RELATO DE EXPERIÊNCIA: BASQUETE ADAPTADO. Resumo:
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- Maria de Fátima Dinis da Conceição
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1 6ª Jornada Científica e Tecnológica e 3º Simpósio de Pós-Graduação do IFSULDEMINAS 04 e 05 de novembro de 2014, Pouso Alegre/MG RELATO DE EXPERIÊNCIA: BASQUETE ADAPTADO Ana Flávia L. OLIVEIRA¹; Jean A. C. GUIMARÃES²; Giordano de O. M. CLEMENTE³; Ieda M. S. KAWASHITA 4 Resumo: Esse relato de experiência surgiu por meio da parceira entre o Projeto Iniciação Esportiva Adaptada Região Sudeste de Minas Gerais do IFSULDEMINAS Campus Muzambinho com a Associação de Apoio aos Deficientes de Guaxupé AADG observou-se como se dá prática da modalidade basquete adaptado e a realidade do projeto, por meio de vivências que ocorreram durante quatro meses. Pode-se observar que o projeto traz benefícios aos seus praticantes em relação à parte motora, cognitiva e afetiva. O objetivo de todos é trabalhar o ser humano como um todo, além de todos estarem empenhados para que o projeto cresça e tenha visibilidade na sociedade. Introdução: O curso de Educação Física do IFSULDEMINAS Campus Muzambinho possui diversos projetos de pesquisa e extensão, dentre eles o nomeado Projeto Iniciação Esportiva Adaptada Região Sudeste de Minas Gerais, que tem como objetivo oferecer atividades esportivas as pessoas com deficiência. Esse projeto é aplicado na cidade de Muzambinho com a modalidade Bocha e Ginástica Artística e na cidade de Guaxupé sendo a Bocha, Ginástica Rítmica e Basquete Adaptado. 1 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais Câmpus Muzambinho. Muzambinho /MG, [email protected]; ² Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais Câmpus Muzambinho.Muzambinho/MG, [email protected]; ³ Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais Câmpus Muzambinho.Muzambinho/MG, [email protected]; 4 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Câmpus Muzambinho. Muzambinho/MG, [email protected];
2 A modalidade basquete adaptado é praticada em pela Associação de Apoio aos Deficientes de Guaxupé AADG, em parceria com a prefeitura de Guaxupé o e IFSULDEMINAS Campus Muzambinho que busca fortalecer a modalidade na região sudeste. Vem sendo praticado desde o ano de 2009 nesta cidade. O IFSULDEMINAS oferta um bolsista que está inserido na prática da modalidade auxiliando o professor que é cedido prefeitura. A história do basquete em cadeira de rodas é contada por StrohkendL(1996 apud TEIXEIRA; RIBEIRO, 2006, p. 11) O basquetebol em cadeira de rodas foi criado nos Estados Unidos pelos veteranos da II Guerra Mundial em 1945, no entanto não existe nenhum registro por escrito que confirme esta data. O primeiro registro que se tem é de 6 de dezembro de 1946, quando foi publicado um artigo em um jornal americano comentando sobre os acontecimentos em uma partida de BCR (STROHKENDL, 1996). Alguns anos depois, a modalidade chega ao Brasil, como ressalta Mello e Winckler (2012): No Brasil, após muito trabalho envolvendo diversas pessoas, e principalmente por parte de Sergio Del Grande, o primeiro clube foi fundado oficialmente, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, no dia 28 de Julho de o Clube dos Paraplégicos de São Paulo. ( Mello e Winckler,2012) No Brasil o esporte paraolímpico não é difundido, nem o basquete em cadeira de rodas, apesar de existirem leis que garante o esporte para pessoas com deficiência, como o Decreto-lei n 3.298, 20 de dezembro de 1999 que no seu Art.-2, define: Cabe aos órgãos e às entidades do Poder Público assegurar à pessoa portadora de deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos, inclusive dos direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao desporto, ao turismo, ao lazer, à previdência social, à assistência social, ao transporte, à edificação pública, à habitação, à cultura, ao amparo à infância e à maternidade, e de outros que, decorrentes da Constituição e das leis, propiciem seu bem-estar pessoal, social e econômico. (BRASIL, 1999)
3 Através dessa lei podemos identificar como o esporte é visto como algo fundamental na vida na pessoa portadora de deficiência. Sabemos que a prática de esporte traz benéficos aos seus adeptos, segundo A Cartilha Basquetebol em Cadeira de Rodas: manual de orientação para professores de educação física (2006, p.11) detalha: Além de estimular a autonomia e a independência, bem como prevenir doenças secundárias, a prática da atividade física pode resultar nos seguintes benefícios: Nível Motor (Velocidade Agilidade, Força, Equilíbrio, Coordenação, Ritmo, Flexibilidade Capacidades cardiorrespiratórias/aeróbia e anaeróbia) - Nível Cognitivo: (Raciocínio,Atenção, Melhora a percepção espaço-temporal, Aumenta o poder de concentração) - Nível Afetivo: (Sociabilização, Espírito de luta, Controle da ansiedade, Auto-estima) (Teixeira e Ribeiro, 2006). O objetivo deste trabalho é o relato de experiência onde iremos detalhar nossas percepções em relação aos benefícios alcançados pelos praticantes. Materiais e Métodos: Este estudo é de caráter qualitativo descritivo. Segundo Thomas, Nelson e Silverman(2012), podemos compreender essa forma de estudo como: Os métodos da pesquisa qualitativa incluem observações de campo, estudo de caso, etnografia e relatórios narrativos. O pesquisador reúne dados em ambiente natural, como ginásio, sala de aula, academia ou clube esportivo. O grupo é constituído de oito alunos com deficiência física, sendo uma do sexo feminino que também possui deficiência auditiva, o restante do sexo masculino. Com idade entre 26 e 50 anos. Apenas um é lesionado medular, sendo os outros com deficiências provenientes de poliomielite, hidrocefalia e mielomeningocele As atividades acontecem todas às sextas feiras, com duração media de uma hora e meia, na quadra coberta do Ginásio Poliesportivo da cidade de Guaxupé. Através de observações feitas durante quatro meses por meio das aulas, buscamos compreender o grupo que pratica o basquete adaptado e todo o contexto que envolve a prática da modalidade. A princípio, a direção da associação nos deixou a par das dificuldades em manter o projeto, pelo fato de várias parceiras anteriores não ter se desenvolvido conforme eles pretendiam e isso sempre acarretava na desmotivação dos alunos. Através do professor
4 regente da modalidade, fomos devidamente informados sobre o objetivo das aulas, que não tem foco no alto rendimento, é visto com uma atividade a fim de propiciar uma melhor qualidade de vida através da prática de atividade física. As atividades são divididas em: alongamento, fundamentos do basquete (passe, recepção, drible, arremesso, lance livre, rebote) que são trabalhados de forma lúdica, treino de deslocamento na cadeira, velocidade de deslocamento, ritmo, coordenação. O foco principal da aula é o jogo em si, ou seja, jogo competitivo. Algumas vezes a equipe de basquetebol juvenil da prefeitura participa do treino utilizando as cadeiras de rodas, realizando uma inclusão. Resultados e discussões: Após observações feitas durante quatro meses, podemos entender o projeto como uma ferramenta para trabalhar o ser humano como um todo, através dá prática esportiva. Através de parceiras a AADG, veem buscando ampliar e estruturar melhor o projeto, para que tenha mais adeptos à prática do basquete adaptado, além de visar aumentar o número de aulas semanais. Almejam também que o projeto tenha maior visibilidade e reconhecimento, por parte da sociedade, não somente em relação à modalidade mais também a instituição como todo, a qual muitos desconhecem. O livro Atividade Física Adaptada (2003,p.652), ressalta: O que faz com que ainda existam tantas pessoas que desconhecem o esporte adaptado? A resposta para essa pergunta não é única e envolve vários aspectos. Pode-se dizer que um fator certamente limitante para a maior divulgação do esporte adaptado é a falta de interesse da mídia em mostrar os efeitos dos nossos atletas, os quais muitas vezes trazem para o Brasil muito mais medalhas do que os atletas do esporte convencional. (Greguol e Costa, 2013) Através da consolidação do projeto, cremos que os alunos, a instituição, as parcerias, o munícipio e o estado, só têm benefícios a adquirir ao longo dos anos. Como já vem acontecendo, pois ao longo desse tempo de observação podemos notar alguns benefícios no que diz respeito à parte motora, cognitiva e afetiva: Podemos observar uma diferença motora entre os alunos dependo do tempo de prática e o tipo de deficiência, o objetivo então é adequar as aulas, para
5 poder abrangir a todos, quem tem maior facilidade e aqueles com maiores dificuldades. Isso vai tornando-se possível no dia-a-dia, no transcorrer das aulas, através de criações de regras próprias, adequações nas atividades, conversas com os alunos e etc. Os aspectos cognitivos dos alunos são trabalhados a todo o momento, pelo fato de serem consideradas importantes tanto na modalidade como na vida pessoal de cada um, por desenvolver elementos como: atenção, raciocínio, percepção e etc. Podemos observar nos alunos bastante interesse e motivação, em atividades voltadas a esse caráter, pelo fato de trazer desafios e metas a serem realizadas. Huizinga (2005), afirma que: Numa tentativa de resumir as características formais do jogo, poderíamos considerá-lo uma atividade livre, conscientemente tomada como "não-séria" e exterior à vida habitual, mas ao mesmo tempo capaz de absorver o jogador de maneira intensa e total. [...]Promove a formação de grupos sociais com tendência a rodearem-se de segredo e a sublinharem sua diferença em relação ao resto do mundo por meio de disfarces ou outros meios semelhantes. (HUIZINGA,2005,p.16) No que se refere à parte afetiva, podemos observar um grande laço de amizade entre os alunos praticantes da modalidade, que se reforça durante a prática e também pelo fato de conviverem a alguns anos frequentando a mesma instituição (AADG) e desenvolvendo outros projetos. No que se refere à relação aluno/ professor, é notório um trato de respeito e admiração mútuo, o que se estende nas relações entre bolsista / professor regente / alunos. Outro ponto a salientar é a relação amigável, que vem se estabelecendo entre os outros jogadores da equipe juvenil de basquete da prefeitura de Guaxupé e os alunos do basquete adaptado. Quando as duas equipes se juntam para jogar, é um momento bem descontraído, tornando assim um jogo mais dinâmico. Conclusões: Através desse relato de experiências, podemos ver a importância do basquete adaptado para os alunos da AADG, e como uma prática esportiva pode melhorar o individuo com um todo. Além de mostrar a expectativas de todos envolvidos no projeto para que o projeto cresça e se torne mais acessível para as pessoas com deficiências físicas na região do Sul de Minas Gerais.
6 Referências Bibliográficas: BRASIL. Decreto-lei n 3.298, 20 de dezembro de 1999 que no seu Art.-2 - Disponível em: < Acesso em: 3 de julho de GREGUOL, MÁRCIA; COSTA, ROBERTO FERNANDES DA - Atividade Física Adaptada : qualidade de vida para pessoas com necessidade especiais.- 3. ed. Ver. E ampl. - Barueri, SP: Manole, HUIZINGA, JOHAN. Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva, 2005 JERRY R. THOMAS; JACK K. NELSON; STEPHEN J. SILVERMAN - Métodos de Pesquisa em Atividades Físicas Tradução: Ricardo Demétrio de Souza Petersen- 6.ed.- Porto Alegre: Artmed, p.:il :28 cm MELLO, MARCOS TÚLIO DE.; OLIVEIRA FILHO, CIRO WINCKLER Esporte Paralímpico Editora Atheneu, São Paulo. STROHKENDL, HORST. The 50th anniversary of wheelchair basketball: a history. New York: Wasmann,1996. In TEIXEIRA; RIBEIRO. Basquetebol em cadeira de rodas: manual de orientação para professores de educação física - Brasília: Comitê Paraolímpico Brasileiro, p. il TEIXEIRA; RIBEIRO - Basquetebol em cadeira de rodas: manual de orientação para professores de educação física - Brasília: Comitê Paraolímpico Brasileiro, p. il
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