Período de Latência (PL) Salomé Vieira Santos. Psicologia Dinâmica do Desenvolvimento
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- Carolina Marques Leveck
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1 Período de Latência (PL) Salomé Vieira Santos Psicologia Dinâmica do Desenvolvimento Março de 2017
2 Freud PL o período de desenvolvimento psicossexual que surge com a resolução do complexo de Édipo etapa que separa o período edipiano e a puberdade (marcada pela 2ª escolha de objecto - a partir dos anos) haveria um adormecimento das pulsões sexuais; a líbido estaria adormecida, em latência, pelo efeito do recalcamento
3 As tendências libidinais pertencentes ao CE são em parte: dessexualizadas e sublimadas inibidas no seu objectivo e transformadas em movimentos afectuosos Todo este processo: preservou o orgão genital afastou o perigo da sua perda paralisou-o - removeu a sua função
4 Na latência: Reforça-se o recalcamento do passado Há uma crescente abertura ao mundo exterior, à aprendizagem e à socialização Este processo é promovido pela: Sublimação (canalização da energia sexual para fins diferentes - não sexuais) Formação reactiva sistema de contra-força face à excitação sexual - barreiras expressas sob a forma, p. ex., de pudor e moralidade Outro aspecto fundamental para a latência - as identificações e as suas implicações para a cr (identificações aos dois progenitores após o CE)
5 Se algo falha (i.e., o recalcamento), a sexualidade (ao não passar ao estado latente) perturba o comportamento e a adaptação social e escolar. Entrada para a escola primária - o investimento nos processos intelectuais só é regular (e consistente) desde que haja um certo desinvestimento das relações afectivas densas e conflituais do período anterior. As crianças muito dependentes do ponto de vista emocional ou prisioneiras dos conflitos de ambivalência face aos pais integram-se mal na escola.
6 Coimbra de Matos Se suficientemente satisfeita a curiosidade sexual infantil (e.g., conhecimento da gestação, nascimento, cópula ) e estabelecida a identidade sexual a cr parte para a conquista cognitiva de novos territórios é o conhecimento do mundo natural e cósmico, do social e cultural, mas também do ético e ideal (justiça, fraternidade)
7 É este interesse por um mundo inteligível e afectivo alargado que caracteriza este período A cr cresce em conhecimento do real, em expressão simbólica e em saber ligado à socialização (aprendizagem e obediência às leis do grupo)
8 Não é ( ) o recalcamento da sexualidade que provoca a entrada no período de latência, mas é o suficiente saber sobre a sexualidade o que permite o acesso ( ) aos demais saberes, que faz [a criança] partir em busca de novos conhecimentos A L não verificada é a avidez do saber insatisfeita
9 Pseudo-latência/ausência de L parasitação do dito PL por problemas de conhecimento sexual/identidade sexual não resolvidos (intromissão de preocupações do passado )
10 B. Bornstein 2 Fases 1ªfase Primeira latência (5/6-8/9 anos) há um intenso conflito ligado às fantasias e actividades masturbatórias e a cr está claramente preocupada com os seus conflitos internos as defesas contra as pulsões são ainda pouco fiáveis o SE apresenta-se ainda algo imaturo e ineficaz, facilitando regressões temporárias a níveis pré-genitais
11 2ªfase Segunda latência (8/9-10/11anos) As defesas contra as pulsões apresentam-se mais fiáveis O SE está mais maduro e o Eu mais forte e mais ligado à realidade A cr tende a sentir-se em sintonia consigo e com o mundo que a rodeia, numa luta pela estabilidade e pela consolidação das aquisições já conseguidas (e que constituem a sua identidade)
12 Para a autora, no PL há a manutenção da sexualidade como há um interdito relativamente à masturbação genital a cr recorre a equivalentes masturbatórios A sua conceptualização põe em causa a dessexualização deste período (a sexualidade é mantida, mas assume a dimensão de uma luta contra a masturbação)
13 Outros Autores C. Sarnoff estrutura do eu específica da latência a activação de diversas modalidades defensivas e a fantasia (defesa) oferece novas possibilidades de satisfação P. Denis - perda narcísica associada à renuncia edipiana e consequente busca de gratificação narcísica na relação com os pais; elaboração dos sentimentos depressivos decorrentes da renuncia edipiana (constitui o cerne da reparação narcísica que a cr procura fazer) C. Arbisio - Lesourd a promessa edipiana é o organizador do psiquismo da latência i.e., a convicção de que realizará os seus desejos qd deixar a infância (imaturidade da cr protege-a, remetendo para mais tarde qd for grande a realização dos desejos)
14 Teresa Ferreira Todo o período da latência vai reforçar a identidade sexual através de novas experiências relacionais, novos tipos de conflitualidade-confronto com professores-pais, colegas-irmãos, numa sequência que deve confirmar a cr no poder do seu próprio sexo, nas escolhas afectivas e na capacidade de pensar Boa latência cr que apresenta certa maturação do eu, uma coerência no seu funcionamento, o sentimento de estar bem consigo mesma e com os outros, tirando prazer na relação com crs e adultos, em casa e na escola
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