Training and tug simulation
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- Júlio Carmona Pacheco
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1 Training and tug simulation Treinamento O treinamento para os Práticos e os Capitães de rebocadores não acaba quando eles são certificados para o trabalho no porto, mas sim, torna-se uma constante na vida deles pelo tempo que durar as suas carreiras. 1
2 Treinamento Pautar o ganho de experiência de tais profissionais apenas levando em conta o trabalho do dia-a-dia é uma estratégia que funciona apenas considerando o método da tentativa e erro. Contudo, neste metiê, erros são geralmente catastróficos para o porto e para vidas humanas. Treinamento 2
3 Treinamento Treinamento O treinamento é primordial para atender aos seguintes estudos de viabilidade operacional: a) Situações específicas do porto; b) Desenvolvimento portuário; c) Novos navios no porto; e d) Novos rebocadores no porto. 3
4 Treinamento CUIDADO! O treinamento não se restringe aos novos Práticos ou novos Capitães de rebocadores, mas sim, deve atingir a todos os profissionais, dos mais aos menos experientes. Treinamento 4
5 Treinamento de Práticos e Capitães de rebocadores I. Básico teórico-prático; II. Situações específicas no porto; III. Desenvolvimento portuário; IV. Específicos navios no porto; e V. Novo rebocador para o porto. Treinamento básico teórico-prático 5
6 Treinamento básico teórico-prático O curso básico teórico-prático é um tipo de treinamento direcionado a novos Praticantes de Prático e Capitães de rebocadores, porém, é também útil aos mais experientes. PILOT Tipos de rebocadores Rebocadores disponíveis Limitações dos rebocadores 6
7 PILOT Manobra com navios Aspectos da área portuária Métodos de assistência CAPTAIN S TUG Características dos navios Propulsão e guiagem Bow e Stern Thrusters 7
8 CAPTAIN S TUG Interação entre navios Métodos de assistência Performance de rebocadores Treinamento básico teórico-prático 8
9 Treinamento de Práticos e Capitães de rebocadores Treinamento de Práticos e Capitães de rebocadores Práticos e Capitães de rebocadores precisam ter um confiável meio de comunicação, a fim de que o fluxo de informações escoe de uma forma clara, concisa e precisa. 9
10 Treinamento básico teórico-prático O treinamento básico teórico prático pode ser ministrado como a seguir: a) Curso clássico usando vídeos, slides e transparências; b) Curso clássico com simulador; e c) A bordo dos rebocadores e navios. Treinamento para situações específicas do porto O treinamento para situações específicas em dado porto é necessário para avaliar os limites operacionais a serem postos em prática pela autoridade portuária e marítima. Em geral, as condições ambientais são fatores limitantes às manobras de navios. 10
11 Treinamento para situações específicas do porto Treinamento para novos desenvolvimentos portuários Devido à complexidade de se operar com navios nos portos de hoje, é importante que, antes de se iniciar um novo projeto (cais, bacia de manobra, construir um terminal etc.), é preciso haver uma avaliação de viabilidade e a possibilidade de treinamento prévio por parte de Práticos e Capitães de Rebocadores. 11
12 Treinamento para novos desenvolvimentos portuários Em geral, este tipo de treinamento é baseado nas conclusões de estudos de viabilidade de um dado porto ou área portuária. O que o diferencia é o objetivo de avaliar uma NOVA SITUAÇÃO no porto. Treinamento para manobrar específicos navios no porto Para manobrar específicos navios no porto, é necessário um treinamento prévio por parte de Práticos e Capitães de rebocadores. O principal motivo é avaliar a manobra de navios cujas principais características façam com que ele opere sob condições marginais. 12
13 Treinamento para manobrar específicos navios no porto Este treinamento prévio visa a que Práticos e Capitães possam operar nos limites máximos permitidos no porto, a fim de assegurar um elevado grau de eficiência aliada à segurança. Treinamento para operar com um novo tipo de rebocador no porto Quando se adquire um novo tipo de rebocador para um porto, é fácil de entender que isso influencia tanto no trabalho dos Práticos quanto no dos Capitães de rebocadores. 13
14 Treinamento para operar com um novo tipo de rebocador no porto Avanços tecnológicos 14
15 Avanços tecnológicos Quanto maior o nível de tecnologia envolvida, maior será o custo, o que algumas vezes pode ser desnecessário ao objetivo almejado. Sendo assim, usar simuladores com um custo mais acessível é opção viável para vários projetos. Avanços tecnológicos Obviamente, um simulador de alta tecnologia pode ser capaz de gerar cenários muito mais realistas e considerar larga gama de variáveis que retratam o comportamento de manobra de navios. 15
16 Avanços tecnológicos Quanto maior o número de variáveis a serem levadas em conta, maior será o valor de custo do projeto e mais próxima da realidade será a resposta apresentada. Avanços tecnológicos O uso de softwares mais simples é adequado para se iniciar os estudos de desempenho para os mais variados tipos de navios. 16
17 Avanços tecnológicos O desempenho de rebocadores assistindo a navios usando cabo de reboque, pode ser antecipado por meio da análise de gráficos gerados pelos softwares de simulação. Os resultados são representados em gráficos chamados de diagramas polares. Softwares de simulação 17
18 Fast-time simulation Software que é usado nos estágios iniciais de projetos de pesquisa. Ele é útil para avaliar as possibilidades de sucesso das manobras em dadas condições ambientais no porto. No fast-time simulation, o controle do navio durante a simulação não é necessário. Real-time simulation Software mais moderno usado para diferentes pesquisas (chamado de part task simulator). Ele não retrata a realidade, sendo tão somente uma ferramenta de estudo. No real-time simulation, o operador poderá controlar o navio durante a simulação. 18
19 Real-time simulator Simulação com modelos Nos EUA, existe um crescente uso de modelos de navios de controle remoto para estudos de manobras e treinamentos específicos. Dentre os modelos, os rebocadores são avaliados em termos de eficiência. O grande problema do uso destes modelos é o FATOR ESCALA nos resultados. 19
20 Simulação com modelos A desvantagem de se usar modelos para o treinamento é o fato de haver um limitado número destes modelos e a inflexibilidade nas condições ambientais. Modelos 20
21 Bridge Manoeuvring Simulator Consiste no mais alto nível em tecnologia de simuladores, sendo configurado e equipado como na realidade de um passadiço de navio. O cenário, em geral, é projetado em telas por meio de técnicas de geração de imagens por computador (CGI). Bridge Manoeuvring Simulator No full mission bridge simulator, os modelos de navios são representados, em geral, com 3 graus de liberdade, que são: i. Surge; ii. Sway; e iii. Yaw. 21
22 Bridge Manoeuvring Simulator No full mission bridge simulator, os navios modelados também podem apresentar os três outros graus de liberdade (roll, heave e pitch), sendo então necessário o uso de sistemas hidráulicos de movimento. 6 graus de liberdade de movimento 22
23 Bridge Manoeuvring Simulator Embora sejam simuladores com alto nível tecnológico, ainda assim, faz-se necessária a avaliação criteriosa por parte de Práticos e Capitães de rebocadores experientes. Bridge Manoeuvring Simulator 23
24 Planejamento para o treinamento em simuladores de manobra Devido aos custos envolvidos e considerando os objetivos almejados, os seguintes passos devem preceder a execução de treinamentos usando simuladores de manobra: Planejamento para o treinamento em simuladores de manobra 24
25 Planejamento para o treinamento em simuladores de manobra Para o sucesso do programa de treinamento, é necessário incluir nele partes práticas e partes teóricas. Um fator muito importante na realização do treinamento é a capacidade e a experiência prática do instrutor. Full Mission Bridge Simulator 25
26 Fim do capítulo 8 26
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