Cabos Navais. Introdução
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- Judite Carmona Barateiro
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1 Cabos Navais Introdução A Prysmian Energia Cabos e Sistemas do Brasil S.A. apresenta a sua linha de cabos para aplicação em plataformas de petróleo off-shore e navios, tipo LS0H (Low Smoke Zero Halogen), para utilização em circuitos de energia de baixa e média tensão, iluminação, controle, sinalização e instrumentação, fabricados e testados em conformidade com os requisitos das normas IEC série 300 International Electrotechnical Comission - Electrical Installations in Ships. Os cabos Prysmian para instalações em plataformas off-shore e em navios, além de serem fabricados e testados dentro dos padrões da IEC, atendem, adicionalmente, aos requisitos das entidades classificadoras ligadas à Indústria Naval Brasileira como American Bureau of Shipping (ABS), Bureau Veritas (BV), Det Norske Veritas (DNV), Germanischer Lloyd (GL) e Lloyd s Register of Shipping (LRS). Um dos mais recentes desenvolvimentos observado na produção de cabos para uso naval teve como preocupação principal a melhoria do comportamento dos cabos elétricos sob condições de incêndio. Os efeitos nocivos não só da chama mas também da fumaça e dos gases gerados pelos elementos não metálicos utilizados como isolação e cobertura, contribuem para a extensão dos danos causados pelo incêndio por prejudicarem a retirada de pessoal e o combate ao mesmo, além de causarem danos aos equipamentos mais sensíveis, mesmo quando não atingidos diretamente pelo fogo. Como conseqüência, a utilização generalizada de cabos elétricos cujos componentes não metálicos sejam não halogenados transformou-se numa prática comum nas instalações de bordo, qualquer que seja o tipo de embarcação. Assim, o desempenho dessa linha de cabos quanto a não propagação da chama e, se sob fogo, a não emissão de fumaça e não emissão de gases tóxicos, norteou o desenho desses produtos. Quanto a não propagação da chama, todos os tipos superam o ensaio da IEC , categoria A Tests on Electric Cables Under Fire Conditions - Part 3-22: Test for vertical flame spread of vertical bunched wires or cables - Category A, teste que simula uma bandeja na posição vertical com grande quantidade de cabos sob fogo, e superam também o ensaio da IEC Tests on Electric and Optical Fibre Cables Under Fire Conditions- Part 1-1: Test for vertical flame propagation for a single insulated wire or cable - Apparatus, teste que simula um único cabo na posição vertical sob chama. De mesma forma, para todos os cabos, respeitam-se os limites determinados pelas IEC /2 e IEC /2A quanto a determinação da quantidade e acidez dos gases bem como da quantidade e opacidade da fumaça desprendidos durante a queima. 1
2 Cabos Navais DENOMINAÇÃO COMERCIAL DOS CABOS Abaixo estão indicados os cabos de fabricação normal com sua respectiva denominação comercial. tensão de isolamento número de es material de isolação blindagem material capa interna tipo de armação material cobertura sigla do cabo 6/10kV 12/20kV 1 3 EPR metática individual de fita de cobre composto termoplástico tipo LS0H trança de fios de cobre estanhado trança de fios de aço galvanizado composto termoplástico tipo LS0H P90XTCX P90XTFX 1 a 25 P90X 0,6/1kV 2 a a 25 2 a 25 XLPE coletiva (*) coletiva (*) composto termoplástico tipo LS0H trança de fios de cobre estanhado trança de fios de aço galvanizado trança de fios de aço galvanizado composto termoplástico tipo LS0H P90X-BC P90XTCX P90XTFX P90XTFX-BC coletiva (*) TP90X-BC 250V pares termas quadra XLPE individual e coletiva(*) coletiva (*) individual e coletiva (*) coletiva (*) individual e coletiva (*) composto termoplástico tipo LS0H trança de fios de aço galvanizado trança de fios de cobre estanhado composto termoplástico tipo LS0H TP90X-BIC TP90XTFX-BC TP90XTFX-BIC TP90XTCX-BC TP90XTCX-BIC (*) Fita de poliéster aluminizada. 2
3 Cabos energia média tensão Cabos P90XTCX e P90XTFX Construção: CONDUTOR (1) Fios de cobre mole estanhado. Forma: redonda compacta. Encordoamento: classe 2. BLINDAGEM DO CONDUTOR (2) Camada de composto termofixo semia. ISOLAÇÃO (3) Composto termofixo de borracha HEPR. BLINDAGEM DA ISOLAÇÃO (4.1) Camada de composto termofixo semia. (4.2) Fita de cobre mole estanhado. ENCHIMENTO (5) Composto termoplástico LS0H. CAPA INTERNA (6) Composto termoplástico LS0H. ARMAÇÃO DE TRANÇA (7.1) Fios de aço galvanizado (P90XTFX). (7.2) Fios de cobre estanhado (P90XTCX). COBERTURA (8) Composto termoplástico LS0H e SHF1. P90XTFX P90XTCX Os cabos de média tensão da série P90X (6/10kV e 12/20kV) possuem es de fios de cobre estanhado, encordoados com formação concêntrica, de acordo com a classe 2 da IEC A isolação é constituída por uma camada extrudada e vulcanizada de borracha etileno propileno de alto módulo e halogen free tipo HF HEPR da IEC A cobertura possui camadas extrudada de composto termoplástico de poliolefina, isento de halogêneos, retardante à chama e de baixa emissão de fumaça e gases tóxicos em condição de incêndio, tipo LS0H (Low Smoke Zero Halogen) e SHF1 da IEC Os s s de que o cabo pode assumir na sua posição definitiva após a instalação é de 12D para cabos unipolares e 9D para cabos tripolares. 3
4 Cabos energia média tensão Identificação: Condutores: fitilho nas cores preta, vermelha e branca. Cobertura: preta Temperatura máxima do : 90 ºC em serviço contínuo, 130 ºC em sobrecarga e 250 ºC em curto-circuito. Normas aplicáveis: IEC , IEC cat. A, IEC , IEC /2 e IEC /2A. DADOS CONSTRUTIVOS CABO ENERGIA MÉDIA TENSÃO - P90XTCX e P90XTFX do do isolado número de es da capa interna P90XTCX e P90XTFX - 6/10kV 16 4,90 13, ,90 14, ,85 15, ,05 16, ,65 17, ,35 19, ,75 20, ,15 22, ,70 23, ,05 26, ,25 28, ,3 21, ,6 41, ,5 22, ,2 43, ,5 23, ,4 46, ,8 25, ,2 49, ,5 26, ,9 52, ,4 28, ,7 56, ,9 30, ,2 60, ,5 31, ,3 64, ,0 33, ,9 67, ,6 36, ,4 73, ,0 39, ,6 78,
5 Cabos energia média tensão DADOS CONSTRUTIVOS CABO ENERGIA MÉDIA TENSÃO - P90XTCX e P90XTFX do do isolado número de es da capa interna P90XTCX e P90XTFX - 12/20kV 35 6,85 19, ,05 20, ,65 22, ,35 23, ,75 25, ,15 26, ,70 28, ,05 30, ,25 32, ,1 28, ,3 56, ,5 29, ,1 59, ,3 31, ,0 63, ,0 33, ,8 67, ,6 35, ,0 71, ,0 37, ,2 74, ,7 39, ,9 78, ,5 42, ,5 84, ,9 44, ,4 89,
6 Cabos energia baixa tensão Cabos P90X, P90XTFX e P90XTCX ou Construção: CONDUTOR (1) Fios de cobre mole estanhado. Encordoamento: classe 2. ISOLAÇÃO (2) Composto termofixo de polietileno reticulado (XLPE). BLINDAGEM METÁLICA* (3) Fita de poliester aluminizada. ENCHIMENTO (4) Composto termoplástico LS0H. CAPA INTERNA (5) Composto termoplástico LS0H. ARMAÇÃO DE TRANÇA (6.1) Fios de aço galvanizado (P90XTFX). (6.2) Fios de cobre estanhado (P90XTCX). COBERTURA (7) Composto termoplástico LS0H e SHF1. * sob consulta. P90XTFX ou P90XTCX P90X Os cabos de baixa tensão série P90X (0,6/1kV) de energia e e controle possuem es constituídos por fios de cobre estanhado, encordoados com formação concêntrica, de acordo com a classe 2 da IEC Condutores com superior a 6 mm2 são do tipo compactado. A isolação é constituídos por camada extrudada e vulcanizada de polietileno reticulado halogen free tipo HF XLPE da IEC A cobertura e o enchimento são constituídos por camadas extrudadas de composto termoplásticode poliolefina, isento de halogêneos, retardante à chama e de baixa emissão de fumaça e gases tóxicos em condiçãode incêndio, tipo LS0H (Low Smoke Zero Halogen) e SHF1 da IEC Os s s de que o cabo pode assumir na sua posição definitiva após a instalação é 4D para cabos não armados com menor que 25mm e 6D para cabos não armados com maior que 25 mm e qualquer de cabos armados. 6
7 Cabos energia baixa tensão Identificação: Condutores: até 4 es: preta, branca, vermelha, azul ou verde. acima de 4 es: veias pretas numerizadas. Cobertura: Preta Temperatura máxima do : 90 ºC em serviço contínuo, 130 ºC em sobrecarga e 250 ºC em curto-circuito. Normas aplicáveis: IEC , IEC cat. A, IEC , IEC /2 e IEC /2A. DADOS CONSTRUTIVOS CABO ENERGIA BAIXA TENSÃO - P90X, P90XTFX e P90XTCX - 0,6/1kV do do isolado 1,5 1,55 2,95 número de es P90X P90X, P90XTFX e P90XTCX - 0,6/1kV 1 a 4 es 2,5 2,00 3,40 4 2,50 3,90 6 3,10 4, ,70 5,10 da capa interna P90XTFX (P90XTCX, 1 ) 1 5, ,1 8, , ,7 12, , ,2 12, , ,2 13, , ,5 9, , ,8 13, , ,4 13, , ,3 14, , ,0 9, , ,8 14, , ,5 14, , ,7 16, , ,6 10, , ,0 15, , ,0 16, , ,1 17, , ,2 10, , ,4 16, , ,3 17, , ,8 19,
8 Cabos energia baixa tensão DADOS CONSTRUTIVOS CABO ENERGIA BAIXA TENSÃO - P90X, P90XTFX e P90XTCX - 0,6/1kV do do isolado número de es P90X da capa interna P90XTFX ( P90XTCX, 1 ) P90X, P90XTFX e P90XTCX - 0,6/1kV 1 a 4 es 16 4,90 6, ,90 7, ,85 8, ,05 10, ,65 11, ,35 13, ,75 15, ,15 17, ,70 18, ,05 21, ,25 24,05 1 8, ,3 11, , ,8 19, , ,8 20, , ,6 22, , ,1 13, , ,1 22, , ,3 23, , ,5 25, , ,0 14, , ,1 24, , ,5 25, , ,0 28, , ,5 16, , ,2 27, , ,1 29, , ,9 32, , ,5 18, , ,2 31, , ,1 33, , ,4 37, , ,3 20, , ,0 35, , ,1 38, , ,9 42, , ,1 21, , ,2 39, , ,9 42, , ,0 46, , ,1 24, , ,0 43, , ,9 46, , ,7 51, , ,0 26, , ,1 47, , ,5 51, , ,9 56, , ,8 29, , ,9 53, , ,5 57, , ,5 63, , ,2 32, , ,7 60, , ,9 64, , ,5 71, Nota Para o caso de cabos blindados com fita de poliéster aluminizada mais dreno de 2, 3 ou 4 es e até 10mm 2, tipos P90X-BC e P90XTFX-BC, podem ser utilizados os mesmos valores da tabela - s, s e s de. Para acima de 10mm 2, não é prevista esta construção. 8
9 Cabos de controle DADOS CONSTRUTIVOS CABOS DE CONTROLE - P90X e P90XTFX - 0,6/1kV do do isolado número de es P90X da capa interna P90XTFX P90X e P90XTFX - 0,6/1kV mais que 4 es 5 11, ,0 14, , ,9 15, , ,0 17, ,5 1,55 2, , ,7 18, , ,1 20, , ,4 22, , ,4 24, , ,3 15, , ,5 16, , ,7 19, ,5 2,00 3, , ,5 20, , ,3 22, , ,9 25, , ,2 27, , ,9 17, , ,5 18, , ,6 21, ,50 3, , ,7 23, , ,8 25, , ,7 28, , ,2 30, , ,2 19, , ,5 20, , ,7 23, ,10 4, , ,3 25, , ,6 28, , ,0 31, , ,9 34, , ,6 22, , ,4 23, , ,2 26, ,70 5, , ,1 29, , ,8 32, , ,0 36, , ,5 40,
10 Cabos de instrumentação Cabos TP90X, TP90XTCX e TP90XTFX TP90XTFX-BIC ou TP90XTCX-BIC TP90XTFX-BC ou TP90XTCX-BC A ou ou TP90X-BIC ou TP90X-BIC TP90X-BC ou TP90X-BC Construção: CONDUTOR (1) Fios de cobre estanhado, tempera mole. Encordoamento: classe 2. ISOLAÇÃO (2) Composto termofixo de polietileno reticulado (XLPE). FORMAÇÃO DO PAR OU TERNA (3) Veias torcidas com passo de aproximadamente 50mm. SEPARADOR (3A) Fita não higroscópica de poliéster com 100% de cobertura. CONDUTOR DRENO (4) Fios de cobre estanhado, tempera mole. Encordoamento: classe 2. BLINDAGEM INDIVIDUAL (5) Fita de poliéster aluminizada com 25% de remonte e 100 % de cobertura. CONDUTOR DE COMUNICAÇÃO* (6) Fios de cobre estanhado, tempera mole. Encordoamento: classe 2. ISOLAÇÃO (6A) Composto termofixo de polietileno reticulado (XLPE). SEPARADOR (7) Fita não higroscópica de poliéster com 100% de cobertura. CONDUTOR DRENO (8) Fios de cobre estanhado, tempera mole. Encordoamento: classe 2. BLINDAGEM COLETIVA (9) Fita de poliéster aluminizada com 25% de remonte e 100 % de cobertura. CAPA INTERNA (10) Composto termoplástico LS0H. ARMAÇÃO DE TRANÇA (11.1) Fios de aço galvanizado (TP90XTFX-BC). (11.2) Fios de cobre estanhado (TP90XTCX-BC*). COBERTURA (12) Composto termoplástico LS0H e SHF1. * Sob consulta. Os cabos de instrumentação série P90X (250V) possuem es constituídos por fios de cobre estanhado, encordoados com formação concêntrica, de acordo com a classe 2 da IEC A isolação é constituída por camada extrudada e vulcanizada de polietileno reticulado halogen free tipo HF XLPE da IEC A cobertura é constituída por camada extrudada de composto termoplástico de poliolefina, isento de halogêneos, retardante à chama e de baixa emissão de fumaça e gases tóxicos em condição de incêndio, tipo LS0H (Low Smoke Zero Halogen) e SHF1 da IEC Os s s de que o cabo pode assumir na sua posição definitiva após a instalação é de 8D. 10
11 Cabos de instrumentação Identificação: Condutore (sistema numérico): Par: veias nas cores preta e branca Ternas: veias nas cores preta, branca e vermelha Quadras: veias nas cores pretas, branca, vermelha e azul Cobertura: Preta Temperatura máxima do : 90 ºC em serviço contínuo. Normas aplicáveis: IEC , IEC cat. A, IEC , IEC /2 e IEC /2A. DADOS CONSTRUTIVOS CABOS DE INSTRUMENTAÇÃO do do isolado número de elementos TP90X-BC da capa interna TP90XTFX-BC BLINDAGEM COLETIVA - TP90X-BC e TP90XTFX-BC 250V 0,75 1,10 2,10 1P 7, ,0 10, P 10, ,1 14, P 11, ,0 15, P 15, ,7 18, P 16, ,1 19, P 19, ,4 23, P 21, ,0 25, P 25, ,1 29, P 26, ,9 30, T 7, ,1 10, T 14, ,2 17, T 18, ,5 22, T 20, ,7 23, T 23, ,8 27, T 24, ,5 28, T 27, ,2 30, Q 8, ,2 11, Q 14, ,2 17, Q 16, ,0 19, Q 19, ,7 23, Q 21, ,0 25,
12 Cabos de instrumentação DADOS CONSTRUTIVOS CABOS DE INSTRUMENTAÇÃO do do isolado número de elementos TP90X-BC da capa interna TP90XTFX-BC BLINDAGEM COLETIVA - TP90X-BC e TP90XTFX-BC 250V 1 1,30 2,30 1,50 1,55 2,80 1P 7, ,4 10, P 11, ,7 15, P 12, ,6 16, P 16, ,5 19, P 17, ,9 20, P 20, ,4 24, P 23, ,1 26, P 27, ,4 30, P 28, ,3 31, T 7, ,5 11, T 15, ,9 18, T 20, ,5 23, T 21, ,7 25, T 24, ,0 28, T 26, ,8 30, T 28, ,6 32, Q 8, ,6 12, Q 15, ,9 18, Q 17, ,8 20, Q 21, ,7 25, Q 22, ,1 26, P 8, ,0 11, P 12, ,6 16, P 13, ,5 17, P 17, ,3 21, P 18, ,3 22, P 22, ,0 26, P 24, ,9 28, P 29, ,6 33, P 30, ,6 34, T 8, ,5 11, T 16, ,3 20, T 21, ,2 23, T 23, ,5 26, T 26, ,0 30, T 28, ,8 32, T 31, ,9 34, Q 9, ,2 12, Q 16, ,3 20, Q 18, ,1 22, Q 23, ,5 26, Q 24, ,8 28,
13 Cabos de instrumentação DADOS CONSTRUTIVOS CABOS DE INSTRUMENTAÇÃO do do isolado número de elementos TP90X-BC da capa interna TP90XTFX-BC BLINDAGEM COLETIVA - TP90X-BC e TP90XTFX-BC 250V 2,50 2,00 3,20 1P 9, ,9 12, P 14, ,3 18, P 15, ,4 19, P 20, ,8 23, P 21, ,9 25, P 26, ,3 29, P 28, ,5 32, P 34, ,1 38, P 35, ,2 39, T 9, ,6 13, T 18, ,5 22, T 25, ,4 28, T 26, ,0 30, T 31, ,1 35, T 33, ,1 37, T 36, ,7 39, Q 10, ,6 14, Q 18, ,5 22, Q 21, ,8 24, Q 26, ,0 30, Q 28, ,4 32, BLINDAGEM INDIVIDUAL E COLETIVA - TP90X-BIC - TP90XTFX-BIC 250V 0,75 1,10 2,10 1P 7, ,0 10, P 11, ,3 14, P 12, ,1 15, P 16, ,0 19, P 17, ,0 20, P 21, ,1 25, P 23, ,2 27, P 29, ,4 32, P 30, ,4 34, T 7, ,5 10, T 14, ,6 18, T 19, ,3 23, T 20, ,5 24, T 24, ,8 27, T 25, ,1 29, T 28, ,3 31, Q 8, ,2 11, Q 14, ,6 18, Q 16, ,5 20, Q 20, ,5 24, Q 22, ,7 25,
14 Cabos de instrumentação DADOS CONSTRUTIVOS CABOS DE INSTRUMENTAÇÃO do do isolado número de elementos TP90X-BIC da capa interna TP90XTFX-BIC BLINDAGEM INDIVIDUAL E COLETIVA - TP90X-BIC e TP90XTFX-BIC 250V 1 1,30 2,30 0,75 1,10 2,10 1P 7, ,4 10, P 11, ,9 15, P 12, ,8 16, P 17, ,8 20, P 18, ,9 21, P 22, ,2 26, P 25, ,4 28, P 31, ,9 34, P 32, ,9 35, T 7, ,9 11, T 15, ,4 19, T 20, ,3 24, T 22, ,6 25, T 25, ,0 29, T 27, ,4 30, T 29, ,8 33, Q 8, ,6 12, Q 15, ,4 19, Q 17, ,4 21, Q 22, ,6 25, Q 23, ,8 27, P 7, ,0 10, P 11, ,3 14, P 12, ,1 15, P 16, ,0 19, P 17, ,0 20, P 21, ,1 25, P 23, ,2 27, P 29, ,4 32, P 30, ,4 34, T 7, ,5 10, T 14, ,6 18, T 19, ,3 23, T 20, ,5 24, T 24, ,8 27, T 25, ,1 29, T 28, ,3 31, Q 8, ,2 11, Q 14, ,6 18, Q 16, ,5 20, Q 20, ,5 24, Q 22, ,7 25,
15 Cabos de instrumentação DADOS CONSTRUTIVOS CABOS DE INSTRUMENTAÇÃO do do isolado número de elementos TP90X-BIC da capa interna TP90XTFX-BIC BLINDAGEM INDIVIDUAL E COLETIVA - TP90X-BIC e TP90XTFX-BIC 250V 1,50 1,55 2,80 2,50 2,00 3,20 1P 8, ,6 11, P 12, ,8 16, P 13, ,7 17, P 18, ,1 22, P 19, ,3 23, P 24, ,0 28, P 27, ,4 30, P 33, ,3 37, P 35, ,0 38, T 8, ,5 11, T 16, ,5 20, T 22, ,9 26, T 24, ,3 27, T 28, ,1 31, T 29, ,7 33, T 32, ,3 36, Q 9, ,2 12, Q 16, ,5 20, Q 19, ,8 22, Q 24, ,3 27, Q 25, ,6 29, P 9, ,9 12, P 14, ,5 18, P 15, ,6 19, P 21, ,7 24, P 22, ,1 26, P 28, ,6 32, P 31, ,4 35, P 39, ,5 42, P 40, ,6 44, T 9, ,6 13, T 19, ,9 33, T 26, ,4 29, T 27, ,9 31, T 32, ,2 36, T 34, ,9 36, T 37, ,9 38, Q 10, ,6 14, Q 19, ,9 23, Q 22, ,7 25, Q 27, ,9 31, Q 29, ,5 33,
16 Dimensionamento CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE TABELA 1 - CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE ADMISSÍVEIS EM REGIME PERMANENTE (TEMPERATURA MÁXIMA O DO CONDUTOR 85 C) Os valores de corrente indicados na tabela 1 são os máximos admissíveis em regime permanente, para temperatura ambiente de 45 C, aplicáveis a cabos de média e baixa tensão com es de cobre, instalados em grupos de até quatro cabos ao ar livre - conforme IEC Para cabos multipolares de controle, com número de es em carga superior a quatro, torna-se necessária a aplicação dos fatores de correção da capacidade de condução de corrente indicados na tabela 3 (ver Fatores de Correção da Capacidade de Condução de Corrente ). corrente máxima admissível por (A) número de es do cabo e 4 1, , FATORES DE CORREÇÃO DA CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE Na tabela de condução de corrente (tabela 1), são fornecidas as correntes máximas admissíveis em regime permanente, válidas para a condição de instalação e de temperatura ambiente ali informadas. Contudo, se as condições reais de instalação forem diferentes torna-se necessário corrigir o valor da capacidade de corrente através de fatores, que devem ser aplicados aos valores tabelados. Basicamente, três fatores de correção são suficientes nas instalações normais: fator de correção para temperatura ambiente diferente da considerada (tabela 2); fator de correção devido ao agrupamento de cabos; fator de correção da corrente em função do número de es carregados (para cabos de controle) tabela 3. A seguir, encontram-se os fatores de correção para diversos valores de temperatura ambiente e para diferentes números de cabos agrupados e es carregados. 16
17 Dimensionamento CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE TABELA 2 - FATORES DE CORREÇÃO PARA TEMPERATURAS AMBIENTES DIFERENTES DE 45 C temperatura ambiente ( C) fatores de correção (*) 1,12 1,06 1,00 0,94 0,87 (*) Multiplicar pela capacidade de condução de corrente de cabo de 2 es (tabela 1). CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE TABELA 3 - FATORES DE CORREÇÃO EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE CONDUTORES CARREGADOS FATORES DE CORREÇÃO EM FUNÇÃO DO AGRUPAMENTO DE CABOS Os valores de capacidade de corrente dados na tabela 1, podem ser considerados aplicáveis sem fatores de correção para até seis cabos agrupados em bandeja, conduíte ou calha. No caso de mais de seis cabos operando a plena capacidade de corrente, agrupados de forma que o ar não circule livremente ao redor dos mesmos, um fator de correção de 0,85 deve ser aplicado. número de es carregados fatores de correção (*) simultaneamente 5 0,70 6 0,66 7 0,62 8 0,60 9 0, , , , , , , , , ,40 (*) Multiplicar pela capacidade de condução de corrente de cabo de 2 es (tabela 1). EXEMPLO DE APLICAÇÃO Capacidade de corrente de um cabo P90X, 12 es, 6mm 2, 10 es simultaneamente sob carga e temperatura ambiente de 35 ºC. Capacidade de corrente do cabo P90X 2x6 mm 2 a 45 ºC ambiente = 41 A (tabela 1). Fator de correção para o cabo 10x6mm 2 dado pela tabela 3 = 0,55. Fator de correção para temperatura ambiente de 35 ºC = 1,12 (tabela 2). Capacidade de condução de corrente = 41 x 0,55 x 1,12 = 25 A. 17
18 Dimensionamento QUEDA DE TENSÃO EM SISTEMAS DE CORRENTE CONTÍNUA OU ALTERNADA A seguir são dados os valores aproximados de queda de tensão em V/A.km (Volt por Ampère por Quilômetro), considerando as condições mais usuais de instalação, em sistemas de corrente contínua e corrente alternada (monofásicos e trifásicos). Na sua elaboração foram adotados os seguintes parâmetros: temperatura no : 85 ºC; distanciamento entre eixos de cabos (válido para cabos unipolares, instalados em plano horizontal): S = 2D (D = do cabo) S = 10cm S = 20cm fator de potência (FP) FP = 0,80 FP = 0,95 QUEDA DE TENSÃO QUEDA DE TENSÃO EM SISTEMAS DE CORRENTE CONTÍNUA (C.C.) - CABOS UNIPOLARES E MULTIPOLARES queda de tensão (V/A.km) 1,5 31,11 2,5 19, ,99 6 7, , , , , , , , , , , , ,15 18
19 Dimensionamento QUEDA DE TENSÃO QUEDA DE TENSÃO EM SISTEMAS DE CORRENTE ALTERNADA (C.A.) - Valores em V/A.km cabos unipolares cabos uni cabos tri e e bipolares tetrapolares circuito monofásico circuito trifásico circuito circuito circuito trifásico monofásico trifásico s=10cm s=20cm s=2d s=10cm s=20cm s=2d FP-0,8 FP-0,95 FP-0,8 FP-0,95 FP-0,8 FP-0,95 FP-0,8 FP-0,95 FP-0,8 FP-0,95 FP-0,8 FP-0,95 FP-0,8 FP-0,95 FP-0,8 FP-0,95 FP-0,8 FP-0,95 1,5 23,8 28,0 23,9 28,0 23,6 27,9 20,7 24,3 20,5 24,1 20,4 24,1 20,4 24,1 23,5 27,8 20,3 24,1 2,5 14,9 17,4 15,0 17,5 14,7 17,3 12,9 15,1 13,0 15,1 12,8 15,0 12,7 15,0 14,6 17,3 12,7 15,0 4 9,4 10,9 9,5 10,9 9,2 10,8 8,2 9,5 8,2 9,5 8,0 9,4 7,9 9,3 9,1 10,8 7,9 9,3 6 6,4 7,3 6,4 7,3 6,2 7,2 5,5 6,3 5,6 6,3 5,4 6,2 5,3 6,2 6,1 7,1 5,3 6,2 10 3,9 4,4 4,0 4,4 3,7 4,3 3,4 3,8 3,5 3,8 3,3 3,7 3,2 3,7 3,6 4,2 3,2 3,7 16 2,58 2,83 2,64 2,86 2,42 2,74 2,25 2,46 2,31 2,48 2,12 2,39 2,05 2,35 2,34 2,70 2,03 2, ,74 1,85 1,81 1,88 1,61 1,77 1,53 1,61 1,58 1,64 1,41 1,55 1,34 1,51 1,52 1,73 1,32 1, ,34 1,37 1,40 1,41 1,21 1,30 1,18 1,20 1,23 1,23 1,06 1,14 0,99 1,10 1,15 1,26 0,98 1, ,06 1,05 1,12 1,09 0,94 0,99 0,94 0,92 0,99 0,95 0,83 0,87 0,76 0,83 0,86 0,95 0,75 0, ,81 0,77 0,88 0,80 0,70 0,71 0,72 0,68 0,78 0,70 0,63 0,63 0,56 0,59 0,63 0,67 0,54 0, ,66 0,59 0,72 0,62 0,56 0,54 0,59 0,52 0,64 0,55 0,50 0,48 0,43 0,44 0,48 0,50 0,42 0, ,57 0,49 0,63 0,53 0,48 0,45 0,51 0,44 0,56 0,46 0,43 0,40 0,36 0,36 0,40 0,41 0,35 0, ,50 0,42 0,57 0,46 0,42 0,38 0,45 0,38 0,51 0,41 0,39 0,34 0,32 0,31 0,35 0,35 0,30 0, ,44 0,36 0,51 0,39 0,38 0,32 0,40 0,32 0,46 0,35 0,34 0,29 0,27 0,26 0,30 0,29 0,26 0, ,39 0,30 0,45 0,33 0,33 0,27 0,35 0,27 0,41 0,30 0,30 0,24 0,23 0,21 0,26 0,24 0,22 0, ,35 0,26 0,41 0,29 0,30 0,24 0,32 0,24 0,37 0,26 0,28 0,21 0,21 0,18 0,23 0,20 0,20 0,18 19
20 Dimensionamento PARÂMETROS ELÉTRICOS CABOS DE INSTRUMENTAÇÃO resistência elétrica máxima à 20 C resistência de isolamento mínima à 20 C par, terna ou quadra (*) capacitância indutância impedância característica (Ω/km) (MΩ/km) (nf/km) (mh/km) (Ω) CABOS DE INSTRUMENTAÇÃO - BLINDAGEM COLETIVA 0,75 26, , , , ,5 12, , ,5 8, ,40 75 CABOS DE INSTRUMENTAÇÃO - BLINDAGEM INDIVIDUAL E COLETIVA 0,75 26, , , , ,5 12, , ,5 8, ,40 75 (*) Valores indicativos de trabalho, não sujeitos a teste. PARÂMETROS ELÉTRICOS CABOS DE ENERGIA E CONTROLE EM CORRENTE CONTÍNUA número de fios resistência elétrtica máxima em C.C. a 20 C (Ω/km) * cobre nú cobre estanhado 0,75 7 1,10 24,5 24, ,5 7 1,55 12,1 12,2 2,5 7 2,00 7,41 7, ,50 4,61 4, ,30 18,1 18,2 3,10 3,08 3, ,70 1,83 1, ,90 1,15 1, ,90 0,727 0, ,85 0,524 0, ,05 0,387 0, ,65 0,268 0, ,35 0,193 0, ,75 0,153 0, ,15 0,124 0, ,70 0,0991 0, ,05 0,0754 0, ,25 0,0601 0,0607 (*) Cabos com até 9 es e não de instrumentação. Para cabos com número de es superior a 9, os valores de resistência elétrica da tabela devem ser acrescidos de: de 10 a 19 es: 1%; de 20 a 37 es: 1,5 %; de 38 a 61 es: 3 %. Para cabos de instrumentação (a pares, ternas ou quadras), os valores de resistência elétrica da tabela devem ser acrescidos de 6%. 20
21 Dimensionamento CABOS DE ENERGIA DE BAIXA E MÉDIA TENSÃO Os valores de resistências elétricas e reatâncias indutivas e capacitivas indicados a seguir são valores médios e destinam-se a cálculos aproximados de circuitos elétricos. PARÂMETROS ELÉTRICOS CABOS DE BAIXA TENSÃO - 0,6/1kV - Valores em Ω/km cabos unipolares circuitos FN/FF S=de S = 2de S = 10cm S = 20cm R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] [9] 1,5 14,48 0,16 14,48 0,21 14,48 0,39 14,48 0,44 2,5 8,87 0,15 8,87 0,20 8,87 0,37 8,87 0,42 4 5,52 0,14 5,52 0,20 5,52 0,35 5,52 0,40 6 3,69 0,14 3,69 0,19 3,69 0,33 3,69 0, ,19 0,13 2,19 0,18 2,19 0,32 2,19 0, ,38 0,12 1,38 0,17 1,38 0,30 1,38 0, ,87 0,12 0,87 0,17 0,87 0,28 0,87 0, ,63 0,11 0,63 0,17 0,63 0,27 0,63 0, ,46 0,11 0,46 0,16 0,46 0,26 0,46 0, ,32 0,10 0,32 0,16 0,32 0,25 0,32 0, ,23 0,10 0,23 0,16 0,23 0,24 0,23 0, ,19 0,10 0,18 0,15 0,18 0,23 0,18 0, ,15 0,10 0,15 0,15 0,15 0,22 0,15 0, ,12 0,10 0,12 0,15 0,12 0,21 0,12 0, ,09 0,10 0,09 0,15 0,09 0,20 0,09 0, ,08 0,10 0,07 0,15 0,07 0,19 0,07 0,24 21
22 Dimensionamento PARÂMETROS ELÉTRICOS CABOS DE BAIXA TENSÃO - 0,6/1kV - Valores em Ω/km cabos unipolares cabos bi e cabo circuitos 3F tripolares tetrapolar S=de S = 2de S = 10cm S = 20cm trifófio FN/FF/3F 3F+N/3F+PE R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L [1] [10] [11] [12] [13] [14] [15] [16] [17] [18] [19] [20] [21] [22] [23] 1,5 14,48 0,17 14,48 0,23 14,48 0,40 14,48 0,46 14,48 0,16 14,48 0,12 14,48 0,14 2,5 8,87 0,16 8,87 0,22 8,87 0,38 8,87 0,44 8,87 0,15 8,87 0,12 8,87 0,13 4 5,52 0,16 5,52 0,22 5,52 0,37 5,52 0,42 5,52 0,14 5,52 0,12 5,52 0,13 6 3,69 0,15 3,69 0,20 3,69 0,35 3,69 0,40 3,69 0,14 3,69 0,11 3,69 0, ,19 0,14 2,19 0,20 2,19 0,34 2,19 0,39 2,19 0,13 2,19 0,10 2,19 0, ,38 0,14 1,38 0,19 1,38 0,32 1,38 0,37 1,38 0,12 1,38 0,10 1,38 0, ,87 0,13 0,87 0,18 0,87 0,30 0,87 0,35 0,87 0,11 0,87 0,10 0,87 0, ,63 0,13 0,63 0,18 0,63 0,29 0,63 0,34 0,63 0,11 0,63 0,09 0,63 0, ,46 0,13 0,46 0,18 0,46 0,28 0,46 0,33 0,46 0,11 0,46 0,09 0,46 0, ,32 0,12 0,32 0,17 0,32 0,27 0,32 0,32 0,32 0,10 0,32 0,09 0,32 0, ,23 0,12 0,23 0,17 0,23 0,25 0,23 0,30 0,23 0,10 0,23 0,09 0,23 0, ,19 0,12 0,18 0,17 0,18 0,24 0,18 0,29 0,19 0,10 0,19 0,09 0,19 0, ,15 0,12 0,15 0,17 0,15 0,23 0,15 0,29 0,15 0,10 0,15 0,09 0,15 0, ,12 0,12 0,12 0,17 0,12 0,23 0,12 0,28 0,12 0,10 0,12 0,09 0,12 0, ,09 0,12 0,09 0,17 0,09 0,22 0,09 0,27 0,09 0,10 0,10 0,09 0,09 0, ,08 0,11 0,07 0,17 0,07 0,21 0,07 0,26 0,08 0,10 0,08 0,09 0,08 0,10 22
23 Dimensionamento PARÂMETROS ELÉTRICOS CABOS DE MÉDIA TENSÃO - CABOS UNIPOLAR E TRIPOLAR Xc unipolar tripolar s = 2D s = 13 cm s= 20 cm trifólio ( Ω.km ) R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L R ca X L (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) (Ω/km) CABO MÉDIA TENSÃO - 6/10 kv 16 13,368 1,470 0,244 1,480 0,377 1,480 0,369 1,470 0,174 1,480 0, ,793 0,932 0,232 0,940 0,320 0,944 0,353 0,928 0,344 0,928 0, ,698 0,673 0,223 0,681 0,308 0,685 0,340 0,670 0,154 0,669 0, ,794 0,498 0,216 0,506 0,298 0,510 0,330 0,495 0,147 0,495 0, ,651 0,347 0,208 0,353 0,284 0,357 0,316 0,343 0,139 0,343 0, ,702 0,251 0,201 0,258 0,271 0,261 0,303 0,248 0,132 0,248 0, ,102 0,200 0,197 0,206 0,263 0,209 0,295 0,197 0,128 0,197 0, ,555 0,164 0,193 0,169 0,255 0,172 0,287 0,161 0,124 0,161 0, ,028 0,133 0,189 0,139 0,246 0,144 0,278 0,130 0,120 0,130 0, ,339 0,103 0,185 0,109 0,235 0,113 0,267 0,100 0,115 0,100 0, ,878 0,084 0,181 0,089 0,226 0,093 0,258 0,082 0,112 0,082 0,103 CABO MÉDIA TENSÃO - 12/20 kv 35 15,127 0,673 0,238 0,679 0,308 0,683 0,341 0,669 0,168 0,669 0, ,970 0,498 0,231 0,504 0,298 0,508 0,330 0,495 0,161 0,495 0, ,483 0,347 0,221 0,352 0,284 0,355 0,316 0,343 0,152 0,343 0, ,226 0,253 0,214 0,259 0,271 0,263 0,303 0,248 0,144 0,248 0, ,421 0,202 0,208 0,207 0,263 0,212 0,295 0,197 0,139 0,197 0, ,679 0,165 0,204 0,170 0,255 0,174 0,287 0,161 0,135 0,161 0, ,956 0,133 0,200 0,138 0,246 0,142 0,279 0,129 0,130 0,129 0, ,999 0,103 0,194 0,107 0,235 0,111 0,267 0,100 0,125 0,100 0, ,349 0,087 0,190 0,092 0,226 0,098 0,258 0,082 0,121 0,082 0,113 23
24 Correntes máximas de curto-circuito CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS DE CURTO-CIRCUITO NO CONDUTOR As fórmulas simplificadas a seguir podem ser usadas nas seguintes situações: determinação da máxima corrente de curto-circuito permitida num cabo, num certo tempo; determinação da do necessária para suportar uma particular condição de curto-circuito; determinação do tempo máximo que um cabo pode funcionar com uma particular corrente de curto-circuito, sem danificar a isolação. Baseiam-se na energia térmica armazenada no e no limite máximo de temperatura admitido pela isolação. Supõe-se que o intervalo de tempo da passagem da corrente de curto-circuito é relativamente pequeno, de forma que o calor desenvolvido no fica, todo ele, contido no mesmo. Note-se que a temperatura anormal no persiste por um intervalo de tempo maior do que o da duração do curto-circuito. Por exemplo, uma corrente de A num cabo P90X de 240mm 2, eleva a temperatura do de cobre de 80 C para 250 C, em aproximadamente 1 segundo, enquanto que, com a corrente reduzida a zero, levaria o o tempo de segundos para voltar à temperatura de operação normal. O tempo de resfriamento varia com a geometria do cabo e local de instalação. Este atraso térmico no resfriamento é de especial importância em casos onde os circuitos são protegidos por religadores automáticos e onde um imediato religamento manual é, às vezes, praticado. Geralmente, a temperatura no no instante inicial de um curto-circuito não é precisamente conhecida, pois depende da carga do cabo e das condições ambientais. Por motivos de segurança, sugere-se adotar a máxima temperatura admissível no em regime permanente (85 C) como sendo a temperatura do no instante inicial do curto circuito. CONSIDERAÇÕES SOBRE EMENDAS, TERMINAIS E TERMINAÇÕES Na instalação de um cabo de potência, as conexões executadas nas emendas, terminais e terminações podem ser elaboradas por meio de solda estanho-chumbo. Estas soldas têm suas características mecânicas depreciadas com a temperatura e recomenda-se, em geral, que não ultrapasse 160 C. Assim, são as conexões que fixarão a máxima temperatura para as condições de curto-circuito, caso as mesmas tenham sido executadas por meio de solda estanho-chumbo. No caso de executar-se as conexões por meio de conectores de compressão ou aparafusados, ou, ainda, por meio de soldas especiais, a temperatura máxima de curto-circuito é determinada pela isolação, ou seja, 250 C. de cobre conexões prensadas conexões soldadas T1 ( C) T2 ( C) fórmula T2 ( C) fórmula I. t =145.S 160 I. t =103.S SIMBOLOGIA I = corrente de curto-circuito (A); S = do ; t = tempo de duração do curto-circuito (s); T1 = temperatura do no início do curto-circuito ( C); T2 = máxima temperatura admissível para o em curto-circuito ( C). 24
CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE 1/40
1/40 Os valores de capaci dade de condução de correntes constantes das tabelas a seguir, foram calculados de acordo com os critérios estabelecidos pela NBR 11301. Para os cálculos foram consideradas aterradas
CABOS ELÉTRICOS PARA APLICAÇÃO EM OFFSHORE 1/2013
1/2013 CABOS ELÉTRICOS PARA APLICAÇÃO EM OFFSHORE ÍNDICE: Cabos Elétricos de Energia e Controle - 0,6/1kV (1,8/3kV) LKM-SHF2 & LKM-SHF2 FLEX...4 LKMM-SHF2...8 LKSM-SHF2 & LKSM-SHF2 FLEX...10 LKMSM-SHF2...14
BAIXA TENSÃO Uso Geral
Dimensionamento OS SEIS CRITÉRIOS TÉCNICOS DE DIMENSIONA- MENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS: Chamamos de dimensionamento técnico de um circuito à aplicação dos diversos itens da NBR 5410/2004 relativos à escolha
BAIXA TENSÃO Uso Geral
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Fio e Cabo Inbranil Antichama - 750V
Fio e Cabo Inbranil Antichama - 750V Características Construtivas 1) Para Fio Inbranil Antichama: condutor sólido de cobre eletrolítico nu, têmpera mole, classe 1. Para Cabo Inbranil Antichama: condutor
DIMENSIONAMENTO OS SEIS CRITÉRIOS TÉCNICOS DE DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS:
DIMENSIONAMENTO OS SEIS CRITÉRIOS TÉCNICOS DE DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS: Chamamos de dimensionamento técnico de um circuito à aplicação dos diversos itens da NBR 5410 relativos à escolha
Soluções inovadoras em fios e cabos elétricos.
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TABELA 1 Os métodos de referência são os de instalação indicados na NBR - 5410
CAPACIAE E CONUÇÃO E CORRENTE PARA CABO E BAIXA TENÃO O dimensionamento de uma instalação elétrica alimentada sob tensão nominal igual ou inferior a 00V, em corrente alternada é a 0V em corrente contínua,
Disciplina: Eletrificação Rural
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