PROGRAMAS COM ANOS ADICIONAIS: GASTROENTEROLOGIA
|
|
|
- Cristiana Aurélia Castilho Amarante
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Edital Nº 03/2015 RESIDÊNCIA MÉDICA 2016 CADERNO DE QUESTÕES DATA: 1º DE NOVEMBRO DE PROGRAMAS COM ANOS ADICIONAIS: GASTROENTEROLOGIA ÿû C ESPECIALIDADE: Gastroenterologia (R3) Área de Atuação: Endoscopia Digestiva INSTRUÇÕES Prezado(a) Participante, Para assegurar a tranquilidade no ambiente de prova, bem como a eficiência da fiscalização e a segurança no processo de avaliação, lembramos a indispensável obediência aos itens do Edital e aos que seguem: 01. Deixe sobre a carteira APENAS caneta transparente e documento de identidade. Os demais pertences devem ser colocados embaixo da carteira em saco entregue para tal fim. Os celulares devem ser desligados antes de guardados. O candidato que for apanhado portando celular será automaticamente eliminado do certame. 02. Anote o seu número de inscrição e o número da sala, na capa deste Caderno de Questões. 03. Antes de iniciar a resolução das 20 (vinte) questões, verifique se o Caderno está completo. Qualquer reclamação de defeito no Caderno deverá ser feita nos primeiros 30 (trinta) minutos após o início da prova. 04. Ao receber o Cartão-Resposta, confira os dados do cabeçalho. Havendo necessidade de correção de algum dado, chame o fiscal. Não use corretivo nem rasure o Cartão-Resposta. 05. A prova tem duração de 2 (duas) horas e o tempo mínimo de permanência em sala de prova é de 1 (uma) hora. 06. É terminantemente proibida a cópia do gabarito. 07. O gabarito individual do participante será disponibilizado em sua área privativa na data prevista no Anexo III, conforme no subitem do Edital. 08. Ao terminar a prova, não esqueça de assinar a Ata de Aplicação e o Cartão-Resposta no campo destinado à assinatura e de entregar o Caderno de Questões e o Cartão-Resposta ao fiscal de sala. Atenção! Os três últimos participantes só poderão deixar a sala simultaneamente e após a assinatura da Ata de Aplicação. Boa prova! Inscrição Sala
2 PROGRAMAS COM ANOS ADICIONAIS 20 QUESTÕES 01. Uma mulher de 35 anos apresenta regurgitação, dor retroesternal e sensação que alimentos líquidos e principalmente sólidos param na topografia retroesternal logo após a ingestão. Os sintomas ocorrem há 7 meses e houve perda ponderal de 15% do peso habitual. Tem uma endoscopia com esofagite distal não erosiva. O esofagograma mostra um trânsito esofágico de 60 segundos e um esôfago de calibre levemente aumentado, com ondas terciárias. Na manometria, há panpressurização esofágica, não há peristalse, e há relaxamento incompleto do esfíncter inferior do esôfago. Qual a melhor abordagem terapêutica? A) Nitrato via oral antes das refeições. B) Inibição da secreção ácida do estômago. C) Miotomia parcial da musculatura lisa do esôfago distal. D) Correção cirúrgica do esfíncter inferior por fundoplicatura. 02. Um homem de 45 anos, afrodescendente, hipertenso e diabético apresenta regurgitação e queimação retroesternal há 5 anos, em uso diário e regular de rabeprazol. Foi colecistectomizado há 10 anos, e o pai e um tio paterno faleceram de câncer gástrico. No exame físico, o índice de massa corporal é 20 e a pressão arterial de 150x100 mmhg. Qual o risco desse paciente apresentar metaplasia intestinal no esôfago distal, relativamente a outros indivíduos com a mesma doença do aparelho digestório? A) Abaixo da média. B) Mediano. C) Elevado. D) Muito elevado. 03. Um homem de 35 anos apresenta pirose há 5 anos, associada a alimentação. Refere asma na infância. Uma de suas endoscopias mostrou esofagite distal não-erosiva leve e biópsias esofágicas com 5 eosinofilos por campo de grande aumento, as outras foram normais. Um estudo ambulatorial de impedância-phmetria esofágica mostrou um número de refluxo à uma exposição ácida do esôfago normais, com associação significante entre refluxo e pirose. Qual o melhor diagnóstico nesse momento? A) Pirose funcional. B) Esofagite de refluxo. C) Esofagite eosinofílica. D) Hipersensibilidade esofágica. 04. Uma mulher de 57 anos apresenta sensação contínua de que há um corpo estranho na faringe há três meses. Melhora temporariamente quando engole água ou alimentos. Nega rouquidão ou perda de peso. É fumante há 37 anos. A palpação do pescoço é normal. Na laringoscopia, há enantema da laringe posterior sem outras alterações. O ultrassom de tireoide e a endoscopia digestiva alta são normais. O quadro acima corresponde mais provavelmente a: A) Globus. B) Corpo estranho. C) Disfagia motora. D) Laringite por refluxo. 05. Uma mulher de 23 anos se queixa de distensão abdominal e flatulência. Quando interrogada, relata pirose 1 vez por semana. O exame físico é normal exceto por um índice de massa corporal de 18. Hematócrito 29% e hemoglobina de 9 g/dl, com microcitose. Que exame melhor explicaria esse quadro? A) Testes de tolerância a lactose. B) Anti-tranglutaminase IgA. C) Exame ginecológico. D) Trânsito intestinal. Residência Médica 2016 Gastroenterologia Pág. 2 de 8
3 06. Uma mulher de 59 anos apresenta diarreia há 2 anos, 5-6 vezes ao dia, com aspecto oleoso. Nesse período, perdeu 3 kg (peso anterior 60Kg). Nega tabagismo, etilismo ou diabetes. Tem diagnóstico de coronariopatia há 5 anos. Exame físico sem alterações importantes. Hemograma: hemogobina 11 g/dl, leucócitos 3.600/mm 3, plaquetas /mm 3 ; albumina sérica 4,5 g/l; glicemia 90 mg/dl; Fosfatase Alcalina: 78 U/L; TGP sérico 11 U/L; elastase fecal de 20 microgramas/g (normal > 200). Qual o diagnóstico mais provável e mais compatível com o quadro clínico e exames? A) Doença Celíaca. B) Doença de Whipple. C) Supercrescimento bacteriano. D) Insuficiência pancreática exócrina. 07. Jovem de 14 anos, natural e procedente de Fortaleza, com quadro de febre há 6 dias, adinamia, mialgia, cefaleia, dor de garganta, fotofobia, náuseas e vômito. Ao exame anictérico, febril, adenomegalias cervicais bilaterais. Procurou atendimento numa UPA teve diagnóstico de virose, feito sintomático apenas. Como persistia dor de garganta e febre realizou nova consulta, orofaríngea hiperemiada, sem secreção purulenta. Exame cardiopulmonar normal. Abdome hepatimetria 14 cm, borda cortante, espaço de Traube ocupado. Extremidades sem edemas. Exames: ALT: 350 ui, AST:240, Bt: 2 mg/dl, Bd: 1,5mg/dl, Prot. total 7 g%, Glob.: 2 g%, INR:1,1. Anti-HVA IgG reagente, IgM (-), anti-hbs (+), anti-hbc IgG e IgM (-), anti-hcv (-), Monotest positivo. Htc: 42%, Hb: 14 g%, Leucócitos: /mm 3, sendo 65% de linfócitos, com 15% de linfócitos atípicos, Plaquetas: /mm 3 Com base nesses dados assinale o item correto. A) O mais provável é infecção por vírus não hepatotrófico. B) O mais provável é hepatite pelo vírus E, solicitaria anti-hve IgM. C) Deve ser infecção pelo vírus A que ainda não positivou o anti-hva IgM. D) Como elevou muito AST e ALT o mais provável é infecção por vírus hepatotrófico. 08. Senhor de 56 anos, porteiro, casado, natural e procedente de Maranguape-Ce. Ao doar sangue, detectou anti-hcv reagente, NAT positivo para HCV, porém negativo para HBsAg e anti-hiv I e II negativo. Foi orientado a procurar ambulatório de hepatologia. Não bebe, nega uso de drogas ilícitas, refere transfusão sanguínea em Encontra-se assintomático. Exame físico: anictérico, afebril. Exame cardiopulmonar normal. Hepatimetria 16 cm, borda rombo, Traube livre, sem estigmas de hepatopatia. US abdominal: alteração na ecotextura hepática, sem nódulos, lobo D - 16 cm, fluxo hepatoportal, diâmetro da veia porta 10 mm, veia esplênica; 8 mm. Baço 10 cm, sem ascite, sem varizes esplênicas. AST 160 (nl < 40), ALT 200 (nl < 40), INR: 1,6, Prot. totais 7 g%, Albumina: 3 g%, Plaquetas: /mm 3, Htc:34%, Hg: 11 g%, Leucócitos: 8,000/mm 3, diferencial nl. Glicemia: 90 mg/dl, Cr: 1,0 mg/dl. EGD - normal, apenas DRGE leve. Genótipo 3a, HCV-RNA: UI. Paciente não aceita realizar biópsia hepática pois um vizinho teve uma complicação séria e ele tem muito medo. Não tem disponível elastografia (fibro-scan ou ARFI). Com base nesses dados e no novo Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para Hepatite C e co-infecções do MS 2015, assinale o correto. A) Não preenche critérios de tratamento, apenas com esses dados. B) Calculando o APRI teríamos um valor de 4, não preenche os critérios de fibrose avançada, sem indicação de tratamento. C) Calculando o APRI teríamos um valor de 4 o que preenche os critérios de fibrose avançada e deveria fazer uso de Sofosbuvir + Simeprevir durante 12 semanas. D) Calculando o APRI teríamos um valor de 4 o que preenche os critérios de fibrose avançada e deveria fazer uso de Sofosbuvir + Daclatasvir durante 12 semanas ou Sofosbuvir + PegInterferon + Ribavirina por 12 semanas. Residência Médica 2016 Gastroenterologia Pág. 3 de 8
4 09. Senhora de 26 anos, do lar, preta, casada, natural e procedente de Picos PI, encontra-se na segunda gestação, vigésima semana e ao realizar exames detectou sorologia para sífilis negativa, anti-hcv negativa, anti-hiv I e II negativos, HBsAg reagente. No primeiro pré-natal, há 6 anos, não realizou esses exames. Nega cirurgia, nega transfusão sanguínea, tem duas tatuagens. Após esses dados, novos exames realizados: HBeAg reagente, anti-hbe negativo, ALT: 65 (nl< 40), AST: 60 (nl < 40). Com base nesses dados, qual seria a melhor opção para reduzir a falha na profilaxia perinatal? A) Faria a vacinação contra hepatite B (primeira dose ao nascer, 1 e 6 meses após) e gama-globulina hiperimune apenas após colher exames do recém-nato para HBsAg, se negativo, faria a gamaglobulina hiperimune. A carga viral não guarda relação com o risco da falha na profilaxia. B) Faria a vacinação contra hepatite B (primeira dose ao nascer, 1 e 6 meses após) e gama-globulina hiperimune no mesmo dia da primeira dose da vacina. Embora tenha uma carga viral muito elevada, a mãe encontra-se em fase de imunotolerância e não há indicação de tratar o vírus B. C) Faria a vacinação contra hepatite B (primeira dose ao nascer, 1 e 6 meses após) e gamaglobulina hiperimune no mesmo dia da primeira dose da vacina e como apresenta carga viral acima de ui/ml no terceiro trimestre da gravidez a mãe deve tomar Tenofovir 300 mg ao dia para reduzir o risco da falha da profilaxia com vacina e gama-globulina hiperimune apenas. D) Faria a vacinação contra hepatite B (primeira dose ao nascer, 1 e 6 meses após) e gamaglobulina hiperimune no mesmo dia da primeira dose da vacina e como apresenta carga viral acima de ui/ml no terceiro trimestre da gravidez a mãe deve tomar Entecavir 0,5 mg ao dia para reduzir o risco da falha da profilaxia com vacina e gama-globulina apenas. 10. Senhor de 50 anos, agricultor, casado, natural e procedente Tauá-Ce. HDA: História de indisposição, adinamia, redução na capacidade laboral há pelo menos 2 anos. Há 14 meses apresentou quadro de hematêmese, e surgiu desde então quadro de icterícia, sonolência, tremores de extremidades e aumento de volume abdominal, edema de mmii, quando foi prescrito uso de Aldactone e Furosemida. Quando suspende, volta apresentar aumento do volume abdominal. Há 6 dias, passou apresentar dor abdominal, febre, indisposição, diarreia com fezes enegrecidas e com forte odor. Antecedentes: bebe desde os 14 anos, nos últimos 6 anos, entre 4 e 6 unidades/dia. Não faz uso de medicação exceto diuréticos. Ao exame: hipocorado ++/4, ictérico ++/4, sonolento, hálito estranho, flapping, 39 C, PA: 80 x 50 mm Hg. Exame cardiopulmonar: FC: 120 bpm, murmúrio vesicular abolido na base pulmonar D. Abdome: doloroso a palpação sem irritação peritoneal franca, macicez móvel presente, baço 3 cm abaixo RCE, hepatimetria 10 cm. Edema de mmii ++/4. Realizou exames: Hg:8,0, HtC: 26%, Leucócitos: /mm 3, polimorfonuclear: 84% Plaquetas: /mm 3. Internou e realizou esses exames: Prot. totais: 8 g%, Alb.: 3,0 g%, INR: 2,5 (nl < 1,20), Cr: 0,7 mg/dl (nl<1,2). Com base nesses dados, é correto afirmar: A) Cirrose descompensada com peritonite bacteriana espontânea, com função renal ainda preservada. B) Cirrose descompensada com peritonite bacteriana espontânea e critérios para injúria renal aguda (AKI). C) Cirrose compensada, porém com peritonite bacteriana espontânea e critérios para injúria renal aguda (AKI). D) Cirrose compensada, com ascite, sem peritonite bacteriana espontânea (sem a cultura do líquido não podemos definir PBE) e com função renal preservada, Cr:1,2 mg/dl Residência Médica 2016 Gastroenterologia Pág. 4 de 8
5 11. Senhor de 44 anos, natural e procedente de Icó-Ce, pintor, desquitado, branco. Há 3 meses vem apresentando alteração na cor da urina, febrícula intermitente, cansaço para suas atividades diárias e manchas roxas pelo corpo após pequenos traumas, além de prurido, muito tremor ao acordar, tendo necessidade de tomar 2 doses de aguardente para melhorar do tremor. Há um ano, foi alertado quanto ao hábito de beber. Reduziu, mas retornou pois apresentava piora quando parava, (tremores). Nega uso de medicação, nega cirurgia. Não fuma, bebe 4 unidades de álcool/dia, aumentando fim-de-semana. Encontra-se no terceiro relacionamento afetivo, irmão faleceu de cirrose aos 35 anos, mas só bebia cerveja. Ao exame: ictérico ++/4, hipocorado +/4, hálito etílico, várias equimoses pelo corpo, tremores de extremidades, várias aranhas vasculares. Exame cardiopulmonar: FC: 110 bpm, PA: 100 x 70 mm Hg, pulmões limpos. Hepatimetria 18 cm, borda romba, sem ascite, Traube ocupado. Extremidade eritema palmar, sem edema de mmii. Exames: AST: 400 (nl AST: 400 (nl< 40), ALT: 200 (nl< 40), gama-gt: 800 (nl < 80). Com base nesses dados, qual a conduta? A) Não teria indicação de usar corticoide, uma vez que apresenta fígado ainda grande, hepatimetria 18 cm, faria apenas uso de pentoxifilina, além de orientar a parada do álcool e encaminhar CAPS e, ou, AA. B) Apresenta função discriminante de Maddrey menor que 32, e como não tem sinais de infecção ativa nem hemorragia digestiva aguda estaria indicado uso de corticoide durante 28 dias, além de orientar parada do álcool e encaminhar CAPS e, ou, AA. C) Apresenta função discriminante de Maddrey maior que 32, e como não tem sinais de infecção ativa, nem hemorragia digestiva aguda estaria indicado uso de corticoide durante 28 dias, além de orientar parada do álcool e encaminhar CAPS e, ou, AA. D) Apresenta função discriminante de Maddrey maior que 32, e mesmo que tivesse sinais de infecção ativa, ou hemorragia digestiva aguda estaria indicado uso de corticoide durante 28 dias, além de orientar parada do álcool e encaminhar CAPS e, ou, AA. 12. Estudante de 17 anos, solteira, parda, natural e procedente do Crato-Ce. Ao ser avaliada por dermatologista para possível tratamento de acne realizou os seguintes exames: AST:420 (nl < 40), ALT: 500 (nl< 40), INR: 2,3, Prot. Totais: 8 g/dl, Glob. 5,5 g/dl, B. Total: 3 mg/dl, B. Direta: 2 mg/dl, Glicemia: 85 mg/dl, Colesterol total: 160 mg/dl, HDL-C: 65 mg/dl, Triglicerídeos: 100 mg/dl, Htc: 30%, Hg: 9 g%, Leucócitos: 2.500/mm 3, Plaquetas: /mm 3. Negava uso de medicação, não bebe, negava internação, cirurgia prévia. Há 3 a 4 meses já vinha apresentando indisposição, adinamia, artralgias, e alguns momentos observou sangramento gengival e aumento no fluxo menstrual, perda de peso, principalmente de massa muscular, surgimento de acne e estrias, o que a motivou procurar o dermatologista. Diante desses exames, foi orientada a procurar hepatologista: que solicitou ultrassom, cujo laudo: alteração textura hepática, lobo D: 10 cm, lobo E: 8 cm, sem nódulos, baço: 15 cm, com varizes esplênicas, fluxo hepatofugal, velocidade 10 cm/s, sem trombo, veias supra-hepáticas fluxo normal, presença de ascite leve. Realizou: anti-hva IgG (+), HBsAg (-), anti-hcv (-), anti-hbs = 2.000, anti-hbc IgG (-), TSH: 9 uui/ml (nl < 4,0), Ceruloplasmina: 80 mg/dl (nl 20 a 60), FAN 1: 360. Ao exame: orientada, ictérica+/4, hipocorada +/4, afebril, IMC: 22. Exame cardiopulmonar nl. Abdome: macicez hepática diminuída, macicez móvel presente, baço palpável 3 cm abaixo RCE. Extremidades: edema +/4, eritema palmar. Diante desses dados, assinale a opção que expressa a melhor a conduta neste caso. A) Trata-se de hepatopatia crônica, provavelmente doença de Wilson, ceruloplasmina alterada, devendo realizar endoscopia digestiva alta para pesquisar varizes. B) Trata-se de hepatite crônica B pois anti-hbs bastante elevado, mesmo sem HBsAg reagente, possível hepatite B oculta. Como apresenta fluxo hepatofugal não há necessidade de endoscopia digestiva alta. C) Trata-se de doença hepática crônica com sinais de hipertensão porta, devendo realizar endoscopia digestiva alta para pesquisar varizes e solicitar marcadores para hepatite autoimune: anti-músculo liso e ou anti-lkm1. D) Trata-se de doença hepática crônica com sinais de hipertensão porta, devendo realizar endoscopia digestiva alta para pesquisar varizes. Como já é cirrótica a pesquisa da etiologia é desnecessária. Residência Médica 2016 Gastroenterologia Pág. 5 de 8
6 13. Senhor de 52 anos, natural e procedente de Sobral-Ce, professor, casado, pardo. Há 5 anos, ao realizar exames periódicos, detectou: Fosfatase Alcalina: (nl < 60), AST: 42 (nl< 40). Realizou outros exames: HBsAg, anti-hcv, FAN, anti-mitocôndria todos negativos. Não fazia uso de medicação, nem bebia. Há 4 anos, começou apresentar alteração de hábitos intestinal, antes diário, para 4 a 5 evacuações/dia, fezes líquidas ou pastosas, as vezes com muco, e raras ocasiões com sangue, com cólicas abdominais. Fez uso de Annita e retirou leite da dieta com pouca melhora. Há 2 anos, vem percebendo prurido no corpo. Há 6 meses, internou com quadro de dor abdominal, febre, calafrios e coluria, nesta ocasião apresentou icterícia, permaneceu uma semana internado fazendo uso de antibiótico venoso. Exame atual: ictérico +/4, 36o C, hipocorado +/4, PA: 110 x 70 mm Hg. Exame cardiopulmonar nl. Abdome: hepatimetria 16 cm, borda romba, punho percussão hepática indolor, espaço de Traube ocupado. Eritema palmar e algumas aranhas vasculares no dorso. Novos exames: FA: 1.600, gama-gt: 200, AST: 80, ALT: 120, INR: 1,50, Prot. Totais: 7 g%, Glob. 4, Htc:38%, Hb:12g%, Leucócitos: 8.700, Plaquetas: US abdominal: alteração textura hepática, sem abscesso, dilatação discreta árvore biliar intra e extrahepática, sem litíase, pâncreas sem alteração. Com base nesses dados, qual o diagnóstico mais provável e a conduta? A) Colangiopatia autoimune por IgG4 associada a doença celíaca, devendo realizar biópsia da segunda porção intestinal para pesquisar a alteração de hábito intestinal. B) Colangite esclerosante primária, devendo realizar colangiorm, e colonoscopia para avaliar doença inflamatória intestinal associada. C) Colangiopatia autoimune por IgG4, devendo realizar biópsia hepática, trânsito intestinal e dosagem de anti-lkm1. D) Cirrose biliar primária (CBP) complicada com colangiocarcinoma que é uma complicação frequente na CBP. 14. Paciente de 47 anos, gênero feminino, informa que há cerca de 20 anos apresenta episódios de dor epigástrica em queimação, associados com empachamento pós-prandial, boca amarga, falta de apetite e náuseas. Refere que os quadros são intermitentes, sem relação com nenhum fator causal bem definido. Procurou vários médicos tendo realizado 12 endoscopias digestivas altas, todas com gastrite antral enantemática leve. Fez tratamento para Helicobacter pylori com erradicação, mas persistência do quadro clínico. Refere que os sintomas vem piorando depois do último médico ter afirmado que a paciente não tinha nada. Baseado no caso, marque o item correto. A) Nos pacientes com persistência dos sintomas dispépticos, baixas doses de anti-depressivos tricíclicos podem ser prescritos, mesmo na ausência de sinais claros de ansiedade ou depressão. B) A endoscopia digestiva alta só está indicada nos pacientes com dispepsia com idade acima de 55 anos ou na presença de fatores de alarme, sendo necessária a pesquisa da presença da infecção do Helicobacter pylori. C) Não deve ser realizada a erradicação do Helicobacter pylori em pacientes com dispepsia funcional, pois poucos pacientes responderão com melhora dos sintomas após a erradicação, sendo esta melhora apenas transitória. D) O consenso de Roma III define como dispepsia a presença de sintomas que se originam da região gastroduodenal, sendo considerados todos os sintomas descritos pelo paciente localizados na parte superior do abdômen e da região retroesternal. Residência Médica 2016 Gastroenterologia Pág. 6 de 8
7 15. Paciente de 35 anos, gênero feminino, refere que há cerca de 2 anos vem apresentando diarreia líquida, dor abdominal na fossa ilíaca direita, associado a perda de peso de 10% em 2 anos. Procurou atendimento médico sendo orientada a utilizar antiespasmódicos no momento da dor e retirar o leite da dieta. Informa que mesmo com essas medidas, não apresentou melhora, tendo procurado novamente atendimento médico sendo solicitado exames laboratoriais. Os exames mostraram uma anemia leve hipocrômica, microcística. Pesquisa positiva de hemoglobina nas fezes e anti-endomísio negativo (iga e IgG). Com o quadro, foi solicitado uma colonoscopia que mostrou a presença de úlceras serpinginosas no íleo terminal, com a biópsia mostrando uma ileite crônica inespecífica, sem granulomas. Antecedentes: Refere que tem história na família de doença celíaca, faz uso de antidepressivo tricíclico e antiinflamatórios não esteroidas por quadro de cefaleia. Baseado no caso acima, marque o item correto sobre o diagnóstico clínico e diferencial. A) Trata-se de um quadro de doença de Crohn, pois não existe quadro de ileite ulcerativa associado ao uso de antiinflamatórios não esteroidais. B) Trata-se de um quadro de doença de Crohn, sendo a anemia presente na maioria dos casos, secundária a déficit de absorção de vitamina B12 no íleo terminal. C) Trata-se de um quadro de doença de Crohn, com apresentação atípica, pois a maioria dos casos de doenças de Crohn localizam-se no reto e apresentam doença perianal. D) Trata-se de um quadro de doença de Crohn, sendo importante descartar como diagnóstico diferencial outras doenças mais comuns que se apresentam com diarreia crônica. 16. Paciente de 52 anos, gênero masculino, refere que há cerca de pelo menos 30 anos apresenta quadro de diarreia com sangue, puxo, urgência e tenesmo. Refere que nunca fez acompanhamento regular. Realizou colonoscopia de rotina tendo sido evidenciada uma lesão elevada, não polipoide, em cólon sigmoide. Apresentava ainda um processo inflamatório em atividade intensa em todo cólon. Realizado biopsia da lesão que evidenciou uma displasia de alto grau. Qual a melhor conduta para o caso? A) Colectomia total. B) Prednisona associado a mucosectomia da lesão colônica. C) Aminossalicilatos associado a colonoscopia de controle em 1 ano. D) Somente tratamento medicamentoso com Anti - TNF associado a azatioprina. 17. Paciente de 25 anos, gênero masculino, procurou atendimento médico na Unidade de Pronto- Atendimento do seu bairro, por quadro de vômito com sangue em grande quantidade. Refere ser portador da infecção crônica da Hepatite C, tendo realizado tratamento com inferferon peguilhado sem resposta virológica sustentada. Antecedente: Etilista importante, fez uso de drogas endovenosas, nega tabagismo. Ao exame, estado geral comprometido, ictérico (++/4+). hipocorado, eritema palmar, espaço de Traube ocupado, sem ascite. Realizada estabilização, endoscopia digestiva alta e tratamento farmacológico. Marque o item correto sobre o tratamento do caso. A) O tratamento endoscópico deve ser o TIPS; o farmacológico; utilização de inibidor da bomba de prótons. B) O tratamento endoscópico deve ser a escleroterapia; o farmacológico; utilização de inibidor da bomba de prótons. C) O tratamento endoscópico deve ser a ligadura elástica; o farmacológico, a utilização de drogas vasoativas (octreotide, somatostatina ou terlipressina). D) O tratamento endoscópico deve ser a hemostasia com adrenalina; o farmacológico, a utilização de drogas vasoativas (octreotide, somatostatina ou terlipressina). Residência Médica 2016 Gastroenterologia Pág. 7 de 8
8 18. Paciente do gênero masculino, 48 anos, refere que há cerca de 2 dias começou a apresentar quadro de saída de fezes enegrecidas, com odor fétido. Associa o início do quadro com a utilização de antiinflamatório não esteroidal. Nega doenças anteriores ou uso de outras medicações. Procurou atendimento médico, sendo estabilizado o quadro com cristaloides, solicitado exames laboratoriais que demonstraram uma Hb de 8,8 g/dl e solicitado uma endoscopia digestiva alta. Baseado no possível achado endoscópico do caso, marque a melhor conduta. A) Na presença de uma úlcera com vaso visível, deve ser indicado cirurgia e alta hospitalar somente após 72 horas. B) Na presença de uma úlcera com vaso visível, deve ser pesquisado o Helicobacter pylori e alta hospitalar com 24 horas. C) Na presença de uma úlcera com vaso visível, deve ser realizado somente o tratamento medicamentoso e alta hospitalar somente após 24 horas. D) Na presença de uma úlcera com vaso visível, deve ser realizado o tratamento endoscópico, seguido do medicamentoso e alta hospitalar somente após 72 horas. 19. Paciente de 50 anos, gênero feminino, refere ter constipação intestinal há vários anos com 1 evacuação a cada 2 dias, associado com melhora importante com o uso de fibras e aumento da ingesta de líquidos. Informa que realizou colonoscopia indicada pelo ginecologista para prevenção de câncer de cólon. Durante o exame, foi detectado cólon bem preparado, com um pólipo de 0,5 cm no cólon transverso, sendo retirado completamente e apresentado no anatomopatológico um pólipo adenomatoso tubular, com displasia de baixo grau. Procurou o atendimento médico especializado para fazer acompanhamento. Qual o melhor acompanhamento para a paciente acima? A) Prescrever laxativo purgativo e indicar nova colonoscopia após 6 meses do exame inicial. B) Manter tratamento dietético e indicar nova colonoscopia após 5 anos do exame inicial. C) Manometria ano retal e indicar colonoscopia após 5 anos do exame inicial. D) Colectomia subtotal, para tratar constipação e risco de neoplasia de cólon. 20. Paciente do gênero masculino, 40 anos, refere que há cerca de 14 dias, após viagem ao Acre, começou a apresentar dor na região do hipocôndrio direito, febre intermitente não aferida, mialgia e artralgia sem icterícia. Procurou atendimento médico tendo sido solicitado ultrassom abdominal que evidenciou uma lesão cística, no lobo direito do fígado, próximo ao diafragma com conteúdo espesso de 5,0 cm de diâmetro. Foi internado tendo sido iniciado antibioticoterapia ampla sem melhora do quadro após 10 dias. Realizou punção aspirativa da lesão, sendo observado um líquido achocolatado. Baseado no caso acima qual o diagnóstico mais provável e o tratamento a ser realizado? A) Cisto hidático, sendo necessário iniciar albendazol. B) Abscesso amebiano, sendo necessário iniciar metronidazol. C) Neoplasia hepática metastática com abscesso, sendo necessário procurar sítio primário. D) Abscesso piogênico, sendo necessário manter antibioticoterapia ampla por pelo menos 28 dias. Residência Médica 2016 Gastroenterologia Pág. 8 de 8
CONSULTA EM GASTROENTEROLOGIA CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2
CONSULTA EM GASTROENTEROLOGIA CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2 INDICAÇÕES: 1. DISPEPSIA OU DOENÇA DO REFLUXO 2. DIARRÉIA CRÔNICA 3. PANCREATITE CRÔNICA 4. NÓDULOS SÓLIDOS OU CÍSTICOS NO PÂNCREAS 5. FALHA
Protocolo de Encaminhamentos de Referência e Contra-referência dos Ambulatórios de Gastrenterologia.
Rua Santa Marcelina, 177 CEP 08270-070 SÅo Paulo SP Fone(11) 6170-6237- Fax 6524-9260 www.santamarcelina.org E-mail: [email protected] Protocolo de Encaminhamentos de Referência e Contra-referência
HIPÓTESES: PERITONITE BACTERIANA ESPONTÂNEA EM CIRRÓTICO DESCOMPENSADO ENTEROINFECÇÃO (GASTROENTEROCOLITE)
Caso Clínico 1 (2,0 pontos) Um homem de 50 anos, funcionário público, casado, etanolista diário, deu entrada na emergência, referindo dor abdominal, febre 38 C e evacuações diarreicas aquosas há 24 horas.
Leia estas instruções:
Leia estas instruções: 1 2 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Caso se identifique em qualquer outro local deste
COD PROTOCOLOS DE GASTROENTEROLOGIA
X COD PROTOCOLOS DE GASTROENTEROLOGIA ( ) 18.01 Abdome Agudo Diagnóstico (algoritmo) ( ) 18.02 Abdome Agudo Inflamatório Diagnóstico e Tratamento ( ) 18.03 Abdome Agudo na Criança ( ) 18.04 Abdome Agudo
I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS
Emergência CT de Medicina I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CREMEC/Conselho Regional de Medicina do Ceará Câmara Técnica de Medicina Intensiva
M.C.N, Feminina 60 anos Parda Casada Cearense, residente em Caucaia Doméstica
Paulo Marcelo M.C.N, Feminina 60 anos Parda Casada Cearense, residente em Caucaia Doméstica Dor abdominal Paciente procurou, há 3 anos, assistência médica em razão de dor abdominal leve, localizada no
Especialização em SAÚDE DA FAMÍLIA. Caso complexo Natasha. Fundamentação teórica Dispepsia
Caso complexo Natasha Especialização em Fundamentação teórica DISPEPSIA Vinícius Fontanesi Blum Os sintomas relacionados ao trato digestivo representam uma das queixas mais comuns na prática clínica diária.
Aparelho Gastrointestinal Dor Abdominal Aguda
Aparelho Gastrointestinal Dor Abdominal Aguda Dor abdominal Difusa Localizada Abdome agudo Sem abdome agudo Exames específicos Tratamento específico Estabilizar paciente (vide algoritmo específico) Suspeita
Será que égastrite? Luciana Dias Moretzsohn Faculdade de Medicina da UFMG
Será que égastrite? Luciana Dias Moretzsohn Faculdade de Medicina da UFMG Sintomas Dor na região do estômago Estômago estufado Empanzinamento Azia Arrotos frequentes Cólica na barriga Vômitos e náusea
8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:30 8:45 INTERVALO VISITA AOS EXPOSITORES E PATROCINADORES.
MAPA AUDITÓRIO ÓPERA DE ARAME (200 LUGARES) DOMINGO 02 DE AGOSTO DE 2015. 8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:00 8:15 TEMA LIVRE SELECIONADO. 8:15 8:30 TEMA LIVRE SELECIONADO.
SERVIÇO DE CIRURGIA GERAL. Coordenador: Dr Laércio Robles PROTOCOLOS AMBULATORIAIS DE REFERÊNCIA / CONTRA REFERÊNCIA DO HSM COM A REDE BÁSICA
R: Santa Marcelina, 177 Itaquera Fone (0xx11) 6170-6279 CEP 08270-070 - SÅo Paulo-SP SERVIÇO DE CIRURGIA GERAL Coordenador: Dr Laércio Robles PROTOCOLOS AMBULATORIAIS DE REFERÊNCIA / CONTRA REFERÊNCIA
Hepatite C Casos Clínicos
DIA MUNDIAL DE ENFRENTAMENTO DAS HEPATITES VIRAIS Hepatite C Casos Clínicos Dr. Bernardo Machado de Almeida Hospital de Clínicas UFPR H. Municipal São José dos Pinhais Curitiba, 28 de julho de 2014 Para
Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite
Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite HEPATITE A hepatite é uma inflamação do fígado provocada na maioria das vezes por um vírus. Diferentes tipos de vírus podem provocar hepatite aguda, que se
Identifique-se na parte inferior desta capa. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno, você será excluído do Processo Seletivo.
1 INSTRUÇÕES Identifique-se na parte inferior desta capa. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno, você será excluído do Processo Seletivo. 2 Este Caderno contém 05 casos clínicos e respectivas
Avaliação Semanal Correcção
Avaliação Semanal Correcção 1. Mulher de 32 anos, caucasiana. Antecedentes pessoais e familiares irrelevante. 11 Gesta, 11 Para, usa DIU. Recorreu ao S.U. por dor abdominal de início súbito, localizada
7ª Reunião Luso-Galaica de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo. Caso Clínico. Hospital de Braga
7ª Reunião Luso-Galaica de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo Hospital de Braga Serviço de Cirurgia Director: Dr. Mesquita Rodrigues Sónia Ribas 12 de Dezembro F.C.R, sexo masculino, 69 anos Antecedentes
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL. Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13 Doença Inflamatória Intestinal Acometimento inflamatório crônico do TGI. Mulheres > homens. Pacientes jovens (± 20 anos). Doença
Justificativa Depende dos exames escolhidos. Residência Médica Seleção 2014 Prova Clínica Médica Expectativa de Respostas. Caso Clínico 1 (2 pontos)
Caso Clínico 1 (2 pontos) Uma mulher de 68 anos, hipertensa, é internada com afasia e hemiparesia direita de início há meia hora. A tomografia de crânio realizada na urgência não evidencia sangramento,
atitudeé prevenir-se Moradores da Mooca:
atitudeé prevenir-se Moradores da Mooca: Nós temos atitude, e você? O Câncer do Intestino pode ser prevenido com um teste simples e indolor que pode ser realizado em sua casa. O teste é GRATUITO oferecido
Raniê Ralph Semiologia 2
06 de Agosto de 2007. Professor Luiz Sérgio Emery. Hemorragia Digestiva Evolução 75% cessam espontaneamente. 25% persistem ou recorrem. 10% a 30% de morte. Trata-se de uma doença grave. Epidemiologia 10%
FÁRMACOS Moduladores GástricosG
Curso Noções Básicas B de Farmacologia Clínica nica FÁRMACOS Moduladores GástricosG Thyago Araújo Fernandes Secreção gástrica Produção diária de 2,5L de suco gástrico diariamente; Substâncias produzidas:
RESPOSTA RÁPIDA 355/2014 Informações sobre Questran Light
RESPOSTA RÁPIDA 355/2014 Informações sobre Questran Light SOLICITANTE Drª. Mônika Alessandra Machado Gomes Alves, Juíza de Direito do Juizado Especial de Unaí NÚMERO DO PROCESSO 0049989-72.2014 DATA 07/06/2014
Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes.
Pâncreas Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pancreatite aguda Pancreatite crônica Cistos pancreáticos Câncer de Pancrêas Pancreatite aguda O pâncreas é um órgão com duas funções básicas:
Suspeita clínic a de doença celíaca. + IgA sérica POSITIVO 3? Anti-gliadina IgG POSITIVO?
DOENÇA CELÍACA Suspeita clínic a de doença celíaca ttg 1 IgA ou Antiendomísio (AEM) IgA 2 + IgA sérica 3? Probabilidade de doença celíaca é baixa Probabilidade de doença celíaca é alta Deficiência de IgA?
Caso Clínico. Emanuela Bezerra - S5 28/04/2014
Caso Clínico Emanuela Bezerra - S5 28/04/2014 IDENTIFICAÇÃO: M.P.B.S, sexo feminino, 27 anos, solteira, procedente de Nova Olinda-CE, Q.P.: " pele amarelada e com manchas vermelhas" HDA: Paciente relata
RESIDÊNCIA MÉDICA 2015
NOME INSCRIÇÃO SALA LUGAR DOCUMENTO DATA DE NASC ESPECIALIDADE PROVA DISSERTATIVA TRANSPLANTE DE RIM ASSINATURA DO CANDIDATO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS Faculdade de Ciências Médicas LOTE SEQ RESIDÊNCIA
PROVA ESPECÍFICA Cargo 48. Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos?
11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 48 QUESTÃO 26 Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos? a) Heparina. b) Histamina. c) Fator ativador de plaquetas
Cancro Gástrico. Prevenção, Diagnóstico e Tratamento. Cancro Digestivo. 30 de Setembro 2006. Organização. Sponsor. Apoio.
Organização Sponsor Cancro Gástrico Prevenção, Diagnóstico e Tratamento Apoio Secretariado Central Park R. Alexandre Herculano, Edf. 1-4º C 2795-240 Linda-a-Velha Telefones: 21 430 77 40/1/2/3/4 Fax: 21
RESIDÊNCIA MÉDICA 2016
NOME INSCRIÇÃO SALA LUGAR DOCUMENTO DATA DE NASC ESPECIALIDADE PROVA DISSERTATIVA ESPECIALIDADES CIRÚRGICAS ASSINATURA DO CANDIDATO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS Faculdade de Ciências Médicas LOTE
b) indique os exames necessários para confirmar o diagnóstico e avaliar o grau de comprometimento da doença. (8,0 pontos)
01 Um homem de 30 anos de idade, que morou em área rural endêmica de doença de Chagas até os 20 anos de idade, procurou banco de sangue para fazer doação de sangue e foi rejeitado por apresentar sorologia
CASO CLÍNICO PRÁTICA EM SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO II QUEIXAS MAIS FREQÜENTES NO IDOSO - 03/06
QUEIXAS MAIS FREQÜENTES NO IDOSO - 03/06 IDENTIFICAÇÃO: feminina, 68 anos, branca, casada, natural e procedente de Porto Alegre. QUEIXA PRINCIPAL: insônia HISTÓRIA DA DOENÇA ATUAL: Paciente refere que
PEDIATRIA. Questão 1. De acordo com o caso clínico apresentado, responda: a) O tratamento da mãe foi adequado? Justifique.
PEDIATRIA Questão 1 Recém-nascido (RN) de parto normal, sem complicações, com Apgar 8/9, peso de nascimento 3050g, idade gestacional de 39 semanas, não apresenta sinais e sintomas aparentes. Mãe realizou
Relatos de casos de Strongyloides stercoralis. Isabelle Assunção Nutrição
Relatos de casos de Strongyloides stercoralis Isabelle Assunção Nutrição RECIFE/2011 INTRODUÇÃO A estrongiloidíase é uma helmintíase predominantemente intestinal causada pelo Strongyloides stercoralis,
TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016. Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda
TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016 Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda DENGUE O Brasil têm registrado grandes epidemias de dengue nos últimos 10 anos com aumento
Informações ao Paciente
Informações ao Paciente Introdução 2 Você foi diagnosticado com melanoma avançado e lhe foi prescrito ipilimumabe. Este livreto lhe fornecerá informações acerca deste medicamento, o motivo pelo qual ele
O que é câncer de estômago?
Câncer de Estômago O que é câncer de estômago? O câncer de estômago, também denominado câncer gástrico, pode ter início em qualquer parte do estômago e se disseminar para os linfonodos da região e outras
Fibrose Cística. Triagem Neonatal
Fibrose Cística Triagem Neonatal Fibrose cística Doença hereditária autossômica e recessiva, mais frequente na população branca; Distúrbio funcional das glândulas exócrinas acometendo principalmente os
Hepatites Virais 27/07/2011
SOCIEDADE DIVINA PROVIDÊNCIA Hospital Nossa Senhora da Conceição Educação Semana Continuada de Luta Contra em CCIH as Hepatites Virais 27/07/2011 Enfº Rodrigo Cascaes Theodoro Enfº CCIH Rodrigo Cascaes
ESTUDO DIRIGIDO - PNEUMONIA
ESTUDO DIRIGIDO - PNEUMONIA Leia os dois casos clínicos abaixo e as perguntas que fizemos sobre eles. Mas não comece a responder ainda. Depois de analisar bem os dois casos, abra o texto Pneumonia Diretriz
Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.
INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,
DENGUE. Médico. Treinamento Rápido em Serviços de Saúde. Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac
DENGUE Treinamento Rápido em Serviços de Saúde Médico 2015 Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac O Brasil e o estado de São Paulo têm registrado grandes epidemias de dengue nos últimos
Metabolismo da Bilurribina e Icterícia
Metabolismo da Bilurribina e Icterícia Degradação do heme da hemoglobina (tb dos citocromos) Bilirrubina Bilirrubina conjugada Transf. bactérias UDP-Glucuronil transferase R E S Sangue F í g a d o Excreção
Diabetes Gestacional
Diabetes Gestacional Introdução O diabetes é uma doença que faz com que o organismo tenha dificuldade para controlar o açúcar no sangue. O diabetes que se desenvolve durante a gestação é chamado de diabetes
azul NOVEMBRO azul Saúde também é coisa de homem. Doenças Cardiovasculares (DCV)
Doenças Cardiovasculares (DCV) O que são as Doenças Cardiovasculares? De um modo geral, são o conjunto de doenças que afetam o aparelho cardiovascular, designadamente o coração e os vasos sanguíneos. Quais
Saiba quais são os diferentes tipos de diabetes
Saiba quais são os diferentes tipos de diabetes Diabetes é uma doença ocasionada pela total falta de produção de insulina pelo pâncreas ou pela quantidade insuficiente da substância no corpo. A insulina
HEPATITES. Prof. Fernando Ananias HEPATITE = DISTÚRBIO INFLAMATÓRIO DO FÍGADO
HEPATITES Prof. Fernando Ananias HEPATITE = DISTÚRBIO INFLAMATÓRIO DO FÍGADO Hepatites virais: agentes etiológicos A B C D E Vírus hepatotrópicos G TT Herpes vírus EBV CMV Enterovírus Adenovírus Febre
ESÔFAGO-GÁSTRICASGÁSTRICAS
ENDOSCOPIA NAS VARIZES ESÔFAGO-GÁSTRICASGÁSTRICAS OBJETIVOS DA ENDOSCOPIA Prevenção do 1 sangramento varicoso Tratar o sangramento varicoso agudo Prevenir sangramento recorrente TRATAMENTO DAS VARIZES
Capacitação em Serviço: Dengue em 15 minutos
Capacitação em Serviço: Dengue em 15 minutos Situação Epidemiológica O Brasil é responsável por 75% dos casos de dengue na América Latina A partir de 2002, houve grande aumento de casos de dengue e das
Caso Clínico ANAMNESE. IDENTIFICAÇÃO: RSC, 2 anos, sexo feminino, natural e procedente de Nazaré BA.
Caso Clínico ANAMNESE IDENTIFICAÇÃO: RSC, 2 anos, sexo feminino, natural e procedente de Nazaré BA. QUEIXA PRINCIPAL: Febre alta e adinamia há 15 dias. Caso Clínico ANAMNESE HMA: Há 15 dias paciente iniciou
MANEJO HEPATITES VIRAIS B/C - 2015
MANEJO HEPATITES VIRAIS B/C - 2015 HEPATITE C PAPEL DA ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE FILIPE DE BARROS PERINI Assessor Técnico GEDST-DIVE-SES Infectologista Policlínica Municipal do Continente SMS-PMF Assessor
PATOLOGIAS DO SISTEMA DIGESTIVO, ÚLCERA PÉPTICA E GASTRITE
PATOLOGIAS DO SISTEMA DIGESTIVO, ÚLCERA PÉPTICA E GASTRITE Como prevenir? Como diagnosticar? Como tratar? SISTEMA DIGESTIVO O sistema digestivo se estende da boca até o ânus. É responsável pela recepção
DENGUE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS
DENGUE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE SINAIS/SINTOMAS SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS CLÁSSICOS MANIFESTAÇÕES MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS HEMORRÁGICAS SINAIS SINAIS DE DE ALERTA ALERTA SINAIS SINAIS DE DE CHOQUE CHOQUE
PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DO TABAGISMO
PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DO TABAGISMO Abordagem e Tratamento do Tabagismo PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DO TABAGISMO Abordagem e Tratamento do Tabagismo I- Identificação do Paciente Nome: Nº do prontuário:
PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH
PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH 1. APRESENTAÇÃO A SEPSE TEM ALTA INCIDÊNCIA, ALTA LETALIDADE E CUSTO ELEVADO, SENDO A
02 DE AGOSTO DE 2015 (DOMINGO)
02 DE AGOSTO DE 2015 (DOMINGO) Horário Programação 8:00: 08:30 Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. Procedimentos Robóticos em Cirurgia abdominal 8:45-9:00 Cirurgia Robótica das afecções do
IDENTIFICAÇÃO: Masculino, 68 anos, natural e procedente de Porto Alegre, bancário aposentado.
ATIVIDADE TEÓRICA SEM CASO CLÍNICO CASO CLÍNICO PRÁTICA EM SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO II DOENÇA DIVERTICULAR DO COLO IDENTIFICAÇÃO: Masculino, 68 anos, natural e procedente de Porto Alegre, bancário aposentado.
DIGEDRAT. (maleato de trimebutina)
DIGEDRAT (maleato de trimebutina) Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A. Cápsula mole 200mg I - IDENTIFICAÇÃO DO DIGEDRAT maleato de trimebutina APRESENTAÇÕES Cápsula mole Embalagens contendo
A Gastroenterologia Visão e perspectivas atuais
A Gastroenterologia Visão e perspectivas atuais A opção pela Gastroenterologia 23 Sociedades Federadas Regionais 54 Serviços de Gastroenterologia reconhecidos e aprovadas pelo MEC 1986 Sede do VI Congresso
Trimeb. (maleato de trimebutina)
Trimeb (maleato de trimebutina) Bula para paciente Cápsula mole 200 mg Página 1 Trimeb (maleato de trimebutina) Cápsula mole FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES Embalagens com 20, 30 ou 60 cápsulas contendo
Diagnóstico e Tratamento das Hepatites Agudas na Gestação
III WORKSHOP INTERNACIONAL DE ATUALIZAÇÃO EM HEPATOLOGIA Diagnóstico e Tratamento das Hepatites Agudas na Gestação CLÁUDIO G. DE FIGUEIREDO MENDES SERVIÇO DE HEPATOLOGIA SANTA CASA DO RIO DE JANEIRO Hepatites
Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda.
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO BENICAR olmesartana medoxomila APRESENTAÇÕES Benicar é apresentado em embalagens com 10 ou 30 comprimidos revestidos de olmesartana medoxomila nas concentrações de 20 mg ou
ANEXO 2: Exemplos de questões e percentual de erro dos participantes
ANEXO 2: Exemplos de questões e percentual de erro dos participantes Situação/problema Criança com desidratação e diarreia Um menino com 6 anos de idade e com peso de 18 kg, desenvolve quadro de desidratação
5.1 Doenças do esôfago: acalasia, esofagite, hérnia hiatal, câncer de cabeça e pescoço, câncer de esôfago, cirurgias
MÓDULO I NUTRIÇÃO CLÍNICA 1-Absorção, digestão, energia, água e álcool 2-Vitaminas e minerais 3-Proteínas, lipídios, carboidratos e fibras 4-Cálculo das necessidades energéticas 5-Doenças do aparelho digestivo
Secretaria Municipal de Saúde. Atualização - Dengue. Situação epidemiológica e manejo clínico
Secretaria Municipal de Saúde Atualização - Dengue Situação epidemiológica e manejo clínico Agente Etiológico Arbovírus do gênero Flavivírus: Den-1, Den-2, Den-3 e Den- 4. Modo de Transmissão: Aspectos
Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN. Lucia Mardini DVAS
Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN Lucia Mardini DVAS Programa Estadual para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais/RS CEVS Rua Domingos Crescêncio Nº 132 sala 310 [email protected]
FÍGADO. Veia cava inferior. Lobo direito. Lobo esquerdo. Ligamento (separa o lobo direito do esquerdo) Vesícula biliar
FÍGADO É o maior órgão interno È a maior glândula É a mais volumosa de todas as vísceras, pesa cerca de 1,5 kg no homem adulto, e na mulher adulta entre 1,2 e 1,4 kg Possui a coloração arroxeada, superfície
TRATAMENTO DE HEPATITE C CRÔNICA
TRATAMENTO DE HEPATITE C CRÔNICA Departamento de Clínica Médica Disciplina de Gastroenterologia PROTOCOLO DE TRATAMENTO DE HEPATITE C CRÔNICA COM INTERFERON E RIBAVIRINA. INTRODUÇÃO A hepatite C vem sendo
Ácido nicotínico 250 mg, comprimido de liberação Atorvastatina 20 mg, comprimido; Bezafibrato 400 mg, comprimido; Pravastatina 20 mg, comprimido;
DISLIPIDEMIA PARA A PREVENÇÃO DE EVENTOS CARDIOVASCULARES E PANCREATITE (CID 10: E78.0; E78.1; E78.2; E78.3; E78.4; E78.5; E78.6; E78.8) 1. Medicamentos Hipolipemiantes 1.1. Estatinas 1.2. Fibratos Atorvastatina
Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.
INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,
RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS
RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida do relatório técnico
Criança de 3 anos, previamente saudável, frequentadora de creche, é trazida ao consultório do seu pediatra com história de quase 3 dias de febre.
15 minutos de... D. Kawasaki Criança de 3 anos, previamente saudável, frequentadora de creche, é trazida ao consultório do seu pediatra com história de quase 3 dias de febre. A febre tem sido diária, com
Questão 1. a) Cite as duas hipóteses diagnósticas mais prováveis para o caso. b) Descreva, em linhas gerais, a abordagem terapêutica mais adequada.
Questão 1 Uma paciente de 35 anos é internada com história de cinco dias de cefaleia progressiva, febre e astenia. A avaliação laboratorial mostrou contagem plaquetária de 23.000/mm³, anemia com hemácias
Faringoamigdalites na Criança. Thaís Fontes de Magalhães Monitoria de Pediatria 17/03/2014
Faringoamigdalites na Criança Thaís Fontes de Magalhães Monitoria de Pediatria 17/03/2014 Faringoamigdalites Quadro Clínico Inflamação de estruturas faríngeas com: Eritema Edema Exsudato faríngeo Úlcera
Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Programa de Educação Tutorial. Daniel Machado do Amaral Outubro 2012
Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Programa de Educação Tutorial Daniel Machado do Amaral Outubro 2012 ID: A.A.N., masculino, 29 anos, solteiro, natural de Santana do Acaraú, procedente
Introdução. Metabolismo dos pigmentos biliares: Hemoglobina Biliverdina Bilirrubina Indireta (BI) ou nãoconjugada
Introdução Metabolismo dos pigmentos biliares: Hemoglobina Biliverdina Bilirrubina Indireta (BI) ou nãoconjugada BI + Albumina Hepatócitos Bilirrubina Direta (BD) ou conjugada Canalículos biliares Duodeno
DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL
DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL As doenças do coração são muito freqüentes em pacientes com insuficiência renal. Assim, um cuidado especial deve ser tomado, principalmente, na prevenção e no controle
Caso Clínico. Lucas de Araujo Aquino
Caso Clínico Lucas de Araujo Aquino Identificação - A.M.P. - 17 anos - Sexo masculino - Branco - Estudante secundário Queixa Principal - Alergia no rosto há 10 dias, que não fica boa História da Doença
TROMBOCITOPENIA NA GRAVIDEZ
TROMBOCITOPENIA NA GRAVIDEZ Ricardo Oliveira Santiago Francisco Herlânio Costa Carvalho INTRODUÇÃO: - Trombocitopenia pode resultar de uma variedade de condições fisiológicas e patológicas na gravidez.
TIREÓIDE. O que é tireóide?
TIREÓIDE O que é tireóide? A tireóide é uma glândula em forma de borboleta, situada no pescoço, logo abaixo do ossinho do pescoço, popularmente conhecido como gogó. A tireóide produz um hormônio capaz
Distúrbios Gastrointetinais
Distúrbios Gastrointetinais Anatomia Gastrointestinal Doenças do tubo digestivo Patologias do Esôfago Classificação segundo o mecanismo da doença Anomalias do desenvolvimento (exs: Atresias; hérnias;estenoses)
Pesquisador em Saúde Pública. Prova Discursiva INSTRUÇÕES
Pesquisa Clínica Pesquisador em Saúde Pública Prova Discursiva 1. Você recebeu do fiscal o seguinte material: INSTRUÇÕES a) Este Caderno de Questões contendo o enunciado das 2 (duas) questões da prova
Pós operatório em Transplantes
Pós operatório em Transplantes Resumo Histórico Inicio dos programas de transplante Dec. 60 Retorno dos programas Déc 80 Receptor: Rapaz de 18 anos Doador: criança de 9 meses * Não se tem informações
PROGRAMA COM PRÉ-REQUISITO: GASTROENTEROLOGIA
RESIDÊNCIA MÉDICA 2014 CADERNO-QUESTIONÁRIO DATA: 08 DE DEZEMBRO DE 2013. PROGRAMA COM PRÉ-REQUISITO: GASTROENTEROLOGIA ÿû C ESPECIALIDADE: Gastroenterologia (R3) Área de Atuação: Endoscopia Digestiva
AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA
AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA ANEXAR AO PRONTUÁRIO DO PACIENTE CLÍNICA DE ANESTESIA - Equipe do Dr. MAURO PEREIRA DE AZEVEDO CRM-RJ 52.51600-9 Leia atentamente o questionário abaixo e o preencha usando letras
Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho
Câncer de Próstata Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho O que é próstata? A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem
DOENÇAS DA PRÓSTATA. P/ Edison Flávio Martins
DOENÇAS DA PRÓSTATA P/ Edison Flávio Martins PRÓSTATA NORMAL Peso: 15 a 20 gr Localização: Abaixo da bexiga Atravessada pela uretra Função: Reprodutiva DOENÇAS DA PRÓSTATA Infecção: Prostatite aguda e
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM. Radiografia simples e contrastada (sulfato de bário e iodinas) Endoscopia
AFECÇÕES CIRÚRGICAS DO ESÔFAGO Carmen Helena de Carvalho Vasconcellos DIAGNÓSTICO DA DOENÇA ESOFÁGICA SINAIS CLÍNICOS Regurgitação Disfagia, dificuldade de preensão Ptialismo Tosse, estertores Dispnéia
Concurso Público. Exames laboratoriais: Com base nesses dados, responda às questões a seguir:
01 Concurso Público Menina de sete anos de idade apresentou imagem radiológica de pneumatoceles em ambos os pulmões. História pregressa de rash neonatal, atraso da dentição e fraturas recorrentes devido
7º Imagem da Semana: Radiografia de Tórax
7º Imagem da Semana: Radiografia de Tórax Legenda da Imagem 1: Radiografia de tórax em incidência póstero-anterior Legenda da Imagem 2: Radiografia de tórax em perfil Enunciado: Homem de 38 anos, natural
NOVEMBRO DOURADO VIVA ESTA IDEIA! VENHA PARTICIPAR!
NOVEMBRO DOURADO VIVA ESTA IDEIA! VENHA PARTICIPAR! Serviço de OncoHematologia do HIJG DIA NACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER NA CRIANÇA E NO ADOLESCENTE O Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantojuvenil (lei
PROTOZOÁRIOS PARASITAS INTESTINAIS
COLÉGIO JOÃO PAULO I LABORATÓRIO DE BIOLOGIA - 2º ANO PROF. ANDRÉ FRANCO FRANCESCHINI PROTOZOÁRIOS PARASITAS INTESTINAIS AMEBÍASE Agente causador: Entamoeba histolytica. Diagnóstico: E. P. F. exame parasitológico
CANCER DE COLO DE UTERO FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO
CANCER DE COLO DE UTERO FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO CANCER DE COLO DE UTERO O câncer de colo uterino é o câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, correspondendo a, aproximadamente,
12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO GASTROENTEROLOGISTA
12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO GASTROENTEROLOGISTA QUESTÃO 21 São fatores etiológicos relacionados à litíase biliar, EXCETO: a) Hemólise crônica. b) Dietas hipocalóricas em obesos. c) Nuliparidade.
SPDM para o Desenvolvimento da Medicina AssociaÅÇo Paulista PROCTOLOGIA
HEMORRÓIDAS: PROCTOLOGIA DilataÅÉes varicosas dos plexos artñrio-venosos hemorroidörios situados na regiço anorretal, causadas por aumento na pressço hidrostötica no plexo venoso hemorroidörio. Podem ser
