Avaliação qualitativa Portfólios de aprendizagem
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- Marcos Lobo Azeredo
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1 Avaliação qualitativa Portfólios de aprendizagem
2 A Avaliação A concepção de avaliação que marca a trajetória de alunos e educadores, até então, é a que define essa ação como um julgamento de valor dos resultados alcançados (avaliação classificatória).
3 Daí, a presença significativa dos elementos como prova, nota, conceito, reprovação, registro, etc., nas relações estabelecidas.
4 Segundo Jussara Hoffmann Os educadores percebem a ação de educar e ação de avaliar como dois momentos distintos e não relacionados.
5 Registros e resultados bimestrais, trimestrais ou semestrais, estabelecem uma rotina de tarefas e provas periódicas desvinculadas de sua razão de ser no processo de construção do conhecimento. O professor cumpre penosamente uma exigência burocrática, e o aluno, por sua vez, sofre o processo avaliativo.
6 Essas sentenças periódicas, terminais, obstaculizam na escola a compreensão do erro construtivo e de sua dimensão na busca de verdades. Impedem que professores e alunos estabeleçam uma relação de interação a partir da reflexão conjunta, do questionamento, sobre hipóteses formuladas pelo educando em sua descoberta do mundo.
7 Perigosamente, as condições concretas da prática avaliativa atual, autoritária e coercitiva, determinam continuamente situações de sucesso e fracasso escolar com base em exigências de memorização e reprodução de dados pelo aluno.
8 Mas, Hoffmann defende que A dicotomia educação e avaliação é uma grande falácia. A avaliação é essencial à educação. Inerente e indissociável enquanto concebido como problematização, questionamento, reflexão sobre a ação.
9 Avaliar para ensinar melhor - Conhecendo cada aluno e suas necessidades; - Buscando diferentes caminhos para promover a aprendizagem; Tarefa primeira e essencial da ação avaliativa O que meu aluno compreende? Por que não compreende? no sentido de aproximar-se do aluno, refletindo sobre o significado de suas respostas construídas a partir de vivencias próprias.
10 Avalia-se o que o aluno já sabe, como ele pensa sobre determinado assunto e também o trabalho do professor, para saber como ajudar aquele determinado aluno a conseguir avançar em seus conhecimentos.
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12 A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), aprovada em 1996, determina que a avaliação seja contínua e cumulativa e que os aspectos qualitativos prevaleçam sobre os quantitativos. Da mesma forma, os resultados obtidos pelos estudantes ao longo do ano escolar devem ser mais valorizados que a nota da prova final. * Lei 9.394/96 (Art. 24, V-a)
13 Portanto, nesse contexto a avaliação: - é uma via de mão dupla(avalia-se o aprendizado do aluno e a prática pedagógica); - deve estar presente a todo momento, pois permite repensar a prática e as atividades realizadas; - não é um recurso único: é um meio, não um fim em si mesma; - permite rever e analisar se aconteceu o aprendizado.
14 Uma nova perspectiva de avaliação exige do professor - o aprofundamento em teorias do conhecimento; - uma visão ampla e detalhada de sua disciplina; - ênfase na aprendizagem - postura dialógica com os alunos A avaliação como mediação contribui para a superação das relações de poder no ambiente escolar.
15 O professor deixa de ser aquele que passa as informações para virar quem, numa parceria com crianças e adolescentes, prepara todos para que elaborem seus conhecimentos. Em vez de despejar conteúdos em frente à classe, ele agora pauta seu trabalho no jeito de fazer a garotada desenvolver formas de aplicar esse conhecimento no dia-a-dia.
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17 Avaliação FormativaTradicional Também conhecida como somativa ou classificatória - realizada geralmente ao final de um programa, com o único objetivo de definir uma nota ou estabelecer um conceito - ou seja, dizer se os estudantes aprenderam ou não e ordená-los (como no caso do vestibular ou de outros concursos).
18 Avaliação Formativa - não tem como pressuposto a punição ou premiação - prevê que os estudantes possuem ritmos e processos de aprendizagem diferentes - o professor diversifica as atividades e as formas de agrupamento da turma. *Mais adequada ao dia-a-dia da sala de aula.
19 De acordo com o caderno do PNAIC Unidade N o 1 Ano 1, pg 26:... na perspectiva construtivista e interacionista de ensino, e também na perspectiva inclusivista, avaliam-se as conquistas e as possibilidades dos estudantes ao longo do ano escolar, e não apenas os impedimentos e as condutas finais e acabadas. O erro, que antes precisava a todo custo ser evitado, já que era o principal sintoma de exclusão escolar, passa a ser considerado como indicador da forma como os alunos pensam sobre determinado conhecimento. Os objetivos das avaliações não se relacionam mais à simples medição de conhecimentos para determinar se estão aptos a progredir nos estudos, mas à identificação dos conhecimentos que os estudantes já desenvolveram, com o objetivo de fazê-los avançar em suas aprendizagens.
20 Nessa perspectiva, a avaliação atende a diferentes objetivos, tais como os apontados por Leal (2003, p.20): a) identificar os conhecimentos já construídos pelos alunos, a fim de planejar as novas atividades de ensino de forma ajustada, isto é, considerando as aprendizagens que eles já desenvolveram, as dificuldades ou lacunas que precisam superar; LEAL, Telma Ferraz. Intencionalidade da avaliação na Língua Portuguesa. In: SILVA, J. F.; HOFFMANN, J.; ESTEBAN. M. T. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. Porto Alegre: Mediação, 2003.
21 b) decidir sobre a necessidade ou não de retomar o ensino de certos itens já ensinados ou de usar estratégias de ensino alternativas, a partir da verificação do que os alunos aprenderam;
22 c) decidir sobre se os alunos estão em condições de progredir para um nível (série, ciclo, etc.) escolar mais avançado.
23 Nessa perspectiva, avaliase tanto os alunos, para mapear seus percursos de aprendizagem, como as práticas pedagógicas com o objetivo de analisar as estratégias de ensino adotadas de modo a relacioná-las às possibilidades dos educandos.
24 AVALIAÇÃO QUALITATIVA - o educando é um ser ativo e dinâmico, que participa da construção de seu próprio conhecimento - tem significado orientador e cooperativo - é realizada de forma contínua, cumulativa e sistemática na escola, com o objetivo de diagnosticar a situação de aprendizagem de cada aluno, em relação à programação curricular - visa à melhoria da qualidade da educação. - ênfase é no processo de construção do conhecimento
25 A avaliação é um processo contínuo, cotidiano, cumulativo e diagnóstico. Esse processo é pautado nos princípios do aprimoramento do trabalho educacional em busca da excelência do ensino e na obtenção de informações e análise da ação educativa. O que deve ser avaliado não é exclusivamente o educando, mas a relação que se estabelece nos processos de ensino e aprendizagem. Portanto, deve-se considerar a avaliação em três níveis:
26 Educacional: analisa-se se os objetivos da Escola estão em consonância com as ações internas e as externas de impacto nos alunos. Curricular: analisa-se a efetividade das experiências previstas pela Escola, a adequação de seu planejamento, das estratégias, dos procedimentos e dos materiais utilizados, do desempenho dos educadores e toda a equipe. Da aprendizagem: analisa-se o desempenho dos educandos em termos de conhecimento, competências, habilidades e atitudes desenvolvidas durante o processo educacional.
27 A avaliação permite a correção de rumos nas transformações ocorridas, sendo, portanto, um processo, compreende as seguintes fases: Avaliação inicial: é o ponto de partida que deve nos permitir definir uma proposta de trabalho. Avaliação reguladora (formativa): é o conhecimento sobre como cada aluno aprende ao longo do processo de ensino e aprendizagem, para se adaptar as novas necessidades que se colocam. Avaliação final: refere-se aos resultados obtidos e aos conhecimentos construídos.
28 Esse tipo de avaliação pode ser registrada através de vários instrumentos, tais como: - observação; - registros/fichas; - debate; - autoavaliação; - trabalho em grupo; - pesquisas; - seminário; - portfólio; - prova com/sem consulta; - jogos; - desafios; - cadernos; - entrevistas; - questionários; - Participação em sala de aula; - elaboração e execução de trabalhos; - oficinas...
29 Portfólio Coletânea de atividades/registros realizados pelas crianças ao longo de um determinado período que permitem que tanto o professor como os próprios alunos acompanhem as dificuldades e os avanços em uma determinada matéria.
30 O Portfólio tem sido usado como procedimento de avaliação pelo seu potencial para associar currículo e práticas pedagógicas. Permite que o trabalho seja observado de maneira processual, tentando trabalhar avaliação além das provas e testes.
31 É urgente encaminhar a avaliação, a partir da efetiva relação professor e aluno, em benefício da educação do nosso país, contrapondo-se à concepção sentenciva, grande responsável pelo processo de eliminação de crianças e jovens da escola. "Quando você se pergunta como quer avaliar, está desvelando sua concepção de educação" Mere Abramowicz
32 A avaliação importa para uma educação libertadora, para uma escola inclusiva, desde que seu papel não seja o de apresentar verdades autoritárias, mas investigar, problematizar e, principalmente, garantir o acompanhamento individual a todos os alunos. Enquanto avaliamos, exercemos um ato político, mesmo quando não o pretendemos. A reconstrução da avaliação não acontecerá por experiências isoladas ou fragmentas, mas por uma ação continuada e que ultrapasse os muros das instituições.
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