QUESITOS Perícia Médica
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- Maria Antonieta Fartaria Peixoto
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1 QUESITOS Perícia Médica 1-) O Reclamante pede seja realizada diligência no local de trabalho. Caso este i. Perito entenda de forma diversa, requer seja justificado o motivo, eis que entende o Reclamante indispensável a vistoria in loco, consoante quesitos que seguem. 2-) Caso o i. perito entenda pela desnecessidade de vistoria in loco requer expressa manifestação quanto o Enunciado nº 2 do Programa Trabalho Seguro/Resolução nº 96 do CSJT. 2 - PERÍCIA EM ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS OCUPACIONAIS. VISTORIA NO LOCAL E NO POSTO DE TRABALHO. ANÁLISE DA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO. I - Nas perícias para avaliação do nexo causal em acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, é necessária a vistoria no local e no posto de trabalho, a análise da organização do trabalho, a verificação dos dados epidemiológicos, os agentes de risco aos quais se encontram submetido o trabalhador, consoante estabelece a Resolução nº 1.488/1998 do Conselho Federal de Medicina e demais resoluções dos conselhos profissionais. II Consideram-se agentes de risco decorrentes da organização do trabalho, também, horas extras habituais, ritmo intenso, metas abusivas, trabalho penoso, pagamento por produtividade, trabalho noturno, trabalho em turno de revezamento, pressão psicológica, monotonia, dentre outros. III - A omissão do perito em vistoriar o local e o posto de trabalho atrai a aplicação do art. 437 do CPC, podendo ensejar a realização de segunda perícia, nos termos do art. 438 do CPC. 3-) Caso realizada a vistoria no local de trabalho, com fundamento na Resolução nº 1.488/1998 do Conselho Federal de Medicina, requer ao i. perito seja consignado o entendimento acerca da: 3.1) Organização do trabalho. 3.2) Dos Dados epidemiológicos. 3.3) Dos agentes de riscos aos quais o obreiro estava submetido. 3.4) Demais elementos de natureza relevante. 4-) Encontra-se o Sr Perito Judicial acompanhado do Reclamante? 5-) Caso negativo qual o motivo? 6-) Quais os efeitos da realização da perícia na ausência do Reclamante? 7-) Encontra-se o Sr Perito Judicial acompanhado de um empregado paradigma que desempenhou, efetivamente, as mesmas funções, no mesmo local de trabalho que o Reclamante trabalhou? 8-) Caso negativo, qual o motivo?
2 9-) Qual o prejuízo na busca da verdade real se o paradigma não desempenhar as mesmas funções OU não trabalhar no mesmo local que o Reclamante? 10-) Caso negativo, qual seria o MOTIVO TÉCNICO que justificaria tal assertiva? 11-) A perícia está sendo realizada no local que, de fato, o Reclamante laborou? 12-) Se não, qual o motivo? 13-) Caso impossível a realização da perícia no local que, verdadeiramente, o Reclamante laborou, qual será o procedimento adotado por este i. perito para se alcançar a realidade dos fatos? 14-) Caso a perícia seja realizada em local diverso daquele que de fato, o Reclamante trabalhou requer, seja convidado como paradigma, um empregado que tenha trabalhado junto com o Reclamante no local onde, efetivamente, o Reclamante laborou. 15-) Queira o Senhor Perito Judicial detalhar o ambiente físico habitual do local de trabalho do reclamante, tipo de edificação, compartimentos, dimensões, pé direito, área e volume, forma de ventilação e troca gasosa, iluminação e características técnicas das máquinas e equipamentos? 16-) Descrever os tipos e características técnicas das Proteções Coletivas EPC s existentes e constatar e obter evidências da eficácia? 17-) Quais atividades eram desenvolvidas pelo reclamante de forma habitual e permanente, ciclos e/ou períodos durante a jornada de trabalho? 18-) Queira o Senhor Perito Judicial verificar se há registros nos Laudos Técnicos das Condições Ambientais do Trabalho LTCAT devidamente suportado por Anotação de Responsabilidade Técnica ART de todos os agentes nocivos que o reclamante esteve exposto durante o período laboral e os tipos de EPI s? 19-) Todos os EPI s possuem Certificado de Aprovação (CA) válidos e há demonstração da eficácia dos mesmos por meio de cálculo de fator de proteção? 20-) Se positivo o quesito anterior, qual a forma utilizada para chegar a tal conclusão? Quanto aos EPIs., questiona-se: 21-) A Reclamada apresentou ao nobre perito algum relatório de entrega de EPIs? 22-) Se positivo o quesito anterior, estes EPIs correspondem com os EPIS, efetivamente, necessários para a atividade do Reclamante de acordo com a respectiva NR?
3 23-) Se positiva a resposta qual o fundamento técnico? 24-) Se negativo o quesito (21) quais são os efeitos? 25-) A Reclamada apresentou o certificado de garantia dos EPIs chancelado pelo MTE? 26-) Se negativo o quesito anterior, qual o efeito? 27-) A Reclamada apresentou algum documento que pudesse verificar se as datas de trocas dos EPIs estão corretas de acordo com o certificado de garantia chancelado pelo MTE? 28-) Se positiva a resposta anterior, questiona-se qual o documento? Esclarece que não foi juntado aos autos este documento. 29-) Se negativa a resposta do quesito 24 restaria comprometida a eficácia dos EPIs? 30-) Se negativa a resposta do quesito anterior, qual seria o motivo técnico? 31-) Na empresa existe um procedimento de Utilização Correta de EPIs de acordo com Norma Regulamentadora NR.6 item Prevendo todo o processo de credenciamento de fornecedores, teste de novos EPIs, periodicidade de fornecimento e troca, treinamentos para os funcionários, supervisão e monitoramento do uso correto? 32-) Se negativo o quesito anterior, quais seriam os efeitos? 34-) A lesão sofrida pelo Reclamante caracteriza acidente de trabalho atípico? 35-) O Reclamante se encontra acometido de alguma doença ocupacional que o incapacite para o trabalho? 36-) Em caso positiva a resposta ao quesito acima, qual a origem de referida doença? 37-) Diga o Sr Perito se o Reclamante possui sequelas decorrentes do acidente de trabalho? 38-) Se positivo o quesito anterior, quais seriam as sequelas? 39-) Se negativa a resposta do quesito (37), qual seria o fundamento técnico que a justifique? 40-) O Sr. perito tem certeza absolta (100%) de que as sequelas NÃO possuem nexo com o trabalho? 41-) Se positivo o quesito anterior, queira por favor, nos explicar como se chegou a tal diagnóstico?
4 42-) Diga o sr. Perito se questionou ao Reclamante quais as atividades que desenvolvia? 43-) Diga o Sr. Perito, quais foram as atividades do quesito anterior? 44-) Diga o sr. Perito se estas atividades poderiam ser causa do acidente ou se poderiam ter agravado o quadro clínico do obreiro, caracterizando, assim, concausa? 45-) Diga o sr. Perito se as atividades relacionadas no quesito 43 poderiam caracterizar uma concausa? 46-) Se positiva a resposta anterior, poderia o i. perito explicar de forma tecnicamente fundamentada tal caracterização? 47-) Se negativa a resposta do quesito 45, poderia o i. perito explicar de forma tecnicamente fundamentada porque não caracterizar a concausa? 48-) O sr. Perito tem 100% de certeza para afastar a concausa? Se sim, qual a justificativa? 49-) Diga o Sr Perito se o Reclamante se encontra incapacitado para o trabalho ou para suas atividades habituais. 50-) Caso a resposta acima seja positiva, a incapacidade é permanente ou temporária? Total ou parcial? 51-) A incapacidade é restrita a algum tipo de atividade ou é plena? Para qualquer atividade laboral? 52-) Em termos percentuais, qual a redução da capacidade laborativa do Reclamante, especificando para cada moléstia encontrada? 53-) Há outras informações, inclusive sobre doenças diversas das mencionadas na petição inicial, que eventualmente pudessem ter acometido o autor? 54-) Houve vistoria ambiental no local de trabalho do Reclamante? Caso negativo, qual o motivo? 55-) No caso de ter ocorrido a vistoria no local de trabalho do Reclamante, o Sr. Perito verificou se as cadeiras, mesas, altura do computador, estão em alturas ideias para que o Reclamante labore pelo menos 8 horas diárias confortavelmente? 56-) Em caso negativo, o quesito anterior, poderiam, estes equipamentos de trabalho, em desacordo com as devidas normas, lesionar a saúde física do Reclamante? 57-) Em caso positivo o quesito anterior, quais seriam essas possíveis lesões?
5 58-) Houve progressão, agravamento ou desdobramento da doença ou lesão, ao longo do tempo? 59-) Quais as técnicas utilizadas pelo Sr Perito para chegar a tal conclusão? 60-) Requer expressa manifestação do i. perito face ao Enunciado 10 do Programa Trabalho Seguro que consigna: "a identificação de enfermidade de natureza não-ocupacional e/ou degenerativa não deve limitar a investigação do perito na busca pela existência de outros fatores concomitantes de natureza ocupacional que possam ter contribuído" 61-) (continuação) Questiona-se o i. perito, caso tenha diagnosticado enfermidade de natureza não ocupacional e/ou degenerativa, quais seriam as outras formas utilizadas pelo expert judicial na investigação pela existência de outros fatores de natureza ocupacional que puderam contribuir para o agravamento da doença no quadro em tela? 62-) Diga o Sr Perito se o Reclamante conta com alguma doença degenerativa? 63-) Se afirmativa a pergunta anterior, questiona-se, qual é a doença degenerativa e sua origem? 64-) Qual foi o método científico utilizado para se alcançar tal diagnóstico? 65-) Se constatada a doença degenerativa, questiona-se, o acidente de trabalho face as condições inadequadas de labor, teria atuado como concausa? 66-) Se não, qual o raciocínio e fundamentação técnica para justificar a resposta negativa? 67-) Ainda com relação aos dois quesitos anteriores, há 100% de certeza nesse diagnóstico? 68-) Se não, qual a segurança do. Douto perito para não reconhecer a concausa? 69-) Pede-se que o Sr Perito explique, com detalhes, os limites da redução da capacidade laborativa da Reclamante? 70-) Questiona-se quais foram os documentos que este i. Perito exigiu que fossem entregues pela Reclamada e quais foram os documentos efetivamente entregues. Senhor Perito Médico, requer seja ANALISADO o Decreto nº 3.048/1999 para fundamentar as respostas dos próximos quesitos.
6 71-) As fls. 106 do processo (arquivo PDF) constam atestados Médicos comprovando que o Reclamante está acometido da CID M51 e as fls. 24 dos autos consta o Cartão CNPJ da 1ª Reclamada comprovando que a atividade da Reclamada refere-se ao CNAE Por sua vez, a lista C do Anexo II do Decreto 3.048/99, acima indicada, comprova o NTEP entre estas informações. Questiona-se ao i. perito quanto ao nexo causal entre a gravidade e o infortúnio, restaria configurado? 72-) Se positiva a resposta do quesito anterior, qual seria a doença e qual seria a limitação da capacidade laboral do Reclamante? 73-) Se negativa a resposta do quesito 71, qual seria a justificativa técnica para se afastar o NTEP previsto no Decreto 3.048/99 entre o CNAE da Reclamada e a CID do obreiro?
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