Média tensão Uso Geral
|
|
|
- André Filipe Gama
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Dimensionamento Os valores e capaciae e conução e correntes constantes as tabelas a seguir foram retiraos a NBR 14039/2003. No caso e cabos iretamente enterraos foi aotao uma resistiviae térmica o terreno igual a 2,5 km/w (NBR 14039). Para terrenos úmios e estáveis, isto é, que mantêm um conteúo mínimo e umiae mesmo quano submetios a graientes térmicos elevaos, geraos pelo aquecimento os cabos, poe ser utilizao o fator e correção para resistiviae térmica o terreno igual a 1km/W. Para terrenos secos poe ser aplicao o fator e correção para 1,5km/W. FATORE DE CORREÇÃO DA CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE. Nas tabelas e capaciae e conução e corrente, assumimos eterminaas conições e instalação e e temperatura ambiente que abrangem a grane maioria e maneiras e instalar cabos e méia tensão. Contuo, se as conições reais forem iferentes aquelas aotaas, torna-se necessário corrigir o valor a capaciae e conução e corrente através e fatores, que evem ser aplicaos aos valores tabelaos. Basicamente, ois fatores e correção são suficientes nas instalações normais: Fator e correção para temperatura ambiente (f t ) iferente a consieraa. Fator e correção evio ao agrupamento e (f a ) cabos. A seguir, apresentamos tabelas e fatores e correção para iversos valores e temperatura ambiente, e para várias conições e agrupamento e cabos. Nota: No caso e circuitos com mais e um cabo por fase, recomena-se aotar uma isposição geométrica tal, que minimize o esequilíbrio e impeância os cabos e uma mesma fase. 1
2 FATORE DE CORREÇÃO DA CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA cabos linha fatores f t para temperatura ambiente iferente a consieraa Eprotenax Compact, subterrânea 1,00 0,96 0,93 0,89 0,85 0,80 0,76 Eprotenax e Voltalene não subterrânea 1,08 1,04 1,00 0,96 0,91 0,87 0,82 subterrânea 1,00 0,97 0,94 0,91 0,87 0,84 0,80 Eprotenax Compact 105 não subterrânea 1,06 1,03 1,00 0,97 0,93 0,89 0,86 FATORE DE AGRUPAMENTO EM FUNÇÃO DO AGRUPAMENTO maneiras e instalar fatores e correção multiplicar os fatores pelos valores e cap. e conução e corrente aos nas colunas* banejas páginas 2 e 3/29 I - II - III ao ar livre canaletas calculaas conforme métoo ao nas páginas 5, 6, 7 e 8/29 I - II - III no solo banco e utos página 4/29 X - XI - XII iretamente enterraos página 4/29 XIII - XIV - XV (*) Tabelas as páginas 9, 10, 11 e 12/29. FATORE DE AGRUPAMENTO INTALAÇÕE AO AR LIVRE CABO UNIPOLARE EM PLANO Agrupamento e cabos em sistemas trifásicos, instalaos em ambientes abertos e ventilaos. Estes valores são válios, ese que os cabos mantenham as isposições e instalação propostas. instalação em banejas (*) número e ternas número e banejas fatores e correção (f a ) 1 1 0,97 0,96 2 0,97 0,94 0,93 3 0,96 0,93 0,92 6 0,94 0,91 0,90 multiplicar pelos valores a coluna instalação vertical 0,94 0,91 0,89 I casos one não há necessiae e correção No caso e instalações em plano, aumentano-se a istância entre os cabos reuz-se o aquecimento mútuo. Entretanto, simultaneamente, aumentam-se as peras nas blinagens metálicas. Por isso torna-se impossível ar inicação sobre as isposições para as quais não há necessiae e fator e correção. (*) Nas instalações em banejas, consiera-se o número e sistemas ou cabos por baneja. NBR 14039/ Tabela 34. 2
3 FATORE EM FUNÇÃO DO AGRUPAMENTO INTALAÇÕE AO AR LIVRE CABO UNIPOLARE EM TRIFÓLIO Agrupamento e cabos em sistemas trifásicos, instalaos em ambientes abertos e ventilaos. Estes valores são válios, ese que os cabos mantenham as isposições e instalação propostas. instalação em banejas (*) 2 2 número e ternas número e banejas fatores e correção (f a ) 1 1 0,98 0, ,95 0, ,94 0, ,93 0,90 multiplicar pelos valores a coluna instalação vertical ,93 0,90 II casos one não há necessiae e correção número qualquer e ternas 2 (*) Nas instalações em banejas, consiera-se o número e sistemas ou cabos por baneja. NBR 14039/ Tabela 35. CABO TRIPOLARE Agrupamento e cabos em sistemas trifásicos, instalaos em ambientes abertos e ventilaos. Estes valores são válios, ese que os cabos mantenham as isposições e instalação propostas. instalação em banejas (*) número e ternas número e banejas fatores e correção (f a ) 1 1 0,98 0,96 0,93 0, ,95 0,93 0,90 0, ,94 0,92 0,89 0, ,93 0,90 0,87 0,86 multiplicar pelos valores a coluna instalação vertical 1 0,93 0,90 0,87 0,87 III casos one não há necessiae e correção 2 2 número qualquer e cabos (*) Nas instalações em banejas, consiera-se o número e sistemas ou cabos por baneja. NBR 14039/ Tabela 36. 3
4 FATORE EM FUNÇÃO DO AGRUPAMENTO INTALAÇÕE NO OLO EM BANCO DE DUTO multiplicar pelos valores a coluna X 76 cm 76 cm 68 cm 76 cm 68 cm 68 cm até seção 95 mm 2 inclusive 1,00 0,90 0,82 acima e 95 mm 2 1,00 0,87 0,77 multiplicar pelos valores a coluna XI 76 cm 76 cm 76 cm até seção 95 mm 2 inclusive 0,91 0,85 0,79 acima e 95 mm 2 0,88 0,81 0,73 multiplicar pelos valores a coluna XII 76 cm 76 cm 76 cm até seção 95 mm 2 inclusive 0,91 0,85 0,79 acima e 95 mm 2 0,88 0,81 0,73 (*) Nas instalações em banejas, consiera-se o número e sistemas ou cabos por baneja. NBR 14039/ Tabela 37. DIRETAMENTE ENTERRADO multiplicar pelos valores a coluna XIII (A ou B) 90 cm 90 cm 90 cm até seção 95 mm 2 inclusive 1,00 0,87 0,80 acima e 95 mm 2 1,00 0,85 0,78 multiplicar pelos valores a coluna XIV (A ou B) 90 cm 90 cm 90 cm até seção 95 mm 2 inclusive 0,86 0,79 0,71 acima e 95 mm 2 0,83 0,76 0,67 multiplicar pelos valores a coluna XV (A ou B) 90 cm 90 cm 90 cm até seção 95 mm 2 inclusive 0,86 0,79 0,71 acima e 95 mm 2 0,83 0,76 0,67 (*) Nas instalações em banejas, consiera-se o número e sistemas ou cabos por baneja. NBR 14039/ Tabela 38. 4
5 FATOR DE CORREÇÃO PARA CABO EM CANALETA MÉTODO DE CÁLCULO DO FATOR DE CORREÇÃO PARA CABO INTALADO EM CANALETA Nas tabelas e capaciae e conução e corrente (colunas IV, V e VI), foram fixaas para efeito e cálculo eterminaas conições e instalação como: imensões a canaleta e agrupamentos os cabos. A alteração e uma ou uas essas conições e instalação poerá implicar num acréscimo e temperatura na canaleta, iferente o consierao em tabela. O acréscimo e temperatura evio as peras nos cabos por efeito joule e capacitivo, nos possibilita eterminar o fator e correção f c, que everá corrigir a capaciae e conução e corrente para as novas conições. Nas circunstâncias acima mencionaas evemos, quano necessário, corrigir a capaciae e conução e corrente aplicano os seguintes fatores e correção: fator e correção (f c ) fator e correção por agrupamento (f a ) fator e correção por temperatura ambiente (f t ) Esses fatores e correção everão, neste caso, ser aplicaos aos valores as colunas I, II e III constantes nas tabelas e capaciae e conução e corrente. FATOR DE CORREÇÃO PARA CABO EM CANALETA PERDA DE POTÊNCIA NO CABO E CÁLCULO DO FATOR DE CORREÇÃO (fc ) A pera total (W tot ), em um cabo e potência correspone à soma as peras por efeito joule (W j ) geraas no conutor e na blinagem e as peras no ielétrico (W ). Assim temos as expressões: W tot = W j + W (em W/km) W j = R ca. I n 2 W = (U o 2. tgδ) X c O fator f c é calculao a partir o acréscimo e tempertaura no interior a canaleta. Assim temos: T = (W tot ) 3 p (em C) f c = T c - T a - T T c - T a 5
6 FATOR DE CORREÇÃO PARA CABO EM CANALETA IMBOLOGIA W tot - pera total e potência no cabo (W/km) W j - peras por efeito joule geraas no conutor e na blinagem (W/km) W - peras no ielétrico (W/km) R ca *- parte real a impeância e linha cujos valores são tabelaos no capítulo Paramêtros Elétricos (W/km) I n - corrente nominal a ser transportaa pelo cabo (A) U o - tensão fase-terra o sistema (V) tgδ - fator e peras no ielétrico (ver valores abaixo) X c - reatância capacitiva cujos valores são tabelaos no capítulo Paramêtros Elétricos (W. km) T- acréscimo e temperatura na canaleta, evio às peras no cabo ( C) p- perímetro enterrao na canaleta (m) f c - fator e correção a capaciae e conução e corrente evio ao acréscimo e temperatura na canaleta T c - máxima temperatura amissível no conutor em regime normal e operação ( C) T a - máxima temperatura ambiente a canaleta, antes a energização os cabos ( C) * Nota: Lembramos que os valores já incluem o efeito e circulação e corrente na blinagem metálica e, seno assim, quano multiplicaos por I n 2 fornecem as peras geraas no conutor e na blinagem. Valores e tgδ para cabos isolaos em EPR e XLPE: EPR - 0,040 XLPE - 0,008 FATOR DE CORREÇÃO PARA CABO EM CANALETA EXEMPLO DE DIMENIONAMENTO uponhamos uma instalação e cabos em canaleta, a uma temperatura ambiente máxima e 35 C e que compreena 6 circuitos trifásicos ispostos conforme croquis abaixo: 2 2 E 2 0,7 m A B F C D 2 1,0 m 6
7 FATOR DE CORREÇÃO PARA CABO EM CANALETA DECRIÇÃO DO CIRCUITO circuito tensão o sistema corrente (I n ) a transportar (A) cabo a ser utilizao (kv) A 13,8 180 Eprotenax 8,7/ 15kV - Unipolar B 13,8 400 Eprotenax 8,7/ 15kV - Unipolar C 13,8 200 Eprotenax 8,7/ 15kV - Unipolar D 34,5 160 Eprotenax 20/ 35kV - Unipolar E 13,8 2 x 120 Voltalene 8,7/ 15kV - Unipolar F 13,8 80 Voltalene 8,7/ 15kV - Unipolar EQÜÊNCIA DE CÁLCULO 1. Aote, inicialmente, uma seção consultano as tabelas e capaciae e conução e corrente (colunas I, II ou III) e caa cabo. Por praticiae, aote uma seção superior em 2 ou 3 à correponente à corrente nominal (I n ). circuito I n (A) seção aotaa corrente máxima amissível (A) parâmetros elétricos R ca X c tgδ A * 0,251 9,632 0,040 B * 0,103 6,780 0,040 C * 0,347 10,757 0,040 D * 0,348 17,244 0,040 E ** 0,495 13,678 0,008 F ** 0,670 14,866 0,008 (*) Tabela e capaciae e conução e corrente - Coluna I (**) Tabela e capaciae e conução e corrente - Coluna II 2. Consulte a tabela e Parâmetros Elétricos que etermina para caa cabo os valores e R ca e X c. 3. Calcule as peras por efeito joule. W jtot = ΣR ca. I n 2 W jtot = 3x0,251x x0,103x x0,347x x0,348x x 3x0,495x x0,670x80 2 W jtot = W/km 7
8 4. Calcule as peras por feito capacitivo. W tot = Σ (U o2. tgδ) X c seno U o1 = e U o2 = 3 3 W tot = ( ) ( ) ,04 0,04 0,04 0,008 0,008 ( )2.3 0, W tot = W/km W tot = = W/km 5. Determine o acréscimo e temperatura no interior a canaleta evio às peras nos cabos. W tot T = seno p = 2. 0,7 + 1,0 = 2,4m 3 p T= ,4 T = 28,3 C 6. Calcule o fator e correção (f c ). f c = T c - T a - T T c - T a f c = , f c = 0,697 Eprotenax e Voltalene 7. Determine o fator e correção em função a temperatura ambiente (f t ). 8. Determine o fator e correção em função o agrupamento (f a ). Os circuitos A, B, C e D estão instalaos em banejas (cabos unipolares em plano) e possuem 2 ternas por baneja (f a = 0,94). Os circuitos E e F, em trifólio, estão instalaos na vertical e são consieraas 3 ternas (f a = 0,90). 9. Multiplique a corrente máxima amissível pelos fatores e correção. 10. Compare os valores a corrente corrigia (última coluna) com os valores a corrente nominal (seguna coluna). Os circuitos B e C apresentam ótimos resultaos, enquanto os circuitos A, D, E e F poerão ser refeitos tentano-se seções menores. QUADRO REUMO circuito I n (A) seção aotaa corrente máxima amissível (A) f c f t f a corrente corrigia (A) A ,697 0,96 0, B ,697 0,96 0, C ,697 0,96 0, D ,697 0,96 0, E ,697 0,96 0, F ,697 0,96 0,
9 CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE CORRENTE MÁXIMA ADMIÍVEI POR CONDUTOR AO AR LIVRE seção nominal temperatura no conutor: 105 C temperatura ambiente: 30 C e m banejas em canaletas em eletroutos ( *) I II III IV V VI VII VIII IX 3 cabos 3 cabos 1 3 cabos 3 cabos 1 3 cabos 3 cabos 1 unipolares unipolares cabo unipolares unipolares cabo unipolares unipolares cabo em plano em trifólio tripolar em plano em trifólio tripolar em plano em trifólio tripolar 50 cm 50 cm 50 cm 50 cm 50 cm 50 cm EPROTENAX COMPACT 105 DE 3,6/6 kv A 8,7/15 kv EPROTENAX COMPACT 105 DE 12/20 kv A 20/35 kv (*) Eletroutos não-metálicos. NBR 14039/ Tabela 30. 9
10 CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE CORRENTE MÁXIMA ADMIÍVEI POR CONDUTOR NO OLO seção nominal temperatura no conutor: 105 C resistiviae térmica o terreno: coluna a: 2,5 K.m/W temperatura ambiente: 20 C coluna b: 1,0 K.m/W fator e carga: 100% banco e utos: 1,2 K.m/W em banco e utos (s) iretamente enterrao X XI XII XIII XIV XV 1 cabo 3 cabos 1 1 cabo 3 cabos unipolares 3 cabos unipolares unipolar unipolares cabo tripolar em plano em trifólio por uto em trifólio tripolar em plano no uto no uto coluna a coluna b coluna a coluna b coluna a coluna b 76 cm 13 cm 76 cm 13 cm EPROTENAX COMPACT 105 DE 3,6/6 kv A 8,7/15 kv EPROTENAX COMPACT 105 DE 12/20 kv A 20/35 kv 76 cm 13 cm 90 cm cm 90 cm NBR 14039/ Tabela
11 CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE CORRENTE MÁXIMA ADMIÍVEI POR CONDUTOR AO AR LIVRE seção nominal temperatura no conutor: 90 C temperatura ambiente: 30 C em banejas em canaletas em eletroutos (*) I II III IV V VI VII VIII IX 3 cabos 3 cabos 1 3 cabos 3 cabos 1 3 cabos 3 cabos 1 unipolares unipolares cabo unipolares unipolares cabo unipolares unipolares cabo em plano em trifólio tripolar em plano em trifólio tripolar em plano em trifólio tripolar 50 cm 50 cm 50 cm 50 cm 50 cm 50 cm EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE DE 3,6/6 kv A 8,7/15 kv EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE DE 12/20 kv A 20/35 kv (*) Eletroutos não-metálicos. NBR 14039/ Tabela
12 CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE CORRENTE MÁXIMA ADMIÍVEI POR CONDUTOR NO OLO seção nominal temperatura no conutor: 90 C resistiviae térmica o terreno: coluna A: 2,5 K. m/w temperatura ambiente: 20 C coluna B: 1,0 K. m/w fator e carga: 100% banco e utos: 1,2 K. m/w em banco e utos (s) iretamente enterrao X XI XII XIII XIV XV 1 cabo 3 cabos 1 1 cabo 3 cabos unipolares 3 cabos unipolares unipolar unipolares cabo tripolar em plano em trifólio por uto em trifólio tripolar em plano no uto no uto coluna a coluna b coluna a coluna b coluna a coluna b 76 cm 13 cm 76 cm EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE DE 3,6/6 kv A 8,7/15 kv EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE DE 12/20 kv A 20/35 kv NBR 14039/ Tabela cm 76 cm 13 cm 90 cm 90 cm 90 cm 12
13 CORRENTE DE CURTO-CIRCUITO NA BLINDAGEM Este capítulo tem por finaliae possibilitar a eterminação a operabiliae e um cabo sob conições e curto-circuito, limitaa pelo fluxo e correntes e falha através a blinagem metálica o cabo. Essa eterminação e operabiliae consiste no cálculo o tempo máximo que uma blinagem metálica poe ser submetia a uma eterminaa corrente e curto-circuito à terra, sem anos para a isolação e cobertura e proteção. CONIDERAÇÕE TÉCNICA Uma fórmula foi esenvolvia para o cálculo a corrente e curto-circuito em blinagem e cobre, aplicaa sob a forma e fios ou fitas. É baseaa na energia térmica armazenaa na blinagem metálica e no limite máximo e temperatura amitia pela isolação ou pela cobertura, com a hipótese e que o intervalo e tempo para o fluxo e corrente seja tão pequeno que o calor esenvolvio urante o curto-circuito fica contio na blinagem. A temperatura máxima e curto-circuito para cabos com cobertura e polietileno ou PVC é e 200ºC. A seção efetiva a blinagem encontra-se inicaa na tabela e Daos Construtivos. FÓRMULA IMPLIFICADA A fórmula apresentaa poe ser simplificaa, uma vez fixaas as temperaturas em regime contínuo (T 1 ) e em curto-circuito (T 2 ). A tabela abaixo apresenta fórmulas simplificaas. Cumpre assinalar que, no caso e cabos tripolares com blinagem a fios e cobre, a corrente e retorno em um curto-circuito unipolar circulará pelas blinagens os três conutores, portanto os valores aos poem, neste caso, ser multiplicaos por três. IMBOLOGIA = seção efetiva e blinagem t = tempo e uração o curto-circuito (s) T 1 = temperatura e operação a blinagem (ºC) T 2 = temperatura e curto-circuito a blinagem (ºC) β = 234,5 = temperatura euzia para resistência ôhmica a blinagem nula (ºC abaixo e zero) K = parâmetro função as características o material a blinagem Fórmula básica: ( I )2.t = log T 2 + β Referências: ICEA P e IEC 949 T 1 + β tipo e cabo T 1 ( C) T 2 ( C) fórmula simplificaa Eprotenax Compact Eprotenax Voltalene Eprotenax Compact I t = 122, I t =
14 PARÂMETRO ELÉTRICO Na análise e circuitos elétricos faz-se necessário o conhecimento e alguns parâmetros elétricos os cabos que apresentamos a seguir. Esses parâmetros por fase são: Rcc -resistência ôhmica máxima em cc Rca - resistência em ca X L - reatância inutiva X c -reatância capacitiva Os valores e Rcc foram extraíos a NBR NM 280 classe e encoroamento 2 e se referem à temperatura e 20ºC. Os parâmetros Rca, X L e X c são válios para cabos aplicaos em sistemas trifásicos, simétricos e equilibraos, na freqüência e 60Hz. O parâmetro Rca foi calculao para a temperatura máxima permitia pela isolação o cabo em regime contínuo. Os valores e Rca e X L, que epenem a maneira e instalar os cabos, são os componentes a impeância série a linha. A parte real a impeância é representaa por Rca e a parte imaginária por X L. Foi também consierao no cálculo e Rca e X L o efeito a circulação e correntes pelas blinagens, pois a maior parte as instalações e cabos e potência e méia tensão têm a blinagem aterraa em ois ou mais pontos. O parâmetro X c, reatância capacitiva, é consierao entre fase-terra (conutor-blinagem). 14
15 PARÂMETRO ELÉTRICO seção nominal Rcc máxima em CC à 20 C Xc unipolar D tripolar s = 2D s = 13 cm s= trifólio banco e utos R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km ) (Ω.km) EPROTENAX COMPACT 105-3,6/6 kv 10 1, ,447 0,247 2,459 0,357 2,464 0,389 2,443 0,178 2,461 0,381 2,442 0, , ,540 0,235 1,551 0,341 1,556 0,373 1,536 0,165 1,553 0,364 1,534 0, , ,976 0,223 0,986 0,324 0,991 0,356 0,971 0,154 0,988 0,348 0,970 0, , ,705 0,215 0,715 0,311 0,719 0,343 0,701 0,145 0,716 0,334 0,700 0, , ,522 0,206 0,531 0,298 0,534 0,330 0,518 0,137 0,533 0,321 0,517 0, , ,363 0,200 0,372 0,285 0,376 0,317 0,359 0,130 0,373 0,309 0,358 0, , ,263 0,194 0,271 0,274 0,275 0,306 0,260 0,125 0,273 0,297 0,259 0, , ,210 0,190 0,217 0,265 0,221 0,297 0,207 0,120 0,219 0,288 0,206 0, , ,172 0,186 0,178 0,257 0,182 0,289 0,168 0,117 0,179 0,280 0,168 0, , ,139 0,183 0,144 0,249 0,148 0,281 0,135 0,114 0,146 0,273 0,135 0, , ,107 0,181 0,112 0,239 0,116 0,271 0,105 0,111 0,114 0,263 0,104 0, , ,087 0,178 0,092 0,231 0,095 0,263 0,085 0,109 0,093 0,254 0,085 0, , ,070 0,174 0,074 0,220 0,077 0,252 0,069 0,105 0,075 0,243 0,069 0, , ,057 0,172 0,060 0,212 0,063 0,244 0,056 0,102 0,061 0,235 EPROTENAX COMPACT 105-6/10 kv 16 1, ,540 0,235 1,551 0,341 1,556 0,373 1,536 0,165 1,553 0,364 1,534 0, , ,976 0,223 0,986 0,324 0,991 0,356 0,971 0,154 0,988 0,348 0,970 0, , ,705 0,215 0,715 0,311 0,719 0,343 0,701 0,145 0,716 0,334 0,700 0, , ,522 0,206 0,531 0,298 0,534 0,330 0,518 0,137 0,533 0,321 0,517 0, , ,363 0,200 0,372 0,285 0,376 0,317 0,359 0,130 0,373 0,309 0,358 0, , ,263 0,194 0,271 0,274 0,275 0,306 0,260 0,125 0,273 0,297 0,259 0, , ,210 0,190 0,217 0,265 0,221 0,297 0,207 0,120 0,219 0,288 0,206 0, , ,172 0,186 0,178 0,257 0,182 0,289 0,168 0,117 0,179 0,280 0,168 0, , ,139 0,183 0,144 0,249 0,148 0,281 0,135 0,114 0,146 0,273 0,135 0, , ,107 0,181 0,112 0,239 0,116 0,271 0,105 0,111 0,114 0,263 0,104 0, , ,087 0,178 0,092 0,231 0,095 0,263 0,085 0,109 0,093 0,254 0,085 0, , ,070 0,174 0,074 0,220 0,077 0,252 0,069 0,105 0,075 0,243 0,069 0, , ,057 0,172 0,060 0,212 0,063 0,244 0,056 0,102 0,061 0,235 15
16 PARÂMETRO ELÉTRICO seção nominal Rcc máxima em CC à 20 C Xc unipolar D tripolar s = 2D s = 13 cm s= trifólio banco e utos R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km ) (Ω.km ) EPROTENAX COMPACT 105-8,7/15 kv 16 1, ,540 0,244 1,550 0,341 1,554 0,373 1,536 0,174 1,552 0,364 1,534 0, , ,976 0,228 0,986 0,324 0,990 0,356 0,971 0,158 0,987 0,348 0,970 0, , ,705 0,219 0,714 0,311 0,718 0,343 0,701 0,149 0,716 0,334 0,700 0, , ,522 0,210 0,531 0,298 0,535 0,330 0,518 0,141 0,532 0,321 0,517 0, , ,363 0,204 0,371 0,285 0,375 0,318 0,359 0,134 0,373 0,309 0,358 0, , ,263 0,197 0,271 0,274 0,275 0,306 0,260 0,128 0,272 0,297 0,259 0, , ,210 0,193 0,217 0,265 0,221 0,297 0,206 0,124 0,218 0,288 0,206 0, , ,172 0,189 0,178 0,257 0,182 0,289 0,168 0,120 0,179 0,280 0,168 0, , ,139 0,186 0,144 0,249 0,148 0,281 0,135 0,117 0,145 0,273 0,135 0, , ,107 0,185 0,112 0,239 0,115 0,271 0,104 0,115 0,113 0,263 0,104 0, , ,087 0,182 0,091 0,231 0,095 0,263 0,085 0,112 0,092 0,254 0,085 0, , ,070 0,178 0,074 0,220 0,077 0,252 0,068 0,108 0,075 0, , ,057 0,175 0,060 0,212 0,062 0,244 0,056 0,105 0,061 0,235 EPROTENAX COMPACT /20 kv 16 1, ,540 0,257 1,548 0,341 1,552 0,373 1,535 0,187 1,549 0,364 1,534 0, , ,975 0,241 0,984 0,324 0,998 0,357 0,971 0,172 0,985 0,348 0,970 0, , ,705 0,226 0,713 0,311 0,717 0,343 0,701 0,157 0,715 0,334 0,700 0, , ,522 0,218 0,530 0,298 0,534 0,330 0,518 0,149 0,531 0,321 0,517 0, , ,363 0,210 0,370 0,286 0,374 0,318 0,359 0,141 0,372 0,309 0,358 0, , ,263 0,204 0,270 0,274 0,274 0,306 0,259 0,135 0,271 0,297 0,259 0, , ,210 0,199 0,216 0,265 0,220 0,297 0,206 0,130 0,217 0,288 0,206 0, , ,172 0,195 0,177 0,257 0,181 0,289 0,168 0,126 0,178 0,280 0,167 0, , ,139 0,191 0,144 0,249 0,147 0,281 0,135 0,122 0,145 0,273 0,135 0, , ,107 0,190 0,111 0,239 0,115 0,271 0,104 0,120 0,112 0,263 0,104 0, , ,087 0,186 0,091 0,231 0,094 0,263 0,085 0,117 0,092 0, , ,070 0,182 0,073 0,220 0,076 0,252 0,068 0,112 0,074 0, , ,057 0,179 0,059 0,212 0,062 0,244 0,055 0,109 0,060 0,235 16
17 PARÂMETRO ELÉTRICO seção nominal Rcc máxima em CC à 20 C Xc unipolar D tripolar s = 2D s = 13 cm s= trifólio banco e utos R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km ) (Ω.km ) EPROTENAX COMPACT /25 kv 35 0, ,705 0,242 0,711 0,311 0,715 0,343 0,700 0,172 0,712 0,335 0,700 0, , ,522 0,228 0,528 0,298 0,532 0,330 0,518 0,159 0,530 0,321 0,517 0, , ,363 0,220 0,369 0,286 0,373 0,318 0,359 0,151 0,371 0,309 0,358 0, , ,263 0,213 0,269 0,274 0,272 0,306 0,259 0,144 0,270 0,297 0,259 0, , ,210 0,208 0,215 0,265 0,219 0,297 0,206 0,138 0,216 0,288 0,205 0, , ,171 0,203 0,176 0,257 0,180 0,289 0,168 0,134 0,177 0, , ,138 0,199 0,143 0,249 0,146 0,281 0,135 0,130 0,144 0, , ,107 0,192 0,111 0,239 0,115 0,271 0,104 0,123 0,112 0, , ,087 0,189 0,091 0,231 0,094 0,263 0,084 0,119 0,092 0, , ,070 0,184 0,073 0,220 0,076 0,252 0,068 0,114 0,074 0, , ,057 0,181 0,059 0,212 0,062 0,244 0,055 0,111 0,060 0,235 EPROTENAX COMPACT /35 kv 50 0, ,522 0,243 0,527 0,298 0,530 0,330 0,518 0,174 0,528 0, , ,363 0,231 0,368 0,286 0,372 0,318 0,359 0,162 0,369 0, , ,263 0,223 0,268 0,274 0,271 0,306 0,259 0,154 0,269 0, , ,210 0,218 0,214 0,265 0,217 0,297 0,206 0,148 0,215 0, , ,171 0,213 0,175 0,257 0,178 0,289 0,168 0,143 0,176 0, , ,138 0,204 0,142 0,249 0,146 0,281 0,135 0,134 0,143 0, , ,107 0,199 0,110 0,239 0,114 0,271 0,104 0,129 0,111 0, , ,087 0,195 0,090 0,231 0,093 0,263 0,084 0,125 0,091 0, , ,070 0,190 0,072 0,220 0,075 0,252 0,068 0,120 0,073 0, , ,057 0,186 0,059 0,212 0,062 0,244 0,055 0,117 0,059 0,235 17
18 PARÂMETRO ELÉTRICO seção nominal Rcc máxima em CC à 20 C Xc unipolar D tripolar s = 2D s = 13 cm s= trifólio banco e utos R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km ) (Ω.km ) EPROTENAX COMPACT - 3,6/6 kv 10 1, ,339 0,245 2,351 0,357 2,356 0,389 2,335 0,176 2,353 0,381 2,334 0, , ,472 0,234 1,484 0,341 1,488 0,373 1,468 0,164 1,485 0,364 1,467 0, , ,933 0,222 0,943 0,324 0,948 0,356 0,928 0,153 0,945 0,348 0,927 0, , ,674 0,214 0,684 0,311 0,688 0,343 0,670 0,144 0,686 0,334 0,669 0, , ,499 0,206 0,508 0,298 0,513 0,330 0,495 0,137 0,510 0,321 0,494 0, , ,348 0,200 0,356 0,285 0,360 0,317 0,344 0,130 0,358 0,309 0,343 0, , ,252 0,194 0,260 0,274 0,264 0,306 0,248 0,125 0,261 0,297 0,248 0, , ,201 0,190 0,208 0,265 0,212 0,297 0,198 0,120 0,210 0,288 0,197 0, , ,164 0,186 0,171 0,257 0,175 0,289 0,161 0,117 0,172 0,280 0,160 0, , ,133 0,183 0,139 0,249 0,143 0,281 0,130 0,114 0,140 0,273 0,129 0, , ,103 0,181 0,108 0,239 0,112 0,271 0,100 0,111 0,109 0,263 0,100 0, , ,084 0,178 0,088 0,231 0,092 0,263 0,082 0,109 0,089 0,254 0,082 0, , ,068 0,174 0,071 0,220 0,075 0,252 0,066 0,105 0,072 0,243 0,066 0, , ,055 0,172 0,058 0,212 0,061 0,244 0,054 0,102 0,059 0,235 EPROTENAX COMPACT - 6/10 kv 16 1, ,472 0,234 1,484 0,341 1,488 0,373 1,468 0,164 1,485 0,364 1,467 0, , ,933 0,222 0,943 0,324 0,948 0,356 0,928 0,153 0,945 0,348 0,927 0, , ,674 0,214 0,684 0,311 0,688 0,343 0,670 0,144 0,686 0,334 0,669 0, , ,499 0,206 0,508 0,298 0,513 0,330 0,495 0,137 0,510 0,321 0,494 0, , ,348 0,200 0,356 0,285 0,360 0,317 0,344 0,130 0,358 0,309 0,343 0, , ,252 0,194 0,260 0,274 0,264 0,306 0,248 0,125 0,261 0,297 0,248 0, , ,201 0,190 0,208 0,265 0,212 0,297 0,198 0,120 0,210 0,288 0,197 0, , ,164 0,186 0,171 0,257 0,175 0,289 0,161 0,117 0,172 0,280 0,160 0, , ,133 0,183 0,139 0,249 0,143 0,281 0,130 0,114 0,140 0,273 0,129 0, , ,103 0,181 0,108 0,239 0,112 0,271 0,100 0,111 0,109 0,263 0,100 0, , ,084 0,178 0,088 0,231 0,092 0,263 0,082 0,109 0,089 0,254 0,082 0, , ,068 0,174 0,071 0,220 0,075 0,252 0,066 0,105 0,072 0,243 0,066 0, , ,055 0,172 0,058 0,212 0,061 0,244 0,054 0,102 0,059 0,235 18
19 PARÂMETRO ELÉTRICO seção nominal Rcc máxima em CC à 20 C Xc unipolar D tripolar s = 2D s = 13 cm s= trifólio banco e utos R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km ) (Ω.km ) EPROTENAX COMPACT - 8,7/15 kv 16 1, ,472 0,243 1,482 0,341 1,487 0,373 1,468 0,173 1,484 0,364 1,467 0, , ,933 0,227 0,943 0,324 0,947 0,356 0,928 0,157 0,944 0,348 0,927 0, , ,674 0,219 0,683 0,311 0,688 0,343 0,670 0,149 0,685 0,334 0,669 0, , ,499 0,210 0,508 0,298 0,512 0,330 0,495 0,141 0,509 0,321 0,494 0, , ,348 0,204 0,355 0,285 0,360 0,318 0,344 0,134 0,357 0,309 0,343 0, , ,252 0,197 0,259 0,274 0,263 0,306 0,248 0,128 0,261 0,297 0,247 0, , ,201 0,193 0,208 0,265 0,212 0,297 0,197 0,124 0,209 0,288 0,197 0, , ,164 0,189 0,170 0,257 0,174 0,289 0,161 0,120 0,172 0,280 0,160 0, , ,133 0,186 0,138 0,249 0,142 0,281 0,130 0,117 0,140 0,273 0,129 0, , ,103 0,185 0,107 0,239 0,111 0,271 0,100 0,115 0,109 0,263 0,100 0, , ,084 0,182 0,088 0,231 0,091 0,263 0,081 0,112 0,089 0,254 0,081 0, , ,068 0,178 0,071 0,220 0,074 0,252 0,066 0,108 0,072 0, , ,055 0,175 0,058 0,212 0,061 0,244 0,054 0,105 0,059 0,235 EPROTENAX COMPACT - 12/20 kv 16 1, ,472 0,257 1,480 0,341 1,484 0,373 1,467 0,187 1,482 0,364 1,467 0, , ,933 0,241 0,941 0,324 0,945 0,357 0,928 0,172 0,942 0,348 0,927 0, , ,674 0,226 0,682 0,311 0,686 0,343 0,670 0,157 0,684 0,334 0,669 0, , ,499 0,218 0,507 0,298 0,511 0,330 0,495 0,149 0,508 0,321 0,494 0, , ,347 0,210 0,355 0,286 0,359 0,318 0,343 0,141 0,356 0,309 0,343 0, , ,252 0,204 0,258 0,274 0,262 0,306 0,248 0,135 0,260 0,297 0,247 0, , ,201 0,199 0,207 0,265 0,211 0,297 0,197 0,130 0,208 0,288 0,197 0, , ,164 0,195 0,170 0,257 0,173 0,289 0,161 0,126 0,171 0,280 0,160 0, , ,133 0,191 0,138 0,249 0,141 0,281 0,129 0,122 0,139 0,273 0,129 0, , ,103 0,190 0,107 0,239 0,110 0,271 0,100 0,120 0,108 0,263 0,099 0, , ,084 0,186 0,087 0,231 0,091 0,263 0,081 0,117 0,088 0, , ,068 0,182 0,070 0,220 0,074 0,252 0,066 0,112 0,071 0, , ,055 0,179 0,057 0,212 0,060 0,244 0,054 0,109 0,058 0,235 19
20 PARÂMETRO ELÉTRICO seção nominal Rcc máxima em CC à 20 C Xc unipolar D tripolar s = 2D s = 13 cm s= trifólio banco e utos R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km ) (Ω.km ) EPROTENAX COMPACT - 15/25 kv 35 0, ,674 0,242 0,680 0,311 0,684 0,343 0,670 0,172 0,682 0,335 0,669 0, , ,499 0,228 0,506 0,298 0,509 0,330 0,495 0,159 0,507 0,321 0,494 0, , ,347 0,220 0,353 0,286 0,357 0,318 0,343 0,151 0,355 0,309 0,343 0, , ,252 0,213 0,257 0,274 0,261 0,306 0,248 0,144 0,259 0,297 0,247 0, , ,201 0,208 0,206 0,265 0,210 0,297 0,197 0,138 0,207 0,288 0,196 0, , ,164 0,203 0,169 0,257 0,172 0,289 0,161 0,134 0,170 0, , ,133 0,199 0,137 0,249 0,140 0,281 0,129 0,130 0,138 0, , ,103 0,192 0,107 0,239 0,110 0,271 0,100 0,123 0,108 0, , ,084 0,189 0,087 0,231 0,090 0,263 0,081 0,119 0,088 0, , ,068 0,184 0,070 0,220 0,073 0,252 0,065 0,114 0,071 0, , ,055 0,181 0,057 0,212 0,060 0,244 0,053 0,111 0,058 0,235 EPROTENAX COMPACT - 20/35 kv 50 0, ,499 0,243 0,504 0,298 0,507 0,330 0,495 0,174 0,505 0, , ,347 0,231 0,352 0,286 0,356 0,318 0,343 0,162 0,353 0, , ,252 0,223 0,256 0,274 0,260 0,306 0,248 0,154 0,257 0, , ,201 0,218 0,205 0,265 0,208 0,297 0,197 0,148 0,206 0, , ,164 0,213 0,168 0,257 0,171 0,289 0,160 0,143 0,169 0, , ,133 0,204 0,136 0,249 0,140 0,281 0,129 0,134 0,138 0, , ,103 0,199 0,106 0,239 0,109 0,271 0,100 0,129 0,107 0, , ,084 0,195 0,086 0,231 0,090 0,263 0,081 0,125 0,088 0, , ,068 0,190 0,070 0,220 0,073 0,252 0,065 0,120 0,071 0, , ,055 0,186 0,057 0,212 0,059 0,244 0,053 0,117 0,057 0,235 20
21 PARÂMETRO ELÉTRICO seção Rcc nominal máxima em CC à 20 C Xc unipolar D tripolar (Ω/km ) (Ω.km ) s = 2D s = 13 cm s= trifólio banco e utos epro- volta- R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L tenax lene (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) EPROTENAX E VOLTALENE - 3,6/6 kv 16 1, ,470 0,240 1,480 0,337 1,480 0,369 1,470 0,171 1,480 0,361 1,470 0, , ,933 0,228 0,941 0,320 0,945 0,353 0,928 0,159 0,944 0,344 0,928 0, , ,673 0,220 0,681 0,308 0,685 0,340 0,670 0,151 0,684 0,332 0,669 0, , ,498 0,214 0,506 0,298 0,510 0,330 0,495 0,144 0,509 0,321 0,495 0, , ,347 0,205 0,354 0,284 0,358 0,316 0,343 0,136 0,356 0,307 0,343 0, , ,251 0,199 0,258 0,271 0,261 0,303 0,248 0,129 0,260 0,295 0,248 0, , ,200 0,194 0,206 0,263 0,210 0,295 0,197 0,125 0,209 0,286 0,197 0, , ,164 0,191 0,169 0,255 0,172 0,287 0,161 0,121 0,171 0,278 0,162 0, , ,133 0,187 0,140 0,246 0,144 0,278 0,130 0,118 0,143 0,270 0,130 0, , ,103 0,182 0,109 0,235 0,113 0,267 0,100 0,113 0,112 0,258 0,101 0, , ,084 0,179 0,089 0,226 0,093 0,258 0,082 0,110 0,098 0,250 0,082 0, , ,068 0,177 0,072 0,218 0,076 0,250 0,066 0,107 0,075 0,242 0,067 0, , ,055 0,174 0,058 0,209 0,062 0,241 0,054 0,105 0,061 0,232 EPROTENAX E VOLTALENE - 6/10 kv 16 1, ,470 0,244 1,480 0,337 1,480 0,369 1,470 0,174 1,480 0,361 1,470 0, , ,932 0,232 0,940 0,320 0,944 0,353 0,928 0,162 0,943 0,344 0,928 0, , ,673 0,223 0,681 0,308 0,685 0,340 0,670 0,154 0,684 0,332 0,669 0, , ,498 0,216 0,506 0,298 0,510 0,330 0,495 0,147 0,509 0,321 0,495 0, , ,347 0,208 0,353 0,284 0,357 0,316 0,343 0,139 0,356 0,307 0,343 0, , ,251 0,201 0,258 0,271 0,261 0,303 0,248 0,132 0,260 0,295 0,248 0, , ,200 0,197 0,206 0,263 0,209 0,295 0,197 0,128 0,208 0,286 0,197 0, , ,164 0,193 0,169 0,255 0,172 0,287 0,161 0,124 0,171 0,278 0,162 0, , ,133 0,189 0,139 0,246 0,144 0,278 0,130 0,120 0,142 0,270 0,130 0, , ,103 0,185 0,109 0,235 0,113 0,267 0,100 0,115 0,112 0,258 0,100 0, , ,084 0,181 0,089 0,226 0,093 0,258 0,082 0,112 0,092 0,250 0,082 0, , ,071 0,178 0,076 0,218 0,082 0,249 0,067 0,109 0,080 0,241 0,067 0, , ,058 0,175 0,063 0,208 0,068 0,240 0,055 0,106 0,067 0,232 21
22 PARÂMETRO ELÉTRICO seção Rcc nominal máxima em CC à 20 C Xc unipolar D tripolar (Ω/km ) (Ω.km ) s = 2D s = 13 cm s= trifólio banco e utos epro- volta- R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L tenax lene (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) EPROTENAX E VOLTALENE - 8,7/15 kv 25 0, ,932 0,239 0,939 0,321 0,943 0,353 0,928 0,170 0,942 0,344 0,928 0, , ,673 0,231 0,680 0,308 0,684 0,340 0,670 0,162 0,683 0,332 0,669 0, , ,498 0,224 0,505 0,298 0,509 0,330 0,495 0,155 0,507 0,321 0,494 0, , ,347 0,215 0,353 0,284 0,356 0,316 0,343 0,145 0,355 0,307 0,343 0, , ,251 0,208 0,257 0,271 0,260 0,304 0,248 0,138 0,259 0,295 0,248 0, , ,202 0,204 0,208 0,263 0,212 0,295 0,198 0,134 0,211 0,286 0,197 0, , ,165 0,199 0,171 0,255 0,175 0,287 0,161 0,130 0,174 0,278 0,161 0, , ,133 0,195 0,139 0,246 0,143 0,278 0,130 0,126 0,142 0,270 0,129 0, , ,103 0,189 0,108 0,235 0,112 0,267 0,100 0,120 0,111 0,258 0,100 0, , ,087 0,186 0,093 0,226 0,098 0,257 0,082 0,117 0,097 0,249 0,082 0, , ,071 0,183 0,076 0,218 0,081 0,250 0,066 0,113 0,080 0, , ,058 0,179 0,062 0,208 0,067 0,240 0,054 0,110 0,066 0,232 EPROTENAX E VOLTALENE - 12/20 kv 35 0, ,673 0,238 0,679 0,308 0,683 0,341 0,669 0,168 0,682 0,332 0,669 0, , ,498 0,231 0,504 0,298 0,508 0,330 0,495 0,161 0,507 0,321 0,495 0, , ,347 0,221 0,352 0,284 0,355 0,316 0,343 0,152 0,354 0,307 0,343 0, , ,253 0,214 0,259 0,271 0,263 0,303 0,248 0,144 0,262 0,295 0,248 0, , ,202 0,208 0,207 0,263 0,212 0,295 0,197 0,139 0,210 0,286 0,197 0, , ,165 0,204 0,170 0,255 0,174 0,287 0,161 0,135 0,173 0,278 0,161 0, , ,133 0,200 0,138 0,246 0,142 0,279 0,129 0,130 0,141 0,270 0,129 0, , ,103 0,194 0,107 0,235 0,111 0,267 0,100 0,125 0,110 0,258 0,100 0, , ,087 0,190 0,092 0,226 0,098 0,258 0,082 0,121 0,096 0, , ,071 0,187 0,075 0,218 0,080 0,250 0,066 0,117 0,079 0, , ,060 0,182 0,065 0,208 0,071 0,239 0,054 0,114 0,070 0,231 22
23 PARÂMETRO ELÉTRICO seção Rcc nominal máxima em CC à 20 C Xc unipolar D tripolar (Ω/km ) (Ω.km ) s = 2D s = 13 cm s= trifólio banco e utos epro- volta- R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L tenax lene (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) EPROTENAX E VOLTALENE - 15/25 kv 35 0, ,673 0,247 0,678 0,308 0,682 0,341 0,669 0,177 0,680 0,332 0,669 0, , ,498 0,238 0,503 0,298 0,507 0,330 0,495 0,169 0,506 0,322 0,495 0, , ,348 0,228 0,354 0,284 0,358 0,316 0,344 0,159 0,357 0,307 0,343 0, , ,252 0,220 0,258 0,271 0,262 0,303 0,248 0,151 0,261 0,295 0,248 0, , ,202 0,215 0,206 0,263 0,211 0,295 0,197 0,145 0,209 0,286 0,197 0, , ,165 0,210 0,169 0,255 0,173 0,287 0,161 0,141 0,172 0, , ,133 0,206 0,137 0,247 0,141 0,279 0,129 0,136 0,140 0, , ,106 0,199 0,111 0,234 0,117 0,266 0,100 0,130 0,115 0, , ,087 0,195 0,091 0,226 0,097 0,258 0,082 0,126 0,095 0, , ,071 0,191 0,074 0,218 0,080 0,250 0,066 0,122 0,078 0, , ,060 0,187 0,064 0,208 0,070 0,239 0,054 0,118 0,069 0,231 EPROTENAX E VOLTALENE - 20/35 kv 50 0, ,499 0,248 0,505 0,298 0,509 0,330 0,495 0,179 0,508 0, , ,348 0,238 0,353 0,284 0,357 0,316 0,344 0,168 0,356 0, , ,252 0,229 0,257 0,271 0,261 0,303 0,248 0,160 0,260 0, , ,204 0,224 0,210 0,262 0,216 0,294 0,198 0,155 0,214 0, , ,167 0,219 0,173 0,254 0,179 0,286 0,161 0,149 0,177 0, , ,136 0,214 0,141 0,246 0,146 0,278 0,130 0,145 0,145 0, , ,106 0,207 0,110 0,234 0,115 0,266 0,100 0,138 0,114 0, , ,089 0,202 0,093 0,226 0,100 0,257 0,082 0,133 0,098 0, , ,073 0,198 0,076 0,218 0,083 0,249 0,066 0,129 0,081 0, , ,060 0,193 0,063 0,208 0,069 0,240 0,054 0,124 0,067 0,231 23
24 CORRENTE DE CURTO-CIRCUITO NO CONDUTOR INTRODUÇÃO Este capítulo tem por finaliae auxiliar os usuários e cabos e potência na eterminação as conições e operação o cabo, urante um curto-circuito. Os ábacos fornecios aiante poem ser usaos nas seguintes situações: a) para eterminar a máxima corrente e curto-circuito permitia num cabo (conutor e blinagem); b) para eterminar a seção o conutor necessária para suportar uma particular conição e curto-circuito; c) para eterminar o tempo máximo que um cabo poe funcionar, com uma particular corrente e curto-circuito, sem anificação a isolação (conutor e blinagem). CONIDERAÇÕE TÉCNICA Para a resolução o problema e curto-circuito em cabos isolaos foram esenvolvias uas fórmulas: uma para conutor e cobre e a outra para conutor e alumínio. ão baseaas na energia térmica armazenaa no material conutor e no limite máximo e temperatura amitia pela isolação. Amite-se aina que o intervalo e tempo a passagem e corrente e curto-circuito é pequeno, e forma que o calor esenvolvio urante o curto fica contio no conutor. conutor cobre alumínio Referências: ICEA P e IEC 949 fórmula ( [ ] I )2.t = log T T ( [ ] I )2.t = log T T IMBOLOGIA I = corrente e curto-circuito (A) = seção transversal t = tempo e uração o curto-circuito (s) T 1 = máxima temperatura amissível no conutor em operação normal (ºC) T 2 = máxima temperatura amitia para o conutor no curto-circuito (ºC) É importante realçar que a temperatura anormal no conutor persiste por um intervalo e tempo maior o que o e uração o curto. Por exemplo, uma corrente e ampères num cabo e 240mm 2 eleva a temperatura o cobre num cabo Eprotenax, e 90 ºC para 250 ºC, em aproximaamente 1 seguno. Enquanto que, com a corrente reuzia a zero, levaria esse cabo 3000 segunos para voltar à temperatura e operação normal o conutor. O tempo e resfriamento variará com a geometria o cabo e local a instalação. Este atraso térmico no resfriamento é e uma especial importância em casos one os circuitos são protegios por religaores automáticos e one um imeiato religamento manual às vezes é praticao. Geralmente a tempertura inicial o conutor não é precisamente conhecia, pois epene a carga o cabo e as conições ambientais. Por motivos e segurança eve-se aotar a máxima temperatura amissível no conutor, nas conições normais e trabalho o cabo. 24
25 CORRENTE DE CURTO-CIRCUITO NO CONDUTOR CONIDERAÇÕE OBRE EMENDA, TERMINAI E TERMINAÇÕE Na instalação e um cabo e potência, existe a possibiliae as conexões serem executaas com sola estanho-chumbo. Estas solas têm suas características mecânicas epreciaas com a temperatura; recomena-se, em geral, que a temperatura não ultrapasse 160 ºC. Vemos, então, que embora a isolação amita temperaturas superiores a 160 ºC, é a emena ou terminal que fixará a máxima temperatura para as conições e emergência. Como, eventualmente, as conexões poerão ser executaas por meio e conectores e compressão ou aparafusaos, ou por meio e solas especiais (solas a arco ou autógenas), seno a temperatura máxima e curto-circuito fixaa pela isolação, fornecemos ábacos referentes a cabos instalaos com toas as conexões por pressão e por meio e sola e estanho (T 2 = 160ºC). FÓRMULA IMPLIFICADA As fórmulas apresentaas poem ser simplificaas, uma vez fixaas as temperaturas máximas em regime contínuo e e curtocircuito. A tabela abaixo resume estas fórmulas, para toos os cabos e potência e méia tensão. T 1 ( C) fórmula baseaa na máxima temperatura e curto-circuito conutor e cobre conutor e alumínio conexões prensaas conexões solaas conexões prensaas conexões solaas T 2 ( C) fórmula T 2 ( C) fórmula T 2 ( C) fórmula T 2 ( C) fórmula I t = 142 I t = 99 I t = I t = 134 I t = 87 I t = 88 I t = 65 I t = 57 25
26 CORRENTE MÁXIMA DE CURTO-CIRCUITO NO CONDUTOR EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE CONDUTOR - COBRE CONEXÕE OLDADA 26
27 CORRENTE MÁXIMA DE CURTO-CIRCUITO NO CONDUTOR EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE CONDUTOR - COBRE CONEXÕE PRENADA 27
28 CORRENTE MÁXIMA DE CURTO-CIRCUITO NO CONDUTOR EPROTENAX COMPACT 105 CONDUTOR - COBRE CONEXÕE OLDADA 28
29 CORRENTE MÁXIMA DE CURTO-CIRCUITO NO CONDUTOR EPROTENAX COMPACT 105 CONDUTOR - COBRE CONEXÕE PRENADA 29
CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE 1/40
1/40 Os valores de capaci dade de condução de correntes constantes das tabelas a seguir, foram calculados de acordo com os critérios estabelecidos pela NBR 11301. Para os cálculos foram consideradas aterradas
TABELA 1 Os métodos de referência são os de instalação indicados na NBR - 5410
CAPACIAE E CONUÇÃO E CORRENTE PARA CABO E BAIXA TENÃO O dimensionamento de uma instalação elétrica alimentada sob tensão nominal igual ou inferior a 00V, em corrente alternada é a 0V em corrente contínua,
DIMENSIONAMENTO OS SEIS CRITÉRIOS TÉCNICOS DE DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS:
DIMENSIONAMENTO OS SEIS CRITÉRIOS TÉCNICOS DE DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS: Chamamos de dimensionamento técnico de um circuito à aplicação dos diversos itens da NBR 5410 relativos à escolha
BAIXA TENSÃO Uso Geral
Dimensionamento OS SEIS CRITÉRIOS TÉCNICOS DE DIMENSIONA- MENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS: Chamamos de dimensionamento técnico de um circuito à aplicação dos diversos itens da NBR 5410/2004 relativos à escolha
BAIXA TENSÃO Uso Geral
Dimensionamento OS SEIS CRITÉRIOS TÉCNICOS DE DIMENSIONA- MENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS: Chamamos de dimensionamento técnico de um circuito à aplicação dos diversos itens da NBR 5410/2004 relativos à escolha
Seminário Online DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS
Seminário Online DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS Leonel Rodrigues Gerente de Aplicação de Produto Nexans Product Application Dept. Sep 2014 1 Dimensionamento de Condutores Elétricos Dimensionamento
Disciplina: Eletrificação Rural
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS RIAS DEPARTAMENTO DE SOLOS E ENGENHARIA AGRÍCOLA Disciplina: Eletrificação Rural Unidade 6 Condutores elétricos - dimensionamento e instalação.
Tabelas de Dimensionamento
Com o objetivo de oferecer um instrumento prático para auxiliar no trabalho de projetistas, instaladores e demais envolvidos com a seleção e dimensionamento dos em uma instalação elétrica de baixa tensão,
Tipos de linhas. Sumário Linhas Elétricas Dimensionamento. Aspectos Gerais Características Tipos de Linhas
Tipos de linhas Sumário Aspectos Gerais Características Tipos de Linhas Instalação dos condutores Aspectos Gerais Características Tipos de Linhas Os cabos multipolares só deve conter os condutores de um
Aula 08 Instalações Elétricas de Distribuição. Professor Jorge Alexandre A. Fotius
Aula 08 Instalações Elétricas de Distribuição Professor Jorge Alexandre A. Fotius Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Em áreas urbanas com baixa densidade
Fio e Cabo Inbranil Antichama - 750V
Fio e Cabo Inbranil Antichama - 750V Características Construtivas 1) Para Fio Inbranil Antichama: condutor sólido de cobre eletrolítico nu, têmpera mole, classe 1. Para Cabo Inbranil Antichama: condutor
13 - INSTALAÇÕES DE FORÇA MOTRIZ
Instalações Elétricas Professor Luiz Henrique Alves Pazzini 104 13.1 - Introdução 13 - INSTALAÇÕES DE FORÇA MOTRIZ Existem três configurações básicas para alimentação de motores que operam em condições
MÉTODO DE INSTALAÇÃO (Tabela 33 da NBR5410/2004)
MÉTODO DE INSTALAÇÃO (Tabela da NBR5410/004) Método de instalação número: Esquema ilustrativo Descrição Método de instalação a utilizar para a capacidade de condução de corrente 1 1 1 eletroduto de seção
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE ELÉTRICOS INTRODUÇÃO Os fatores básicos que envolvem o dimensionamento de um condutor são: tensão nominal; freqüência nominal; potência ou corrente
DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES
Os seis critérios de dimensionamento de circuitos de BT: 1. Seção mínima; 2. Capacidade de condução de corrente; 3. Queda de tensão; 4. Proteção contra sobrecargas; 5. Proteção contra curtos-circuitos;
Cabos Navais. Introdução
Cabos Navais Introdução A Prysmian Energia Cabos e Sistemas do Brasil S.A. apresenta a sua linha de cabos para aplicação em plataformas de petróleo off-shore e navios, tipo LS0H (Low Smoke Zero Halogen),
Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações
Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Dimensionamento de Condutores Elétricos Dimensionamento de Condutores Elétricos Dimensionamento técnico baixa tensão Seção mínima Capacidade
Superintendência de Desenvolvimento e Engenharia da Distribuição TD ND-3.3 - TABELAS
02.111-TD/AT-3013a Superintendência de Desenvolvimento e Engenharia da Distribuição TD ND-3.3 - TABELAS Gerência de Desenvolvimento e Engenharia de Ativos da Distribuição TD/AT Belo Horizonte Setembro/2013
EDITORIAL MODULO - WLADIMIR
1. Um os granes problemas ambientais ecorrentes o aumento a proução inustrial munial é o aumento a poluição atmosférica. A fumaça, resultante a queima e combustíveis fósseis como carvão ou óleo, carrega
SOLENÓIDE E INDUTÂNCIA
EETROMAGNETSMO 105 1 SOENÓDE E NDUTÂNCA 1.1 - O SOENÓDE Campos magnéticos prouzios por simples conutores ou por uma única espira são bastante fracos para efeitos práticos. Assim, uma forma e se conseguir
Í N D I C E D E R E V I S Õ E S D E S C R I Ç Ã O E / O U F O L H A S A T I N G I D A S
Página de 30 PROJETO: Í N D I C E D E R E V I S Õ E S R E V. D E S C R I Ç Ã O E / O U F O L H A S A T I N G I D A S 0 EMISSÃO INICIAL 0 2 3 4 5 6 7 8 DATA 4.05.205 25.08.205 EXECUÇÃO WV WV VERIFICAÇÃO
Proteção de cabos. o valor da relação Uo/U, que representa o quanto o cabo suporta de sobretensão fase-terra (Uo) e entre fases (U).
32 Apoio Proteção e seletividade Capítulo XII Proteção de cabos Por Cláudio Mardegan* Falando em proteção de cabos, este capítulo abordará de proteção deve ficar, no máximo, igual ao valor de alguns critérios
Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Dimensionamento de Condutores e Eletrodutos
Dimensionamento de Condutores e Eletrodutos Método da capacidade de condução de corrente Roteiro: 1. Calcular a corrente de projeto (I p ) dos circuitos da edificação; 2. Definir parâmetros de instalação
CONDUTORES ELÉTRICOS
CONDUTORES ELÉTRICOS R = ρ l S ( Ω) Produto metálico, geralmente de forma cilíndrica, utilizada para transportar energia elétrica ou transmitir sinais elétricos. ρ cobre = 1,72 10-8 Ωm ρ alum = 2,80 10-8
10 DIMENSIONAMENTO DE SECÇÕES RETANGULARES COM ARMADURA DUPLA
10 DIMENSIONAMENTO DE SECÇÕES RETANGULARES COM ARMADURA DUPLA 10.1 INTRODUÇÃO A armaura posicionaa na região comprimia e uma viga poe ser imensionaa a fim e se reuzir a altura e uma viga, caso seja necessário.
Instalações Elétricas BT I. Odailson Cavalcante de Oliveira
Instalações Elétricas BT I Odailson Cavalcante de Oliveira Dimensionamento de condutores Tipos de Condutores Condutores isolados Condutores unipolar Condutores multipolar Critérios para dimensionamento:
Informações e Tabelas Técnicas
As instalações e dimensionamentos de fios e cabos elétricos de baixa tensão devem obedecer as recomendações indicadas na NBR 5410/2004. Características dos condutores de cobre mole para fios e cabos isolados
Exercícios Segunda Lei OHM
Prof. Fernano Buglia Exercícios Seguna Lei OHM. (Ufpr) Um engenheiro eletricista, ao projetar a instalação elétrica e uma eificação, eve levar em conta vários fatores, e moo a garantir principalmente a
Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda.
Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda. Confiança e economia na qualidade da energia. Recomendações para a aplicação de capacitores em sistemas de potência Antes de iniciar a instalação,
AUTORES: WOONG JIN LEE ALOISIO JOSÉ DE OLIVEIRA LIMA JORGE FERNANDO DUTRA JOSÉ M. PINHEIRO FRANKLIM FABRÍCIO LAGO CARLOS AUGUSTO V.
AUTORES: WOONG JIN LEE ALOISIO JOSÉ DE OLIVEIRA LIMA JORGE FERNANDO DUTRA JOSÉ M. PINHEIRO FRANKLIM FABRÍCIO LAGO CARLOS AUGUSTO V. GRANATA 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO GENERALIDADES PROJETO CABOS E ACESSÓRIOS
Capacidade de corrente de cabos. Fábio Brunheroto Forner
Capacidade de corrente de cabos Fábio Brunheroto Forner 1 A Redenel Engenharia e Representações Ltda. foi idealizada para elaboração de serviços de engenharia em redes de distribuição subterrânea, tendo
CÁLCULO DO CURTO CIRCUITO PELO MÉTODO KVA
CÁLCULO DO CURTO CIRCUITO PELO MÉTODO KVA Paulo Eduardo Mota Pellegrino Introdução Este método permite calcular os valores de curto circuito em cada ponto do Sistema de energia elétrica (SEE). Enquanto
Informações e Tabelas Técnicas
Características dos condutores de cobre mole para fios e cabos isolados 1 Temperatura característica dos condutores 1 Corrente de curto-circuito no condutor 1 Gráfico das correntes máximas de curto-circuito
-30.-40-40 -40-50 -40 X -90-190 X -70
APRESENTAÇÃO A FNCE, empresa nacional com tradição a mais de 0 anos no mercado de condutores elétricos esta comprometida com a qualidade de seus produtos, treinamentos dos seus colaboradores e preservação
3 - Sistemas em Corrente Alternada. 1 Considerações sobre Potência e Energia. Carlos Marcelo Pedroso. 18 de março de 2010
3 - Sistemas em Corrente Alternada Carlos Marcelo Pedroso 18 de março de 2010 1 Considerações sobre Potência e Energia A potência fornecida a uma carga à qual está aplicada um tensão instantânea u e por
ENE065 Instalações Elétricas I
07/05/2012 ENE065 Instalações Elétricas I Prof.: Ivo Chaves da Silva Junior [email protected] Quadro de Distribuição Circuitos Terminais Circuitos Terminais Quadro de Distribuição Quadro de Distribuição
Atividade extra. Fascículo 5 Física Unidade 11. Exercício 1 Adaptado de UFES. Exercício 2 Adaptado de UFGO - 1986
Atividade extra Fascículo 5 Física Unidade 11 Exercício 1 Adaptado de UFES Num dia bastante seco, uma jovem de cabelos longos, percebe que depois de penteá-los o pente utilizado atrai pedaços de papel.
AULA 02 REVISÃO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS TRANSFORMADORES DE MEDIDAS DISJUNTORES DE POTÊNCIA
AULA 02 REVISÃO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS TRANSFORMADORES DE MEDIDAS DISJUNTORES DE POTÊNCIA ENE095 Proteção de Sistemas Elétricos de Potência Prof. Luís Henrique Lopes Lima 1 TRANSFORMADORES DE MEDIDAS
Os fusíveis NH e Diazed são dotados de características de limitação de corrente. Assim, para
5 Proteção e Coordenação Dimensionamento da Proteção 36 Fusível NH Zonasde Atuação 224 A Fusível NH Zonasde Atuação 355 A 5 Proteção e Coordenação Dimensionamento da Proteção 37 5 Proteção e Coordenação
CABOS ELÉTRICOS PARA APLICAÇÃO EM OFFSHORE 1/2013
1/2013 CABOS ELÉTRICOS PARA APLICAÇÃO EM OFFSHORE ÍNDICE: Cabos Elétricos de Energia e Controle - 0,6/1kV (1,8/3kV) LKM-SHF2 & LKM-SHF2 FLEX...4 LKMM-SHF2...8 LKSM-SHF2 & LKSM-SHF2 FLEX...10 LKMSM-SHF2...14
DIMENSIONAMENTO DE CIRCUITOS
DIMENSIONAMENTO DE CIRCUITOS Os seis critérios de dimensionamento de circuitos de BT.......................188 Capacidade de condução: o que diz a norma..........................................189 Cálculos
Assim como o diâmetro de um cano é função da quantidade de água que passa em seu interior, a bitola de um condutor depende da quantidade de elétrons
Elétrica Quem compõe a instalação elétrica - quadro de luz - centro nervoso das instalações elétricas. Deve ser metálico ou de material incombustível, e nunca de madeira (na sua parte interna ou externa).
Manual Técnico. Aplicações recomendadas para os fios e cabos de BT e MT
Manual Técnico Aplicações recomendadas para os fios e cabos de BT e MT Líder Mundial na Indústria de Cabos Com a energia como base de seu desenvolvimento, a Nexans é a líder mundial na indústria de cabos,
GUIA DE APLICAÇÃO DE CAPACITORES BT
GUIA DE APLICAÇÃO DE Neste guia você tem um resumo detalhado dos aspectos mais importantes sobre aplicação de capacitores de baixa tensão para correção do fator de potência. Apresentando desde conceitos
Os procedimentos para determinar a resistência do condutor são:
1 Data realização da Laboratório: / / Data da entrega do Relatório: / / Objetivos RELATÓRIO: N o 5 ENSAIO DE FIOS CONDUTORES Verificar o estado da isolação do condutor. 1. Introdução: Esta aula tem como
8- Controlador PID. PID = Proporcional + Integral + Derivativo
Controlaor PID 154 8- Controlaor PID PID = Proporcional + Integral + Derivativo É interessante assinalar que mais a metae os controlaores inustriais em uso nos ias atuais utiliza estratégias e controle
Capacitores. Figura 7.1
Capítulo 7 Capacitores 7.1 Introução Capacitor é um ispositivo que armazena energia potencial. Capacitores variam em forma e tamanho, mas a configuração básica consiste e ois conutores e cargas opostas.
Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica
Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica Existem diversas maneiras de se gerar energia elétrica. No mundo todo, as três formas mais comuns são por queda d água (hidroelétrica), pela queima
Fabricação de um cabo elétrico
Fabricação de um cabo elétrico TOP CABLE Bem-vindo à TOP CABLE. Somos um dos maiores fabricantes de cabos elétricos do mundo. VIDEOBLOG Neste videoblog explicamos-lhe como se fabrica um cabo elétrico.
Manual do Usuário. Complemento da componente curricular Instalações Elétricas do curso Técnico em Eletrônica
Manual do Usuário Complemento da componente curricular Instalações Elétricas do curso Técnico em Eletrônica MANUAL DO USUÁRIO Introdução A norma para Instalações elétricas de baixa tensão, NBR 5410:2004,
Prof. Cecil M. Fragoso Março de 1993
Transformadores Teoria e Projeto Apostila original por Prof. Cecil. Fragoso arço de 993 Reedição por Gabriel Gutierrez P. oares Revisão por anoel B. oares aio de 00 Transformadores - Conceito O transformador
CAPACITORES IMPREGNADOS X CAPACITORES IMERSOS (PPM) EM BT
CAPACITORES IMPREGNADOS X CAPACITORES IMERSOS (PPM) EM BT 1 - Objetivos: Este trabalho tem por objetivo apresentar as principais características técnicas dos capacitores convencionais do tipo imerso em
Matemática. Aula: 07 e 08/10. Prof. Pedro Souza. www.conquistadeconcurso.com.br. Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.
Matemática Aula: 07 e 08/10 Prof. Pero Souza UMA PARCERIA Visite o Portal os Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.BR Visite a loja virtual www.conquistaeconcurso.com.br MATERIAL DIDÁTICO EXCLUSIVO
Alguns erros frequentes em cálculos de circuitos BT
Alguns erros frequentes em cálculos de circuitos B Lisardo Recio Maíllo www.prysmian.es Cabos termoplásticos (PVC) e cabos termoestáveis (XLPE ou EPR) Cabos termoplásticos (PVC) e cabos termoestáveis (XLPE
PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES
9 PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES 9.1 INTRODUÇÃO O aumento da temperatura nos condutores de uma instalação elétrica, devido a circulação de corrente (efeito Joule), projetada para o funcionamento normal,
Cabo Cofivinil HEPR (1 Condutor) 0,6/1kV 90 o C
Cabo Cofivinil HEPR (1 Condutor) 0,6/1kV 90 o C 1 Dados Construtivos: 1.1 Desenho: 1 2 3 4 1 Condutor: Fios de cobre eletrolítico nu, têmpera mole. Encordoamento classe 05. 2 Separador: Fita não higroscópica
TABELA 1 A01 CAPACIDADE E CONDUÇÃO DE CORRENTE PARA CABOS DE MÉDIA TENSÃO. 1 Generalidades. 2 Tipos de linhas elétricas. Tipos de linhas elétricas
CAPACIAE E CONUÇÃO E CORRENTE PARA CABOS E MÉIA TENSÃO 1 Generalidades O dimensionamento de uma instalação elétrica alimentada sob tensão igual ou inferior a 36,2 kv deve cumprir com as prescrições da
CABOS ISOLADOS / COBERTOS DE BAIXA TENSÃO (até 1kV) Nota: Sob consulta, os cabos Forex, Flexonax, Forenax, Forefix podem ser fornecidos com armadura Fio e Cabo WPP Cordão FOREPLAST (300 V) Os fios WPP
ENE065 Instalações Elétricas I
14/05/2012 ENE065 Instalações Elétricas I Prof.: Ivo Chaves da Silva Junior [email protected] Dimensionamento dos Condutores FASE Ampacidade Queda de Tensão Seção Mínima Dimensionamento dos Condutores
NORMAS TÉCNICAS BRASILEIRAS SOBRE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
NORMAS TÉCNICAS BRASILEIRAS SOBRE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Novas Normas NBR IEC 61643-1 - Dispositivos de proteção contra surtos em baixa tensão - Parte 1: Dispositivos de proteção conectados a sistemas de
4 LINHAS ELÉTRICAS. Figura 5: Exemplos de fios e cabos.
8 4.1 Condutores elétricos. 4 LINHAS ELÉTRICAS Os condutores elétricos constituem os principais componentes das linhas elétricas que conduzem eletricidade até as cargas elétricas. Define-se condutor elétrico
FUVEST Prova A 10/janeiro/2012
Seu Pé Direito nas Melhores Faculaes FUVEST Prova A 10/janeiro/2012 física 01. A energia que um atleta gasta poe ser eterminaa pelo volume e oxigênio por ele consumio na respiração. Abaixo está apresentao
CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA
MEMORIAL DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO DE CÁLCULO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM MÉDIA TENSÃO 13.8KV CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA RUA OSVALDO PRIMO CAXILÉ, S/N ITAPIPOCA - CE 1. INTRODUÇÃO
DICAS. Instalações elétricas residenciais. 8ª Edição
DICAS Instalações elétricas residenciais 8ª Edição DICAS PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RES CONCEITOS BÁSICOS DE ELETRICIDADE Nos condutores existem partículas invisíveis chamadas de elétrons livres que, assim
RESUMO 02: SEÇÃO TÊ FALSA E VERDADEIRA ARMADURA SIMPLES
0851 CONSTRUÇÕES DE CONCRETO RDO II PROF. IBERÊ 1 / 5 0851 CONSTRUÇÕES DE CONCRETO RDO II RESUO 0: SEÇÃO TÊ FLS E VERDDEIR RDUR SIPLES ES COLBORNTE ação conjunta e lajes e vigas poe ser consieraa meiante
Para que o sistema de proteção atinja a finalidade a que se propõe ele deve obedecer aos seguintes requisitos básicos:
5 Proteção e Coordenação de Instalações Industriais Para que o sistema de proteção atinja a finalidade a que se propõe ele deve obedecer aos seguintes requisitos básicos: 1 Seletividade É a capacidade
LEI DE OHM. Professor João Luiz Cesarino Ferreira. Conceitos fundamentais
LEI DE OHM Conceitos fundamentais Ao adquirir energia cinética suficiente, um elétron se transforma em um elétron livre e se desloca até colidir com um átomo. Com a colisão, ele perde parte ou toda energia
ENERGIA EM TODOS OS MOMENTOS
ENERGIA EM TODOS OS MOMENTOS ENERGIA EM TODOS OS MOMENTOS Somos a Eikon Sistemas de Eneria, uma empresa com foco na inovação e qualidade de seus produtos, além da expertise no desenvolvimento de soluções
Instalações Elétricas Prediais. Aterramento. Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki
Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki Conceito Instalações Elétricas Prediais -É a Ligação intencional de um condutor à terra. -Significa colocar instalações de estruturas metálicas e equipamentos elétricos
Soluções inovadoras em fios e cabos elétricos.
1 Soluções inovadoras em fios e cabos elétricos. Somos um dos maiores fabricantes mundiais de fios e cabos, com mais de 170 anos de história de progresso contínuo em nível global e mais de 40 anos no Brasil.
Acessórios Desconectáveis 200A
200A APLICAÇÃO Os Acessórios da Prysmian possuem uma concepção de projeto baseada no sistema plugue - tomada, porém para tensões, permitindo fácil conexão e desconexão de um cabo de potência, de um equipamento,
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
SUMÁRIO CONTEÚDO PG.. Instalações Elétricas Gerais 02.1. Geral 02.2. Normas 02.3. Escopo de Fornecimento 02.4. Características Elétricas para Iluminação de Uso Geral 02.4.1. Geral 02.4.2. Tensões de Alimentação
COELCE DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 106 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE
DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 16 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE DOCUMENTO NORMATIVO DA TRANSMISSÃO DESIM -896-1 I JUN/1 Í N D I C E 1 OBJETIVO...1 2 NORMAS E TRABALHOS...1
Critérios Construtivos do Padrão de Entrada
Notas: Critérios Construtivos do Padrão de Entrada A fiação do ramal de saída deve ser a mesma fiação do ramal de entrada. O padrão de entrada na zona rural deverá ficar no mínimo de 10 metros e no máximo
Receptores elétricos
Receptores elétricos 1 Fig.20.1 20.1. A Fig. 20.1 mostra um receptor elétrico ligado a dois pontos A e B de um circuito entre os quais existe uma d.d.p. de 12 V. A corrente que o percorre é de 2,0 A. A
MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA. Índice
MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA Índice 1 Introdução 2 Local da Obra 3 Normas 4 Malha de Aterramento 5 Equipamento e Materiais 6 Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas 7 Cálculo dos Elementos
Capítulo 3 Circuitos Elétricos
Capítulo 3 Circuitos Elétricos 3.1 Circuito em Série O Circuito Série é aquele constituído por mais de uma carga, ligadas umas as outras, isto é, cada carga é ligada na extremidade de outra carga, diretamente
Aula 1- Distâncias Astronômicas
Aula - Distâncias Astronômicas Área 2, Aula Alexei Machao Müller, Maria e Fátima Oliveira Saraiva & Kepler e Souza Oliveira Filho Ilustração e uma meição e istância a Terra (à ireita) à Lua (à esquera),
Capítulo 02. Resistores. 1. Conceito. 2. Resistência Elétrica
1. Conceito Resistor é todo dispositivo elétrico que transforma exclusivamente energia elétrica em energia térmica. Simbolicamente é representado por: Assim, podemos classificar: 1. Condutor ideal Os portadores
A entrada de energia elétrica será executada através de:
Florianópolis, 25 de março de 2013. 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS O presente memorial tem como principal objetivo complementar as instalações apresentadas nos desenhos/plantas, descrevendo-os nas suas partes
ISOTRANS IND. DE TRANSFORMADORES LTDA.
ISOTRANS IND. DE TRANSFORMADORES LTDA. TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS DE ISOLAÇÃO COM BLINDAGEM APLICAÇÃO Os transformadores monofásicos de isolação com blindagens, magnética e eletrostática, foram desenvolvidos
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Capítulo 4 Parte 2 Condutores elétricos: 1. semestre de 2011 Abraham Ortega Número de condutores isolados no interior de um eletroduto Eletroduto é um elemento de linha elétrica fechada,
3 Resistores Lei de ohms
Resistores 3 Lei de ohms O resistor é um componente eletrônico usado para oferecer resistência a passagem dos elétrons em um circuito. Os resistores mais comuns são os resistores de carbono também chamados
Experiência 06 Resistores e Propriedades dos Semicondutores
Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Elétrica Laboratório de Materiais Elétricos EEL 7051 Professor Clóvis Antônio Petry Experiência 06 Resistores e Propriedades dos Semicondutores
Capítulo 1: Eletricidade. Corrente continua: (CC ou, em inglês, DC - direct current), também chamada de
Capítulo 1: Eletricidade É um fenômeno físico originado por cargas elétricas estáticas ou em movimento e por sua interação. Quando uma carga encontra-se em repouso, produz força sobre outras situadas em
Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Informática
Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Informática Francisco Erberto de Sousa 11111971 Saulo Bezerra Alves - 11111958 Relatório: Capacitor, Resistor, Diodo
EXPERIÊNCIA 3 POTÊNCIA ELÉTRICA E GERADORES DE TENSÃO
EXPEÊNCA 3 PTÊNCA ELÉTCA E GEADES DE TENSÃ 1 NTDUÇÃ TEÓCA A tensão elétrica V é definida como sendo a energia necessária para mover a carga elétrica Q, entre dois pontos de um meio condutor. E V Q E V.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS
INFORMAÇÕES TÉCNICAS ÍNDICE A Empresa... 03 Contato Comercial... 03 Seleção e Instalação de Condutores Elétricos (NBR 5410)... 04 Tabela de Produtos... 09 Métodos de Instalação... 10 Capacidade de Condução
Universidade de São Paulo Escola Politécnica - Engenharia Civil PEF - Departamento de Engenharia de Estruturas e Fundações
Universiae e São Paulo Escola Politécnica - Engenharia Civil PEF - Departamento e Engenharia e Estruturas e Funações - Conceitos Funamentais e Dimensionamento e Estruturas e Concreto: Vigas, Lajes e Pilares
Capacitor. Utilidade do Capacitor
Capacitor Componentes que, embora não conduzam corrente elétrica entre seus terminais, são capazes de armazenar certa corrente, que será "descarregada", assim que não houver resistência entre seus terminais.
Capítulo 5. Linhas elétricas. 5.1 Aspectos gerais 26/04/2010
Capítulo 5 Linhas elétricas 2008 by Pearson Education slide 1 5.1 Aspectos gerais Condutor elétrico Fio Barra Linha pré-fabricada Barramento Condutor encordoado: classes 1 a 6 Cabo Corda Perna Coroa Cabo
CADASTRO TÉCNICO DE FORNECEDORES SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO MATERIAIS PADRONIZADOS APLICADOS EM CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO 15KV - ATENDIMENTO COLETIVO
SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO CADASTRO TÉCNICO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO CD.DT.PDN.03.14.001 03 APROVADO POR MARCELO POLTRONIERI ENGENHARIA E CADASTRO (DEEE) SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES...
Manual de Instruções. C o n t r o l a d o r D i f e r e n c i a l T e m p o r i z a d o. Rev. C
Manual de Instruções C o n t r o l a d o r D i f e r e n c i a l T e m p o r i z a d o Rev. C 1. Descrição Índice 1.Descrição...pág 1 2.Dados Técnicos...pág 3 3.Instalação...pág 4 4.Ajuste e Operação...pág
Instalações Elétricas Industriais
Instalações Elétricas Industriais ENG 1480 Professor: Rodrigo Mendonça de Carvalho Instalações Elétricas Industriais CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO Flexibilidade: admitir mudanças nas localizações dos equipamentos,
Sitec Power Soluções em Energia ENERGIA REATIVA E FATOR DE POTÊNCIA
ENERGIA REATIVA E FATOR DE POTÊNCIA O QUE É ENERGIA ATIVA E REATIVA? Sim, mas apesar de necessária, a utilização de Energia Reativa deve ser a menor possível. O excesso de Energia Reativa exige condutores
MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO
MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO Dados do cliente Proprietário: Roney Casagrande CPF: 765.425.990-53 Endereço: Estrada Pinhal da Serra, n 04452, Interior Cidade: Pinhal da Serra RS CEP: 95.390-000 Dados da
Características & Interligação. Módulo APGV. Módulo Ponte Graetz com Ventilação Forçada. Revisão 00 de 13/05/10
Características & Interligação Módulo APGV Módulo Ponte Graetz com Ventilação Forçada Revisão 00 de 13/05/10 Direitos Reservados à Todas as informações contidas neste manual são de uso exclusivo da Equipamentos
TRANSFORMADOR. A figura 1 mostra o esquema de um transformador básico.
TRAFORMADOR O transformador é constituído basicamente por dois enrolamentos que, utilizando um núcleo em comum, converte primeiramente e- nergia elétrica em magnética e a seguir energia magnética em elétrica.
Dimensionamento de Solar T. para aquecimento de Piscinas
Dimensionamento de Solar T. para aquecimento de Piscinas Pedro Miranda Soares Dimensionamento de Sistemas Solares Térmicos para aquecimento de Piscinas No dimensionamento de colectores solares para aquecimento
