PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST

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1 PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST A, através deste documento, formaliza a entrega do Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT, Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO. Solicitamos respeitosamente a assinatura do responsável pela empresa no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO em campo específico nesses documentos. Enfatizamos a responsabilidade da empresa de implementar, acompanhar estabelecer, todas as medidas necessárias para a implantação do PPRA e assegurá-lo como atividade permanente da empresa, ainda, garantir a implementação e eficácia do PCMSO indicando médico do trabalho para a execução dos exames do PCMSO. Atenciosamente, Data recebimento Inês Capelari Both ME Assinatura do recebedor Nome do recebedor

2 PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST A, através deste documento, formaliza a entrega do Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT, Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO. Solicitamos respeitosamente a assinatura do responsável pela empresa no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO em campo específico nesses documentos. Enfatizamos a responsabilidade da empresa de implementar, acompanhar estabelecer, todas as medidas necessárias para a implantação do PPRA e assegurá-lo como atividade permanente da empresa, ainda, garantir a implementação e eficácia do PCMSO indicando médico do trabalho para a execução dos exames do PCMSO. Atenciosamente, Data recebimento Inês Capelari Both ME Assinatura do recebedor Nome do recebedor

3 LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO A. DADOS DA EMPRESA Inês Capelari Both ME CNPJ: / Ramo de Atividade: Fabricação de laminados planos e tubulares de material plásticos Número de empregados na data: 09 (nove) Código CNAE: /00 Grau de risco: 3 (três) Grupo: C-10 (químicos) Localização: Pedro João Pereira, 2001, Bairro: Mato Alto, CEP: , Araranguá/SC Telefone: (48) e (48) [email protected] B. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Fabiana Belinzoni de Carvalho Profissão: Engenheira Civil Especialidade: Engenharia de Segurança do Trabalho CREA n : C. LEVANTAMENTO E ACOMPANHAMENTO Levantamento: Fabiana Belinzoni de Carvalho Profissão: Engenheira de Segurança do Trabalho Acompanhou: Inês Capelari Cargo ou função: Sócia Proprietária

4 ÍNDICE 1. Considerações iniciais Atividade fim da empresa e organização de setores Atividades, descrição e condições dos ambientes de trabalho Funções e Atribuições Quadro Resumo de Insalubridade e Periculosidade Agentes Nocivos Avaliações qualitativas de agentes químicos Avaliações de Pressão Sonora Conclusão Orientações Equipamentos Utilizados e Método de Avaliação Medidas de Proteção Adotadas pela Empresa Assinatura do Responsável Técnico Anexos... 18

5 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Este LTCAT seqüencial, referente a período de junho/2007 a maio/2008 atende a Instrução normativa INSS/DC nº 70 de 10 de maio de 2002 que em seu artigo 234 que define atualização anual do Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho, e atualização, quando houver alterações no ambiente de trabalho. Os riscos ambientais, físicos, químicos e biológicos devem ser avaliados de forma qualitativa ou quantitativa, conforme legislação; em alguns casos será necessária a contratação de laboratório de toxicologia para a avaliação de agentes químicos e conclusão deste laudo. Este laudo não fará estudos ergonômicos e de acidentes, os mesmos deverão ser objeto de trabalhos especiais em avaliações posteriores.

6 2. ATIVIDADE FIM DA EMPRESA E ORGANIZAÇÃO DE SETORES setores: A empresa tem como atividade fim a Inês Capelari Both ME e organiza-se nos seguintes Administração, Vendas e Produção. refeição. Atualmente a organização emprega 09 (nove) trabalhadores. Administração e vendas: 08:00 h às 12:00 h e 13:30 h às 18:18 h, de segunda-feira à sexta-feira. Produção: Turno I - 06:00 h às 14:00 h Turno II 14:00 h às 22:00 h Turno III - 22:00 h às 06:00 h, de segunda-feira à sexta-feira, com intervalo de 01 hora para

7 3. ATIVIDADES, DESCRIÇÃO E CONDIÇÕES DOS AMBIENTES DE TRABALHO Descrição geral da empresa: A empresa está instalada em um pavilhão de alvenaria de tijolos, pé direito maior que 3 m, piso em concreto, paredes externas de alvenaria de tijolos, divisórias de alvenaria de tijolos, sem forro, telhado com estrutura metálica, telhas de zinco, iluminação natural e com lâmpadas fluorescentes, ventilação natural. Administração e Vendas Atividades: Administração: vendas, compras, pagamentos, acompanhamento da produção, atendimento a clientes e controles administrativos em geral. Vendas: Elaboração de propostas, vendas, negociação com cliente e encaminhamentos de pedidos a produção. Descrição do Ambiente: Os setores administração e vendas dividem o mesmo ambiente em uma sala dentro de uma edificação de alvenaria de tijolos a vista sem divisórias, com área aproximada de 28,62m 2, pé direito com 2,60m, piso em cerâmico, forro de PVC, telhado com estrutura de metálica, telhas de fibrocimento. Iluminação natural e com lâmpadas fluorescentes, ventilação natural. Ambiente considerado em boas condições de trabalho Produção Atividades: Fabricação de forros e revestimentos (meia-cana e emenda) em PVC. Descrição do Ambiente: A área Produção está instalada em um pavilhão de alvenaria de tijolos á vista, com área aproximada de 664m 2, pé direito maior que 3 m, piso cerâmico, sem forro, telhado com estrutura metálica e telhas de fibrocimento. Iluminação natural e com lâmpadas fluorescentes, ventilação natural. Nesse ambiente há predominância de nível de pressão sonora elevado.

8 4. FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES Abaixo se descreve as funções e atribuições dos empregados na forma dos cargos informados pela empresa, os são classificados dentro dos setores também informados pela empresa. As descrições das mesmas são baseadas na observação deste profissional, entrevista com empregados e empregador. Administração 1. Auxiliar de Escritório Atender telefone, receber os clientes, anotar pedidos; emitir notas fiscais, boletos bancários de cobrança e receber pagamentos; fazer recibos de pagamentos quando cobrança em cartório; separar documentos para contador; controlar financeiro, contas a pagar e receber; elaborar cadastro e consulta de aprovação de clientes; varrer e tirar pó do ambiente de trabalho. 2. Auxiliar de Escritório Adicionar pedidos da produção nas tabelas; fazer serviço de banco; arquivar documentos; atender telefone. Vendas 1. Vendedor Atender ao telefone; efetuar vendas; liberar os caminhões para entregas; elaborar orçamentos; preparar os pedidos e aguardar carregar o caminhão; auxiliar no carregamento do caminhão.

9 Produção 1. Operador de máquina extrusora Fabricar os forros e revestimentos de PVC, este processo compreende: colocar a matéria-prima (PVC) no funil da máquina, acionar os controles, supervisionar o processo automático da máquina, montar os fardos do forro acabado previamente cortado pela máquina e embalar com plástico; realizar a limpeza das matrizes sempre de 02 em 02 dias, aplicando ar comprimido para retirada de resíduos, óleo lubrificante e graxa; auxiliar na carga dos caminhões com os fardos de forro e revestimentos de PVC produzidos; triturar os refugos de forro no moinho; lubrificar e engraxar as correias, uma vez por mês; auxiliar no carregamento dos caminhões com os fardos de forro e revestimentos de PVC produzidos. 2. Auxiliar de Produção II Fabricar os forros e revestimentos de PVC, este processo compreende: colocar a matéria-prima (PVC) no funil da máquina, acionar os controles, supervisionar o processo automático da máquina, montar os fardos do forro acabado previamente cortado pela máquina e embalar com plástico; receber ordem de serviço; cortar as talas para embalar; colocar as talas no estoque; auxiliar no carregamento com os fardos de forro e revestimento de PVC produzidos; organizar e manter limpo o setor.

10 5. QUADRO RESUMO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE Administração N Cargo (CNTP) Agente físico, químico Adicional de Adicional de ou biológico Insalubridade Periculosidade 1. Auxiliar de Escritório Inexistente Não Não 2. Auxiliar de Escritório Inexistente Não Não Vendas N Cargo (CNTP) Agente físico, químico Adicional de Adicional de ou biológico Insalubridade Periculosidade 1. Vendedor Inexistente Não Não Produção N Cargo (CNTP) 1. Operador de máquina extrusora 2. Auxiliar de Produção II Agente físico, químico ou biológico Adicional de Insalubridade Adicional de Periculosidade Necessidade de Poeira mineral avaliação respirável toxicológica Não quantitativa Óleo mineral Máximo Não Ruído Médio Não Necessidade de Poeira mineral avaliação respirável toxicológica Não quantitativa Ruído Médio Não Notas: Insalubridade: Adicionais em 3 graus: Grau Mínimo: 10% do salário mínimo. Grau Médio: 20% do salário mínimo. Grau Máximo: 40% do salário mínimo.

11 6. AGENTES NOCIVOS 6.1 AVALIAÇÕES QUALITATIVAS DE AGENTES QUÍMICOS Produção Cargo (CNTP) Atividade com exposição ao Agente Nocivo Agente Nocivo Exposição Anexo da NR-15 Hidrocarbonetos Operador de máquina extrusora Limpeza das matrizes aplicando ar comprimido para retirada de resíduos, óleo lubrificante e graxa. aromáticos e outros compostos de carbono provenientes de Óleo Habitual e Permanente 13 mineral e graxa. 6.2 AVALIAÇÕES DE NÍVEL DE PRESSÃO SONORA Administração NPS Tempo de LT N Cargo (CNTP) db(a) exposição db(a) L AVG Tipo de db(a) exposição 1. Auxiliar de Escritório 65 8 h Habitual e 2. Auxiliar de Escritório 65 8 h Permanente NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância Vendas NPS Tempo de LT N Cargo (CNTP) db(a) exposição db(a) 1. Vendedor 65 8 h L AVG db(a) Tipo de exposição Habitual e Permanente NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância Produção N Cargo (CNTP) NPS Tempo de LT db(a) exposição db(a) L AVG Tipo de db(a) exposição 1. Operador de máquina extrusora 89,89 8 h 85 89,89 Habitual e 2. Auxiliar de Produção II 89,89 8 h 85 89,89 Permanente NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância

12 7. CONCLUSÃO Administrativo 1. Auxiliar de Escritório 2. Auxiliar de Escritório Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Vendas 1. Vendedor Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Produção 1. Operador de máquina extrusora Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente poeira respirável com sílica, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 12a da NR-15 que exige a quantificação. Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente em nível de pressão sonora superior ao limite de tolerância sem a proteção adequada segundo o anexo 1 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade insalubre em grau máximo devido a manipulação de óleo mineral, graxa e produtos contendo hidrocarbonetos aromáticos e outros compostos de carbono, segundo o anexo 13 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE).

13 2. Auxiliar de Produção II Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente poeira respirável com sílica, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 12a da NR-15 que exige a quantificação. Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente em nível de pressão sonora superior ao limite de tolerância sem a proteção adequada segundo o anexo 1 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE).

14 8. ORIENTAÇÕES Os riscos ambientais podem ser controlados através de medidas de gestão de segurança, organização do trabalho, treinamentos, proteções coletivas e proteções individuais. Estas medidas devem estar integradas a fim de reduzir, neutralizar e até eliminar a ação de riscos ambientais sobre os empregados. Assim, abaixo propomos algumas medidas, cuja viabilidade técnica e econômica poderá ser estudada pela empresa: RUÍDO Segundo a Norma Regulamentadora n.º 6, Equipamento de Proteção Individual, os protetores auditivos somente deverão ser fornecidos para os empregados, quando forem esgotadas todas as alternativas para manter o nível de ruído no ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância estabelecidos. O ruído, quando superior ao limite de tolerância atua no sistema nervoso provocando irritabilidade, nervosismo, vertigens e outros, além de acelerar o ritmo cardíaco; sendo intenso e súbito, acelera o pulso, eleva a pressão arterial, contrai os músculos do estômago, entre outras alterações e, conseqüentemente, sobre o organismo em geral, o ruído contribui para aumentar a incidência de distúrbios gastro-intestinais e os relacionados com o sistema nervoso central e o aparelho cardiovascular. O efeito mais comum, no entanto, é a perda da audição. No item da Norma Regulamentadora nº 9 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais estabelece que nos locais onde os níveis de ruído ultrapassem a 50% da dose diária permitida. Ou seja, 80 db(a) para 8 horas de exposição, é atingido o nível de ação. Nos locais onde o nível de ação é atingido, a empresa deve realizar medidas de proteção e monitoramento, visando prescrever a saúde dos funcionários. As atividades com exposição ao ruído serão consideradas insalubres em grau médio (20% do salário mínimo) somente quando o limite de tolerância de 85 db(a) para 8:00 horas de exposição for ultrapassada.

15 ILUMINAÇÃO A boa iluminação dos locais de trabalho proporciona vantagens, tais como: aumento de produção, melhor acabamento do trabalho, diminuição do desperdício de material, redução do número de acidentes, diminuição da fadiga ocular geral, maior rendimento dos indivíduos idosos ou portadores de defeitos visuais e melhor supervisão dos trabalhos. Para que os níveis de iluminância atendam aos limites estabelecidos pela NBR 5413, NR 17 sugerem-se: > Aumentar o número e/ou potência das lâmpadas; > Efetuar manutenções periódicas das instalações, incluindo-se a substituição de lâmpadas queimadas, limpeza das lâmpadas, luminárias, janelas e telhas translúcidas; > Aproximar as lâmpadas dos campos de trabalho; > Pintar tetos e paredes com cores claras; > Que o aclaramento seja uniforme, evitando que uma parte iluminada seja quatro vezes mais clara que outra menos iluminada; > Posicionar as luminárias adequadamente sobre as máquinas ou postos de trabalho. AGENTES QUÍMICOS São considerados agentes químicos as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão. ÓLEOS MINERAIS E GRAXA As atividades que utilizam óleos minerais e graxas contendo hidrocarbonetos aromáticos e outros compostos de carbono serão considerados insalubres em grau máximo (40% do salário mínimo). Para proteger o empregado adequadamente nas atividades que permitam contato direto com óleos, graxas e solventes em geral contendo hidrocarbonetos aromáticos, é necessário que o mesmo utilize luvas impermeáveis ou creme de proteção para as mãos, não permitindo que o agente entre em contato com a pele exposta. Os empregados que realizam as atividades de manutenção industrial mantêm contato com óleos minerais e graxas. A legislação vigente não estabelece tempo mínimo de exposição ou freqüência para caracterizar como insalubre, o trabalho no qual ocorre o contato com graxas e óleos minerais, pois a determinação da insalubridade atende critérios qualitativos e não quantitativos. Esta exposição decorre do efeito cumulativo do agente cancerígeno que se manifesta clinicamente, após atingir dose limite, variável de pessoa para pessoa.

16 POEIRAS MINERAIS Poeira mineral contendo sílica livre é um agente causador de uma doença denominada silicose. A silicose é incurável e irreversível, endurecendo os pulmões até tomá-los totalmente, levando à morte a pessoa atingida. A prevenção é possível com a utilização de EPI e a modificação das condições de trabalho que provocam a doença. As atividades com exposição à concentração de poeira superior ao limite de tolerância serão consideradas insalubres em grau máximo (40% do salário mínimo).

17 9. EQUIPAMENTOS UTILIZADOS E MÉTODO DE AVALIAÇÃO RUIDO Medidor de nível de pressão sonora marca Minipa modelo MSL -1350, operando com circuito de compensação (A) e resposta lenta (SLOW), na altura do aparelho auditivo do trabalhador e nas várias estações de trabalho, voltado para a fonte de maior ruído, para medições de níveis de ruído contínuo ou intermitente. Audiodosímetro marca Instruterm modelo DOS 500, operando com circuito de compensação (A) e resposta lenta (SLOW), na altura do aparelho auditivo do trabalhador. Calibrador de nível de pressão sonora marca Instruterm, modelo CAL-910, operando na freqüência de 1000 Hz e nível de calibração em 94 db(a).

18 10. MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS PELA EMPRESA 10.1 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA A empresa possui os seguintes Equipamentos de Proteção Coletiva EPCs: EPC Localização Eficácia 1 extintor PQS tipo BC 4kg Administração Combate a principio de incêndio 4 extintores PQS tipo BC 4kg Produção 10.2 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A empresa fornece e coloca a disposição dos funcionários os seguintes EPIs: EPI Marca Certificado de Aprovação nº Protetor auricular tipo E. V. de Freitas / Ultra plugue Master 18190/10043 Óculos de proteção 3M do Brasil Luvas de segurança para agentes abrasivos Fujiwara Calçado de segurança Calçados Cartom Creme proteção para mãos Luvex/Rezymom 4114/12019 Cargo/Função Operador de máquina extrusora e Auxiliar de Produção II Operador de máquina extrusora

19 11. ASSINATURA RESPONSÁVEL TÉCNICO Cabe salientar o que trata o Art. 68 do Decreto 3.048, no parágrafo 4º que: A empresa que não mantiver laudo atualizado com referência aos agentes nocivos existentes na ambiente de trabalho de seus trabalhadores ou que emitir documento de comprovação de efetiva exposição em desacordo com o respectivo laudo estará sujeito à penalidade prevista no art.283. Este profissional e signatário do presente laudo declara ser responsável técnico da Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho, contratada pela Inês Capelari Both ME para elaboração deste laudo. Araranguá, agosto de Fabiana Belinzoni de Carvalho Eng. Segurança do Trabalho Fabbro SST LTDA

20 12. ANEXOS LAUDOS DE DOSIMETRIA (FABBRO) FICHA DE CAS DOS EPIs EXISTENTES NA EMPRESA (SITE MTE)

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