Retorno do Investimento em Testes Software
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- Margarida Delgado Quintão
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1 Retorno do Investimento em Testes Software Rui Ribeiro Santos Av. Conde de Valbom, 30 8º Lisboa PORTUGAL Telef: Fax: URL: 31 de Agosto de 2012 Este artigo foi escrito com o intuito de demonstrar a mais-valia da realização de testes de Software numa organização e o retorno que é possível obter na aplicação de testes em todos os projetos. Dedico este artigo a todos os profissionais e organizações que fazem parte deste grande mundo, assim como todos aqueles que virão a fazer parte dele. Como podem os Testes trazer retorno financeiro às organizações? Nas últimas décadas, a qualidade de Software tem vindo a tornar-se numa área cada vez mais importante para o mundo da informática. A criticidade e complexidade cada vez maior dos sistemas de informação no mundo empresarial explicam a necessidade de melhorar a sua qualidade, crescendo assim uma área chamada de Testes de Software. Muitos acham que Testar Software é um conceito novo, mas isso não é a realidade, os testes de Software tiveram o seu grande boom no final da década de 70 na altura do lançamento de dois livros do autor Glenford Myers, o Software Reliability Principles and Practices e o The Art of Software Testing, este último tendo sido considerado uma das bíblias da qualidade de Software. Foi neste livro que Glenford Myers criou o conceito de testes de Software. A necessidade de realizar testes de Software é uma realidade bem presente, pois cada vez mais as organizações e processos de negócio dependem das tecnologias de informação para gerar valor acrescentado ao seu negócio. Pelo contrário, a não realização de quaisquer testes poderá ter como resultado final o fracasso da aplicação. O processo de teste é contínuo, quer através de testes informais, manuais ou mesmo automáticos, e através da análise do modelo conceitual V-Model é possível concluir a importância fundamental dos testes ao longo do processo de desenvolvimento de Software, ao funcionarem como avaliadores da qualidade do produto e seus melhoradores através da identificação e prevenção de defeitos e da sugestão de melhorias ou novas funcionalidades.
2 No entanto é impossível garantir que todo o software funcione corretamente, sem quaisquer erros, visto que os mesmos muitas vezes possuem um grande número de estados com fórmulas, atividades e algoritmos complexos. O tamanho do projeto a ser desenvolvido e a quantidade de pessoas envolvidas no processo aumentam ainda mais a complexidade. Idealmente, toda permutação possível do Software deveria ser testada. Entretanto, isso tornase impossível para a ampla maioria dos casos devido à quantidade impraticável de possibilidades. A qualidade do teste acaba por se relacionar com a qualidade dos profissionais envolvidos em filtrar as permutações relevantes. É fundamental que os profissionais envolvidos sejam Testadores, ou seja, profissionais que tenham um bom conhecimento da área de testes, do processo de negócio, da aplicação, conhecimentos técnicos e funcionais do projeto para entender o que o cliente espera da aplicação, etc. Sempre que possível deve ter a possibilidade de aceder a um sistema de automação para ajudar na etapa de testes de regressão (repetição de testes automáticos periodicamente). Imaginando o caso prático em que uma organização desenvolve um sistema de informação para um call center, em que de forma simplista é constituído por um posto de trabalho (terminal agente) que comunica com um sistema CRM, que por sua vez comunica através de midleware com um grupo de sistemas (Provisioning System, Billing System, Adress Validation, etc). Sem equipa de testes, à medida que o desenvolvimento de cada sistema (CRM, Midleware, Provisioning System, Billing System, Adress Validation) é tornado testável, só são realizados testes por cada programador (Testes Unitários) de forma isolada do restante código, com o objetivo de determinar se o comportamento é exatamente o esperado. Cada unidade é testada separadamente antes de integra-la em módulos, e não como um todo de forma a validar se o processo de negócio funciona com se tinha projetado. Neste caso, o risco é muito elevado e a probabilidade de existirem defeitos em produção na comunicação entre sistemas muito grande. Com equipa de testes, constituída por profissionais com experiencia são realizados testes para validar o fluxo da aplicação (Testes End-to-End), desde o início até ao fim. Isso ajuda a avaliar a interação do software entre sistemas diferentes, com a base de dados e com aplicações de hardware. Neste processo, toda a aplicação é testada para descobrir se há uma falha em qualquer parte do software. Quando um defeito é detetado no sistema e está corrigido, são realizados novos testes para assegurar que novos defeitos não foram introduzidos no sistema.
3 O custo dos defeitos Myers afirmava que os custos para a correção de defeitos tende em aumentar quanto mais tarde o mesmo é encontrado, isto é, o defeito encontrado em fase de especificação custa bem menos que o defeito encontrado quando o Software está em produção. Concluiu ainda que quanto menos defeitos permanecerem no Software, menor será o custo da sua manutenção no futuro Custo Custo Impacto para organização na ausência de testes Em seguida, enumeram-se algumas situações reais de grande impacto para as suas organizações por ausência ou insuficiência de testes de software antes da sua entrada em produção. 1. Em 1983, durante a Guerra Fria, o sistema de alerta da União Soviética esteve a ponto de causar a III Guerra Mundial quando um erro no software indicou que cinco mísseis balísticos tinham sido lançados pelos Estados Unidos. 2. Em 1990, a rede AT&T deixou "mudos" 75 milhões de telefones por um erro numa só linha de código que levou algumas horas para ser identificada. 3. Um software mau desenhado foi o responsável, em 1996, pela explosão do foguete lançador europeu Ariane-5, quando a 40 segundos após o início da sequência de voo, o foguete se desviou de sua rota, partiu e explodiu. 4. Um novo sistema de informática da multinacional Siemens para controlar a emissão de passaportes implantado em 1999 sem testes suficientes e sem pessoal qualificado para a sua utilização, amargurou as férias de meio milhão de britânicos. 5. Uma falha na atualização do software empregado no Ministério do Trabalho e Pensões britânico pela empresa de tecnologias da informação EDS, custou aos contribuintes mais de 1 bilhão de libras em 2004.
4 Análise do Retorno de Investimento em Testes Com base num estudo realizado por Rex Black The Cost of Software Quality, vejamos o seguinte exemplo que contempla 3 níveis de maturidade em Testes: Sem Testes Formais: Sem equipa de testes e uma metodologia de testes definida Com Testes Manuais: Equipa de testes e execução manual de testes Com Testes Automáticos: Equipa de testes, execução automática e acompanhamento Consideramos o seguinte custo de correção de cada defeito / fase de projeto, tendo em conta o conceito Regra 10 de Myers de Glenford Myers demonstrada no livro The Art of Software Testing, e que descrevemos de seguida: Custo de correção de cada defeito / fase de projeto: Especificação: 1,00 Desenvolvimento 10,00 Testes 100,00 Produção 1000,00 Ciclo de 3 meses para a próxima release Investimento na equipa Testes, Software de automatização e correção de defeitos: Com este exemplo, verificamos uma redução de custos no projeto, nomeadamente: 41,25% na realização de Testes Formais face à realização de Testes Informais 64,72% na realização de Testes Automáticos face à realização de Testes Informais Retorno de Investimento: Sem Testes Formais: 0% Com Testes Manuais: 414% Redução de ,00 ( , ,00 ) Investimento de ,00 Com Testes Automáticos: 535% Redução de ,00 ( , ,00 ) Investimento de ,00
5 Conclusão O grande benefício da realização de testes para uma organização é a garantia da qualidade dos seus produtos, arquitetada por uma política de prevenção de defeitos em prol de outras políticas de deteção deste tipo de problemas. Afinal, não é suficiente ter um produto no mercado, é necessário ter um produto com qualidade, torna-lo confiável e muito mais competitivo. Com isso, quer a organização, quer o cliente final saem ganhando, pois o custo do projeto e manutenção do produto acaba sendo menor. Já a principal vantagem do teste de Software para o cliente, é ter a garantia que o seu produto permanecerá online 24 horas x 7 dias. Adicionalmente às vantagens mencionadas, é importante referir outros benefícios para as organizações: Qualidade do processo Aumento da qualidade do produto Diminuição do retrabalho Maior competitividade Maior precisão nas estimativas Acompanhamento da satisfação do cliente O teste é o primeiro cliente do seu negócio e o ditado diz que o cliente sempre tem razão Referências Glenford J. Myers, The Art of Software Testing, John Wiley & Sons, 1979 BLACK, Rex. The Cost of Software Quality, ISTQB Glossário de Termos, 2012 Acerca do Autor Rui Ribeiro Santos integra atualmente a equipa da WinTrust, onde desempenha funções de Business Development, Project Management e de apoio à direção na área de Testing & Quality Assurance. É licenciado em Gestão pelo Instituto Superior Gestão, possuindo também formação a nível universitário e experiência relevante nas áreas das tecnologias de informação e qualidade de software. As principais referências enquadram-se nos seguintes sectores Telecomunicações & Media (Safaricom, Vodafone, RTP), Banca (CGD, BES), Saúde (ACSS), Serviços (Mota-Engil) e Administração Publica (Estradas de Portugal) É Certified Tester - ISEB Foundation Testing e Tester Advanced Level Test Analyst
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