PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
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- Natália Macedo Lage
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1 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Período: Maio de 2017 a Maio de 2018
2 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS ÍNDICE Nº ITEM ASSUNTO PÁG 1 INTRODUÇÃO 02 2 OBJETIVO 02 3 IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO 04 4 RESPONSABILIDADES DO PPRA 05 5 ESTRUTURA DO PPRA 05 6 DESENVOLVIMENTO DO PPRA 06 7 CONSTITUIÇÃO DA CIPA 12 8 ARTICULAÇÀO COM O PCMSO 12 9 AVALIAÇÀO DO LOCAL DE TRABALHO E DO TRABALHADOR AVALIAÇÀO DOS RISCOS E DAS EXPOSIÇÕES DOS TRABALHADORES RISCOS BIOLÓGICOS MEDIDAS DE PROTEÇÃO PARA PERFUROCORTANTES PROCEDIMENTOS DE ANÁLISES RISCOS QUÍMICOS NA UNIDADE DE URGÊNCIA ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES DISPOSIÇÒES FINAIS RESPONSABILIDADE TÉCNICA ANEXOS 27
3 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS 1 INTRODUÇÃO Em cumprimento ao disposto na Norma Regulamentadora n.º 09 Programa de Prevenção de s Ambientais PPRA, NR 32 Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde, redação dada pela Portaria MTE n.º 485, de 11/11/05, Portaria de 08/06/78 e suas alterações. O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE MATERNIDADE DE REFERÊNCIA ZONA LESTE (MATERNIDADE ANA BRAGA), na conservação da saúde e integridade de seus servidores, através de medidas inicialmente preventivas, estando integrado com o disposto nas demais NR s e em especial com o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional), previsto na NR Os níveis de ação representam efetivamente o caráter preventivo da norma, buscando corrigir os agentes de risco em sua forma, ainda incipiente. Este documento base está estruturado de conformidade com a NR-9 e NR 32, e contém todas as etapas do programa, dando ênfase aos aspectos legais, mostrando as responsabilidades da Instituição e dos servidores, perante o PPRA e os procedimentos que deverão ser seguidos. 2 OBJETIVO a) Garantir um ambiente de trabalho saudável e seguro para seus servidores, fornecendo parâmetros legais e técnicos considerando a preservação da saúde e da integridade física dos servidores através da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho. b) Estabelecer as diretrizes básicas para a implementação e medidas de proteção à segurança e à saúde dos servidores em estabelecimentos de assistência à saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral. 2
4 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS c) Para fins de aplicação desta Norma Regulamentadora NR entende-se por estabelecimento de assistência à saúde da população, em qualquer nível de complexidade, em regime de internação ou não. Em consonância, o PCMSO Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional deverá estar baseado nas informações contidas no PPRA, ou seja, o reconhecimento e avaliação dos riscos servirão de base para a reavaliação e implantação de novas ações no PCMSO. SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE MATERNIDADE DE REFERÊNCIA ZONA LESTE (MATERNIDADE ANA BRAGA) tem como política preservar a saúde e a integridade física de seus servidores, através da adoção de práticas seguras de trabalho no desenvolvimento de suas atividades e/ou serviços. Para que esta política torne-se realidade, estabelecemos como compromissos permanentes: Garantir o cumprimento dos requisitos e regulamentações legais; Atuar preventivamente quanto aos riscos de cada operação e a exposição de seus servidores; Manter a equipe conscientizada, treinada e qualificada ao cumprimento de seus deveres e responsabilidades. 3
5 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS 3 IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO Razão Social: SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE - SUSAM Nome Fantasia: Maternidade de referência Zona Leste (Maternidade Ana Braga) CNPJ: / Endereço: N Bairro: CEP: Av. Cosme Ferreira S/N São José I Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE) Principal: Cidade / Estado: Manaus/AM Atividades de Atendimento Hospitalar, Exceto Pronto-Socorro e Unidades para Atendimento a Urgências. Grau de : 03 Grupo: C-34 N de Funcionários Previstos: 408 Característica do Ambiente: Prédio todo em alvenaria, piso revestido com manta importada, forro em PVC, divisórias em gesso acartonado, janelas de vidro, Iluminação artificial (luminárias) e natural, ambiente climatizado. Horários de Trabalho: Administração/Direção Geral: Plantão de 12h diurno/ 07:00h ás 13:00h - Comercial Recursos Humanos: 07:00h ás 13:00h Comercial Núcleo interno de regulação: 07:00h ás 13:00h Comercial Ultrassonografia: Plantão de 12h - diurno e noturno Laboratório: Plantão de 12h - diurno e noturno/07:00h ás 13:00h - Comercial Transfusional Plantão de 12h diurno e noturno/07:00h ás 13:00h Comercial Banco de Leite Humano: Plantão de 12h diurno e noturno/07:00h ás 13:00h Comercial Gerencia de técnica: Plantão de 12h - diurno e noturno/07:00h ás 13:00h Comercial CCIH: 07:00h ás 13:00h Comercial e no Final de semana 4:00h UTI Materna: Plantão 12 - diurno e noturno UTI Neonatal I: Plantão de 12h diurno e noturno/07:00h ás 13:00h Comercial Farmácia: Plantão de 12h diurno e noturno/07:00h ás 13:00h Comercial Same: 07:00h ás 13:00h Comercial Transporte: Plantão de 24h diurno e noturno Pré-parto: Plantão de 12h diurno e noturno Recepção Central: Plantão de 12h diurno e noturno Recepção admissão: Plantão de 12h diurno e noturno 4
6 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Centro Cirúrgico: 07:00h ás 13:00h/ 13:00h ás 19:00h ( Dois turnos) Ouvidoria: 07:00h ás 13:00h Comercial Almoxarifado: Plantão de 12h diurno e noturno/07:00h ás 13:00h Comercial Admissão: Plantão de 12h diurno e noturno/07:00h ás 13:00h Comercial Imunização: Plantão de 12h diurno e noturno SISREG: Plantão de 12h diurno e noturno Contabilidade: 07:00h ás 13:00h Comercial Compas/financeiro: 07:00h ás 13:00h Comercial Serviço Social: Plantão de 12h diurno e noturno/07:00h ás 13:00h Comercial Contrato e Licitação: 07:00h ás 13:00h Comercial Alcon I: Plantão de 12h diurno e noturno Alcon II: Plantão de 12h diurno e noturno Alcon III: Plantão de 12h diurno e noturno Planejamento Familiar: Plantão de 12h diurno e noturno/07:00h ás 13:00h Comercial CME: Plantão de 12h diurno e noturno UCI Neonatal: Plantão de 12h diurno e noturno Coordenação /Supervisão de enfermagem: 12h diurno e noturno/07:00h ás 13:00h Comercial Enfermagem Educação Continuada: 07:00h ás 13:00h Comercial Canguru: Plantão de 12h diurno e noturno/07:00h ás 13:00h Comercial Patrimônio: 07:00h ás 13:00h Comercial Radiologia: Plantão de 12h diurno e noturno 4 RESPONSABILIDADES DO PPRA A implementação do Programa de Prevenção de s Ambientais terá como responsável o Gerente Administrativo, com a participação de todos os servidores. 5 ESTRUTURA DO PPRA A estrutura do PPRA é mostrada a seguir: 5.1. Planejamento Anual O planejamento Anual das atividades do PPRA será executada tomando-se por base o ANEXO A Estratégias e Metodologia de Ação O Programa de Prevenção de s Ambientais seguiram as seguintes etapas: a) Antecipação e reconhecimento dos riscos; b) Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle; 5
7 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS c) dos riscos e da exposição dos trabalhadores; d) Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia; e) da exposição aos riscos; f) Registro e divulgação dos dados. 6 DESENVOLVIMENTO DO PPRA 6.1. Antecipação dos s Ambientais A antecipação dos riscos consiste na identificação dos aspectos e prévia avaliação dos impactos nos processos operacionais existentes, ou no anteprojeto de implantação de um processo ou atividade, sendo-se para isso observados os produtos ou recursos utilizados/obtidos (matérias-primas, aditivos, produtos intermediários e produtos finais), além das condições de operação (temperatura, pressão, manutenção, etc.) e as medidas de controle já implantadas, com periódica reavaliação de sua eficiência. Tal etapa tem como objetivo, a antevisão dos possíveis riscos a serem detectados durante uma análise preliminar de riscos do ambiente de trabalho Reconhecimento dos s Ambientais A referida etapa tem como objetivo o reconhecimento dos riscos existentes nos ambientes de trabalho, onde são informados: O risco identificado; As fontes/causas existentes nos postos de trabalho e eventuais trajetórias dos agentes até os expostos; A atividade, tipo e tempo de exposição; A existência de efeitos, incidência de queixas, indicadores biológicos, disposição ou alterações de saúde existentes; A categoria de risco na qual se enquadra a situação, em função das conseqüências (efeitos) do processo operacional; As medidas de controle já existentes, suas propostas de alterações e as medidas de controle a serem implantadas. 6
8 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Serão considerados riscos ambientais para efeito de cumprimento legal (conforme a NR 09) os seguintes agentes a serem levantados: Agentes Físicos - Aqueles decorrentes de diversas formas de energia a que possam estar expostos os servidores); Agentes Químicos - Aqueles provenientes de substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, ou possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão; Agentes Biológicos - Microorganismos em geral, dentre outros, que não relacionados anteriormente possam comprometer a segurança e a saúde dos servidores Ambiental As avaliações ambientais foram efetuadas na Instituição em plena atividade. Foram avaliados, onde existirem, os riscos Físicos (ruído, calor e radiação ionizante), Ergonômico (iluminação ), Químicos (produtos químicos em geral) e Biológicos (bactérias, fungos, parasitas, vírus, e outros). As avaliações foram realizadas conforme relacionamos abaixo: Ruído: Os níveis de ruído contínuo ou intermitente foram medidos em decibéis (db) com instrumento de nível de pressão sonora operando no circuito de compensação A e circuito de resposta lenta (SLOW). As medidas foram feitas próximas ao ouvido do trabalhador, e a diversas distâncias da fonte geradora do ruído. Calor: Foi avaliado através do Índice de Bulbo Úmido - Termômetro de Globo (), com termômetro de bulbo úmido natural, termômetro de globo e termômetro de mercúrio comum. As medições serão efetuadas no local onde permanece o trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida. Radiação Ionizante: Foi avaliado qualitativamente. Lux: Foi avaliado através de Luxímetro, posto de trabalho. Biológicos: Foi avaliado qualitativamente Equipamentos Utilizados 7
9 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Na realização das avaliações do agente RUÍDO foi utilizado o seguinte instrumento: INSTRUMENTO DECIBELÍMETRO DIGITAL * MODELO/MARCA DEC -460 / INSTRUTHERM Na realização das avaliações do agente CALOR foi utilizado o seguinte instrumento: INSTRUMENTO TERMÔMETRO DE GLOBO DIGITAL* MODELO/MARCA TGD 200 / INSTRUTHERM Na realização das avaliações de ILUMINÂNCIA foi utilizado o seguinte instrumento: INSTRUMENTO LUXÍMETRO DIGITAL * MODELO/MARCA LD NSTRUTHERM 6.4. Probabilidades de ocorrência do dano BAIXA Tempo de exposição ao agente, é inferior a 30 minutos por dia de trabalho. MÉDIA Tempo de exposição diária é superior a 30 minutos, e inferior a 4 horas por dia. ALTA Tempo de exposição diária é superior a 4 horas PROBABILIDADE GRAVIDADE BAIXA MÉDIA ALTA BAIXA TOLERÁVEL MODERADO SUBSTANCIAL MÉDIA TOLERÁVEL MODERADO SUBSTANCIAL ALTA MODERADO SUBSTANCIAL INTOLERÁVEL = Gravidade x Probabilidade de ocorrência Ações de Controle dos s 8
10 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Esta fase constitui-se na execução das medidas de controle das etapas anteriores, de acordo com as metas e as prioridades estabelecidas. Ações são tomadas em função da gradação do risco, conforme tabela a seguir: RISCO TOLERÁVEL MODERADO SUBSTANCIAL INTOLERÁVEL AÇÕES DE CONTROLE DOS RISCOS A exposição pode permanecer dentro dos parâmetros verificados, podendo ser adotadas medidas visando à melhoria contínua. Reavaliar os meios de controle e quando adotar medidas complementares visando à manutenção ou melhoria do controle sobre as exposições ocupacionais. Implantar ações de controle em caráter prioritário ou corrigir falhas nas medidas existentes. Interromper o processo, pacote de trabalho, atividade ou tarefa, nas condições levantadas, implantar em caráter emergencial as ações de controle e estabelecer ações de melhoria Medidas de proteção Coletiva Quando comprovado a inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva ou quando estas não forem suficientes ou encontrar-se em fase de estudo, planejamento ou implantação, ou ainda em caráter complementar ou emergencial, deverão ser adotados, obedecendo à seguinte Hierarquia. a) Medidas de caráter administrativo ou de organização de trabalho; b) Utilização de equipamento de proteção Individual EPI Medidas de proteção segundo NR- 32 As medidas de proteção devem ser adotadas a partir do resultado da avaliação, prevista no PPRA. Caso os resultados da avaliação demonstrem que a exposição, ou possível exposição, referem-se somente aos agentes biológicos classificados no grupo 1, do anexo I, devem ser adotados as medidas citadas nos itens , ,
11 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Nos laboratórios, a avaliação de risco prevista no PPRA, deve determinar a escolha do nível de biossegurança a ser adotado, conforme estabelecimento na resolução de Diretoria Colegiada n. 50, de 21 de fevereiro de 2002, da ANVISA, Ministério da Saúde Medidas de Controle Nesta fase será imprescindível adotar determinadas medidas de controle necessárias e suficientes para eliminação, minimização ou controle dos riscos ambientais, sempre que for identificada uma das seguintes situações abaixo: a) Identificação na fase de antecipação de risco potencial à saúde; b) Constatação na fase de reconhecimento de risco evidente à saúde, ou existência de nexo causal; c) Quando os resultados das avaliações receberem os valores dos limites de tolerância previstos na NR-15, ou na ausência destes. Os valores limites de exposição ocupacional adotados pela ACGIH (American Conference of Governamental Industrial Higyenists). Essas medidas de controle deverão obedecer à seguinte hierarquia: a) Medidas de proteção coletiva (redução da utilização ou formação do agente prejudicial, intervenção na fonte geradora do risco - liberação ou disseminação, redução dos níveis ou concentração no ambiente); b) Medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho; c) Utilização de equipamentos de proteção individual portador de Certificado de Aprovação o C.A Implantação das medidas de controle e avaliação da sua eficácia O resultado, desenvolvimento e implantação das medidas de proteção coletiva deverão obedecer à seguinte Hierarquia: 10
12 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS a) Medidas que eliminem ou reduzam a utilização ou formação de agentes prejudiciais à saúde; b) Medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho; c) Medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho. A Implantação das medidas de controle coletiva deverá ser acompanhada de treinamentos dos trabalhadores quanto aos procedimentos que assegurem a sua eficiência e informação sobre as eventuais limitações de proteção que ofereçam Do monitoramento dos riscos Para o monitoramento da exposição dos servidores e das medidas de controle deve ser realizada uma avaliação sistemática e repetitiva da exposição a um dado risco, visando à introdução ou modificação das medidas de controle, sempre que. O monitoramento dos riscos se encontra no ANEXO G deste Programa Registro e divulgação dos dados Será mantido um registro de dados, impresso ou digital, estruturado de forma a constituir um arquivo técnico e administrativo do desenvolvimento do PPRA. Os dados serão mantidos por um período mínimo de 20 anos, a contar da emissão, que estará sempre disponível aos seus trabalhadores, representantes e autoridades competentes. A divulgação dos dados poderá ser: através de DSS Diálogo Semanal de Segurança, cartazes, nas reuniões da CIPA, por ocasião da SIPAT e quadros de avisos Periodicidade do PPRA Deverá ser efetuada, sempre que, e pelo menos uma vez ao ano, uma análise global do PPRA para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes s e estabelecimento de novas metas e prioridades. 11
13 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Plano de Ação para Prevenção de s Ambientais Reunido as informações inerentes às condições de trabalho, bem como, as medidas de cunho administrativo, emprega-se o esquema macro, denominado plano de ação, cujo propósito é formar um cronograma anual de medidas técnico-administrativas para o alcance das conformidades exigidas pelos padrões operacionais de segurança, e Normas do Ministério do Trabalho. 7 CONSTITUIÇÃO DA CIPA De acordo com o quadro I da NR- 05, que vem tratar do dimensionamento da CIPA, realizado de acordo com a quantidade de funcionários, CNAE e grau de risco, concluise que, a empresa tem a obrigatoriedade de constituir a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). Sendo 04 (quatro) titulares e 04 (quatro) suplentes indicados pela Direção e 04 (quatro) efetivos e 04 (quatro) eleitos pelos servidores. 8 ARTICULAÇÃO COM O PCMSO O Programa de Prevenção de s Ambientais articula-se com o PCMSO em consonância com as Normas Regulamentadoras vigentes e em especial com a NR-7 (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional), prevenindo assim, doenças ocupacionais decorrentes dos vários processos de trabalho, informando previamente ao Serviço Médico as prováveis situações que venham a comprometer a segurança e saúde dos servidores Itens de Controle de Segurança e Saúde Ocupacional Às Gerências devem acompanhar a evolução e o desenvolvimento do sistema, através de reunião mensal, onde os itens de controle são apresentados aos seus gerentes, sendo discutidos de forma geral. Desta reunião poderão sair ações para correção de eventuais desvios. 12
14 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Fluxograma (1): Itens de Controle de Segurança e Saúde Ocupacional. Itens de Controle de Segurança e Saúde Ocupacional Recursos Humanos (Fornecimento de Dados) Fornecimento de EPI s e Uniformes (Cautela) CIAT (Comunicação Interna de Acidente do Trabalho) Atestado Médico Planilha e Gráfico de Consumo CAT Controle de Absenteísmo Quadros Estatísticos Gráficos Estatísticos 9 AVALIAÇÃO DO LOCAL DE TRABALHO E DO TRABALHADOR 9.1. Área Administrativa As atividades administrativas são realizadas em 6 horas diárias, em postos de trabalho compreendendo cadeiras, mesas e computadores. As atividades administrativas resumem-se no planejamento e implementação das seguintes ações: 13
15 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - Planejamento e implementação de ações de administração geral e estratégica dos serviços; - Apoio administrativo no planejamento da administração; - Recebimento, ligações telefônicas, escritas, digitação e conferência de dados, repor medicamentos nos setores; - Elaboração, conferência e recebimento de documentos internos e externos; - Negociações com fornecedores e outros; - Planejamento e implementações de ações de controle e redução dos acidentes de trabalho; - Reprodução de documentos (operação de copiadoras e impressoras); - Atendimento, orientação e elaboração de relatórios, montagem de prontuário, lançar documentos no sistema, digitação, fazer estatística dos pacientes, arquivamento dos prontuários Área Operacional As atividades técnicas e operacionais são realizadas seguindo uma ESCALA DE PLANTÃO DE 12 HORAS. As atividades técnicas e operacionais resumem-se no planejamento e implementação das seguintes ações: - Atendimento Pré-parto; - Condução de veículos de urgência e emergência; - Recepção de admissão (recebimento, ligações telefônicas, escritas e digitação de dados); - Consulta médica; - Coleta de material e análise microbiológica clínica; - Exames de radiografia; - Exames de ultrasonografia; - Procedimentos de observação e administração de medicamentos nas enfermarias, UTI Materna, UCI Neonatal; - Planejamento e realização de procedimentos cirúrgicos e partos normais; 14
16 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - Planejamento e realização de procedimentos intensivos de urgência e emergência; - Limpeza, higiene, desinfecção e esterilização de material e instrumentos cirúrgicos e de urgências e emergências. 10 AVALIAÇÃO DOS RISCOS E DAS EXPOSIÇÕES DOS TRABALHADORES Para a realização das avaliações quantitativas serão utilizadas metodologias de reconhecimento nacional e/ou internacional. Para a avaliação dos agentes físicos, serão usadas metodologias específicas definidas pela Fundacentro (NHO) e NR-15 da Portaria 3214/78. Para os agentes químicos, quando da inexistência de metodologias nacionais, serão usadas as do NIOSH National Institute for Occupactional Safety and Health. 11 RISCOS BIOLÓGICOS O estabelecimento dispõe de atendimento de urgência, emergência, internação hospitalar e atendimento ambulatorial, ao qual são constituídos de diversos setores, onde identificamos operação de diversos equipamentos médicos de urgência, emergência e de internação hospitalar Classificação das áreas GRUPO DE TRABALHO 1 (ÁREA NÃO CRÍTICA): Realização de atividades de planejamento e execução de ações intelectuais, burocráticas, administrativas, de digitação de dados e de apoio aos serviços médicos. São todas as áreas hospitalares não ocupadas por pacientes. GRUPO DE TRABALHO 2 (ÁREA SEMICRÍTICA): Realização de atividades de atendimento médico, com considerável probabilidade de contato permanente a todos os tipos de pacientes cujo risco de infecção é menor. GRUPO DE TRABALHO 3 (ÁREA CRÍTICA): Realização de atividades de atendimento de urgências e emergências médicas e de internação hospitalar (CIRURGIA DE 15
17 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MÉDIO), com elevada probabilidade de contato permanente com pacientes portadores de agentes biológicos infecto-contagiosos Tipos de Exposição Os agentes biológicos encontrados, conforme a análise do processo de atendimento da Emergência, classifica-se no Grupo 2 ( Individual Moderado para o trabalhador e com baixa probabilidade de disseminação para a coletividade). As características relacionadas ao item , inciso I, linhas a, b, c, d e e, sendo Fontes de Exposição, Vias de Transmissão, persistência do agente biológico no ambiente e estudos epidemiológicos, respectivamente, foram categorizadas em 4 níveis para melhor compreensão, conforme a tabela do item Caracterização de Gravidade do Como forma de caracterização da presença do risco nos diversos setores da SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE MATERNIDADE DE REFERÊNCIA ZONA LESTE (MATERNIDADE ANA BRAGA), enumeramos o grau de gravidade por maior presença, em quatro níveis, sendo: 1. Biológico Inexistente 2. Biológico com Baixa Presença 3. Biológico com Presença Moderada 4. Biológico com Grande Presença Medidas de Proteção Biológica SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE MATERNIDADE DE REFERÊNCIA ZONA LESTE (MATERNIDADE ANA BRAGA), seguindo as orientações e legislações vigentes, reestudará para futura implantação, as Diretrizes Gerais para o Trabalho em Contenção com Material Biológico", do Ministério da Saúde, visando normatizar os procedimentos internos de Segurança e Saúde dos servidores. 16
18 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Para fins de Segurança no manuseio de resíduos, bem como seu descarte, a SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE MATERNIDADE DE REFERÊNCIA ZONA LESTE (MATERNIDADE ANA BRAGA), deverá elaborar e implementar PGRSS e vem implementar gradativamente o Plano de Gerenciamento dos Resíduos dos Serviços de Saúde- PGRSS, no qual, também são estabelecidos programas de Saúde Ocupacional com a finalidade de prevenção de acidentes e doenças oriundos de resíduos biológicos Utilizações de EPI A utilização do EPI deve envolver, no mínimo: Seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco a que o servidor está exposto e a atividade exercida, considerando-se a eficiência necessária para o controle da exposição e o conforto, segundo avaliação do servidor (usuário), certificar-se quanto ao C.A (Certificado de aprovação) e sua validade. Programa de treinamento dos servidores quanto a sua correta utilização e orientação sobre as limitações de proteção que o EPI oferece; Estabelecimento de normas ou procedimento para promover o fornecimento, o uso, a guarda, a higienização, a conservação, a manutenção e a reposição do EPI, visando garantir as condições de proteção originalmente estabelecidas; Caracterização das funções ou atividades dos servidores, com a respectiva identificação dos EPI utilizados para os riscos ambientais; Os equipamentos de proteção individual EPI s descartáveis ou não, deverão ser armazenados em número suficiente nos locais de trabalho, de forma a garantir o imediato fornecimento ou reposição, sempre que ; Propiciar proteção da pele, mucosa, via respiratória e digestiva do trabalhador; Ser avaliados diariamente quanto ao estado de conservação e segurança; Estar armazenados em locais de fácil acesso e em quantidades suficientes para imediata substituição, segundo as exigências do procedimento ou em caso de contaminação ou dano. 17
19 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS 12 MEDIDAS DE PROTEÇÃO PARA PERFUROCORTANTES a) Em todos os locais de trabalho onde se utilize material perfurocortantes, deve ser mantido o recipiente apropriado para o seu descarte, conforme o estabelecimento na NBR 13853, norma brasileira registrada no INMETRO; b) Os servidores que utilizarem objetos perfurocortantes devem ser os responsáveis pelo seu descarte; c) O limite máximo de enchimento do recipiente deve estar localizado 5 cm abaixo do bocal; d) O procedimento deve ser mantido o mais próximo possível da realização do procedimento; e) O recipiente deve ser posicionado de forma que a abertura possa ser visualizada pelos servidores; f) É vedado o reencape de agulhas; g) Deve ser mantido a rotulagem original dos produtos químicos utilizados nos estabelecimentos de assistência à saúde; h) Todo recipiente contendo produto químico manipulado ou fracionado deve ser identificado, de forma legível, por etiqueta com o nome do produto, composição química, sua concentração, data de envase e de validade; i) É vedado o procedimento de reutilização das embalagens de produtos químicos; j) Todo produto químico utilizado em estabelecimento de assistência à saúde deve ter uma ficha toxicológica e constar do PPRA, previsto na NR
20 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS 13 RISCOS QUÍMICOS NA UNIDADE DE URGÊNCIA Na SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE MATERNIDADE DE REFERÊNCIA ZONA LESTE (MATERNIDADE ANA BRAGA), o reconhecimento ocupacional da exposição aos agentes químicos é realizado através de LIMPEZA, DESINFECÇÃO, ESTERILIZAÇÃO, DESCONTAMINAÇÃO E ANTI-SEPSIA: - LIMPEZA: É a remoção de materiais não desejáveis, como sujeiras física e/ou orgânica de superfície e objetos. Usualmente se faz com detergente, água e ação mecânica; - DESINFECÇÃO: É o processo físico e/ou químico que destrói o microorganismo presente em objetos, mas não necessariamente os esporos dos microorganismos; - ESTERILIZAÇÃO: É um processo que procura destruir todas as formas de microorganismos, inclusive esporos, por meio de atividade química ou física; - DESCONTAMINAÇÃO: É a desinfecção ou esterilização terminal de objetos e superfícies contaminadas, com microorganismos patogênicos, tomando-os seguros para a manipulação; - ANTI-SEPSIA: É um procedimento por meio do qual, os microorganismos presentes em tecidos são destruídos ou eliminados após aplicação de agentes antimicrobianos Para o monitoramento da exposição dos trabalhadores e das medidas de controle, deve ser realizada uma avaliação sistemática e repetitiva da exposição a um dado risco, visando à introdução ou modificação das medidas de controle, sempre que. A periodicidade destas avaliações dependerá de fatores como: A ficha toxicológica As características do produto: uso, propriedades físicas e químicas, formas de estocagem, métodos de avaliação qualitativa e quantitativa do ar; Os riscos: toxicologia, incêndio e/ou explosão; 19
21 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS As medidas de proteção: coletiva, individual e controle médico da saúde dos servidores; Uma cópia da ficha deve ser mantida no local onde o produto é utilizado; O empregador deve destinar local apropriado a manipulação ou fracionamento de produtos químicos; É vedada a realização de procedimento de manipulação ou fracionamento de produtos químicos em qualquer local que não o apropriado para este fim; Executa-se a preparação de associação de medicamento para administração imediata aos pacientes Requisitos mínimos Sinalização gráfica de fácil visualização para identificação do ambiente conforme NR-26; Equipamento que garantam a concentração dos produtos químicos no ar, abaixo dos limites de tolerância estabelecidos na NR-15, observando se o nível de ação previsto na NR-09; Equipamento que garantam a execução do produto químico o mais próximo possível da fonte emissora, de forma a não potencializar a exposição de qualquer servidor, envolvido ou não, no processo de trabalho, não devendo ser utilizado o equipamento tipo coifa; Chuveiro e lava-olhos; Equipamento de proteção individual à disposição dos trabalhadores; A manipulação ou fracionamento dos produtos químicos deve ser feita por profissionais qualificados; O transporte de produtos químicos somente poderá ser realizado por meio de veículos destinados para este fim; Nas áreas de armazenamento de produtos químicos devem ser bem ventiladas e possuir sinalização adequada. Devem ser previstas áreas isoladas para os produtos químicos incompatíveis; 20
22 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Nos laboratórios onde se utilizar solventes orgânicos, o sistema de prevenção de incêndio deve prever medidas especiais de segurança e procedimentos de emergência a serem adotadas em caso de acidente envolvendo derrame de líquidos inflamáveis Dos gases medicinais Na movimentação, transporte, armazenamento, manuseio e utilização dos gases, bem como na manutenção dos equipamentos, devem ser observadas as recomendações do fabricante, desde que compatíveis com as disposições da legislação vigente; As recomendações do fabricante devem ser mantidas no local de trabalho, à disposição da inspeção do trabalho. 15 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES São responsabilidades da Direção da Instituição: Assegurar o cumprimento do PPRA com atividade permanente; Desenvolvimento do PPRA; Garantir a elaboração e efetiva implementação do PPRA, bem como zelar pela sua eficiência; Custear, sem ônus para os servidores, todos os procedimentos relacionados neste Programa PPRA; Verificar o PPRA elaborado; A Instituição deve fornecer aos servidores instruções inscritas e, se, afixar cartazes sobre os procedimentos a serem adotados em caso de acidente ou incidente grave; A Instituição deve informar os servidores sobre os riscos existentes, as suas causas e as medidas preventivas a serem adotadas; 21
23 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS A Instituição deve garantir ao servidor o abandono do posto de trabalho quando da ocorrência de condições que ponham em risco a sua saúde ou integridade física Quanto às drogas de risco, compete à Instituição: Proibir fumar, comer ou beber na sala de preparo, bem como portar adornos ou maquiar-se; Afastar das atividades, as trabalhadoras gestantes e nutrizes; Proibir que os trabalhadores expostos realizem atividades envolvendo o risco de exposição aos agentes ionizantes; Fornecer aos trabalhadores avental confeccionado de material impermeável, com frente resistente, manga comprida e punho justo, quando do seu preparo; O responsável pela manipulação, bem como os auxiliares devem ser orientados para lavar adequadamente as mãos antes e após a retirada das luvas; Todos os locais e atividades relacionadas ao manuseio, preparo, transporte, administração e descarte de drogas de risco devem dispor de normas e procedimentos a serem adotados, em caso de ocorrência de acidente; As normas de procedimento devem ser padronizadas, de modo a preservar a saúde dos trabalhadores e serem registrados em documento mantido, permanentemente, à disposição e de fácil acesso aos servidores, uma via deve ser entregue ao mesmo mediante recibo; O documento e o recibo devem ser mantidos no local de trabalho, a disposição da inspeção do trabalho A Instituição deve proibir: A utilização de equipamentos em que se constate vazamento de gás; A utilização de equipamentos não projetados para resistir a pressões a que são submetidas; A utilização de cilindros que não tenham a identificação do gás; 22
24 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS A movimentação dos cilindros sem a utilização dos equipamentos de proteção individual; A submissão dos cilindros a temperaturas extremas; A utilização do oxigênio e do ar comprimido para fins diversos aos que se destinam; O contato de óleos, graxas, hidrocarbonetos e materiais orgânicos similares com gases oxidantes; A utilização de cilindros de oxigênio sem a válvula de retenção ou o dispositivo apropriado para impedir o fluxo; A transferência de gases de um cilindro para o outro, independentemente da capacidade dos cilindros São responsabilidades do Coordenador do SESMT: Proceder ao reconhecimento dos riscos, análise qualitativa dos agentes agressivos, definições dos níveis de exposição aceitáveis, preparação de ações mitigadoras; Estabelecer, implementar, operacionalizar e assegurar o cumprimento e monitoramento permanente do PPRA; Seguir o cronograma de implantação e execução do PPRA; Reportar à Gerência da Instituição, todas as não-conformidades do presente Programa; Estabelecer prioridades de ações a serem desenvolvidas em cada área, em função dos riscos presentes; Manter cópias atualizadas do Programa para vistoria dos órgãos fiscalizadores; Desenvolver e executar os programas de treinamento dos trabalhadores, competente à área de Segurança do Trabalho; Divulgar o programa na Empresa. 23
25 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS São responsabilidades dos servidores: Colaborar e participar na implementação e execução do PPRA; Seguir as normas de Segurança e Saúde no Trabalho, bem como as determinações sobre prevenção de acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais; Usar nos casos indicados no PPRA os Equipamentos de Proteção Individual - EPI s os quais são fornecidos gratuitamente pela Instituição; Seguir as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos dentro do PPRA; Informar ao seu superior hierárquico direto ocorrências que a seu julgamento, possam implicar em riscos à sua saúde e/ou integridade física; Colaborar com a Instituição na aplicação das demais Normas Regulamentadoras; Submeter-se às regras de disciplina da Instituição; Interromper suas tarefas sempre que constatar evidências que, segundo o seu conhecimento, representem riscos graves e eminentes para sua segurança e saúde ou de terceiros, comunicando imediatamente o fato ao seu superior para as providencias cabíveis; Receber as orientações necessárias sobre prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho e uso dos equipamentos de proteção coletiva e individuais fornecidos gratuitamente pela Instituição São responsabilidades dos Prestadores de Serviços Terceirizados Programar junto a seus funcionários os padrões definidos neste programa; Considerando-se a responsabilidade da empresa frente aos funcionários das empresas por ela contratadas, estas devem apresentar cópias dos seus respectivos PPRA, PCMSO; Submeter-se às regras de disciplina da Instituição; AR Análise de e Permissão para trabalhos PT, bloqueio de energia, exigências mínimas de segurança para prestadores de serviços, segurança do 24
26 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS trabalho no controle de produtos químicos, segurança na montagem, uso e liberação de andaimes, registro e análise de acidentes do trabalho Documentos obrigatórios aos prestadores de serviços terceirizados: Apresentar os respectivos programas: PPRA e PCMSO; Laudo de Insalubridade; Laudo de Periculosidade; Cautelas de EPI s; Treinamento de Integração e Ordem de serviço (função); Carteira de Vacina atualizada; Atestado de Saúde Ocupacional; Em caso de serviço envolvendo eletricidade deverá a empresa apresentar certificado do curso de NR -10/SEP, conforme estabelece a norma regulamentadora NR 10 e Laudo de Periculosidade; A empresa contratante deve fiscalizar e exigir documentos que fazem parte deste programa contendo todas as recomendações de segurança e saúde ocupacional, para isso, todas as recomendações deverão estar contempladas no contrato existente entre contratante e contratadas. 16 DISPOSIÇÕES FINAIS Este programa fornecerá estratégia para maximizar as ações de melhoria das condições de trabalho, a Instituição, com a participação dos servidores, cujo propósito é a implantação do Programa de Prevenção de s Ambientais PPRA, não apenas para o cumprimento legal da Norma Regulamentadora Nº 09 e 32 do Ministério do Trabalho e Emprego, mas também, para expressar o comprometimento da Instituição com a preservação da saúde e da integridade física e mental dos seus servidores. Para garantir a implementação deste Programa, há necessidade do envolvimento de todas as áreas da Instituição, através do comprometimento das Gerências e principalmente por todos os servidores. 25
27 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS 17 RESONSABILIDADE TÉCNICA É Responsável Técnico pela elaboração deste PPRA: Reginaldo Beserra Alves Eng de Segurança do trabalho CREA: D/PB DECLARO que estou ciente da responsabilidade de realizar análise crítica dos itens descritos no Cronograma de Melhorias, assim como implantar e programar ações necessárias para melhoria da qualidade de vida dos colaboradores. Responsável Legal pela Instituição 26
28 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS 18 ANEXOS Anexo A Planejamento Anual; Anexo B Descrição das funções; Anexo C Tabela dos possíveis agentes mais frequentes no Hospital; Anexo D Descrição dos Processos de Trabalhos Desenvolvidos - Exposição Biológica; Anexo E Radiação Ionizante; Anexo F Reconhecimento dos riscos; Anexo G dos riscos; Anexo H Mapa de EPI s; Anexo I Cronograma para conformidade; Anexo J Plano de Prevenção de s de Acidentes com materiais perfurocortantes; Anexo L Dosimetrias; Relação de servidores. Certificados de Calibração dos equipamentos. 27
29 ANEXO A - PLANEJAMENTO ANUAL METAS Realizar Palestras e Treinamentos: Curso de Brigadista; Campanha: Importância da Ginástica Laboral; Campanha: Manuseio de Perfuro Cortantes; Apresentação do PPRA; Campanha de Prevenção de Acidentes do Trabalho; A importância do uso do Equipamento de Proteção Individual; Campanhas sobre Hepatite; Campanha: Primeiros socorros; Treinamento da CIPA; Campanha: As consequências do Estress no Ambiente de Trabalho; Campanha: Ergonomia Aplicada no Trabalho; Campanha: Tabagismo/Alcoolismo Campanha: Qualidade de Vida; Campanha: Direção Defensiva; Campanha: Descarte de Resíduos, com ênfase Hospitalar; Reuniões para apresentação do PPRA; do PPRA. PRIORIDADES B A C PRIORIDADES: A Medidas executadas em prazo inferior a 3 (três) meses. B Medidas executadas com prazo entre 2 (dois) a 3 (três) meses. C Medidas executadas no período de 1 (um) ano. Programa de Prevenção de s Ambientais
30 ANEXO B - DESCRIÇÃO DAS FUNÇÕES ADMINISTRAÇÃO/DIREÇÃO GERAL RECURSOS HUMANOS NÚCLEO INTERNO DE REGULAÇÃO ULTRASSONOGRAFIA LABORATÓRIO Assistente técnica (secretaria) Agente Administrativo Agente Administrativo Enfermeira Agente Administrativo Aux. de Serviços Gerais Técnico (a) de Enfermagem Auxiliar de Patologia Clínica Farmacêutico Bioquímico Ger. de Serviços Especializados Técnico de patologia Auxiliar de Serv. Gerais Protocolo, atendimento ao público, atendimento aos gerentes e atendimento à xerox. Assessoramento da Direção do Hospital relacionado à pessoal, compras e outros assuntos. Recepção, orientação de funcionários quando, lançamento de escalas, permutas, afastamento, mensagens em ponto eletrônico, lançamento de afastamento em frequência mensal, arquivo de afastamento em pasta funcional, auxilio no fechamento de frequência mensal, digitação de declarações e aviso de férias quando. Coordena o setor e toda atividade nele exercida, internação, alta e transferência de pacientes lançadas no sistema, faz gerenciamento dos leitos, coordena o sisreg ambulatorial, faz estatísticas de partos normal e cesariana. Assessoramento da Direção do Hospital relacionado à pessoal, compras e outros assuntos. Realiza coleta de sangue, balcão de hematologia, urinálise, para serem processados, exames laboratoriais. Realiza coleta de sangue de todas as enfermarias e posto de coleta no qual é encaminhado para laboratório. Realiza leitura de exames laboratoriais (sangue, fezes, urina entre outros) solicitados pelo médico para um melhor diagnóstico. Coordena as atividades desenvolvidas no laboratório. Coleta de material biológico, transporte do material biológico, manipulação de material biológico, microscopia óptica, centrifugação, análise de amostras e laudos. (bioquímica hematologia, urinálise, bacteriologia, parasitologia, imunologia e sorologia). Realiza entrega de exames de todos os pacientes no hospital. Programa de Prevenção de s Ambientais MATERNIDADE ANA BRAGA
31 TRANSFUSIONAL POSTO DE LEITE HUMANO COORDENAÇÃO/SUPERVIS ÃO DE ENFERMAGEM Técnico (a) de Hemoterapia Auxiliar em Patologia Clínica Nutricionista Enfermeira Tec. de Enfermagem Enfermeiro Gerente Agente Administrativo Coleta de sangue do paciente, tipagem sanguínea, pesquisa de anticorpos, compatibilidade, punção venosa, lavagem de material, organização de laboratório, entrada de hemocomponente do HEMOAM para a Maternidade Ana Braga, recolhimento de bolsas vazias, sangria terapêutica, anotações de temperaturas de geladeiras, a cada quatro horas, contagem de hemocomponentes duas vezes ao dia, investigação e notificação de incidentes transfuncional. Orientação das clientes quanto à ordenha, posicionamento de leite em seringas. Coordena os serviços no Banco de Leite, elaboração e supervisão e coleta do leite em residência, analisa as fichas das doadoras, elaboração das escalas dos Tec. de Enfermagem participações das reuniões na direção e realiza palestras educativas. Orientação e pasteurização do leite quando chega a Maternidade Ana Braga, e orientação na coleta de leite. Coordenar e supervisiona os serviços de enfermagem na emergência e andares do hospital; responsável pela elaboração de escala; realiza trabalhos burocráticos, referente a documentos de funcionários, pacientes e hospitalar em geral, prestam auxílio e dá suporte às enfermarias. Realização de trabalhos burocráticos, referente a documentos de funcionários, pacientes e hospitalar em geral, prestam auxílio e dão suporte às enfermarias. CCIH Maqueiro Tec. de Enfermagem Enfermeira Realiza deslocamento das pacientes através de maca, cadeira de rodas. Responsável dos curativos dos pacientes infectado com ISC com tipo grave, ISC Infecção do sitio cirúrgico, contato com paciente. Coordena os serviços do CCIH, analisa fichas de antibiótico, substituição da supervisora CCIH, elaboração das escalas participações das reuniões na direção e realiza palestras educativas. UTI MATERNA Agente Administrativo Técnico de Enfermagem Reposição de materiais como: soro, medicações e materiais administrativos. Administração de medicamentos, punção venosa, deambulação de pacientes. UTI NEONATAL Agente Administrativo Reposição de materiais como: soro, medicações e materiais administrativos. Programa de Prevenção de s Ambientais MATERNIDADE ANA BRAGA
32 FARMÁCIA Técnico de Enfermagem Agente Administrativo Administração de medicamentos, punção venosa, deambulação de pacientes. Dispensação de medicamentos para os setores, digitação e conferência de medicamentos. SAME/FATURAMENTO Agente Administrativo Protocolo, arquivamento de prontuário, recebimento de notas, materiais administrativos. EDUCAÇÃO PERMANENTE Enfermeira Organização de eventos, cursos, acompanhar estagiários, palestras, etc. TRANSPORTE PRÉ-PARTO Motorista Técnico de Enfermagem, Aux. Operacional Saúde Transporte de pacientes, transferências para outros hospitais para a realização de exames em clínicas conveniada. Cuidados com a parturiente e RN Recém Nascido, tratamento clinico, punção venosa, administração de medicamentos, curativo do cordão umbilical. RECEPÇÃO CENTRAL RECEPÇÃO ADMISSÃO Agente Administrativo Agente Administrativo Atendimento ao publico, preenchimento de ficha, orientação a acompanhante. Atendimento ao publico, preenchimento de ficha, orientação a acompanhante. CENTRO CIRÚRGICO Auxiliar de serviços gerais Secretário do setor, abastece o centro cirúrgico com material do almoxarifado e farmácia. ALMOXARIFADO POSTO DE ADMISSÃO Enfermeira Agente Administrativo, Vigia Técnico de Enfermagem Aux. Operacional Saúde Supervisiona todo material recebido e devolvido, organiza as prioridades de procedimentos, realiza quantitativo de partos normais e cesarianas e alimenta o sistema utilizado na maternidade. Dispensação de material hospitalar, organiza o setor, alimentação no sistema ajuri e controle de estoque. Faz punção de medicamento, abastece o setor com materiais s, arruma sala de emergência, curativo, apoio médico, auxilia no parto humanizado. Administrar medicamento, acesso venoso abastece o setor com materiais, curativo. Aux. de Serviços Gerais Orientações aos usuários Programa de Prevenção de s Ambientais MATERNIDADE ANA BRAGA
33 IMUNIZAÇÃO Téc. de Enfermagem Aplicação e conservação das vacinas. SISREG CONTABILIDADE COMPRAS/FINANCEIRO SERVIÇO SOCIAL CONTRATO E LICITAÇÃO FISIOTERAPIA Agente Administrativo Aux. de Serviços Gerais Agente Administrativo Gerente Administrativo/Financeiro Agente Administrativo Assistente Social Agente Administrativo Agente Administrativo Fisioterapeuta Atendimento ao público, marcação de consulta médica/sus, orienta as pessoas sobre ou funcionamento do sistema. Organizar e controlar os trabalhos inerentes à contabilidade, planejar os sistemas de registro e operações contábeis atendendo as necessidades administrativas e as exigências legais. Analisar, acompanhar e fiscalizar a implantação e a execução de sistemas financeiros e contábeis, realizam serviços de auditoria, emitir pareceres e informações sobre sua área de atuação, quando, desenvolver e gerenciar controle auxiliares, quando s, elaboração do orçamento geral da instituição,executar tarefas pertinentes à área de atuação, utilizando-se de equipamentos e programas de informática, executar outras tarefas compatíveis com as exigências para o exercício da função. Supervisionar, dirigir e orientar a execução das atividades de apoio administrativo ao hospital, responsabilizando-se pela administração de recursos humanos, orçamentários, financeiros e materiais, bem como, pelas atividades de manutenção, zelando pela eficiência e probidade de gestão financeira, desenvolver linhas gerais e especificas de operacionalização, objetivando a geração de conhecimentos. Atuar com recebimento das Notas Fiscais recebidas na empresa, recebimento de correspondência, contato com fornecedores. Orientações e encaminhamentos a usuários, de pais e acompanhantes, declaração para acompanhantes, contatos com outras unidades e conselho tutelar, planejamento familiar. Orientações aos usuários e familiares, suporte ao serviço social. É responsável pelo procedimento administrativo para contratação de serviços ou aquisição de produtos para a Maternidade Ana Braga. Realiza fisioterapia nos RN`s Recém Nascidos como: estimulação sensório-motora,ofurô e outras atividades pertinentes a função. ALCON II Enfermeiro (a) Realiza visita as parturientes, curativos, sondagem vesical, punção e medicação. Programa de Prevenção de s Ambientais MATERNIDADE ANA BRAGA
34 ALCON III PLANEJAMENTO FAMILIAR CME - CENTRAL DE MATERIAL ESTERILIZADO Técnico de Enfermagem Enfermeiro(a) Técnico de Enfermagem Psicóloga Enfermeira Téc. de Enfermagem Téc. de Enfermagem, Aux. de Enfermagem, Aux. Op. de Saúde Administração de medicamentos, curativos, aferição de sinais vitais, acompanhamento de pacientes para exames. Realiza visita as parturientes, curativos, sondagem vesical, punção e medicação. Administração de medicamentos, contato com parturiente e RN`s Recém Nascidos, procedimentos diversos relacionados à obstetrícia. Faz avaliação do perfil do público tais como: saber se são casadas, quantos filhos, casa própria, renda familiar. De acordo com o perfil das gestantes, serão inseridas no programa Planejamento Familiar. Coordena o planejamento, agenda atendimento das mães com o médico para fins de cirurgia e orientação através de palestras. Recepção de atendimento ao público, para fins de avaliação do perfil e assim encaminhamento a Psicóloga para fins de inserção no Planejamento Familiar. Lavagem e preparo de materiais cirúrgicos, desinfecção e esterilização de materiais biológicos. UCI NEONATAL Técnico de Enfermagem Cuidados com RN`s Recém Nascidos pré e pós-operatórios, prematuros e patológicos. GERÊNCIA TECNICA Médico Coordena e supervisiona as atividades médicas CANGURU Enfermeira Téc. de Enfermagem Assistente Social Coordena o setor, atendimento de enfermagem ambulatorial, rotas de atividades do canguru e palestras. Triagem de enfermagem e assistência à enfermagem. Acompanhamento social da família, dos recém nascidos, visita domiciliar. Médico Atendimento médico ambulatorial. Programa de Prevenção de s Ambientais MATERNIDADE ANA BRAGA
35 PATRIMÔNIO RADIOLOGIA SAVVIS Agente administrativo Auxiliar de Serviços Gerais Técnico de Radiologia Psicóloga, Técnica em enfermagem e Enfermeira Realizar o cadastramento e tombamento dos bens patrimoniais, bem como manter controle da distribuição, acompanhar diariamente as rotinas de material e patrimônio, manter registro dos bens móveis, controlando a sua movimentação, verificar diariamente o estado dos bens móveis e equipamentos adotando as providências para sua manutenção, substituição ou baixa patrimonial, coordenar o recebimento, conferência e distribuição mediante requisição dos materiais permanente adquiridos. Executa exames radiológicos, com solicitação do médico, posicionando adequadamente o paciente e acionando o aparelho de Raio X, para atender às requisições médicas. Realiza atendimento com gestantes que sofrem ou sofrerão abuso sexual e agressão física. Programa de Prevenção de s Ambientais MATERNIDADE ANA BRAGA
36 ANEXO C - TABELA DOS POSSÍVEIS AGENTES MAIS FREQUENTES NA MATERNIDADE ANA BRAGA AGENTE FONTE EXPOSIÇÃO VIAS DE ENTRADA PATOGENICIDADE PERSISTÊNCIA DADOS ESTATÍSTICO Staphylococcus áureos Pessoas, alimentos, água Cutânea Infecção, mastites osteomielites Não especificado É considerado o patógeno mais importante Streptococos Pessoas Cutânea Infecções Não especificado Não especificado Bolores e Leveduras Ambiente Vias aéreas Alergia Não Aplicável Não especificado Pseudômonas auerog Água, solo, vegetais Aérea, cutânea, ingestão Infecções Não especificado É considerado um dos 5 agentes mais frequentes Coliformes Totais e/outermotolerantes Água, alimentos Ingestão Gastroenterite Não especificado Não especificado Pneumococo Pessoas Vias aéreas Pneumonia, otite, sinusite, meningite Não especificado Mais de 2 milhões de pessoas morrem ao ano Vírus Influenza A, B, e C Pessoas, locais fechados Vias aéreas Gripe Mais de 48 horas Existente vacina disponível Vírus RNA (Rotavirus) Pessoas Via oral e aérea Diarreia, vômitos Pessoas imunocomprometidas (1mês) É mais comum em meses frios
37 ANEXO D - DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRABALHOS DESENVOLVIDOS - EXPOSIÇÃO BIOLÓGICA SETOR/ ÁREA DE TRABALHO FUNÇÕES ATIVIDADES ÁREA/ EXPOSIÇÃO BIOLÓGICA GRAU DE PRESENÇA DO AGENTE BIOLÓGICO MEDIDA PREVENTIVA ADMINISTRAÇÃO E DIREÇÃO GERAL Planeja; coordenam ações de saúde; define estratégias para Diretora Geral as unidades de saúde; administram recursos financeiros; gerenciam recursos humanos e coordenam interfaces com G1. Não Crítica 1 entidades sociais e profissionais. Assessoramento da Direção do Hospital relacionado à Agente Administrativo G1. Não Crítica 1 pessoal, compras e outros assuntos. Protocolo, atendimento ao público, atendimento aos gerentes Secretária G1. Não Crítica 1 e atendimento à xerox. Organizar e controlar os trabalhos inerentes à contabilidade, planejar os sistemas de registros e operações contábeis atendendo as necessidades administrativas e as exigências legais, Analisar, acompanhar e fiscalizar a implantação e a execução de sistemas financeiros e contábeis, realizam serviços de auditoria, emitir pareceres e informações sobre CONTABILIDADE Agente Administrativo sua área de atuação, quando, desenvolver e G1. Não Crítica 1 gerenciar controles auxiliares, quando, elaboração do orçamento geral da Instituição, executar tarefas pertinentes à área de atuação, utilizando-se de equipamentos e programas de informática,executar outras tarefas compatíveis com as exigências para o exercício da função. É responsável pelo procedimento administrativo para CONTRATO E LICITAÇÃO Agente Administrativo contratação de serviços ou aquisição de produtos para a G1. Não Crítica 1 Maternidade Ana Braga. COMPRAS/FINANCEIRO Gerente de Administração e Financeiro Supervisionar; dirigir e orientar a execução das atividades de apoio administrativo ao hospital, responsabilizando-se pela administração de recursos humanos, orçamentários, financeiros e materiais, bem como, pelas atividades de manutenção, zelando pela eficiência e probidade de gestão financeira; desenvolver linhas gerais e específicas de operacionalização, objetivando a geração de conhecimentos. G1. Não Crítica 1 Atuar com recebimento das Notas Fiscais recebidas na Agente Administrativo empresa, recebimento de correspondências, contato com G1. Não Crítica 1 fornecedores Recepção, orientação de funcionários quando, lançamento de escalas, permutas, afastamento, mensagens em ponto eletrônico, lançamento de afastamento em RECURSOS HUMANO Agente Administrativo frequência mensal, arquivo de afastamento em pasta G1. Não Crítica 1 funcional, auxilio no fechamento de frequência mensal, digitação de declarações e aviso de férias quando. Coordena o setor e toda atividade nele exercida, internação, NÚCLEO INTERNO DE REGUÇÃO Enfermeira alta, transferência de pacientes no sistema, faz gerenciamento dos leitos, coordena o sisreg ambulatorial, faz G1. Não Crítica 1 estatística de parto normal e cesariana. Dispensação de material hospitalar, organiza o setor, ALMOXARIFADO Agente administrativo, G1. Não Crítica 1 alimentação no sistema ajuri e controle de estoque.
38 PATRIMÔNIO Agente Administrativo, Aux. de Serviços Gerais Realizar o cadastramento e tombamento dos bens patrimoniais, bem como manter controle da distribuição, acompanhar diariamente as rotinas de material e patrimônio, manter registro dos bens móveis, controlando a sua movimentação, verificar diariamente o estado dos bens móveis e equipamentos adotando as providências para sua manutenção, substituição ou baixa patrimonial, coordenar o recebimento, conferência e distribuição mediante requisição dos materiais permanente adquiridos. G1. Não Crítica 1 Dispensação de medicamentos para os setores, digitação e FARMÁCIA Agente Administrativo G1. Não Crítica 1 conferência de medicamentos. Organização de prontuários, arquivamento, estatística em relação a documentos como laudos, atendimento ao publico, SAME/FATURAMENTO Agente Administrativo localização de prontuários para confecção de documentos, G1. Não Crítica 2 EPI, Treinamento e Vacinação. esporadicamente confecciona documentos destinados para a direção para tramite burocrático.
39 ANEXO D - DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRABALHOS DESENVOLVIDOS - EXPOSIÇÃO BIOLÓGICA SETOR/ ÁREA DE TRABALHO FUNÇÕES ATIVIDADES ÁREA/ EXPOSIÇÃO BIOLÓGICA GRAU DE PRESENÇA DO AGENTE BIOLÓGICO MEDIDA PREVENTIVA Faz avaliação do perfil das gestantes tais como: saber se são Psicóloga casadas, quantos filhos, casa própria, renda familiar. De acordo com o perfil das gestantes,serão inseridas no G1. Não Crítica 2 Treinamento e Vacinação. programa Planejamento Familiar. PLANEJAMENTO FAMILIAR Coordena o planejamento, agenda atendimento das mães Enfermeiro (a) com o médico para fins de cirurgia e orientação através de G1. Não Crítica 2 Treinamento e Vacinação. palestras. Supervisionar; dirigir e orientar a execução das atividades de apoio administrativo ao hospital, responsabilizando-se pela Téc. de Enfermagem administração de recursos humanos, orçamentários, G1. Não Crítica 2 Treinamento e Vacinação. financeiros e materiais, bem como, pelas atividades de manutenção, zelando pela ef SERVIÇO SOCIAL BANCO DE LEITE HUMANO Orientações e encaminhamentos a usuários, de pais e Assistente Social acompanhantes, declaração para acompanhantes, contatos com outras unidades e conselho tutelar, planejamento G1. Não Crítica 2 EPI, Treinamento e Vacinação. familiar. Orientações aos usuários e familiares, suporte ao serviço Agente Administrativo G1. Não Crítica 2 EPI, Treinamento e Vacinação. social. Orientação das clientes quanto à ordenha, posicionamento Nutricionista G2. Semi Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. de leite em seringas. Coordena os serviços no Banco de Leite, elaboração e supervisão e coleta do leite em residência, analisa as fichas Enfermeiro (a) das doadoras, elaboração das escalas dos Tec. de G2. Semi Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. Enfermagem participações das reuniões na direção e realiza palestras educativas. Téc. de Enfermagem Orientação e pasteurização do leite quando chega a Maternidade Ana Braga, e orientação na coleta de leite. G2. Semi Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. RECEPÇÃO CENTRAL Agente de Administrativo Atendimento ao publico, preenchimento de ficha, orientação a acompanhante. G2. Semi Crítica 2 Treinamento e Vacinação. RECEPÇÃO DE ADMISSÃO Atendimento ao publico, preenchimento de ficha, orientação Agente de Administrativo G2. Semi Crítica 2 Treinamento e Vacinação. a acompanhante. Téc. de Enfermagem Aferição de pressão arterial e sinais vitais das gestantes. G2. Semi Crítica 2 Treinamento e Vacinação. Transporte de pacientes, transferências para outros hospitais TRANSPORTE Motorista G2. Semi Crítica 2 EPI, Treinamento e Vacinação. para a realização de exames em clínicas conveniada. Executa exames radiológicos, com solicitação do médico, RADIOLOGIA Téc. de Radiologia posicionando adequadamente o paciente e acionando o aparelho de Raio X, para atender às requisições médicas. G2. Semi Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. ULTRASSONOGRAFIA Agente Administrativo, Aux. de Serviços Gerais Atendimento ao publico, auxiliando na digitação de exame de ultrassonografia para fins de resultado de laudos. G2. Semi Crítica 2 EPI, Treinamento e Vacinação.
40 COORDENAÇÃO/SUPERVISÃO DE ENFERMAGEM Coordenar e supervisiona os serviços de enfermagem na emergência e andares do hospital; responsável pela elaboração de escala; realiza trabalhos burocráticos, Enfermeiro Gerente G1. Não Crítica 2 Treinamento e Vacinação. referente a documentos de funcionários, pacientes e hospitalar em geral, prestam auxílio e dá suporte às enfermarias. Realização de trabalhos burocráticos, referente a Agente Administrativo documentos de funcionários, pacientes e hospitalar em G1. Não Crítica 2 Treinamento e Vacinação. geral, prestam auxílio e dão suporte às enfermarias.
41 ANEXO D - DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRABALHOS DESENVOLVIDOS - EXPOSIÇÃO BIOLÓGICA SETOR/ ÁREA DE TRABALHO FUNÇÕES ATIVIDADES ÁREA/ EXPOSIÇÃO BIOLÓGICA GRAU DE PRESENÇA DO AGENTE BIOLÓGICO MEDIDA PREVENTIVA GERÊNCIA TÉCNICA Médico Coordena e supervisiona as atividades médicas. G1. Não Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. IMUNIZAÇÃO Téc. de Enfermagem Aplicação e conservação das vacinas. G1. Não Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. CCIH POSTO ADMISSÃO Responsável pelos curativos dos pacientes infectado com Tec. de Enfermagem ISC com tipo grave, ISC Infecção do sitio cirúrgico, G1. Não Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. contato com paciente. Coordena os serviços do CCIH, analisa fichas de antibiótico, Enfermeira substituição da supervisora CCIH, elaboração das escalas participações das reuniões na direção e realiza palestras G1. Não Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. educativas. Téc. de Enfermagem, Aux. de Enfermagem Punção venosa, diluição e administração de medicamentos e apoio ao consultório médico. G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. Deslocam pacientes para realizarem exame de Aux. de Serviços Gerais G1. Não Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. ultrassonografia. PRÉ-PARTO Técnico de Enfermagem, Aux. de Saúde Cuidados com a parturiente e RN Recém Nascido, tratamento clinico, punção venosa, administração de medicamentos, curativo do cordão umbilical. G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. Realiza fisioterapia nos RN`s Recém Nascidos como: ALCON I Fisioterapeuta estimulação sensório-motora,ofurô e outras atividades G1. Não Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. pertinentes a função. ALCON II ALCON III Enfermeiro(a) Realiza visita as parturientes, curativos, sondagem vesical, punção e medicação. G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. Técnico de Enfermagem Administração de medicamentos, curativos, aferição de sinais vitais, acompanhamento de pacientes para exames. G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. Enfermeiro(a) Realiza visita as parturientes, curativos, sondagem vesical, punção e medicação. G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. Técnico de Enfermagem Administração de medicamentos, curativos, aferição de sinais vitais, acompanhamento de pacientes para exames. G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. Cuidados com RN`s Recém Nascidos pré e pósoperatórios, prematuros e UCI NEONATAL Técnico de Enfermagem G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. patológicos. UTI MATERNA Agente Administrativo Reposição de materiais como: soro, medicações e materiais administrativos. G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. Técnico de Enfermagem Administração de medicamentos, punção venosa, deambulação de pacientes. G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação.
42 ANEXO D - DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRABALHOS DESENVOLVIDOS - EXPOSIÇÃO BIOLÓGICA SETOR/ ÁREA DE TRABALHO FUNÇÕES ATIVIDADES ÁREA/ EXPOSIÇÃO BIOLÓGICA GRAU DE PRESENÇA DO AGENTE BIOLÓGICO MEDIDA PREVENTIVA Coordena o setor, atendimento de enfermagem ambulatorial, Enfermeira G2. Semi Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. rotas de atividades do canguru e palestras. CANGURU Téc. de Enfermagem Triagem de enfermagem e assistência à enfermagem. G2. Semi Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. Assistente Social Acompanhamento social da família, dos recém nascidos, visita domiciliar. G2. Semi Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. Médico Atendimento médico ambulatorial. G2. Semi Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. BANCO DE SANGUE Técnico (a) de Hemoterapia, Auxiliar em Patologia Clínica Coleta de sangue do paciente, tipagem sanguínea, pesquisa de anticorpos, compatibilidade, punção venosa, lavagem de material, organização de laboratório, entrada de hemocomponente do HEMOAM para a Maternidade Ana Braga, recolhimento de bolsas vazias, sangria terapêutica, anotações de temperaturas de geladeiras, a cada quatro horas, contagem de hemocomponentes duas vezes ao dia, investigação e notificação de incidentes transfuncional. G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. Técnico (a) de Enfermagem Realiza coleta de sangue, balcão de hematologia, urinálise, para serem processados, exames laboratoriais. G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. Auxiliar de Patologia Clínica Realiza coleta de sangue de todas as enfermarias e posto de coleta no qual é encaminhado para laboratório. G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. LABORATÓRIO Realiza leitura de exames laboratoriais (sangue, fezes, urina Farmacêutico Bioquímico entre outros) solicitados pelo médico para um melhor G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. diagnóstico. Coleta de material biológico, transporte do material biológico, manipulação de material biológico, microscopia óptica, Técnico de patologia centrifugação, análise de amostras e laudos. (bioquímica G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. hematologia, urina lise, bacteriologia, parasitologia, imunologia e sorologia). Realiza entrega de exames de todos os pacientes no Auxiliar de Serv. Gerais G2. Semi Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. hospital. Ger. de Serviços Especializados Coordena as atividades desenvolvidas no laboratório. G2. Semi Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. Auxiliar de serviços gerais Secretário do setor, Abastece o centro cirúrgico com material do almoxarifado e farmácia. G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. CENTRO CIRÚRGICO UTI NEONATAL Supervisiona todo material recebido e devolvido, organiza as Enfermeiros prioridades de procedimentos, realiza quantitativo de partos normais e cesarianas e alimenta o sistema utilizado na G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. maternidade. Reposição de materiais como: soro, medicações e materiais Agente Administrativo G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. administrativos. Administração de medicamentos, punção venosa, Técnico de Enfermagem G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação. deambulação aos recem nascido. EDUCAÇÃO CONTINUADA Enfermeira Coordenar palestra, cursos, orienta os estagiarios, G2. Semi Crítica 3 EPI, Treinamento e Vacinação. CME - CENTRAL DE MATERIAL ESTERILIZADO Téc. de Enfermagem, Aux. de Enfermagem, Aux. Op. de Saúde Lavagem e preparo de materiais cirúrgicos, desinfecção e esterilização de materiais biológicos. G3. Área Crítica 4 EPI, Treinamento e Vacinação.
43 ANEXO E - RADIAÇÃO IONIZANTE 1 - O atendimento das exigências da NR- 32, com relação à Radiações Ionizantes, não desobriga a Instituição de observar as disposições estabelecidas pela CNEN, ANVISA e Ministério da Saúde. 2 - Identificar o profissional responsável e seu substituto eventual como membros efetivos. 3 - O Plano de Proteção Radiológica deve: Estar dentro do prazo de vigência. 4 - O trabalhador que realize atividades em áreas onde existiam fontes de Radiações Ionizantes deve: Permanecer na área o menor tempo possível, para a realização do procedimentos. 5 - Ter conhecimentos dos riscos radiológicos associados ao seu trabalho. 6 - Estar capacitado inicialmente e de forma continuada em proteção radiológica. 7 - Usar os EPI s adequados para minimização dos riscos. 8 - Toda instalação radiativa deve dispor de monitoração individual e de áreas. 9 - Após ocorrência ou suspeita de exposição acidental a fontes seladas, devem ser dotados procedimentos adicionais de monitoração individual, avaliação clinica e a realização de exames complementares, incluindo a dosimetria citogenética Cabe a Instituição: Implementar medidas de proteção coletivas relacionados aos riscos radiológicos Manter no registro individual do trabalhador as capacitações ministradas Cada trabalhador da instalação radiativa deve ter um registro individual atualizado, o qual deve ser conservado por 30 (trinta) anos após o término de sua ocupação Ao término da jornada de trabalho deve ser realizada a monitoração das superfícies de acordo com o PPR, utilizando-se monitor de contaminação O local destinado ao decaimento de rejeitos radioativos deve: Ser localizado em área de acesso controlado, ser sinalizado e possuir blindagem adequada Dos Serviços de Radioterapia: Devem adotar no mínimo os seguintes dispositivos de segurança: Salas de tratamento possuindo portas com sistemas de intertravamento, indicadores luminosos de equipamento em operação localizados na sala de tratamento e em seu acesso externo Após cada aplicação, as vestimentas de pacientes e as roupas de cama devem ser monitoradas para verificação da presença de fontes seladas. Programa de Prevenção de s Ambientais - Maternidade Ana Braga
44 ANEXO F - RECONHECIMENTO DOS RISCOS RECEPÇÃO CENTRAL Função: Agente Administrativo Descrição de atividades: Atendimento ao publico, preenchimento de ficha, orientação a acompanhante. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Pacientes Qualitativa Vacinação e EPI Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho ERGONÔMICO Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral RECEPÇÃO DE ADMISSÃO Função: Agente Administrativo, Téc. de Enfermagem Descrição de atividades: Atendimento ao publico, preenchimento de ficha, orientação a acompanhante; Aferição de pressão arterial e sinais vitais das gestantes. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Pacientes Qualitativa Vacinação e EPI Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral ERGONÔMICO Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho
45 BANCO DE LEITE HUMANO Função: Nutricionista, Enfermeiro (a), Téc. de Enfermagem. Descrição de atividades: Orientação das clientes quanto à ordenha, posicionamento de leite em seringas; Coordena os serviços no Banco de Leite, elaboração e supervisão e coleta do leite em residência, analisa as fichas das doadoras, elaboração das escalas dos Tec. de Enfermagem participações das reuniões na direção e realiza palestras educativas; Orientação e pasteurização do leite quando chega a Maternidade Ana Braga, e orientação na coleta de leite. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Pacientes Intermitente Vacinação e EPI Qualitativa ERGONÔMICO Postura Iluminação Dores lombares, lesões na coluna Cansaço e problemas visuais Vide Laudo Ergonômico Luminárias Intermitente Manter pausas para ginástica laboral Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho Função: Técnico (a) de Hemoterapia, Auxiliar em Patologia Clínica. TRANSFUSIONAL Descrição de atividades: Coleta de sangue do paciente, tipagem sanguínea, pesquisa de anticorpos, compatibilidade, punção venosa, lavagem de material, organização de laboratório, entrada de hemocomponente do HEMOAM para a Maternidade Ana Braga, recolhimento de bolsas vazias, sangria terapêutica, anotações de temperaturas de geladeiras, a cada quatro horas, contagem de hemocomponentes duas vezes ao dia, investigação e notificação de incidentes transfuncional. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Pacientes Intermitente Qualitativa Grande Vacinação e EPI Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Intermitente Manter pausas para ginástica laboral ERGONÔMICO Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho
46 ACIDENTE Contaminação biológica Contrair doenças Infectocontagiosas Perfurocortantes Intermitente Qualitativa Grande Palestra de conscientização dos riscos e uso de dispositivos de proteção Monitorar após adotar Medidas de Controle
47 Funções: Diretora Geral, Agente Administrativo, Secretária. ANEXO F - RECONHECIMENTO DOS RISCOS ADMINISTRAÇÃO E DIREÇÃO GERAL Descrição de atividades: Planeja; coordenam ações de saúde; define estratégias para as unidades de saúde; administram recursos financeiros; gerenciam recursos humanos e coordenam interfaces com entidades sociais e profissionais; Assessoramento da Direção do Hospital relacionado à pessoal, compras e outros assuntos; Protocolo, atendimento ao público, atendimento aos gerentes e atendimento à xerox. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral ERGONÔMICO Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias Monitorar após adotar Medidas de Controle RECURSOS HUMANOS Função: Agente Administrativo Descrição de atividades: Recepção, orientação de funcionários quando, lançamento de escalas, permutas, afastamento, mensagens em ponto eletrônico, lançamento de afastamento em frequência mensal, arquivo de afastamento em pasta funcional, auxilio no fechamento de frequência mensal, digitação de declarações e aviso de férias quando. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Iluminação Postura Cansaço e problemas visuais Dores lombares, lesões na coluna Luminárias Vide Laudo Ergonômico Correção das luminárias Manter pausas para ginástica laboral Monitorar após adotar Medidas de Controle
48 CONTABILIDADE Função: Agente Administrativo Descrição de atividades: Organizar e controlar os trabalhos inerentes à contabilidade, planejar os sistemas de registros e operações contábeis atendendo as necessidades administrativas e as exigências legais, Analisar, acompanhar e fiscalizar a implantação e a execução de sistemas financeiros e contábeis, realizam serviços de auditoria, emitir pareceres e informações sobre sua área de atuação, quando, desenvolver e gerenciar controles auxiliares, quando, elaboração do orçamento geral da Instituição, executar tarefas pertinentes à área de atuação, utilizando-se de equipamentos e programas de informática,executar outras tarefas compatíveis com as exigências para o exercício da função. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Iluminação Postura Cansaço e problemas visuais Dores lombares, lesões na coluna Luminárias Vide Laudo Ergonômico Correção das luminárias Manter pausas para ginástica laboral Monitorar após adotar Medidas de Controle CONTRATO E LICITAÇÃO Função: Agente Administrativo Descrição de atividades: É responsável pelo procedimento administrativo para contratação de serviços ou aquisição de produtos para a Maternidade Ana Braga. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Iluminação Postura Cansaço e problemas visuais Dores lombares, lesões na coluna Luminárias Vide Laudo Ergonômico Correção das luminárias Manter pausas para ginástica laboral Monitorar após adotar Medidas de Controle
49 Função: Gerente de Administração e Financeiro, Agente Administrativo COMPRAS/FINANCEIRO Descrição de atividades: Supervisionar; dirigir e orientar a execução das atividades de apoio administrativo ao hospital, responsabilizando-se pela administração de recursos humanos, orçamentários, financeiros e materiais, bem como, pelas atividades de manutenção, zelando pela eficiência e probidade de gestão financeira; desenvolver linhas gerais e específicas de operacionalização, objetivando a geração de conhecimentos; Atuar com recebimento das Notas Fiscais recebidas na empresa, recebimento de correspondências, contato com fornecedores. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Iluminação Postura Cansaço e problemas visuais Dores lombares, lesões na coluna Luminárias Vide Laudo Ergonômico Correção das luminárias Manter pausas para ginástica laboral Monitorar após adotar Medidas de Controle FARMÁCIA Função: Agente Administrativo Descrição de atividades: Dispensação de medicamentos para os setores, fracionamentos, digitação e conferência de medicamentos. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias Monitorar após adotar Medidas de Controle
50 ERGONÔMICO Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral
51 ANEXO F - RECONHECIMENTO DOS RISCOS ALMOXARIFADO Função: Agente Administrativo,Vigia. Descrição de atividades: Dispensação de material hospitalar, organiza o setor, alimentação no sistema ajuri e controle de estoque. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição Falta de limpeza Problemas QUÍMICO Poeiras NR 15 em caixas e Respiratórios embalagens Qualitativa Limpeza constante no local Monitorar após adotar Medidas de Controle ERGONÔMICO Exigência de Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral Função: Enfermeira NÚCLEO INTERNO DE REGULAÇÃO Descrição de atividades: Coordena o setor e toda atividade nele exercida, internação, alta e tranferência de pacientes lançadas no sistema, faz gerenciamento dos leitos, coordena o sisreg ambulatorial, faz estatísticas de partos normal e cesariana. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Exigência de Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral
52 ANEXO F - RECONHECIMENTO DOS RISCOS Função: Enfermeiro/ Agente Administrativo CENTRO CIRÚRGICO Descrição de atividades: Supervisiona todo material recebido e devolvido. Organiza as prioridades de procedimentos, realiza quantitativo de partos normais e cesarianas e alimenta o sistema utilizado na maternidade./ Secretário do setor, abastece o centro cirúrgico com material do almoxarifado e famácia. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Contato com pacientes Qualitativa Grande Descartex, descontaminação do ambiente, vacinação e EPI BIOLOGICO Resíduos biológicos (respingos de sangue e secreções) Doenças Infectocontagiosas NR 15 Contato com paciente Eventual Qualitativa Vacinação e EPI ACIDENTE Contaminação biológica Contrair doenças Infectocontagiosas Perfurocortantes Intermitente Qualitativa Grande Palestra de conscientização dos riscos e uso de dispositivos de proteção Monitorar após adotar Medidas de Controle ERGONOMICO Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral
53 ANEXO F - RECONHECIMENTO DOS RISCOS Função: Agente Administrativo SAME/FATURAMENTO Descrição de atividades: Organização de prontuários, arquivamento, estatística em relação a documentos como laudos, atendimento ao publico, localização de prontuários para confecção de documentos, esporadicamente confecciona documentos destinados para a direção para tramite burocrático. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição BIOLÓGICO Resíduos biológicos (respingos de sangue e secreções) Doenças Infectocontagiosas NR 15 Por contato com prontuário (sujo) de pacientes Eventual Qualitativa Vacinação e EPI ERGONÔMICO Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral
54 Função: Agente Administrativo, Aux. de Serviços Gerais ANEXO F - RECONHECIMENTO DOS RISCOS PATRIMÔNIO Descrição de atividades: Realizar o cadastramento e tombamento dos bens patrimoniais, bem como manter controle da distribuição, acompanhar diariamente as rotinas de material e patrimônio, manter registro dos bens móveis, controlando a sua movimentação, verificar diariamente o estado dos bens móveis e equipamentos adotando as providências para sua manutenção, substituição ou baixa patrimonial, coordenar o recebimento, conferência e distribuição mediante requisição dos materiais permanente adquiridos. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Pacientes Qualitativa Vacinação e EPI Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral ERGONÔMICO Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho
55
56 ANEXO F - RECONHECIMENTO DOS RISCOS COORDENAÇÃO/SUPERVISÃO DE ENFERMAGEM Função: Enfermeiro Gerente, Agente Administrativo. Descrição de atividades: Coordenar e supervisiona os serviços de enfermagem na emergência e andares do hospital; responsável pela elaboração de escala; realiza trabalhos burocráticos, referente a documentos de funcionários, pacientes e hospitalar em geral, prestam auxílio e dá suporte às enfermarias; Realização de trabalhos burocráticos, referente a documentos de funcionários, pacientes e hospitalar em geral, prestam auxílio e dão suporte às enfermarias. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Pacientes Intermitente Qualitativa Vacinação e EPI Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionandoas ao posto de trabalho ERGONÔMICO Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral GERÊNCIA TÉCNICA Função: Médico Descrição de atividades: Coordena e supervisiona as atividades médicas. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionandoas ao posto de trabalho ERGONÔMICO Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Contato com pacientes Qualitativa Vacinação e EPI SERVIÇO SOCIAL Página 1
57 Função: Assistente Social, Agente Administrativo. Descrição de atividades: Orientações e encaminhamentos a usuários, de pais e acompanhantes, declaração para acompanhantes, contatos com outras unidades e conselho tutelar, planejamento familiar; Orientações aos usuários e familiares, suporte ao serviço social. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Pacientes Intermitente Qualitativa Vacinação e EPI ERGONÔMICO Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionandoas ao posto de trabalho Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral Página 2
58 ANEXO F - RECONHECIMENTO DOS RISCOS Função: Enfermeira EDUCAÇÃO PERMANENTE Descrição de atividades: Organização de eventos, cursos, acompanhar estagiarios, palestras, etc. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho ERGONÔMICO Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral
59 Função: Enfermeira, Téc. de Enfermagem. Agente / Tipo BIOLÓGICO ERGONÔMICO Perigo / Fator de Resíduos biológicos (respingos de sangue e secreções) Iluminação Postura Dano Doenças Infectocontagiosas Cansaço e problemas visuais Dores lombares, lesões na coluna Legislação NR 15 ANEXO F - RECONHECIMENTO DOS RISCOS Fonte(s) Geradora(s) Por contato com prontuário (sujo) de pacientes Luminárias Vide Laudo Ergonômico CCIH Descrição de atividades: Coordena os serviços do CCIH, analisa fichas de antibiótico, substituição da supervisora CCIH, elaboração das escalas participações das reuniões na direção e realiza palestras educativas; Responsável pelos curativos dos pacientes infectado com ISC com tipo grave, ISC Infecção do sitio cirúrgico, contato com paciente. Exposição () (Intermitente) Eventual Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Qualitativa Moderado Definição de ações necessárias Vacinação e EPI Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho Manter pausas para ginástica laboral Critério para Monitoração da exposição PLANEJAMENTO FAMILIAR Função: Psicóloga, Enfermeira, Téc. de Enfermagem. Descrição de atividades: Faz avaliação do perfil das gestantes tais como: saber se são casadas, quantos filhos, casa própria, renda familiar. De acordo com o perfil das gestantes,serão inseridas no programa Planejamento Familiar; Coordena o planejamento, agenda atendimento das mães com o médico para fins de cirurgia e orientação atravpes de palestras; Recepção de atendimento ao público, para fins de avaliação do perfil e assim encaminhamento a Psicóloga para fins de inserção no Planejamento Familiar. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Postura Iluminação Dores lombares, lesões na coluna Cansaço e problemas visuais Vide Laudo Ergonômico Luminárias Manter pausas para ginástica laboral Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho
60 IMUNIZAÇÃO Função: Téc. de Enfermagem Descrição de atividades: Aplicação e conservação das vacinas. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Pacientes Intermitente Vacinação e EPI Qualitativa Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral ERGONÔMICO Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho
61 ANEXO F - RECONHECIMENTO DOS RISCOS RADIOLOGIA Função: Técnico de Radiologia Descrição de atividades: Executa exames radiológicos, com solicitação do médico, posicionando adequadamente o paciente e acionando o aparelho de Raio X, para atender às requisições médicas. Agente / Tipo BIOLÓGICO Perigo / Fator de Vírus, Bactérias e Fungos Dano Doenças Infectocontagiosas Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Contato com a FÍSICO Radiação Ionizante Doenças Crônicas NR 15 Intermitente Pele Perfil de exposição existente Técnica Utilizada NR 15 Pacientes Intermitente Moderado Vacinação e EPI Qualitativa Qualitativa Moderado Definição de ações necessárias Utilização de dosimetros termoluminescentes (TLD), Vacinação e EPI Critério para Monitoração da exposição QUÍMICO Prdodutos Químicos (Revelador e fixador de Raio-X) Irritação na pele, olhos, problemas respiratórios e intoxicações NR 15 Contato e/ou manipulação Intermitente Qualitativa Moderado Vacinação e EPI ERGONÔMICO Iluminação Postura Cansaço e problemas visuais Dores lombares, lesões na coluna Luminárias Vide Laudo Ergonômico Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho Manter pausas para ginástica laboral ULTRASSONOGRAFIA Função: Agente Administrativo, Aux. de Serviços Gerais. Descrição de atividades: Atendimento ao publico, auxiliando na digitação de exame de ultrassonografia para fins de resultado de laudos. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho ERGONÔMICO Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral
62 TRANSPORTE Função: Motorista Descrição de atividades: Transporte de pacientes, transferências para outros hospitais para a realização de exames em clínicas conveniada. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho ERGONÔMICO Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral ACIDENTE Colisões ou capotamentos Fraturas, luxações, amputações e/ou morte Trânsito Intermitente Qualitativa Moderado e/ou grande Reciclagem do curso de Direçào defensiva Monitorar após adotar Medidas de Controle CANGURU Função: Médico, Enfermeiro, Técnica de Enfermagem. Descrição de atividades: Atendimento médico ambulatorial; Coordena o setor, atendimento de enfermagem ambulatorial, rotas de atividades do canguru e palestras; Triagem de enfermagem e assistência à enfermagem. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Iluminação Postura Cansaço e problemas visuais Dores lombares Luminárias Vide Laudo Ergonômico Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho Manter pausas para ginástica laboral BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 contato com paciente Qualitativa Grande Descartex, descontaminação do ambiente, vacinação e EPI
63 Função: Assistente Social. CANGURU Descrição de atividades: Acompanhamento social da família, dos recém nascidos, visita domiciliar. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho ERGONÔMICO Postura Dores lombares Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral
64 ANEXO F - RECONHECIMENTO DOS RISCOS POSTO DE ADMISSÃO Função: Técnico de Enfermagem, Aux. Operacional Saúde. Descrição de atividades: Faz punção de medicamento, abastece o setor com materiais s, arruma sala de emergência, curativo, apoio médico, auxilia no parto humanizado; Administrar medicamento, acesso venoso abastece o setor com materiais, curativo. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Contato com pacientes Qualitativa Grande Descartex, descontaminação do ambiente, vacinação e EPI BIOLÓGICO Resíduos biológicos (respingos de sangue e secreções) Doenças Infectocontagiosas NR 15 Contato com paciente Eventual Qualitativa Vacinação e EPI ACIDENTE Contaminação biológica Contrair doenças Infectocontagiosas Perfurocortantes Intermitente Qualitativa Grande Palestra de conscientização dos riscos e uso de dispositivos de proteção Monitorar após adotar Medidas de Controle
65 POSTO DE ADMISSÃO Função: Maqueiro Descrição de atividades: Realiza deslocamento de pacientes através de maca, cadeira de rodas. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Exigência de Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Contato com pacientes Qualitativa Grande Descartex, descontaminação do ambiente, vacinação e EPI
66 PRÉ-PARTO Função: Técnico de Enfermagem, Aux. de Saúde. Descrição de atividades: Cuidados com a parturiente e RN Recém Nascido, tratamento clinico, punção venosa, administração de medicamentos, curativo do cordão umbilical. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral BIOLÓGICO ACIDENTE Vírus, Bactérias e Fungos Resíduos biológicos (respingos de sangue e secreções) Contaminação biológica Doenças Infectocontagiosas Doenças Infectocontagiosas Contrair doenças Infectocontagiosas NR 15 NR 15 Contato com pacientes Contato com paciente Perfurocortantes Eventual Intermitente Qualitativa Qualitativa Qualitativa Grande Grande Descartex, descontaminação do ambiente, vacinação e EPI Vacinação e EPI Palestra de conscientização dos riscos e uso de dispositivos de proteção Monitorar após adotar Medidas de Controle
67 UTI MATERNA Função: Técnico de Enfermagem Descrição de atividades: Administração de medicamentos, punção venosa, deambulação de pacientes. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho ERGONÔMICO Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Contato com pacientes Qualitativa Grande Descartex, descontaminação do ambiente, vacinação e EPI ACIDENTE Contaminação biológica Contrair doenças Infectocontagiosas Perfurocortantes Intermitente Qualitativa Grande Palestra de conscientização dos riscos e uso de dispositivos de proteção Monitorar após adotar Medidas de Controle
68 UTI MATERNA Função: Agente Administrativo Descrição de atividades: Reposição de materiais como: soro, medicações e materiais administrativos. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Iluminação Postura Cansaço e problemas visuais Dores lombares, lesões na coluna Luminárias Vide Laudo Ergonômico Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho Manter pausas para ginástica laboral BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Contato com pacientes Qualitativa Grande Descartex, descontaminação do ambiente, vacinação e EPI
69 UCI NEONATAL Função: Téc. de Enfermagem Descrição de atividades: Cuidados com RN`s Recém Nascidos pré e pós-operatórios, prematuros e patológicos. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Iluminação Postura Cansaço e problemas visuais Dores lombares, lesões na coluna Luminárias Vide Laudo Ergonômico Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho Manter pausas para ginástica laboral BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Contato com pacientes Qualitativa Grande Descartex, descontaminação do ambiente, vacinação e EPI ACIDENTE Contaminação biológica Contrair doenças Infectocontagiosas Perfurocortantes Intermitente Qualitativa Grande Palestra de conscientização dos riscos e uso de dispositivos de proteção Monitorar após adotar Medidas de Controle
70 UTI NEONATAL Função: Téc. de Enfermagem, Aux. de Enfermagem Descrição de atividades: Punção venosa, diluição e administração de medicamentos e apoio ao consultório médico. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Contato com pacientes Qualitativa Moderado Descartex, descontaminação do ambiente, vacinação e EPI ACIDENTE Contaminação biológica Contrair doenças Infectocontagiosas Perfurocortantes Intermitente Qualitativa Grande Palestra de conscientização dos riscos e uso de dispositivos de proteção Monitorar após adotar Medidas de Controle
71 UTI NEONATAL Função: Agente Administrativo Descrição de atividades: Reposição de materiais como: soro, medicações e materiais administrativos. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho ERGONÔMICO Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Contato com pacientes Qualitativa Vacinação e EPI
72 ANEXO F - RECONHECIMENTO DOS RISCOS ALCON II Função: Enfermeira (a), Técnico de Enfermagem. Descrição de atividades: Cuidados com a parturiente e RN Recém Nascido, tratamento clinico, punção venosa, administração de medicamentos, curativo do cordão umbilical. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral BIOLÓGICO ACIDENTE Vírus, Bactérias e Fungos Resíduos biológicos (respingos de sangue e secreções) Contaminação biológica Doenças Infectocontagiosas Doenças Infectocontagiosas Contrair doenças Infectocontagiosas NR 15 NR 15 Contato com pacientes Contato com paciente Perfurocortantes Eventual Intermitente Qualitativa Qualitativa Qualitativa Grande Grande Descartex, descontaminação do ambiente, vacinação e EPI Vacinação e EPI Palestra de conscientização dos riscos e uso de dispositivos de proteção Monitorar após adotar Medidas de Controle
73 ALCON III Função: Enfermeiro(a),Técnico de Enfermagem. Descrição de atividades: Realiza visita as parturientes, curativos, sondagem vesical, punção e medicação; Administração de medicamentos, curativos, aferição de sinais vitais, acompanhamento de pacientes para exames. Perfil de exposição existente Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição Iluminação (computador) Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho ERGONÔMICO Postura Dores lombares, lesões na coluna Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Contato com pacientes Qualitativa Grande Descartex, descontaminação do ambiente, vacinação e EPI ACIDENTE Contaminação biológica Contrair doenças Infectocontagiosas Perfurocortantes Intermitente Qualitativa Grande Palestra de conscientização dos riscos e uso de dispositivos de proteção Monitorar após adotar Medidas de Controle
74 ANEXO F - RECONHECIMENTO DOS RISCOS LABORATÓRIO Função: Farmacêutico Bioquímico, Téc. de Patologia, Auxiliar de Patologia, Téc. de Enfermagem, Aux. de Serviços Gerais. Descrição de atividades: Realiza leitura de exames laboratoriais (sangue, fezes, urina entre outros) solicitados pelo médico para um melhor diagnóstico; Coleta de material biológico, transporte do material biológico, manipulação de material biológico, microscopia óptica, centrifugação, análise de amostras e laudos. (bioquímica hematologia, urina lise, bacteriologia, parasitologia, imunologia e sorologia); Realiza coleta de sangue de todas as enfermarias e posto de coleta no qual é encaminhado para laboratório; Realiza coleta de sangue, balcão de hematologia, urinálise, para serem processados, exames laboratoriais. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Iluminação Postura Inadequada Cansaço e problemas visuais Dores lombares Luminárias Vide Laudo Ergonômico Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho Manter pausas para ginástica laboral BIOLÓGICO Vírus, Bactérias e Fungos Doenças Infectocontagiosas NR 15 Contato co material coletado Qualitativa Grande Descartex, descontaminação do ambiente, vacinação e EPI ACIDENTE Contaminação biológica Contrair doenças Infectocontagiosas Perfurocortantes Qualitativa Grande Palestra de concientização dos riscos e uso de dispositivos de proteção Monitorar após adotar Medidas de Controle
75 LABORATÓRIO Função: Gerente de Serviços Especializados. Descrição de atividades: Coordena as atividades desenvolvidas no laboratório. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Legislação Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição ERGONÔMICO Iluminação Postura Cansaço e problemas visuais Dores lombares Luminárias Vide Laudo Ergonômico Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho Manter pausas para ginástica laboral CME Função: Técnico de Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem e Auxiliar Operacional de Saúde. Descrição de atividades: Lavagem e preparo de materiais cirúrgicos, desinfecção e esterilização de materiais biológicos. Agente / Tipo Perigo / Fator de Dano Padrões Legais / Limite de Exposição Fonte(s) Geradora(s) Exposição () (Intermitente) Perfil de exposição existente Técnica Utilizada Definição de ações necessárias Critério para Monitoração da exposição FÍSICO Ruído proveniente de Autocláves Perda da capacidade auditiva NR 15 Autocláves e ar comprimido Intermitente Utilização de EPI ERGONÔMICO Postura Dores lombares Vide Laudo Ergonômico Manter pausas para ginástica laboral Página 2
76 ERGONÔMICO Iluminação Cansaço e problemas visuais Luminárias Correção das luminárias, direcionando-as ao posto de trabalho QUÍMICO BIOLÓGICO Produtos Químicos (Ácido Peracético e Enzimático) Vírus, Bactérias e Fungos Irritação na pele, olhos, problemas respiratórios e intoxicações Doenças Infectocontagiosas NR 15 NR 15 Contato e/ou manipulação Contato com material infectado Intermitente Intermitente Qualitativa Qualitativa Grande Utilização de EPI Descartex, descontaminação do ambiente, vacinação e EPI Página 3
77 ANEXO G - MONITORAMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS SETOR Nº FUNC. NÍVEL DE RUÍDO (db) RUÍDO FUNDO EPI ATENUAÇÃO FONTE GERADORA RISCO FÍSICO EXPOSIÇÃO (CONT.) (INT.) LIMITE DE TOLERÂNCIA NR 15 EXPOSIÇÃO (LEVE) (MODERADA) (PESADA) ADMINISTRAÇÃO/DIREÇÃO GERAL Ambiente e vozes humanas I 85dB 22.6 Leve ALMOXARIFADO 5 60,2 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 22.9 Leve NÚCLEO INTERNO DE REGULAÇÃO 4 65,7 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 23.6 Leve NÍVEL DE TEMPERATURA () LIMITE DE TOLERÂNCIA NR 15 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 MEDIÇÃO RISCO ERGONÔMICO NÍVEL DE ILUMINÂNCIA NBR ISSO/CIE TIPO DE ILUMINAÇÃO A A A AGÊNCIA TRANSFUSIONAL 9 62,0 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 18,9 Leve Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25, A GERÊNCIA TÉCNICA 2 48,8 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 21,4 Leve COMPRAS/FINANCEIRO 3 64,4 - Ambiente e vozes humanas I 85dB 23,6 Leve CONTABILIDADE 1 57,0 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 20,8 Leve POSTO DE COLETA DO LEITE 16 63,0 - Ambiente e vozes humanas I 85dB 22,0 Leve BANCO DE LEITE HUMANO 8 55,9 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 24,5 Leve RECEPÇÃO CENTRAL 6 66,0 - Ambiente e vozes humanas I 85dB 25,5 Leve RECEPÇÃO DE ADMISSÃO 7 63,1 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 24,3 Leve Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25, A A A 153,3 500 A A A A Programa de Prevenção de s Ambientais
78 POSTO ADMISSÃO 31 71,00 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 24,0 Leve CENTRO CIRÚRGICO 1 56,6 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 24.0 Leve SAVVIS 5 51,4 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 21,4 Leve PRE-PARTO 25 61,5 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 23,8 Leve CME 11 71,2 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 25,3 Leve LABORATORIO 32 66,8 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 20,8 Leve Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 180,8 300 A A A A A A TOLERÁVEL A exposição pode permanecer dentro dos parâmetros verificados, podendo ser adotadas medidas visando a melhoria contínua. SUBSTÂNCIAL Implantar ações de controle em caráter prioritário ou corrigir falhas nas medidas existentes. MODERADO Reavaliar os meios de controle e quando, adotar medidas complementares visando a manutenção ou melhoria do controle sobre as exposições ocupacionais. LEGENDA: C: CONTÍNUO I: INTERMITENTE A: ARTIFICIAL N: NATURAL Programa de Prevenção de s Ambientais
79 ANEXO G - MONITORAMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS SETOR Nº FUNC. NÍVEL DE RUÍDO (db) RUÍDO FUNDO EPI ATENUAÇÃO FONTE GERADORA RISCO FÍSICO EXPOSIÇÃO (CONT.) (INT.) LIMITE DE TOLERÂNCIA NR 15 EXPOSIÇÃO (LEVE) (MODERADA) (PESADA) FARMACIA 19 50,0 - Ambiente E 85dB 23 Moderada CANGURU 3 64,8 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 22,7 Leve SAME/FATURAMENTO 5 56,4 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 21,6 Leve RADIOLOGIA 9 64,8 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 24,0 Leve TRANSPORTE Ambiente e vozes humanas C 85dB 22,0 Leve PATRIMONIO 1 57,0 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 26,1 Leve RECURSOS HUMANOS 5 64,7 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 24,3 Leve SERVIÇO SOCIAL 6 61,1 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 25,3 Leve NÍVEL DE TEMPERATURA () LIMITE DE TOLERÂNCIA NR 15 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 MEDIÇÃO RISCO ERGONÔMICO NÍVEL DE ILUMINÂNCIA NBR ISSO/CIE TIPO DE ILUMINAÇÃO A/N A/N A/N A/N A/N A/N A/N 126,4 500 A/N TOLERÁVEL A exposição pode permanecer dentro dos parâmetros verificados, podendo ser adotadas medidas visando a melhoria contínua. SUBSTÂNCIAL Implantar ações de controle em caráter prioritário ou corrigir falhas nas medidas existentes. MODERADO Reavaliar os meios de controle e quando, adotar medidas complementares visando a manutenção ou melhoria do controle sobre as exposições ocupacionais. LEGENDA: C: CONTÍNUO I: INTERMITENTE A: ARTIFICIAL N: NATURAL Programa de Prevenção de s Ambientais
80 ANEXO G - MONITORAMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS RISCO FÍSICO RISCO ERGONÔMICO NÍVEL DE RUÍDO (db) NÍVEL DE TEMPERATURA () NÍVEL DE ILUMINÂNCIA SETOR Nº FUNC. RUÍDO FUNDO EPI ATENUAÇÃO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO (CONT.) (INT.) LIMITE DE TOLERÂNCIA NR 15 EXPOSIÇÃO (LEVE) (MODERADA) (PESADA) LIMITE DE TOLERÂNCIA NR 15 MEDIÇÃO NBR ISSO/CIE TIPO DE ILUMINAÇÃO PLANEJAMENTO FAMILIAR 2 61,4 - Ambiente e vozes humanas I 85dB 23,8 Leve Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25, A/N GERËNCIA TECNICA DE ENFERMAGEM Ambiente e vozes humanas I 85dB 21,7 Leve Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25, A/N ULTRASSONOGRAFIA 4 59,0 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 22,2 Leve Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25,0 163,9 500 A/N EDUCAÇÃO PERMANENTE 1 54,2 - Ambiente e vozes humanas C 85dB 21,3 Leve Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25, A/N CCIH Ambiente e vozes humanas C 85dB 23.7 Leve Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25, A/N ALCON II 40 65,8 - Ambiente e vozes humanas I 85dB 26,1 Leve Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25, A/N ALCON III 41 68,0 - Ambiente e vozes humanas I 85dB 25,7 Leve Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25, A/N UTI NEONATAL 12 54,4 - Ambiente e vozes humanas I 85dB 23 Leve Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25, A/N UTI MATERNA Ambiente e vozes humanas N 85dB 20.4 Leve Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25, A/N UCI NEONATAL 9 41,7 - Ambiente e vozes humanas N 85dB 21,9 Leve Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25, A/N Programa de Prevenção de s Ambientais
81 IMUNIZAÇÃO 2 46,3 - Ambiente e vozes humanas I 85dB 25,4 Leve Atividade Leve 30,0 Atividade Moderada 26,7 Atividade Pesada 25, A/N OBSERVAÇÃO: Os servidores da Emergência realizam atividades na Urgência Cirúrgica e Urgência Ortopédica por meio de rodízio, não ficam fixos no setor. A Vinculação e Albergue não possuem setores. TOLERÁVEL A exposição pode permanecer dentro dos parâmetros verificados, podendo ser adotadas medidas visando a melhoria contínua. SUBSTÂNCIAL Implantar ações de controle em caráter prioritário ou corrigir falhas nas medidas existentes. MODERADO Reavaliar os meios de controle e quando, adotar medidas complementares visando a manutenção ou melhoria do controle sobre as exposições ocupacionais. LEGENDA: C: CONTÍNUO I: INTERMITENTE A: ARTIFICIAL N: NATURAL Programa de Prevenção de s Ambientais
82 AVENTAL IMPERMEÁVEL AVENTAL TÉRMICO IMPERMEABILIZADO AVENTAIS DE CHUMBO BOTA DE BORRACHA EM PVC BOTA DE COURO CAPOTE DE MANGA COMPRIDA GORRO LUVA DE ALGODÃO LUVA PLUMBÍFERA LUVA DE PROCEDIMENTO LUVA DE LATEX CANO LONGO LUVA DE PVC CANO LONGO LUVA DE RASPA LUVA ESTÉRIL LUVA DE VAQUETA LUVA PARA SINALEIRO LUVA TÉRMICA LUVA DE ALGODÃO PIGUIMENTADA LUVA POLIAMIDA LUVA EM MALHA DE AÇO MANGOTE DE LONA MÁSCARA DESCARTAVEL MÁSCARA CIRÚRGICA MANGOTE DE LONA MASCARA N95 MÁSCARA PFF2 MASCARA COM FILTRO QUÍMICO ÓCULOS DE ACRÍLICO INCOLOR ÓCULOS PLUMBÍFEROS PROTETOR FACIAL DE ACRÍLICO PROTETOR DE GÔNODAS PROTETOR AURICULAR PROTETOR DE TIREÓIDE PRO-PÉ VISEIRA TRANSPARENTE SAPATO FECHADO SAPATO FECHADO IMPERMEÁVEL TOUCA DE PROTEÇÃO ANEXO H - MAPA DE EPI`s E ACESSÓRIOS SETOR x EPI S ADMINISTRAÇÃO / DIREÇÃO GERAL X ALMOXARIFADO X X X X TRANSFUSIONAL X X X X X COMPRAS/FINANCEIRO X CONTABILIDADE X POSTO DE LEITE HUMANO X X X X x X ULTRASSONOGRAFIA X RECEPÇÃO CENTRAL x X RECEPÇÃO DE ADMISSÃO x x x x x x x X CENTRO CIRURGICO X X X X X X X X POSTO DE ADMISSÃO X X X X X PRE-PARTO X X X X X CME X X X X X X X LABORATÓRIO X X X GERENCIA TÉCNICA X X X X FARMÁCIA X X X X CANGURU X X X SAME/FATURAMENTO X X X X X X RADIOLOGIA X X X X X X X X EDUCAÇÃO PERMANENTE x OUVIDORIA x PATRIMÔNIO x x RECURSOS HUMANOS x SERVIÇO SOCIAL x NÚCLEO INTERNO DE REGULAÇÃO x PLANEJAMENTO FAMILIAR x COORDENAÇÃO E SUPERVISÃO x CONTRATO/LICITAÇÃO X COORDENAÇÃO E SUPERVISÃO Programa de Prevenção de s Ambientais
83 LEGENDA x Existente x Recomendado x Se Necessário Programa de Prevenção de s Ambientais
84 AVENTAL PLUMBIFERA AVENTAL TÉRMICO IMPERMEABILIZADO AVENTAIS DE CHUMBO BOTA DE BORRACHA BOTA DE COURO CAPOTE DE MANGA COMPRIDA GORRO LUVA DE ALGODÃO LUVA PLUMBÍFERA LUVA DE PROCEDIMENTO LUVA DE LATEX CANO LONGO LUVA DE PVC CANO LONGO LUVA DE RASPA LUVA ESTÉRIL LUVA DE VAQUETA LUVA PARA SINALEIRO LUVA TÉRMICA LUVA DE ALGODÃO PIGUIMENTADA LUVA POLIAMIDA LUVA EM MALHA DE AÇO MANGOTE DE LONA MÁSCARA DESCARTAVEL MÁSCARA CIRÚRGICA MANGOTE DE LONA MASCARA N95 MÁSCARA PFF2 MASCARA COM FILTRO QUÍMICO ÓCULOS DE ACRÍLICO ÓCULOS PLUMBÍFEROS PROTETOR FACIAL DE ACRÍLICO INCOLOR PROTETOR DE GÔNODAS PROTETOR AURICULAR PROTETOR DE TIREÓIDE PRO-PÉ VISEIRA TRANSPARENTE SAPATO FECHADO SAPATO FECHADO IMPERMEÁVEL TOUCA DE PROTEÇÃO ANEXO H - MAPA DE EPI`s E ACESSÓRIOS SETOR x EPI S CCIH X X x X X X TRANSPORTE X X X ALCON I X X X X X X X ALCON II X X X X X X X ALCON III X X X X X X X UTI NEONATAL X X X X X X UTI MATERNA X X X X X x X UCI NEONATAL X X X X X X IMUNIZAÇÃO x X X X X x x x x x x x x x x x x x x LEGENDA x Existente x Recomendado Programa de Prevenção de s Ambientais
85 O QUE ONDE COMO QUEM MÊS DE REALIZAÇÃO EXEC/RESULT PONTOS PROBL. Plano de Ações 1. Manter a implementação do PGRSS - Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde Hospital ANEXO I - CRONOGRAMA PARA CONFORMIDADE Meta: Atendimento ao Cronograma de Ações do PPRA Realizando palestras com os funcionarios, sobre os assuntos do programa. Gerência 14 / 15 M J J A S O N D J F M A M A x x x x x x x x x x x x x R NR 14 / 15 M J J A S O N D J F M A M 2. Produtos Químicos Utilizados em toda área hospitalar Mantendo e atualizando os mapeamentos dos programas. SESMT com apoio do Farmacêutico / Bioquímico A x x x x X x x x x x x x x R NR 14 / 15 M J J A S O N D J F M A M 3. Programas de Segurança Empresas terceirizadas Continuar solicitando PPRA, PCMSO, Registro de treinamento quando aplicável, Cautela de EPI e Ordem de Serviço. Gerência / SESMT A R NR X 14 / 15 M J J A S O N D J F M A M 4. Análise Microbiológica da água Hospital Contratando empresa especializada Gerência A X X X R NR 14 / 15 M J J A S O N D J F M A M 5. Análise Microbiológica do ar ambiental Hospital Contratando empresa especializada Gerência A R NR X 14 / 15 M J J A S O N D J F M A M 6. Análise Microbiológica dos alimentos Cozinha Continuar realizando periodicamente as analises. Gerência A x x x R NR 14 / 15 M J J A S O N D J F M A M 7. Limpeza dos condicionadores de ar Hospital Elaborando plano de manutenção e limpeza Gerência A x x x x x x x x x x x x x R NR LEGENDA A - EM ANDAMENTO R - REALIZADO NÃO REALIZADO PPRA - Programa de Prevenção de s Ambientais - Maternidade Ana Braga
86 ANEXO I - CRONOGRAMA PARA CONFORMIDADE Meta: Atendimento ao Cronograma de Ações do PPRA O QUE ONDE COMO QUEM MÊS DE REALIZAÇÃO EXEC/RESULT PONTOS PROBL. Plano de Ações 8.Disponibilização de EPI`s Hospital Continuar disponibilizando EPI s adequados aos riscos, assim como realizar treinamento de forma a garantir a correta utilização Gerência 14 / 15 M J J A S O N D J F M A M A x x x x x x x x x x x x x R NR 14 / 15 M J J A S O N D J F M A M 9. Realização das Campanhas estabelecidas no Planejamento Anual SESMT Realizando SESMT A X X X X X X X X X X X X X R NR 14 / 15 M J J A S O N D J F M A M 10. Elaboração do Mapa de SESMT Sera Realizando de acordo com a nova CIPA. SESMT/CIPA A R X NR 14 / 15 M J J A S O N D J F M A M 11. Adequar os setores com iluminamento inadequado. Nos setores especificados na planilha de de, com nível de iluminamento baixo Realizando estudo sobre a qualidade e quantidade de luminarias, de forma que atenda as exigencias da NBR Gerência/Manutenção A R NR X 14 / 15 M J J A S O N D J F M A M 12. Implantação do Programa de Prevenção de s de Acidentes com Materiais Perfurocortantes SESMT Confome anexo III da NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Gerência/SESMT A R NR x 14 / 15 M J J A S O N D J F M A M A x 13. Análise Global do PPRA SESMT Realizando SESMT R NR A - EM ANDAMENTO R - REALIZADO NÃO REALIZADO LEGENDA Elaborado por: Reginaldo Beserra Alves PPRA - Programa de Prevenção de s Ambientais - Maternidade Ana Braga
87 SESMT Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho Serviços Item 1 2 TREINAMENTOS/PALESTRAS A importância da ginástica laboral Apresentação do PPRA PLANEJAMENTO ANUAL DO PPRA - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - MATERNIDADE ANA BRAGA Mês/Ano Status Responsável jun/17 jul/17 ago/17 set/17 out/17 nov/17 dez/17 jan/18 fev/18 mar/18 abr/18 mai/18 Realizado Não Realizado Educador Físico Eng. De Segurança do Trabalho 3 4 Curso de Brigadista Campanha: Manuseio de Perfurocortante Eng. De Segurança do Trabalho Enfermeira 5 Campanha: Primeiros Socorros Enfermeira 6 7 Campanha: Prevenção de Acidentes de Trabalho Campanha: Ergonomia Aplicada no Trabalho Técnico de Segurança do Trabalho Fisioterapeuta 8 Campanha sobre Hepatite Enfermeira Campanha: A importância do uso de Equipamento de Proteção Individual Campanha: As consequências do Estress no Ambiente de Trabalho Treinamento da CIPA Campanha: Descarte de Resíduos:com ênfase em resíduos hospitalares Campanha: Qualidade de Vida Técnico de Segurança do Trabalho Enfermeira//Técnico de Enfermagem Eng. De Segurança do Trabalho/Técnico de Segurança do Trabalho Eng. De Segurança do Trabalho/Técnico de Segurança do Trabalho Enfermeira/Técnico de Segurança do Trabalho
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90 ANEXO J - PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE ACIDENTES COM MATERIAIS PERFUROCORTANTES 1. Objetivo e Campo de Aplicação: 1.1 Estabelecer diretrizes para a elaboração e implementação de um plano de prevenção de riscos de acidentes com materiais perfurocortantes com probabilidade de exposição a agentes biológicos, visando a proteção, segurança e saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral. 1.2 Entende-se por serviço de saúde qualquer edificação destinada à prestação de assistência à saúde da população, e todas as ações de promoção, recuperação, assistência, pesquisa e ensino em saúde em qualquer nível de complexidade. 1.3 Materiais perfurocortantes são aqueles utilizados na assistência à saúde que têm ponta ou gume, ou que possam perfurar ou cortar. 1.4 O dispositivo de segurança é um item integrado a um conjunto do qual faça parte o elemento perfurocortante ou uma tecnologia capaz de reduzir o risco de acidente, seja qual for o mecanismo de ativação do mesmo. 2. Comissão gestora multidisciplinar: 2.1 O empregador deve constituir uma comissão gestora multidisciplinar, que tem como objetivo reduzir os riscos de acidentes com materiais perfurocortantes, com probabilidade de exposição a agentes biológicos, por meio da elaboração, implementação e atualização de plano de prevenção de riscos de acidentes com materiais perfurocortantes. 2.2 A comissão deve ser constituída, sempre que aplicável, pelos seguintes membros: a) o empregador, seu representante legal ou representante da direção do serviço de saúde; b) representante do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT, conforme a Norma Regulamentadora n.º 4; c) vice-presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA ou o designado responsável pelo cumprimento dos objetivos da Norma Regulamentadora n.º 5, nos casos em que não é obrigatória a constituição de CIPA; d) representante da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar; e) direção de enfermagem; f) direção clínica;
91 g) responsável pela elaboração e implementação do PGRSS - Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde; h) representante da Central de Material e Esterilização; i) representante do setor de compras; e j) representante do setor de padronização de material. 3. Análise dos acidentes de trabalho ocorridos e das situações de risco com materiais perfurocortantes: 3.1 A Comissão Gestora deve analisar as informações existentes no PPRA e no PCMSO, além das referentes aos acidentes do trabalho ocorridos com materiais perfurocortantes. 3.2 A Comissão Gestora não deve se restringir às informações previamente existentes no serviço de saúde, devendo proceder às suas próprias análises dos acidentes do trabalho ocorridos e situações de risco com materiais perfurocortantes. 3.3 A Comissão Gestora deve elaborar e implantar procedimentos de registro e investigação de acidentes e situações de risco envolvendo materiais perfurocortantes. 4. Estabelecimento de prioridades: 4.1 A partir da análise das situações de risco e dos acidentes de trabalho ocorridos com materiais perfurocortantes, a Comissão Gestora deve estabelecer as prioridades, considerando obrigatoriamente os seguintes aspectos: a) situações de risco e acidentes com materiais perfurocortantes que possuem maior probabilidade de transmissão de agentes biológicos veiculados pelo sangue; b) frequência de ocorrência de acidentes em procedimentos com utilização de um material perfurocortante específico; c) procedimentos de limpeza, descontaminação ou descarte que contribuem para uma elevada ocorrência de acidentes; e d) número de trabalhadores expostos às situações de risco de acidentes com materiais perfurocortantes. 5. Medidas de controle para a prevenção de acidentes com materiais perfurocortantes: 5.1 A adoção das medidas de controle deve obedecer à seguinte hierarquia: a) substituir o uso de agulhas e outros perfurocortantes quando for tecnicamente possível; b) adotar controles de engenharia no ambiente (por exemplo, coletores de descarte);
92 c) adotar o uso de material perfurocortante com dispositivo de segurança, quando existente, disponível e tecnicamente possível; e d) mudanças na organização e nas práticas de trabalho. 6. Seleção dos materiais perfurocortantes com dispositivo de segurança: 6.1 Esta seleção deve ser conduzida pela Comissão Gestora Multidisciplinar, atendendo as seguintes etapas: a) definição dos materiais perfurocortantes prioritários para substituição a partir da análise das situações de risco e dos acidentes de trabalho ocorridos; b) definição de critérios para a seleção dos materiais perfurocortantes com dispositivo de segurança e obtenção de produtos para a avaliação; c) planejamento dos testes para substituição em áreas selecionadas no serviço de saúde, decorrente da análise das situações de risco e dos acidentes de trabalho ocorridos; e d) análise do desempenho da substituição do produto a partir das perspectivas da saúde do trabalhador, dos cuidados ao paciente e da efetividade, para posterior decisão de qual material adotar. 7. Capacitação dos trabalhadores: 7.1 Na implementação do plano, os trabalhadores devem ser capacitados antes da adoção de qualquer medida de controle e de forma continuada para a prevenção de acidentes com materiais perfurocortantes. 7.2 A capacitação deve ser comprovada por meio de documentos que informem a data, o horário, a carga horária, o conteúdo ministrado, o nome e a formação ou capacitação profissional do instrutor e dos trabalhadores envolvidos. 8. Cronograma de implementação: 8.1 O plano deve conter um cronograma para a sua implementação. 8.2 O cronograma deve contemplar as etapas dos itens 3 a 7 acima descritos e respectivos prazos para a sua implantação. 8.3 Este cronograma e a comprovação da implantação devem estar disponíveis para a Fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego e para os trabalhadores ou seus representantes. 9. do plano: 9.1 O plano deve contemplar monitoração sistemática da exposição dos trabalhadores a agentes biológicos na utilização de materiais perfurocortantes, utilizando a análise
93 das situações de risco e acidentes do trabalho ocorridos antes e após a sua implementação, como indicadores de acompanhamento. 10. da eficácia do plano: 10.1 O plano deve ser avaliado a cada ano, no mínimo, e sempre que se produza uma mudança nas condições de trabalho e quando a análise das situações de risco e dos acidentes assim o determinar.
94 GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS MATERNIDADE ANA BR AGA FLUXOGRAMA PARA ACIDENTE COM PERFURO CORTANTE E/OU EXPOSIÇÃO COM SECREÇÕES CORPORAIS Acidente Perfuro Cortante ou contato em mucosas com sangue, fezes, urina e outros. Paciente Fonte Conhecida: Comunicar ao Chefe do Setor Paciente Fonte Desconhecida: Comunicar ao Chefe do Setor Chefe do Setor: 1 Solicitar soro do paciente fonte com autorização por escrito do responsável ou do paciente. 2 comunicar o CCIH, SESMT. 3 SESMT solicitar o transporte. Encaminhar funcionário com soro do paciente devidamente identificado para FMT/AM no máximo até 2h do acidente FMT/AM: 1 Teste rápido do paciente. 2 sorologia para HIV I e II, Hepatite B e C do paciente e funcionário. CHEFE DO SETOR: 1 Comunicar ao SESMT. 2 SESMT solicitar transporte Encaminhar o Funcionário ate 2h do acidente para FMT/AM FMT/AM CONSULTA+MEDICAÇÃO POR 07 DIAS RETORNO: SESMT, no ambulatório de DST/AIDS em até 01 semana TESTE RÁPIDO NEGATIVO Retorno ao SESMT e acompanhamento e aconselhamento pelo FMT/AM. TESTE RÁPIDO POSITIVO Consulta com medicação durante 07 dias. Após 07 dias retornar a FMT/AM ATENÇÃO 1 Autorização para teste rápido do paciente pode ser em receituário, caso o paciente não tenha acompanhante ou paciente não tenha condições para autorizar deverá ser realizado uma historia em receituário descrevendo o ocorrido e enviado junto com soro. 2 Em caso de teste rápido positivo do paciente, a medicação deverá ser iniciada em até 2h. - Retorno ao SESMT e Chefe do Setor. - Retorno ao ambulatório de DST/AIDS do FMT/AM em até 07 dias. - Retorno para consultas e agendamento com 06 semanas, 03 meses e 06 meses. 3 Tempo de uso do medicamento será determinado na 1ª consulta do ambulatório, portanto essa é de extrema importância para continuidade do tratamento. 4 O SESMT encaminha uma cópia da notificação do acidente a CCIH e Vigilância Epidemiológica. Av. Alameda Cosme Ferreira, S/N Bairro São José Fone: (92) Fone/Fax: (92) Manaus / AM CEP Maternidade Ana Braga
95 E TA CALlBRA~AO DE INSTRUMENTOS CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO N LABORATÓRIO RESPONSÁVEL: Exata Calibração de Instrumentos de Medidas Técnica LTDA ME Avenida Francisco Mendes, 01 - Zumbi dos Palmares II IDENTIFICAÇÃO DO CLIENTE Contratante: Sasmet ~--~ Interessado: O mesmo ~~==~ IDENTIFICAÇÃO DO INSTRUMENTO A SER CALIBRADO Denominação: Decibelimetro Faixa de Medição/Unidade: db Valor de Uma Divisão: 0,1 Fabricante: Instrutherm PROCEDIMENTO(s) DE CALmRAçÃO E MÉTODO(s) UTILIZADO Procedimento (s): _::P-=C:_5::_:.~4_--=3-=6 _ CONDIÇÕES AMBIENTAIS Data da Calibração: db Modelo: DEC Identificação: Número de série: ~~~~ Emissão ao Ceftificaao: -=:::::::----;;;;~~:.;::::;~~:;;;;::;-,...""ppr;:,;ó~xit1im::ffii'a"7c~ an D~~r-a-ç=ão-: ::: ::_::_::_:_::==.:: L:_::_:_::: :_:~~_I Umidade Relativa do Ar: --~~--~~~----~ Descrição: Identificação: Certificado N : ibrador de Decibelimetro/Dosím, EC RESULTADOS DA CALmRAçÃQ RBC Data da Calibração: mai-i3 Incerteza de Medição - K: Fator de Abrangência TERMINOLOGIA V.I.: Valor indicado no Instrumento - V.V.C.: Valor Verdadeiro Convencional-I.M.: liberdade efetivo OBSERVAÇÕES: Veff: Grau de 1- Realizado apenas calibração do instrwnento em questão. 2- Valores obtidos correspodem ao maior erro de três medições 3- A incertezadeclarada foi fundamentadaconforme o procedimento interno Exata Calibração (baseado na norma EA-04/02) para o nível de confiança de aproximadamente95% 4- Os resultados apresentad ertificado tem significação restrita e se aplicam somente ao instrwnento em questão, na data da calibração, não sendo extensiva a quaisquer lotes. s para fins pro cionais depende de previa autorização formal da Exata Calibração, sua reprodução somente poderá ser feita na integra, sem nenhumaalteração. quarta-feira, 11 de janeiro de 2017 Rua Chico Mendes, no01 - Zumbi dos Palmares II CEP: Fones: (92) Manaus - AM CNPJ: / Site: [email protected]
96 TA CALlBRA~AO OE INSTRUMENTOS CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO N LABORATÓRIO RESPONSÁVEL: Exata Calibração de Instrumentos de Medidas Técnica LTDA ME Avenida Francisco Mendes, 01 - Zumbi dos Palmares II IDENTIFICAÇÃO DO CLIENTE Contratante: Sasmet Interessado: O mesmo --~~~ IDENTIFICAÇÃO DO INSTRUMENTO A SER CALIBRADO Denominação: Dosimetro Faixa de Medição/Unidade: 30 ~ 130 db Valor de Uma Divisão: O, I db ~ Fabricante: Instrutherm PROCEDIMENTO(s) DE CALffiRAÇÃO E MÉTODO(s) UTILIZADO Procedimento (s): PC CONDIÇÕES AMBIENTAIS Data da Calibração: 13/01/ ~~~~ Emissão ao Certificado: Çfemperatura do Ar C: ~~----~~ PAlDRÂO(ões) UTILIZAQO(s) Descrição: Identificação: ibrador citedecibelimetro/dosim EC RESULTADOS DA CALIBRAÇÃO Certificado N : RBC Modelo: DOS Identificação: Número de série: Data da Calibração: mai-13 mai TERMINOLOGIA I.M.: Incerteza de Medição - K : Fator de Abrangência V.1.: Valor indicado no Instrumento - V.V.C.: Valor Verdadeiro Convencionalliberdade efetivo OBSERVAÇÕES: Veff: Grau de 1- Realizado apenas calibração do instrumento em questão. 2- Valores obtidos correspodem ao maior erro de três medições 3- A incerteza declarada foi fundamentada conforme o procedimento interno Exata Calibração (baseado na norma EA-04/02) para o nível de confiança de aproximadamente 95% 4- Os resultados apresentados neste certificado tem significação restrita e se aplicam somente ao instrumento em questão, na data da calibração, não sendo extensiva a quaisquer lotes. A utilização dos mesmos ns pro cionais depende de previa autorização formal da Exata Calibração, sua reprodução somente poderá ser feita na integra, sem nenhuma alteração. sexta-feira, 13 de janeiro de 2017 Resp. Técnic Rua Chico Mendes, no01 - Zumbi dos Palmares II CEP: Fones: (92) / Manaus - AM CNPJ: / Site: [email protected]
97 E TA CALlBRA~AO DE INSTRUMENTOS LABORATÓRIO RESPONSÁVEL: IDENTIFICAÇÃO DO CLIENTE CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO N Exata Calibração de Instrumentos de Medidas Técnica LTDA ME Avenida Francisco Mendes, 01 - Zumbi dos Palmares II Contratante: _:S_:as.:c:n::c1e.:c:t _ Interessado: -=0::_:_:_m:.::_es::cI1:.::_10=--- _ IDENTIFICAÇÃO DO INSTRUMENTO A SER CALIBRADO Faixa de Medição/Unidade: Denominação: _:L:_cu-=x::cimc:_e:_ctr"'o 0_-_2_0_0_0_0 L_u_x _ Modelo: MLM-I Identificação: --'0_:_0-'-64 _ Valor de Uma Divisão: _O_:,O_I L_ux _ Número de série: _N_:_/_:_C _ Fabricante: _M_i_n_cipc.:_a _ PROCEDIMENTO(s) DE CALIBRAÇÃO E MÉTODO(s) UTl.LIZADO CONDIÇÕES AMBIENTAIS Procedimento (s): _P_C_5_._4-_I _ Data da Calibração: 1_3/_0_1_/2_0_17 _ Temperatura do Ar C: 2_I_oC _ Data da emissão do certificado: ----'1-'-3/_:0_:_1"'/2"'0-'-17=--- _ Próxima Cal ibração: _--=D_:_et:.::_e:_cnn:_::i-=n:_::ad::_:o._.p-_-e:-_-lo- Umidade Relativa do Ar: --=3-=2:.::.%= PADRÃO(ões) UTILlZADO(s) Padrão Identificação: Certificado W: CaI ibração: Vencimento: Luximetro padrão EC jun RESULTADOS DA CALIBRA: ção -I \' V.I V.V.C. Erro I Lux Lux Lux Lux ~ I~ ~ 155, ,948 -Q,84'7 1""'1 ~1,3():t- 3,0 2, ,10 413;li48 ':1,048 I:: I!~i,612,.,t ii- 3~0 ~ J2,65 688,20 '_689~0~8\J. r)-0~847 I::.. I,"r,30? I' j!(t ~I) ~ _ 832,30 -=833,248 _ ~O,947 1,460~ ~3.,0 2, , ,998-0,997 1,536 3,0 2, , ,498-1,497 2,300 3,0 2, , ,998-1,997 3,065 3,0 2,65 I.M. Veff K I~ TERMINOLOGIA V.l.: Valor indicado no Instrumento - V.V.C.: Valor Verdadeiro Convencional -l.m.: Incerteza de Medição - K : Fator de Abrangêncialiberdade efetivo Veff: Grau de OBSERVAÇÕES: 1- Realizado apenas calibração do instrumento em questão. 2- Valores obtidos correspodem a média de três medições. 3- A incerteza declarada foi fundamentada conforme o procedimento interno Exata Calibração (baseado na norma EA-04/02) para o nível de confiança de aproximadamente 95%. 4- Os resultados apresentados neste certificado tem significação restrita e se aplicam somente ao instrumento em questão, na data da calibração, não sendo extensiva a quaisquer lotes. A utilização dos mesmos para fins promocionais depende de previa autorização formal da Exata Calibração, sua reprodução somente poderá ser Ce'. tegra, sem nenhuma alteração. sexta-feira, 13 de janeiro de 2017 Rua Chico Mendes, no01 - Zumbi dos Palmares II CEP: Fones: (92) / Manaus - AM CNPJ: / Site: [email protected]
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Riscos ambientais empresariais. 4.1 Programa de prevenção de acidentes (PPRA)
Capítulo 4 Riscos ambientais empresariais Segundo o artigo 9.1.5 da Portaria n 25, de 29.12.94, do Secretário de Segurança e Saúde no Trabalho, considera-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos
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