ENGENHARIA HOSPITALAR II
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- Paula de Mendonça Rodrigues
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1 UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA F ACULDADE DE ENGENHARIA Disciplina de ENGENHARIA HOSPITALAR II Contexto da Disciplina Horas de Trabalho do Aluno Curso(s): Mestrado em Engenharia Clínica (2º ciclo) Aulas Teóricas 30 h Ano Curricular Semestre: 1º ano 2º semestre Aulas Teórico Práticas 30 h Ano Académico: 2008 / 2009 Total de horas de Contacto 60 h ECTS: 5 créditos Total de horas sem Contacto 80 h Tipo de Aulas: Teóricas e Teórico Práticas Total de horas de Trabalho do Aluno 140 h Descrição e Objectivos da Disciplina A missão da disciplina é demonstrar as políticas mais adequadas à manutenção dos vários equipamentos e instalações técnicas de um estabelecimento de saúde, as formas mais eficientes de organização dos meios de gestão da manutenção e as técnicas adequadas na gestão dos materiais de consumo corrente, especiais e peças de reserva. O objectivo da disciplina é proporcionar aos alunos conhecimentos que lhes permitam: Conhecer as características organizacionais de uma estrutura de manutenção de instalações e de equipamentos eficaz mas também eficiente; Conhecer em que consistem as várias políticas de manutenção e seleccionar as mais apropriadas a cada tipologia de equipamentos; Prever o risco de falhas na exploração de equipamentos existentes e decidir do interesse de introdução de melhorias consistindo em eventuais substituições ou introdução de redundâncias; Determinar a periodicidade de manutenção preventiva sistemática e condicionada; Conhecer os algoritmos adequados à gestão dos stocks de três naturezas de materiais: i) consumo corrente; ii) dependente de actos médicos específicos; iii) peças de substituição de equipamentos; Avaliar as vantagens da gestão centralizada versus descentralizada de materiais; 1
2 Avaliar o interesse de descontos de quantidade (centrais de compras); Avaliar o interesse de compras em grupo; Avaliar o desempenho de sistemas de gestão de materiais através de indicadores; Determinar as necessidades em equipamentos sobressalentes na perspectiva económica e na perspectiva do nível de serviço. Programa 0. ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO 0.1 Objectivos e estruturas organizacionais típicas; 0.2 Criticidade de equipamentos; 0.3 Políticas de manutenção; 0.4 Planeamento e controlo de progresso de operações de manutenção; 1. INTRODUÇÃO À FIABILIDADE 1.1 Definição de fiabilidade 1.2 Tipos de falha 1.3 Causas de falha Erros de projecto Má selecção de material Defeitos de fabrico Manutenção inadequada (ou omissa) Sobrecargas em serviço Condições de ambiente imprevistas 1.4 Fiabilidade intrínseca e extrínseca 1.5 Requisitos de fiabilidade 1.6 Análise de risco de falha hazzard analysis 1.7 Análise de Modos e Efeitos de Falha (AMEF) 1.8 Análise de Árvores de Falha (AAF) 1.9 Árvore de Acontecimentos (AA) 1.10 Ciclo de vida de um órgão 1.11 Etapas da fiabilidade 1.12 RCM (Reliability Centered Maintenance) ou Manutenção Centrada na Fiabilidade 1.13 Sistemas reparáveis e não reparáveis 1.14 Fiabilidade Humana 1.15 RAMS (Reliability, Availability, Maintenability and Safety) 1.16 Eficiência Operacional de um Equipamento (EOE) 2. MEDIÇÃO DA FIABILIDADE 2.1 Medição empírica da fiabilidade 2.2 Cálculo da fiabilidade Função densidade de probabilidade de falha Taxa instantânea de falhas Função geral de fiabilidade Tempo médio de falha 2.3 Curva de mortalidade (ou de sobrevivência) Período de infância Período de vida útil Taxa média de falhas Processo de Poisson homogéneo Normas em fiabilidade Taxa de falhas equivalente Fiabilidade de missão Disponibilidade Período de envelhecimento 2
3 3. DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADE 3.1 Tratamento em frequência de dados 3.2 Informação censurada 3.3 Funções estatísticas mais usadas na representação da vida esperada Função de Weibull Função Exponencial Função Normal Normal logarítmica (LogNormal) 3.4 Estimativa dos parâmetros das distribuições a partir de dados empíricos 4. FIABILIDADE DE SISTEMAS 4.1 Composições de fiabilidade 4.2 Sistema composto por elementos em série Sistema série não reparável Sistema série reparável 4.3 Sistema composto por elementos em paralelo Redundância activa total Redundância activa parcial Sistema não reparável (em serviço) com redundâncias passivas Sistema reparável (em serviço) com redundâncias passivas 4.4 Sistemas série paralelo 5. MANUTENIBILIDADE E MANUTENÇÃO 5.1 Manutenibilidade Tempo médio de manutenção correctiva Outros tempos médios Disponibilidade Normas sobre Manutenibilidade Manutenibilidade é prevenção e organização 5.2 Manutenção Contagem do tempo em exploração Intervalo de manutenção preventiva sistemática Intervalo entre inspecções 5.3 Casos em manutenção 6. GESTÃO DE MATERIAIS 6.1 Introdução 6.2 Modelos de Reposição para Stock 6.3 Factores a Considerar num Modelo A procura Os custos Quantidade económica de encomenda Quantidade económica de encomenda no caso de existência de descontos de quantidade O tempo 6.4 Modelo de Revisão Contínua 6.5 Modelo de Revisão Periódica 6.6 Stocks de Segurança Nível de serviço 6.7 Stock de Segurança quando D é Variável e L é Fixo No caso da revisão contínua (modelo Q) No caso da revisão periódica (modelo P) Des(centralização) de armazéns 6.8 Stock de Segurança quando D e L são Variáveis 6.9 Sazonalidade e sua Influência na Gestão 6.10 Compras em grupo 6.10 Modelo de Necessidades Líquidas (ou MRP) Programação dinâmica 3
4 6.11 Procura de Peças de Reserva (reduzida, irregular e imprevisível) Nível de serviço Cálculo da quantidade de sobressalentes Distribuição de probabilidade Binomial 6.12 Manter ou Não um Sobressalente? 6.13 Desempenho de um Sistema de Gestão de Stocks 6.14 Quantos equipamentos sobressalentes deverão existir? Equipa Docente Rui Assis Auxiliar convidado [email protected] Doutorado em Engenharia Mecânica pelo IST. Licenciado em Engenharia Mecânica, ramo Termodinâmica, pelo IST. Bacharelado em Electrotecnia e Máquinas pelo ex Instituto Industrial de Lisboa e em Máquinas Marítimas pela Escola Náutica. Assessor do Gestor do contrato da EFACEC para o contrato de Manutenção do Parque de equipamentos da OGMA, SA. Assessor do Departamento de Manutenção e Integridade Estrutural do ISQ. Consultor de empresas em Engenharia de Processo. Ex quadro e gestor de várias empresas privadas. Ex Oficial Maquinista Naval da Marinha Mercante. Autor de vários artigos e livros sobre temas de gestão e de software de apoio à decisão. Metodologia de Ensino Métodos activos e dedutivos de exposição. Resolução de casos recorrendo frequentemente ao EXCEL. Projecção de slides em Power Point e demonstração de software específico. Pesquisa de temas na internet. Metodologia de Avaliação Aplicam se as Regras Gerais de Avaliação de Conhecimentos da Faculdade de Engenharia. O tipo de avaliação da disciplina é o designado por Avaliação Contínua e Frequências. O peso na Nota Final da Avaliação Contínua é de 30% e das Frequências é de 70%. AVALIAÇÃO CONTÍNUA. Participação: 20% FREQUÊNCIAS. Compreende a realização de duas provas de frequência, uma a meio do semestre e outra coincidente com o exame final. Bibliografia ASSIS, Rui, Apoio à Decisão em Gestão da Manutenção, LIDEL 2004 ALBRIGHT, Winston, Zappe, Data Analysis and Decision Making with Microsoft Excel, Duxburry Press BIROLINI, A., Reliability Engineering 3rd ed., 2001, ISBN: CABRAL, Saraiva, Organização e Gestão da Manutenção, 4ª edição, LIDEL 2004 CANADA, John R., William Sullivan, John A. White, Capital Investment Analysis for Engineering and Management, Prentice Hall, Inc., New Jersey 1996 CHARLES E. EBELING, Reliability & Maintainability Engineering, 1997, ISBN: GERTSBAKH, ILYA, Reliability Theory with Applications to Preventive Maintenance, 2000, ISBN: IRESON, W.GRANT, Handbook of Reliability Engineering and Management 2nd ed., 1996, ISBN: MOUBRAY, JOHN, RCM II Reliability Centered Maintenance, 1992, ISBN: X O'CONNOR, PATRICK D.T., Practical Reliability Engineering 3rd ed., 1997, ISBN: SMITH, DAVID, Reliability,Maintainability and Risk, 2001, ISBN: SULLIVAN,William G., James A. Bontadelli, Elin M. Wicks, ENGINEERING ECONOMY, Prentice Hall, 11 th edition 4
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