PLATAFORMA DIDÁTICA PARA O ENSINO DE CONTROLE
|
|
|
- Rita Vasques Galindo
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PLATAFORMA DIDÁTICA PARA O ENSINO DE CONTROLE Christopher Sauer¹, Elisiane Pelke Paixão², João Vitor das Chagas Silva³, Manuel M. P. Reimbold 4 ¹UNIJUÍ/DCEENG, [email protected] ²UNIJUÍ/DCEENG, [email protected] ³UNIJUÍ/DCEENG, [email protected] 4 UNIJUÍ/DCEENG, [email protected] RESUMO: O Controle de Sistemas destaca-se por ser uma área de grande relevância científica, propondo soluções para as mais diversas áreas tecnológicas. O alto grau de abstração no sistema de ensino atual da disciplina, no entanto, dificulta o entendimento por parte dos estudantes. Este trabalho apresenta a proposta de uma plataforma didática que visa ao aprimoramento do ensino, fazendo a conexão entre teoria e prática. A metodologia se desenvolve a partir da construção da plataforma e implementação de um controlador PID, e posterior análise dos resultados por meio de uma interface gráfica. Os resultados obtidos são uma contribuição ao sistema de ensino da academia. Palavras-chave: controle, ensino, PID. 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho trata do ensino de Controle de Sistemas na universidade, através do uso de uma plataforma didática. A disciplina destacase por ser uma área de grande relevância científica, propondo soluções para as mais diversas áreas tecnológicas. Dessa forma, torna-se essencial que os alunos de cursos de Engenharia dominem tal conhecimento. Isso pressupõe o ensino, não apenas da teoria, mas também de sua aplicação. Uma plataforma didática surge como auxílio importante no contexto do ensino. A plataforma consiste em uma gangorra com motores em cada extremidade. A variação da velocidade dos motores varia o ângulo da gangorra, sendo possível selecionar um ângulo desejado e observar a resposta do sistema conforme o ajuste acontece. A análise da resposta e de suas características permite compará-la a parâmetros de desempenho ideais.
2 No sistema atual de ensino, a disciplina de Controle trabalha com um alto grau de abstração. Isso dificulta o entendimento por parte dos estudantes da real utilidade do tópico de seu estudo, ficando a teoria desconectada da prática. O uso de uma plataforma didática fará a conexão abstrato-concreto, o que de forma retroativa irá melhorar o entendimento da disciplina. Nesse contexto, este trabalho investiga a implementação de um controlador PID (Proporcional, Integral e Derivativo) em uma plataforma didática, visando o estudo da resposta do sistema. A estratégia passa pelo uso de uma interface gráfica que permite a observação e análise do resultado. A contribuição deste trabalho está em facilitar o entendimento dos estudantes de Controle, promovendo a motivação e melhorando o desempenho dos mesmos na disciplina. O texto deste artigo está organizado da seguinte forma: na seção 2 estabelecem-se conceitos básicos de controle e do controlador PID. A seção 3 contém a metodologia, a qual mostra a estrutura da plataforma e a implementação do controlador. Na seção 4 são apresentados os resultados e na seção 5 sua discussão. Por fim, a seção 6 traz as conclusões e perspectivas. 2 CONTROLADORES PID A finalidade de um sistema de controle é manter um sinal específico em sua saída, ou seja, sobre a planta ou processo que está sendo controlado. Um sistema de controle em malha fechada é aquele que possui realimentação - o sinal da saída é realimentado para o controlador, e este aplica o sinal de controle até que a saída atinja o valor desejado. Dessa forma, um sistema de controle em malha fechada possibilita a constante correção do sinal aplicado à planta. Há várias maneiras de se implementar um controlador em malha fechada, sendo que o controlador de três termos, ou PID, é o mais utilizado na indústria. Trata-se de um controlador composto por três termos aos quais o sinal de erro é aplicado: proporcional, integral e derivativo. A forma mais comum de descrever o controlador PID é através da expressão (1): (1) Onde: u(t) é o sinal de controle, e(t) é o sinal de erro e Kp, Ki e Kd são os ganhos de cada termo. Cada um dos termos do controlador contribui individualmente para o sinal de controle final: o termo proporcional opera sobre o valor atual do erro, o termo integral sobre o valor passado do erro e o termo derivativo sobre a taxa de variação do erro, ou seja, seu valor futuro. A
3 representação do controlador PID em diagrama de blocos é ilustrada na Figura 1. Figura 1 Diagrama de blocos do controlador PID Um conceito essencial no estudo de um sistema de controle é o de desempenho. De acordo com Ogata (2010), as especificações de desempenho podem ser dadas em termos de requisitos de resposta transitória e requisitos de regime estacionário. Para uma entrada degrau, há alguns parâmetros que caracterizam o sistema como: máximo overshoot, tempo de subida, tempo de acomodação e erro estacionário. Há ainda requisitos em termos de resposta em frequência. Ainda de acordo com Ogata (2010), o processo de selecionar parâmetros do controlador que garantam dada especificação de desempenho é conhecido como sintonia do controlador. O desempenho de um controlador PID está diretamente ligado ao ajuste de seus três termos. Tal ajuste é feito variando-se os ganhos Kp, Ki e Kd até que se obtenha a resposta ideal. Dentre os métodos de sintonia que não exigem o conhecimento do modelo matemático do sistema, pode-se citar o método de Ziegler e Nichols (1942), que utiliza a resposta ao degrau, e vale-se de regras empíricas para a obtenção dos parâmetros do PID. Astrom e Hagglund (1984) desenvolveram o método do relé, que utiliza oscilações limitadas para obter os parâmetros, também conhecido como autotuning. Conhecendo-se o modelo matemático da planta, é possível projetar a posição dos pólos da função de transferência em malha fechada do controlador, a fim de atingir as especificações de desempenho. Esse método é conhecido como alocação de pólos. Dentro da área de ensino, pode-se citar o estudo de Kheir e Astrom (1996). Em seu trabalho, tratam do balanço entre ensino teórico e a intuição física, focando-se na melhora do currículo de Controle. Analisa-se também a utilidade de ferramentas de simulação e atividades de laboratório. O estudo visa um futuro mais interdisciplinar para a área de ensino de Controle, com maior proximidade entre teoria e prática.
4 3 METODOLOGIA A pesquisa realizada neste trabalho caracteriza-se por ser analítica, quantitativa e qualitativa, e de caráter experimental. Utiliza o método dedutivo, partindo da teoria para um caso específico, a observação sistemática e a realização de testes. A metodologia utilizada no estudo se inicia pela construção da plataforma didática, seguida pelo desenvolvimento do software, que implementa a malha de controle de um PID digital. As diferentes estruturas em que o controlador pode ser encontrado leva a modificações na sua lógica para dirimir problemas de aplicação prática. Assim, pode-se citar a existência das estruturas Ideal, Série e Paralela, em que cada uma arranja os termos P, I e D de maneira distinta. Da mesma forma, é possível mudar o arranjo para solucionar o chamado wind-up do termo integral e o impulso derivativo. Seguindo-se na especificação da pesquisa, é preciso definir a implementação do controlador PID. No caso desse estudo, é a digital um sistema que opera com sinais analógicos do mundo externo e os processa como sinais discretos, através da conversão A/D. Dessa forma, torna-se necessário utilizar aproximações numéricas da integral e da derivada. Isso fornece a lei do PID na forma de uma equação de diferenças, com um tempo de amostragem fixo. Essa equação é posteriormente implementada no microcontrolador. Estabelecida a parte inicial da pesquisa, o próximo passo é a construção da plataforma propriamente dita. A estrutura é feita com canos de PVC, ligados de tal forma a dar estabilidade à plataforma, e em sua parte superior conectase a gangorra por meio de rolamento, o que permite um movimento suave e livre de atrito significativo. A gangorra é composta de alumínio, o que garante que seu peso seja de pouca influência na movimentação da mesma, e conta com adaptadores nas extremidades onde são parafusados os motores. A gangorra ainda conta com um fixador para o sensor no seu centro, o que garante que o sensor esteja bem posicionado e livre de vibrações. O hardware é composto de dois motores brushless Turnigy, de 1400 Kv, dois ESC s Turnigy Plush de 30 A e um sensor MPU6050, que contém acelerômetro de 3 eixos e giroscópio de 3 eixos. Por fim, o Arduino Uno como microcontrolador. O algoritmo de controle é implementado na linguagem C padrão Arduino, e utiliza a bilbioteca PID desenvolvida por Brett Beauregard. A leitura do sensor é feita via protocolo i2c. O sensor MPU6050 possui integrado no chip um processador digital de movimento DMP (Digital Motion Processing), que faz a fusão dos dados de acelerômetro e giroscópio. Assim, obtém-se em sua saída os dados de movimento em 3 eixos: rolagem (roll), arfagem (pitch) e guinada (yaw). Isso elimina a necessidade de processamento extra por meio de filtros. A leitura dos dados do sensor é feita com auxílio da bilbioteca i2cdev, desenvolvida por Jeff Rowberg. No caso da plataforma, apenas um ângulo é necessário para fazer o controle, e pelo posicionamento específico do sensor, esse ângulo é o de rolagem. O PID recebe um ângulo desejado como setpoint e o ângulo lido pelo sensor, e processa o sinal de erro, que é a diferença entre
5 os dois. A saída do controlador é então mapeada para o duty cycle do sinal PWM (Pulse Width Modulation) que é enviado aos ESC s (Electronic Speed Controller). Esse sinal PWM é gerado por programação direta do timer1 do ATMEGA328p, que é o microcontrolador do Arduino. Isso permite escolher a frequência desejada para o PWM, que depende do ESC utilizado. Dessa forma, a malha de controle é estabelecida pelo programa. A obtenção dos dados é feita através de um programa desenvolvido por Brett Beauregard, na linguagem Processing, que é compatível com a linguagem do Arduino. É possível visualizar os gráficos do setpoint, sinal de erro e saída do controlador em tempo real, enquanto as mudanças ocorrem no sistema. O programa também permite a escolha do setpoint e dos parâmetros do controlador, Kp, Ki e Kd, enviando os dados ao Arduino. A ferramente gráfica permite observar parâmetros de desempenho de um sistema, como overshoot, tempo de subida, tempo de acomodação e erro em regime permanente. A possibilidade de enviar novas constantes ao PID permite observar a mudança gerada na resposta do sistema em tempo real. 4 RESULTADOS A Figura 2 apresenta a plataforma didática como primeiro resultado obtido. É possível ver a gangorra com o sensor posicionado, o Arduino Uno e os motores brushless. Figura 2 Plataforma desenvolvida
6 Como segundo resultado tem-se o software, que processa os dados do sensor e calcular a saída do PID. O módulo DMP do sensor possui um buffer de memória FIFO (First In, First Out), que é preenchido com dados a uma taxa fixa de 10ms. Quando o buffer está completo, é gerada uma interrupção, permitindo ao microcontrolador receber os dados na mesma taxa. Isso garante que o tempo de execução do código do controlador seja fixo. A Tabela 1 permite ver a variação real da saída do sistema. O sinal do sensor indica o quão próxima a saída está em relação ao setpoint. Também é possível ver o tempo de execução de cada loop do PID. Tabela 1 Resultados de execução do loop de controle PID Setpoint (graus) Input - sinal do sensor (graus) Intervalo de tempo (ms) A saída do controlador é mapeada para um sinal PWM adequado ao ESC, que por sua vez gera o sinal adequado para o motor. A granularidade obtida com o sinal PWM é de 1/20000, resultante da programação do registro do timer1 do microcontrolador que define a frequência. Garante-se assim boa precisão do sinal, mesmo que o duty cycle fique limitado de 10% a 20%. A frequência obtida para essa programação do timer1 foi de 100Hz. Isso está de acordo com as especificações do ESC para seu correto acionamento. O programa desenvolvido em Processing para visualização dos dados gráficos permite alterar a velocidade com que os dados passam pela tela, e também os limites máximo e mínimo das janelas de visualização. A comunicação do programa com o Arduino se dá via serial, e ocorre nos dois sentidos, permitindo que o programa envie dados ao Arduino e altere o estado de algumas variáveis do controlador, como o setpoint e os parâmetros Kp, Ki e Kd. Na Figura 3 é possível ver o detalhe dos comandos de controle do programa que permitem escolher os diferentes parâmetros, sendo possível enviá-los ao Arduino clicando no botão inferior.
7 Figura 3 Detalhe da janela do software de interface gráfica e controle Na Figura 4 é possível ver o software em operação. A janela superior apresenta o setpoint, em verde, e o sinal do sensor, em vermelho. A janela inferior apresenta a saída do controlador, em azul, antes de ser mapeada para o PWM. Figura 4 Resultado de um teste de mudança de setpoint
8 5 DISCUSSÃO Os resultados apresentados na Tabela 1 mostram a precisão do controlador, ao manter o sinal de saída muito próximo do setpoint, assim como a variação do tempo de execução do loop. Como pode ser verificado na Figura 4, a resposta do sistema não é ideal; isso se dá porque o controlador PID não foi sintonizado, sendo que os parâmetros utilizados (Kp = 0,8; Ki = 1; Kd = 0) foram escolhidos empiricamente. O gráfico obtido na Figura 4 demonstra a resposta do sistema a uma entrada degrau. É possível observar os parâmetros de desempenho do controlador e associar o resultado ao que foi visto no estudo da teoria de Controle. O estudante poderá analisar a parte física a gangorra e teórica a resposta gráfica simultaneamente. Inicialmente utilizou-se o Arduino Pro Micro ao invés do Arduino Uno. Por possuir um microcontrolador ATMEGA32u4 que controla as funções de programa e comunicação USB no mesmo chip, ele mostrou-se incapaz de receber e enviar dados ao software simultaneamente. Não se pode afirmar se trata-se de limitação de hardware ou software, mas esse percalço levou ao uso do Arduino Uno. Outro problema enfrentado foi o conflito entre o uso do timer1 do ATMEGA328p para geração de PWM e a leitura dos dados do DMP. Tal conflito ocorre apenas quando o sensor está muito afastado do microcontrolador, ou seja, para cabos longos. Quando se reduz a distância para alguns centímetros, o conflito não mais persiste. Isso limita o posicionamento do controlador, sendo que ele foi fixado na gangorra. Entre as possíveis melhorias está a inclusão da sintonia para o controlador PID e a adição de uma interface que permita controlar essa sintonia, propiciando aos estudantes a possibilidade de aplicar diferentes métodos à plataforma e fazer observações críticas e comparações. Outra possível melhoria é o uso de um console externo que permita o controle da plataforma, com botões e display, o que seria uma adição à interface computacional, permitindo o uso da plataforma para os casos em que não se tem um computador disponível. Como comparação, pode-se citar o trabalho de Martin e Kassab Junior (2006), que descrevem um trocador de calor como ferramenta didática. Foi desenvolvido um software didático para auxiliar os estudantes de controle, possibilitando o uso para os diversos cursos de Engenharia.
9 6 CONCLUSÃO O uso da plataforma didática na disciplina de Controle de Sistemas visa aprimorar o ensino no âmbito dos cursos de Engenharia. O uso de um controlador PID permite a implementação de uma malha fechada de controle, e a interface gráfica auxilia na análise da resposta do sistema. Os resultados demonstram a validade da metodologia, assim como a utilidade da plataforma proposta. As implicações são de interesse, tanto para educadores, como para estudantes, pois ambos obterão benefício pelo uso da plataforma. As perspectivas são de que a idéia possa ser reconhecida em seu valor, e que a preocupação com o ensino de qualidade possa ser retomada, particularmente na disciplina de Controle de Sistemas, no âmbito acadêmico. 7 REFERÊNCIAS OGATA, Katsuhiko. Engenharia de Controle Moderno. 5 ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, ZIEGLER, J. G. e NICHOLS, N. B. Optimum Settings for Automatic Controllers. The American Society of Mechanical Engineers, p , ASTROM, K. J. e HAGGLUND, T. Automatic Tuning of Simple Regulators with Specifications on Phase and Amplitude Margins. International Federation of Automatic Control, v. 20, n. 5, p , KHEIR, N. A., ASTROM, K. J., AUSLANDER, D., CHEOK K. C., FRANKLIN G. F., MASTEN M. e RABINS M. Control Systems Engineering Education. Automatica, v. 32, n. 2, p , MARTIN, Paulo Alexandre e KASSAB JUNIOR, Fuad. Uso de Trocador de Calor como Ferramenta Didática para o Ensino de Modelagem e Sistemas de Controle. Revista de Ensino de Engenharia, v. 25, p. 3-9, 2006.
PLATAFORMA DIDÁTICA PARA O ENSINO DE CONTROLE 1 DIDACTIC PLATFORM FOR THE TEACHING OF CONTROL SYSTEMS
PLATAFORMA DIDÁTICA PARA O ENSINO DE CONTROLE 1 DIDACTIC PLATFORM FOR THE TEACHING OF CONTROL SYSTEMS Christopher Sauer 2, Manuel M. P. Reimbold 3, Elisiane Pelke Paixão 4, João Vitor Das Chagas Silva
Projeto de pesquisa realizado no curso de Engenharia Elétrica da Unijuí, junto ao GAIC (Grupo de Automação Industrial e Controle) 2
MODELAGEM MATEMÁTICA DE PLATAFORMA EXPERIMENTAL PARA SIMULAÇÃO DE AERONAVE MULTIRROTORA 1 MATHEMATICAL MODELLING OF EXPERIMENTAL PLATFORM FOR SIMULATION OF MULTIROTOR AIRCRAFT Christopher Sauer 2, Manuel
1 RESUMO. Palavras-chave: Controle, encoders, motor CC. 2 INTRODUÇÃO
1 RESUMO Na sociedade moderna se tornou cada vez mais presente e necessário meios de controlar dispositivos levando em consideração precisões maiores e perdas menores. Em diversos cenários o controle de
Projeto de um Controlador PID
ALUNOS 1 - NOTA 2- DATA Projeto de um Controlador PID 1.1 Objetivo Este experimento tem como objetivo a implementação de um controlador PID para um dos processos da MPS-PA Estação Compacta. Supõe-se que
6. O SISTEMA DE CONTROLE COMO FERRAMENTA DIDÁTICA
71 6. O SISTEMA DE CONTROLE COMO FERRAMENTA DIDÁTICA 6.1 SOFTWARE DIDÁTICO O sistema de controle que compreende um software didático e um hardware de aquisição de dados, poderá servir como ferramenta didática
Sintonia do compensador PID
Sintonia do compensador PID 0.1 Introdução DAELN - UTFPR - Controle I Paulo Roberto Brero de Campos Neste capítulo será estudado um problema muito comum na indústria que consiste em fazer o ajuste dos
DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE CONTROLE DE TEMPERATURA PID, ATRAVÉS DE ARDUINO E LABVIEW
DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE CONTROLE DE TEMPERATURA PID, ATRAVÉS DE ARDUINO E LABVIEW Lair Santos de Oliveira (1); Josué da Silva Sousa (2); Antônio Almeida da Silva (3); Moisés Hamsses Sales de Souza
Sintonia de Controladores PID
Sintonia de Controladores PID Objetivo: Determinar K p, K i e K d de modo a satisfazer especificações de projeto. Os efeitos independentes dos ganhos K p, K i e K d na resposta de malha fechada do sistema
Projeto de Compensadores/Controladores pelo Diagrama de Lugar das Raízes
Projeto de Compensadores/Controladores pelo Diagrama de Lugar das Raízes Carlos Eduardo de Brito Novaes [email protected] http://professorcarlosnovaes.wordpress.com 2 de novembro de 202 Introdução
Seminário de programação em sistemas embarcados
Seminário de programação em sistemas embarcados Implementando controle PID digital em sistemas embarcados Felipe S. Neves Agenda Compensadores, o compensador PID; Implementação PID em sistemas embarcados;
5.1 INTRODUÇÃO AO SISTEMA DE CONTROLE GAIN SCHEDULING
54 5. SISTEMA DE CONTROLE GAIN SCHEDULING 5.1 INTRODUÇÃO AO SISTEMA DE CONTROLE GAIN SCHEDULING O sistema de controle tipo gain scheduling [14] é um sistema adaptativo [15], onde os parâmetros do controlador
TÍTULO: CÁLCULO NUMÉRICO APLICADO AO CONTROLE DE ATUADORES EM SISTEMAS EMBARCADOS POR MEIO DE CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL
TÍTULO: CÁLCULO NUMÉRICO APLICADO AO CONTROLE DE ATUADORES EM SISTEMAS EMBARCADOS POR MEIO DE CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: Engenharias INSTITUIÇÃO(ÕES):
Implementação de controlador PID fuzzy para otimização do controle de posição de um servomotor DC
Implementação de controlador PID fuzzy para otimização do controle de posição de um servomotor DC Ederson Costa dos Santos 1, Leandro Barjonas da Cruz Rodrigues 1, André Maurício Damasceno Ferreira 2 1
Utilização do solidthinking Embed em projetos de controle para sistemas embarcados utilizando técnica de controle adaptativo por modelo de referência.
Utilização do solidthinking Embed em projetos de controle para sistemas embarcados utilizando técnica de controle adaptativo por modelo de referência. Rodrigo de J. Macedo Resumo Apresenta-se, neste artigo,
Kit didático para controle de velocidade e posição de um motor de corrente contínua
https://eventos.utfpr.edu.br//sicite/sicite2017/index Kit didático para controle de velocidade e posição de um motor de corrente contínua RESUMO Marcos Antonio Ribeiro da Silva [email protected]
Sistemas de Controle 2
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Projeto de sistema de controle digital PID com Arduino Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Referência: Ivan Seidel https://www.youtube.com/watch?v=txftr4tqkya
Projeto de um Controlador PID
ALUNOS 1 - NOTA 2- DATA Projeto de um Controlador PID 1.1 Objetivo Este experimento tem como objetivo a implementação de um controlador PID para um dos processos da Estação Compacta MPS-PA usando LabView.
DESENVOLVIMENTO DE UM KIT DIDÁTICO PARA DEMONSTRAÇÃO DA ATUAÇÃO DE UM CONTROLADOR PID DIGITAL EM UMA PLANTA REAL
DESENVOLVIMENTO DE UM KIT DIDÁTICO PARA DEMONSTRAÇÃO DA ATUAÇÃO DE UM CONTROLADOR PID DIGITAL EM UMA PLANTA REAL Jefferson Luis Griebeler, Thaísa A. Kienen, Wagner Rosa sob orientação Prof. Dr. Roger Gules
Aula 12. Cristiano Quevedo Andrea 1. Curitiba, Outubro de DAELT - Departamento Acadêmico de Eletrotécnica
Aula 12 Cristiano Quevedo Andrea 1 1 UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná DAELT - Departamento Acadêmico de Eletrotécnica Curitiba, Outubro de 2011. Resumo 1 Introdução 2 3 4 5 Podemos melhorar
Projeto e Implementação de um Módulo Didático para Controle PID de Processos Industriais: Estudo de Caso Aplicado a um Sistema de Nível de Líquido
Projeto e Implementação de um Módulo Didático para Controle PID de Processos Industriais: Estudo de Caso Aplicado a um Sistema de Nível de Líquido Allan Martins¹, Jéssica Aguiar¹, Paulo Henrique Melo¹,
Laboratório Controle Dinâmico Lab_CD6
Faculdade de Engenharia Elétrica Universidade de Brasília Laboratório Controle Dinâmico Lab_CD6 Marco A. Egito Levitação Magnética Compensador Digital A compensação digital é feita através da inserção
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica Apostila de Automação Industrial Elaborada pelo Professor M.Eng. Rodrigo Cardozo Fuentes Prof. Rodrigo
Controlador digital para sistemas de 1 a ordem
Controlador digital para sistemas de 1 a ordem Um sistema de 1 a ordem, possui uma resposta temporal ao degrau do tipo exponencial decrescente, dada pela seguinte equação: PV (t)=k (CV CV 0 )(1 e ( t τ
CONTROLE DE UM SERVO MOTOR
CONTROLE DE UM SERVO MOTOR Versão 2015 RESUMO Esta experiência tem como objetivo a familiarização e o projeto de um circuito de controle simples de um servo motor. A parte experimental inclui atividades
CONTROLADOR PROPORCIONAL, INTEGRAL E DERIVATIVO (PID)
CONTROLADOR PROPORCIONAL, INTEGRAL E DERIVATIVO (PID) AÇÕES DE CONTROLE O controlador PID é um controlador composto por três ações de controle Ação proporcional: u t = k e t Ação integral: u t = k 0 t
AULA 9 ATUADORES ELÉTRICOS
AULA 9 ATUADORES ELÉTRICOS Prof. Fabricia Neres Tipos de Acionamento Os acionadores são dispositivos responsáveis pelo movimento nos atuadores. Podem ser classificados em: Acionamento Elétrico; Acionamento
Projeto de um Controlador Proporcional
ALUNOS 1 NOTA 2 DATA Projeto de um Controlador Proporcional 1.1 Objetivo Este experimento tem como objetivo a implementação de um controlador proporcional para um dos processos da MPS PA Estação Compacta.
COMPARAÇÃO ENTRE CONTROLADORES PID CLÁSSICO E PID FUZZY COM GANHO PROGRAMADO NO SISTEMA DE AZIMUTE
COMPARAÇÃO ENTRE CONTROLADORES PID CLÁSSICO E PID FUZZY COM GANHO PROGRAMADO NO SISTEMA DE AZIMUTE Brehme D. R. de MESQUITA (1); Jefferson A. L. e SILVA (2); André M. D. FERREIRA (3) (1) Instituto Federal
CONTROLE DE UMA VENTOINHA DE MICROPROCESSADOR UTILIZANDO CONTROLADOR PID DIGITAL
Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul Faculdade de Engenharia Elétrica DCEEng Departamento de Ciências Exatas e Engenharias Disciplina: Controle Digital Professor: Gilson Rogério
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA DISCIPLINA DE INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA DISCIPLINA DE INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA MONITOR DE MOVIMENTOS COM ACELERÔMETRO Desenvolvido por Maurício Fiss Rodrigues
DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE GRÁFICA PARA UM SISTEMA DIDÁTICO EM CONTROLE DE PROCESSOS
DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE GRÁFICA PARA UM SISTEMA DIDÁTICO EM CONTROLE DE PROCESSOS Ronaldo da Costa Freitas 1 Ágio Gonçalves de Moraes Felipe 2 1 Introdução/ Desenvolvimento O uso da automação nos
SEM561 - SISTEMAS DE CONTROLE
SEM561 - SISTEMAS DE CONTROLE Adriano Almeida Gonçalves Siqueira Aula 1 - Introdução a Sistemas de Controle Índice O que é controle? Exemplo 1: componentes de um sistema de controle Exemplo 2: malha aberta
HENNESSY, J.; PATTERSON, D. A. Arquitetura de Computadores: uma abordagem quantitativa. Campus, 2003.
CRONOGRAMA DE ATIVIDADE SEMESTRAL Aplicado em: 1º/2011 Curso: Engenharia de Computação Disciplina: Arquitetura de Sistemas Computacionais Semestre: 9 Contextualização da disciplina: Carga horária: 44 h
Técnicas de Interface: conversor A/D e D/A
Técnicas de Interface: conversor A/D e D/A Prof. Adilson Gonzaga Interface com Conversores A/D e D/A Conversor A/D ADC Converte um Valor Analógico para Digital Conversor D/A DAC Converte um Valor Digital
2.1 - Análise de Sistemas Realimentado pelo Lugar das Raízes- G 4 (s) = G 2 5 (s) = (s+5) G 6 (s) =
ENG04035 - Sistemas de Controle I Prof. João Manoel e Prof. Romeu LISTA DE EXERCÍCIOS 2.1 - Análise de Sistemas Realimentado pelo Lugar das Raízes- 1. Considere os seguintes processos: 5 1 G 1 (s) = (s2)(s10)
Sistema Experimental. Figura 40: Robô original de onde foram aproveitadas a base da estrutura de alumínio, motores, rodas e eletrônica de potência.
73 5 Sistema Experimental O transportador robótico aproveitou a estrutura e motores de um robô móvel préexistente no Laboratório de Robótica, vide Figura 40. Foram aproveitados principalmente a estrutura
Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Câmpus Medianeira PLANO DE ENSINO. CURSO Engenharia Elétrica MATRIZ 548
Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Câmpus Medianeira PLANO DE ENSINO CURSO Engenharia Elétrica MATRIZ 548 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL Processo N 003/11, aprovado pela Resolução n.
SEM Sistemas de Controle I Aula 1 - Introdução
SEM 536 - Sistemas de Controle I Universidade de São Paulo O que é controle? Dicionário Houaiss: Controle:... 3. Dispositivo ou mecanismo destinado a comandar ou regular o funcionamento de máquina, aparelho
CCL: CONTROLE CLÁSSICO. Profa. Mariana Cavalca
CCL: CONTROLE CLÁSSICO Profa. Mariana Cavalca Currículo Resumido Curso Técnico em Eletro-Eletrônica ETEP (São José dos Campos - SP) Iniciação científica (estatística) Estágio Empresa ITA júnior: microcontroladores.
6 Controlador de Estado
6 Controlador de Estado Apresenta-se a seguir o método para implementação do sistema de controle por estados (Ogata, 1990). Considera-se agora o sistema representado em sua forma de estado: (25) cujo o
MODELAGEM E CONTROLE DE UM TROCADOR DE CALOR FEIXE TUBULAR
PAULO ALEXANDRE MARTIN MODELAGEM E CONTROLE DE UM TROCADOR DE CALOR FEIXE TUBULAR Dissertação apresentada à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo para obtenção do título de Mestre em Engenharia.
Modelação, Identificação e Controlo Digital
Modelação, Identificação e Controlo Digital 1-Aspectos Gerais 1 Modelação, Identificação e Controlo Digital Semestre de Inverno 2005/2006 Área Científica de Sistemas de Decisão e Controlo Modelação, Identificação
Denominação O Problema Um pouco de História Motivação Pré-requisitos Conceitos Bibliografia Recursos na Internet C. Capítulo 1. Gustavo H. C.
Capítulo 1 Introdução Gustavo H. C. Oliveira TE055 Teoria de Sistemas Lineares de Controle Dept. de Engenharia Elétrica / UFPR Gustavo H. C. Oliveira Introdução 1/32 Este material contém notas de aula
Desenvolvimento de um kit didático para o controle de temperatura baseado em uma célula de efeito Peltier
https://eventos.utfpr.edu.br//sicite/sicite2017/index Desenvolvimento de um kit didático para o controle de temperatura baseado em uma célula de efeito Peltier RESUMO Daniel Izumi Katagiri [email protected]
Controle de Sistemas Dinâmicos. Informações básicas
Controle de Sistemas Dinâmicos Informações básicas Endereço com material http://sites.google.com/site/disciplinasrgvm/ Ementa Modelagem de Sistemas de Controle; Sistemas em Malha Aberta e em Malha Fechada;
Introdução ao controle de conversores
Unidade VI Introdução ao controle de conversores 1. Controle por Histerese 2. Controle Linear 3. Utilização da ferramenta SmartCtrl (PSIM) Eletrônica de Potência 1 Introdução Conversores estáticos devem
Aula 7: Sintonia de controladores PID
Aula 7: Sintonia de controladores PID prof. Dr. Eduardo Bento Pereira Universidade Federal de São João del-rei [email protected] 5 de setembro de 2017. prof. Dr. Eduardo Bento Pereira (UFSJ) Controle
Descrição do processo de Modelagem e Simulação em quatro etapas no ambiente AMESim
Descrição do processo de Modelagem e Simulação em quatro etapas no ambiente AMESim Similarmente a outros softwares de modelagem e simulação, a utilização do sistema AMESim está baseada em quatro etapas:
Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WS12EX-32K/OEM
Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos Manual CP-WS Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSEX-K/OEM PROXSYS Versão. Agosto-04 Controlador Industrial CP-WS - Configurações de Hardware
SEM Sistemas de Controle I Aula 1 - Introdução
SEM 536 - Sistemas de Controle I Universidade de São Paulo O que é controle? Dicionário Houaiss: Controle:... 3. Dispositivo ou mecanismo destinado a comandar ou regular o funcionamento de máquina, aparelho
Alexandre Bernardino, Margarida Silveira, J. Miranda Lemos
Mestrado Integrado em Engenharia Aeroespacial 2009/2010 - Semestre de Inverno Controlo Óptimo e Adaptativo TRABALHO DE LABORATÓRIO Identificação e Controlo Digital do Sistema de Posicionamento de uma Barra
Questões para Revisão Controle
Questões para Revisão Controle 1. (PROVÃO-1999)A Figura 1 apresenta o diagrama de blocos de um sistema de controle, e a Figura 2, o seu lugar das raízes para K > 0. Com base nas duas figuras, resolva os
SEM Sistemas de Controle Aula 1 - Introdução
SEM 5928 - Sistemas de Controle Universidade de São Paulo O que é controle? Dicionário Houaiss: Controle:... 3. Dispositivo ou mecanismo destinado a comandar ou regular o funcionamento de máquina, aparelho
Controlador PID: algoritmo, estrutura e sintonia
Controlador PID: algoritmo, estrutura e sintonia Prof. Marcus V. Americano da Costa F o Departamento de Engenharia Química Universidade Federal da Bahia Salvador-BA, 05 de setembro de 2018. Sumário 1 Introdução
28/05/2017. Interface com Conversores A/D e D/A. Interface com Conversores A/D e D/A SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I
SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I Interface com Conversores A/D e D/A Conversor A/D ADC Converte um Valor Analógico para Digital Conversor D/A DAC Converte um Valor Digital para Analógico Prof.
Controladores PID - Efeitos e sintonia
- Efeitos e sintonia Guilherme Luiz Moritz 1 1 DAELT - Universidade Tecnológica Federal do Paraná 03 de 2013 Guilherme Luiz Moritz Avaliação UTFPR - Engenharia industrial elétrica - ênfase em eletrônica/telecomunicações
Implementação de um Controlador Fuzzy para um Sistema de Controle de Nível
Implementação de um Controlador Fuzzy para um Sistema de Controle de Nível 1 IFPB. e-mail: [email protected] 2 IFRN. e-mail: [email protected] Josué da Silva Souza 1, José Soares Batista Lopes 2
HARDWARE DOS RELÉS NUMÉRICOS
HARDWARE DOS RELÉS NUMÉRICOS 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Objetivos idênticos ao hardware dos relés convencionais, ou seja, recebem sinais analógicos de tensão, corrente e outros, sinais digitais de contatos
8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007
8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007 SISTEMA DIGITAL DE CONTROLE DE UMA MESA DE POSICIONAMENTO D.I. Lasmar*, G.A. Rossi*, A.A.T. Maia*, J.M. Galvez* *Universidade
GERENCIAMENTO DE PROJETOS - 20h - EaD
GERENCIAMENTO DE PROJETOS - 20h - EaD Apresentação de gerência de projetos; metodologia de gerência de projetos - ciclo da vida da gestão de projetos; análise de riscos e medidas gerenciais derivadas;
PRODUÇÃO DE UMA INTERFACE GRÁFICA (SOFTWARE ACADÊMICO) PARA SIMULAÇÃO DE UMA COLUNA DE DESTILAÇÃO
PRODUÇÃO DE UMA INTERFACE GRÁFICA (SOFTWARE ACADÊMICO) PARA SIMULAÇÃO DE UMA COLUNA DE DESTILAÇÃO F. L. BEZERRA 1, C.H. SODRÉ 2 e A. MORAIS Jr 3 1,2 Universidade Federal de Alagoas, Centro de Tecnologia
Entrada e Saída e Dispositivos
Entrada e Saída e Dispositivos Uma das funções do Sistema Operacional é: - Gerência de dispositivos de E/S. Operações: - Tratamento de interrupções - Tratamento erros - Interfaceamento entre os dispositivos
AUTO SINTONIA UTILIZANDO MODELO ARMAX
AUTO SINTONIA UTILIZANDO MODELO ARMAX A. U. A. JÚNIOR 1, M. M. SILVA 1, A. C. NASCIMENTO 1, H. BISPO 1 e J. N. SILVA 1 1 Universidade Federal de Campina Grande, Unidade Acadêmica de Engenharia Química
Laboratório 08: Prática de Identificação de Sistemas e Projeto de Controlador
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE CONTROLE EXPERIMENTAL PROFESSOR: ANTONIO SILVEIRA Laboratório 08: Prática de Identificação de Sistemas
PROJETO DE CONTROLADORES PID PARA UM PROCESSO TÉRMICO BASEADO EM UMA NOVA REGRA DE SINTONIA
1 PROJETO DE CONTROLADORES PID PARA UM PROCESSO TÉRMICO BASEADO EM UMA NOVA REGRA DE SINTONIA Luiz Affonso Guedes de Oliveira 1 Roberto C. Limão de Oliveira 1 Rosana Paula de Oliveira Soares 1 GRUPO: A
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
ENG JR ELETRON 2005 29 O gráfico mostrado na figura acima ilustra o diagrama do Lugar das Raízes de um sistema de 3ª ordem, com três pólos, nenhum zero finito e com realimentação de saída. Com base nas
Sistemas de Controle 2
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 2 Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Planejamento da disciplina
CA2COD1: COD CONTROLE DIGITAL. Profa. Mariana Cavalca
CA2COD1: COD CONTROLE DIGITAL Profa. Mariana Cavalca Currículo Resumido Curso Técnico em Eletro-Eletrônica ETEP (São José dos Campos - SP) Iniciação científica (estatística) Estágio Empresa ITA júnior:
CONTROLADOR PROPORCIONAL, INTEGRAL E DERIVATIVO (PID)
CONTROLADOR PROPORCIONAL, INTEGRAL E DERIVATIVO (PID) AÇÕES DE CONTROLE O controlador PID é um controlador composto por três ações de controle Ação proporcional: u t = k e t Ação integral: u t = k 0 t
Curso de Tecnologia em Sistemas Eletrônicos MATRIZ CURRICULAR. Módulo I /Semestre 1 Carga horária total: 400h
Curso de Tecnologia em Sistemas Eletrônicos CÂMPUS FLORIANÓPOLIS MATRIZ CURRICULAR Módulo I /Semestre 1 Carga horária total: 400h Circuitos Elétricos 1 80 Lógica Combinacional 80 Física Geral 80 Comunicação
TÍTULO: TESTE DE CONTROLADOR PARA UM ROBÔ DE EQUILÍBRIO DINÂMICO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA. SUBÁREA: Engenharias
TÍTULO: TESTE DE CONTROLADOR PARA UM ROBÔ DE EQUILÍBRIO DINÂMICO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: Engenharias INSTITUIÇÃO(ÕES): CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE PAULISTA - UNORP
Inversores de Frequência e soft-starters Prof.: Regis Silva
Inversores de Frequência e soft-starters Prof.: Regis Silva Inversor de Frequência Os inversores de frequência, também conhecidos como conversores de frequência, são dispositivos eletrônicos que convertem
SEM561 - SISTEMAS DE CONTROLE
SEM561 - SISTEMAS DE CONTROLE Adriano Almeida Gonçalves Siqueira Aula 1 - Introdução a Sistemas de Controle Índice O que é controle? Exemplo 1: componentes de um sistema de controle Exemplo 2: malha aberta
CONTROLE DE NÍVEL ATRAVÉS DE UMA VÁLVULA ESFÉRICA
CONTROLE DE NÍVEL ATRAVÉS DE UMA VÁLVULA ESFÉRICA Marco Aurélio Lage Duarte 1 Brenda Mendes Lopes 2 Accacio Ferreira dos Santos 3 PALAVRAS-CHAVE: válvula esférica; controle de nível; sintonia PI; Arduino.
Interface com A/D e D/A
Interface com A/D e D/A Interface com Conversores A/D e D/A Conversor A/D ADC Converte um Valor Analógico para Digital Conversor D/A DAC Converte um Valor Digital para Analógico Um Microcontrolador/Microprocessador
Introdução à Plataforma ARDUINO
MINICURSO Introdução à Plataforma ARDUINO PET Mecatrônica/BSI Geruza M. Bressan O que é um microcontrolador (MCU)? É um computador em um chip Processador Memória Entrada/Saída Controla ações e funções
CURSO: ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO EMENTAS º PERÍODO
CURSO: ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO EMENTAS - 2017.2 2º PERÍODO DISCIPLINA: CÁLCULO I Estudo e aplicação de limites. Estudo e aplicação de derivadas. Estudo de soluções de problemas com utilização
Algoritmo de um controlador PID para microprocessadores utilizando método Ziegler-Nichols
Algoritmo de um controlador PID para microprocessadores utilizando método Ziegler-Nichols Jonas Rodrigues Vieira dos Santos 1, Rômulo Lopes Frutuoso 2, Luiz Daniel Santos Bezerra 3 1 Bacharelando em Ciência
CAPÍTULO 8: O CONTROLADOR PID
CAPÍTULO 8: O CONTROLADOR PID Quando eu terminar este capítulo eu quero ser capaz de completar o seguinte Conhecer os pontos fortes e fracos do controle PID Determinar o modelo do sistema feedback utilizando
KIT DIDÁTICO PIC-2377
KIT DIDÁTICO PIC-77... Módulo PIC-77 Recursos internos da MCU Encapsulamento DIP40. 5 instruções (RISC). pinos de I/O configuráveis. 56 bytes de EEPROM para dados de 8 bits. 8k de memória flash para o
Sistemas Digitais EDUARDO ELIAS ALVES PEREIRA
Sistemas Digitais EDUARDO ELIAS ALVES PEREIRA Sistemas Digitais Agenda Arduino Tipos, detalhes; Esquema elétrico. IDEs Eagle; ATMel Studio; Arduino Studio; Circuits IO (Simulador). Arduino Arduino MEGA2560
PID e Lugar das Raízes
PID e Lugar das Raízes 1. Controlador PID 2. Minorsky (1922), Directional stability of automatically steered bodies, Journal of the American Society of Naval Engineers, Vol. 34, pp. 284 Pilotagem de navios
CARACTERIZAÇÃO DEPROCESSOS
CARACTERIZAÇÃO DEPROCESSOS ESINTONIA DECONTROLADORES PORMÉTODOSEMPÍRICOS Profa. Cristiane Paim Semestre 2014-2 Caracterização de Processos Considere a configuração série de um sistema de controle: Dado
Sistemas de Controle 2
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Cap.9 Projeto por Intermédio do Lugar das Raízes Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 2 Prof. Dr.
Sistemas de Controle 2
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Cap.9 Projeto por Intermédio do Lugar das Raízes Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 2 Prof. Dr.
IF-705 Automação Inteligente Sistemas de Controle - Fundamentos
IF-705 Automação Inteligente Sistemas de Controle - Fundamentos Aluizio Fausto Ribeiro Araújo Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática - CIn Departamento de Sistemas da Computação [email protected]
Guia de Práticas Elevador Didático Programável
Guia de Práticas Elevador Didático Programável Módulo: Arduino MEGA 2560 1ªEdição Resumo Guia com as principais práticas presentes no Caderno de Práticas que acompanha o Elevador Didático Programável.
