CATÁLOGO DE PRODUTOS
|
|
|
- Marcelo Vieira Neves
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CATÁLOGO DE PRODUTOS
2
3 A NOSSA EMPRESA Somos uma empresa espanhola de Biotecnologia especializada em Agricultura, fundada em Focados na Inovação, contamos com um departamento multidisciplinar de I+D+i que leva os resultados da investigação aos nossos produtos de alta tecnologia. Para uma produção e controlo de qualidade, dispomos na nossa sede de laboratórios de prestígio internacional e de instalações de produção de vanguarda. Esta vantagem competitiva, permite à TRICHODEX oferecer soluções à medida das necessidades dos Agricultores de diferentes regiões do Mundo. BIOTECNOLOGIA CERTIFICADA APLICADA À AGRICULTURA Nas instalações da TRICHODEX, desenvolvem-se todas as fases relacionadas com a obtenção, processamento e formulação das diferentes matérias activas que formam parte dos produtos Biotech. A avaliação de eficácia e qualidade dos nossos produtos cumpre com todos os padrões, protocolos científicos e normas necessários, assim como com todos os testes, desde in vitro aos ensaios de campo, para as diferentes culturas e soluções. OS NOSSOS PRODUTOS A tecnologia dos produtos da TRICHODEX leva a todas as culturas um alto valor acrescentado e um acréscimo na sua rentabilidade económica, gerando confiança e segurança no Agricultor. 03
4
5 ÍNDICE BIOPROTECÇÃO Pág. 06 Os BIOPROTECTORES da TRICHODEX são de origem natural, vegetal e microbiana. Contêm substâncias derivadas da fermentação de microrganismos vivos, como bactérias e fungos; ou derivados de macroorganismos vegetais, com acção no controlo de doenças que afectam as culturas. BIOESTIMULANTES Pág. 08 Os BIOESTIMULANTES da TRICHODEX estimulam os principais processos fisiológicos das plantas, potenciando o seu crescimento, aumentando a sua produção e fornecendo-lhes mais defesas contra situações de stress abiótico. NUTRICIONAIS A família de produtos NUTRICIONAIS da TRICHODEX responde às necessidades nutritivas das culturas, em distintos estados fenológicos, oferecendo soluções que respeitam o meio ambiente. Enraizantes Correctores de carências Correctores bióticos Pág. 09 Pág. 09 Pág
6 BIOPROTECÇÃO BIOCLEAN Produto biotecnológico de fermentação, que melhora as defesas de culturas frutícolas, hortícolas, vinha, citrinos, arroz e morango perante doenças como o Oídio, Botrytis, Pyricularia, assim como algumas bacterioses. Indicado para ambientes de humidade elevada, variedades sensíveis e doenças persistentes. Comercialização: 1L BIORESIST Produto específico para a activação fisiológica da planta, que produz um maior desenvolvimento radicular e fortalece os tecidos de toda a parte aérea, diminuindo as possibilidades de penetração de agentes patogénicos e incrementando as defesas perante factores abióticos. Especialmente indicado para culturas em estufa/sob abrigo. LISOPHOS Formulação fungicida de Lecitina, para controlo sobre frutos: Oídio (pimento, pepino, alface, vinha, maçã, groselha, ananás), Míldio (tomate, vinha, endívia) e Lepra do pessegueiro. Indicado para melhorar a elasticidade da pele dos frutos, evitando fissuras e doenças. Acelera a viragem da coloração e torna a produção mais homogénea e a colheita mais concentrada. SQ-6 Formulação com acção fungicida de cloridrato de Quitosano, de alta concentração, que actua como indutor de resistências da cultura, perante fungos e bactérias patogénicas. Indicado para o tratamento de sementes, prunóideas e pomóideas, hortícolas, morango, batata, pequenos frutos cereais., 1000L 06
7 BIOPROTECÇÃO ENZYMATIC Formulação biotecnológica, obtida através de um processo fermentativo, à base de enzimas específicas, que activa os mecanismos de defesa das plantas, nos tecidos da parte aérea e nos frutos. Elevado poder secante que impede o desenvolvimento de doenças como Ferrugem e Míldio, aumentando a eficácia de fungicidas. PRODIGY A sua formulação conduz a um aumento da actividade metabólica das raízes das plantas, o que produz uma resposta fisiológica que induz resistência na planta e evita a incidência de fungos patogénicos do solo. Melhora a assimilação de nutrientes e optimiza a absorção de água. Comercialização: 500g 07
8 BIOESTIMULANTES BS-95 Formulação de Fósforo e Potássio com micronutrientes, indicado em pós-floração, em culturas hortícolas, prunóideas e pomóideas, olival, vinha e morangueiro, para assegurar o vingamento, fixação e estabelecimento dos frutos. Comercialização: 1L, 5L CITOMASTIC Produto especificamente indicado para assegurar o processo de vingamento dos frutos em hortícolas, olival, fruticultura, citrinos e vinha. Aplicado por via foliar e desde a queda das pétalas, melhora a fotossíntese, actividade metabólica e enzimática da planta, aumentando o rendimento e qualidade dos frutos. Comercialização: 1L, 5L EVIOX Formulação de aplicação foliar que reduz o stress abiótico e oxidativo das plantas submetidas a alterações de temperatura, golpes de sol, elevada radiação UV, solos salinos, falta de água e fitotoxicidade causada por produtos fitofarmacêuticos. Aplicável a todas as culturas e específico para citrinos e banana (em mistura com óleos de verão). ZINC TIP PLUS Formulação líquida de Zinco, Fósforo e Aminoácidos de rápida assimilação, indicada nas primeiras fases de desenvolvimento da cultura e até à floração, aplicando por via foliar em hortícolas, fruticultura, citrinos, arroz, cereais e cebola. 08
9 NUTRICIONAIS Eenraizantes ATOLON Enraizante biotecnológico para cultura hortícolas em estufa ou ar livre, sementeiras e plantas em viveiro, para conseguir um melhor desenvolvimento e actividade do sistema radicular da cultura e assegurar o seu estabelecimento desde o transplante. Comercialização: 1L, 5L Correctores de carências MOLYBLUE Formulação específica para a floração. Reduz o stress pré-floração, favorece a indução floral, aumenta o número de flores e assegura o vingamento dos frutos. Indicado em citrinos, bananeira, fruticultura e olival intensivo, assim como em hortícolas de estufa ou de ar livre., 1000L RIPEN-K Produto específico à base de Potássio de rápida absorção e assimilação pela planta, para melhorar todos os processos de maturação em hortícolas, uva de mesa, fruticultura e citrinos. Produto isento de cloretos, carbonatos, sulfatos e fosfatos., 1000L 09
10 NUTRICIONAIS SULTOP Formulação de Enxofre líquido transparente, com acção sistémica e que não produz manchas nos frutos. Aplica-se por via foliar e ao solo, para controlo de Oídio e aranhiço vermelho, em hortícolas de ar livre e estufa, morangueiro, fruticultura e culturas tropicais., 1000L CLAWBOR Formulação líquida para prevenir e corrigir carências de Boro, complexado com etanolamina é de rápida assimilação por via foliar e ao solo, para culturas hortícolas, fruticultura, morangueiro e citrinos. MOLICREAM Formulação sólida de Fósforo e Potássio, com micronutrientes (Boro e Molibdénio) indicado desde a pré-floração e até à maturação, por aplicação ao solo para cucurbitáceas, tropicais e ornamentais. Comercialização: 1KG TRICHOQUEL MIX+L Formulação líquida composta por Ferro, Manganês, Zinco e Cobre quelatados, e Molibdénio solúvel na forma inorgânica. Aplicação ao solo ou via foliar, indicado para corrigir carências e fisiopatias nas folhas e frutos, em todas as culturas., 1000L 10
11 NUTRICIONAIS CUPRAMAX H-Gluconato de Cobre micro-encapsulado de acção sistémica e rápida assimilação. Aplica-se por via foliar ou ao solo. Indicado para o controlo de doenças provocadas por fungos e algumas bactérias em olival, vinha, citrinos, fruticultura, hortícolas, abacate e papaia., 1000L CLAWCAL Corrector de carências de Cálcio, indicado para solos salinos, ácidos e com problemas de permeabilidade, que actua libertando e colocando o Cálcio à disposição da planta. Produto para todas as culturas, isento de Azoto, Sulfatos e Cloretos. CLAWFER 600 Produto sólido microgranulado de elevada solubilidade, indicado para corrigir carências de Ferro no solo. É quelatizado com EDDHA, num equilíbrio óptimo orto-orto e orto-para, fornecendo a máxima estabilidade, disponibilidade e absorção de Ferro em solos com ph elevado. Comercialização: 1KG 11
12 NUTRICIONAIS Correctores bióticos TRICHOBOT Formulação biotecnológica enriquecida com micronutrientes específicos, que activa diferentes mecanismos de defesa da planta. Reduz o impacte de diferentes factores bióticos, especialmente causados por Phytophtora, Botrytis, Monilia, Antracnosis e algumas bacterioses em amendoeira, fruticultura e hortícolas. TIDAL Formulação biotecnológica de fermentação, que reduz o impacte de diferentes factores bióticos, a nível radicular, causados por Phytophthora e a nível foliar por Antracnose e Olho de pavão, indicado para citrinos, olival, hortícolas e morangueiro. 12
13 TECNOLOGIA TRICHODEX MICROBES-ASSOCIATED MOLECULAR PATTERN 13
14 CERTIFICAÇÕES TRICHODEX 14
15
16 A BIOTECNOLOGIA DO FUTURO PARA A AGRICULTURA DE HOJE Río Viejo 57-59, P.l. La Isla Dos Hermanas, Sevilla (+34) [email protected]
Fitofortificante INFORME TÉCNICO
Fitofortificante INFORME TÉCNICO GREETNAL WIZ GREETNAL WIZ Extracto de algas GREETNAL WIZ é um extracto puro de algas (Ascophyllum nodosum) procedentes das costas do Atlântico Norte. GREETNAL WIZ proporciona
PORTUGAL T: F: E:
Adubos Deiba, Comercialização de Adubos, Lda. Parque Industrial da Mitrena Lotes 42-45 2910-738 Setúbal PORTUGAL T: +351 265 709 660 F: +351 265 709 665 E: [email protected] Uma Empresa: PRODUTOS
HORTICULTURA EM MODO BIOLÓGICO
HORTICULTURA EM MODO BIOLÓGICO O SOLO 2 SOLO ARGILOSO 3 CARACTERÍSTICAS DE UM SOLO ARGILOSO São solos com teores de argila superiores a 35%. Possuem baixa permeabilidade e alta capacidade de retenção de
PROGRAMAS DE FERTILIZAÇÃO NOS 1 OS ANOS FILIPE COSTA. Workshop Fertilização nos primeiros anos Abril de 2014
PROGRAMAS DE FERTILIZAÇÃO NOS 1 OS ANOS FILIPE COSTA APRESENTAÇÃO Pequena introdução teórica Apresentação do meu testemunho de fertilização NUTRIÇÃO EM FRUTICULTURA Fertilização das Culturas Arbóreas distingue-se
ACÇÃO de FORMAÇÃO em FERTILIDADE e SANIDADE do CASTANHEIRO. António Pedro Tavares Guerra ARBOREA, 13 de Fevereiro 2013
ACÇÃO de FORMAÇÃO em FERTILIDADE e SANIDADE do CASTANHEIRO António Pedro Tavares Guerra ARBOREA, 13 de Fevereiro 2013 SUMÁRIO SOLO NUTRIENTES PLANTA SOLO SOLO MATÉRIA ORGÂNICA ph do SOLO MATÉRIA ORGÂNICA
1. Nitrato de potássio para uma nutrição vegetal eficiente
Nitrato de potássio é uma fonte única de potássio devido ao seu valor nutricional e a sua contribuição para a sanidade e a produtividade das plantas. O nitrato de potássio possui desejáveis características
DominiSolo. Empresa. A importância dos aminoácidos na agricultura. Matérias-primas DominiSolo para os fabricantes de fertilizantes
DominiSolo Empresa A DominiSolo é uma empresa dedicada à pesquisa, industrialização e comercialização de inovações no mercado de fertilizantes. Está localizada no norte do Estado do Paraná, no município
17/10/2014 MOLECULAR DOS VEGETAIS. Introdução QUÍMICA DA VIDA. Quais são os elementos químicos encontrados nos Seres Vivos? Elementos Essenciais
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE EDUCAÇÃO E SAÚDE CURSO DE BACHARELADO EM FARMÁCIA QUÍMICA DA VIDA Introdução COMPOSIÇÃO MOLECULAR DOS VEGETAIS Quais são os elementos químicos encontrados
Adubação de Plantas Ornamentais. Professora Juliana Ferrari
Adubação de Plantas Ornamentais Professora Juliana Ferrari Indícios que a planta pode precisar de nutrientes O crescimento se torna lento; Adubação É o método de corrigir as deficiências de nutrientes
APRESENTAÇÃO: FERTILIZANTE TERRAPLANT
APRESENTAÇÃO: FERTILIZANTE TERRAPLANT DESCRIÇÃO DO PRODUTO Fertilizante proveniente de cama de aviário; Fonte de macro e micro nutrientes; Fonte excepcional de matéria orgânica. DESCRIÇÃO DO PRODUTO Para
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE SYLLIT FLOW ( Dodina 40%) 1) O que é a Dodina?
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE SYLLIT FLOW ( Dodina 40%) 1) O que é a Dodina? Dodina é uma molécula da família das Guanidinas, que devido à sua particular estrutura química, é capaz de controlar fungos patogénicos
CURSO SOBRE PRODUÇÃO DE MORANGO Cultivo em Semi-Hidroponia. Eng.-Agr. Luciano Ilha Eng.-Agr. Cristina Gadea EMATER/RS-ASCAR
CURSO SOBRE PRODUÇÃO DE MORANGO Cultivo em Semi-Hidroponia Eng.-Agr. Luciano Ilha Eng.-Agr. Cristina Gadea EMATER/RS-ASCAR VI Seminário Brasileiro sobre Pequenas Frutas Vacaria/RS - 2011 Cultivo em semi-hidroponia:
O SOLO COMO F0RNECEDOR DE NUTRIENTES
O SOLO COMO F0RNECEDOR DE NUTRIENTES LIQUIDA (SOLUÇÃO DO SOLO) ÍONS INORGÂNICOS E ORGÂNICOS/MICROPOROS SÓLIDA - RESERVATORIO DE NUTRIENTES - SUPERFÍCIE QUE REGULA A CONCENTRAÇÃO DOS ELEMENTOS NA SOLUÇÃO
INFORMAÇÃO TÉCNICA GAMA DE PRODUCTOS AHG (complexados por ácido heptaglucónico)
INFORMAÇÃO TÉCNICA GAMA DE PRODUCTOS AHG (complexados por ácido heptaglucónico) Devido à necessidade de realizar aplicações de macro/micronutrientes metálicos à planta e aos problemas de mobilidade destes
Preparação da amostra (Secagem e crivagem) 4,50
LABORATÓRIO DE SOLOS E FERTILIDADE Análises de solos Designação da análise Método Preparação da amostra (Secagem e crivagem) 4,50 Terra Fina (T.F.) Norma ISO 11465:1993 Método Gravimétrico 3,50 ph (H 2
JAN/2017. Haroldo Rix Engenheiro Agrônomo Gerente Nacional. Juliana Baldin Engenheira Agrônoma Sinop MT (65)
JAN/2017 Haroldo Rix Engenheiro Agrônomo Gerente Nacional Juliana Baldin Engenheira Agrônoma Sinop MT (65) 9 9697-5040 NUTRIÇÃO FOLIAR - aspectos 1. NUTRICIONAL: aplicação do nutriente aplicado para atender
PERGUNTAS FREQUENTES
PERGUNTAS FREQUENTES Qual é a diferença entre um bioestimulante, um fertilizante foliar e um hormônio vegetal? Bioestimulante: Estimula os processos naturais para reforçar/beneficiar a absorção de nutrientes,
002
001 DIAGNOSE FOLIAR NAS CULTURAS DA MACIEIRA E VIDEIRA GILMAR R. NACHTIGALL Embrapa Uva e Vinho 002 003 004 005 Análise Visual: Identificação de desequilíbrios nutricionais através da observação de sintomas
DOENÇAS ABIÓTICAS E INJÚRIAS
DOENÇAS ABIÓTICAS E INJÚRIAS 1. INTRODUÇÃO DOENÇAS ABIÓTICAS DOENÇA: é o MAL FUNCIONAMENTO DE CÉLULAS E TECIDOS do hospedeiro (planta) que resulta da sua CONTÍNUA IRRITAÇÃO por um AGENTE PATOGÊ- NICO OU
C O B R E. Argumentação técnica. Em cereais. Landamine Cu e Chelal Cu. Para mais informação >>>
Em cereais C O B R E Argumentação técnica Chelal Cu - Landamine Cu Desde 1982 a BMS Micro-Nutrients tem vindo a especializar-se em nutrição das culturas com micro-elementos e fertilização foliar. Durante
AVALIAÇÃO DA FERTILIDADE DO SOLO
AVALIAÇÃO DA FERTILIDADE DO SOLO 1. INTRODUÇÃO M = nutriente transportado NUTRIENTE FORMAS NUTRIENTE FORMAS Nitrogênio NO - + 3 e NH 4 Boro H 3 BO 3 Fósforo - H 2 PO 4 Cloro Cl - Potássio K + Cobre Cu
Culturas arvenses, forrageiras, pratenses, hortícolas, agroindustriais e florícolas
NORMAS DE COLHEITA DE MATERIAL VEGETAL s arvenses, forrageiras, pratenses, hortícolas, agroindustriais e florícolas Na colheita de material vegetal para análise, tendo em vista o diagnóstico do estado
Grânulos dispersiveis em água com 26,7 % (p/p) de boscalide e 6.7 % (p/p) de piraclostrobina
SIGNUM Grânulos dispersiveis em água com 26,7 % (p/p) de boscalide e 6.7 % (p/p) de piraclostrobina O SIGNUM é um fungicida indicado para o controlo da moniliose (Monilia laxa e Monilia fructigena) e oídio
Caracterização. Tratos culturais, Manejo e condução. 28/05/2017
Hidroponia Caracterização, Tratos culturais, Manejo e condução. Profº Harumi Hamamura Engenharia Agronômica Hidroponia Caracterização Introdução Histórico Escolha e preparo do local para implantação de
Koppert B.V Trianum G Rótulo página 1 de 4 PROJETO DE RÓTULO DE TRIANUM-G. Fungicida TRIANUM-G
página 1 de 4 ÁREA PRINCIPAL (parte central do rótulo) PROJETO DE RÓTULO DE TRIANUM-G Fungicida TRIANUM-G Grânulos (GR) com 1.5 10 11 esporos Trichoderma harzianum T-22 / kg (1% p/p Trichoderma harzianum
culturas Milho 19,30 4,60 1,95 12,70 65,80 Batata 94,10 28,3 17,78 50,90 54,10 Trigo 14,50 1,88 0,73 11,90 82,10
FISIOLOGIA VEGETAL Conceito de estresse: Estresse Abiótico em Plantas É um fator externo que exerce uma influência desvantajosa sobre a planta Estresse abiótico em plantas Plantas sob estresse apresenta:
ABSORÇÃO FOLIAR. Prof. Josinaldo Lopes Araujo. Plantas cultivadas dividem-se em: Folhas Caule Raízes
ABSORÇÃO FOLIAR Prof. Josinaldo Lopes Araujo 1 INTRODUÇÃO Plantas cultivadas dividem-se em: Folhas Caule Raízes Cada parte tem uma função definida As folhas absorvem água e nutrientes Porque essa capacidade?
Linha de Fertilizantes Foliares para Distribuição
Linha de Fertilizantes Foliares para Distribuição Tabaco Carrier Gramínea F LV CaBPlus B 10 Mo 14 CoMo Super Fós N 30 Phytos 28-26 Super K Phytos 40-20 Mn 12 Programa de Aplicação Glifosato + N30 CoMo
Clima(s) CLIMAS - SOLOS E AGRICULTURA TROPICAL. Mestrado em Direito à Alimentação e Desenvolvimento Rural UC: Agricultura Tropical.
CLIMAS - SOLOS E AGRICULTURA TROPICAL Mestrado em Direito à Alimentação e Desenvolvimento Rural UC: Agricultura Tropical Óscar Crispim Machado ([email protected]) ESAC, abril de 2012 Clima(s) Aula 5 Zonas
controlar para crescer VEGETAÇÃO NUTRIENTE IDEAL PARA FASE DE CRESCIMENTO V1 B V1 A
controlar para crescer NUTRIENTE IDEAL PARA FASE DE CRESCIMENTO VEGETAÇÃO V1 A V1 B DESCRIÇÃO DO PRODUTO Photogenesis V1 é um produto de nutrição vegetal completo. É fruto de uma vasta pesquisa científica
Sintomas de deficiência de alguns nutrientes na cultura do milho
Sintomas de deficiência de alguns nutrientes na cultura do milho Prof. Luiz Duarte Silva Júnior Os nutrientes são elementos importantes no desenvolvimento das plantas para que elas possam completar o ciclo
Biomassa de Banana Verde Polpa - BBVP
Biomassa de Banana Verde Polpa - BBVP INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS Porção de 100g (1/2 copo) Quantidade por porção g %VD(*) Valor Energético (kcal) 91 4,55 Carboidratos 21,4 7,13 Proteínas 2,1 2,80 Gorduras
Campos Safra 14/15. Programa Nutricional Produquimica Regional Goiás/DF
Campos Safra 14/15 Programa Nutricional Produquimica /DF Produquimica Germinação em canteiro Padrão Produtor Top 5 Novembro/ Top 5: Sementes Produtiva Tratamento de Sementes Sementes Produtiva Formosa/GO
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I Fertilizantes ou adubos são compostos químicos que visam suprir as deficiências em substâncias vitais à sobrevivência dos vegetais. São aplicados na agricultura com o intuito
CONSERVAÇÃO DOS ALIMENTOS
CONSERVAÇÃO DOS ALIMENTOS Crescimento e atividade de microrganismos; Insetos; DETERIORAÇÃO DOS ALIMENTOS Ação de enzimas autolíticas do próprio alimento; Reações químicas espontâneas não catalisadas por
Ambiente e Doença. Predisposição 25/3/2014. Ambiente: Disciplina: Fitopatologia Geral PREDISPOSIÇÃO:
DESENVOLVIMENTO DA DOENÇA Disciplina: Fitopatologia Geral Triângulo da doença Ambiente e Doença PLANTA DESENVOLVIMENTO DA DOENÇA PLANTA Triângulo da doença Componente relevante nesta interação, podendo
LINHA CO N DIC IO NAD O R D E S O LO E
LINHA CO N DIC IO NAD O R D E S O LO E F E RT I L I ZAN TE S O R GAN O M I N E R AI S LINHA ORGAMAX Os produtos da linha ORGAMAX são classificados em dois grupos de fertilizantes: condicionadores de solos
A ICL Oferece Soluções em Fertirrigação, Aplicação Foliar e Produtos de Liberação Controlada para Todas as Culturas do Brasil. Where need take us
A ICL Oferece Soluções em Fertirrigação, Aplicação Foliar e Produtos de Liberação Controlada para Todas as Culturas do Brasil. Where need take us Referência de Nutrição em Viveiros, Principalmente Substratos
AS RELAÇÕES ENTRE MACRONUTRIENTES E MICRONUTRIENTES E A FERTILIDADE DO SOLO Pedro Lopes Ferlini Salles Orientadora: Marisa Falco Fonseca Garcia
AS RELAÇÕES ENTRE MACRONUTRIENTES E MICRONUTRIENTES E A FERTILIDADE DO SOLO Pedro Lopes Ferlini Salles Orientadora: Marisa Falco Fonseca Garcia Coorientador: Flávio Ferlini Salles RELEVÂNCIA O solo é importante
Antonio Roque Dechen. Francisco A. Monteiro. Quirino A. Carmello
Cálcio Antonio Roque Dechen. Francisco A. Monteiro. Quirino A. Carmello Freqüência Relativa das Deficiências de Cálcio no Brasil Roraima Amapá Amazonas Pará Maranhão Ceará Rio Grande do Norte Piauí Paraíba
FERTILIZANTE COMPOSTO DE LIBERTAÇÃO CONTROLADA TEMPO DE LIBERTAÇÃO 8 MESES
SURA- 11-22-9+1,5 FERTILIZANTE COMOSTO DE LIBERTAÇÃO CONTROLADA TEMO DE LIBERTAÇÃO 8 MESES LANTACOTE SURA - 8 M é um fertilizante de libertação controlada composto por uma combinação de grânulos encapsulados
Denominação comum Denominação IUPAC Pureza(1) Data de aprovação Disposições específicas e Condições aprovadas de utilização. Não aplicável Europeia
Lista das substâncias de base aprovadas a nível comunitário para utilização na protecção fitossanitária das culturas, nos termos do Regulamento (CE) nº 1107/2009 de 21 de outubro Nº ordem Denominação comum
João Felipe AMARAL, Laércio Boratto de PAULA.
Avaliação da composição mineral de morangueiro (Fragaria x ananassa) em cultivos convencional e semi-hidropônico no município de Alfredo Vasconcelos, MG. João Felipe AMARAL, Laércio Boratto de PAULA. Introdução
Eco new farmers. Módulo 2 Solos e nutrientes vegetais. Sessão 2 O sistema planta/solo
Eco new farmers Módulo 2 Solos e nutrientes vegetais Sessão 2 O sistema planta/solo Module 2 Solos e Nutrientes Vegetais Sessão 2 O sistema planta/solo www.econewfarmers.eu 1. Introdução Combinar a disponibilidade
Gama KRISTALON. Fórmulas à medida para cada fase do ciclo
Gama Fórmulas à medida para cada fase do ciclo As culturas em FERTIRRIGAÇÃO Qual é a solução da Yara? A nutrição através da rega traduz uma alta exigência no que à fertilização diz respeito, uma mínima
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus Experimental de Dracena Curso de Zootecnia Disciplina: Fertilidade do solo e fertilizantes
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus Experimental de Dracena Curso de Zootecnia Disciplina: Fertilidade do solo e fertilizantes FERTILIZANTES E CORRETIVOS: CONCEITOS BÁSICOS E CLASSIFICAÇÃO Prof. Dr.
Racionalizar o uso do cobre em viticultura biológica
Racionalizar o uso do cobre em viticultura biológica 1 INTRODUÇÃO O COBRE NA VINHA INTRODUÇÃO O cobre é uma das substâncias utilizadas desde há mais tempo na vinha acção anti-míldio descoberta por Millardet
PREPARO DE SOLUÇÕES NUTRITIVAS. Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM
PREPARO DE SOLUÇÕES NUTRITIVAS Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM DEFINIÇÃO DA QUANTIDADE Quantidade de litros por planta Método de cultivo NFT: 0,5 a 8,0; DWC: 30 a 50. Espécie vegetal Alface: 0,5
LEF 424 PRINCÍPIOS GERAIS DE CONTROLE
LEF 424 PRINCÍPIOS GERAIS DE CONTROLE ambiente patógeno hospedeiro Componentes do processo de doença Disseminação Ciclo Secundário Infecção Colonização Reprodução Sobrevivência Hopedeiro doente Ciclo Primário
Conceitos Básicos sobre Fertilidade de Solo
Conceitos Básicos sobre Fertilidade de Solo André Luiz Monteiro Novo Artur Chinelato de Camargo Fernando Campos Mendonça Marco Bergamaschi EMBRAPA Pecuária Sudeste - São Carlos, SP Lei do Mínimo Luz H
AVANÇOS EM MICRONUTRIENTES NA NUTRIÇÃO DE PLANTAS
Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Programa de Pós-Graduação em Agricultura Tropical UFMT - Cuiabá Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo UFPR - Curitiba AVANÇOS EM MICRONUTRIENTES NA NUTRIÇÃO
MANEJO DO SOLO PARA O CULTIVO DE HORTALIÇAS
MANEJO DO SOLO PARA O CULTIVO DE HORTALIÇAS Vinícius Macedo Msc. em Agroecologia SOLO Ao longo da história da humanidade, o homem sempre conviveu com o solo. No começo, ele apenas colhia os produtos da
Koppert B.V Trianum P Rótulo página 1 de 5 PROJETO DE RÓTULO DE TRIANUM-P. Fungicida biológico preventivo TRIANUM-P
página 1 de 5 ÁREA PRINCIPAL (parte central do rótulo) PROJETO DE RÓTULO DE TRIANUM-P Fungicida biológico preventivo TRIANUM-P Grânulos dispersíveis em água (WG) com 1 10 12 esporos Trichoderma harzianum
Fisiologia e Crescimento Bacteriano
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA, MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA Fisiologia e Crescimento Bacteriano Professora: Vânia Silva Composição macromolecular de uma célula procariótica
GESTÃO DA ÁGUA E FERTILIZAÇÃO
GESTÃO DA ÁGUA E FERTILIZAÇÃO A BASE AMBIENTAL DA PRODUTIVIDADE AGRÍCOLA II Congresso Nacional de Citricultura A água é um recurso limitado e esgotável que está sujeito a uma pressão de consumo cada vez
PCS 503 Parte Prática de Nutrição Mineral de Plantas
PCS 503 Parte Prática de Nutrição Mineral de Plantas PRÁTICA 1: CULTIVO DE PLANTAS EM AMBIENTE PROTEGIDO Notas de aula: TRABALHO PRÁTICO: EXERCÍCIOS (CENTRO XEROGRÁFICO) TRÊS PARTES I CULTIVO DE PLANTAS
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FITOTECNIA
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FITOTECNIA COMPONENTES CURRÍCULARES Código Nome Nível de Ensino 1 FTC0001 AGROECOLOGIA STRICTO
Feijão. 9.3 Calagem e Adubação
Feijão 9.3 Calagem e Adubação Fonte: Fageria et al. (1996). 1996 CORREÇÃO DO SOLO -CALAGEM -GESSAGEM -SILICATAGEM CALAGEM -Aumento da eficiência dos adubos -Produtividade -Rentabilidade Agropecuária. Lopes
FACULDADE VÉRTICE CURSO AGRONOMIA MICROBIOLOGIA DO SOLO TEMAS: BIOTA E AGREGAÇÃO DO SOLO E OS PRINCIPAIS MICROORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA AGRÍCOLA
FACULDADE VÉRTICE CURSO AGRONOMIA MICROBIOLOGIA DO SOLO TEMAS: BIOTA E AGREGAÇÃO DO SOLO E OS PRINCIPAIS MICROORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA AGRÍCOLA PROFESSORA: MARIA LITA P. CORREA EVOLUÇÃO DO SOLOS Cianob,
03/02/2016. Métodos físicos e instrumentais de análise de alimentos INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, MÉTODOS FÍSICOS
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, Disciplina: Análise de Alimentos CIÊNCIA E TECNOLOGIA RIO GRANDE DO NORTE Métodos físicos e instrumentais de análise de alimentos MÉTODOS FÍSICOS Densimetria Densidade é
1- Microrganismos e indústria alimentar 1.1 Fermentação e actividade enzimática
Unidade 4 Produção de alimentos e sustentabilidade 1- Microrganismos e indústria alimentar 1.1 1 Qual é a importância dos microrganismos na indústria alimentar? Queijo Os microrganismos são essenciais
Solo características gerais. Definição: solo = f(rocha+ clima + relevo+biota)
Solo características gerais Definição: solo = f(rocha+ clima + relevo+biota) Constituintes do solo a matéria mineral a matéria orgânica, a água o ar 45% minerais 5% 20% ar 30% água Propriedades físico-químicas
17 EFEITO DA APLICAÇÃO DE MICRONUTRIENTES NA
17 EFEITO DA APLICAÇÃO DE MICRONUTRIENTES NA PRODUTIVIDADE DA SOJA O objetivo deste experimento foi avaliar a resposta do programa nutricional via foliar recomendado pela microquímica na cultura da soja
Que relação existe entre a atividade enzimática e a velocidade das reações? Catalisadores
Que relação existe entre a atividade enzimática e a velocidade das reações? Catalisadores Que relação existe entre a atividade enzimática e a velocidade das reações? As enzimas diminuem a energia de ativação
CURSO DE DISTRIBUIÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS
CURSO DE DISTRIBUIÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS MODULO - II.1 Produto fitofarmacêutico Fevereiro 2015 1. Definição de Produto Fitofarmacêutico 2. Classificação química
PLANO DE AULA Nutrição das Plantas Autores: Ana Paula Farias Waltrick, Stephanie Caroline Schubert;
PLANO DE AULA Nutrição das Plantas Autores: Ana Paula Farias Waltrick, Stephanie Caroline Schubert; 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Nível de Ensino: Ensino Médio Ano/Série: 1º ano Disciplina: Biologia 2. TEMA
Enzimas e Actividade enzimática
Enzimas e Actividade enzimática Energia de activação de uma reacção Em todas as células de um organismo vivo ocorre um número infindável de reacções químicas. Estas reacções implicam a quebra, e posteriormente,
A bioquímica celular é o ramo da biologia que estuda a composição e as propriedades químicas dos seres vivos.
1) Introdução A bioquímica celular é o ramo da biologia que estuda a composição e as propriedades químicas dos seres vivos. 2) Elementos químicos da matéria viva Existem 96 elementos químicos que ocorrem
Aula 02 Agricultura Geral
Aula 02 Agricultura Geral NOÇÕES DE FERTILIDADE DO SOLO a. Conhecendo os elementos essências para as plantas b. Adubação: métodos e princípios c. Necessidade de correção do solo Prof. Ednei Pires Eng.
TERRA SÃ AGROBIO. Porto, 29 de Novembro de
TERRA SÃ AGROBIO Porto, 29 de Novembro de 2014 A ANSEME O Melhoramento de Plantas Agricultura em MPB em Portugal Comercialização de semente biológica em Portugal ANSEME Associação empresarial sem fins
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE QUÍMICA E FERTILIDADE DO SOLO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE QUÍMICA E FERTILIDADE DO SOLO DOCENTE: Dr. José Ribamar Silva Elementos Minerais Íons inorgânicos Obtidos Obtidos do solo Nutrição Mineral.. Elementos Minerais x Absorção pelas
Manutenção das plantas de forma sistemática
Manutenção das plantas de forma sistemática Plantas maravilhosas no aquário, graças a uma manutenção perfeitamente harmonizada Produtos de sera para a manutenção de plantas O sistema completo e equilibrado
4.1 - Introdução. Fontes. Nitrogênio: requerido em grande quantidade pelas plantas. Nitrogênio do solo. Fertilizantes
4 Fixação do Nitrogênio 1 4.1 - Introdução Nitrogênio: requerido em grande quantidade pelas plantas Nitrogênio do solo Fertilizantes Fontes FBN Nitrogênio: abundante na natureza (Fonte: Hungria et al.,
15º Encontro Técnico Internacional de Alto Nível: Compostagem em Escala Industrial
15º Encontro Técnico Internacional de Alto Nível: Compostagem em Escala Industrial Da Torta de Filtro ao Fertilizante Organomineral Estudo de Caso do Setor Sucroalcooleiro. Engª Agrª Camila Martinez Guidi
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Campus Experimental de Dracena Curso de Zootecnia MICRO UTRIE TES. Prof. Dr.
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Campus Experimental de Dracena Curso de Zootecnia MICRO UTRIE TES Disciplina: Fertilidade do solo e fertilizantes Prof. Dr. Reges Heinrichs Dracena
Modo de produção biológico. Catálogo de Soluções
Modo de produção biológico Catálogo de Soluções índice Assessoria técnica agronómica certificada 4 Nutrição Vegetal Corretivos líquidos Corretivos sólidos Corretivos foliares Bioestimulantes Corretores
O SOLO E SUA COMPOSIÇÃO. O gráfico abaixo mostra a composição física média de um solo com boas condições de cultivo (% do volume).
O SOLO E SUA COMPOSIÇÃO O gráfico abaixo mostra a composição física média de um solo com boas condições de cultivo (% do volume). Composição Volumétrica de um solo com boas condições Solos Tropicais Cultivados
GRUPO DE DOENÇAS. Grupo de Doenças. Profª. Msc. Flávia Luciane Bidóia Roim. Universidade Norte do Paraná
Grupo de Doenças GRUPO DE DOENÇAS Profª. Msc. Flávia Luciane Bidóia Roim Universidade Norte do Paraná Classificação das doenças de plantas: Baseando-se no agente causal, no hospedeiro ou nos processos
CURSO DE AGRONOMIA FERTILIDADE DO SOLO
CURSO DE AGRONOMIA FERTILIDADE DO SOLO Prof. Leandro Souza da Silva Prof. Carlos Alberto Ceretta Prof. Danilo R. dos Santos Aula 1 Bases conceituais à fertilidade do solo Fertilidade do solo Solo -Sistema
DIAGNOSE FOLIAR EM ARROZ. N. K. Fageria EMBRAPA Arroz e Feijão, Caixa Postal 179, Santo Antônio de Goiás
DIAGNOSE FOLIAR EM ARROZ N. K. Fageria EMBRAPA Arroz e Feijão, Caixa Postal 179, Santo Antônio de Goiás Tabela 1. Área, produção e produtividade do arroz no Brasil. Safra 2006/2007. Região Área (10 6
Dinâmica dos demais Nutrientes - micronutrientes Leandro Souza da Silva Elisandra Pocojeski Danilo Rheinheimer dos Santos Carlos Alberto Ceretta
Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Rurais Curso de Agronomia Disciplina de Fertilidade do Solo Dinâmica dos demais Nutrientes - micronutrientes Leandro Souza da Silva Elisandra Pocojeski
Diagnose Foliar na Cultura do Maracujazeiro e do Abacaxizeiro
Diagnose Foliar na Cultura do Maracujazeiro e do Abacaxizeiro Prof. Almy Junior Cordeiro de Carvalho Profª Marta Simone Mendonça Freitas Prof. Pedro Henrique Monnerat Abril - 2012 APRESENTAÇÃO Sociedade
1.1 Conceitos em nutrição de plantas. Outros elementos químicos de interesse na nutrição vegetal.
1. CONCEITOS 1.1 Conceitos em nutrição de plantas. 1.2 Conceito de nutrientes e critérios de essencialidade. 1.3 Composição relativa das plantas. Outros elementos químicos de interesse na nutrição vegetal.
A Adubação Foliar em culturas hortícolas
Bombarral 23 /JAN /2008 A Adubação Foliar em culturas hortícolas A saúde das plantas, a qualidade alimentar e a qualidade ambiental Maria da Conceição Jacob DGADR Da qualidade dos alimentos, em particular
Nutrição bacteriana: macronutrientes; micronutrientes; fatores de crescimento; necessidades nutricionais;
Nutrição bacteriana: macronutrientes; micronutrientes; fatores de crescimento; necessidades nutricionais; Classificação dos microrganismos quanto à nutrição, crescimento e metabolismo microbiano. Nutrientes
PARTICIPAÇÃO DOS NUTRIENTES NO METABOLISMO VEGETAL. Enga Agra Clélia Maria Mardegan
PARTICIPAÇÃO DOS NUTRIENTES NO METABOLISMO VEGETAL Enga Agra Clélia Maria Mardegan COMO FAZER PARA AUMENTAR NOSSA PRODUTIVIDADE? Nitrogênio Funções - faz parte da composição das proteínas (estrutural);
DOENÇA. Fenômeno de natureza complexa, que não tem definição precisa, mas que possui características básicas, essenciais
Conceitos Básicos O que é DOENÇA? Limite entre normal/sadio - anormal/doente doença x injúria física ou química doença x praga (afetam o desenvolvimento) Fatores ambientais - causas de doença DOENÇA Fenômeno
EFICIÊNCIA AGRONÔMICA E VIABILIDADE TÉCNICA DO PROGRAMA FOLIAR KIMBERLIT EM SOJA
EFICIÊNCIA AGRONÔMICA E VIABILIDADE TÉCNICA DO PROGRAMA FOLIAR KIMBERLIT EM SOJA BONFADA, Élcio B. 1 ; FIORIN, Jackson E. 2 ; SILVA, Alieze N. da 3 ; WYZYKOWSKI, Tiago 4 Palavras-chave: Nutrição de Plantas.
AGRICULTURA BIOLÓGICA, O que é? A Estratégia e Plano Acção Nacional em Agricultura Biológica
AGRICULTURA BIOLÓGICA, O que é? A Estratégia e Plano Acção Nacional AGROBIO Missão: Promover e divulgar a Agricultura Biológica em Portugal Desde 1985 7600 ASSOCIADOS (agricultores; empresas; consumidores)
Boas fontes alimentares: - leite e lacticínios, vegetais de folha verde, ovos, ervilhas e feijão secos, nozes, ostras e camarão, citrinos.
Minerais Os minerais são elementos químicos inorgânicos e são necessários ao nosso organismo em pequenas quantidades, devendo ser obtidos a partir dos alimentos. Enquanto que o carbono, hidrogénio, oxigénio
Fisiologia e Crescimento Bacteriano
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA, MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA Fisiologia e Crescimento Bacteriano Professora: Vânia Silva Composição macromolecular de uma célula procariótica
NUTRIÇÃO DE PLANTAS. Engª Agrª Clélia Maria Mardegan.... O homem vale o quanto sabe
NUTRIÇÃO DE PLANTAS Engª Agrª Clélia Maria Mardegan... O homem vale o quanto sabe 1 Bimestre: AVALIAÇÃO 1ª Prova escrita individual (0 10) Elaboração e entrega de trabalho escrito em grupo (0-10) texto
O Meio Ambiente e a Produção Agrícola
1 O Meio Ambiente e a Produção Agrícola Disciplina de Produção Agrícola Licenciatura em Engenharia Alimentar Escola Superior de Biotecnologia Universidade Católica Portuguesa Domingos Almeida Condicionantes
ÍNDICE. Micronutrientes na Agricultura
ÍNDICE Micronutrientes na Agricultura CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO MICRONUTRIENTES - UMA VISÃO GERAL - E.MALAVOLTA, A.E. BOARETTO, V.T. PAULINO 1. Introdução... 1 2. Teores totais e disponíveis... 2 3. Absorção,
SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA DE MICRONUTRIENTES EM PLANTAS
Micronutrientes Nutrição Mineral de Plantas SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA DE MICRONUTRIENTES EM PLANTAS Prof. Volnei Pauletti Departamento de Solos e Engenharia Agrícola [email protected] Micronutrientes Nutrição
Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros
Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros Fisiologia Vegetal 1. Conceito: Ramo da botânica destinado a estudar as funções vitais das plantas. Absorção; Transpiração; Condução; Fotossíntese; Fotoperíodos;
