O que é reformismo e oportunismo? *
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- Amália Veiga Terra
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1 O que é reformismo e oportunismo? * August Thalheimer Um leitor desta revista solicitou, em carta enviada à Redação, uma resposta à pergunta. A Redação achou proveitoso que a resposta viesse a público. Foram duas as questões colocadas: sobre a natureza do reformismo e sobre a essência do oportunismo. Seria melhor, em primeiro lugar, tratar cada uma por si e, depois, determinar as relações entre o reformismo e o oportunismo, até que ponto eles se equiparam e até que ponto não. Certamente que quem fez a pergunta entende por reformismo a tão conhecida direção política dentro do movimento operário. Por isso, podemos abstrair de tratar o reformismo sob outros aspectos. Reformismo é, literalmente, a luta por reformas. Reformas são, em relação ao Estado burguês e ao modo de produção capitalista, mudanças em favor das classes dominadas e exploradas que não alteram de modo fundamental as relações de troca entre as classes. Permanece, assim, o fato de que a sociedade se divide em duas classes principais capitalistas e trabalhadores assalariados e que os capitalistas exploram os trabalhadores assalariados. Permanece também o fato de que a classe economicamente dominante, simultaneamente, domina o Estado e, além disso, emprega os meios de poder do Estado para conservar e regular as relações de exploração e para oprimir as classes não capitalistas. Em contradição com a reforma está a revolução. A revolução encerra modificações no Estado e na economia que alteram a relação fundamental das classes, que desalojam do poder a até então classe ou classes dominantes e levam ao poder a classe ou as classes até então oprimidas. No caso especial da sociedade capitalista desenvolvida, trata-se do afastamento da classe capitalista e de seus apêndices do poder e a tomada do poder pela classe trabalhadora. O poder no Estado apóia-se em última instância no emprego de organizações armadas exército, marinha, polícia, etc. Por isso, o ato decisivo da revolução é a derrota, a desintegração e a destruição do poder armado da classe até aí dominante por meio do poder armado da classe até aí oprimida. Esse é o pressuposto para que a classe dominante possa ser afastada também dos postos de poder econômico, ou seja, para que lhe seja suprimido o direito de dispor dos meios de produção. Por isso toda revolução social efetiva em uma sociedade de classes é um ato de violência ou uma série de atos de violência mas não o contrário. Nem todo ato de violência é revolucionário. Desse modo, poderia parecer que o reformismo é aquela direção do movimento operário que se limita às reformas e que recusa a revolução, enquanto a direção revolucionária tem como objetivo a revolução e recusa as reformas. Porém, isso não é assim. A direção revolucionária luta também por reformas. No entanto, a luta por reformas é diferente para a direção revolucionária e para a direção reformista, tanto no objetivo, quanto no conteúdo e na extensão. A direção revolucionária liga a luta pelas reformas com a luta pela revolução. Ela orienta a luta por reformas para a revolução, quando, a cada momento mostra a insuficiência de cada reforma e, assim, deduz a necessidade da revolução. À medida que a direção revolucionária conduz as lutas e reformas para o limite que corresponde à força da classe operária, ela está preparada em cada momento, havendo força suficiente, para fazer a luta por reformas transitar para a luta revolucionária pelo poder. O reformismo é totalmente diferente. Quando ele luta por reformas é para a conservação e não para a superação da sociedade existente, é para evitar a revolução. Seu objetivo é, * Fragmento de A Unidade (Die Einheit), Berlim, 2 de dezembro de 1928, fascículo 37, Ano 3. Tradução de Hernandez Vivan e Sérgio Antão Paiva.
2 por isso, o oposto. O que tem consequências também para o conteúdo e a extensão das reformas, bem como para a maneira como a luta é conduzida. Ele ajusta o conteúdo das reformas não ao interesse e à força dos oprimidos, mas sim ao da classe dominante. Daí, ele limita a extensão da reforma ao que é permitido pelas classes dominantes. Ele interrompe a luta por reformas quando essa luta ameaça colocar em perigo o domínio das classes possuidoras ou quando elas apenas supõem que seu domínio esteja perigosamente ameaçado. Assim, o reformismo conduz a luta por reformas apenas na estreita e limitada extensão que o interesse de classe capitalista permite. Ele se empenha em exagerar o significado da reforma mais discreta e mutilada. Ele não impele para frente a massa do povo em sua luta por reformas; ele a detém. E ele procura limitar os métodos de luta àqueles que a legalidade burguesa permite. O reformismo é obrigado até a travestir medidas reacionárias com a aparência de reformas, a fim de torná-las mais palatáveis às massas. Enquanto a direção revolucionária ou partido concebe tanto a luta por reformas quanto a luta pela revolução e subordina a luta pela reforma à luta pela revolução. Assim, um partido ou direção reformista só pode conduzir a luta por reformas de uma maneira limitada e atrofiada. Apenas quem está preparado para levar adiante a luta por reformas, com a correspondente força da classe operária, até a revolução, apenas este está apto a ir até o fim na luta por reformas. Quem não está preparado para isso, acaba ficando, a cada instante, no meio do caminho ou fica horrorizado diante de uma luta por reformas. Neste último caso, quando as classes dominantes contrapõem-se a determinadas reformas, que de forma alguma suprimem a ordem social dominante. Assim, o direito de greve não é nada que não seja conciliável com a ordem capitalista. Apesar disso, por exemplo, na Alemanha, o reformismo concordou com a sua limitação (pela ordem de arbitragem ) e opôs-se até mesmo à eliminação dessa restrição, etc. O oportunismo no movimento operário compreende o mesmo objeto do reformismo, mas visto por outro lado. Ele significa a renúncia ao objetivo final socialista como diretriz para a luta cotidiana, para a luta por reformas para a classe operária. Em seu lugar, entra o interesse de classe burguês como a última e decisiva instância para a luta cotidiana. O anarquismo é o pólo oposto do oportunismo. Sua essência consiste na renúncia à luta cotidiana como meio para a preparação da luta em torno do objetivo final socialista. A política revolucionária da classe operária movimenta-se no meio do caminho entre esses dois pólos: ela consiste na conservação do objetivo final socialista como meta e ponto final em todas as lutas cotidianas. Ela une ambos os lados, que tanto o oportunismo quanto também o anarquismo separam. Como se comportam, enfim, o reformismo e o oportunismo como direções no movimento operário, um em relação ao outro? Eles descrevem a mesma coisa, mas apresentam diferentes características principais e podem ser vistos por lados e ângulos diferentes. Ambas as descrições, tomadas em separado ou juntas, dão apenas uma imagem da coisa geral, abstrata e sem vida. Para se conseguir uma imagem concreta, distinta e vivaz, devese recorrer ao movimento real designado por esses rótulos, e deve-se também compreender esse movimento em seu processo histórico, em seu desenvolvimento e no seu contexto histórico. Para se entender a essência do reformismo no movimento operário deve-se perguntar: o que ele significa, do ponto de vista de classe? A questão deve parecer primeiramente estranha, até mesmo ininteligível ao trabalhador confuso com o reformismo. Ele responderá: é apenas uma determinada concepção no interior da classe operária. Com isso, responde-se apenas à questão da classe na qual o reformismo tem seguidores. Mas se se trata de uma determinada concepção política, deve-se colocar ainda uma questão mais além e essencial, a saber, qual interesse de classe corresponde a essa concepção? E aí a experiência histórica mostra que ambas as questões podem muito bem exigir respostas opostas. É um fato histórico bem conhecido que a classe trabalhadora esteve por longo tempo sob influência de concepção burguesa, antes de ela desenvolver sua própria concepção de classe. Esta última só apareceu de forma cientificamente fundamentada
3 através de Karl Marx e Friedrich Engels nos anos quarenta do século passado. Examinandose sob esse ângulo, o reformismo expressa interesses de classe burgueses; ele é a representação de interesses de classe burgueses no interior da classe operária. Ele significa a subordinação dos interesses da classe operária à classe capitalista. O reformismo é, portanto, um produto híbrido, ele é uma contradição contínua, no qual a concepção da classe antagônica, a classe capitalista, é enxertada na classe operária. A partir disso surgem algumas importantes conclusões: Primeiro: para as parcelas da classe operária que apoiam o reformismo, esse apoio pode ser apenas temporário, passageiro. Com a intensificação das lutas de classe, a concepção de classe proletária ou revolucionária deve penetrar também nessa parcela. Segundo: há, entretanto, uma determinada classe, que ocupa econômica e socialmente um lugar intermediário entre a classe operária e a classe capitalista a pequena-burguesia. A pequena-burguesia é, assim, a portadora natural do reformismo, a líder natural do movimento reformista, a mediadora natural das concepções de classe burguesas na classe operária. Apesar disso, os líderes do reformismo, como Marx já notou, não são geralmente de origem social pequeno-burguesa. Para os ideólogos pequeno-burgueses do reformismo é característico que eles em suas idéias não possam ultrapassar a fronteira que a pequenaburguesia socialmente não é capaz de ultrapassar. O desenvolvimento econômico criou um elemento na aristocracia operária, que parcialmente se aproxima da pequena-burguesia, com ela se mistura, e que, na época do imperialismo, fornece principalmente os líderes e os quadros para o reformismo. No entanto, em virtude de sua posição de classe, esses líderes e quadros do reformismo estão a ele vinculados firmemente, de forma totalmente diferente das amplas massas de trabalhadores que os seguem. O distanciamento dos trabalhadores do reformismo expressase, organizatoriamente, pela cisão entre esses líderes e seus seguidores proletários. Essa ruptura pode assumir formas variadas, de acordo com as circunstâncias históricas. A França é o país no qual a maioria dos fenômenos políticos foram primeiramente identificados em sua forma clássica. A característica que Marx no Dezoito Brumário dá ao Partido Socialdemocrata pequeno-burguês dos anos 40, alcança os traços essenciais do reformismo em geral. Marx descreveu assim a conduta desse partido em 1849: Quebrou-se o aspecto revolucionário das reivindicações sociais do proletariado e deuse a elas uma feição democrática; despiu-se a forma puramente política das reivindicações democráticas da pequena burguesia e ressaltou-se o seu aspecto socialista (...) [O caráter peculiar da socialdemocracia resume-se no fato de exigir] instituições democrático-republicanas como meio não de acabar com dois extremos, capital e trabalho assalariado, mas de enfraquecer seu antagonismo e transformá-lo em harmonia. Por mais diferentes que sejam as medidas propostas para alcançar esse objetivo, por mais que sejam enfeitadas com concepções mais ou menos revolucionárias, o conteúdo permanece o mesmo. Esse conteúdo é a transformação da sociedade por um processo democrático, porém uma transformação dentro dos limites da pequena-burguesia. 1 A socialdemocracia alemã, o Labour Party inglês, os mencheviques russos, eles todos enquadram-se nessas características gerais, apesar das diferenças locais e temporais que possam ter essas manifestações, nas quais o caráter básico se expressa. É com essas formas de manifestações do reformismo sob diferentes condições de classe em geral e em variadas situações das lutas de classes que vamos agora rapidamente nos ocupar. Comecemos em casa, na Alemanha. A socialdemocracia do pré-guerra uniu dois objetivos: a luta contra a monarquia agrária (dos junker), burocrática e militar portanto, por reformas democráticas e a luta pelo socialismo. Esse é o fundamento objetivo que conservava a direção reformista e a revolucionária na classe operária até a guerra, ainda em um mesmo partido. A guerra mundial quebrou essa unidade, na medida em que criou 1 MARX, Karl. O 18 Brumário e Cartas a Kugelmann, Editora Paz e Terra, tradução revista por Leandro Konder, 1974: Rio de Janeiro, p. 48. O trecho em colchetes foi omitido no original. (Nota da tradução).
4 uma situação revolucionária. Assim, a guerra obrigou o reformismo a uma decisão: pelo imperialismo ou pelo socialismo, pela revolução ou contra ela. O reformismo decidiu-se pelo imperialismo e contra a revolução. Na eclosão da Revolução de Novembro, à qual o reformismo se opusera até o fim, veio à tona a questão: conservação da revolução nos limites burgueses ou sua continuação no sentido da revolução socialista, democraciaburguesa ou ditadura do proletariado, república burguesa ou república dos conselhos. A decisão de 4 de agosto de 1914 determinou a de novembro de A socialdemocracia tornou-se o pólo, o ponto de encontro, o esteio ativo da contra-revolução. Com o estrangulamento provisório da revolução proletária, a conclusão da revolução burguesa, a consolidação da república burguesa e a superação da crise do pós-guerra modifica-se novamente a forma de manifestação do reformismo na Alemanha mantido o seu caráter fundamental. Novas contradições se desenvolvem sobre os novos fundamentos burgueses. De fato, acalmaram-se, por enquanto, as ondas revolucionárias, a luta de classe se reduz por ora a meras lutas cotidianas por reivindicações parciais e reformas. No entanto, permaneceu a crise geral do capitalismo. A república burguesa está aí. Entre a república burguesa e a república dos conselhos não há mais nenhum degrau burguês intermediário. As lutas cotidianas da classe operária na república burguesa devem conduzir, assim, em seu desdobramento e por causa de abalos sociais profundos, diretamente para a revolução socialista. Se, na época crítica da revolução, da luta imediata pelo poder entre o proletariado e a burguesia, o que valia para o reformismo era derrotar ativamente a parte revolucionária do proletariado, agora a tarefa do reformismo é a de reter a luta cotidiana da classe operária nos limites burgueses e evitar as novas explosões da luta pelo poder. Disso deriva que a tarefa geral do reformismo no tempo presente, entre duas revoluções, é a de represar, impedir e truncar as lutas cotidianas, quebrar seu ápice revolucionário, isto é, manter o mais baixo possível o fogo da luta de classes. Também nessa área é impossível para o reformismo na Alemanha o retorno para a posição de antes da guerra, que se expressava na palavra-de-ordem: A esse sistema nenhum homem e nenhum vintém. Esse sistema tornou-se o mesmo ao qual se associa o reformismo. As perspectivas futuras do reformismo no solo alemão resultam claramente da perspectiva da luta de classes na Alemanha. Essa perspectiva geral é a revolução proletária. Ela somente é possível se o reformismo desarraigar-se da classe operária, se sua influência for reduzida à insignificância. Dito de modo distinto: se o comunismo ganhar a maioria da classe operária para seus princípios e objetivos, para a ditadura do proletariado e para os conselhos e a maioria dos trabalhadores for por ele liderada. Que papel terá o reformismo no futuro imediato das lutas pelo poder do proletariado, mostra-nos tanto o seu papel nas lutas recentes pelo poder na Alemanha, quanto o papel do menchevismo russo no processo da revolução russa. Ele se tornará, em primeiro lugar e novamente, o ponto de encontro de todas as forças da contrarrevolução, e se tornará, no final, um apêndice do pólo extremo da contrarrevolução, dos guardas brancos da grande burguesia, dos junker, dos clérigos, de seus generais brancos e pretendentes à coroa. Essa é a perspectiva do reformismo em geral. As formas do processo de liquidação do reformismo ninguém pode hoje prever ou predizer em suas particularidades. Apenas é claro que elas podem se tornar variadas e múltiplas, de uma forma que ninguém hoje pode saber, e que a liquidação desse colosso de pés de barro não se dará sem grandes cisões, destruições, etc. Isso dependerá, por um lado, da marcha concreta das lutas de massa, que conduzem à revolução proletária, e, por outro lado, da tática do partido operário revolucionário, do Partido Comunista, assim como do próprio reformismo. Este documento encontra-se em
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