MANUTENÇÃO CENTRADA EM CONFIABILIDADE
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- Cecília de Lacerda Borba
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1 MANUTENÇÃO CENTRADA EM CONFIABILIDADE
2 INTRODUÇÃO A MCC (Manutenção Centrada em Confiabilidade) é também conhecida como RCM (Reability Centered Maintenance)... O que é confiabilidade? É a probabilidade de um item ou máquina de desempenhar sua função requerida durante um determinado período de tempo. Por ex, a confiabilidade do compressor de ar é de 92% para o próximo semestre. Dizer que algumas máquinas são mais confiáveis que as outras significa que a que possui maior confiabilidade apresenta um menor número de falhas dentro do período estabelecido.
3 INTRODUÇÃO O conceito de MCC surgiu com a aviação civil dos EUA, onde no início da década de 60, ocorria mais de 60 acidentes por milhão de decolagens e grande parte por falhas nos equipamentos. Isso significaria atualmente cerca de duas quedas de aviões de médio ou grande porte por dia. Atualmente as empresas sofrem menos de dois acidentes por milhão de decolagens, e somente um sexto é causado por falhas em equipamentos.
4 INTRODUÇÃO O plano adotado na aviação civil até a MCC estava baseado em revisões periódicas (preventiva). Tendo como resposta às percepções de baixo retorno quanto as falhas nos equipamentos foi primeiramente apresentado o raciocínio de diminuição de tempo entre as revisões Não deu certo! Após este momento aparecem os princípios da MCC, onde a preocupação da manutenção muda seu foco, tirando-o da preservação dos equipamentos e indo para a preservação da função dos equipamentos.
5 MODIFICAÇÕES DE CONCEITOS COM A MCC TODO EQUIPAMENTO FALHA DE ACORDO COM A TÍPICA CURVA DA BANHEIRA? Uma pesquisa abrangendo, aproximadamente, 30 anos, realizada por uma companhia aérea sobre o comportamento das falhas em centenas de componentes, serviu de base para a construção das curvas apresentadas no gráfico.
6 Curva A - Típica curva da banheira representa às expectativas da manutenção. - Percebe-se uma alta taxa de falhas no início da curva que caracteriza a mortalidade infantil dos equipamentos. - Após, a taxa de falhas se comporta de forma constante correspondente a vida útil do equipamento. - No final, há novamente um aumento da taxa de falha, desta vez devida à degradação e/ou desgaste dos equipamentos.
7 Curvas A, B e C O padrão destas curvas representam o comportamento dos equipamentos que apresentam falhas por fadiga e/ou corrosão, ou seja, itens que possuem limite de tempo para operação. As diferenças das curvas (A, B e C) se devem principalmente ao tipo de equipamento, materiais com que foram construídos e do processo em que estão inseridos.
8 Curvas D, E e F - Apresentam falhas típicas de equipamentos que apresentam uma maior complexidade e que não aumentam a possibilidade de falhas em função do tempo de operação, possuindo uma taxa de falha (λ) dependente da confiabilidade intrínseca dos equipamentos.
9 APLICAÇÃO DA MCC Para aplicação da MCC, sete perguntas básicas que permitem identificar as reais necessidades de manutenção dos equipamentos das empresas dentro do contexto operacional. - Qual a função do equipamento? - De que maneira pode vir a falhar? - Qual é a origem de cada falha? Com a resposta destas questões é que sairão as formas mais adequadas de gerenciar a manutenção. Indicando a forma mais apropriada de manutenção para cada caso e equipamento. - O que acontece com o sistema quando ocorre a falha? - Qual a importância da falha? - Pode-se prevenir de alguma maneira essa falha? - Quais as consequências de não prevenir a falha?
10 CONCEITOS BÁSICOS DE CONFIABILIDADE CONFIABILIDADE - É a probabilidade de um sistema (componente, aparelho, circuito, cadeia de máquinas, etc) cumprir sem falhas uma missão com uma duração determinada. Por exemplo, se a confiabilidade de um computador de um Centro de Operações do Sistema (COS) for de 99,95% (para um período de 1 ano) isto significa que a probabilidade de o computador funcionar sem defeito durante um ano é de 99,95%. TEMPO MÉDIO ENTRE FALHAS (TMF ou MTBF) - É o tempo médio de trabalho de um certo tipo de equipamento (reparável) entre 2 falhas seguidas. DURAÇÃO DE VIDA - Tempo durante o qual um componente ou um sistema mantém a sua capacidade de trabalho, fora do intervalo dos reparos, acima de um limite especificado (de rendimento, de pressão, etc). TEMPO MÉDIO PARA A FALHA (MTFF) - É o valor médio dos tempos de funcionamento, sem contar o tempo de manutenção. MTBF = MTFF + Tempo de Reparo CONFIABILIDADE MEDIDA (OU ESTIMADA) - É a confiabilidade de um certo equipamento medida através de ensaios empíricos (normalmente no fabricante). CONFIABILIDADE PREVISTA (OU CALCULADA) - É a confiabilidade observada durante a operação real dos componentes e dos sistemas. É este valor da confiabilidade média de grande número de casos que permite a aferição das confiabilidades medida e prevista.
11 EFICÁCIA DE UM COMPONENTE OU SISTEMA - É a capacidade de desempenho da função pretendida, incluindo a freqüência de falhas, o grau de dificuldades da manutenção e reparação e a adequação ao trabalho projetado. É interessante notar que o projetista e o utilizador tem conceitos diferentes sobre o melhor modo de desempenhar a função pretendida. Assimilando o sistema a um ser vivo, poderíamos dizer que o projetista fornece a hereditariedade do sistema e o utilizador contribui com o meio ambiente. A eficácia do sistema depende da interação entre os 2 conjuntos de fatores. DEPENDABILIDADE - Medida da condição de funcionamento de um item em um ou mais ponto durante a missão, incluindo os efeitos da Confiabilidade, Mantenebilidade e Capacidade de sobrevivência, dadas as condições da seção no início da missão, podendo ser expressa como probabilidade de um item: a) entrar ou ocupar qualquer um dos seus modos operacionais solicitados durante uma missão especificada, ou b) desempenhar as funções associadas com aqueles modos operacionais. DISPONIBILIDADE - Medida do grau em que um item estará em estado operável e confiável no início da missão, quando a missão for exigida aleatoriamente no tempo. ENVELHECIMENTO ACELERADO - Tratamento prévio de um conjunto de equipamentos ou componentes, com a finalidade de estabilizar suas características e identificar falhas iniciais. MANTENEBILIDADE - Facilidade de um item em ser mantido ou recolocado no estado no qual pode executar suas funções requeridas, sob condições de uso especificadas, quando a manutenção é executada sob condições determinadas e mediante os procedimentos e meios prescritos.
12 TIPOS DE FALHAS Entende-se por falhas a diminuição parcial ou total da eficácia, ou capacidade de desempenho, de um componente ou sistema. De acordo com o nível de diminuição da capacidade, pode se classificar as falhas em: Falhas Totais Falhas Parciais Por exemplo, um rolamento de esferas defeituoso pode ainda operar durante algum tempo, apesar de ruidoso e com sobreaquecimento (falha parcial) ao passo que a capacidade de desempenho de uma lâmpada fundida é nula, sem qualquer meio termo.
13 TIPOS DE FALHAS Conforme o modo como a falha evolui no tempo, desde o seu início, podemos considerar duas possibilidades de falhas: Falhas Catastróficas: Como falhas catastróficas, cita-se um curto-circuito numa linha de transporte de energia elétrica ou um bloco motor de explosão quebrado. Falhas Graduais: A alteração gradual da emissão catódica de um monitor de computador ou o desgaste na camisa de um cilindro de um motor diesel, constituem casos de falhas graduais (ou paramétricas).
14 TIPOS DE FALHAS Em alguns domínios da indústria e dos serviços podem ocorrer, quanto à duração da falha: Falhas Temporárias (curto-circuito linha terra ou entre fases, devido a uma causa passageira). Falhas Intermitentes (mau contato no borne de um relé) Falhas Permanentes (lâmpada fundida, bobina queimada) As falhas de vários componentes podem, ou não, estar ligadas causalmente entre si. Se uma falha em um elemento induz falhas em outros, diz-se que a falha é do tipo DEPENDENTE. Por exemplo, um resistor aberto no circuito de uma válvula, pode levar esta à destruição. Uma folga excessiva no mancal de um motor elétrico, pode levar a um roçamento do rotor na massa estatórica e produzir a destruição do motor. Se não houver inter-relação entre falhas, elas são do tipo INDEPENDENTE.
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