PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST
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- Luca da Rocha Eger
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1 PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST A, através deste documento, formaliza a entrega do Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT, Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO. Solicitamos respeitosamente a assinatura do responsável pela empresa no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO em campo específico nesses documentos. Enfatizamos a responsabilidade da empresa de implementar, acompanhar estabelecer, todas as medidas necessárias para a implantação do PPRA e assegurá-lo como atividade permanente da empresa, ainda, garantir a implementação e eficácia do PCMSO indicando médico do trabalho para a execução dos exames do PCMSO. Atenciosamente, Data recebimento JOAPE - Indústria de Equipamentos Ambientais LTDA Assinatura do recebedor Nome do recebedor (51) (48)
2 PROTOCOLO DE ENTREGA DE TRABALHOS DE SST A, através deste documento, formaliza a entrega do Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT, Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO. Solicitamos respeitosamente a assinatura do responsável pela empresa no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA e Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO em campo específico nesses documentos. Enfatizamos a responsabilidade da empresa de implementar, acompanhar estabelecer, todas as medidas necessárias para a implantação do PPRA e assegurá-lo como atividade permanente da empresa, ainda, garantir a implementação e eficácia do PCMSO indicando médico do trabalho para a execução dos exames do PCMSO. Atenciosamente, Data recebimento JOAPE - Indústria de Equipamentos Ambientais LTDA Assinatura do recebedor Nome do recebedor (51) (48)
3 LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO A. DADOS DA EMPRESA JOAPE - Indústria de Equipamentos Ambientais LTDA CNPJ: / Ramo de Atividade: Fabricação de máquinas e aparelhos de refrigeração e ventilação para uso industrial e comercial, peças e acessórios. Número de empregados na data: 57 (cinquenta e sete) Código CNAE: Grau de risco: 03 (três) Grupo: c-14 (Equipamentos/Maquinas e Ferramentas) Localização: Rod RS 030, Bairro: Lagoa dos Barros, CEP: , Santo Antonio da Patrulha / RS Telefone: (51) [email protected] B. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Fernando Limongi Profissão: Engenheiro Civil Especialidade: Engenharia de Segurança do Trabalho CREA n : D C. COLABORADOR TÉCNICO/LEVANTAMENTO E ACOMPANHAMENTO Colaborador Técnico/Levantamento: Jorge Goulart Profissão: Tecnólogo em Segurança do Trabalho MTE/RS 45/ Acompanhou: Adilson Cargo ou função: Supervisor de Produção (51) (48)
4 ÍNDICE 1. Objetivo Atividades e setores de trabalho da empresa Atividades e condições ambientais dos locais de trabalho Funções e Atribuições Quadro Resumo de Insalubridade e Periculosidade Agentes Nocivos Avaliações qualitativas de agentes físicos Avaliações qualitativas de agentes químicos Avaliações quantitativas de agentes físicos Avaliações de Pressão Sonora Avaliações de temperatura Avaliações de umidade relativa do ar Níveis de Iluminamento Conclusão Orientações Equipamentos Utilizados e Método de Avaliação Medidas de Proteção Adotadas pela Empresa Equipamentos de Proteção Coletiva Equipamentos de Proteção Individual Assinatura do Responsável Técnico Anexos (51) (48)
5 3 1. OBJETIVO Efetuar nova avaliação ambiental para a empresa, em atendimento a Instrução normativa INSS/DC nº 70 de 10 de maio de 2002 que em seu artigo 234 define que o LTCAT deverá ser atualizado pelo menos uma vez ao ano ou sempre que houver alteração no ambiente de trabalho. Serão avaliados de forma quantitativa e qualitativa, os riscos físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho da organização e que possam causar danos à saúde do trabalhador. Este Laudo segue a Lei nº 6.514, de 22 de Dezembro de 1977 e as Normas Regulamentadoras aprovadas pela Portaria nº de 08 de Junho de 1978 e modificações posteriores contidas no Capítulo V, Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) relativas à Segurança e Medicina do Trabalho; o Decreto 3.048, de 6 de maio de 1999 da Presidência da República, que aprovou o Regulamento da Previdência Social enquadrando-se na Instrução Normativa número 84 de 11/12/2002. Este laudo não fará estudos ergonômicos e de acidentes, os mesmos deverão ser objeto de trabalhos especiais em avaliações posteriores.
6 4 2. ATIVIDADES E SETORES DE TRABALHO DA EMPRESA A empresa tem como principais atividades fabricação e o comércio de máquinas e equipamentos de refrigeração e divide-se nos seguintes setores: Administrativo, Comercial, Planejamento e Controle da Produção, Expedição, Montagem, Ferramentaria/Laboratório, Serralheria e Solda, Manutenção, Serviços Gerais, Produção. A mesma possui 57 (cinquenta e sete) empregados trabalhando nos seguintes horários: Das 07h 45min às 11h 00 45min de 2ª a 6ª feira; Das 07h 45min às 12h 00min, das 13h 00min às 17h 45min de 2ª a 5ª feira; Das 07h 45min às 12h 00min, das 13h 00min às 16h 45min as 6ª feira.
7 5 3. ATIVIDADES, DESCRIÇÃO E CONDIÇÕES DOS AMBIENTES DE TRABALHO Descrição geral da empresa: A empresa está instalada em terreno de 1285m² com uma edificação de alvenaria de tijolos, rebocado e pintado, com área aproximada de 1285m2, pé direito maior que 3m, piso em concreto, paredes externas de alvenaria de tijolos, divisórias leves/de alvenaria de tijolos, forro de madeira/pvc/concreto, telhado com estrutura de madeira, telhas de fibrocimento/zinco, iluminação natural/com lâmpadas fluorescentes e ventilação natural e com circuladores de ar. Administração Atividades: Atendimento telefônico, atendimento a clientes. Descrição do Ambiente: A área Administrativa está instalada em uma edificação de alvenaria de tijolos, rebocado, massado e pintado, com área aproximada de 15 m2, pé direito com 2,80 m, piso em cerâmica, paredes externas de alvenaria de tijolos, divisórias de alvenaria de tijolos, forro de madeira, telhado com estrutura metálica, iluminação natural e com lâmpadas fluorescentes e ventilação natural e com circuladores de ar. Ambiente considerado em boas condições de trabalho. Produção Atividades: Fabricação de máquinas e equipamentos de refrigeração Descrição do Ambiente: A área Produção está instalada em uma edificação de alvenaria de tijolos, rebocado, massado e pintado, com área aproximada de 1270 m2, pé direito maior que 3 m, piso em cerâmica, paredes externas de alvenaria de tijolos, divisórias de alvenaria de tijolos, forro de madeira, telhado com estrutura metálica, iluminação natural e com lâmpadas fluorescentes e ventilação natural e com circuladores de ar. Nesse ambiente há presença de nível de pressão sonora elevado/radiações não ionizantes/agentes químicos nocivos à saúde.
8 6 4. FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES Abaixo se descreve as funções e atribuições dos empregados na forma dos cargos informados pela empresa, os cargos são classificados dentro dos setores também informados pela empresa. As descrições das mesmas são baseadas na observação deste profissional, entrevista com empregados e empregador. Administração 1. Supervisor administrativo Dar suporte administrativo ao setor comercial da região; promover integração de funcionários da filial SP; dar treinamento de prestação se serviços de assistência técnica dos aparelhos; organizar feiras e eventos com participação da JOAPE como expositor; negociar de participação em eventos como permuta e afins; elaborar e aprovar orçamento de locação; acompanhar a entrega e coleta dos aparelhos locados e instalação; organizar mapa de prestação de assistência técnica; acompanhar e leva o assistente de manutenção em todos os atendimentos; supervisionar os trabalhos do auxiliar administrativo e do assistente de manutenção; responsabilizar-se pela documentação da filial, referentes ao setor administrativo e RH; responsabilizar-se por todo a parte administrativa da filial de SP. 2. Auxiliar Administrativo Operar equipamentos diversos, tais como: equipamentos multimídia, aparelhos de fax, máquinas fotocopiadoras/duplicadoras e outros; realizar e atender chamadas telefônicas, anota e envia recados; atender o pedido por telefone ou , fornecendo as informações pertinentes ao produto, encaminhar por ao supervisor regional; enviar s: orçamento de locação, pedidos de demonstração de aparelhos pelo setor comercial, NFs de serviço de assistência técnica e compra de peças e exposição em feiras, cotação e demais dúvidas; fazer cotação de fretes; cadastrar clientes, transportadoras, fornecedores e vendedores no sistema; atender o público em geral; organizar e atualizar arquivos; emitir NF;
9 7 Administração auxiliar em feiras e eventos; controlar estoque de peças de venda, material de escritório e higiene. 3. Motorista Dirigir automóvel, caminhão e outros veículos leves, transportando pequenas cargas e deslocamento de funcionários, seguindo itinerários solicitados; cuidar para que o veicule esteja em perfeito estado de limpeza, respondendo por sua conservação; comunicar ocorrências havidas no trânsito; solicitar reparos mecânicos; responder pela entrega de pedidos solicitados, de vendas, locação e transporte de materiais; locomover empregados para outros fins quando solicitado; dirigir veículos para retiradas e remessas de materiais, conforme planos e programações do setor; cuidar para que o veículo seja carregado conforme os limites de carga previstos para sua respectiva tonelagem; conferir os materiais a serem transportados, verificando quantidade e espécie, para evitar erros no carregamento e descarregamento dos mesmos, informando qualquer irregularidade observada; dirigir em velocidade compatível com o local e o estado das vias de tráfego, visando evitar danos e atrasos no cumprimento de suas tarefas.
10 8 Comercial 1. Supervisor Comercial Desenvolver junto à gerência, as estratégias de venda para cada representante, e passa aos mesmos, procurando ser um canal que alavanque e facilite as vendas, de forma a cumprir os objetivos da empresa; realizar contatos com clientes e representantes, auxiliando-os no desenvolvimento de negócios; acompanhar o faturamento de sua região pelo sistema e atendimento de pedidos sob sua responsabilidade. (prestando esclarecimentos em relação ao produto e ajuda os clientes na solução de problemas, visando ao atendimento de suas necessidades); avaliar o desempenho de sua equipe de vendas, melhorando e propondo alterações necessárias, adequando e motivando (através de feed back e publicação do ranking); examinar relatórios de sua região e trata os dados fornecendo informações concretas para a gerência e diretoria; propor soluções para os problemas e as dificuldades encontradas no campo de venda; analisar o potencial das áreas de sua região para obter um número adequado de representantes para atendê-las; manter viva as políticas da empresa na área comercial; manter registro periódico da evolução das vendas, de cada representante; acompanhar o processo de atendimento dos pedidos dos clientes, visando assegurar o cumprimento dos prazos e condições pactuados; supervisionar a preparar orçamentos, negociando preços e prazos visando assegurar que todos os clientes recebam as propostas escritas no prazo estipulado e segundo a política e diretrizes da empresa; fazer a prospecção de novos clientes; captar de empresas representantes para sua região (entrevista, negocia, formula contratação, passa a gerência); fazer solicitação de abertura de vaga para a gerência para vendedores na região Sul do RS (quando tem o candidato indica para o RH para iniciar o processo); treinar representantes e vendedores; comercializar produtos para clientes de grande porte na sua região; fazer relatórios de visita a clientes e de viagens; fazer quando necessário cobrança dos clientes inadimplentes.
11 9 Comercial 2. Supervisor de contas especiais Desenvolver junto à gerência, as estratégias de venda para cada representante, e passa aos mesmos, procurando ser um canal que alavanque e facilite as vendas, de forma a cumprir os objetivos da empresa; realizar contatos com clientes e representantes, auxiliando-os no desenvolvimento de negócios; acompanhar o faturamento de sua região pelo sistema e atendimento de pedidos sob sua responsabilidade. (prestando esclarecimentos em relação ao produto e ajuda os clientes na solução de problemas, visando ao atendimento de suas necessidades); avaliar o desempenho de sua equipe de vendas, melhorando e propondo alterações necessárias, adequando e motivando (através de feed back e publicação do ranking); examinar relatórios de sua região e trata os dados fornecendo informações concretas para a gerência e diretoria; propor soluções para os problemas e as dificuldades encontradas no campo de venda; analisar o potencial das áreas de sua região para obter um número adequado de representantes para atendê-las; manter viva as políticas da empresa na área comercial; manter registro periódico da evolução das vendas, de cada representante; acompanhar o processo de atendimento dos pedidos dos clientes, visando assegurar o cumprimento dos prazos e condições pactuados; supervisionar a preparar orçamentos, negociando preços e prazos visando assegurar que todos os clientes recebam as propostas escritas no prazo estipulado e segundo a política e diretrizes da empresa; fazer a prospecção de novos clientes; captar de empresas representantes para sua região (entrevista, negocia, formula contratação, passa a gerência); fazer solicitação de abertura de vaga para a gerência para vendedores na região Sul do RS (quando tem o candidato indica para o RH para iniciar o processo); treinar representantes e vendedores; comercializar produtos para clientes de grande porte na sua região; fazer relatórios de visita a clientes e de viagens; fazer quando necessário cobrança dos clientes inadimplentes.
12 10 Expedição 1. Assistente de expedição Separar os pedidos pelas etiquetas; colocar o número das Notas Fiscais nas caixas; anotar os números de série; passar os números de série para o comercial; entregar para transportadora, só fecha as coisas. acompanhar o transporte dos produtos da produção para o local de estocagem; acondicionar os produtos no veículo transportador, de forma a preservar sua integridade e características durante o transporte; acompanhar funcionários de clientes em visita para inspeção de produtos a serem expedidos; receber mercadorias vindas da filial, descarrega as mercadorias do caminhão, confere as mesmas com as notas fiscais, separar as mercadorias de acordo com o destino; as que forem enviadas através de transporte próprio auxilia a carregar o caminhão; as que forem coletadas por transportadora entrega ao responsável pelo transporte; as que forem retiradas pelo próprio cliente entrega ao responsável e auxiliar na condução da mercadoria até o veículo. 2. Auxiliar de expedição Separar os pedidos pelas etiquetas; colocar o número das Notas Fiscais nas caixas; anotar os números de série; entregar para transportadora, só fecha as coisas; acompanhar o transporte dos produtos da produção para o local de estocagem; acondicionar os produtos no veículo transportador, de forma a preservar sua integridade e características durante o transporte; acompanhar funcionários de clientes em visita para inspeção de produtos a serem expedidos; receber mercadorias vindas da filial, descarrega as mercadorias do caminhão, conferir as mesmas com as notas fiscais, separar as mercadorias de acordo com o destino; as que forem enviadas através de transporte próprio auxiliar a carregar o caminhão; as que forem coletadas por transportadora entregar ao responsável pelo transporte; as que forem retiradas pelo próprio cliente entregar ao responsável e auxiliar na condução da mercadoria até o veículo; limpeza dos equipamentos com álcool etílico e detergente multiuso.
13 11 Recepção e almoxarifado 1. Assistente de almoxarifado Abastecer as bancadas; receber mercadorias conferir e armazenar em local adequado; organizar o almoxarifado; efetuar o controle de estoque; ajudar descarregar as mercadorias recebidas, quando necessário; fazer a requisição de compra de material; liquidar a ordem de produção no sistema. 2. Auxiliar de almoxarifado Abastecer as bancadas; organizar o almoxarifado; efetuar o controle de estoque; fazer a requisição de compra de material; liquidar a ordem de produção no sistema. 3. Auxiliar de almoxarifado 1 receber mercadorias conferir e armazenar em local adequado; ajudar descarregar as mercadorias recebidas, quando necessário; fazer a requisição de compra de material; liquidar a ordem de produção no sistema.; 4. Recepcionista Atender telefone; atender clientes pessoalmente, encaminhando para o setor desejado; abrir e fechar as dependências da empresa. Reparo de peças. 5. Recepcionista 1 abrir e fechar as dependências da empresa. Montagem Industrial 1. Encarregado de montagem Dirigir empilhadeira; coordenar o trabalho dos montadores (orienta, ensina, corrige); coordenar o trabalho de testagem dos aparelhos;
14 12 Montagem Industrial montar produtos; passar o número das OP (ordem de produção) para o almoxarifado para ser feita a requisição da matéria prima para produção; supervisionar as atividades do setor; supervisionar a montagem dos climatizadores das linhas comercial e industrial; limpeza das peças com uso de álcool etílico e detergente multiuso. 2. Operador de inspeção de qualidade Controlar a qualidade dos aparelhos; testar os aparelhos; colocar plugue nos aparelhos quando necessários; consertar os aparelhos danificados; limpeza das peças com uso de álcool etílico e detergente multiuso. 3. Montador Realizar pré montagem (fechar estrutura e colocar o motor); responsável pela montagem final (colocação da hélice e disco) com uso de trava rosca; limpeza das peças com uso de álcool etílico e detergente multiuso. 4. Montador 1 Realizar pré montagem (fechar estrutura e colocar o motor); realizar montagem final (colocação da hélice e disco) com uso de trava rosca; testar aparelhos; limpeza das peças com uso de álcool etílico e detergente multiuso. Montagem Residencial 1. Encarregado de montagem Dirigir empilhadeira; coordenar o trabalho dos montadores (orienta, ensina, corrige); coordenar o trabalho de testagem dos aparelhos; montar produtos; passar o número das OP (ordem de produção) para o almoxarifado para ser feita a requisição da matéria prima para produção; supervisionar as atividades do setor; supervisionar a montagem dos climatizadores das linhas comercial e industrial. limpeza das peças com uso de álcool etílico e detergente multiuso.
15 13 Montagem Residencial 2. Montador Realizar pré montagem (fechar estrutura e colocar o motor); responsável pela montagem final (colocação da hélice e disco) com uso de trava rosca. limpeza das peças com uso de álcool etílico e detergente multiuso. 3. Montador 1 Realizar pré montagem (fechar estrutura e colocar o motor); realizar montagem final (colocação da hélice e disco) com uso de trava rosca; testar aparelhos. limpeza das peças com uso de álcool etílico e detergente multiuso. Ferramentaria e laboratório 1. Supervisor ferramentaria Fazer ferramentas e desenvolver peças (dos produtos); cuidar do pessoal da obra (dos pedreiros, muro, cortar grama, manutenção do prédio); supervisionar as seções de ferramentaria, serralheria, estamparia e vilco sped; administrar, coordenar e orientar os funcionários da ferramentaria; supervisionar teste de motor. Serralheria e solda 1. Matrizeiro Usinar peças; retificar peças; executar manutenção de ferramentas, preparação e montagem das ferramentas; serrar metais em serra fita; executar furação de peças; executar solda elétrica e solda ponto; executar limpeza das matrizes. 2. Auxiliar de serralheiro Medir e cortar ferros; fazer o suporte dos carrinhos; fazer soldas em geral; limpar máquinas injetoras; Executar atividades de solda;
16 14 Serralheria e solda cortar barras e chapas de ferro Corta o material com a máquina policorte, furar com a furadeira de bancada e lixa o material com a politriz; executar limpeza das matrizes. 3. Auxiliar de ferramentaria Medir e cortar ferros; fazer o suporte dos carrinhos; fazer soldas em geral; limpar máquinas injetoras; Executar atividades de solda; cortar barras e chapas de ferro Corta o material com a máquina policorte, furar com a furadeira de bancada e lixa o material com a politriz; executar limpeza das matrizes. Manutenção 1. Encarregado de manutenção elétrica Fazer a manutenção da parte elétrica das máquinas e da empresa; efetuar troca de cilindro de gás da empilhadeira. Serviços Gerais 1. Serviços gerais Limpar escritório; limpar todos os banheiros; controlar material de limpeza; varrer a fábrica (na maioria dos setores); recolher lixo. Produção 1. Engenheiro mecânico Ser responsável técnico pela empresa. 2. Supervisor de produção Supervisionar a equipe responsável pela injeção (orientar, corrigir, ensinar); treinar a equipe para colocar a ferramenta na injetora; fazer programação das injetoras;
17 15 Produção supervisionar a preparação das peças; supervisionar e controlar a produção; realizar pré-montagem, moinho, estamparia e preparação de peças; executar serviço de conservação e manutenção de máquinas e operação. 3. Coordenador de produção Supervisionar a equipe responsável pela injeção (orientar, corrigir, ensinar); treinar a equipe para colocar a ferramenta na injetora; fazer programação das injetoras; supervisionar a preparação das peças; supervisionar e controlar a produção; realizar pré-montagem, moinho, estamparia e preparação de peças; executar serviço de conservação e manutenção de máquinas e operação. 4. Supervisor de equipe de gás Supervisionar os trabalhos do setor; fabricar e montar peças (válvulas de transbordamento) de acordo com os padrões de desenho. 5. Auxiliar de fábrica Preparar as peças; retirar rebarbas das peças com faca especifica; usar a furadeira de bancada; Pré-montagem do BOB com cola (thiner + produto); Limpeza de peça com álcool etílico. 6. Auxiliar de fábrica 1 preparar as peças; jatear peças com oxido de alumínio utilizando jateadora de cabine; retirar rebarbas das peças com faca específica; usar a furadeira de bancada; furar o pedestal, preencher o buraco com silicone para vedar e colar a rodinha; prepara material isolante (araldite e aradur); colar babador e canaleta coletora com uso thiner Auxiliar de fábrica 2 Preparar as peças; jatear peças com oxido de alumínio e granalha de ferro, utilizando jateadora de cabine; retirar rebarbas das peças com faca especifica;
18 16 Produção usar a furadeira de bancada; operar estufas e moinho; furar o pedestal, preencher o buraco com silicone para vedar e colar a rodinha; 8. Auxiliar de fábrica 3 Preparar as peças; jatear peças com oxido de alumínio utilizando jateadora de cabine; retirar rebarbas das peças com faca especifica; usar a furadeira de bancada; operar estufas e moinho; furar o pedestal, preencher o buraco com silicone para vedar e colar a rodinha; fabricar e montar peças (válvulas) de acordo com os padrões de desenho; efetuar corte de alumínio na máquina de corte; fazer teste do motor; soldar componentes (placas) utilizando solda estanho; operar máquina injetora; limpar máquinas injetoras com graxa, óleo lubrificante e querosene; trocar ferramenta injetoras; Operar ponte rolante. 9. Auxiliar de fábrica 4 fabricar e montar peças (válvulas) de acordo com os padrões de desenho; efetuar corte de alumínio na máquina de corte; fazer teste do motor; soldar componentes (placas) utilizando solda estanho; 10. Pedreiro Preparar argamassa, cimento, rejuntes; lixar parede, aplicar massa corrida, levantar e rebocar paredes, realizar arremates, colocar aberturas (portas e janelas) e realiza pequenos reparos em alvenaria. Limpar o pátio; Cortar grama.
19 17 5. QUADRO RESUMO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE Administrativo N Cargo (CTPS) Agente físico, químico Adicional de Adicional de ou biológico Insalubridade Periculosidade 1. Supervisor administrativo Inexistente Não Não 2. Auxiliar administrativo Inexistente Não Não 3. Motorista Inexistente Não Não Comercial N Cargo (CTPS) Agente físico, químico Adicional de Adicional de ou biológico Insalubridade Periculosidade 1. Supervisor Comercial Inexistente Não Não 2. Supervisor de contas especiais Inexistente Não Não Expedição N Cargo (CTPS) Agente físico, químico Adicional de Adicional de ou biológico Insalubridade Periculosidade 3. Assistente de expedição Inexistente Não Não 4. Auxiliar de expedição Álcool etílico Há necessidade de avaliação quantitativa Não Recepção e almoxarifado N Cargo (CTPS) Agente físico, químico Adicional de Adicional de ou biológico Insalubridade Periculosidade 1. Assistente de almoxarifado Inexistente Não Não 2. Auxiliar de almoxarifado Álcool etílico Há necessidade de avaliação Não quantitativa 3. Auxiliar de almoxarifado 1 Álcool etílico Há necessidade de avaliação Não
20 18 Recepção e almoxarifado 4. Recepcionista Fumos metálicos Há necessidade de avaliação Não 5. Recepcionista 1 Inexistente Não Não Montagem Industrial N Cargo (CTPS) Agente físico, químico ou biológico Adicional de Insalubridade Adicional de Periculosidade 1. Encarregado de montagem Álcool etílico Há necessidade de avaliação Não 2. Operador de inspeção de qualidade Álcool etílico Há necessidade de avaliação Não 3. Montador Álcool etílico Cumeno Há necessidade de avaliação Não 4. Montador 1 Álcool etílico Cumeno Há necessidade de avaliação Não Montagem Residencial N Cargo (CTPS) Agente físico, químico ou biológico Adicional de Insalubridade Adicional de Periculosidade 1. Encarregado de montagem Álcool etílico Há necessidade de avaliação Não 2. Montador Álcool etílico Cumeno Há necessidade de avaliação Não 3. Montador 1 Álcool etílico Cumeno Há necessidade de avaliação Não
21 19 Ferramentaria e laboratório N Cargo (CTPS) Agente físico, químico ou biológico Adicional de Insalubridade Adicional de Periculosidade 1. Supervisor de ferramentaria Óleo mineral, graxa Ruído Máximo Médio Não Serralheria e solda N Cargo (CTPS) Agente físico, químico ou biológico Adicional de Insalubridade Adicional de Periculosidade Radiações não ionizantes Médio Ruído Médio 1. Matrizeiro Óleo mineral, graxa Máximo Não Há necessidade de Fumos metálicos avaliação quantitativa Radiações não ionizantes Médio Ruído Médio 2. Auxiliar de ferramentaria Óleo mineral, graxa Máximo Não Há necessidade de Fumos metálicos avaliação quantitativa Radiações ionizantes Médio Ruído Médio 3. Auxiliar de serralheiro Óleo mineral, graxa Máximo Há necessidade de Não Fumos metálicos avaliação quantitativa
22 20 Manutenção N Cargo (CTPS) 1. Encarregado de manutenção elétrica Agente físico, químico Adicional de Adicional de ou biológico Insalubridade Periculosidade Inexistente Não Sim Serviços gerais Agente físico, químico Adicional de Adicional de N Cargo (CTPS) ou biológico Insalubridade Periculosidade 1. Serviços gerais Álcalis cáusticos Neutralizado Não Produção N Cargo (CTPS) Agente físico, químico Adicional de Adicional de ou biológico Insalubridade Periculosidade 1. Engenheiro mecânico Inexistente Não Não 2. Supervisor de produção Óleo mineral, graxa Máximo Não Ruído Médio Não 3. Supervisor de equipe de gás Ruído Médio Não Óxido de alumínio Há necessidade de avaliação quantitativa 4. Auxiliar de fábrica Ruído Médio Não Álcool etílico Há necessidade de Solventes orgânicos avaliação quantitativa Ruído Médio 5. Auxiliar de fábrica 1 Óxido de alumínio Há necessidade de Álcool etílico avaliação Não Solventes orgânicos quantitativa Ruído Médio 6. Auxiliar de fábrica 2 Óxido de alumínio Álcool etílico Há necessidade de avaliação Não
23 21 Serviços gerais Solventes orgânicos quantitativa Óleo mineral, graxa Máximo Ruído Médio 7. Auxiliar de fábrica 3 Óxido de alumínio Há necessidade de Não Álcool etílico Solventes orgânicos avaliação quantitativa Óleo mineral, graxa Máximo Ruído Médio 8. Auxiliar de fábrica 4 Óxido de alumínio Há necessidade de Não Álcool etílico Solventes orgânicos avaliação quantitativa 9. Pedreiro Álcalis cáusticos Médio Não Notas: Insalubridade: Adicionais em 3 graus: Grau Mínimo: 10% do salário mínimo. Grau Médio: 20% do salário mínimo. Grau Máximo: 40% do salário mínimo.
24 22 6. AGENTES NOCIVOS 6.1 AVALIAÇÕES QUALITATIVAS DE AGENTES FÍSICOS Serralheria e solda Descrição da atividade em que utiliza Cargo (CTPS) Agente Nocivo o agente nocivo Utilização de solda elétrica na Radiações não Matrizeiro manutenção de peças ionizantes Auxiliar de Utilização de solda elétrica na Radiações não serralheiro manutenção de peças ionizantes Auxiliar de Utilização de solda elétrica na Radiações não ferramentaria manutenção de peças ionizantes Exposição permanente permanente permanente N o do Anexo da NR AVALIAÇÕES QUALITATIVAS DE AGENTES QUÍMICOS Ferramentaria e laboratório Cargo (CTPS) Atividade com exposição ao Agente Nocivo Agente Nocivo Supervisor de ferramentaria Lubrificação de peças e máquinas Óleo mineral Exposição permanente Anexo da NR Serralheria e solda Cargo (CTPS) Atividade com exposição ao Agente Nocivo Agente Nocivo Exposição Anexo da NR-15 Óleo Matrizeiro Limpeza de máquinas injetoras Utilização de solda elétrica na manutenção de peças mineral e graxa Fumos metálicos permanente 13 11
25 23 Auxiliar de Limpeza de máquinas injetoras Óleo mineral e graxa 13 serralheiro Utilização de solda elétrica na manutenção de peças Fumos metálicos permanente 11 Auxiliar de Limpeza de máquinas injetoras Óleo mineral e graxa 13 ferramentaria Utilização de solda elétrica na manutenção de peças Fumos metálicos permanente 11 Serviços gerais Cargo (CTPS) Atividade com exposição ao Agente Nocivo Agente Nocivo Exposição Anexo da NR-15 Serviços gerais Limpar escritórios e banheiros Álcalis cáusticos permanente 13 Produção Cargo (CTPS) Atividade com exposição ao Agente Nocivo Agente Nocivo Exposição Anexo da NR-15 Supervisor de produção Manutenção e lubrificação nas máquinas Óleo mineral permanente 13 Auxiliar de fábrica Operar moinho Limpeza dos equipamentos Óxido de alumínio Álcool etílico Solvente Orgânico permanente ACGIH 11 Auxiliar de fábrica 1 Operar moinho Prepara material isolante Colar babador e canaleta coletora Óxido de alumínio Cumeno Solvente Orgânico permanente ACGIH 11 Auxiliar de Operar moinho Óxido de alumínio permanente ACGIH fábrica 2 Limpeza dos equipamentos Álcool etílico Solvente 11
26 24 Produção Cargo (CTPS) Atividade com exposição ao Agente Nocivo Agente Nocivo Exposição Anexo da NR-15 Orgânico Lubrificação de peças e máquinas, limpeza Óleo mineral e graxa permanente 13 Auxiliar de fábrica 3 Operar moinho Óxido de alumínio Álcool etílico permanente ACGIH Limpeza dos equipamentos Solvente 11 Orgânico Pedreiro Manuseio de argamassa e concreto Álcalis cáusticos permanente 13 Montagem Industrial Cargo (CTPS) Encarregado de montagem Operador de inspeção de qualidade Montador Montador 1 Atividade com exposição ao Agente Nocivo Limpeza das peças fabricadas Limpeza das peças fabricadas Limpeza das peças fabricadas Limpeza das peças fabricadas Agente Nocivo Exposição Anexo da NR-15 Álcool etílico permanente 11 Álcool etílico permanente 11 Álcool etílico 11 Cumeno permanente 11 Álcool etílico 11 Cumeno permanente 11 Montagem Residencial Cargo (CTPS) Encarregado de montagem Montador Atividade com exposição ao Agente Nocivo Limpeza das peças fabricadas Limpeza das peças fabricadas Agente Nocivo Exposição Anexo da NR-15 Álcool etílico permanente 11 Álcool etílico 11 Cumeno permanente 11
27 25 Montagem Residencial Cargo (CTPS) Montador 1 Atividade com exposição ao Agente Nocivo Limpeza das peças fabricadas Agente Nocivo Exposição Anexo da NR-15 Álcool etílico 11 Cumeno permanente 11 Recepção e almoxarifado Cargo (CTPS) Atividade com exposição ao Agente Nocivo Agente Nocivo Exposição Anexo da NR-15 Auxiliar de almoxarifado Limpeza das peças fabricadas Álcool etílico permanente 11 Auxiliar de almoxarifado 1 Limpeza das peças fabricadas Álcool etílico permanente 11 Recepcionista Reparo de peças Fumos metálicos permanente 11
28 26 Administração 6.4.AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS DE AGENTES FÍSICOS AVALIAÇÕES DE NÍVEL DE PRESSÃO SONORA NPS Tempo de LT N Cargo (CTPS) db(a) exposição db(a) L AVG db(a) 1. Supervisor administrativo 70 8 h Auxiliar administrativo 70 8 h Motorista 80 8 h Tipo de exposição Permanente NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância Comercial N Cargo (CTPS) NPS Tempo de LT db(a) exposição db(a) L AVG Tipo de db(a) exposição 1. Supervisor comercial 80 8 h Vendedor externo 80 8 h Permanente NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância Planejamento e controle da produção NPS Tempo de LT N Cargo (CTPS) db(a) exposição db(a) 1. Engenheiro de produção (sala) 83 8 h L AVG db(a) Tipo de exposição Permanente NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância Expedição N Cargo (CTPS) NPS Tempo de LT db(a) exposição db(a) L AVG Tipo de db(a) exposição 1. Assistente de expedição 69 8 h Auxiliar de expedição 76 8 h Permanente Recepção e almoxarifado NPS Tempo de LT N Cargo (CTPS) db(a) exposição db(a) 1. Assistente de almoxarifado 80 8 h L AVG db(a) Tipo de exposição Permanente
29 27 Recepção e almoxarifado NPS Tempo de LT N Cargo (CTPS) db(a) exposição db(a) L AVG db(a) 2. Auxiliar de almoxarifado 80 8 h Recepcionista 72 8 h Recepcionista 63 8 h Tipo de exposição Permanente Permanente Montagem Industrial NPS Tempo de LT N Cargo (CTPS) db(a) exposição db(a) L AVG db(a) 1. Encarregado de montagem 80 8 h Operador de inspeção de qualidade 80 8 h Montador 80 8 h Montador h Montador h Tipo de exposição Permanente NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância Montagem Residencial NPS Tempo de LT N Cargo (CTPS) db(a) exposição db(a) L AVG db(a) 1. Encarregado de montagem 80 8 h Montador 76 8 h Montador h Montador h Tipo de exposição Permanente NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância Ferramentaria e laboratório NPS Tempo de LT N Cargo (CTPS) db(a) exposição db(a) 1. Supervisor de ferramentaria 83 8 h L AVG db(a) Tipo de exposição Permanente NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância
30 28 Serralheria e solda NPS Tempo de LT N Cargo (CTPS) db(a) exposição db(a) L AVG db(a) 1. Matrizeiro 83 8 h Auxiliar de serralheiro 84 8 h Auxiliar de ferramentaria 84 8 h Tipo de exposição Permanente NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância Manutenção N Cargo (CTPS) NPS db(a) Tempo de exposição LT db(a) L AVG db(a) Tipo de exposição 1. Encarregado de manutenção elétrica 80 8 h Permanente NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância Serviços gerais NPS Tempo de LT N Cargo (CTPS) db(a) exposição db(a) 1. Serviços gerais 80 8 h L AVG db(a) Tipo de exposição Permanente NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância Produção NPS Tempo de LT N Cargo (CTPS) db(a) exposição db(a) 1. Engenheiro mecânico 72 8 h L AVG db(a) Tipo de exposição Ocasional e Intermitente 2. Supervisor de produção 86 8 h Supervisor de equipe de gás 86 8 h Auxiliar de fábrica 86 8 h Auxiliar de fábrica h Auxiliar de fábrica 2 87,4 8 h 85 87,4 7. Auxiliar de fábrica 3 87,4 8 h 85 87,4 8. Pedreiro 80 8 h Permanente NPS: Nível de Pressão Sonora; LT: Limite de Tolerância
31 AVALIAÇÕES DE TEMPERATURA AMBIENTE Administrativo N Ambiente de Trabalho 1. Supervisor administrativo 2. Auxiliar administrativo Temperatura ambiente ( C) LT ( C) C e 23 C Planejamento e produção N Ambiente de Trabalho Temperatura ambiente ( C) LT ( C) 1. Engenheiro de produção C e 23 C Expedição N Ambiente de Trabalho 1. Assistente de expedição 2. Auxiliar de expedição 3. Recepcionista Temperatura ambiente ( C) LT ( C) C e 23 C Recepção e almoxarifado N Ambiente de Trabalho 1. Assistente de almoxarifado 2. Auxiliar de almoxarifado 3. Recepcionista Montagem Industrial N Ambiente de Trabalho 1. Encarregado de montagem 2. Operador de inspeção de qualidade 3. Montador 4. Montador 1 Temperatura ambiente ( C) LT ( C) C e 23 C Temperatura ambiente ( C) LT ( C) 31,5 20 C e 23 C Montagem Residencial
32 30 N Ambiente de Trabalho 1. Encarregado de montagem 2. Montador 3. Montador 1 Temperatura ambiente ( C) LT ( C) 31,5 20 C e 23 C Ferramentaria e laboratório N Ambiente de Trabalho 1. Supervisor de ferramentaria Temperatura ambiente ( C) LT ( C) C e 23 C Ferramentaria e solda N Ambiente de Trabalho 1. Matrizeiro 2. Auxiliar de serralheiro 3. Auxiliar de ferramentaria Temperatura ambiente ( C) LT ( C) C e 23 C Produção N Ambiente de Trabalho 1. Engenheiro mecânico 2. Supervisor de produção 3. Supervisor de equipe de gás 4. Auxiliar de fábrica 5. Auxiliar de fábrica 1 6. Auxiliar de fábrica 2 7. Auxiliar de fábrica 3 8. Pedreiro Temperatura ambiente ( C) LT ( C) C e 23 C
33 AVALIAÇÕES DE UMIDADE RELATIVA DO AR Administrativo N Ambiente de Trabalho 1. Supervisor administrativo 2. Auxiliar administrativo Umidade Relativa do Ar (%RH) LT (%RH) 78 Não inferior a 40% Planejamento e produção N Ambiente de Trabalho Umidade Relativa do Ar (%RH) LT (%RH) 1. Engenheiro de produção 78 Não inferior a 40% Expedição N Ambiente de Trabalho 1. Assistente de expedição 2. Auxiliar de expedição 3. Recepcionista Umidade Relativa do Ar (%RH) LT (%RH) 78 Não inferior a 40% Recepção e almoxarifado N Ambiente de Trabalho 1. Assistente de almoxarifado 2. Auxiliar de almoxarifado 3. Recepcionista Umidade Relativa do Ar (%RH) LT (%RH) 79,7 Não inferior a 40% Montagem Industrial N Ambiente de Trabalho 1. Encarregado de montagem 2. Operador de inspeção de qualidade 3. Montador 4. Montador 1 Umidade Relativa do Ar (%RH) LT (%RH) 79 Não inferior a 40%
34 32 Montagem Residencial N Ambiente de Trabalho 1. Encarregado de montagem 2. Montador 3. Montador 1 Umidade Relativa do Ar (%RH) LT (%RH) 79 Não inferior a 40%
35 33 7. NÍVEIS DE ILUMINAMENTO Montagem Industrial Nível Recomendado: 500 lux Bancada dos montadores Local da Medição Mesa do encarregado de montagem Valor Medido (Diurno) 970 lux 980 lux Ferramentaria e laboratório Nível Recomendado: 500 lux Local da Medição Mesa do supervisor de ferramentaria Valor Medido (Diurno) 681 lux Serralheria e Solda Nível Recomendado: 300 lux Local da Medição Valor Medido (Diurno) Bancada de solda 1215 lux Produção Nível Recomendado: 500 lux Local da Medição Valor Medido (Diurno) Bancada de serviços 553 lux Administração Nível Recomendado: 500 lux Local da Medição Mesa do auxiliar administrativo Valor Medido (Diurno) 572 lux
36 34 8. CONCLUSÃO Administrativo 1. Supervisor administrativo 2. Auxiliar administrativo 3. Motorista Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Comercial 1. Supervisor comercial 2. Vendedor externo Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Planejamento e controle de produção 1. Engenheiro de produção Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A). Expedição 1. Assistente de expedição 2. Auxiliar de expedição Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente álcool etílico, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação.
37 35 Recepção e almoxarifado 1. Assistente de almoxarifado 2. Auxiliar de almoxarifado 3. Auxiliar de almoxarifado 1 4. Recepcionista 5 Recepcionista 1 Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente álcool etílico, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação. Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A). Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente álcool etílico, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação. Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A). Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente fumos metálicos, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação. Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE).
38 36 Montagem Industrial 1. Encarregado de montagem 2. Operador de inspeção de qualidade 3. Montador 4. Montador 1 Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente álcool etílico, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação. Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente álcool etílico, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação. Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente álcool etílico e cumeno, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação. Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente
39 37 Montagem Industrial 5. Montador 2 álcool etílico e cumeno, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação. Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente álcool etílico e cumeno, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação. Montagem Residencial 1. Encarregado de montagem 2. Montador 3. Montador 1 Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente álcool etílico, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação. Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente álcool etílico e cumeno, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação. Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em
40 38 Montagem Residencial 4. Montador 2 laboratório de toxicologia para quantificação do agente álcool etílico e cumeno, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação. Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente álcool etílico e cumeno, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação. Ferramentaria e laboratório 1. Supervisor de ferramentaria Atividade insalubre em grau máximo devido à manipulação de óleo mineral, graxa e produtos contendo hidrocarbonetos aromáticos e outros compostos de carbono, sem a proteção adequada, segundo o anexo 13 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A). Serralheria e solda 1. Matrizeiro Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente a radiações não ionizantes emitidas nas atividades de solda elétrica, segundo o anexo 7 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade insalubre em grau máximo devido à manipulação de óleo mineral, graxa e produtos contendo hidrocarbonetos aromáticos e outros compostos de carbono, sem a proteção adequada, segundo o anexo 13 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE).
41 39 Serralheria e solda 2. Auxiliar de serralheiro 3. Auxiliar de ferramentaria Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente fumos metálicos, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação. Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente a radiações não ionizantes emitidas nas atividades de solda elétrica, segundo o anexo 7 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade insalubre em grau máximo devido à manipulação de óleo mineral, graxa e produtos contendo hidrocarbonetos aromáticos e outros compostos de carbono, sem a proteção adequada, segundo o anexo 13 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente fumos metálicos, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação. Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente a radiações não ionizantes emitidas nas atividades de solda elétrica, segundo o anexo 7 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade insalubre em grau máximo devido à manipulação de óleo mineral, graxa e produtos contendo hidrocarbonetos aromáticos e outros compostos de carbono, sem a proteção adequada, segundo o anexo 13 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através
42 40 Serralheria e solda de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente fumos metálicos, para que seja possível uma conclusão definitiva, já que o mesmo consta do anexo 11 da NR-15 que exige a quantificação. Manutenção Encarregado de manutenção 1. elétrica Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade periculosa devido à função de troca de cilindro de gás da empilhadeira segundo a NR 16 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A). Serviços gerais 1. Serviços gerais Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE); álcalis cáusticos neutralizado com uso eficaz de luvas de borracha. Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A). Produção 1. Engenheiro mecânico 2. Supervisor de produção Atividade não insalubre segundo a NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade insalubre em grau máximo devido à manipulação de óleo mineral e produtos contendo hidrocarbonetos aromáticos e outros compostos de carbono, sem a proteção adequada, segundo o anexo 13 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade insalubre em grau médio devido exposição
43 41 Produção 3. Supervisor de equipe de gás 4. Auxiliar de fábrica 5. Auxiliar de fábrica 1 6. Auxiliar de fábrica 2 habitual e permanente em nível de pressão sonora superior ao limite de tolerância sem a proteção adequada segundo o anexo 1 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente em nível de pressão sonora superior ao limite de tolerância sem a proteção adequada segundo o anexo 1 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente em nível de pressão sonora superior ao limite de tolerância sem a proteção adequada segundo o anexo 1 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente óxido de alumínio, álcool etílico e solventes orgânicos, para comprovação da eficácia dos sistemas de exaustão existentes. Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente em nível de pressão sonora superior ao limite de tolerância sem a proteção adequada segundo o anexo 1 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente óxido de alumínio, álcool etílico e solventes orgânicos, para comprovação da eficácia dos sistemas de exaustão existentes. Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente em nível de pressão sonora superior ao limite de tolerância sem a proteção adequada segundo o anexo 1 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em
44 42 Produção 7. Auxiliar de fábrica 3 8. Pedreiro laboratório de toxicologia para quantificação do agente óxido de alumínio, álcool etílico e solventes orgânicos, para comprovação da eficácia dos sistemas de exaustão existentes. Atividade insalubre em grau máximo devido à manipulação de óleo mineral e produtos contendo hidrocarbonetos aromáticos e outros compostos de carbono, sem a proteção adequada, segundo o anexo 13 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Atividade insalubre em grau médio devido exposição habitual e permanente em nível de pressão sonora superior ao limite de tolerância sem a proteção adequada segundo o anexo 1 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa com análise em laboratório de toxicologia para quantificação do agente óxido de alumínio, álcool etílico e solventes orgânicos, para comprovação da eficácia dos sistemas de exaustão existentes. Atividade insalubre em grau médio devido ao contato com álcalis cáusticos segundo o anexo 13 da NR 15 da Portaria do Ministério do Trabalho (MTE). Há necessidade de avaliação quantitativa de ruído através de dosimetria, uma vez que o ruído ultrapassa o nível de ação - 80 db (A).
45 43 9. ORIENTAÇÕES Os riscos ambientais podem ser controlados através de medidas de gestão de segurança, organização do trabalho, treinamentos, proteções coletivas e proteções individuais. Estas medidas devem estar integradas a fim de reduzir, neutralizar e até eliminar a ação de riscos ambientais sobre os empregados. Assim, abaixo propomos algumas medidas, cuja viabilidade técnica e econômica poderá ser estudada pela empresa: CALOR Atividades que podem gerar calor: fundição, siderurgia, caldeirarias, indústria de vidro, entre outras. O calor excessivo pode provocar problemas, tais como: intermação (golpe de calor ou choque térmico), síncope pelo calor (exaustão), prostração térmica por desidratação, prostração térmica pelo decréscimo do teor salino, cãibras de calor, enfisema das glândulas sudoríparas, edema pelo calor e outros efeitos como aumento da susceptibilidade a outras doenças (maior susceptibilidade às dermatoses e potencialização dos efeitos pela presença de outros agentes), diminuição do rendimento, pela sobrecarga do sistema cardiovascular, redução na atividade cerebral e redução do tempo de reação e em alguns casos catarata pela exposição à radiação infravermelha que provoca a degeneração do cristalino do olho, e ainda, efeitos nos órgãos solicitados pela sobrecarga térmica (cardiovascular, respiratório e glândulas internas). UMIDADE As atividades ou operações executadas em ambientes molhados, alagadiços ou que possuam umidade excessiva podem acarretar aos trabalhadores doenças do aparelho respiratório, doenças de pele e quedas. Medidas de proteção coletiva e/ou individual devem ser adotadas para neutralizar ou amenizar as consequências causadas pela exposição à umidade. As atividades capazes de produzir danos à saúde dos trabalhadores serão consideradas insalubres em grau médio (20% do salário mínimo) em decorrência de laudo de inspeção realizada no local de trabalho.
46 44 RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES São consideradas radiações não ionizantes as micro-ondas, ultravioletas e laser. A exposição à radiação ultravioleta pode resultar em efeitos específicos na pele, eritemas semelhantes aos obtidos em exposição solar, e nos olhos. Deve-se salientar que os efeitos da radiação ultravioleta aparecem de 6 a 12 horas após a exposição. Assim, são bastante comuns os casos de superexposição, pois as pessoas não se dão conta da radiação nociva. As atividades exercidas sob exposição à radiação não ionizante serão consideradas insalubres em grau médio (20% do salário mínimo). SOLDAGENS Os trabalhos de corte e soldas representam 7% das ocorrências de incêndios em ambientes industriais. Para realizar estes trabalhos com um nível de segurança aceitável é necessário conhecer os perigos existentes, bem como as precauções que devem ser tomadas para evitar acidentes: nestas operações estão sempre presentes dois dos elementos essenciais do fogo: fonte(s) de ignição e o oxigênio do ar, sendo o último responsável pela manutenção do processo de combustão o terceiro elemento é o material combustível. Deve-se tomar as seguintes precauções antes do trabalho: Avaliar se existem materiais combustíveis na área. Verificar se o trabalho pode ser realizado em um lugar mais seguro. Dispor de um biombo para isolar área de soldagem com material incombustível ou mau condutor de calor Livrar área de materiais combustíveis procedendo da seguinte maneira: a) Manter os produtos sólidos a pelo menos 12 m de distância do ponto de trabalho; b) Avaliar a separação dos materiais combustíveis com relação às condições de execução do trabalho; c) Manter os recipientes de líquidos e gases inflamáveis (cheios ou vazios), a pelo menos 12 m de distância do ponto de trabalho; d) Esvaziar e inertizar os reservatórios e tubulações de líquidos e gases inflamáveis; e) Se necessário, empregar analisadores de gases para comprovar a inexistência de vapores ou gases inflamáveis; f) Eliminar resíduos tais como: óleos; graxas; resíduos de tinta; pó; trapos e estopas impregnadas de graxa; papel; lixo e similares, sobre o piso, estrutura e nas proximidades. Proteger os materiais combustíveis que não puderem ser retirados:
47 45 a) Cobrindo os materiais e os elementos construtivos com lonas ou outras proteções incombustíveis e maus condutoras de calor; b) Certificando-se de que as fagulhas de solda não irão ultrapassar as proteções e atingir os materiais; Cobrir com materiais incombustíveis e maus condutores de calor todas as aberturas, frestas e buracos existentes no chão, paredes ou teto, num raio de 12 m. Evitar a condução do calor através de tubulações e outros elementos metálicos onde será executado o trabalho: a) Afastando os materiais combustíveis dos materiais que podem conduzir calor; b) Procedendo o resfriamento das superfícies que podem conduzir calor. Evitar que possíveis chamas secundárias provoque a ignição de materiais combustíveis e propaguem o fogo através de passagens estreitas. Antes de utilizar o equipamento de trabalho, comprovar suas condições de manutenção e funcionamento. Manter no local meios adequados para extinção de incêndios (mínimo um extintor de pó ABC e uma linha de mangueiras com água até o esguicho). Deve-se tomar as seguintes precauções durante o trabalho: Um operário deve permanecer de prontidão no local e deve estar treinado para intervir utilizando os meios de extinção disponíveis. O maçarico ou eletrodo deve ser posicionado de forma que as fagulhas tenham o menor alcance possível. Não executar trabalhos de solda e similares nas proximidades de cilindros de gás. O operário de prontidão deve ficar atento ao seguinte: a) A projeção das fagulhas e seu efeito; b) A transmissão de calor por elementos metálicos; c) O alcance da chama. d) Necessidade de resfriar as superfícies e elementos metálicos afetados, capazes de transmitir calor por condução. Depositar as pontas de eletrodos em recipientes com água ou areia. Deve-se tomar as seguintes precauções após do trabalho: Resfriar todos os elementos que sofreram aquecimento (ou acompanhar seu esfriamento até atingir a temperatura ambiente). Realizar inspeção minuciosa nos seguintes pontos: a) Local onde foi realizado o trabalho. b) Áreas adjacentes. c) Os pontos atingidos pela projeção de fagulhas incandescentes.
48 46 d) Todos os locais onde existe a possibilidade do calor ter sido transmitido. Manter inspeção contínua durante pelo menos uma hora após a conclusão do trabalho (inúmeros incêndios ficaram em estado latente e só foram percebidos horas depois de finalizadas as operações). Inspeções intermitentes devem ser rigorosamente realizadas até o dia seguinte. Recomenda-se que o soldador e se for o caso seu ajudante utilize os seguintes EPIs: Máscara para solda elétrica; Avental de raspa de couro; Luvas de raspa de couro; Perneira de raspa de couro; Calçado de segurança com biqueira de aço ou de resina; Blusão de raspa de couro para soldas sobre a cabeça; Capuz de brim; A roupa deve estar livre de óleo e graxa. Observações: Cada EPI deve ter o respectivo CA (Certificado de Aprovação) fornecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O local de trabalho deve ter ventilação adequada, para proteger o operador contra a inalação de gases e fumos metálicos nocivos à saúde. Em alguns casos a ventilação natural é suficiente. Muitas operações exigem sistema de ventilação forçado, cabines ou coifas purificadoras de ar ou ainda máscaras de ar. RUÍDO Segundo a Norma Regulamentadora n.º 6, Equipamento de Proteção Individual, os protetores auditivos somente deverão ser fornecidos para os empregados, quando forem esgotadas todas as alternativas para manter o nível de ruído no ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância estabelecidos. O ruído, quando superior ao limite de tolerância atua no sistema nervoso provocando irritabilidade, nervosismo, vertigens e outros, além de acelerar o ritmo cardíaco; sendo intenso e súbito, acelera o pulso, eleva a pressão arterial, contrai os músculos do estômago, entre outras alterações e, conseqüentemente, sobre o organismo em geral, o ruído contribui para aumentar a incidência de distúrbios gastrointestinais e os relacionados com o sistema nervoso central e o aparelho cardiovascular. O efeito mais comum, no entanto, é a perda da audição. No item da Norma Regulamentadora nº 9 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais estabelece que nos locais onde os níveis de ruído ultrapassem a 50% da dose diária permitida. Ou seja, 80 db(a) para 8 horas de exposição, é atingido o nível de ação. Nos locais onde o nível de ação é atingido, a empresa deve realizar medidas de proteção e monitoramento, visando prescrever a saúde dos funcionários.
49 47 As atividades com exposição ao ruído serão consideradas insalubres em grau médio (20% do salário mínimo) somente quando o limite de tolerância de 85 db(a) para 8:00 horas de exposição for ultrapassada. ILUMINAÇÃO A boa iluminação dos locais de trabalho proporciona vantagens, tais como: aumento de produção, melhor acabamento do trabalho, diminuição do desperdício de material, redução do número de acidentes, diminuição da fadiga ocular geral, maior rendimento dos indivíduos idosos ou portadores de defeitos visuais e melhor supervisão dos trabalhos. Para que os níveis de iluminância atendam aos limites estabelecidos pela NBR 5413, NR 17 sugerem-se: > Aumentar o número e/ou potência das lâmpadas; > Efetuar manutenções periódicas das instalações, incluindo-se a substituição de lâmpadas queimadas, limpeza das lâmpadas, luminárias, janelas e telhas translúcidas; > Aproximar as lâmpadas dos campos de trabalho; > Pintar tetos e paredes com cores claras; > Que o aclaramento seja uniforme, evitando que uma parte iluminada seja quatro vezes mais clara que outra menos iluminada; > Posicionar as luminárias adequadamente sobre as máquinas ou postos de trabalho. AGENTES QUÍMICOS São considerados agentes químicos as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão. ÓLEOS MINERAIS E GRAXA As atividades que utilizam óleos minerais e graxas contendo hidrocarbonetos aromáticos e outros compostos de carbono serão considerados insalubres em grau máximo (40% do salário mínimo). Para proteger o empregado adequadamente nas atividades que permitam contato direto com óleos, graxas e solventes em geral contendo hidrocarbonetos aromáticos, é necessário que o mesmo utilize luvas impermeáveis ou creme de proteção para as mãos, não permitindo que o agente entre em contato com a pele exposta. Os empregados que realizam as atividades de manutenção industrial mantêm contato com óleos minerais e graxas. A legislação vigente não estabelece tempo mínimo de exposição ou frequência para caracterizar como insalubre, o trabalho no qual ocorre o contato com graxas e óleos minerais, pois
50 48 a determinação da insalubridade atende critérios qualitativos e não quantitativos. Esta exposição decorre do efeito cumulativo do agente cancerígeno que se manifesta clinicamente, após atingir dose limite, variável de pessoa para pessoa. POEIRAS MINERAIS Poeira mineral contendo sílica livre é um agente causador de uma doença denominada silicose. A silicose é incurável e irreversível, endurecendo os pulmões até tomá-los totalmente, levando à morte a pessoa atingida. A prevenção é possível com a utilização de EPI e a modificação das condições de trabalho que provocam a doença. As atividades com exposição à concentração de poeira superior ao limite de tolerância serão consideradas insalubres em grau máximo (40% do salário mínimo). A.C.G.I.H. (American Conference Governmental Industrial Hygienist) dá a seguinte definição para poeiras incômodas: "Poeiras incômodas são aquelas que, quando inaladas, não causam danos ao sistema respiratório, não formam tecidos fibrosos (nodulações e depósitos sobre os tecidos que recobrem as vias respiratórias, tornando-os rígidos e sem elasticidade), causando nestes tecidos apenas reações reversíveis, não provocando doenças orgânicas (substâncias que passam através dos pulmões ao sangue, afetando outros órgãos do corpo humano) e não produzindo efeitos tóxicos por serem facilmente excretados pelo organismo, sem deixar resíduos". Nos locais de trabalho onde a poeira é excessiva, se deve instalar sistema de exaustão para não permitir que a mesma se espalhe pelo ambiente industrial e fornecer máscara de proteção respiratória contra poeiras incômodas.
51 EQUIPAMENTOS UTILIZADOS E MÉTODO DE AVALIAÇÃO RUIDO Medidor de nível de pressão sonora marca Minipa modelo MSL -1350, operando com circuito de compensação (A) e resposta lenta (SLOW), na altura do aparelho auditivo do trabalhador e nas várias estações de trabalho, voltado para a fonte de maior ruído, para medições de níveis de ruído contínuo ou intermitente. Audiodosímetro marca Instruterm modelo DOS 500, operando com circuito de compensação (A) e resposta lenta (SLOW), na altura do aparelho auditivo do trabalhador. OU Calibrador de nível de pressão sonora marca Instruterm, modelo CAL-910, operando na frequência de 1000 Hz e nível de calibração em 94 db(a). ILUMINAMENTO estações de trabalho. Analisador multi-funções, marca Instrutherm modelo THDL-400, a 1,50m do piso nas várias estações de trabalho. UMIDADE RELATIVA DO AR E TEMPERATURA EFETIVA Analisador multi-funções, marca Instrutherm modelo THDL-400, a 1,50m do piso nas várias TEMPERATURA AMBIENTE Analisador multi-funções, marca Instrutherm modelo THDL-400, a 1,50m do piso em 06 locais distribuídos dentro do ambiente de trabalho.
52 MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS PELA EMPRESA 11.1 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA A empresa possui os seguintes Equipamentos de Proteção Coletiva EPCs: EPC Localização Eficácia 2 extintores PQS tipo BC 4 Kg Coluna junto à extrusoras 1 extintor PQS tipo BC 8 Kg Setor qualidade 1 extintor PQS tipo BC 4 Kg Porta do moinho 1 extintor PQS tipo BC 4 Kg Parede montagem residencial 1 extintor PQS tipo BC 8 Kg Expedição 1 extintores de água pressurizada de 10 litros 1 extintor PQS tipo BC 6 Kg Corredor refeitório 3 extintores de água pressurizada de 10 litros Coluna almoxarifado, 1 inferior e 2 superior 1 extintores de água pressurizada Coluna preparação de 10 litros 1 extintor PQS tipo BC 8 Kg 1 extintores de água pressurizada de 10 litros Saída refeitório
53 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A empresa fornece e coloca a disposição dos funcionários os seguintes EPIs: EPI Marca Certificado de Aprovação nº Óculos de proteção Kalipso equipamentos individuais de proteção ltda Protetor facial Plastcor do Brasil ltda Avental de raspa Eugenia H Koch ME Perneira de raspas de couro Eugenia H Koch ME Luvas para proteção contra agentes térmicos Eugenia H Koch ME e mecânicos Cargo/Função Encarregado de montagem Operador de inspeção de qualidade Montador Montador 1 Montador 2 Supervisor de ferramentaria Supervisor de produção Matrizeiro Auxiliar de serralheiro Serviços gerais Auxiliar de fábrica Auxiliar de fábrica 1 Auxiliar de fábrica 2 Auxiliar de fábrica 3 Pedreiro Matrizeiro Auxiliar de serralheiro Matrizeiro Auxiliar de serralheiro
54 52 EPI Marca Certificado de Aprovação nº Cargo/Função Luvas yeling ltda Eugenia Inês hamerski 9455 Matrizeiro koch me Auxiliar de serralheiro Fiodell c.l. confecções Auxiliar de fábrica Luva para proteção ltda 5587 Auxiliar de fábrica 1 contra agentes abrasivos Vilson blume me Auxiliar de fábrica 2 e escoriantes Kalipso equipamentos Supervisor de produção individuais de proteção Supervisor de ltda ferramentaria Promat indústria e comercio ltda Luvas de látex Promat indústria e comercio ltda 9634 Serviços gerais Luvas nitrílicas Promat Ind. e Com. Ltda Matrizeiro Auxiliar de serralheiro Auxiliar de fábrica Auxiliar de fábrica 1 Auxiliar de fábrica 2 Auxiliar de fábrica 3 Supervisor de produção Supervisor de ferramentaria Auxiliar de fábrica Auxiliar de fábrica 1 Creme proteção para Henlau química ltda e p Auxiliar de fábrica mãos p Auxiliar de fábrica 3 Supervisor de Ferramentaria Matrizeiro Sbpr sistema brasileiro Respirador Semifacial Auxiliar de serralheiro de proteção respiratória PFF2 Auxiliar de fábrica 3 ltda.
55 53 EPI Marca Certificado de Aprovação nº Cargo/Função Motorista Encarregado de montagem Operador de inspeção de qualidade Montador Montador 1 Montador 2 Supervisor de ferramentaria Matrizeiro Calçado de segurança Mercure equipamentos de proteção individual ltda Auxiliar de serralheiro Encarregado de manutenção elétrica Serviços gerais Engenheiro mecânico Supervisor de produção Supervisor de equipe de gás Auxiliar de fábrica Auxiliar de fábrica 1 Auxiliar de fábrica 2 Auxiliar de fábrica 3 Pedreiro
56 54 EPI Marca Certificado de Aprovação nº Cargo/Função Supervisor administrativo Auxiliar administrativo Engenheiro de produção Assistente de almoxarifado Auxiliar de almoxarifado Encarregado de montagem Operador de inspeção de qualidade Montador Montador 1 Montador 2 Supervisor de Protetor auricular tipo plugue Vilmar cacchero plasticos me ferramentaria Matrizeiro Auxiliar de serralheiro Encarregado de manutenção elétrica Serviços gerais Engenheiro mecânico Supervisor de produção Supervisor de equipe de gás Auxiliar de fábrica Auxiliar de fábrica 1 Auxiliar de fábrica 2 Auxiliar de fábrica 3 Pedreiro
57 ASSINATURA RESPONSÁVEL TÉCNICO Cabe salientar o que trata o Art. 68 do Decreto 3.048, no parágrafo 4º que: A empresa que não mantiver laudo atualizado com referência aos agentes nocivos existentes na ambiente de trabalho de seus trabalhadores ou que emitir documento de comprovação de efetiva exposição em desacordo com o respectivo laudo estará sujeito à penalidade prevista no art.283. Este profissional e signatário do presente laudo declara ser responsável técnico da Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho, contratada pela Joape Indústria de Equipamentos Ambientais Ltda para elaboração deste laudo. Porto Alegre, maio de 2012.
58 ANEXOS FISPQS (CÓPIAS, SITES E S) FICHA DE CÃS DOS EPIs EXISTENTES NA EMPRESA (SITE MTE)
59 (51) (48)
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