PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST
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- Ruy de Sousa da Cunha
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1 PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST A, através deste documento, formaliza a entrega do Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT, Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO. Solicitamos respeitosamente a assinatura do responsável pela empresa no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO em campo específico nesses documentos. Enfatizamos a responsabilidade da empresa de implementar, acompanhar estabelecer, todas as medidas necessárias para a implantação do PPRA e assegurá-lo como atividade permanente da empresa, ainda, garantir a implementação e eficácia do PCMSO indicando médico do trabalho para a execução dos exames do PCMSO. Atenciosamente, Data recebimento Irmãos Tomazelli & Cia Ltda Assinatura do recebedor Nome do recebedor
2 PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST A, através deste documento, formaliza a entrega do Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT, Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO. Solicitamos respeitosamente a assinatura do responsável pela empresa no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO em campo específico nesses documentos. Enfatizamos a responsabilidade da empresa de implementar, acompanhar estabelecer, todas as medidas necessárias para a implantação do PPRA e assegurá-lo como atividade permanente da empresa, ainda, garantir a implementação e eficácia do PCMSO indicando médico do trabalho para a execução dos exames do PCMSO. Atenciosamente, Data recebimento Irmãos Tomazelli & Cia Ltda Assinatura do recebedor Nome do recebedor
3 LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO A. DADOS DA EMPRESA Irmãos Tomazelli & Cia Ltda CNPJ: / Ramo de Atividade: Comércio varejista de materiais de construção não especificados Número de empregados na data: 42 (quarenta e dois) Código CNAE: Grau de risco: 02 (dois) Grupo: C-21 (Comércio Varejista) Localização: Av. do Forte, 1062, Bairro: Vila Ipiranga, CEP: , Porto Alegre/RS Telefone: (51) [email protected] B. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Fernando Limongi Profissão: Engenheiro Civil Especialidade: Engenharia de Segurança do Trabalho CREA n : D C. COLABORADOR TÉCNICO/LEVANTAMENTO E ACOMPANHAMENTO Colaborador Técnico/Levantamento: Carla Luciane Kolb Gonçalves Profissão: Técnica em Segurança do Trabalho Acompanhou: Sr. Pires
4 ÍNDICE 1. Considerações iniciais Atividade fim da empresa e organização de setores Atividades, descrição e condições dos ambientes de trabalho Funções e Atribuições Quadro Resumo de Insalubridade e Periculosidade Agentes Nocivos Avaliações qualitativas de agentes físicos Avaliações qualitativas de agentes químicos Avaliações quantitativas de agentes físicos Avaliações de Pressão Sonora Níveis de Iluminamento Conclusão Orientações Equipamentos Utilizados e Método de Avaliação Medidas de Proteção Adotadas pela Empresa Equipamentos de Proteção Coletiva Equipamentos de Proteção Individual Assinatura do Responsável Técnico Anexos...32
5 3 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Este LTCAT seqüencial, referente a período de abril/2010 a março/2010 atende a Instrução normativa INSS/DC nº 70 de 10 de maio de 2002 que em seu artigo 234 que define atualização anual do Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho, e atualização, quando houver alterações no ambiente de trabalho. Os riscos ambientais, físicos, químicos e biológicos devem ser avaliados de forma qualitativa ou quantitativa, conforme legislação; em alguns casos será necessária a contratação de laboratório de toxicologia para a avaliação de agentes químicos e conclusão deste laudo. Este laudo não fará estudos ergonômicos e de acidentes, os mesmos deverão ser objeto de trabalhos especiais em avaliações posteriores.
6 4 2. ATIVIDADE FIM DA EMPRESA E ORGANIZAÇÃO DE SETORES A empresa tem como atividade fim o projeto, confecção e instalação de peças em basalto, caxambu, grês, granito e mármore e organiza-se nos seguintes setores: Vendas, Administração, Instalação, Pátio e Obra. Atualmente a organização emprega 42 (quarenta e dois) trabalhadores. Abaixo, os horários de trabalho da empresa: 08:00 h às 12:00 h e das 13:00 h às 17:45 h de 2ª a 6ª feira; Carga horária Semanal: 44 h semanais.
7 5 3. ATIVIDADES, DESCRIÇÃO E CONDIÇÕES DOS AMBIENTES DE TRABALHO Descrição geral da empresa: A área Administrativa está instalada em uma edificação de alvenaria de tijolos pintada e texturizada, com área aproximada de 200 m 2, pé direito com 2,80m, piso em basalto, paredes externas de alvenaria de tijolos, forro de madeira e PVC, telhas de fibrocimento e zinco. A área Produção esta instalada em um galpão de tijolos pintado, com pé direito maior que 3m, piso em concreto, sem forro, telhado com estrutura metálica e telhas de fibrocimento e zinco. Vendas Atividades: Orçamentos, vendas, atendimento a clientes e acompanhamento da produção. Descrição do Ambiente: A área de Vendas está instalada em uma edificação de alvenaria de tijolos, massado e pintado, com área aproximada de 20 m 2, pé direito com 2,80m, piso em basalto e granito, paredes externas de alvenaria de tijolos, divisórias de alvenaria de tijolos, forro de madeira, telhado com estrutura de madeira, telhas de fibrocimento e zinco, iluminação natural e com lâmpadas fluorescentes e ventilação natural e com condicionadores de ar. Ambiente considerado em boas condições de trabalho. Administração Atividades: Orçamentos, vendas, compras, pagamentos, acompanhamento da produção, atendimento a clientes e controles administrativos em geral. Descrição do Ambiente: A área Administração está instalada em uma edificação de alvenaria de tijolos, texturizado e pintado, com área aproximada de 200 m 2, pé direito com 2,80m, piso em basalto, paredes externas de alvenaria de tijolos, divisórias de alvenaria de tijolos, forro de madeira e PVC, telhado com estrutura de madeira, telhas de fibrocimento e zinco, iluminação natural com lâmpadas fluorescentes e ventilação natural e com condicionadores de ar. Ambiente considerado em boas condições de trabalho. Instalação Atividades: Atendimento aos clientes, orçamentos e croquis com base nas medições, instalação das peças nos clientes. Descrição do Ambiente:
8 6 O setor Instalação não possui ambiente físico especifico, pois as atividades são realizadas no próprio cliente. Ambiente considerado em boas condições de trabalho. Pátio Atividades: Corte, acabamento e montagem das peças. Neste setor são utilizadas as seguintes máquinas: furadeiras, lixadeira com água, desbastador, serras de corte, polidora, boleadeira. Descrição do Ambiente: O setor Pátio está instalada em um galpão de tijolos, pintado, com área aproximada de 1000m 2, pé direito maior que 3 m, piso em concreto, paredes externas de alvenaria de tijolos, sem divisórias, sem forro, telhado com estrutura metálica, telhas de fibrocimento e zinco, iluminação natural com lâmpadas fluorescentes e ventilação natural. Nesse ambiente há presença de nível de pressão sonora elevado e agentes químicos nocivos à saúde. Obra Atividades: Instalação das peças nos clientes. Descrição do Ambiente: O setor Obra não possui ambiente físico específico, pois as atividades são desenvolvidas nos clientes. Nesse ambiente há presença de nível de pressão sonora elevado e agentes químicos nocivos à saúde.
9 7 4. FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES Abaixo se descreve as funções e atribuições dos empregados na forma dos cargos informados pela empresa, os são classificados dentro dos setores também informados pela empresa. As descrições das mesmas são baseadas na observação deste profissional, entrevista com empregados e empregador. Vendas 1. Vendedor Realizar orçamentos; efetuar vendas; agendar horários nos clientes para realização das medições para os orçamentos; agendar com o cliente horários para instalação. Administração 1. Encarregado de Escritório Realizar cobranças por telefone; confeccionar orçamentos; fazer cálculos, digitar e enviar por ; efetuar vendas por telefone e quando preciso pessoalmente; arquivar documentos; programar e preparar pagamentos a serem realizados em bancos. 2. Recepcionista Atender ao telefone; transferir ligações; enviar e receber fax; localizar orçamento nas pastas. 3. Medidor Ser responsável pelo setor Obras; fazer medições nos clientes, quando necessário; prestar assessoria nas obras; distribuir as tarefas entre as equipes; levar material de trabalho (ferramentas) nas obras; contatar com os responsáveis técnicos das obras. 4. Orçamentista Receber o cliente na empresa; mostrar os produtos; fazer orçamento;
10 8 Administração fazer e digitar orçamentos; realizar venda dos produtos; agendar visitas para levantamento no cliente. Instalação 1. Instalador Atender clientes de Porto Alegre, Grande Porto Alegre e quando preciso, serra gaúcha; visitar clientes, realizando medições e levantamentos para orçamentos; entregar medidas, desenhos na empresa, para confecção do orçamento; retornar no cliente para conferência de medidas quando aprovado orçamento; realizar montagem das pedras no cliente utilizando cola silicone ou massa plástica ou cimento cola, maquita, furadeira e lixadeira para pique nos acabamentos. Pátio 1. Serrador I Operar serras de corte a úmido; distribuir as ordens de serviço; receber as placas de pedra, conferir e organizar no estoque; atender os clientes; controlar os pedidos. 2. Serrador II Receber o serviço do encarregado; buscar as pedras; auxiliar na carga e descarga dos caminhões; operar serras de corte e polidora a úmido; fazer regulagem nas serras; lubrificar os trilhos das serras e polidora com óleo queimando utilizando pincel ou com graxa utilizando engraxadeira; cortar blocos de granito com talhadeira. 3. Marmorista / Serrador Receber a pedra do encarregado; marcar a pedra conforme desenho; fazer aberturas necessárias, utilizando a furadeira a úmido; lixar peças utilizando lixadeira a úmido; encaminhar a peça para serra para tirar o excesso e volta para lixar; colar cubas também utilizando massa plástica; fazer montagem teste nas peças;
11 9 Pátio auxiliar no carregamento e na descarga do caminhão, quando necessário; operar serra de corte a úmido; encaminhar pedras serradas para o acabamento e polimento; fazer regulagem da serra e passar óleo queimado nos trilhos com pincel. 4. Polidor Receber pedra da preparação; fazer acabamento com lixas diamantadas e com boliador a úmido; encaminhar para a montagem; auxiliar no carregamento das peças. 5. Montador Receber a pedra do encarregado; marcar a pedra conforme desenho; fazer aberturas necessárias, utilizando a furadeira a úmido; lixar peças utilizando lixadeira a úmido; misturar a massa plástica com espátula com catalizador; fazer colagens com massa plástica; encaminhar a peça para serra para tirar o excesso e voltar para lixar; colar cubas também utilizando massa plástica; fazer montagem teste nas peças diariamente limpar o setor com vassoura e exaustor ligado; auxiliar no carregamento e na descarga do caminhão, quando necessário. 6. Motorista Carregar o caminhão com pedras; deslocar-se até o cliente; descarregar o material; quando não há entregas, organizar o setor Pátio; realizar entregas dentro de Porto Alegre. 7. Servente Auxiliar o motorista na carga e descarga do caminhão no cliente e na empresa; limpar diariamente os setores com vassoura e exaustor ligado; organizar o estoque. 8. Auxiliar de Serviços Gerais Limpar diariamente os setores com vassoura e exaustor ligado; organizar os setores. 9. Auxiliar de Serviços Gerais I Receber a pedra do encarregado;
12 10 Pátio marcar a pedra conforme desenho; fazer aberturas necessárias, utilizando a furadeira a úmido; lixar peças utilizando lixadeira a úmido; misturar a massa plástica com espátula com catalizador; fazer colagens com massa plástica; encaminhar a peça para serra para tirar o excesso e voltar para lixar; colar cubas também utilizando massa plástica; fazer montagem teste nas peças diariamente limpar o setor com vassoura e exaustor ligado; auxiliar no carregamento e na descarga do caminhão, quando necessário. Obra 1. Colocador Assentar pedras em piso e paredes, com argamassa, cimento cola; quando necessário, rejuntar com argamassa ou rejunte pronto; cortar pedras com maquita; fazer aberturas nas paredes com marreta. 2. Servente Assentar piso de pedras com argamassa de cimento, peitoril de janela, de sacada, colocar tampos; fazer massa de cimento; cortar pedras com maquita; fixar com massa plástica, silicone peitoril e tampo; instalar revestimentos de paredes.
13 11 5. QUADRO RESUMO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE Vendas N Cargo (CNTP) 1. Agente físico, químico Adicional de Adicional de ou biológico Insalubridade Periculosidade Vendedor Inexistente Não Não Administração N Cargo (CNTP) 1. Agente físico, químico Adicional de Adicional de ou biológico Insalubridade Periculosidade Encarregado de Escritório Inexistente Não Não Recepcionista Inexistente Não Não Medidor Inexistente Não Não Orçamentista Inexistente Não Não Instalação N Cargo (CNTP) 1. Instalador Agente físico, químico ou biológico Adicional de Insalubridade Adicional de Periculosidade Necessidade de avaliação Massa plástica toxicológica (estireno) quantitativa para Não definição de insalubridade Álcalis cáusticos Médio Não
14 12 Pátio N Serrador I Serrador II Cargo (CNTP) Marmorista / Serrador Polidor Montador Agente físico, Adicional de Adicional de químico ou biológico Insalubridade Periculosidade Ruído Médio Não Umidade Médio Não Ruído Médio Não Umidade Médio Não Óleo Queimado Máximo Não Ruído Médio Não Umidade Médio Não Necessidade de Não Massa plástica (estireno) avaliação toxicológica quantitativa para definição de Não insalubridade Óleo Queimado Máximo Não Ruído Médio Não Umidade Médio Não Ruído Médio Não Umidade Médio Não Necessidade de Massa plástica (estireno) avaliação toxicológica quantitativa para definição de insalubridade Motorista Inexistente Não Não Não
15 Servente Auxiliar de Serviços Gerais Poeira Mineral Poeira Mineral Necessidade de avaliação toxicológica quantitativa para definição de insalubridade Não Não Ruído Médio Não Umidade Médio Não Poeira Mineral Necessidade de Não avaliação Auxiliar de Serviços Gerais I Massa plástica toxicológica (estireno) quantitativa para Não definição de insalubridade Obra N Colocador Servente Cargo (CNTP) Agente físico, químico ou biológico Adicional de Insalubridade Adicional de Periculosidade Necessidade de avaliação Massa plástica toxicológica (estireno) quantitativa para Não definição de insalubridade Álcalis cáusticos Médio Não Necessidade de avaliação Massa plástica toxicológica (estireno) quantitativa para Não definição de insalubridade Álcalis cáusticos Médio Não Notas: Insalubridade: Adicionais em 3 graus: Grau Mínimo: 10% do salário mínimo. Grau Médio: 20% do salário mínimo. Grau Máximo: 40% do salário mínimo.
16 14 6. AGENTES NOCIVOS 6.1 AVALIAÇÕES QUALITATIVAS DE AGENTES FÍSICOS Pátio Cargo Descrição da atividade em que utiliza o (CNTP) agente nocivo Agente Nocivo Serrador I Utilizar serra de corte a úmido Umidade Serrador II Utilizar serra de corte a úmido Umidade Marmorista Utilizar equipamentos como furadeira e Serrador lixadeira a úmido Umidade Polidor Utilizar equipamentos como lixadeira e boleador a úmido Umidade Montador Utilizar equipamentos como furadeira e lixadeira a úmido Umidade Auxiliar de Utilizar equipamentos como furadeira e Serviços lixadeira a úmido Gerais I Umidade Exposição Habitual e Habitual e Habitual e Habitual e Habitual e Habitual e N o do Anexo da NR Instalação Cargo (CNTP) Instalador 6.2 AVALIAÇÕES QUALITATIVAS DE AGENTES QUÍMICOS Atividade com exposição ao Agente Nocivo Agente Nocivo Exposição Massa plástica Habitual e Colocação e montagem das pedras nos (estireno) clientes utilizando massa plástica e cimento Álcalis Habitual e cáusticos Anexo da NR
17 15 Pátio Cargo (CNTP) Serrador II Marmorista Montador / S e r r a d o r Atividade com exposição ao Agente Nocivo Agente Nocivo Exposição Lubrificar os trilhos das serras e polidora com óleo queimando utilizando pincel Colagem das cubas e pedras Lubrificar os trilhos das serras e polidora com óleo queimando utilizando pincel Colagem de peças de mármore Óleo Queimado Massa plástica (estireno) Óleo Queimado Massa plástica (estireno) Servente Limpeza diária dos setores com vassoura Poeira Mineral Auxiliar de S e r v i ç o s G e r a i s Auxiliar de Serviços Gerais I Limpeza diária dos setores com vassoura Poeira Mineral Habitual e Habitual e Habitual e Habitual e Habitual e Habitual e Anexo da NR-15 Massa plástica Habitual e Colagem de peças de mármore 11 (estireno) Limpeza diária dos setores com vassoura Poeira Mineral Habitual e
18 16 Pátio Cargo (CNTP) Atividade com exposição ao Agente Nocivo Agente Nocivo Exposição Anexo da NR-15 Obra Cargo (CNTP) Colocador Servente Atividade com exposição ao Agente Nocivo Agente Nocivo Exposição Massa plástica Habitual e Colocação e montagem das pedras nos (estireno) clientes utilizando massa plástica e cimento Álcalis Habitual e cáusticos Massa plástica Habitual e Colocação e montagem das pedras nos (estireno) clientes utilizando massa plástica e cimento Álcalis Habitual e cáusticos Anexo da NR
19 AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS DE AGENTES FÍSICOS AVALIAÇÕES DE NÍVEL DE PRESSÃO SONORA Vendas N Cargo (CNTP) NPS Tempo de LT db(a) exposição db(a) L AVG db(a) 1. Vendedor 60 8 h NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância Tipo de exposição Habitual e Administração N Cargo (CNTP) NPS Tempo de LT L AVG db(a) exposição db(a) db(a) 1. Encarregado de Escritório 60 8 h Recepcionista 57 8 h Medidor 73 8 h Orçamentista 73 8 h NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância Tipo de exposição Habitual e Instalação N Cargo (CNTP) NPS db(a) Tempo de exposição LT db(a) 1. Instalador 80 8 h NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância L AVG db(a) Pátio N Cargo (CNTP) NPS Tempo de LT L AVG db(a) exposição db(a) db(a) 1. Serrador I 96 8 h Serrador II h Marmorista / Serrador 93 8 h Polidor 93 8 h Montador 99 8 h Motorista 80 8 h Tipo de exposição Habitual e Tipo de exposição Habitual e
20 18 NPS Tempo de LT LAVG Tipo de N Cargo (CNTP) db(a) exposição db(a) db(a) exposição 7. Servente 80 8 h Habitual e 8. Auxiliar de Serviços Gerais 80 8 h Auxiliar de Serviços Gerais I 99 8 h Obra N Cargo (CNTP) NPS Tempo de LT L AVG Tipo de db(a) exposição db(a) db(a) exposição 1. Colocador 80 8 h Habitual e 2. Servente 80 8 h NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância
21 19 7. NÍVEIS DE ILUMINAMENTO Vendas Nível Recomendado: 500 lux Vendedor Local da Medição Valor Medido (Diurno) 470 lux Administração Nível Recomendado: 500 lux Local da Medição Mesa do Encarregado de Escritório Balcão Recepção Mesa Orçamentista Mesa 01 Medidor Mesa 02 Medidor Valor Medido (Diurno) 560 lux 390 lux 440 lux 290 lux 290 lux Pátio Nível Recomendado: 300 lux Serra 01 Serra 02 Serra 03 Serra 04 Serra Dupla Local da Medição Valor Medido (Diurno) 290ux 240 lux 180 lux 190 lux 80 lux
22 20 8. CONCLUSÃO Vendas 1. Vendedor Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Administração 1. Encarregado de Escritório 2. Recepcionista 3. Medidor 4. Orçamentista Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Instalação 1. Instalador Atividade insalubre em grau médio devido exposição com álcalis cáusticos, segundo o anexo de n. 13 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade da avaliação quantitativa de vapores de estireno através de avaliação quantitativa com bombas de amostragem no trabalhador, para que seja possível uma conclusão definitiva do referido laudo, já que o respectivo agente químico é constante do anexo 11 da NR-15 do MTE que exige a quantificação. Pátio 1. Serrador I Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente em nível de pressão sonora superior ao limite de tolerância e exposição a umidade excessiva, segundo os anexos 01 e 10, respectivamente, da NR-15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). 2. Serrador II Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente em nível de pressão sonora superior ao limite de tolerância e exposição a umidade excessiva, segundo os anexos 01 e 10, respectivamente, da NR-15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE).
23 21 Pátio 3. Marmorista / Serrador 4. Polidor 5. Montador Atividade insalubre em grau máximo devido a manipulação de óleo queimado, segundo o anexo 13 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente em nível de pressão sonora superior ao limite de tolerância e exposição a umidade excessiva, segundo os anexos 01 e 10, respectivamente, da NR-15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade da avaliação quantitativa de vapores de estireno através de avaliação quantitativa com bombas de amostragem no trabalhador, para que seja possível uma conclusão definitiva do referido laudo, já que o respectivo agente químico é constante do anexo 11 da NR-15 do MTE que exige a quantificação. Atividade insalubre em grau máximo devido a manipulação de óleo queimado, segundo o anexo 13 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente em nível de pressão sonora superior ao limite de tolerância e exposição a umidade excessiva, segundo os anexos 01 e 10, respectivamente, da NR-15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente em nível de pressão sonora superior ao limite de tolerância e exposição a umidade excessiva, segundo os anexos 01 e 10, respectivamente, da NR-15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade da avaliação quantitativa de vapores de estireno através de avaliação quantitativa com bombas de amostragem no trabalhador, para que seja possível uma conclusão definitiva do referido laudo, já que o respectivo agente químico é constante do anexo 11 da NR-15 do MTE que exige a quantificação. 6. Motorista Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). 7. Servente Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em
24 22 Pátio 8. Auxiliar de Serviços Gerais 9. Auxiliar de Serviços Gerais I laboratório de toxicologia para quantificação do agente poeira mineral, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 12 da NR 15. Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente poeira mineral, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 12 da NR 15. Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente em nível de pressão sonora superior ao limite de tolerância e exposição a umidade excessiva, segundo os anexos 01 e 10, respectivamente, da NR-15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade da avaliação quantitativa de vapores de estireno e poeira mineral através de avaliação quantitativa com bombas de amostragem no trabalhador, para que seja possível uma conclusão definitiva do referido laudo, já que o respectivo agente químico são constantes dos anexos 11 e 12, respectivamente, da NR-15 do MTE que exige a quantificação.
25 23 Obra 1. Colocador 2. Servente Atividade insalubre em grau médio devido exposição com álcalis cáusticos, segundo o anexo de n. 13 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade da avaliação quantitativa de vapores de estireno através de avaliação quantitativa com bombas de amostragem no trabalhador, para que seja possível uma conclusão definitiva do referido laudo, já que o respectivo agente químico é constante do anexo 11 da NR-15 do MTE que exige a quantificação. Atividade insalubre em grau médio devido exposição com álcalis cáusticos, segundo o anexo de n. 13 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade da avaliação quantitativa de vapores de estireno através de avaliação quantitativa com bombas de amostragem no trabalhador, para que seja possível uma conclusão definitiva do referido laudo, já que o respectivo agente químico é constante do anexo 11 da NR-15 do MTE que exige a quantificação.
26 24 9. ORIENTAÇÕES Os riscos ambientais podem ser controlados através de medidas de gestão de segurança, organização do trabalho, treinamentos, proteções coletivas e proteções individuais. Estas medidas devem estar integradas a fim de reduzir, neutralizar e até eliminar a ação de riscos ambientais sobre os empregados. Assim, abaixo propomos algumas medidas, cuja viabilidade técnica e econômica poderá ser estudada pela empresa: UMIDADE As atividades ou operações executadas em ambientes molhados, alagadiços ou que possuam umidade excessiva podem acarretar aos trabalhadores doenças do aparelho respiratório, doenças de pele e quedas. Medidas de proteção coletiva e/ou individual devem ser adotadas para neutralizar ou amenizar as conseqüências causadas pela exposição à umidade. As atividades capazes de produzir danos à saúde dos trabalhadores serão consideradas insalubres em grau médio (20% do salário mínimo) em decorrência de laudo de inspeção realizada no local de trabalho. RUÍDO Segundo a Norma Regulamentadora n.º 6, Equipamento de Proteção Individual, os protetores auditivos somente deverão ser fornecidos para os empregados, quando forem esgotadas todas as alternativas para manter o nível de ruído no ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância estabelecidos. O ruído, quando superior ao limite de tolerância atua no sistema nervoso provocando irritabilidade, nervosismo, vertigens e outros, além de acelerar o ritmo cardíaco; sendo intenso e súbito, acelera o pulso, eleva a pressão arterial, contrai os músculos do estômago, entre outras alterações e, conseqüentemente, sobre o organismo em geral, o ruído contribui para aumentar a incidência de distúrbios gastro-intestinais e os relacionados com o sistema nervoso central e o aparelho cardiovascular. O efeito mais comum, no entanto, é a perda da audição. No item da Norma Regulamentadora nº 9 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais estabelece que nos locais onde os níveis de ruído ultrapassem a 50% da dose diária permitida. Ou seja, 80 db(a) para 8 horas de exposição, é atingido o nível de ação. Nos locais onde o nível de ação
27 25 é atingido, a empresa deve realizar medidas de proteção e monitoramento, visando prescrever a saúde dos funcionários. As atividades com exposição ao ruído serão consideradas insalubres em grau médio (20% do salário mínimo) somente quando o limite de tolerância de 85 db(a) para 8:00 horas de exposição for ultrapassada. ILUMINAÇÃO A boa iluminação dos locais de trabalho proporciona vantagens, tais como: aumento de produção, melhor acabamento do trabalho, diminuição do desperdício de material, redução do número de acidentes, diminuição da fadiga ocular geral, maior rendimento dos indivíduos idosos ou portadores de defeitos visuais e melhor supervisão dos trabalhos. Para que os níveis de iluminância atendam aos limites estabelecidos pela NBR 5413, NR 17 sugerem-se: > Aumentar o número e/ou potência das lâmpadas; > Efetuar manutenções periódicas das instalações, incluindo-se a substituição de lâmpadas queimadas, limpeza das lâmpadas, luminárias, janelas e telhas translúcidas; > Aproximar as lâmpadas dos campos de trabalho; > Pintar tetos e paredes com cores claras; > Que o aclaramento seja uniforme, evitando que uma parte iluminada seja quatro vezes mais clara que outra menos iluminada; > Posicionar as luminárias adequadamente sobre as máquinas ou postos de trabalho. AGENTES QUÍMICOS São considerados agentes químicos as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão. ÓLEOS MINERAIS E GRAXA As atividades que utilizam óleos minerais e graxas contendo hidrocarbonetos aromáticos e outros compostos de carbono serão considerados insalubres em grau máximo (40% do salário mínimo). Para proteger o empregado adequadamente nas atividades que permitam contato direto com óleos, graxas e solventes em geral contendo hidrocarbonetos aromáticos, é necessário que o mesmo utilize luvas impermeáveis ou creme de proteção para as mãos, não permitindo que o agente entre em contato com a pele exposta. Os empregados que realizam as atividades de manutenção industrial mantêm contato com óleos minerais e graxas. A legislação vigente não estabelece tempo mínimo de exposição ou freqüência para caracterizar como insalubre, o trabalho no qual ocorre o contato com graxas e óleos minerais, pois
28 26 a determinação da insalubridade atende critérios qualitativos e não quantitativos. Esta exposição decorre do efeito cumulativo do agente cancerígeno que se manifesta clinicamente, após atingir dose limite, variável de pessoa para pessoa. ÁLCALIS CÁSTICOS DA MISTURA DO CIMENTO E ÁGUA As atividades com exposição a agentes químicos como álcalis cáusticos contidos na argamassa de cimento, serão considerados insalubres em grau médio (20% do salário mínimo). Para proteger o empregado adequadamente nas atividades que envolvem o contato dérmico com o cimento, é necessário que o mesmo utilize luvas impermeáveis, não permitindo que o produto entre em contato com a pele exposta. POEIRAS MINERAIS Poeira mineral contendo sílica livre é um agente causador de uma doença denominada silicose. A silicose é incurável e irreversível, endurecendo os pulmões até tomá-los totalmente, levando à morte a pessoa atingida. A prevenção é possível com a utilização de EPI e a modificação das condições de trabalho que provocam a doença. As atividades com exposição à concentração de poeira superior ao limite de tolerância serão consideradas insalubres em grau máximo (40% do salário mínimo). Nos locais de trabalho onde a poeira é excessiva, se deve instalar sistema de exaustão para não permitir que a mesma se espalhe pelo ambiente industrial e fornecer máscara de proteção respiratória contra poeiras incômodas.
29 EQUIPAMENTOS UTILIZADOS E MÉTODO DE AVALIAÇÃO RUIDO Medidor de nível de pressão sonora marca Instruterm modelo DEC-5040, operando com circuito de compensação (A) e resposta lenta (SLOW), na altura do aparelho auditivo do trabalhador e nas várias estações de trabalho, voltado para a fonte de maior ruído, para medições de níveis de ruído contínuo ou intermitente. Calibrador de nível de pressão sonora marca Instruterm, modelo CAL-910, operando na freqüência de 1000 Hz e nível de calibração em 94 db(a). ILUMINAMENTO Luxímetro marca Instruterm modelo LD-240, nos vários pontos dos locais de trabalho, ou a 75 centímetros do solo quando os campos de trabalho são indefinidos.
30 MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS PELA EMPRESA 11.1 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA A empresa possui os seguintes Equipamentos de Proteção Coletiva EPCs: EPC Localização Eficácia 02 extintores PQS tipo BC 4 Kg Pátio Prevenção Exaustor com água na parede Pátio no polimento 11.2 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A empresa fornece e coloca a disposição dos funcionários os seguintes EPIs: EPI Marca Certificado de Aprovação nº Cargo/Função Serrador 1 Serrador 2 Protetor auricular tipo 3M do Brasil Ltda 5745 Marmorista / Serrador plugue Polidor Instalador Agena Ind de Serrador 1 Protetor auricular tipo Equipamentos de 269 Serrador 2 concha proteção ltda Marmorista / Serrador Serrador 1 Serrador 2 Avental impermeável SEGBEL 8788 Marmorista / Serrador Polidor Montador Cinturão e talabarte de segurança MG Cinto Indústria e Colocador Dispositivo trava-queda Comércio Ltda Servente com cinturão Luvas de segurança Lagrotta Azzura Ind e Instalador Com de Confecções Ltda Marmorista Óculos de proteção Kalypso / Montador Colocador Servente
31 ASSINATURA RESPONSÁVEL TÉCNICO Cabe salientar o que trata o Art. 68 do Decreto 3.048, no parágrafo 4º que: A empresa que não mantiver laudo atualizado com referência aos agentes nocivos existentes na ambiente de trabalho de seus trabalhadores ou que emitir documento de comprovação de efetiva exposição em desacordo com o respectivo laudo estará sujeito à penalidade prevista no art.283. Este profissional e signatário do presente laudo declara ser responsável técnico da Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho, contratada pela empresa Irmãos Tomazelli & Cia Ltda para elaboração deste laudo. Porto Alegre, março de Fernando Limongi Eng. Segurança do Trabalho Fabbro SST LTDA
32 ANEXOS
PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST
PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST A, através deste documento, formaliza a entrega do Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT, Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e
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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO
LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO i. DADOS DA EMPRESA Evicar Mecânica Ltda ME CNPJ: 81.590.549/0001-85 Ramo de Atividade: Recondicionamento ou recuperação de motores para veículos automotores
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PEDROSA DISTRIBUIDORA LTDA
PEDROSA DISTRIBUIDORA LTDA Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Engº de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB Outubro / 2012 Manaus Amazonas 1 de 20 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: PEDROSA DISTRIBUIDORA
PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST
PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST A Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho, através deste documento, formaliza a entrega do Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT, Programa de
PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE FILIAL 3 SASMET SERVIÇO DE ASSESSORIA EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO ELABORADO POR APROVADO POR EMPRESA: DATA Ana Priscilla de Oliveira Gomes Engenheira de Segurança
EXMO SR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DO TRABALHO DE CIDADE LINDA SC
EXMO SR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DO TRABALHO DE CIDADE LINDA SC RTOrd 0012345-67.2014.5.12.0009 Autor: Pedro Pedreiro Réu: B.F. Prestadora de Serviços LAUDO PERICIAL IDENTIFICAÇÃO I EMPRESA B.F.
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE.
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. Empresa: DULCILA FESTAS CONVENÇÕES LTDA Responsável Técnica: Monik Pereira da Silva Engª Segurança no Trabalho CREA 16235/AM IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Empresa: DULCILA FESTAS
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE PANIFICADORA CONDE FILIAL 2 SASMET SERVIÇO DE ASSESSORIA EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO ELABORADO POR APROVADO POR EMPRESA: DATA Ana Priscilla de Oliveira Gomes Engenheira
PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST
PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST A, através deste documento, formaliza a entrega do Laudo de Periculosidade. Atenciosamente, Data recebimento SERPAL ENGENHARIA E CONSTRUTORA LTDA Assinatura do
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
VIGÊNCIA: JANEIRO DE 2018 à JANEIRO DE 2019. Empresa: PANIFICADORA CONDE LTDA FILIAL III Elaborado por: Reginaldo Beserra Alves Engenheiro de Segurança no Trabalho CREA: 5.907- D/PB SUMÁRIO 1. IDENTIFICAÇÃO
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE FILIAL 1 SASMET SERVIÇO DE ASSESSORIA EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO ELABORADO POR APROVADO POR EMPRESA: DATA Ana Priscilla de Oliveira Gomes Engenheira de Segurança
EXMO. SR. DR. JUIZ FEDERAL DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA CIRCUNSCRIÇÃO DE LAJEADO
EXMO. SR. DR. JUIZ FEDERAL DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA CIRCUNSCRIÇÃO DE LAJEADO PROCESSO: 5001178-88.2013.404.7114 DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS F. ANTONIO CHIAMULERA LTDA, vem, respeitosamente, à presença
PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST
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LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO CÂMPUS BLUMENAU
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO CÂMPUS BLUMENAU ALAINE SANTANA BARRETO Engenheira de Segurança do Trabalho CREA SC nº 072076-6 SIAPE 2155240 Luis Carlos de Lima Engenheiro de Segurança
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
- MARÍTIMO Revisão: 03 Página 1 de 35 Emissão: 30/09/2018 Empresa: Transglobal Serviços Ltda CNPJ: 01.362.266.0001-47 Elaborado: SASMET: Kelp-Serviços Médicos Ltda Vigência: Setembro de 2018 à Setembro
AVALIAÇÃO GLOBAL DO PPRA
AVALIAÇÃO GLOBAL DO PPRA VIGÊNCIA: JANEIRO DE 2017 à JANEIRO DE 2018. Empresa: KRAFOAM DA AMAZÔNIA INDÚSTRIA DE EMBALAGENS LTDA. Responsável Técnico: REGINALDO BESERRA ALVES Engº Segurança no Trabalho
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
Empresa: DULCILAS FESTAS E CONVENÇÕES LTDA. Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Eng. Segurança CREA: 5907-D/PB Hannah Martins Técnica em Segurança do Trabalho SRT/AM 0003169 Novembro / 2012
LAUDO 005/2017 GERÊNCIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - SMS
PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE GERÊNCIA DE SAÚDE DO SERVIDOR MUNICIPAL EQUIPE DE PERÍCIA TÉCNICA LAUDO 005/2017 GERÊNCIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - SMS LAUDO PERICIAL
PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST
PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST A, através deste documento, formaliza a entrega do Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT, Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PPRA ANO 2012
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PPRA ANO 2012 A. DADOS DA EMPRESA Prima Pedras Decorativas Ltda CNPJ: 87.982.997/0001-00 Ramo de Atividade: Comércio varejista de materiais de construção não
LAUDO DE INSALUBRIDADE
LAUDO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: MAIO/2016 A MAIO/2017 Empresa: SILVEIRA SORVETES LTDA FILIAL Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Segurança no Trabalho CREA: 5.907-D/PB IDENTIFICAÇÃO DA
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO CAMPUS RIO DO SUL SEDE
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO CAMPUS RIO DO SUL SEDE ALAINE SANTANA BARRETO Engenheira de Segurança do Trabalho CREA SC nº 072076-6 SIAPE 1789080 Blumenau, 05 de Maio de 2016.
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO CÂMPUS ARAQUARI
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO CÂMPUS ARAQUARI ALAINE SANTANA BARRETO Engenheira de Segurança do Trabalho CREA SC nº 072076-6 SIAPE 2155240 Blumenau, 02 de Fevereiro de 2016.
LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO - LTCAT
LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO - LTCAT CONDE DO PÃO FILIAL 3 SASMET SERVIÇO DE ASSESSORIA EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO ELABORADO POR APROVADO POR EMPRESA: DATA Ana Priscilla de
ANÁLISE GLOBAL DO PPRA
ANÁLISE GLOBAL DO PPRA VIGÊNCIA: FEVEREIRO DE 2017 à FEVEREIRO DE 2018. Empresa: A DA SILVA LEITE & CIA LTDA - EPP. Responsável Técnico: REGINALDO BESERRA ALVES Engº Segurança no Trabalho CREA 5907-D/
RISCOS NO AMBIENTE DE TRABALHO EM UMA PADARIA E CONFEITARIA NO CENTRO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.
RISCOS NO AMBIENTE DE TRABALHO EM UMA PADARIA E CONFEITARIA NO CENTRO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. 1. INTRODUÇÃO O pão foi um dos primeiros alimentos manufaturado pela humanidade, e sua produção vem
SEG72 - SEGURANÇA DO TRABALHO. Professor: Gleison Renan Inácio Tecnólogo Mecatônica
SEG72 - SEGURANÇA DO TRABALHO Professor: Gleison Renan Inácio [email protected] Curso: Tecnólogo Mecatônica - Aula 02 NR 6 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL NR 15 ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
Empresa: MISSÃO BATISTA DA FÉ. Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Eng. Segurança CREA: 5907-D/PB Taiane Baraúna Cavalcante Técnica em Segurança do Trabalho SRT/AM 0004157 Dezembro / 2012
PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST
PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST A, através deste documento, formaliza a entrega do Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT, Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e
ANÁLISE GLOBAL DO PPRA
ANÁLISE GLOBAL DO VIGÊNCIA: JANEIRO DE 2018 À AGOSTO DE 2018 Empresa: AGÊNCIA AMAZONENSE DE DESENVOLVIMENTO CULTURAL CENTRO DE CONV. DO IDOSO. Responsável Técnico: Rogério da Silva Ramos Engº Segurança
LAUDO DE INSALUBRIDADE
LAUDO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: MAIO/2016 A MAIO/2017 Empresa: LOIO SORVETES LTDA (FILIAL). Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Segurança no Trabalho CREA: 5.907-D/PB IDENTIFICAÇÃO DA
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE KRAFOAM DA AMAZÔNIA INDÚSTRIA DE EMBALAGENS LTDA SASMET SERVIÇO DE ASSESSORIA EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO ELABORADO POR APROVADO POR EMPRESA: DATA Paloma de Paula
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: MAIO DE 2017 à MAIO DE 2018. Empresa: LOIO SORVETES LTDA EPP (FILIAL) Responsável Técnico: REGINALDO BESERRA ALVES Engº Segurança no Trabalho CREA 5907-D/ PB IDENTIFICAÇÃO
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE. Rodoviário
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE Rodoviário VIGÊNCIA: SETEMBRO DE 2016 à SETEMBRO DE 2017. Empresa: TRANSGLOBAL SERVIÇOS LTDA RODOVIÁRIO. Elaborado por: Reginaldo Beserra Alves Eng. Segurança no Trabalho
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: MAIO DE 2017 à MAIO DE 2018. Empresa: N REIS LIMA EPP Responsável Técnico: REGINALDO BESERRA ALVES Engº Segurança no Trabalho CREA 5907-D/ PB IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
ANÁLISE GLOBAL DO PPRA
ANÁLISE GLOBAL DO VIGENCIA: JANEIRO DE 2018 À AGOSTO DE 2018 Empresa: AGÊNCIA AMAZONENSE DE DESENVOLVIMENTO CULTURAL - CENTRO CONVIVÊNCIA PADRE PEDRO VIGNOLA Responsável Técnico: Rogério da Silva Ramos
LAUDO DE INSALUBRIDADE
2013 LAUDO DE INSALUBRIDADE J A LOIO DA SILVA ME - FILIAL Elaboração: Ana Priscilla de O. Gomes Eng. de Seg. do Trabalho CREA AM 18952 Manaus Amazonas Outubro / 2013 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social:
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE.
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. VIGÊNCIA: NOVEMBRO DE 2014 à OUTUBRO DE 2015 Empresa: Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança do Trabalho CREA 5907 D/PB 1.0 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA
AVALIAÇÃO GLOBAL DO PPRA
AVALIAÇÃO GLOBAL DO VIGÊNCIA: DEZEMBRO DE 2016 À DEZEMBRO DE 2017. EMPRESA: ADISBEL AMAZONAS DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS LTDA - EPP RESPONSÁVEL TÉCNICO: ENGº DE SEG. DO TRABALHO REGINALDO BESERRA ALVES CREA
ANÁLISE GLOBAL DO PPRA
ANÁLISE GLOBAL DO VIGÊNCIA: MAIO DE 2018 á MAIO DE 2019. Empresa: DIGICABO DA AMAZÔNIA LTDA Responsável Técnico: Rogério da Silva Ramos Engº Segurança do Trabalho CREA 9790 TD / AM (PROGRAMA DE PREVENÇÃO
LAUDO DE INSALUBRIDADE
2013 LAUDO DE INSALUBRIDADE ABREU LOIO SORVETES FILIAL Elaboração: Ana Priscilla de O. Gomes Eng. de Seg. do Trabalho CREA AM 18952 Manaus Amazonas Outubro / 2013 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social:
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
Empresa: ORION INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS LTDA. Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Eng. Segurança CREA: 5907-D/PB Hannah Martins Técnica em Segurança do Trabalho SRT/AM 0003169 Outubro / 2012
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO CÂMPUS SANTA ROSA DO SUL
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO CÂMPUS SANTA ROSA DO SUL ALAINE SANTANA BARRETO Engenheira de Segurança do Trabalho CREA SC nº 072076-6 SIAPE 1789080 Blumenau,03 de Agosto de 2015.
Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho LTCAT 2017 JOAO FELISBERTO DE MIRANDA & CIA LTDA. MIRANDA SUPERMECADOS LOJA 02
Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho LTCAT 2017 JOAO FELISBERTO DE MIRANDA & CIA LTDA. MIRANDA SUPERMECADOS LOJA 02 MARÇO 2017 MARÇO 2018 Índice: I - CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA II - OBJETIVOS
LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO - LTCAT
LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO - LTCAT PANIFICADORA CONDE CONDE DO PÃO FILIAL 2 SASMET SERVIÇO DE ASSESSORIA EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO ELABORADO POR APROVADO POR EMPRESA: DATA
ANÁLISE GLOBAL DO PPRA
Página 1 de 13 Empresa: Transglobal Serviços Ltda CNPJ: 01.362.266.0001-47 CNAE: 49.30-2-03 - Transporte rodoviário de produtos perigosos Grau de Risco: 3 Elaborado: Serviço e Assessoria em Segurança e
SEGURANÇA PARA TERCEIROS
1 de 8 PROTOCOLO Data de Emissão: Histórico de revisão e Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial J.S.C 1 Objetivo Este protocolo fixa os requisitos a serem observados quando
"LTCAT" LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO MARÍTIMO LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO LTCAT - MARÍTIMO
LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO LTCAT - MARÍTIMO Revisão: 03 Página 1 de 34 Emissão: 30/09/2018 Empresa: Transglobal Serviços Ltda CNPJ: 01.362.266.0001-47 Elaborado: SASMET: Kelp-Serviços
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE PORTAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE VIDROS LTDA SASMET SERVIÇO DE ASSESSORIA EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO ELABORADO POR APROVADO POR EMPRESA: DATA Paloma de Paula Bomfim
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE PANIFICADORA CONDE LTDA CONDE DO PÃO FILIAL 3 SASMET SERVIÇO DE ASSESSORIA EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO ELABORADO POR APROVADO POR EMPRESA: DATA Ana Priscilla de
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE VIGÊNCIA: JANEIRO DE 2018 à JANEIRO DE 2019 Empresa: PANIFICADORA CONDE LTDA FILIAL II Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança do Trabalho CREA 5.907
ANÁLISE GLOBAL DO PPRA
ANÁLISE GLOBAL DO PPRA VIGÊNCIA: OUTUBRO DE 2018 à OUTUBRO DE 2019. Empresa: OCIDENTAL COMÉRCIO DE FRIOS LTDA. Responsável Técnico: Thiago Araújo Gomes Engº Segurança no Trabalho CREA 22492 / D-AM (PROGRAMA
LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO - LTCAT
LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO - LTCAT PANIFICADORA CONDE CONDE DO PÃO FILIAL 1 SASMET SERVIÇO DE ASSESSORIA EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO ELABORADO POR APROVADO POR EMPRESA: DATA
ANÁLISE GLOBAL DO PPRA
ANÁLISE GLOBAL DO VIGENCIA: JANEIRO DE 2018 À AGOSTO DE 2018 Empresa: AGÊNCIA AMAZONENSE DE DESENVOLVIMENTO CULTURAL - CENTRO DE CONVIVÊNCIA MAGDALENA ARCE DAOU Responsável Técnico: Rogério da Silva Ramos
ANÁLISE GLOBAL DO PPRA
ANÁLISE GLOBAL DO PPRA VIGÊNCIA: JANEIRO DE 2019 à JANEIRO DE 2020. Empresa: PANIFICADORA CONDE LTDA - FILIAL I Responsável Técnico: Núbia de Souza Leão Engº Segurança do Trabalho CREA 26353/D-AM (PROGRAMA
ANÁLISE GLOBAL DO PPRA
Revisão: XXX ANÁLISE GLOBAL DO PPRA RODOVIÁRIO Página 1 Emissão: XXX Empresa: Transglobal Serviços Ltda CNPJ: 01.362.266.0001-47 Elaborado: Serviço e Assessoria em Segurança e Medicina no Trabalho (SASMET)
- LTCAT - LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. Regulamento da Previdência Social Decreto 3048/99 e Anexos (e demais atualizações)
- LTCAT - LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO Regulamento da Previdência Social Decreto 3048/99 e Anexos (e demais atualizações) ADAMES EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. FEVEREIRO / 2008
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO CÂMPUS BLUMENAU
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO CÂMPUS BLUMENAU ALAINE SANTANA BARRETO Engenheira de Segurança do Trabalho CREA SC nº 072076-6 SIAPE 2155240 Blumenau, 11 de Abril de 2017. SUMÁRIO
