Microbiologia e a Microbiota Humana
|
|
|
- David da Conceição Back
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. Unifal-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP Fone: (35) Fax: (35) Minicurso: Microbiologia e a Microbiota Humana Docente orientador: Prof. Dr. Jorge Kleber Chavasco Ministrantes/Discentes: Ana de Souza Santos Gabriella Martiniano Pereira Paulo Fernando Carlstrom Alfenas-MG 2017
2 1 INTRODUÇÃO O conhecimento científico sobre as interações humanas relacionadas à diversidade de microrganismos componentes da microbiota humana se desenvolveu nos últimos anos em diferentes áreas da ciência. A microbiota humana é o conjunto de microrganismos que reside no organismo humano, o que traz benefícios mútuos (GONÇALVES, 2014). No corpo humano encontra-se grande quantidade de microrganismos, os quais se distribuem em diferentes órgãos e tecidos, podendo-se encontrar dez vezes mais células microbianas que células humanas. A distribuição dos microrganismos depende de vários fatores, tais como: umidade, acidez, temperatura e disponibilidade de nutrientes. Esses microrganismos influenciam o sistema imunológico, a resistência aos patógenos e o aproveitamento dos alimentos (GONÇALVES, 2014). Os diferentes microrganismos componentes da microbiota humana exercem funções importantes e fundamentais para a saúde humana. Segundo Cândido, Tunon e Carneiro (2009), a aquisição de uma microbiota residente, ou seja, uma população microbiana que permanece no corpo ao longo da vida ocorre em etapas. A colonização dá-se pela pele (Staphylococcus epidermidis), seguida pela orofaringe (estreptococos α hemolíticos) e, em seguida, o trato gastrointestinal e outras mucosas. O organismo humano fornece habitats com condições ambientais favoráveis distintas que selecionam o crescimento e distribuição das populações microbianas em resposta a fatores externos e fisiológicos do hospedeiro como idade, dieta, estado hormonal, saúde e higiene pessoal (GONÇALVES, 2014). Na microbiota humana os microrganismos podem ser mutualistas, comensais e oportunistas. Mutualistas são os microrganismos que protegem o hospedeiro, pois produzem nutrientes importantes e colaboram para o crescimento e desenvolvimento do sistema imunológico. Comensais são os microrganismos que mantêm associações sem benefícios ou malefícios detectáveis, sendo estas associações neutras. Oportunistas são os microrganismos que causam doenças em indivíduos com o sistema imune comprometido devido a vários fatores, tais como nos casos de: infecção pelo vírus da imunodeficiência adquirida humana, terapia imunossupressora de transplantados, radioterapia, quimioterapia anticâncer, queimaduras extensas ou perfurações das mucosas (CÂNDIDO; TUNON; CARNEIRO, 2009). O organismo humano dispõe de mecanismos de defesa contra a patogênese bacteriana decorrente da microbiota humana. Porém, alguns microrganismos podem agir como oportunistas, sendo assim, a microbiota constitui-se em reservatório de bactérias
3 patogênicas e estas podem invadir os tecidos do hospedeiro causando doenças graves, mas apenas no caso de imunodeficiência transitória ou persistente (CÂNDIDO; TUNON; CARNEIRO, 2009). 2 BENEFÍCIOS DA MICROBIOTA HUMANA Segundo Cândido, Tunon e Carneiro (2009), a microbiota é multifuncional e tem a capacidade de: o Auxiliar na digestão de polissacarídeos vegetais, na biotransformação de conjugados ácidos da bile e na degradação de oxalatos; o Sintetizar e excretar vitaminas, como ocorre com bactérias entéricas, que produzem vitaminas K e B12 e bactérias láticas, que produzem outras vitaminas do complexo B; o Impedir a colonização por patógenos, por meio da competição por sítios e nutrientes essenciais; o Antagonizar outras bactérias, por meio de síntese de substâncias inibidoras ou letais contra espécies não pertencentes à microbiota normal; o Promover o desenvolvimento de tecidos, como o ceco e tecido linfático no trato gastrointestinal; o Estimular a produção de anticorpos naturais, em baixos níveis, contra os componentes da microbiota normal e que são capazes de reconhecer cruzadamente patógenos relacionados; o Ajudar o sistema imune na apresentação de antígenos, o que torna o organismo mais tolerante a alguns determinantes imunológicos, reduzindo assim as respostas alérgicas a comida e antígenos ambientais. 3 VARIAÇÃO DA MICROBIOTA AO LONGO DA VIDA O desenvolvimento da microbiota ocorre logo após o nascimento e esta influencia a fisiologia do hospedeiro, o desenvolvimento e morfogênese de órgãos e a manutenção do equilíbrio de tecidos e órgãos (GONÇALVES, 2014). As partes do corpo expostas ao ambiente, como a pele e a mucosa, rapidamente sofrem colonização por diversos microrganismos. Estes se distribuem de maneira não uniforme compondo a microbiota normal, a qual permanece em desenvolvimento no indivíduo até o fim de sua vida. Segundo
4 Cândido, Tunon e Carneiro (2009), graças a essa distribuição, cada região habitada no organismo possui uma microbiota com características próprias. Estudos mostram que a forma de nascimento pode afetar no desenvolvimento da microbiota de recém-nascidos podendo afetar ainda a saúde futura do indivíduo. Segundo Cândido, Tunon e Carneiro (2009): A criança entra em contato com os microrganismos da mãe durante a passagem pelo canal vaginal e através do próprio ambiente hospitalar. As que nascem de cesariana tem este último fator como elemento primordial. A população bacteriana se desenvolve logo no primeiro dia de vida e quando nos tornamos adultos a nossa população bacteriana já excede o nosso número total de células somáticas e sexuais. A microbiota no período perinatal é influenciada pela microbiota materna, a forma de nascimento, o tipo de alimentação, além de outros fatores. A composição da microbiota no período neonatal e depois parece ter papel relevante na saúde, mas os pesquisadores ainda têm muito para aprender sobre o processo de formação da microbiota em bebês e quais aspectos podem ter relação causal com doenças futuras (MUELLER et al. 2015). O envelhecimento é acompanhado por alterações orgânicas que podem gerar problemas clínicos. Segundo Zapata e Quagliarello (2015): Adultos com mais de 65 anos de idade têm alta prevalência de doenças comorbidas e exposição concomitante a múltiplos medicamentos, incluindo antibióticos. Com o envelhecimento do trato digestório, este fica sujeito a várias mudanças: dentição e função salivar prejudicada, modificação da dieta, doença diverticular, dentre outras. Juntos, esses fatores podem contribuir para mudanças na microbiota e podem ainda aumentar a susceptibilidade a doenças infecciosas. Com isso, percebe-se que o envelhecimento pode provocar diversas modificações na microbiota intestinal, devido às condições orgânicas individuais. 4 FATORES QUE AFETAM A COMPOSIÇÃO DA MICROBIOTA HUMANA Os diversos locais do organismo constituídos por flora comensal tendem a sofrer alterações na composição dos microrganismos. Estas alterações devem-se tanto a fatores
5 ambientais, como variações na idade, dieta, estilo de vida do hospedeiro, higiene e terapêutica com antibióticos (FIGURA 1; SOMMER E BÄCKHED, 2013). Figura 1: Representação dos fatores ambientais que afetam a composição da microbiota intestinal. Fonte: adaptado de Sommer e Bäckhed (2013). A idade é um fator interessante que modifica a microbiota humana, uma vez que, esta alteração na microbiota pode ser devida, por exemplo, ao aumento da necessidade de digerir a alimentação, com o objetivo de compensar a diminuição da funcionalidade do sistema digestório (MARIAT et al., 2009). A microbiota intestinal é importante para a fermentação de polissacarídeos provenientes da dieta que, por sua vez pode afetar a composição da microbiota bem como a sua atividade. Um exemplo desta situação ocorre quando o indivíduo tem uma dieta rica em fibras (alimentos integrais, cereais, verduras, legumes) que, leva ao aumento de substratos fermentáveis no intestino e da velocidade de trânsito intestinal. Consequentemente, o trânsito intestinal acelerado leva a que microrganismos de crescimento rápido se sobreponham aos de crescimento lento (GONÇALVES, 2014).
6 O impacto da dieta na microbiota intestinal pode ser estimado pela forma como alterações alimentares em curto prazo influenciam a composição da microbiota (GONÇALVES, 2014). David et al. (2014) observaram alterações na composição e atividade intestinal em indivíduos, após 3 dias de mudanças na dieta, superando as diferenças interindividuais na expressão de genes microbianos. A microbiota intestinal é influenciada por diversas particularidades do estilo de vida moderno, como: melhoria do saneamento básico, urbanização, uso excessivo de antibióticos, menor exposição a infeções na infância, vacinação, sedentarismo, entre outros (BERNSTEIN; SHANAHAN, 2008). A higiene, também relacionada com a melhoria do saneamento básico, é um fator ambiental que pode contribuir para a alteração da microbiota. Contrário ao pensamento popular, a exposição escassa a microrganismos, sejam eles benéficos (simbiontes) ou prejudiciais (patogênicos) para o organismo, na fase inicial da vida, pode influenciar negativamente o desenvolvimento normal e adequado do sistema imunológico, o que pode ser explicado por perda de tolerância imunológica por parte do hospedeiro, resultando em respostas imunitárias agressivas e induzindo a ativação de mecanismos de autoimunidade (BOERNER; SARVETNICK, 2011; GONÇALVES, 2014). O tratamento com antibióticos, embora essencial em casos de infeção, podem ter efeitos drásticos na microbiota (especialmente na microbiota intestinal), como a eliminação da diversidade de microrganismos e a desregulação do sistema imunológico do hospedeiro, aumentando a susceptibilidade à doença. O espectro de ação do antibiótico, a dosagem e o tempo de duração do tratamento, a via pela qual é administrado e também as características relativas ao fármaco e ao organismo (farmacocinéticas e farmacodinâmicas), influenciam a forma como os antibióticos alteram a microbiota intestinal (JERNBERG et al., 2010). Os antibióticos usados no tratamento de doenças são, normalmente, de amplo espetro, atingindo não só as bactérias responsáveis pela infecção, como também outros microrganismos. Os microrganismos que resistem podem depender de produtos resultantes do metabolismo secundário efetuado pelas bactérias eliminadas pelo tratamento, o que pode levar à perda de nutrientes e/ou acumulação de produtos tóxicos, interferindo com o equilíbrio normal destes microrganismos, podendo também conduzir à sua eliminação (WILLING et al., 2009). 5 ATIVIDADE PRÁTICA Para diagnosticar uma doença, frequentemente, é necessária a obtenção de uma amostra de material que possa conter o microrganismo patogênico. Algumas precauções são
7 necessárias para realizar uma coleta adequada até a etapa de classificação do microrganismo, sendo: o Coleta de amostras assepticamente; o Identificação dos recipientes das amostras com o nome do hospedeiro, o número do quarto (caso esteja hospitalizado), a data, o horário e os medicamentos administrados; o Transporte imediato ao laboratório para cultura, mantendo as condições ambientais ótimas. No laboratório, amostras de tecidos infectados são cultivadas em meios diferenciais e seletivos na tentativa de isolar e identificar quaisquer patógenos ou organismos que normalmente não são encontrados em associação com estes tecidos, para então chegar-se ao diagnóstico sobre o(s) microrganismo(s) presente(s) na amostra em estudo (TORTORA; FUNKE; CASE, 2012). No caso da microbiota bucal, local que possui um rico ecossistema microbiano, o biofilme de origem bacteriana é formado sobre o esmalte dentário, o qual é composto por uma substância amorfa, quase invisível, formado principalmente por glicoproteínas salivares (CARNEIRO, 2008). A cavidade bucal é o local de acesso ao ambiente interno do corpo. Devido à existência de uma comunidade bacteriana na boca, diferentes fatores alteram funções fisiológicas e morfológicas no local e no restante do corpo. 5.1 Visualização de bactérias em microscopia de campo escuro Objetivo: o Observar organismos vivos em material biológico. Método: o Por meio da raspagem bucal, coletar o material biológico com suabe; o Colocar a amostra no centro da lâmina e sobrepor esta com uma lamínula; o Levar ao microscópio de campo escuro e observar com a objetiva de 40x. Interpretação dos resultados: o Observar o tipo de microrganismo presente na amostra (bactérias, protozoários, fungos ou leveduras), suas formas e motilidade.
8 5.2 Capacidade acidogênica da microbiota do biofilme dental Objetivo: o Comprovar a capacidade de produção de ácidos pelas bactérias do biofilme dental. Método: o Raspagem do biofilme dental e acrescentar a amostra em meio de cultura contendo sacarose (fonte de carboidrato) e indicador de ph. Interpretação dos resultados: o Observar a mudança de coloração do meio demonstrando a capacidade acidogênica dos microrganismos.
9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BERNSTEIN, C. N.; SHANAHAN, F. Disorders of a modern lifestyle: reconciling the of epidermiology of inflammatory bowel diseases. Gut 2008; 57: BOERNER, P. B.; SARVETNICK, N. E. Type 1 diabetes: role of intestinal microbiome in humans and mice. Ann. N. Y. Acad. Sci., v. 1243, p , CÂNDIDO, A. L.; TUNON, I.L.; CARNEIRO, M.R.P. Microbiologia Geral. São Cristovão: Universidade Federal de Sergipe, CESAD, Disponível em: < Geral_Aula_4.pdf>. Acesso em: 2 set CARNEIRO, R. C. Estudo da microbiota do biofilme supragengival de pacientes em tratamento ortodôntico com diferentes tipos de braquetes p. Dissertação (Mestrado em Ortodontia). Faculdade de Odontologia da Puc Minas, Disponível em: < Acesso em: 20 out DAVID, L. A. et al. Diet rapidly and reproducibly alters the human gut microbiome. Nature, v. 505, n. 7484, p , GONÇALVES, M. A. P. Microbiota implicações na imunidade e no metabolismo p. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas). Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal, Disponível em: < Acesso em: 2 set JERNBERG, C. et al. Long-term impacts of antibiotic exposure on the human intestinal microbiota. Microbiology, v. 156, n. Pt 11, p , MARIAT, D. et al. The FIRMICUTES/BACTEROIDETES ratio of the human microbiota changes with age. BMC Microbiol., v. 9, p. 123, MUELLER, N. T. et al. The infant microbiome development: mom matters. Trends Mol. Med., v. 21, n. 2, p , SOMMER, F.; BÄCKHED, F. The gut microbiota - masters of host development and physiology. Nat. Rev. Microbiol., v. 11, n. 4, p , TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L.Microbiologia.10. ed., Porto Alegre: Artmed, WILLING, B. et al. Twin studies reveal specific imbalances in the mucosaassociated microbiota of patients with ileal Crohn's disease. Inflamm. Bowel Dis., v. 15, n. 5, p , ZAPATA, H. J.; QUAGLIARELLO, V. J. The microbiota and microbiome in aging: potential implications in health and age-related diseases. J. Am. Geriatr. Soc., v. 63, n. 4, p , 2015.
Microbiota Normal do Corpo Humano
Microbiota Normal do Corpo Humano Microbiota Microbiota Microflora Flora indígena São termos usados para denominar os microrganismos que habitam o corpo humano e interagem de forma benéfica. Flora normal
1.4 Metodologias analíticas para isolamento e identificação de micro-organismos em alimentos
Áreas para Submissão de Resumos (1) Microbiologia de Alimentos Trabalhos relacionados com micro-organismos associados aos alimentos: crescimento, identificação, biossíntese, controle, interação com o hospedeiro,
EXAMES LABORATORIAIS: IMUNOLOGIA
EXAMES LABORATORIAIS: IMUNOLOGIA Aula 2 CONCEITOS GERAIS Imunidade: conjunto de processos fisiológicos que permite ao organismo reconhecer corpos estranhos e responder contra os mesmos. Sistema imune:
Profª Drª Maria Luiza Poiatti Unesp - Campus de Dracena
Profª Drª Maria Luiza Poiatti Unesp - Campus de Dracena [email protected] Probióticos: Definição Probiótico significa a favor da vida Segundo a FAO/WHO, Microrganismos vivos que ao serem administrados
24/11/2015. Biologia de Microrganismos - 2º Semestre de Prof. Cláudio 1. O mundo microbiano. Profa. Alessandra B. F. Machado
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA, MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA Relação bactéria-hospedeiro Profa. Alessandra B. F. Machado O mundo microbiano Os microrganismos são ubíquos.
Importância do sistema digestivo para o equilíbrio do organismo. Exploratório 9 l Ciências Naturais 9.º ano
Importância do sistema digestivo para o equilíbrio do organismo Em que consiste a nutrição e quais são as suas etapas? A nutrição consiste no processo através do qual os organismos asseguram a obtenção
Exercício de Fixação: Características Gerais da Microbiota do Homem
Exercício de Fixação: Características Gerais da Microbiota do Homem 02-2018 1- Conceitue Microbiota. 2- Como é feita a caracterização da microbiota de amostras de materiais através de métodos de cultura?
Imunologia Veterinária. Aula 1 A defesa do organismo
Imunologia Veterinária Aula 1 A defesa do organismo Uma Breve História da Imunologia Veterinária Quando infecções como a varíola e a peste se espalharam pela sociedade antiga, embora muitos tenham morrido,
CARACTERÍSTICAS GERAIS DA MICROBIOTA HUMANA
1 CONCEITOS IMPORTANTES DE MICROBIOTA MICROBIOTA: conjunto de microrganismos presente em um ambiente específico. Ex.: microbiota: do ar de interiores; da água do mar; do solo;... Como é determinada? Métodos
Qualificar Centro de Estudos Técnicos de Formação em Saúde Curso Técnico em Saúde Bucal Disciplina de Microbiologia Reino Fungi
Qualificar Centro de Estudos Técnicos de Formação em Saúde Curso Técnico em Saúde Bucal Disciplina de Microbiologia Reino Fungi Professor: Bruno Aleixo Venturi O que são os fungos? Os fungos são micro-organismos
PROGRAMA DE DISCIPLINA VERSÃO CURRICULAR: 2014/2 PERÍODO: 2 DEPARTAMENTO: MIC
PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: Microbiologia Aplicada à Enfermagem CÓDIGO: MIC011 COORDENADORA: CARGA HORÁRIA TEÓRICA CARGA HORÁRIA PRÁTICA 30 45 05 CRÉDITOS INÍCIO TÉRMINO VERSÃO CURRICULAR: 2014/2
Microbiologia: Mikros (= pequeno) + Bio (= vida) + logos (= ciência)
INTRODUÇÃO Microbiologia: Mikros (= pequeno) + Bio (= vida) + logos (= ciência) A Microbiologia era definida, até recentemente, como a área da ciência que se dedica ao estudo dos microrganismos. Os microrganismos
ECOLOGIA BACTERIANA DA BOCA. Weyne, S.C.
ECOLOGIA BACTERIANA DA BOCA Weyne, S.C. Doenças Bucais de Maior Prevalência: Doença Cárie, Doença Periodontal e Halitose Desequilíbrios no Ecossistema dos Biofilmes O processo de colonização: aderência
Estudo de microbiomas avícolas: como a metagenômica pode ajudar?
Estudo de microbiomas avícolas: como a metagenômica pode ajudar? Dra. Adriana Giongo Coordenadora do Laboratório de Geobiologia - IPR Novembro, 2016 Agenda 1 Microbiomas - humano - aves 2 Comunidades microbianas
Micro-organismos eucariotas que nos colonizam (I)
Micro-organismos eucariotas que nos colonizam (I) As ferramentas moleculares, cada vez mais rápidas e precisas, nos permitem enxergar cada vez mais o mundo microbiano, em qualquer ambiente que ele estiver.
INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS
TÍTULO: AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA PÓS DESINFECÇÃO DE ENDOSCÓPIOS E COLONOSCÓPIOS DE UM HOSPITAL DA CIDADE DE SÃO PAULO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: BIOMEDICINA INSTITUIÇÃO:
PATOGENICIDADE BACTERIANA
PATOGENICIDADE BACTERIANA Fatores de de Virulência Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará Curso de Licenciatura Plena em
Conceitos Gerais Relação Parasita Hospedeiro. Prof. Cor
Parasitologia Humana Conceitos Gerais Relação Parasita Hospedeiro Prof. Cor Divisão da Parasitologia MICROBIOLOGIA: bactéria, fungos e vírus PARASITOLOGIA: protozoários, helmintos e artrópodes Microbiota
Alimentares no Microbioma
Impactos dos Suplementos Alimentares no Microbioma Humano Marcella Garcez Duarte, MD, MSc Microbiota Humana A composição da microbiota intestinal é essencial para a saúde e bem-estar do ser humano" Louis
21/03/2017. Microbiota Residente, Indígena ou Autóctone do Corpo Humano. Características da Microbiota Residente
Características da Microbiota Residente Interação dinâmica entre a microbiota residente e o hospedeiro. Microbiota Residente, Indígena ou Autóctone do Corpo Humano Prof. Dr. Mario Julio Avila-Campos http://www.icb.usp.br/bmm/mariojac
Aspectos microbiológicos da cárie dental. Conceitos Etiologia Profa Me. Gilcele Berber
Aspectos microbiológicos da cárie dental Conceitos Etiologia Profa Me. Gilcele Berber Perda localizada dos tecidos calcificados dos dentes, decorrentes da fermentação de carboidratos da dieta por microrganismos
Como funciona a microbiota intestinal e qual a relação entre esses microrganismos e a manutenção do peso das crianças?
Compartilhe conhecimento! 176 Shares Como funciona a microbiota intestinal e qual a relação entre esses microrganismos e a manutenção do peso das crianças? O principal motivo para que a obesidade infantil
Fisiologia é o estudo das funções e funcionamento dos organismos vivos.
Fisiologia Fisiologia é o estudo das funções e funcionamento dos organismos vivos. A fisiologia humana compreende os estudos sobre os principais sistemas presentes no organismo humano. Sistema Digestório
Microbiota Residente, Indígena ou Autóctone do Corpo Humano
Microbiota Residente, Indígena ou Autóctone do Corpo Humano Prof. Dr. Mario Julio Avila-Campos http://www.icb.usp.br/bmm/mariojac Características da Microbiota Residente Interação dinâmica entre a microbiota
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE DOCENTE: Dr. José Ribamar Silva Conceituação: D MATÉRIA ORGÂNICA. Todo material de origem vegetal ou animal que se encontre no solo independentemente de seu estado de decomposição.
Microbiologia de Alimentos
Microbiologia de Alimentos 1) Introdução à Microbiologia de Alimentos A Microbiologia de Alimentos é um ramo da biologia que estuda os microrganismos e suas atividades, envolvendo a análise das características
Valorização Clínica Achados Laboratoriais Colonização vs Infecção
Valorização Clínica Achados Laboratoriais Colonização vs Infecção 8º Seminário Prevenção e Controlo de Infecção Ermesinde 6 Junho 2017 Tiago Teixeira MD CHVNG/E GCR PPCIRA ARSN Colheita Preenchimento da
Microbiota do corpo humano. Leonardo Sokolnik de Oliveira
Microbiota do corpo humano Leonardo Sokolnik de Oliveira Definições Microbiota: Micro-organismos que colonizam o organismo, mas que não produzem doença em circunstâncias normais. Microbiota transitória:
Por que consumir alimentos Probióticos e prebióticos?
Por que consumir alimentos Probióticos e prebióticos? Na palestra será abordada a importância da ingestão de probióticos e prebióticos para o fortalecimento da saúde humana bem como a diferença entre probióticos
Na aula de hoje continuaremos a estudar as funções bioquímicas das proteínas. Boa aula!
Aula: 20 Temática: Funções bioquímicas das proteínas parte II Na aula de hoje continuaremos a estudar as funções bioquímicas das proteínas. Boa aula! 1) Mediadores e reguladores metabólicos (continuação):
Terramicina com sulfato de polimixina B. cloridrato de oxitetraciclina, sulfato de polimixina B. Pomada Tópica
Terramicina com sulfato de polimixina B cloridrato de oxitetraciclina, sulfato de polimixina B Pomada Tópica PARTE I IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO Nome: Terramicina com sulfato de polimixina B - pomada tópica.
Boca -Faringe - Esôfago - Estômago - Intestino Delgado - Intestino Grosso Reto - Ânus. Glândulas Anexas: Glândulas Salivares Fígado Pâncrea
Sistema Digestório Boca -Faringe - Esôfago - Estômago - Intestino Delgado - Intestino Grosso Reto - Ânus Glândulas Anexas: Glândulas Salivares Fígado Pâncrea A maioria dos mamíferos mastiga o alimento
Antígenos e Imunoglobulinas
Curso: farmácia Componente curricular: Imunologia Antígenos e Imunoglobulinas DEYSIANE OLIVEIRA BRANDÃO Antígenos (Ag) São estruturas solúveis ou particuladas reconhecidas pelo organismo como estranha
USO RACIONAL DOS ANTIBIÓTICOS. Prof. Dra. Susana Moreno
USO RACIONAL DOS ANTIBIÓTICOS Prof. Dra. Susana Moreno 1 Antibióticos Uma das mais importantes descobertas da medicina moderna Salva milhões de vidas ANTIBIÓTICOS BETA-LACTÂMICOS 3 Antibióticos Beta Lactâmicos
MÉTODOS DE ESTUDO DE BACTÉRIAS BUCAIS
LABORATÓRIO DE ANAERÓBIOS http://www.icb.usp.br/bmm/mariojac MÉTODOS DE ESTUDO DE BACTÉRIAS BUCAIS Prof. Dr. Mario J. Avila-Campos Para que isolar microrganismos? - Conhecer os diferentes tipos microbianos
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 9 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO COLIVET 2 000 000 UI/ml, concentrado para solução oral para suínos e aves. 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA
ESCOLA BÁSICA DE MAFRA 2016/2017 CIÊNCIAS NATURAIS (2º ciclo)
(2º ciclo) 5º ano Compreender a como um planeta especial. Compreender que o solo é um material terrestre de suporte de vida. Compreender a importância das rochas e dos minerais. Compreender a importância
Microorganismos no Rúmen: bactérias e fungos Prof. Raul Franzolin Neto FZEA/USP Campus de Pirassununga
1 Microorganismos no Rúmen: bactérias e fungos Prof. Raul Franzolin Neto FZEA/USP Campus de Pirassununga Importância 2 Biologia e ecologia da população microbiana é muito semelhante entre as espécies de
CURSO DE ODOONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14
CURSO DE ODOONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 Componente Curricular: Microbiologia Oral Código: ODO-018 Pré-requisito: Microbiologia
Roteiro da aula. Definição de farmacocinética. Processos farmacocinéticos. Aplicações da farmacocinética
Absorção AULA 1 1 Roteiro da aula Definição de farmacocinética Processos farmacocinéticos Aplicações da farmacocinética Fatores que alteram os processos farmacocinéticos Ambientais, etários e genéticos
UFRJ - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO IMPPG - INSTITUTO DE MICROBIOLOGIA PAULO DE GÓES CURSO - ODONTOLOGIA
IMPPG - CURSO - ODONTOLOGIA PROFESSOR RESPONSÁVEL Ana Paula Vieira Colombo CARGA HORÁRIA 180h PERÍODO DE REALIZAÇÃO CÓDIGO DISCIPLINA TEÓRICA LABORATÓRIOS DE PRÁTICA IMW238 Microbiologia e Imunologia O
CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE PATOLOGIA DE ORGANISMOS AQUÁTICOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CAMPUS ARAPIRACA PÓLO PENEDO CURSO: ENGENHARIA DE PESCA DISCIPLINA: PATOLOGIA DE ORGANISMOS AQUÁTICOS PROF a : TALITA ESPÓSITO CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE PATOLOGIA DE ORGANISMOS
PLANO DE DISCIPLINA. 1. Identificação: 2. Ementa: 3. Objetivo Geral: Departamento: Ciências Básicas
PLANO DE DISCIPLINA 1. Identificação: Departamento: Ciências Básicas Disciplina: Microbiologia I Cód.: FCB00010 Período Ministrado / Semestre / Ano : 2ºP/ 1ºSem/2010 Corpo Docente: Prof. Dr. Renato Varges
11/03/2018 INTRODUÇÃO A MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS ASPECTOS HISTÓRICOS. INTRODUÇÃO A MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS
INTRODUÇÃO A MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS ASPECTOS HISTÓRICOS. No Inicio, a alimentação era baseada nos abundantes recursos da natureza. O homem passou a plantar, criar animais e produzir seus alimentos.
ÍNDICE. Prefácio. Agradecimentos. Instruções para Colorir. 1 Importância dos Microrganismos para os Homens. 2 Os Primeiros Microscópios
ÍNDICE Prefácio Agradecimentos Instruções para Colorir 1 Importância dos Microrganismos para os Homens 2 Os Primeiros Microscópios 3 Geração Espontânea 4 A Teoria dos Germes como Agentes Causadores de
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO. Política Nacional de Imunização Parte 4. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO Política Nacional de Imunização Parte 4 Profª. Tatiane da Silva Campos Estamos constantemente expostos a agentes infecciosos (parasitas, bactérias, vírus e fungos). Defesa desses
CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM. Professor(a) Mayra Caires Pires
CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM Professor(a) Mayra Caires Pires IMUNOLOGIA 2016.1 O SISTEMA IMUNOLÓGICO Profa Mayra Caires Pires Histórico O que é? Sistema responsável pelo reconhecimento e pela resposta
O processo digestivo
O processo digestivo Esôfago Estômago e intestino delgado Intervenções cirúrgicas Reação enzimática Influência do processo digestivo na Microbiota Obesidade e hábitos alimentares Doenças Agudas ou Crônicas
Biologia. Transplantes e Doenças Autoimunes. Professor Enrico Blota.
Biologia Transplantes e Doenças Autoimunes Professor Enrico Blota www.acasadoconcurseiro.com.br Biologia HEREDITARIEDADE E DIVERSIDADE DA VIDA- TRANSPLANTES, IMUNIDADE E DOENÇAS AUTOIMUNES Os transplantes
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA, MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA. Antibioticos e resistência bacteriana a drogas
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA, MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA Antibioticos e resistência bacteriana a drogas Controle de população microbiana in vivo Controle do crescimento
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA II
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA II MICROBIOLOGIA: Mikros (= pequeno) + Bio (= vida) + logos (= ciência) A Microbiologia é definida, como a área da ciência que dedica - se ao estudo de microrganismos. Os
SISTEMA DIGESTÓRIO. 8º ano/ 2º TRIMESTRE Prof Graziela Costa 2017
SISTEMA DIGESTÓRIO 8º ano/ 2º TRIMESTRE Prof Graziela Costa 2017 Tubo Digestório Boca -Faringe - Esôfago - Estômago - Intestino Delgado - Intestino Grosso Reto - Ânus Glândulas Anexas: Glândulas Salivares
INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO
8º Biologia Leda Av. Mensal 15/09/16 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO 1. Verifique, no cabeçalho desta prova, se seu nome, número e turma estão corretos. 2. Esta prova contém
Iogurte x Câncer - Conheça os tipos e os principais benefícios dos iogurtes. Alimento produz anticorpos, hormônios e enzimas. Confira!
Iogurte x Câncer - Conheça os tipos e os principais benefícios dos iogurtes. Alimento produz anticorpos, hormônios e enzimas Confira! Você se considera uma pessoa apaixonada por iogurte? É daquelas que
1 colher de azeite. 1 colher de arroz. São macronutrientes as proteínas, os carboidratos e os lipídeos.
Distúrbios alimentares EXERCÍCIOS 1. (Fuvest) Uma dieta de emagrecimento atribui a cada alimento um certo número de pontos, que equivale ao valor calórico do alimento ao ser ingerido. Assim, por exemplo,
MSc. Wagner Fernando Fuck Letícia Pavoni Grasselli Drª Mariliz Gutterres
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química Departamento de Engenharia Química Laboratório de Estudos em Couro e Meio Ambiente ESTADO DA ARTE E DESENVOLVIMENTO
Agrupamento de Escolas da Benedita. CONTEÚDOS ANUAIS 2º Ciclo - 5º Ano ANO LETIVO 2017/2018 AULAS PREVISTAS
CONTEÚDOS ANUAIS 2º Ciclo - 5º Ano ANO LETIVO 2017/2018 Disciplina: Ciências Naturais AULAS CONTEÚDOS PREVISTAS 5ºA 5ºB 5ºC 5ºD 5ºE 5ºF 5ºG 1ºP 2ºP 3ºP 1ºP 2ºP 3ºP 1ºP 2ºP 3ºP 1ºP 2ºP 3ºP 1ºP 2ºP 3ºP 1ºP
Podemos dizer que existe o bom e o mau carboidrato, assim como existe o bom e o mau colesterol? Tire as suas dúvidas lento este e-book.
e-book O BOM E O MAU CARBOIDRATO SAIBA QUE TIPO DE CARBOIDRATO VOCÊ DEVE COMER. Podemos dizer que existe o bom e o mau carboidrato, assim como existe o bom e o mau colesterol? Tire as suas dúvidas lento
FBA417 - Alimentos e Nutrição II. Prebióticos, probióticos e o microbioma ao longo da vida. Christian Hoffmann USP/FCF Maio 2016.
FBA417 - Alimentos e Nutrição II Prebióticos, probióticos e o microbioma ao longo da vida. Christian Hoffmann USP/FCF Maio 2016. Atividade: revisão Atividade: revisão Lozupone et al. Nature 2012. 489:220
APP: Human Body (Male) Sistemas Humanos. Prof. Leonardo F. Stahnke. Sistema Digestório
APP: Human Body (Male) Sistemas Humanos Prof. Leonardo F. Stahnke Sistema Digestório Desempenha a função de mastigação, insalivação e deglutição; digestão; absorção de nutrientes e água; e defecação. Compreende
NANOLUX. Prof Dr.PIERRE BASMAJI. O que é NANOLUX?
NANOLUX Prof Dr.PIERRE BASMAJI O que é NANOLUX? NANOLUX: é projetado para lidar com a aparência e a saúde em sinergia usando apenas ingredientes naturais. NANOLUX: é a combinação da ciência e da natureza
Probióticos: do isolamento à formulação de novos produtos
Probióticos: do isolamento à formulação de novos produtos Profa. Elisabeth Neumann Laboratório de Ecologia e Fisiologia de Microrganismos Departamento de Microbiologia/ICB/UFMG Probióticos Micro-organismos
Aula3: Nutrição, Metabolismo e Reprodução Microbiana
Instituto Federal de Santa Catarina Câmpus Florianópolis Unidade Curricular: MICROBIOLOGIA Aula3: Nutrição, Metabolismo e Reprodução Microbiana Prof. Leandro Parussolo [email protected] Mesmas
Regulação do ph ruminal e as consequências nutricionais do ph ácido Apresentador: Carlos Guerra e Mauri Mazurek Orientação: Bárbara Scherer
Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Veterinária Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Pecuária Regulação do ph ruminal e as consequências nutricionais do ph ácido Apresentador: Carlos Guerra
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 9 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Colivet 2 000 000 UI/ml, concentrado para solução oral para suínos e aves de capoeira 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA
Bio12. Unidade 3 Imunidade e Controlo de Doenças. josé carlos. morais
Bio12 Unidade 3 e Controlo de Doenças Que desafios se colocam ao controlo de doenças? Capítulo 1.1. Defesas específicas e não específicas De que forma poderá o organismo humano defenderse das agressões
Microbiologia Básica. Aula 01 Profº Ricardo Dalla Zanna
Microbiologia Básica Aula 01 Profº Ricardo Dalla Zanna Terças (1º semestre) Quartas (2º semestre) Disciplina 1ª aula Microbiologia Básica 2ª aula Microbiologia Básica Intervalo \0/ 3ª aula Química 4ª aula
Fonte de vitamina K: Diabético pode comer mamão? Seg, 19 de Junho de :56 - Última atualização Seg, 19 de Junho de :00
Sabemos que a alimentação de diabéticos pode ser um pouco mais restrita, mas sabemos também que as frutas são boas aliadas para o bom funcionamento do organismo. Alguns alimentos são reconhecidos como
Bases ecológicas da resistência bacteriana às drogas
Bases ecológicas da resistência bacteriana às drogas Drogas antimicrobianas: mecanismo de ação Um aspecto do controle do crescimento dos microrganismos envolve a utilização de fármacos no tratamento de
Fatores que influenciam no crescimento. microbiano
Fatores que influenciam no crescimento microbiano Fatores Intrínsecos 1. Atividade da água (Aa) 2. Potencial Hidrogeniônico ph 3. Potencial de Oxido-Redução - Eh 4. Conteúdo de nutrientes 5. Constituintes
PROBIÓTICOS EM PREVENÇÃO DE INFECÇÃO: AFINAL VALE A PENA? Lourdes das Neves Miranda Hospital Geral de Pirajussara
PROBIÓTICOS EM PREVENÇÃO DE INFECÇÃO: AFINAL VALE A PENA? Lourdes das Neves Miranda Hospital Geral de Pirajussara II Controvérsias em Infecção Hospitalar - APECIH 11 de junho de 2011 Nós e eles Interação
BIOPROSPECÇÃO MICROBIANA
BIOPROSPECÇÃO MICROBIANA BIOPROSPECÇÃO MICROBIANA O Brasil, por sua grande diversidade de biomas e de ecossistemas, vasta extensão territorial e por estar nos trópicos onde se concentra a maior biodiversidade
Alterações microbianas em alimentos Wladimir Padilha da Silva
Universidade Federal de Pelotas Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos Disciplina de Princípios e Métodos de Conservação de Alimentos Alterações microbianas em alimentos Wladimir
Bases do diagnóstico bacteriológico
Bases do diagnóstico bacteriológico Prof. Cláudio Galuppo Diniz Diagnóstico clínico Sinais (mensuráveis) e sintomas (subjetivos) Origem Etiologia Natureza Diagnóstico laboratorial Identificação agentes
Moléculas Reconhecidas pelo Sistema Imune:- PAMPS e Antígenos (Ag)
Moléculas Reconhecidas pelo Sistema Imune:- PAMPS e Antígenos (Ag) PROPRIEDADES BÁSICAS DO SISTEMA IMUNE FUNÇÃO PRIMORDIAL DO SI: Manter o Equilíbrio da Composição Macromolecular Normal de Organismos Vertebrados,
ENFERMAGEM BIOSSEGURANÇA. Parte 4. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM BIOSSEGURANÇA Parte 4 Profª. Tatiane da Silva Campos Higiêne das mãos A lavagem das mãos com técnica adequada, objetiva remover mecanicamente a sujidade e a maioria da flora transitória da pele.
Patogênese das doenças bacterianas e relação bactéria-hospedeiro
Universidade Federal de Juiz de Fora Departamento de Parasitologia, Microbiologia e Imunologia Patogênese das doenças bacterianas e relação bactéria-hospedeiro Vânia Lúcia da Silva Qual a importância de
SESC - Cidadania Prof. Simone Camelo
SESC - Cidadania Prof. Simone Camelo O que é a digestão? Conjunto de reações químicas com a função de degradar o alimento, transformando-o em nutrientes. Enzimas - Amido Amilases Glicoses - Proteína Proteases
UFRJ - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO IMPPG - INSTITUTO DE MICROBIOLOGIA PAULO DE GÓES CURSO ODONTOLOGIA
UFRJ - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO IMPPG - INSTITUTO DE MICROBIOLOGIA PAULO DE GÓES CURSO ODONTOLOGIA PROFESSOR RESPONSÁVEL Ana Paula Vieira Colombo CARGA HORÁRIA 180h/ 09 CRÉDITOS PERÍODO DE
Sistema digestório. Curso Técnico em Saúde Bucal Aula disponível: SISTEMA DIGESTÓRIO. Msc. Bruno Aleixo Venturi
Sistema digestório Curso Técnico em Saúde Bucal Aula disponível: www.portaldoaluno.bdodonto.com.br SISTEMA DIGESTÓRIO Msc. Bruno Aleixo Venturi ? A digestão começa pela boca Funções Mecânica Transporte
SÍFILIS MATERIAL DE APOIO.
SÍFILIS MATERIAL DE APOIO www.hilab.com.br Segundo o Ministério da Saúde, a sífilis, em sua forma adquirida, teve um crescimento de 5.174% entre 2010 e 2015. A forma congênita, transmitida da mãe para
AULA 2 FARMACOCINÉTICA E FARMACODINÂMICA
AULA 2 FARMACOCINÉTICA E FARMACODINÂMICA FASES DA FARMACOCINÉTICA A farmacocinética pode ser separada em cinco fases essenciais: Professor: Moisés Wesley M. Pereira FARMACOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM 1.
A Relação da Dieta com Periodontia e Cárie
A Relação da Dieta com Periodontia e Cárie ::: Fonte Do Saber - Mania de Conhecimento ::: adsense1 A Relação da Dieta com Periodontia e Cárie adsense2 1- Introdução Antes de discutir o papel da dieta,
UFRJ - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO IMPPG - INSTITUTO DE MICROBIOLOGIA PAULO DE GÓES CURSO NUTRIÇÃO
PROFESSOR RESPONSÁVEL Rosangela Maria de Araújo Soares CARGA HORÁRIA 180h PERÍODO DE REALIZAÇÃO UFRJ - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO IMPPG - CURSO NUTRIÇÃO CÓDIGO DISCIPLINA TEÓRICA LABORATÓRIOS
Ruminantes. Ovinicultura e caprinicultura: Alimentação e Nutrição. Bovinos Ovinos Caprinos. Bufalos Girafas Veados Camelos Lamas
Ruminantes Ovinicultura e caprinicultura: Alimentação e Nutrição 2015, Hugo Novo e Laura Moura Anatomia e Fisiologia do Sistema Digestivo Bovinos Ovinos Caprinos Bufalos Girafas Veados Camelos Lamas Anatomia
