Anais do 38º CBA, p.1070
|
|
|
- Therezinha de Lacerda Quintanilha
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 MEGABACTERIOSE EM CALOPSITA (Nymphicus hollandicus) - RELATO DE CASO MEGABACTERIOSIS IN COCKATIEL (Nymphicus hollandicus) CASE REPORT Lucilo Bioni da FONSÊCA FILHO 1*, Vitória Yuki ENDO 1, Laurien de Araujo CAVALCANTE FILHO 2, Caio Alves da COSTA 3, Jessica Lais de Oliveira LIMA 4, Wanessa Nathalia de Lima ALMEIDA 5, Júlio Cézar dos Santos NASCIMENTO 6 1Graduando em Medicina Veterinária, Departamento de Medicina Veterinária, Universidade Federal Rural de Pernambuco. *[email protected] 2Médico Veterinário e zootecnista 3Pós-graduando em Medicina Veterinária, Programa de Pós-Graduação em Ciência Veterinária, Universidade Federal Rural de Pernambuco 4Graduanda de Medicina Veterinária da UNINASSAU 5Médica Veterinária Residente do Hospital Veterinário- Universidade Federal Rural de Pernambuco. 6Professor em centro Universitário Maurício, de Nassau, Área de Medicina Veterinária - Recife/PE Resumo: A megabacteriose é uma doença crônica e tem sido relatada em várias espécies de aves, tais como periquito (Melopsittacus undulatus), canário (Serinus canarius), ema (Rhea americana), avestruz (Struthio camelus) e calopsita (Nymphicus hollandicus). A megabacteriose é causada pelo fungo Macrorhabdus ornithogaster, anteriormente chamado de megabactéria. Este fungo coloniza preferencialmente a região de transição do proventrículo com a moela, causando emagrecimento, vômito, diarreia e pode levar os animais à morte. Este estudo relata um caso de megabacteriose em calopsita, tendo em vista o aumento na criação desta espécie e a importância e gravidade da enfermidade em questão. Palavras-chave: Nymphicus hollandicus, megabacteriose, Macrorhabdus ornithogaster Keywords: Nymphicus hollandicus, megabacteriosis, Macrorhabdus ornithogaster Revisão de literatura A megabacteriose, também chamada Síndrome Light Going é uma patologia que afeta aves de muitas espécies, tendo sido associada a uma condição crônica sintomática ou assintomática (CARVALHO et al., 2011). Macrorhabdus ornithogaster é uma levedura ascomiceto anamórfica. Colonizam a junção estreita do estômago glandular e moagem de estômago de aves. Em esfregaços das mucosas e das fezes, o micro-organismo é uma haste rígida, com frente que é de 20 µm a 80 µm de Anais do 38º CBA, p.1070
2 2 comprimento e de 2 a 3 µm de largura, com extremidades arredondadas (PHALEN et al., 2007). Segundo Phalen (2014), pensou-se ser uma bactéria por mais de 20 anos. Werther et al. (2000) descreveram o micro-organismo pela primeira vez como estruturas semelhantes a um fungo, em proventrículo de canários e periquitos. Posteriormente, Scanlan e Graham (1990), caracterizaram o agente como uma bactéria bacilar, gram positiva, PAS (Ácido Periódico de Schiff) positiva, de dimensões grandes, variando entre 1,5 a 3,0 µm de largura e 20 a 50 µm de comprimento. Autores referem que o fungo pode ser encontrado nas fezes e no muco do ístmo entre proventrículo e ventrículo, e não se sabe sobre a resistência do agente no ambiente (MARTINS et al., 2006; MUNHOZ et al., 2008). Munhoz et al. (2008), observaram que o M. ornithogaster é um micro-organismo oportunista, promovendo maior mortalidade na desordem imunossupressora. Descrição do Caso: No dia 20 de fevereiro de 2016, deu entrada na Clínica Veterinária um psitacídeo da espécie calopsita, macho, de raça Cara Branca, pesando 80 gramas, 1 ano de idade, de nome Malhado, o tutor relatou que no primeiro dia observou o animal pouco ativo, sem cantar, penas eriçadas, polifagia, dormindo bastante. No dia seguinte, seguiu-se a observação dos mesmos sinais, como também apresentava diarreia forte. No terceiro dia, houve a presença de sementes não digeridas no forro da gaiola junto às fezes. No histórico, foi relatado que a ave havia mudado de local onde se pode ter acesso de pardais em sua gaiola para se alimentar. Esse acesso gerava muito estresse à ave devido à defesa de território, o tutor relatou, ainda, que a ave regurgitava sementes inteiras. No exame físico foi observado que o paciente se apresentava com mucosas hipocoradas, normotérmico, atrofia dos músculos peitorais (peito seco) e penas, ao redor da cloaca, com fezes aquosas. Coletou-se amostra de fezes para realizar um esfregaço. A amostra foi diluída com soro fisiológico no volume de 20 vezes o da amostra, homogeneizada, e utilizou-se duas gotas da solução em lâmina para observação em microscópio. Na observação da lâmina, havia hastes de Macrorhabdus ornithogaster (fungo), confirmando a suspeita de acordo com os sinais clínicos relatados. Anais do 38º CBA, p.1071
3 3 Recomendou-se, ao tutor, a higienização da gaiola, comedouros e bebedouros, e utilização de folhas de papel, exceto jornal para evitar intoxicação por chumbo contido na tinta, em relação à alimentação, suspender a ração comercial formulada e utilizar ração prescrita nas proporções adequadas, devido a relatos de rações mofadas e mal acondicionadas. Para o tratamento, foi prescrito Nistatina UI/mL/ por via oral (VO) na dose de 0,4 ml duas vezes ao dia (Bid), por 15 dias via sonda de alimentação acoplada à seringa de insulina, juntamente com uma gota (gt) de Tilosina e uma gota (gt) de Glicopan Gold em duas tomadas diárias (dose diária recomendada pelo fabricante 1mL ou 11 gts diluídos em 100 ml de água ou 2 a 3 gotas, uma vez ao dia) diretamente no bico, além de 5 gotas (gts) de vinagre de maçã em 100 ml de água para beber. A Nistatina foi recomendada ao invés de Anfotericina B, devido ao fato do tutor já ter a medicação em casa. Ainda prescrita a Tilosina, um antibiótico de largo espectro. Após sete dias de tratamento, o tutor relatou evolução do quadro clínico do animal, mas ainda apresentava emagrecimento e sementes nas fezes, e esta com coloração verde claro. O tratamento seguiu e com dezesseis dias de tratamento o animal foi reavaliado, apresentando coloração normal das fezes, ganho de peso, ausência de regurgitação e sementes nas fezes, e voltou a cantar. O animal então recebeu alta com peso de 112 gramas. Posteriormente ao tratamento, tentou entrar em contato com o tutor para uma nova coleta para verificar a presença do patógeno nas fezes, mas o mesmo não se encontrava em seu domicílio. Discussão: O exame das fezes é de crucial importância para o diagnóstico preciso e servir de diferencial com outras enfermidades que apresentam sinais clínicos semelhantes; embora, segundo Meirelles (2014), a não visualização do agente não exclui a infecção, pois as aves infectadas podem eliminar o agente intermitentemente. Neste trabalho, 12 de 123 amostras de fezes examinadas (9,75%) foram positivas. Porém, decorrente de sua eliminação intermitente, resultados negativos não devem ser prontamente desconsiderados. O diagnóstico definitivo de M. ornithogaster é mais frequentemente demonstrado na necropsia (HOPPES, 2013). Phalen (2014) relata que uso de Mini-FLOTAC é proposto como uma nova ferramenta rápida para a detecção de M. ornithogaster em aves vivas. Ensaios de Anais do 38º CBA, p.1072
4 4 reação em cadeia da polimerase (PCR) para detectar M. ornithogaster nas fezes está disponível só na América do Norte, restringindo seu uso. Dentre os exames clínicos possíveis de diagnóstico, o esfregaço de fezes foi o escolhido, neste relato de caso, justificado pelo seu baixo custo, diagnóstico imediato, possível visualização do fungo sem uso de corantes. Todas as características observadas se enquadravam com o curso agudo da megabacteriose. Não se pode descartar, em psitacídeos, a ocorrência de uma ou duas infecções fúngicas associadas e descritas em Melopsittacus undulatus (FILIPPICH e HENDRIKZ, 1998), Amazona aestiva (CARRASCO et al., 1998), Cacatua sulphurea sulphurea (ANDERSON, 1993), Nymphicus hollandicus (VASCONCELOS et al., 2011), Agapornis fischeri (NOURI e KAMYABI, 2010). Não foram descritos ainda no Brasil relatos da ocorrência associada de aspergilose, megabacteriose e candidíase em Melopsittacus undulates. Isso demonstra a necessidade de uma atenção maior dos médicos veterinários em relação a pesquisas de doenças fúngicas em aves e suas associações. Conclusão: A megabacteriose é uma enfermidade cada vez mais comum na clínica de animais silvestres, ornamentais e de produção e reprodução, e a quantidade de óbitos é significativa, devido ao curso hiperagudo da doença (em horas) e à dificuldade do diagnóstico diferencial, em relação ao das bacterioses. Na clínica de aves, constitui um desafio a conscientização dos tutores que fazem seu próprio diagnóstico e tratamento, recomendado por balconistas: Toda diarreia é verminose. O simples procedimento de exame fecal pode fazer uma grande diferença na hora de se decidir que terapia instituir mediante sinais clínicos como diarreia. Referências: ANDERSON, N. L. Candida/Megabacteriaproventriculitis in a lesser sulphur-crested cockatoo (Cacatuasulphureasulphurea). Journal Association of Avian Veterinary, v. 7, n. 4, p , CARRASCO, L.; GÓMEZ-VILLAMANDOS, J. C.; JENSEN, H. E. Systemic candidiasis and concomitant aspergillosis and zygomycosis in two amazon parakeets (Amazonaaestiva). Mycoses, v. 41, p , CARVALHO, P.R., et al. Megabacteriose em aves. Pesquisa & Tecnologia, v. 8, n. 2, p. inicial-final, ju./dez Anais do 38º CBA, p.1073
5 5 FILIPPICH, L. J.; HENDRIKZ, J. K. Prevalence of megabacteria in budgerigar colonies. Australian Veterinary Journal, v. 76, p , HOPPES, S. Treatment of Macrorhabdus ornithogaster with sodium benzoate in budgerigars (Melopsittacus undulates). In: ANNUAL CONFERENCE OF THE ASSOCIATION OF AVIAN VETERINARIANS, 23, 2002, Seattle, WA. Seattle, WA: Association of Avian Veterinarians, p. 67. MARTINS, N. R. S. et al. Macrorhabdus ornithogasterin ostrich, rhea, canary, zebra finch, free range hicken, turkey, guinea-fowl, columbina pigeon, toucan, chuckarpartridgeand experimental infection in chicken, japanesequailandmice. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, v. 3, p , MEIRELLES, C.; CUNHA, F.S.; DAVIES, Y.M.; GUIMARÃES, M.B.; FERREIRA, A.J. Ocorrência De Macrorhabdus Ornithogaster Em Calopsitas (Nymphicus Hollandicus) Atendidas No Ambulatório De Aves Fmvz-Usp Entre 2010 e MUNHOZ, L. S. et al. Presença de macrorhabdusornithogaster em canários belga (Serinuscanarius) oriundos da cidade de Pelotas - Rio Grande do Sul. In: Congresso Brasileiro De Medicina Veterinária, v. 35, p , NOURI, J.; KAMYABI, Z. Occurrence of Ventricular Candidiasis in a Lovebird (Agapornisfischeri). Iranian Journal of Veterinary Science and Technology, v. 2, n. 1, p , PHALEN, D. N. Update on the diagnosis and management of macrorhabdus ornithogaster (Formerly Megabacteria) in avian patients. Veterinary Clinics of North America: Exotic Animal Practice, v. 17, n. 2, p , PHALEN, D. N.; TOMASZEWSKI, E.; DAVIS, A. Investigation into the detection, treatment, andpathogenicity of avian gastric yeast. In: ANNUAL CONFERENCE OF THE ASSOCIATIONOF AVIAN VETERINARIANS, 23., 2002, Monterey, USA. Proceeding Monterey, USA: p SCANLAN, C. M.; GRAHAM, D. L. Characterization of a Gram-positive bacterium from the proventriculus of budgerigars (Melopsittacus undulatus). Avian Diseases, v. 34, p , VASCONCELOS, T. C. B. et al. Aspectos clínicos e anatomopatológicos de aspergilose e candidíase em calopsita (Nymphicushollandicus): relato de caso. Revista Portuguesa de Ciências Veterinárias, v. 110, p , Anais do 38º CBA, p.1074
6 6 WERTHER, K. et al. Megabacteriosis occurrence in budgerigars, canaries and lovebirds in Ribeirão Preto - Revista Brasileira de Ciência Avícola, Campinas, v. 2, n. 2, p , Anais do 38º CBA, p.1075
PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia.
PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Análise de esfregaço fecal para diagnóstico de megabactéria (Macrorhabdus ornithogaster) em aves domésticas e silvestres Thiago Silva de Queiros
PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia.
PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Megabacteriose: Macrorhabdus ornithogaster em aves - Revisão Thiago Silva de Queirós 1, Paulo Reis de Carvalho 2, Maria Carolina Gonçalves Pita
TÍTULO: ELETROCARDIOGRAMA COMO DIAGNÓSTICO NA SUSPEITA DE POSSÍVEIS CARDIOPATIAS EM PSITACÍDEOS DA ESPÉCIE NYMPHICUS HOLLANDICUS
TÍTULO: ELETROCARDIOGRAMA COMO DIAGNÓSTICO NA SUSPEITA DE POSSÍVEIS CARDIOPATIAS EM PSITACÍDEOS DA ESPÉCIE NYMPHICUS HOLLANDICUS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: MEDICINA
Enfermidades Micóticas
Enfermidades Micóticas Msc. Larissa Pickler Departamento de Medicina Veterinária Universidade Federal do Paraná Disciplina de Doenças das Aves Curitiba Paraná Brasil 2011 Enfermidades Micóticas Infecções
CLOSTRIDIOSES EM AVES
CLOSTRIDIOSES EM AVES Instituto Biológico Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio Avícola Greice Filomena Zanatta Stoppa CLOSTRIDIOSE Infecções provocadas por toxinas ou bactérias do gênero
PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia.
PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Afecção oftálmica periocular causada por Pseudomonas sp em Amazona aestiva relato de caso Catarina Rafaela Alves da Silva 1 ; Francisco Lima Silva
ASPECTOS ULTRASSONOGRÁFICOS DE NEOPLASIA HEPÁTICA EM PERIQUITO AUSTRALIANO (Melopsittacus undulatus): RELATO DE CASO
1 ASPECTOS ULTRASSONOGRÁFICOS DE NEOPLASIA HEPÁTICA EM PERIQUITO AUSTRALIANO (Melopsittacus undulatus): RELATO DE CASO Sonographic aspects of hepatic neoplasia in Australian budgerigar (Melopsittacus undulatus):
AVALIAÇÃO DA ROTINA DO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA CLÍNICA. Palavras chaves: Isolamento, antimicrobianos, leite, resistência.
AVALIAÇÃO DA ROTINA DO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA CLÍNICA Crisan Smaniotto 1 ; Ediane Kuhn 2 ; Andieli Cristiane Nino 2 ; Diego Luiz Schröpfer 2 ; Milena Tomasi Bassani 3 Palavras chaves: Isolamento,
Vírus da Diarréia Epidêmica Suína (PEDV) Albert Rovira, Nubia Macedo
Vírus da Diarréia Epidêmica Suína (PEDV) Albert Rovira, Nubia Macedo Diarréia Epidêmica Suína PED é causada por um coronavírus (PEDV) PEDV causa diarréia e vômito em suínos de todas as idades Mortalidade
Curió & Bicudo News OBSERVANDO AS FEZES
OBSERVANDO AS FEZES Todo o proprietário de aves deve saber como as fezes normais são constituidas, e, mais ainda, observar as fezes (frescas) periodicamente, pois alterações significativas podem nos alertar
[ERLICHIOSE CANINA]
[ERLICHIOSE CANINA] 2 Erlichiose Canina A Erlichiose Canina é uma hemoparasitose causada pela bactéria Erlichia sp. Essa bactéria parasita, geralmente, os glóbulos brancos (neste caso, Erlichia canis)
CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE PATOLOGIA DE ORGANISMOS AQUÁTICOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CAMPUS ARAPIRACA PÓLO PENEDO CURSO: ENGENHARIA DE PESCA DISCIPLINA: PATOLOGIA DE ORGANISMOS AQUÁTICOS PROF a : TALITA ESPÓSITO CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE PATOLOGIA DE ORGANISMOS
BOTULISMO EM CÃES - RELATO DE CASO
BOTULISMO EM CÃES - RELATO DE CASO SALVARANI, Renata de Sá ALVES, Maria Luiza SUZUKI, Érika Yuri Discentes da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - FAMED - Garça - São Paulo ZAPPA, Vanessa Docente
Shigella. Topicos. Prof. Assoc. Mariza Landgraf. Introdução. Características da doença Tratamento Prevenção e Controle 03/04/2017
Shigella Prof. Assoc. Mariza Landgraf Depto Alimentos e Nutrição Experimental Topicos Introdução Histórico Características do microorganismo Fatores Características da doença Tratamento Prevenção e Controle
ITL ITL. Itraconazol. Uso Veterinário. Antifúngico de largo espectro FÓRMULA:
Itraconazol Uso Veterinário Antifúngico de largo espectro FÓRMULA: Cada cápsula de 100 contém: Itraconazol...100,0 mg Cada cápsula de 50 contém: Itraconazol...50,0 mg Cada cápsula de 25 contém: Itraconazol...25,0
Atualização na candidíase de repetição Existem novas propostas de tratamento? Vera Fonseca
TROCANDO IDÉIAS XX 16 e 17 de junho de 2016 Windsor Flórida Hotel - Rio de Janeiro - RJ Atualização na candidíase de repetição Existem novas propostas de tratamento? Vera Fonseca Conselheira do Conselho
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO TRIANGULO. Fitopatologia Básica. Professora : Fernanda G. Martins Maia
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO TRIANGULO Fitopatologia Básica Professora : Fernanda G. Martins Maia DIAGNOSE doenças de plantas FITOPATOLOGIA Sintomatologia Etiologia DIAGNOSE Controle Pré-requisito essencial
CÁLCULO DE MEDICAÇÃO. Matemática
CÁLCULO DE MEDICAÇÃO Profª Drª Ruth N T Turrini Símbolos ,, Matemática Os valores abaixo são iguais? 0,4-0,04-0,004 O que significa 3 n? 10 2, 10 3, 10 4 1 Transforme a porcentagem em número decimal:
Exercícios. 2) O paciente tem uma garrafa d água que contém 960 ml ou 4 xícaras de água. Quantos ml de água contêm cada xícara?
Exercícios 1) Você está com uma dieta limitada a 80g de carboidratos por dia. Esta quantidade corresponde a 320 calorias de carboidratos. Quantas calorias há em uma grama de carboidratos. 2) O paciente
Matemática CÁLCULO DE MEDICAÇÃO 11/08/2016. Transforme: Símbolos <, >,, Os valores abaixo são iguais? 0,4-0,04-0,004. O que significa 3 n?
Matemática CÁLCULO DE MEDICAÇÃO Símbolos ,, Os valores abaixo são iguais? 0,4-0,04-0,004 O que significa 3 n? Profª Drª Ruth N T Turrini 10 2, 10 3, 10 4 Transforme a porcentagem em número decimal:
Cultura microbiológica do leite na fazenda: uma nova ferramenta para o diagnóstico de mastite
sanidade Texto: Susana N. de Macedo Cristina S. Cortinhas Marcos V. dos Santos Cultura microbiológica do leite na fazenda: uma nova ferramenta para o diagnóstico de mastite O tratamento para os casos de
O PAPEL DO EXERCÍCIO NA INDUÇÃO DA MIOPATIA DORSAL CRANIAL (MDC) EM FRANGOS DE CORTE
I Mostra de Iniciação Científica I MIC 30/09 e 01/10 de 2011 Instituto Federal Catarinense Campus Concórdia Concórdia SC INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CAMPUS CONCÓRDIA CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA O PAPEL
Tuberculose. Definição Enfermidade infecto-contagiosa evolução crônica lesões de aspecto nodular - linfonodos e pulmão Diversos animais Zoonose
1 2 3 Tuberculose Definição Enfermidade infecto-contagiosa evolução crônica lesões de aspecto nodular - linfonodos e pulmão Diversos animais Zoonose ETIOLOGIA Família: Mycobacteriaceae Ordem: Actinomycetalis
GIARDÍASE. Profª Drª Iana Rafaela F. Sales
GIARDÍASE Profª Drª Iana Rafaela F. Sales [email protected] INTRODUÇÃO PRIMEIRO PROTOZOÁRIO INTESTINAL HUMANO A SER CONHECIDO Animalúnculos móveis em suas próprias fezes (1681) INTRODUÇÃO MORFOLOGIA
Giardíase Giardia lamblia
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA Campus Itaqui Curso de Nutrição Parasitologia Giardíase Giardia lamblia Mestrando : Félix Munieweg [email protected] Classificação taxonômica G. lamblia G. intestinalis
RESULTADO DE EXAMES LABORATORIAIS. Estado: MG
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ESCOLA DE VETERINÁRIA DEPARTAMENTO DE MED. VET. PREVENTIVA AQUAVET LAB. DE DOENÇAS DE ANIMAIS AQUÁTICOS RESULTADO DE EXAMES LABORATORIAIS Propriedade: Usina Irapé (Reservatório)
Anemia Infecciosa das Galinhas
Anemia Infecciosa das Galinhas Leonardo Bozzi Miglino Programa de Pós-graduação - UFPR Mestrado Ciências Veterinárias 2010 Histórico: Isolado e descrito no Japão (1979), chamado de agente da anemia das
APROVADO EM INFARMED. Folheto Informativo: Informação para o Utilizador. Bisolvon 2 mg/ml Solução oral Cloridrato de bromexina
Folheto Informativo: Informação para o Utilizador Bisolvon 2 mg/ml Solução oral Cloridrato de bromexina Este folheto contém informações importantes para si. Leia-o atentamente. Este medicamento pode ser
OCORRÊNCIA DE ANTECEDENTES FAMILIARES EM PACIENTES COM DISTÚRBIOS DO MOVIMENTO DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS NO ESTADO DE GOIÁS
Introdução: Os distúrbios do movimento (DM) englobam doenças agudas e crônicas caracterizadas por movimentos involuntários e/ou perda do controle ou eficiência em movimentos voluntários. DM são diversos
EXAME DE URETROGRAFIA CONTRASTADA PARA DIAGNÓSTICO DE RUPTURA URETRAL EM CANINO RELATO DE CASO
97 ISSN: 23170336 EXAME DE URETROGRAFIA CONTRASTADA PARA DIAGNÓSTICO DE RUPTURA URETRAL EM CANINO RELATO DE CASO ADAMS, M. I. 1, SANTOS, G. A. dos. 2 Resumo: O estudo teve como objetivo relatar, através
06/10/2017. Microbiologia da água
06/10/2017 Microbiologia da água Água Água potável 2,5 bilhões de pessoas não têm acesso ao saneamento básico países em desenvolvimento. 1,5 milhões de crianças morrem por ano, tendo como causa as diarréias.
ANTIFUNGICOS NA OFTALMOLOGIA EM EQUINOS
ANTIFUNGICOS NA OFTALMOLOGIA EM EQUINOS BOCARDO, Marcelo FERREIRA, Letícia Lemos GONZAGA, Priscila de A. Lanzi PARRA, Brenda Silvia FAGUNDES, Eduardo Siqueira Acadêmicos da Faculdade de Medicina Veterinária
Como Estudar Saúde da Criança para a prova de Enfermagem PROF. HYGOR ELIAS
Como Estudar Saúde da Criança para a prova de Enfermagem PROF. HYGOR ELIAS MORTALIDADE INFANTIL ALEITAMENTO MATERNO INTRODUÇÃO DE NOVOS ALIMENTOS ACOMPANHAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO CALENDÁRIO
ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DOS PSITACÍDEOS EM CATIVEIRO E IMPLANTAÇÃO DE ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL
ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DOS PSITACÍDEOS EM CATIVEIRO E IMPLANTAÇÃO DE ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL Jéssica Cristine Da Silva 1, Luciana Moura Campodonio 2 Jussara Maria Leite Oliveira Leonardo 3 RESUMO: Os
Micoses e zoonoses. Simone Nouér. Infectologia Hospitalar. CCIH-HUCFF Doenças Infecciosas e Parasitárias Faculdade de Medicina
Micoses e zoonoses Simone Nouér Infectologia Hospitalar CCIH-HUCFF Doenças Infecciosas e Parasitárias Faculdade de Medicina [email protected] Micoses Sistêmicas Endêmicas Oportunistas Distribuição geográfica
TÍTULO: EFEITO DA TERAPIA PERIODONTAL NÃO CIRÚRGICA SOBRE O CONTROLE GLICÊMICO EM INDIVÍDUOS COM DIABETES TIPO2 E PERIODONTITE CRÔNICA: ENSAIO CLÍNICO
16 TÍTULO: EFEITO DA TERAPIA PERIODONTAL NÃO CIRÚRGICA SOBRE O CONTROLE GLICÊMICO EM INDIVÍDUOS COM DIABETES TIPO2 E PERIODONTITE CRÔNICA: ENSAIO CLÍNICO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
INFORME TÉCNICO 001/2016
SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE INFORME TÉCNICO 001/2016 Vigilância Epidemiológica da Febre do ZIKA Vírus no Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro,
CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS E BACTERIANA DO LEITE CRU REFRIGERADO INDIVIDUAL E COMUNITÁRIO DE PROPRIEDADES RURAIS DO VALE DO RIO DOCE (MG) 1
325 CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS E BACTERIANA DO LEITE CRU REFRIGERADO INDIVIDUAL E COMUNITÁRIO DE PROPRIEDADES RURAIS DO VALE DO RIO DOCE (MG) 1 Thales Marcondes Ferreira Santos 2, Isabela de Castro
MÉTODOS DE ESTUDO DE BACTÉRIAS BUCAIS
LABORATÓRIO DE ANAERÓBIOS http://www.icb.usp.br/bmm/mariojac MÉTODOS DE ESTUDO DE BACTÉRIAS BUCAIS Prof. Dr. Mario J. Avila-Campos Para que isolar microrganismos? - Conhecer os diferentes tipos microbianos
Giardia duodenalis Giardíase
Parasitologia Biotecnologia Giardia duodenalis Giardíase Prof. Paulo Henrique Matayoshi Calixto Características Primeiramente descrita em 1681 por Anthon van Leeuwenhoek em suas próprias fezes; Acomete
SEGURANÇA ALIMENTAR NA AVICULTURA
INTRODUÇÃO SEGURANÇA ALIMENTAR NA AVICULTURA Nos dias de hoje, é indiscutível a necessidade do controle da presença de microrganismos nas rações de aves, devido principalmente às mudanças recentes nas
Anthony Bryan Araújo de Freitas (1); Nathália Stefane Gomes Tavares (2); Ana Maria Araújo de Freitas (3); Henrique John Pereira Neves (4)
TRATAMENTO DE ÁGUA CONTAMINADA PELA BACTÉRIA Pseudomonas aeruginosa POR ADSORÇÃO USANDO CARVÃO ATIVADO: ESTUDO DA INFLUÊNCIA DO ph, MASSA DE ADSORVENTE E AGITAÇÃO Anthony Bryan Araújo de Freitas (1); Nathália
Anatomia Funcional do Sistema Digestório das Aves
Anatomia Funcional do Sistema Digestório das Aves Cristina Fotin Especialização Anclivepa-SP esôfago inglúvio pró-ventrículo ventrículo intestino Ritchie, Harrisson and Harrison. Avian Medicine:principles
Imagem da Semana: Fotografia
Imagem da Semana: Fotografia Figura 1: Lesão cutânea em membro inferior Figura 2: Lesão cutânea em região frontal Enunciado Criança, sexo masculino, 3 anos e 6 meses, portador de leucemia linfoide aguda,
USO DE ANTIBIÓTICOS COMO PROMOTORES DE CRESCIMENTO E SEUS IMPASSES
USO DE ANTIBIÓTICOS COMO PROMOTORES DE CRESCIMENTO E SEUS IMPASSES Em Animais Domésticos Barbara do Prado Verotti Graduanda de Medicina Veterinária 2011 História da descoberta Muitas culturas da antiguidade
Administração de medicamentos em ruminantes: algumas considerações
Administração de medicamentos em ruminantes: algumas considerações Rubens Alves Pereira Farmacêutico Industrial Mestre em Biotecnologia Doutorando em Veterinária Objetivo Abordar alguns aspectos muitas
Patologia Clínica e Cirúrgica
V e t e r i n a r i a n D o c s Patologia Clínica e Cirúrgica Prolapso Retal Definição É uma enfermidade caracterizada pela protrusão de uma ou mais camadas do reto através do ânus. Ele pode ser parcial
ANTIFUNGIGRAMA: QUANDO SOLICITAR E COMO INTERPRETAR
ANTIFUNGIGRAMA: QUANDO SOLICITAR E COMO INTERPRETAR O antifungigrama é recomendado para situações específicas quando o paciente portador de fungemia e/ou imunocomprometido não responde bem ao tratamento
Archives of Veterinary Science ISSN X PREVALÊNCIA DE SALMONELLA SP. EM CALOPSITAS (NYMPHICUS HOLLANDICUS) MANTIDAS EM CATIVEIRO COMERCIAL
Archives of Veterinary Science ISSN 1517-784X v.20, n.2, p.155-160, 2015 www.ser.ufpr.br/veterinary PREVALÊNCIA DE SALMONELLA SP. EM CALOPSITAS (NYMPHICUS HOLLANDICUS) MANTIDAS EM CATIVEIRO COMERCIAL (Prevalence
FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS
FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS Título do Projeto: Frequência dos tipos sanguíneos A, B e AB dos felinos domésticos da encaminhados para o Hospital Veterinário UNISUL Área de Conhecimento
GRIPE INFLUENZA TIPO A H1N1. Prefeitura Municipal de Campinas Secretaria Municipal de Saúde Coordenadoria de Vigilância em Saúde
GRIPE INFLUENZA TIPO A H1N1 Prefeitura Municipal de Campinas Secretaria Municipal de Saúde Coordenadoria de Vigilância em Saúde 2009 1 O que é a gripe A (H1N1)? É uma doença respiratória causada pelo vírus
9º ano em AÇÃO. Assunção contra o mosquito!
Paz e Bem 9º ano em AÇÃO Assunção contra o mosquito! Informações sobre o mosquito Mosquito doméstico Hábitos Reprodução Transmissão vertical DENGUE Transmissão: principalmente pela picada do mosquito
Doenças veiculadas por água contaminada
Doenças veiculadas por água contaminada FORMAS DE CONTAMINAÇÃO Contato da pele com água contaminada; Ingestão de água contaminada; Ausência de rede de esgoto, falta de água ou práticas precárias de higiene;
Clostridiose Alimentar (C. perfringens)
CLOSTRIDIOSE ALIMENTAR (C. botulinum) Clostridiose Alimentar (C. perfringens) Nomes populares Clostridium perfringens Agente causador Clostridium perfringens Espécies acometidas Aves e mamíferos. Sintomas
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 9 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO COLIVET 2 000 000 UI/ml, concentrado para solução oral para suínos e aves. 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA
ROTAVÍRUS Juliana Aquino
Juliana Aquino A infecção pelo rotavírus varia de um quadro leve, com diarréia aquosa e duração limitada à quadros graves com desidratação, febre e vômitos. Estima-se que essa doença seja responsável por
Microbiota da orofaringe e fezes de avestruzes (Struthio camelus) clinicamente sadios: estudos preliminares.
49 Microbiota da orofaringe e fezes de avestruzes (Struthio camelus) clinicamente sadios: estudos preliminares. Microbiota of the oropharynx and feces of clinically normal ostriches (Struthio camelus):
Análise de Tecnologias Prática. Renan Padron Almeida Analista de Tecnologia
Análise de Tecnologias Prática Renan Padron Almeida Analista de Tecnologia Agenda Caracterização de Tecnologias Perfil Tecnológico Comunicação de Invenção Matriz de Priorização Agenda Caracterização de
Professora Especialista em Patologia Clínica UFG. Rua 22 s/n Setor aeroporto, CEP: , Mineiros Goiás Brasil.
1 OCORRÊNCIA DE CASOS DE CINOMOSE DIAGNOSTICADOS NO MUNICÍPIO DE MINEIROS-GO Juciene Silva Oliveira 1, Marinara Lemos 1, Emília da Costa Garcia 1, Karla Irigaray Nogueira Borges 2 1 Acadêmicas do Curso
FARMACOVIGILÂNCIA A QUALIDADE FQM EM SUAS MÃOS ENTENDA MANUAL COMO E POR QUE. RELATAR EventoS AdversoS
FARMACOVIGILÂNCIA A QUALIDADE FQM EM SUAS MÃOS MANUAL ENTENDA COMO E POR QUE RELATAR EventoS AdversoS Apresentação O desastre da Talidomida no final da década de 50 foi um marco mundial na história da
Appendix 1 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS Questionário de Triagem para Determinação de Intervalo de Referência Todas as informações são
Universidade Estadual de Ponta Grossa / Departamento de Zootecnia / Castro-PR. Palavras chaves: Avicultura, Lactobacillus sp, probióticos.
BIOMETRIA E ph DO TRATO DIGESTÓRIO DE FRANGOS DE CORTE SOB DESAFIO DE CAMA REUTILIZADA E ALTA DENSIDADE Liliane Heuert (PROVIC/UEPG), Bruno Machado, Kátia Nagano, Shivelly Galetto, Bruna Fittkau, Felipe
Identificação K.G.R.A, feminino, 4 anos de idade, residente no Município A, Bairro Nova América.
Caso clínico 1 Identificação K.G.R.A, feminino, 4 anos de idade, residente no Município A, Bairro Nova América. História da Doença Atual Foi atendida na unidade básica do Programa de Saúde da Família no
QUESTIONÁRIO PARA PACIENTES ALÉRGICOS
1 HISTÓRIO CLÍNICO DERMATOLÓGICO Data / / Proprietário Endereço Cidade Estado Fone residencial Fone comercial FAX Questionário preenchido por INFORMAÇÕES Nome do paciente Raça Sexo Idade Quando e onde
Uma simples técnica para detectar metrite
Uma simples técnica para detectar metrite Stephanie Stella, Anne Rosi Guadagnin, Angelica Petersen Dias, and Dr. Phil Cardoso Não existem dúvidas que o parto é uma situação estressante para a vaca e seu
Alternativas terapêuticas para o tratamento de cetose clínica
Alternativas terapêuticas para o tratamento de cetose clínica Apresentação: Fabiane de Moraes Orientação: Paula Montagner Caso Clínico ANAMNESE - Parto gemelar - 7dpp Dia 16/09 o animal apresentou-se em
EXAMES PARA AVES DE ESTIMAÇÃO
SÃO CAMILO BIOTECNOLOGIA EXAMES PARA AVES DE ESTIMAÇÃO TABELA DE PREÇOS - VIGÊNCIA 2016/2017 EXAMES PARA AVES DE ESTIMAÇÃO SEXAGEM DE AVES POR DNA AMOSTRA PRAZO * PREÇO Sexagem on line Penas, sangue ou
MANEJO REPRODUTIVO DE VACAS DE LEITE NO PRÉ- PARTO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS RIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA DISCIPLINA CRIAÇÃO DE RUMINANTES MANEJO REPRODUTIVO DE VACAS DE LEITE NO PRÉ- PARTO Erika Bezerra de Menezes Prof.
TÍTULO: ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE ESPONJAS UTILIZADAS NA HIGIENIZAÇÃO DE UTENSÍLIOS DE COZINHA DE RESTAURANTES DO MUNICÍPIO DE ANÁPOLIS-GO
Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE ESPONJAS UTILIZADAS NA HIGIENIZAÇÃO DE UTENSÍLIOS DE COZINHA DE RESTAURANTES
DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DE DOENÇAS BACTERIANAS
DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DE DOENÇAS BACTERIANAS CAMPOS, Daniele Ferrari DABUS, Daniela Marques Maciel LIMA, Gabriela Silva TRENTIN, Thays de Campos LÉO, Vivian Fazolaro Acadêmicos da Faculdade de Medicina
05/03/2017. Zoonose. Cocobacilos gram (-) Colônias Lisas B. suis (A e M) B. abortus (A) B. melitensis (M)
Doença infectocontagiosa crônica provocada por bactérias do Gênero Brucellasp. Impacto econômico Queda na produção e aborto Repetição de cio / retenção de placenta Zoonose Cocobacilos gram (-) Colônias
PROBIÓTICOS AO SEU ANIMAL DE COMPANHIA
Os benefícios da administração de PROBIÓTICOS AO SEU ANIMAL DE COMPANHIA Benefícios dos probióticos. Em humanos, os diversos benefícios para a saúde derivados da toma regular de probióticos - as chamadas
A bronquite infecciosa (BI) é uma doença viral e contagiosa das aves, disseminada no mundo todo.
[email protected] A bronquite infecciosa (BI) é uma doença viral e contagiosa das aves, disseminada no mundo todo. Coronaviridae, gênero Coronavírus. Três grupos compõem o gênero Coronavírus, o
CAMPANHA DE VACINAÇÃO ANUAL CONTRA A RAIVA EM CÃES E GATOS NO MUNICÍPIO DE BOTUCATU
44 a CAMPANHA DE VACINAÇÃO ANUAL CONTRA A RAIVA EM CÃES E GATOS NO MUNICÍPIO DE BOTUCATU 2014. José Rafael Modolo(Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia unesp Botucatu), Cassiano Victória(Faculdade
Z O O N O S E S E A D M I N I S T R A Ç Ã O S A N I T Á R I A E M S A Ú D E P Ú B L I C A LEPTOSPIROSE DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
Z O O N O S E S E A D M I N I S T R A Ç Ã O S A N I T Á R I A E M S A Ú D E P Ú B L I C A LEPTOSPIROSE DIAGNÓSTICO LABORATORIAL 1. PESQUISA DIRETA DE ESPIROQUETA Urina / Soro / LCR Visualização de espiroquetas
Simone Suplicy Vieira Fontes
Simone Suplicy Vieira Fontes Declaração de conflito de interesse Não recebi qualquer forma de pagamento ou auxílio financeiro de entidade pública ou privada para pesquisa ou desenvolvimento de método diagnóstico
EDITAL FADEX nº 010/2017, DE 17 DE JULHO DE PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA BOLSAS DE ESTÁGIO E PROJETO DE PESQUISA
EDITAL FADEX nº 010/2017, DE 17 DE JULHO DE 2017. PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA BOLSAS DE ESTÁGIO E PROJETO DE PESQUISA A Coordenação do Projeto Institucional e de Extensão "Jornadas de Estudos em
Proteção de Cultivares de Cenoura
I. OBJETIVO ANEXO I INSTRUÇÕES PARA EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DE CENOURA (Daucus carota L.) Estas instruções para execução dos ensaios de distingüibilidade,
OTOTOXICIDADE DO AMINOGLICOSÍDEO
OTOTOXICIDADE DO AMINOGLICOSÍDEO ALMENARA, Fabrício S. RIBEIRO, Letícia MATSUNO, Roldy M.S. LOPES, Romulo M.Gomes OLIVEIRA, Tatiane Santos PEREIRA, Daniela mello Docente Veterinária FAMED Garça RESUMO
PARASITOSES EMERGENTES e OPORTUNISTAS
PARASITOSES EMERGENTES e OPORTUNISTAS Parasitoses emergentes: Doenças parasitárias comuns em animais e que têm sido assinaladas com maior frequência no homem ultimamente. Parasitoses emergentes Motivos:
Informe Epidemiológico Raiva 25/11/2014
Página 1 / 7 Aspectos Epidemiológicos A raiva é uma encefalite viral aguda, transmitida por mamíferos e que apresenta dois ciclos de transmissão: urbano e silvestre. É de grande importância epidemiológica
Universidade Federal de Pelotas Departamento de Veterinária Preventiva Toxoplasmose Zoonoses e Administração em Saúde Pública
Universidade Federal de Pelotas Departamento de Veterinária Preventiva Toxoplasmose Zoonoses e Administração em Saúde Pública Fábio Raphael Pascoti Bruhn Por que estudar a toxoplasmose Zoonose Nos EUA,
FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETA FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETIVA
FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETA FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETIVA Graduação 1 FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETIVA UNIDADE 5 ALIMENTAÇÃO PARENTERAL Nesta unidade estudaremos a importância
Infecções causadas por microrganismos multi-resistentes: medidas de prevenção e controle.
INFORME TÉCNICO XXXVII Outubro 2010 Infecções causadas por microrganismos multi-resistentes: medidas de prevenção e controle. Definição de microorganismos multi-resistentes: São microrganismos resistentes
B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO SÍFILIS ano I nº 01
B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO SÍFILIS 2 012 ano I nº 01 2012. Ministério da Saúde É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Expediente Boletim Epidemiológico - Sífilis
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE VETERINÁRIA CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE VETERINÁRIA CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA OCORRÊNCIA DE DOENÇAS MICÓTICAS EM AVES SILVESTRES NO BRASIL Autor: Cibele Floriano Fraga PORTO ALEGRE 2014/1
TÍTULO: Uso de produto probiótico no controle de diarreia em Katarinas (Bolborhynchus lineola)
TÍTULO: Uso de produto probiótico no controle de diarreia em Katarinas (Bolborhynchus lineola) Lilian V. Ceolin 1, Isadora M. de O. Corrêa 2, Larissa Q. Pereira 2, Mauro Felin 2, Maristela Lovato 3 INTRODUÇÃO:
Foi-me solicitado, pelos editores, prefaciar a obra... [Prefácio]
Universidade de São Paulo Biblioteca Digital da Produção Intelectual - BDPI Departamento de Patologia - FMVZ/VPT Livros e Capítulos de Livros - FMVZ/VPT 2014 Foi-me solicitado, pelos editores, prefaciar
MÉTODOS ALTERNATIVOS DE MUDA FORÇADA EM POEDEIRAS COMERCIAIS
MÉTODOS ALTERNATIVOS DE MUDA FORÇADA EM POEDEIRAS COMERCIAIS Larissa O. CARVALHO 1 ; Renata M. de SOUZA²; Alexandre T. FERREIRA 3 ; Jonathan MENDES 4 ; Hemerson J. ALMEIDA 5 RESUMO Foi realizado experimento
Cryptosporidium Do grego Kryptos = escondido, spora = Semente
1 2 Cryptosporidium Cryptosporidium spp Cryptosporidium Do grego Kryptos = escondido, spora = Semente Coccídio ~ 4 a 8 µm de diâmetro Filo: Apicomplexa Classe: Sporozoea Ordem: Eucoccidiida Família: Cryptosporididae
Serviço Público Federal CONCURSO PÚBLICO 2014 INSTRUÇÕES GERAIS. Nº do doc. de identificação (RG, CNH etc.): Assinatura do(a) candidato(a):
Serviço Público Federal UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CONCURSO PÚBLICO 2014 PROVA TIPO 1 Cargo de Nível Médio: Código: 13 Técnico de Laboratório MICROBIOLOGIA 2014 Universidade Federal de Alagoas (Edital
MICROSCOPIA DIRETA EM FEZES DE POMBOS DOMÉSTICOS DE VIDA LIVRE DO MERCADO DO VER-O-PESO, BELÉM-PA.
1 MICROSCOPIA DIRETA EM FEZES DE POMBOS DOMÉSTICOS DE VIDA LIVRE DO MERCADO DO VER-O-PESO, BELÉM-PA. BRUNA ALVES RAMOS 1, ANDRÉA MARIA GÓES NEGRÃO 2, ALEXANDRE DO ROSÁRIO CASSEB 3, MANOEL DOS DANTOS CORREA
