Adaptação e Manejo de Leitoas
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- Maria de Fátima do Amaral Laranjeira
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1 Adaptação e Manejo de Leitoas Paulo Eduardo Bennemann Djane Dallanora Natalha Biondo Universidade do Oeste de Santa Catarina UNOESC Faculdade de Medicina Veterinária Xanxerê - SC [email protected]
2 Tópicos a serem abordados 1. Introdução 2. O que se espera de uma leitoa? 3. Adaptação de leitoas 4. Indução a puberdade 5. Transporte e reagrupamento 6. Quando iniciar a exposição das leitoas ao macho? 7. Tipo e intensidade de estímulo 8. Tempo de exposição da leitoa ao macho 9. Frequência de exposição ao macho no desencadeamento da puberdade 10. Outros fatores relacionados à puberdade Alojamento Hormonioterapia na indução a puberdade de leitoas acíclicas Taxa de crescimento e puberdade da leitoa 11. Manejo da leitoa após a puberdade Sincronização de estro Peso, idade, condição corporal e número de estros a primeira cobertura 12. Manejo alimentar (flushing) 13. Transformando os conceitos de manejo em recomendações práticas do dia-a-dia 14. Considerações finais
3 Introdução Tema presente na maiorias das discussões Importância da leitoa no sistema de produção Altas taxas de reposição >50% (Engbom et al., 2008) Representam 17 a 21% do plantel (Bortolozzo et al., 2009) Responsáveis por até 30% dos DNP (Foxcroft, 2001) Taxas de retenção no plantel (70% ao 3 parto)
4 Introdução Desenvolvimento de animais modernos Características de carcaças Reservas corporais Exigência de manejos diferenciados (Machado, 2003) Introdução e adaptação da leitoa ao novo sistema
5 O que se espera de uma boa leitoa? Incremento genético Não existe fórmula mágica! Precocidade Adaptação e manejo, bem Alta produtividade conduzidos, são as ferramentas Sem queda de produção no 2 parto básicas para o sucesso Longevidade / Alta taxa de retenção
6 Número de leitões nascidos por categoria de ordem de parto* * Dados não pubulicados (os autores) No entanto... Quase 20% dos descartes ocorrem em OP 0 Destes, 65% devido a falhas reprodutivas (Engbom et al., 2008; Lucia et al., 2000)
7 Variação do número total de leitões nascidos em dois sistemas de produção* Qual a diferença entre estas 18 15, ,8 granjas? 13,2 13, ,1 12, Instalações, 6 nutrição, sanidade? Empresa 1 Empresa 2 Capacidade de adaptação de manejos a *dados não publicados (os autores); dados de duas granjas mesma genética, no mesmo período, em empresas diferentes. sua realidade será o fator chave de sucesso!
8 Adaptação de Leitoas Origem Perfil Sanitário Condição Imune Destino Desafio Sanitário Resposta Imune Objetivo Exposição controlada Manutenção do equilíbrio
9 Adaptação de Leitoas A correta adaptação das leitoas pode melhorar o seu desempenho produtivo (Batista, 2000) Como realizar a adaptação? Conhecer perfil sanitário origem e destino Exposição controlada Quarentenário Quarentenário, a instalação esquecida!
10 Adaptação de Leitoas Período de 50 a 60 dias entre alojamento e a cobertura é suficiente para uma correta adaptação e microbiota da unidade (Wentz et al., 2006) Método empírico de exposição (placenta, fezes)??? Programa de vacinação (respiratório e reprodutivo)
11 Adaptação de Leitoas Programa de vacinação (reprodutivo) Parvovírus 180 dias de idade (Sobestiansky & Barcellos, 2007) Gava, 2011 AC PPV não detectados a partir de 87 dias de vida
12 Perfil da imunidade passiva para Parvovirus suíno em leitões submetidos ao teste de ELISA Possibilidade vacinação precoce leitoas. Melhor adaptação de leitoas precoces. O marcador ( ) indica o momento em dias da coleta de cada amostra de soro (antes da ingestão do colostro, 7, 21, 57, 87 e 128 dias de idade). Número de animais positivos ao teste de ELISA. Adaptado de Gava, 2011).
13 Indução a Puberdade Manejo realizado a partir dos 150 dias de idade das leitoas com auxílio de um macho adulto (WENTZ et al., 2006) Contato macho sexualmente maduro, no período puberal, é o o manejo mais influente para estimular a puberdade (Laurence & Fowler, 1997) Efeito Macho contato físico, visual, auditivo e olfatório (Hughes, Pearce, Patterson, 1990)
14 Efeito multifatorial Indução a Puberdade Intensidade do estímulo com o macho Permite Genética que leitoas tardias sejam identificadas e descartadas Idade precocemente (FOXCROFT, 2001) Peso Condição corporal Evita prejuízos Manejo nutricional financeiros devido ao alto peso de abate em leitoas tardias e penalizações de qualidade de carcaça.
15 Transporte e Reagrupamento Transporte/Realocação/Mistura Sinergismo na indução da puberdade (Mellagi, et al., 2006; Wentz, et al., 2006) Hughes et al. (1997) Avaliação da interação transporte * contato macho Redução da idade a puberdade em leitoas submetidas ao transporte e ao contato com o macho ( 190,2 dias x 202,3 dias - p<0,01). Transporte sozinho não houve efeito
16 Quando iniciar a exposição ao macho? Exposição antes dos 140 dias intervalo de contado e idade a puberdade (Dial et al., 1986) Exposição a partir do 160 dias resulta em até 85% de leitoas em estro em até 40 dias pós início da estimulação (Kummer et al., 2009; Amaral Filha et al., 2009) Exposição aos 160 dias resultou em 93 a 100% de leitoas em estro (Wentz et al., 2006)
17 Quando iniciar a exposição ao macho? Exposição antes dos 140 dias intervalo de contado e idade a puberdade (Dial et al., 1986) Exposição tardia de leitoas ao estímulo do macho (van Wettere et al., 2006) dias de idade Maior longevidade da matriz
18 Percentual de manifestação de estro de acordo com o sistema de estimulação e com a idade (dias) das leitoas no início do estímulo com o macho Animais selecionados para maior deposição de tecido magro podem apresentar maturação reprodutiva mais tardia (Evans & O Doherty, 2001; van Wettere et al., 2006)
19 Distribuição de leitoas demonstrando o primeiro estro após a exposição ao macho aos 161, 182 ou 203 dias de idade. 70 a 90% das leitoas manifestando estro em até 20 dias após o início da estimulação (182 e 203 dias) Estímulo com o macho a partir dos 170 dias Maior concentração de estros em um curto período Otimizar a mão-de-obra disponível na granja van Wettere et al., 2005
20 Efeito da idade de início do estímulo à puberdade no percentual de leitoas em estro Dias após o início da estimulação Idade do início da estimulação 140 dias idade 160 dias idade 170 dias idade 200 dias idade Kummer et al. (2006) Foxcroft et al. (2004) Wentz et al. (1999) Foxcroft et al. (2004) Ribeiro, 2011* Ribeiro, 2011* *Material genético diferente dos demais.
21 Importante Qualidade do macho! A capacidade do macho em estimular a leitoa é fundamental Macho Alta Libido Macho Baixa Libido Sem Macho
22 Variáveis: Espaço Tempo Mão-de-obra Tipo e intensidade de estímulo Qual é o melhor método? Finalidade efeito macho Baia (macho introduzido na baia das leitoas) BEAR (área de exposição ao macho) DMA (área de detecção) Fence-Line (exposição via portão/parede vasada)
23 Tipo e intensidade de estímulo Efeito do tipo de exposição ao macho (BEAR ou Baia) na idade a puberdade (Patterson et al., 2002) Variável BEAR Baia Dias a puberdade 21,8 24,0 Idade a puberdade (dias) 180,9 183,8 % estro em 52 dias Resultados semelhantes
24 Tipo e intensidade de estímulo Percentual de manifestação de estro de acordo com o sistema de estimulação e com a idade (dias) das leitoas no início do estímulo com o macho. Percentual de manifestação de estro após o estímulo, % (n/n) Sistema Idade 10 dias 20 dias 30 dias 42 dias 150 9,9 (7/71)a 14,1 (10/71)a 28,2 (20/71)a 46,5 (33/71)a BAIA ,5 (10/74)a 25,7 (19/74)a 33,8 (25/74)a 50,0 (37/74)a Não houve diferença entre os sistemas de estimulação, ,3 (22/66)b dentro 57,6 de(38/66)b cada idade 77,3 (51/66)b (P>0,05). 81,8 (54/66)b ,7 (9/71)a 21,1 (15/71)a 36,6 (26/71)a 47,9 (34/71)a BEAR ,5 (10/74)a 28,4 (21/74)a 39,2 (29/74)a 48,6 (36/74)a ,4 (21/61)b 63,9 (39/61)b 77,0 (47/61)b 78,7 (48/61)b Ribeiro, 2011 BAIA: estímulo efetuado pela introdução do macho na baia das fêmeas. BEAR: estímulo efetuado pela colocação das fêmeas na área de permanência do macho. Não houve diferença entre os sistemas de estimulação, dentro de cada idade (P>0,05). a, b na coluna, dentro de cada sistema, indicam diferença estatística (P<0,05), pelo teste de Tukey-Kramer.
25 Efeito do tipo de exposição ao macho (Fence-Line ou Baia) nas características de puberdade em leitoas Qual é o melhor? Referencia Baia Fence-Line Sem Contato Macho P Karlbom (1981) 163,0 a 183,0 b 198,0 c < 0,01 Deligeorgis et al. (1984) 167,9 a 192,2 b 191,2 b < 0,01 Intensidade do contato Zimmerman et al. (1996) 187,0 a 198,9 b - < 0,02 Pearce & Paterson (1992) 80% a 38% b 21% b < 0,01 Estímulo focinho-focinho Rotação de machos
26 Tempo de Exposição Efeito do tempo de exposição das leitoas ao macho na idade a puberdade Tempo de exposição ao macho (min.) Referência A exposição física da leitoa ao macho por 10 a 15 minutos por dia é o suficiente para induzir a puberdade (Foxcroft, 2001) Caton et al. (1986) - 194,9-192,1 198,5 - Hemsworth et al. (1988) 203,4 189,0-194,6 - - Paterson et al. (1989) 218, , Zimmerman Os machos et al. (1996) não devem - ser- alojados 187,0 nas - proximidades - 198,3 dos grupos de leitoas no período pré puberal (Sonderman, 2010)
27 Tempo de Exposição O tempo de exposição do macho às leitoas é um fator importante no desencadeamento da puberdade (Dial et al., 1986; Hughes et al., 1990) A exposição física ao cachaço por 10 a 15 minutos por dia já é o suficiente para induzir a puberdade (Foxcroft, 2001) Os machos não devem ser alojados nas proximidades dos grupos de leitoas no período pré puberal (Sonderman, 2010)
28 Frequência de Exposição O grande desafio é a busca por máxima eficiência no manejo de estimulação a puberdade com os menores recursos de mão-de-obra aplicada O que é melhor? O que eu consigo realizar? Qual é o efeito da frequência de estimulação a puberdade em leitoas no resultado final?
29 Frequência de Exposição Efeito da frequência do contato com o macho e da estação do ano no desencadeamento da puberdade em leitoas. A frequência de exposição não foi capaz de Estação do Ano afetar o percentual de leitoas em estro. Primavera Verão Outono Frequência Contato Macho % estro Dias a puberdade No entanto... % estro Dias a puberdade % estro Dias a puberdade % estro Média Dias a puberdade 2 dias/sem a a dias/sem b a dias/sem b b o intervalo entre a exposição ao macho e o primeiro estro foi melhor quando realizada a exposição das leitoas ao macho por sete dias na semana. Média a,b Letras diferentes na coluna diferem entre si (P < 0,05) Paterson (1989)
30 Frequência de Exposição Exposição diária: uma ou duas vezes Antecipação na idade a puberdade quando o contato com o macho é realizado duas vezes ao dia quando comparado a uma vez ao dia (Hughes, 1994; Philip & Hughes, 1997) Duas apresentações ao macho por dia reduziram o intervalo a puberdade (18,6 vs 24,8 dias) (Zimmerman, 1998) O percentual de primeiros estros 10 dias após a exposição ao macho foi maior em leitoas manejadas duas vezes ao dia em relação a uma única vez (54% vs 27,3%) (Zimmerman, 1998)
31 Alojamento Efeito sobre a puberdade Interferência na eficiência do manejo de indução a puberdade Efeito de diferentes graus de densidades e lotação sobre os parâmetros de manejo reprodutivo e desempenho Tratamento n Intervalo alojamento 1 estro (dias) Taxa retorno ao estro* T1-6 F/baia-1,2 m 2 F 24 10,5 a 9,5% T2-6 F/baia-2,4 m 2 F 24 18,9 ab 5,0% T3-12 F/baia-1,2 m 2 F 48 19,2 b 16,2% T4-12 F/baia-2,4 m 2 F 47 20,0 b 7,7% a, b diferem estatisticamente p< 0,05 Afonso et al. (1997) * não significativo
32 Hormonioterapia na indução a puberdade de leitoas acíclicas Ferramenta útil em situações especiais na formação de grupos de cobertura A hormonioterapia na indução a puberdade não substitui o manejo de estimulação com o macho Uso somente em leitoas aciclicas risco de efeitos adversos na atividade ovariana (cistos) Importante análise de custo : benefício
33 Hormonioterapia na indução a puberdade de leitoas acíclicas Leitões nascidos totais e nascidos vivos após 3 parições, de acordo com o intervalo Não houve entre o inicio diferença da estimulação significativa a puberdade e(p>0,05) observação do reflexo de tolerância ao homem na presença do macho (1 estro) Idade a puberdade (dias) < Porém... Leitoas Selecionadas 1 Leitoas não Selecionadas 2 Nascidos totais 3 25,8±1,7 24,6±1,3 26,3±1,7 25,4±0,9 22,8±1,7 Nascidos vivos 3 24,4±1,6 22,7±1,2 24,2±1,6 23,6±0,8 21,4±1,6 Leitoas sem um parto (%) 14,1 15,9 17,9 37,4 +2,6 LNT e +2,2 LNV 1 Desempenho médio após 3 parições das leitoas que apresentaram 1 estro entre 140 e 180 dias; 2 Desempenho médio após 3 parições de leitoas que não apresentaram estro até os 180 dias, e foram submetidas à hormonioterapia. 3 Para fêmeas removidas antes +10 da terceira pp parição Taxa os autores atribuíram de retenção o valor 0 (zero) leitões nascidos totais e vivos nos partos subsequentes onde a matriz não estava mais no plantel. Adaptado de Patterson et al., (2010).
34 Taxa de crescimento e puberdade Relação direta entre taxa de crescimento e idade a puberdade (Beltranena et al., 1991) < 550 g/dia/vida atingiram a puberdade mais tardia > 650 g/dia/vida sem redução significativa puberdade (alto peso ao abate / menor taxa de retenção)
35 Manejo da leitoa após a puberdade Sincronização de Estro Formação de lotes de cobertura Reagrupamento renovação estímulo (acíclicas) Otimização de manejos Flushing Previsão de disponibilidade Racionalização do manejo de detecção de estro
36 Peso, idade, condição corporal e número de estros Questão mais complexa de todo o manejo de leitoas Condição corporal à primeira cobertura possui um efeito significativo sobre o desempenho das leitoas ao longo da vida (Close & cole, 2001; Kummer et al, 2006; Hoving et al., 2010) Leitoas que não possuem uma condição corporal adequada, ganho de peso diário entre 600 g/dia e 800g/dia e peso corporal entre 135 e 155 kg, quando inseminadas não conseguem atingir um número razoável de partos (Bortolozzo et al., 2009)
37 Impacto do peso no primeiro serviço sobre o número total de leitões nascidos em 3 parições ,1 32,8 32,8 33,1 32,3 Nascidos totais < >170 Peso (kg) no momento da IA Spörke, 2006
38 Efeito da idade e peso à cobertura no desempenho reprodutivo após três parições Grupos Parâmetros GPD 700 g/d Idade < 210 d GPD 700 g/d Idade 210 d GPD < 700 g/d Idade 210 d N GPD (g/dia) piores resultados 752,1 ± 39,9 reprodutivos a 735,3 ± 28,3 b 660,4 ± 26,7 c Idade a IA (dias) 198,3 ± 6,3 a 223,0 ± 8,1 b 222,8 ± 8,0 b Peso IA (kg) 149,1 ± 9,1 a 164,0 ± 8,5 b 147,1 ± 7,7 c Fêmeas Padrão Grupos (%) * 57,9 61,2 61,5 Taxa Descarte (%) 29,3 24,8 27,6 Nascidos Totais (n) 11,9 ± 2,3 12,5 ± 2,3 12,3 ± 2,3 Nascidos Vivos (n) 10,7 ± 3,1 10,4 ± 3,2 11,4 ± 3,3 Leitoas de alto ganho de peso apresentam Leitoas de alto ganho de peso apresentam menor longevidade (Amaral Filha et al., 2008) *Fêmeas que não apresentaram nenhum retorno ao estro, intervalo desmame-estro menor que 20 dias, e duração da lactação entre 15 e 25 dias até a 3 parição; a, b e c na mesma linha diferem estatisticamente (P 0,05) IA = Inseminação Artificial. Adaptado de KUMMER et al., (2006).
39 Taxa de remoção de leitoas até o primeiro desmame, de acordo com a idade à cobertura 196 d 217 d Pinilla & Lecznieski, 2010 Matrizes com menores taxas de crescimento, capacidade reprodutiva limitada e/ou ganho de peso demasiado durante a primeira gestação
40 Peso, idade, condição corporal e número de estros Em relação ao peso e idade a primeira cobertura ainda não há um consenso, uma vez que vários fatores como genética, ambiente, taxa de crescimento e nutrição estão inter-relacionados A recomendação técnica mais aceita atualmente para a primeira cobertura da leitoa é de um peso médio entre 135 e 150 kg ( dias de idade) e segundo ou terceiro estro A idade da leitoa assume, em situações de normalidade, uma importância secundária na tomada de decisão
41 Manejo Alimentar - Flushing Maximização do potencial ovulatório através de um estado hormonal mais adequado (Machado, 2003) Aumento de 3,1 ovulações em leitoas que receberam o flushing quando comparadas a alimentação restrita (Bortolozzo et al., 1998) Observado aumento de 2,7 embriões a mais nas leitoas submetidas ao flushing quando comparado a leitoas que não receberam flushing (Bortolozzo et al., 1998)
42 Transformando os conceitos de manejo em recomendações práticas do dia-a-dia Quarentena Adaptação Alojamento Ind. Puberdade Exp. macho Protocolo rígido e auditado Medicações/vacinas direcionadas Baias 1,5 m 2. Grupos 6 a 10 leit. Início aos 170 dias Baia 15 mim./dia, 2x/dia
43 Transformando os conceitos de manejo em recomendações práticas do dia-a-dia Seleção Sincronização Hormônio Peso, idade, num. estros Flushing Leitoas mais férteis (estro até 40 dias pós início manejo com o macho) Grupos e previsão cobertura Aumento disponibilidade leitoas 135 kg, idade dias, 2 ou 3 estro Taxa ovulatória (14 dias antes)
44 Benchmark 7 pontos chave James Lowe The Maschhoffs, Inc. O que nós pensamos que é importante? 1. Leitoas 2. Leitoas 3. Leitoas 4. Detecção de estro 5. Manejo de condição corporal 6. Estratégias de descarte 7. Manejo de leitões
45 Benchmark James Lowe O que nós sabemos? Average Lifetime 12,5 12,0 11,5 11,0 10,5 Performance de leitoas 10,49 é ponto chave 10,17 10,0 9,78 9,56 9,5 9,0 8,5 8,0 8,88 11,14 10,99 11,88 12, First Parity Born Alive
46 Existe um peso ótimo! a 150 kg Weight at Breeding
47 Estro precoce é importante! EP IP LP NP Bred Pregnant Farrowed Weaned Rebred *significant differences between Non-select (NP) gilts and Select (EP, IP, LP) gilts Patterson, Pettitt, Foxcroft and Beltranena, 2003
48 Considerações Finais Otimização e priorização de manejos são necessários Desafie o que você fez ontem Gestão de leitoas é prioridade # 1 todos os dias Ter em mente que peso é mais importante que idade Ache pessoas certas e as priorize
49 Mão-de-obra escassa, uso racional da estrutura humana Foco em pontos estratégicos. Fazer o que é importante!!!!
50 Não existe fórmula mágica!!! Escolha das ferramentas corretas para cada caso! Escolha as melhores pessoas para as melhores oportunidades e não para os maiores problemas
51 Obrigado pela atenção!
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