associados aos sentimentos. Nesses casos, o terapeuta poderia usar algumas das outras técnicas descritas neste capítulo ou no Capítulo 8, que contém uma seção sobre técnicas que utilizam a imaginação. Referência Cruzada com Outras Técnicas Conforme indicado, podemos utilizar outras técnicas neste capítulo tal como adivinhação do pensamento ou podemos usar as técnicas de indução da imaginação descritas no Capítulo 8. Muitos pacientes são auxiliados na identificação de pensamentos automáticos lendo livros sobre terapia cognitiva, como Feeling good handbook, de David Burns (1989) ou Mind over mood, de Dennis Greenberger e Christine Padesky (1995). Além disso, é bastante útil fornecer aos pacientes uma lista de distorções cognitivas comuns (Figura 1.2) e um formulário a ser preenchido. Formulário Formulário 1.1 (Formulário de Auto-ajuda: Como os Pensamentos Criam Sentimentos, p. 43). Descrição TÉCNICA: DISTINÇÃO ENTRE PENSAMENTOS E FATOS Muitas vezes, quando estamos zangados ou deprimidos, tratamos nossos pensamentos como se fossem fatos. Posso dizer: Ele acha que pode tirar vantagem de mim, e posso pensar que estou absolutamente certo mas também posso estar errado. Quando estou ansioso, posso pensar: Sei que vou me sair muito mal nesta apresentação mas posso estar certo ou errado. Posso acreditar ou pensar que sou uma girafa, mas isso não significa que eu seja uma girafa. Só porque acredito que algo seja verdade, isso não significa que seja verdade. Pensamentos são hipóteses, descrições, perspectivas e até mesmo adivinhações. Eles podem revelar-se verdadeiros ou falsos. Os pacientes precisam aprender a identificar seus pensamentos e depois examinar os fatos. A fim de distinguir pensamentos, sentimentos e fatos, os terapeutas podem utilizar a técnica A-B-C, em que os pacientes têm a oportunidade de reconhecer como o mesmo evento ativador pode levar a diferentes crenças (beliefs) (pensamentos) e conseqüências (sentimentos e comportamentos). Se eu acreditar que nunca poderei me sair bem no exame (pensamento), talvez me sinta desesperançado e me comporte de acordo com isso por exemplo, não me dando ao trabalho de estudar. Por outro lado, se acreditar que tenho uma boa chance de me sair bem no exame, talvez me sinta esperançoso e, conseqüentemente, estude bastante. O que é interessante nesse exemplo é que meu pensamento inicial Não me sairei bem no exame conduz ao comportamento mal-adaptado de não me preparar para o exame, o que leva então à profecia, que acaba se realizando, de ir mal no exame. Muitas pessoas deprimidas, ansiosas ou zangadas tratam seus pensamentos como se fossem fatos isto é: É verdade que eu não me sairei bem no exame ou Sei que ela me rejeitará. O Quadro 1.2 contém alguns exemplos do mesmo evento ativador levando a diferentes pensamentos, sentimentos e comportamentos. A importância de distinguir um pensamento negativo de possíveis fatos é ilustrada pelo Quadro 1.3. Aqui, o paciente é solicitado a imaginar que está tendo um pensamento negativo, tal como: Eu não estou preparado para o meu exame. A coluna da direita incentiva o paciente a considerar quaisquer fatos que possam ser relevantes para uma avaliação válida de sua preparação

6 28 ROBERT L. LEAHY Quadro 1.2 A técnica A-B-C. O mesmo evento origina diferentes pensamentos, que levam a diferentes sentimentos e comportamentos. Você pode determinar se o seu pensamento é verdade ao examinar os fatos A= Evento Ativador B= Crença (Pensamento) (Belief) C= Conseqüência Sentimentos C= Conseqüência Comportamentos Escuto a janela sacudindo. Alguém está tentando entrar na minha casa. Ansioso Tranco a porta, chamo a polícia. Escuto a janela sacudindo. Está ventando lá fora e a janela está velha e frouxa. Levemente irritado Tento firmar a janela, volto a dormir. Um homem se aproxima de mim em uma rua escura e deserta. Vou ser assaltado. Apavorado Corro. Um homem se aproxima de mim em uma rua escura e deserta. Será que é o meu amigo Steve? Curioso, satisfeito Chamo Steve. Meu marido está sentado lendo o jornal. Ele não se importa com os meus sentimentos. Zangada, ressentida Digo a ele que é muito egocêntrico. Meu marido está sentado lendo o jornal. Ele está me evitando, pois está zangado comigo. Chateada, culpada Evito interagir com ele. Sinto o coração batendo rápido. Estou tento um ataque cardíaco. Ansiedade, pânico Procuro a emergência de um hospital. Sinto o coração batendo rápido. Tenho tomado café demais. Um pouco arrependida Tento diminuir a cafeína. Quadro 1.3 Pensamentos versus possíveis fatos Pensamento Negativo Está chovendo lá fora e não conseguirei chegar em casa na hora. Não estou preparada para o meu exame. Serei sempre sozinha. Outros Possíveis Fatos Talvez tenha parado de chover, pois cheguei aqui há uma hora. Vou lá fora verificar os fatos. Li a matéria, fui às aulas e fiz os trabalhos. Não disponho de todos os fatos, uma vez que não sei o que vai acontecer no futuro. Tenho amigos. Tenho muitas qualidades apreciadas pelas pessoas. para o exame. O pensamento inicial é uma crença; os possíveis fatos podem tornar-se crenças uma vez que sejam considerados. Podemos perguntar ao paciente: É possível que os seus pensamentos não sejam a única coisa a considerar? Você não gostaria de examinar outros fatos possíveis? Pensamentos e fatos não são equivalentes.

7 TÉCNICAS DE TERAPIA COGNITIVA 29 Pergunta a Formular/Intervenção Pensamentos e fatos não são a mesma coisa. Só porque você pensa que algo é verdade, isso não significa necessariamente que seja verdade. Posso pensar que sou uma zebra mas meu pensamento não me transforma em uma zebra. Temos de verificar o pensamento comparando-o com os fatos. Exemplo TERAPEUTA: Em que você está pensando que o deixa tão ansioso? PACIENTE: Penso que vou ser demitido. TERAPEUTA: Como sabe que vai ser demitido? PACIENTE: Eu simplesmente sei. Posso sentir que vai acontecer. TERAPEUTA: Você pode acreditar ou pensar que vai ser demitido, mas não é possível que esteja enganado a respeito disso? PACIENTE: Tenho um sentimento muito forte. Simplesmente sei que vai acontecer. TERAPEUTA: Embora possa ser verdade poderia acontecer de você ser demitido, também é possível que isso não aconteça. Existe uma diferença entre crença e fato. Acreditar que é verdade não torna aquilo verdade. Você consideraria a possibilidade de examinar as razões pelas quais você poderia ser demitido e as razões pelas quais você poderia não ser demitido? Neste exemplo, o terapeuta reconhece a firme crença do paciente e explica que crença não é igual a verdade. Depois, o terapeuta convida o paciente a examinar as evidências e o raciocínio que leva à crença de ser demitido. Reconhecer que os pensamentos não são fatos é o ponto de partida para ajudar o paciente a construir interpretações alternativas aos eventos. Tarefa de Casa O terapeuta pode pedir ao paciente que mantenha um registro dos eventos ativadores ou precedentes que levaram a crenças e sentimentos específicos usando o Formulário 1.2 (p.44). Além disso, o paciente pode usar o Formulário Pensamento versus Possíveis Fatos (1.3) para examinar como determinado pensamento nem sempre considera todos os fatores possíveis. Por exemplo, o pensamento Não estou preparado para o exame não inclui os possíveis fatos de que sou inteligente, assisti às aulas e li a matéria. Possíveis Problemas Algumas pessoas acreditam que seus pensamentos sejam a grande verdade. Realmente, às vezes os pensamentos negativos são verdadeiros. Não queremos que os pacientes fiquem com a impressão de que achamos que tudo no que eles acreditam é falso. Essa distinção pode ser feita da seguinte maneira: Às vezes, seus pensamentos descreverão os fatos com exatidão e, outras vezes, não refletirão acuradamente todos os fatos. Não seria uma boa idéia ter uma regra geral de verificar os pensamentos negativos confrontando-os com todos os fatos relevantes? Alguns pacientes respondem que examinar os fatos parece algo que desqualifica e critica sua posição. Descrevi esse problema em Overcoming resistance in cognitive therapy (Leahy, 2001b). O sentimento de desqualificação pode ser explorado diretamente perguntando-se ao paciente se essas indagações sobre os fatos parecem desvalorização ou rejeição. Novamente, o ponto importante a deixar claro é que examinar os fatos não significa necessariamente que o paciente esteja errado.

8 30 ROBERT L. LEAHY Referência Cruzada com Outras Técnicas Outras técnicas relevantes incluem exame das evidências contra e a favor da validade do pensamento, distinção entre pensamentos e sentimentos, categorização das distorções cognitivas e exame das variações na crença em um pensamento. Por exemplo, ao paciente que varia no quanto acredita no pensamento Sou um fracasso, podemos perguntar se sua crença depende dos fatos que ele está vivenciando. Formulários Formulários 1.2 (Formulário de Auto-ajuda: A Técnica A-B-C, p. 44); Formulário 1.3 (Pensamentos versus Possíveis Fatos, p. 45). Descrição TÉCNICA: AVALIAÇÃO DO GRAU DE EMOÇÃO E DO GRAU DE CRENÇA NO PENSAMENTO Podemos ter muitas emoções e crenças diferentes em relação ao mesmo evento. O que realmente importa é quão fortemente sentimos algo e quão firmemente acreditamos nisso. As emoções, obviamente, variam em grau. Posso me sentir levemente triste, um pouco triste, muito triste, extremamente triste ou esmagadoramente triste. Uma vez que muitas pessoas que estão tristes, ansiosas ou zangadas geralmente não fazem diferença entre seu pensamento e suas observações das próprias emoções, convém ensinar-lhes a distinguir os vários graus de emoções. Além disso, dado que a mudança na terapia geralmente é gradual, é importante que os pacientes sejam capazes de detectar diferentes graus de mudança em seus sentimentos ou emoções. Por exemplo, um paciente cujos sentimentos mudam de esmagadoramente triste para um pouco triste pode concluir, realisticamente, que fez progressos. Pergunta a Formular/Intervenção Quão perturbado você está e quão firmemente acredita no que pensa? Avalie seu sentimento (emoção) de 0 a 100%: 0% corresponde a não ter nada desse sentimento e 100% corresponde à vivência mais intensa dele. O mesmo vale para as suas crenças: 0% corresponde a não acreditar nem um pouco e 100% corresponde a acreditar totalmente no seu pensamento. Em que grau os seus sentimentos e pensamentos mudam? Cite algumas das razões pelas quais você se sente melhor em certos momentos do que em outros? Você faz coisas diferentes quando está sentindo-se para baixo? Ou para cima? Você pensa de forma diferente quando está sentindo-se para baixo? Ou para cima? Exemplo TERAPEUTA: Você disse que está sentindo-se triste desde que você e John romperam. Pode descrever essa tristeza para mim? PACIENTE: Oh, sinto-me muito triste. Às vezes, choro quando me lembro de como ele me deixou. TERAPEUTA: Seus sentimentos são importantes, de modo que eu quero compreender realmente como você se sente quando está pensando sobre o rompimento. Se você fosse avaliar sua tristeza de 0 a 100% 0% representa absolutamente nenhum sentimento de tristeza e 100% representa a maior tristeza imaginável como você avaliaria sua tristeza?

9 TÉCNICAS DE TERAPIA COGNITIVA 31 PACIENTE: Acho que jamais pensei em como avalio meus sentimentos. Eu diria que uma tristeza de cerca de 95%. Igualmente, a paciente pode ter uma crença absoluta por exemplo, Jamais serei feliz sem John, mas o seu grau de crença (isto é, a credibilidade ou força da crença) pode ser inferior a 100%. Esse reconhecimento de que as crenças variam em força é um início muito importante para a pessoa se distanciar de crenças perturbadoras. Se tenho uma crença na qual invisto menos do que 100% de veracidade, isso significa que já tenho alguma dúvida sobre ela. Isso também significa que minha crença pode variar pode perder força. Conseqüentemente, posso imaginar mais vividamente mudar essa crença. TERAPEUTA: Você disse que se sente muito triste quando pensa em John deixando-a. Você pode completar esta frase com os primeiros pensamentos que lhe vierem à cabeça? Eu me sinto triste quando penso em John me deixando porque penso que... PACIENTE: Nunca serei feliz sem ele. TERAPEUTA: OK. O pensamento automático é: Nunca serei feliz sem ele. Por que você não escreve isso?. (O terapeuta entregara à paciente uma prancheta com papel e caneta para tomar notas durante a sessão.) Agora vamos ver o quanto você acredita neste pensamento: Nunca serei feliz sem ele. Se você fosse avaliar este pensamento de 0 a 100%, 0% representando a completa ausência de credibilidade e 100% representando sua absoluta certeza de que o pensamento é verdadeiro, como você o avaliaria? PACIENTE: Acho que teria de dar uma nota bem alta. Realmente acredito nisso a maior parte do tempo. Eu daria cerca de 90%. Algumas pessoas têm dificuldade em usar esse tipo de escala. A idéia de avaliar emoções e crenças é estranha para elas. O terapeuta talvez precise fornecer auxílios visuais. TERAPEUTA: Você disse que se sente triste, mas tem dificuldade em usar a escala. Vamos definir o que é essa escala. (Desenha a escala apresentada na Figura 1.1.) Digamos que 0% represente absolutamente nenhuma tristeza e 100% a maior tristeza que alguém pode imaginar a pessoa fica absolutamente esmagada pela tristeza, de modo que não consegue pensar em nada mais. Cinqüenta por cento representa uma tristeza moderada, enquanto 90% uma tristeza extrema bastante perturbadora mas a pessoa ainda é capaz de funcionar, em grande medida. Bem, quando você pensa em John deixando-a, onde colocaria sua tristeza nesta escala? PACIENTE: Eu diria que em cerca de 95%. Estou extremamente triste, mas ainda sou capaz de funcionar, em certa medida Nenhuma Leve Moderada Grande Tristeza tristeza extrema, esmagadora Figura 1.1 Avaliação das emoções em uma escala de 0 a 100%. Tarefa de Casa O terapeuta pode pedir aos pacientes que mantenham um registro do grau de crédito nas mudanças de pensamento durante a semana seguinte. Pede-se que utilizem o Formulário de Autoajuda (1.4) para avaliar as emoções e crenças (ao final do capítulo), e nele anotem os eventos

10 32 ROBERT L. LEAHY que precederam os pensamentos e sentimentos, estimando o grau de crédito e o grau de emoção associado a cada evento. Depois de completar o exercício, pode-se sugerir que reflitam sobre o que poderia explicar a variação dos pensamentos negativos e dos sentimentos experimentados. Possíveis Problemas Os problemas que costumam ocorrer durante este exercício incluem a falta de motivação para escrever a mesma crença mais de uma vez durante a semana. Os pacientes podem pensar: Eu já fiz isso. Entretanto, o propósito do exercício é examinar cuidadosamente a variação na crença e no sentimento e o que explica essa mudança. Essa diferenciação também nos ajuda a identificar possíveis momentos difíceis para os pacientes isto é, momentos em que eles correm maior risco de se sentirem deprimidos ou ansiosos. Esse conhecimento pode ajudar o terapeuta a focar o tratamento nesses momentos problemáticos. Referência Cruzada com Outras Técnicas Outras técnicas relevantes incluem exame de como os pensamentos levam a sentimentos, distinção entre pensamentos e fatos, seta descendente, categorização dos pensamentos negativos e busca de variações em determinado pensamento. Formulários Formulário 1.4 (Formulário de Auto-ajuda: Avaliação das Emoções e Crenças, p. 46). Descrição TÉCNICA: BUSCA DE VARIAÇÕES EM UMA CRENÇA ESPECÍFICA Para podermos nos distanciar de uma crença, é útil reconhecer que, mesmo nas presentes circunstâncias, nossas crenças podem mudar em força ou credibilidade. O terapeuta cognitivo está sempre interessado na flexibilidade das crenças; a pessoa extremamente deprimida ou ansiosa, ao contrário, pode pensar que suas crenças estão fixadas em um bloco de concreto e jamais mudarão. Conseqüentemente, o terapeuta avalia diretamente a variabilidade da crença. Esta técnica relaciona-se estreitamente com aquela descrita acima, de avaliação do grau de emoção e do grau de crédito no pensamento. A ênfase, aqui, é em uma crença específica e sua variação em diferentes momentos e situações. Pergunta a Formular/Intervenção Há momentos em que você acredita nesse pensamento com menor convicção? O que acontece quando você acredita menos nesse pensamento negativo? Se o pensamento fosse inteiramente verdadeiro, como você poderia acreditar menos nele em certos momentos? Exemplo TERAPEUTA: Você disse que pensa que jamais será feliz sem John e que acredita nisso 90%. PACIENTE: Está certo. Eu realmente acredito nisso. É por isso que estou tão infeliz. TERAPEUTA: Bom, no decorrer do dia, imagino que seu humor se modifica às vezes você está mais infeliz do que em outros momentos?

11 TÉCNICAS DE TERAPIA COGNITIVA 33 PACIENTE: Sim. Não estou sempre chorando ou pensando em John. TERAPEUTA: O que você pensa quando não está pensando em John? PACIENTE: Penso em modificar o apartamento talvez comprar alguns móveis novos. Ou penso em almoçar com minhas amigas. TERAPEUTA: Obviamente, quando você não está pensando em John, a força da crença é 0% pois naquele exato momento você não está sentindo-se infeliz, mesmo que John não esteja com você. PACIENTE: Bem, essa é uma nova maneira de pensar sobre isso. Mas acho que você está certo. TERAPEUTA: Há momentos durante o dia em que você pensa em John sem estar 90% infeliz? PACIENTE: Sim. Às vezes, penso: Talvez eu fique melhor sem ele. TERAPEUTA: Então, se eu pudesse entrar na sua cabeça naquele momento e lhe perguntar: Diga-me neste exato momento quanto você acredita em Jamais poderei ser feliz sem John, como você responderia?. PACIENTE: Oh, bem, nesses momentos, minha crença seria muito pequena, talvez uns 10%. TERAPEUTA: Então, essa crença que você tem neste exato momento pode mudar inclusive no decorrer de poucas horas. O que você acha disso? PACIENTE: Acho que meus pensamentos sobre a separação poderiam mudar. TERAPEUTA: Quando as pessoas passam por uma separação, elas geralmente têm sentimentos muito intensos, negativos, crenças poderosas. Certamente você tem amigos que passaram por essa experiência. PACIENTE: Sim, minha amiga Alice se divorciou há cinco anos. TERAPEUTA: Talvez ela tivesse a mesma crença que você tem neste exato momento. As crenças dela mudaram com o passar dos anos? PACIENTE: Você está certo, elas mudaram! Agora ela nem sequer consegue imaginar estar na mesma sala que o ex-marido. TERAPEUTA: Bem, vamos manter isso em mente que as suas crenças mudam, assim como as das outras pessoas. Tarefa de Casa Utilizando o Formulário 1.5 (ver p. 47), o paciente pode fazer em casa a tarefa que consiste em registrar o grau de crédito em um pensamento específico no decorrer de vários dias. Presumivelmente, o foco e a preocupação do paciente em relação à crença irão variar de acordo com o momento do dia, os acontecimentos e outros pensamentos. Essa variação reforça ainda mais a idéia de que uma crença fortemente mantida pode ser modificada. Além disso, esta crença pode variar durante a sessão. Periodicamente, durante a sessão, conforme paciente e terapeuta se dedicam a contestar crenças e a planejar comportamentos, o terapeuta pode perguntar ao paciente quão forte está a crença naqueles diferentes momentos. Não é raro o paciente começar a sessão acreditando 90% em uma crença e acabar a mesma sessão acreditando 40%. Essa mudança nas crenças, então, está ligada à mudança na emoção por exemplo, a tristeza diminuiu conforme a força da crença decresceu o que reforça mais uma vez os pressupostos da terapia cognitiva e dá ao paciente a esperança de que crenças fortemente mantidas e emoções desagradáveis podem ser modificadas. TERAPEUTA: Sua crença mudou de 90% para 40% em trinta minutos, e sua tristeza diminuiu imensamente. O que você acha disso? PACIENTE: Acho que os pensamentos e sentimentos podem mudar nesse tipo de terapia.

12 34 ROBERT L. LEAHY TERAPEUTA: Se fomos capazes de mudar seus pensamentos e sentimentos em apenas 30 minutos, o que você acha que aconteceria se você conseguisse usar essas técnicas sozinho? PACIENTE: Bem, acho que me sentiria melhor. TERAPEUTA: Por que não vemos o que acontece, então? Possíveis Problemas Assim como no caso das técnicas previamente mencionadas neste capítulo, os pacientes podem ficar menos motivados a escrever a crença negativa quando estiverem sentindo-se melhor. O terapeuta precisa deixar claro que esses registros trarão muitas informações úteis. Por exemplo, se o paciente acredita: Não tenho nada a oferecer porque sou um fracassado, mas percebe que seu grau de crédito nesse pensamento é 0% quando está conversando com os amigos, terá obtido informações úteis que podem levar à seguinte intervenção/pergunta: Se sua crença mudar, dê a si mesmo tarefas associadas a crenças mais positivas. Se sua crença mudar, talvez ela não esteja correta. Que informações você está considerando quando se sente menos negativo? Referência Cruzada com Outras Técnicas Conforme sugerido acima, outras técnicas relevantes incluem realização de tarefas com dificuldade gradualmente crescente, exame de todas as informações ou fatos, contestação das crenças examinando as evidências contra e a favor de sua validade, distinção entre fato e pensamento e distinção entre pensamento e sentimento. Formulário Formulário 1.5 (Registro do Grau de Crença no Pensamento, p. 47). Descrição TÉCNICA: CATEGORIZAÇÃO DAS DISTORÇÕES DO PENSAMENTO Distorcer constantemente os pensamentos da mesma maneira por exemplo, pular para conclusões, personalizar eventos ruins ou rotular a si mesmo como fracasso é um padrão comum nas pessoas que estão deprimidas ou ansiosas. O modelo cognitivo propõe que as emoções desagradáveis estejam freqüentemente associadas a esses vieses ou distorções no pensamento. Pensamentos automáticos (isto é, pensamentos que vêm espontaneamente) estão associados a afetos negativos ou comportamentos disfuncionais e parecem plausíveis para o indivíduo. Exemplos de pensamentos automáticos são: Jamais serei feliz, Eu sou burro, Ninguém gosta de mim, É tudo culpa minha e Ela me acha chato. Os pensamentos automáticos podem ser verdadeiros, falsos ou ter graus variados de validade. O mesmo pensamento pode conter mais de uma distorção por exemplo: Se eu for à festa, ela vai me achar um chato. Este pensamento reflete tanto adivinhação do futuro quando leitura da mente. Beck (Beck, 1976; Beck et al., 1979) e Burns (1989) identificaram várias distorções de pensamentos automáticos. O Formulário 1.6 (p.48) apresenta distorções comuns de pensamentos que estão associadas a depressão, ansiedade e raiva. Pergunta a Formular/Intervenção Você distorce constantemente o pensamento da mesma maneira? Veja esta lista de verificação de distorções cognitivas. Você vê alguma que costuma fazer? Quais são elas?

13 TÉCNICAS DE TERAPIA COGNITIVA 35 Exemplo O terapeuta evoca os pensamentos automáticos do paciente perguntando: O que você estava pensando quando se sentiu triste? ; ou pedindo que ele conclua uma frase, como: Fiquei ansioso porque pensei... A seguir, os pensamentos automáticos são categorizados. O terapeuta explica: Escreva o pensamento negativo ou perturbador na coluna da esquerda e categorize a distorção na coluna da direita. Ver Quadro 1.4 como exemplo. Tarefa de Casa O paciente pode receber a tarefa de monitorar quaisquer pensamentos negativos automáticos durante a semana seguinte e categorizá-los, usando os Formulários 1.6 e 1.7 do final do capítulo. O valor desse exercício é que o paciente vê como repete as mesmas categorias de pensamentos automáticos por exemplo, prevendo o futuro: Jamais serei feliz, Nada vai dar certo, Ninguém jamais vai me querer, Sempre serei sozinho. Se houver clara repetição de uma categoria específica de pensamentos negativos, então o terapeuta e o paciente podem criar algumas objeções específicas para usar repetidamente a fim de despotencializá-los. Por exemplo, o paciente que continuamente lê mentes ( Ele acha que sou um perdedor, Eles não gostam de mim, Com certeza me acham patético ) poderia ser instruído a compor uma lista de objeções a esses pensamentos repetitivos. Essas objeções poderiam incluir as seguintes: Não tenho nenhuma evidência, Estou pulando para as conclusões, Por que eles não gostariam de mim se nem sequer me conhecem?, Sou tão bom quanto qualquer outra pessoa que esteja aqui, Não preciso da aprovação deles, Não preciso impressionar a todos ou Talvez eles estejam se perguntando se gosto deles. Possíveis Problemas Conforme indicado acima, alguns pacientes acreditam que categorizar os pensamentos como distorções implica que eles sejam burros ou loucos. É importante esclarecer que alguns pensamentos negativos são verdadeiros. Por exemplo, o pensamento poderia ser: Ela não gosta de mim. Podemos categorizar esse pensamento como leitura da mente, mas ele também pode ser verdadeiro. Talvez ela não goste de mim. Digo aos pacientes que utilizamos a convenção distorções cognitivas por ser uma boa maneira de categorizar pensamentos mas que muitos pensamentos negativos apresentam certo grau de verdade. Se ficar claro que existe um padrão nos pensamentos digamos, leitura mental que esteja associado ao sentimento de tristeza, então poderemos desenvolver intervenções específicas para esse padrão. Categorizar pensamentos não é o mesmo que refutá-los ou negá-los. Precisamos examinar os fatos. Quadro 1.4 Exemplos de distorções de pensamentos automáticos Pensamento Automático Sou um fracasso. Ela me acha pouco atraente. Nada do que faço funciona. Qualquer um pode fazer esse trabalho isso não significa nada. Distorção Rótulo errôneo. Leitura da mente Pensamento do tipo tudo-ou-nada Desqualificação dos aspectos positivos

14 36 ROBERT L. LEAHY Referência Cruzada com Outras Técnicas Outras técnicas relevantes incluem a monitoração descrita acima, através da qual o paciente acompanha os pensamentos, fatos e sentimentos, bem como as variações no grau de crédito nos pensamentos. Além disso, a lista de verificação de distorções cognitivas pode ajudar o terapeuta a planejar intervenções ou perguntas, tais como usar a seta descendente, identificar pressupostos e esquemas subjacentes, avaliar fantasias temidas, examinar custos e benefícios e considerar as evidências contra e a favor da validade de certos pensamentos. Formulários Formulário 1.6 (Lista de Verificação das Distorções Cognitivas, p. 48); Formulário 1.7 (Categorização das Distorções Cognitivas, p. 49). Descrição TÉCNICA: SETA DESCENDENTE* Às vezes, os pensamentos negativos acabam revelando-se verdadeiros. Digamos que o paciente preveja que será ignorado ou rejeitado na festa. Isso é adivinhação do futuro, mas talvez acabe revelando-se verdade. Explorar as crenças subjacentes ao medo desse resultado ajuda a despotencializar o pensamento. Com esta técnica, o terapeuta continua a fazer perguntas sobre o pensamento ou evento: O que aconteceria, então, se isso fosse verdade? ou O que isso significaria para você, se acontecesse? Nos referimos a esse processo como seta descendente tentamos cavar até o fundo da crença. De acordo com isso, o terapeuta escreve o pensamento do paciente na parte superior da página e então desenha uma flecha para baixo, em direção à série de pensamentos ou eventos implícitos no pensamento original (ver Figura 1.2). Pergunta a Formular/Intervenção Se seu pensamento fosse verdadeiro, por que isso o incomodaria? O que você pensaria? O que aconteceria a seguir? Exemplo A seta descendente é uma maneira útil de chegar aos medos subjacentes dos quais os pacientes não estão conscientes. Utilizo freqüentemente essa técnica, porque percebi que não posso saber realmente quais são as crenças e os medos subjacentes do paciente. Por exemplo, a maioria de nós tem medo de morrer mas o que é que cada um de nós teme? Considere esses dois pacientes, ambos com medo da morte. TERAPEUTA: Você disse que às vezes tem medo de estar com câncer. Mesmo que o médico tenha assegurado que você está bem, o que significaria para você estar com câncer? PACIENTE: Eu teria medo de morrer. TERAPEUTA: Quase todo mundo tem medo disso, mas quero lhe perguntar sobre seu medo de morrer. Complete a seguinte frase: Eu teria medo de morrer porque... * N. do T.: Embora o autor utilize vertical descent no original, preferimos a expressão seta descendente, mais conhecida em português.

15 TÉCNICAS DE TERAPIA COGNITIVA 37 Se eu for conversar com ela, ela não gostará de mim. Se ela não gostar de mim, é porque sou chato. Ninguém jamais gostará de mim. Ficarei sozinho para sempre. Jamais serei feliz se ficar sozinho. Evento e Pensamento Implicação Evento: Estou pensando se vou à festa. Pensamento: Ficarei ansioso se me aproximar da garota na festa. O que você acha que acontecerá? Se isso acontecer, então significa que... Se for um fracassado, isso significa que... Se jamais encontrar alguém, então... Se estiver sempre sozinho, isso o incomodaria porque... Qual é o pressuposto subjacente? Serei rejeitado. Eu sou um fracassado. Jamais encontrarei alguém para me relacionar. Estarei sempre sozinho. Não serei feliz - serei sempre muito infeliz. Preciso de outras pessoas para me sentir feliz. Figura 1.2 Utilização da seta descendente até a implicação do pensamento. PACIENTE: Eu teria medo de não estar realmente morta de estar apenas em coma e de acordar em meu túmulo, enterrada viva. O medo dessa paciente de ser enterrada viva é muito simbólico (para usar um termo nãocognitivo). Muitos de seus problemas giram em torno da questão de coações sobre o seu comportamento, como restrições alimentares, limites estabelecidos para ela pelo patrão e limites de suas finanças. Convém escrever em uma folha de papel ou em um quadro-negro, no consultório, a corrente de pensamentos que mostra a progressão descendente de seu medo nuclear. O exemplo dessa primeira paciente, com medo de ser enterrada viva, é apresentado na Figura 1.3.

16 38 ROBERT L. LEAHY Tenho medo de morrer. Tenho medo de não estar realmente morta, mas em coma. Tenho medo de acordar enterrada viva. Figura 1.3 Fazendo a seta descendente até a implicação do pensamento. Outro paciente, que descreverei como cuidador compulsivo que tenta tomar conta das necessidades de todos, também tem medo de morrer. Seu medo gira em torno do bem-estar da esposa e da filha, caso ele morra. TERAPEUTA: O que o incomoda mais em relação a morrer? PACIENTE: Não é a dor física. Eu realmente não me preocupo com isso. E já fiz o suficiente para cinco vidas. É que, se eu morrer, a minha preocupação é não ter cuidado de todos. TERAPEUTA: De quem você teria de cuidar? PACIENTE: De minha esposa e de minha filha. Eu poderia morrer se soubesse que elas ficariam bem. TERAPEUTA: Então você está dizendo que é capaz de aceitar a morte se souber que as pessoas que ama estão bem-cuidadas? PACIENTE: Isso mesmo. TERAPEUTA: Você está supondo que elas ficariam desamparadas sem você? PACIENTE: Acho que sim. O terapeuta pode fazer algumas perguntas sobre um evento ou pensamento. Por exemplo: Por que isso seria um problema para você? O que aconteceria? Por que isso o incomodaria? E daí? O que isso significaria para você? Tarefa de Casa Pede-se ao paciente que chegue à implicação dos pensamentos negativos utilizando o formulário da seta descendente (1.8, p.50). Esse formulário pede ao paciente que identifique uma cadeia de implicações. O terapeuta poderia dizer: Seus pensamentos negativos estão conectados com outros também negativos. Estamos interessados em saber como você pensa e o que cada pensamento negativo significa para você. Por exemplo, alguém poderia ter o pensamento Não estou preparado para o exame, que então levaria a outro Vou me sair mal no exame, que levaria a mais outro Terei de abandonar a escola. Tente identificar alguns pensamentos negativos e depois examine a corrente de pensamentos que se forma. Continue perguntando a si mesmo: E se isso fosse verdade, ficaria incomodado porque significaria que....

17 TÉCNICAS DE TERAPIA COGNITIVA 39 Possíveis Problemas Alguns pacientes param de identificar os pensamentos negativos no meio da seqüência. Por exemplo, o paciente poderia parar com o pensamento: Acho que vou ser reprovado no exame e não seguir na seta descendente. Ele poderia dizer: Ser reprovado parece suficientemente ruim ou Realmente não acredito que vou ser reprovado. Convém pedir ao paciente que continue buscando pensamentos ainda mais profundos ou piores que se seguiriam aos primeiros. Freqüentemente, descobrimos que os seus pensamentos sobre a vivência de algum fracasso ou rejeição estão associados a fantasias de conseqüências terríveis ou catastróficas. Esses piores medos subjacentes alimentam a ansiedade em relação aos pensamentos iniciais. Referência Cruzada com Outras Técnicas Técnicas relacionadas à seta descendente incluem identificar pensamentos e sentimentos, examinar as evidências contra e a favor do pensamento, examinar os custos e benefícios de sua validade, avaliar as lacunas na lógica subjacente ao pensamento, calcular probabilidades seqüenciais e contestar o pensamento. Formulário Formulário 1.8 (Uso da Seta Descendente, p. 50). Descrição TÉCNICA: ATRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADES EM SEQÜÊNCIA Utilizando o procedimento da seta descendente descrito acima, o paciente pode estimar a probabilidade de ocorrência de cada evento em seqüência, dado que o evento precedente seja verdadeiro. Nós não estamos interessados apenas nos pensamentos implícitos na seta descendente, mas também nas estimativas subjetivas das probabilidades. Essas estimativas geralmente vão muito além do que esperaríamos ser verdadeiro, segundo nosso conhecimento das informações básicas na população geral. Pergunta a Formular/Intervenção Exemplo Qual é a probabilidade de X acontecer? Qual é a probabilidade, de 0 a 100%? O terapeuta poderia introduzir a idéia de probabilidade da seguinte maneira: TERAPEUTA: A chance de algo acontecer é chamada probabilidade. As probabilidades variam entre 0 e 100% provavelmente muito poucas coisas têm probabilidade de 0% ou de 100%. Por exemplo, a probabilidade de eu ganhar cara quando jogo uma moeda é de 50%. A pergunta que vou lhe fazer é: Qual é a probabilidade de cada um de seus pensamentos ser verdadeiro?. Vamos tomar o primeiro: Não estou preparado para o exame. Qual é a probabilidade deste pensamento ser verdadeiro? PACIENTE: Eu diria que de uns 90%.

18 40 ROBERT L. LEAHY TERAPEUTA: Seu pensamento seguinte foi de que você seria reprovado no exame. Qual é a probabilidade de você ser reprovado, uma vez que não está preparado? PACIENTE: Oh, acho que de uns 30%. Eu na verdade sei algumas das coisas que vão cair na prova. TERAPEUTA: OK. Mas se você for reprovado, qual é a probabilidade de ter de sair da escola PACIENTE: Provavelmente 2%. Eu já fiz muitos outros cursos e me saí bem neles. TERAPEUTA: OK, mas se você tiver de sair da escola, qual é a probabilidade de jamais encontrar emprego? PACIENTE: Menos de 1%. TERAPEUTA: OK, agora que tal nós pegarmos a nossa calculadora e estimarmos essas probabilidades? Fazemos isso da seguinte maneira: pegamos sua primeira estimativa de 90%, colocamos 0,90 e multiplicamos por cada uma das outras probabilidades. Assim, 0,90 vezes 0,30 vezes 0,02 vezes 0,01. O que obtemos? A calculadora diz 0, PACIENTE: Parece um evento bastante improvável. TERAPEUTA: É cerca de 5 em 100 mil ou aproximadamente 20 mil para 1. Possíveis Problemas Como no exercício anterior da seta descendente, o paciente talvez pare prematuramente na seqüência, afirmando que realmente não acredita no próximo pensamento da seqüência. Novamente, o terapeuta deve enfatizar que mesmo que os outros pensamentos não pareçam credíveis ou prováveis, ainda devem ser identificados, pois podem ilustrar medos subjacentes que precisam ser examinados. Outro tipo de problema surge quando o paciente afirma, em essência: Bem, sei que é improvável, mas talvez eu seja a pessoa com quem isso vai acontecer. Você não pode afirmar que isso é impossível. Aos pacientes que exigem certeza, podemos perguntar: Quais são os custos e os benefícios de exigir certeza?. Há alguma coisa em sua vida da qual você não tenha certeza?. Por que você tolera essa incerteza?. Referência Cruzada com Outras Técnicas Outras técnicas relevantes incluem todas aquelas identificadas no Capítulo 4 relativas ao exame e contestação das preocupações. Formulário Formulário 1.9 (Uso da Seta Descendente, p. 51). Descrição TÉCNICA: ADIVINHAÇÃO DO PENSAMENTO Nem sempre é possível para o paciente identificar o pensamento negativo às vezes, a intensidade da emoção é tanta que ele tem dificuldade de refletir sobre os pensamentos que a acompanham. Beck (1995) recomenda que o terapeuta sugira alguns pensamentos possíveis, para o paciente determinar se algum deles parece consistente com aquilo que está pensando e sentindo. O terapeuta deve ter cuidado para não sugerir que o paciente tenha alguma crença inconsciente

19 TÉCNICAS DE TERAPIA COGNITIVA 41 que apenas o terapeuta seja capaz de identificar. Ambos, terapeuta e paciente, devem tentar especular sobre a natureza do que está subjacente ao pensamento. Pergunta a Formular/Intervenção Você não consegue dizer exatamente qual é o seu pensamento. Que tipos de pensamentos acompanhariam esses sentimentos negativos? Seria possível que você estivesse dizendo essas coisas a si mesmo? [O terapeuta sugere alguns pensamentos possíveis.] Exemplo A paciente se sente devastada pela tristeza e desesperança depois do rompimento de seu noivado. Ela se concentra em suas queixas físicas Não consigo comer e me sinto tão cansada. Ela repete para o Terapeuta: Sinto-me péssima desde que rompemos o noivado. Não consigo nem pensar direito. O terapeuta tenta extrair pensamentos negativos específicos. TERAPEUTA: Você disse que se sente péssima desde o rompimento. Poderia me dizer que tipo de pensamento está tendo? PACIENTE: Sinto-me simplesmente horrível. Não consigo dormir. TERAPEUTA: Sim, isso que você está descrevendo agora são sentimentos. Mas você poderia completar a frase: Sinto-me péssima desde o rompimento porque penso que...? PACIENTE: Eu não penso nada. Só me sinto como se fosse morrer. TERAPEUTA: Você consegue identificar algum pensamento que acompanha esse sentimento de desesperança? PACIENTE: Não, o sentimento é intenso demais. TERAPEUTA: Será que poderíamos tentar adivinhar quais são esses pensamentos negativos? Não sei quais são eles, de modo que farei algumas sugestões e você me dirá se alguma delas soa verdadeira. PACIENTE: OK. TERAPEUTA: Você poderia estar dizendo a si mesma: Jamais serei feliz novamente? PACIENTE: Sim. Isso faz sentido. É isso o que eu estou pensando. TERAPEUTA: Então você está dizendo: Jamais serei feliz novamente, a menos que tenha Roger na minha vida? PACIENTE: Definitivamente. É isso o que estou sentindo. Tarefa de Casa O terapeuta pode pedir à paciente que faça uma lista dos estados desagradáveis de humor e identifique ou adivinhe o pensamento. Possíveis Problemas O terapeuta tenta fazer com que a paciente entenda a diferença entre pensamento e sentimento, mas ela talvez seja incapaz de obter a distância emocional suficiente para identificar o pensamento. Depois que os pensamentos negativos forem identificados, o terapeuta pode continuar com o procedimento da seta descendente: Jamais serei feliz sem Roger porque... ele era único... Jamais amarei alguém como o amei... Nunca serei feliz se não tiver um homem na minha vida. Ela pode

20 42 ROBERT L. LEAHY insistir e dizer que não tem nenhum pensamento, só sentimentos. Então, o terapeuta pede a ela que feche os olhos e tente induzir o sentimento negativo tão intensamente quanto possível. Ela é instruída a imaginar a situação que gerou esse sentimento por exemplo: estar em casa sozinha, sentada, pensando em Roger. O terapeuta orienta a paciente na identificação dos pensamentos negativos enquanto o sentimento (ou a emoção) está sendo intensamente vivenciado: Enquanto você se sente assim tão triste, consegue imaginar o que está pensando? Será que você poderia estar pensando: Jamais serei feliz sem Roger? Forneço um formulário (ao final do capítulo) para paciente e terapeuta escreverem suas adivinhações sobre os possíveis sentimentos negativos. Esses palpites precisam ser examinados cuidadosamente, pois muitos pacientes podem acreditar que tudo acontece devido a misteriosos pensamentos e motivações inconscientes. O terapeuta vai examinar, com o paciente, a plausibilidade desses serem os pensamentos reais subjacentes ao sentimento. Além disso, os pacientes podem verificar os palpites ficando atentos aos pensamentos problemáticos da próxima vez que se sentirem tristes ou desesperançados. Referência Cruzada com Outras Técnicas Técnicas relacionadas a esta incluem a seta descendente, o monitoramento de emoções, pensamentos e situações, o exame da lista de distorções cognitivas para determinar se há sugestões que evoquem no paciente o pensamento subjacente, técnicas de imaginação, evocação emocional, ponto-contraponto, contestação do pensamento e dramatização dos pensamentos negativos e positivos com o terapeuta. Formulário Formulário 1.10 (Avaliação do Pensamento Negativo, p. 52).

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