Nossa pauta de conversa hoje é
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- Octavio Borja Arantes
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1 Nossa pauta de conversa hoje é DEBATER A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL AO ABRIGO DA POLÍTICA DE SEGURIDADE SOCIAL, ENTENDENDO QUE É NECESSÁRIO ENTENDER QUE POLÍTICA SOCIAL É CIDADANIA. ISAURA ISOLDI
2 CIDADANIA CIDADÃO LEGISLAÇÃO POLÍTICAS E SERVIÇOS PÚBLICOS EMPREGO Garantia dos Direitos PARTICIPAÇÃO FAMÍLIA; MOVIMENTOS SOCIAIS; GRUPOS; COMUNIDADE DIREITO A TER DIREITOS DEFESA
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4 PROCESSO HISTÓRICO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL
5 EM 1988 A CONSTITUIÇÃO FEDERAL PROPÕE A ASSISTÊNCIA SOCIAL DENTRO DOS DIREITOS DA SEGURIDADE SOCIAL A LOAS REGULAMENTA A ASSISTÊNCIA SOCIAL COM LEI PRÓPRIA.
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8 Constituição Federal / 1988 Seguridade Social Previdência Social Saúde Assistência Social (Art. 194 da CF/88)
9 Lei Orgânica da Assistência Social LOAS A Assistência Social, direito do cidadão e dever do Estado, é política de seguridade não contributiva, que provê os mínimos sociais. (Art. 1 da LOAS) A assistência social como política pública, orienta-se pelos direitos de cidadania e não pela ajuda ou favor.
10 FAZENDO A SÍNTESE
11 EIXOS DO SUAS precedência da gestão pública; alcance de direitos socioassistenciais pelos usuários; matricialidade sociofamiliar; territorialização do sistema de proteção social; descentralização político-administrativa da gestão; financiamento partilhado entre os entes federados; fortalecimento da relação democrática Estado e Sociedade Civil; valorização da presença e dos instrumentos de controle social; participação popular e do cidadão usuário; qualificação dos Recursos Humanos; monitoramento e avaliação de resultados das ações ; acesso democrático e transparente à informação.
12 A ASSISTÊNCIA SOCIAL propõe a garantia de mínimos sociais garantidores de sobrevivência e reprodução social; propõe processos de inclusão cidadã, o direito a ter direito, ao acolhimento do Estado, com base em novos parâmetros de qualidade de vida.
13 A ASSISTÊNCIA SOCIAL se ocupa das vitimizações, fragilidades, contingências, vulnerabilidades e riscos enfrentados pelos cidadãos na trajetória de seus ciclos de vida decorrentes de imposições sociais econômicas, políticas e de ofensas à dignidade humana. de prover proteção à vida, reduzir danos, monitorar populações em risco e prevenir a incidência de agravos à vida em face a situações de vulnerabilidade.
14 Eixos do SUAS precedência da gestão pública; alcance de direitos socioassistenciais pelos usuários; matricialidade sociofamiliar; territorialização do sistema de proteção social; descentralização político-administrativa da gestão; financiamento partilhado entre os entes federados; fortalecimento da relação democrática Estado e Sociedade Civil; valorização da presença e dos instrumentos de controle social; participação popular e do cidadão usuário; qualificação dos Recursos Humanos; monitoramento e avaliação de resultados das ações desenvolvidas; acesso democrático e transparente à informação.
15 O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) estabelece uma organização das ações da política de Assistência Social de acordo com a complexidade dos serviços. Numa ponta, a atenção social básica e, na outra, a atenção social especial, de alta e média complexidade.
16 USUÁRIOS DO SUAS são as famílias, indivíduos e grupos em situações de vulnerabilidade e riscos
17 I. Proteção Social A proteção social de Assistência Social, ao ter por direção o desenvolvimento humano e social e os direitos de cidadania, tem por PRINCÍPIOS:
18 PRINCÍPIOS: Matricialidade Sociofamiliar; Territorialização; Proteção Pró-ativa; Integração à Seguridade Social; Integração às Políticas Sociais e Econômicas.
19 I. Proteção Social OBJETIVA OFERECER SEGURANÇAS DE Acolhida; Social de Renda; Convívio/ Vivência familiar, comunitária e social; Desenvolvimento da autonomia individual, familiar e ocial; Sobrevivência a riscos circunstanciais.
20 II. Defesa Social e Institucional A inserção da Assistência Social, concebida como campo de Seguridade Social juntamente com a saúde e a previdência social, aponta para a sua articulação com outras políticas voltadas à garantia de direitos e de condições dignas de vida.
21 III. Vigilância Sócio Assistencial Consiste no desenvolvimento da capacidade e de meios de gestão para conhecer a presença das formas de vulnerabilidade social da população e do território pelo qual é responsável.
22 IV.Rede Socioassistencial
23 O SUAS PREVÊ A OFERTA DE: PROGRAMAS SERVIÇOS BENEFÍCIOS PRESTADOS NO CRAS E NO CREAS, DENTRO DO PAIF E DO PAEFI, CONSIDERANDO
24 perda ou fragilidade de vínculos de afetividade, pertencimento e sociabilidade; ciclos de vida; identidades estigmatizadas em termos étnico, cultural e sexual; desvantagem pessoal resultante de deficiências;
25 exclusão pela pobreza e/ou pelo não acesso às demais políticas públicas; uso de substâncias psicoativas; diferentes formas de violência advindas do núcleo familiar, grupos e indivíduos; inserção precária ou não inserção no mercado de trabalho formal e informal; estratégias e alternativas diferenciadas de sobrevivência que podem representar risco pessoal e social.
26 Benefícios Sócio Assistenciais
27 Benefícios Sócio Assistenciais tem duas modalidades
28 BENEFÍCIOS EVENTUAIS
29 NÃO SÃO BENEFÍCIOS EVENTUAIS
30 BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA
31 BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA Assegurado pela Constituição Federal de 1988, garante a transferência mensal de 1 salário mínimo ao idoso, com 65 anos ou mais e à pessoa com deficiência incapacitada para a vida independente e para o trabalho com renda per capita familiar inferior a ¼ (um quarto) do salário mínimo vigente.
32 O PROGRAMA BPC NA ESCOLA
33 Benefícios específicos que podem ser requeridos pela pessoa com Deficiência Intelectual
34 A Lei previu, também: PENSÃO: a parte individual da pensão do dependente com deficiência intelectual ou mental que o torne absoluta ou relativamente incapaz, assim declarado judicialmente, que exerça atividade remunerada, será reduzida em 30% (trinta por cento), devendo ser integralmente restabelecida em face da extinção da relação de trabalho ou da atividade.
35 A Lei previu, também: O BPC será suspenso quando a pessoa com deficiência exercer atividade remunerada. Extinta a relação trabalhista e, quando for o caso, poderá ser requerida a continuidade do pagamento do benefício suspenso, sem necessidade de realização de perícia médica ou reavaliação da deficiência e do grau de incapacidade para esse fim. A contratação de pessoa com deficiência como aprendiz não acarreta a suspensão do benefício de prestação continuada, limitado a dois anos o recebimento concomitante da remuneração e do benefício.
36 BOLSA FAMILIA
37 O Bolsa Família tem três objetivos principais: promover o alívio imediato da pobreza; reforçar o acesso a direitos sociais básicos nas áreas de educação, saúde e assistência social através do cumprimento das condicionalidades; e incentivar o desenvolvimento das famílias para superar a situação de vulnerabilidade através de ações e programas complementares.
38 Qual o valor que cada família recebe e como ele é calculado? São 4 tipos de benefícios: Básico, Variável, Variável para Jovem e para Superação da Extrema Pobreza.
39 Valores do Bolsa Família 2016 Benefício básico - esse benefício é dado às famílias que vivem em situação de pobreza ou de extrema pobreza, ou seja, as famílias que contam com uma renda mensal de até R$ 85,00 por pessoa. Nesses casos o valor do auxílio concedido é de R$ 85,00 por mês. Benefício variável este benefício é oferecido às famílias que possuam em sua composição mulheres grávidas, mães que se encontram em fase de amamentação e/ou crianças e adolescentes até os 15 anos de idade. O valor de cada um desses benefícios é de R$ 39,00 e cada família pode obter até 5 dele por mês, chegando aos R$ 195,00. Ou seja, se uma família possuir uma mulher gestante e uma criança de 12 anos, por exemplo, essa família tem direito a receber dois benefícios no valor de R$ 39,00 cada um. Benefício variável do Jovem benefício mensal pago a até 2 jovens inscritos por grupo familiar, paga R$ 46,00 por jovem cadastrado no grupo familiar mensalmente.
40 SUAS é uma Política de Estado e não de governo Significa que o Estado deve ter a responsabilidade pela implementação da política, garantidas a qualidade e expansão dos serviços, ou seja: Ter serviços próprios, Implantar política de parcerias, Coordenar a rede de forma articulada, Financiar as ações, Construir metodologia, Controlar os resultados.
41 O SUAS TEM 4 TIPOS DE GESTÃO GESTÃO DA UNIÃO GESTÃO DOS ESTADOS GESTÃO DO DF GESTÃO DOS MUNICÍPIOS
42 NÍVEIS DE GESTÃO DOS MUNICÍPIOS GESTÃO DOS MUNICÍPIOS INICIAL BÁSICA PLENA
43 D e s a f i o s
44 1. Construção da unidade da política de assistência social, por meio de um esforço permanente de articulação, visando o acesso da população ao conjunto das políticas públicas. 2. Construção de uma relação qualificada entre estados e municípios, fortalecendo o sistema descentralizado e participativo. 3. Aprimoramento de uma relação qualificada intersecretarias articulação no planejamento e em ações concretas nos territórios. 4. Aperfeiçoamento da relação Secretaria de Assistência Social e Rede Sócio Assistencial na articulação do planejamento das ações e em ações concretas nos territórios
45 Está em questão uma mudança de cultura na área da assistência social, que definitivamente assuma a perspectiva de direitos, a articulação da política social com a política econômica e a viabilização de recursos orçamentários para a implementação das mudanças necessárias.
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