ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE FORTALEZA
|
|
|
- Cássio de Figueiredo Vilanova
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE FORTALEZA O M O M E N T O D O M E R C A D O D A I L U M I N A Ç Ã O P Ú B L I C A ALFREDO SEREJO COORDENADOR DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA SECRETARIA DE CONSERVAÇÃO E SERVIÇOS PÚBLICOS
2 O S E R V I Ç O D E I L U M I N A Ç Ã O P Ú B L I C A
3 ILUMINAÇÃO PÚBLICA DEFINIÇÃO: A ILUMINAÇÃO PÚBLICA É DEFINIDA COMO UMA CLASSE DE CONSUMO CARACTERIZADA PELO FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA PARA ILUMINAÇÃO DE RUAS, PRAÇAS, AVENIDAS, TÚNEIS, PASSAGENS SUBTERRÂNEAS, JARDINS, VIAS, ESTRADAS, PASSARELAS, ABRIGOS DE USUÁRIOS DE TRANSPORTES COLETIVOS E OUTROS LOGRADOUROS DE DOMÍNIO PÚBLICO, DE USO COMUM E LIVRE ACESSO, DE RESPONSABILIDADE DE PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PÚBLICO OU POR ESTA DELEGADA, MEDIANTE CONCESSÃO OU AUTORIZAÇÃO.
4 ILUMINAÇÃO PÚBLICA PLANEJAMENTO DO PARQUE DE IP COEIP COORDENAÇÃO DO PARQUE DE IP GESTÃO DOS CONTRATOS
5 ILUMINAÇÃO PÚBLICA PLANEJAMENTO DO PARQUE DE IP COEIP COORDENAÇÃO DO PARQUE DE IP CRESCIMENTO DE REDE GESTÃO DOS CONTRATOS FORNECIMENTO DE ENERGIA CONCESSIONÁRIA ARRECADAÇÃO DA CIP
6 ILUMINAÇÃO PÚBLICA PLANEJAMENTO DO PARQUE DE IP COEIP COORDENAÇÃO DO PARQUE DE IP CRESCIMENTO DE REDE GESTÃO DOS CONTRATOS MELHORIA CONCESSIONÁRIA EMPRESA CONTRATADA AMPLIAÇÃO ARRECADAÇÃO DA CIP MANUTENÇÃO
7 E V O L U Ç Ã O D O PA R Q U E D E IP A N Á L I S E D E À
8 EVOLUÇÃO DO PARQUE DE IP
9 EVOLUÇÃO DO PARQUE DE IP CADASTRO PONTOS LED SÓDIO VAPOR METÁLICO ,36% 53,38% 46,02%
10 EVOLUÇÃO DO PARQUE DE IP
11 EVOLUÇÃO DO PARQUE DE IP CADASTRO PONTOS LED SÓDIO VAPOR METÁLICO ,81% 36,25% 61,71%
12 EVOLUÇÃO DO PARQUE DE IP
13 EVOLUÇÃO DO PARQUE DE IP CADASTRO PONTOS LED SÓDIO VAPOR METÁLICO ,66% 22,89% 74,29%
14 EVOLUÇÃO DO PARQUE DE IP Hoje: Ago/ Pontos Amarela Branca ,89 % 77,11% NÚMERO DE LED'S INSTALADAS [VALOR] [VALOR] Meta: Dez/ Pontos Amarela Branca [VALOR] [VALOR] 22,0 % 80,0% Meta: Dez/ Pontos Amarela Branca % 100,0%
15 S I T U A Ç Ã O AT U A L E N O VA S M E TA S
16 SITUAÇÃO ATUAL CONSUMO DO PARQUE DE IP (1) kwh/mês QUAL A NOVA META? QUAIS OS PROJETOS INOVADORES? QUAIS OS PLANOS PARA O FUTURO? (1)CONSUMO DO PARQUE DE IP: CONSUMO MÉDIO REFERENTE AO ANO DE 2017 DE JANEIRO À AGOSTO
17 SITUAÇÃO ATUAL CONSUMO DO PARQUE DE IP (1) kwh/mês QUAL A NOVA META? REDUÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA (1)CONSUMO DO PARQUE DE IP: CONSUMO MÉDIO REFERENTE AO ANO DE 2017 DE JANEIRO À AGOSTO
18 SITUAÇÃO ATUAL (1) CONSUMO DO PARQUE DE IP kwh/mês QUAIS OS PROJETOS INOVADORES? LED E TELEGESTÃO (1)CONSUMO DO PARQUE DE IP: CONSUMO MÉDIO REFERENTE AO ANO DE 2017 DE JANEIRO À AGOSTO (2)CONSUMO DOS PRÉDIOS PÚBICOS: CONSUMO MÉDIO REFERENTE AO ANO DE 2017 DE JANEIRO À AGOSTO
19 SITUAÇÃO ATUAL CONSUMO DO PARQUE DE IP (1) kwh/mês QUAIS OS PLANOS PARA O FUTURO? PLANO DE ENERGIA FORTALEZA 2040 (1)CONSUMO DO PARQUE DE IP: CONSUMO MÉDIO REFERENTE AO ANO DE 2017 DE JANEIRO À AGOSTO
20 PROJETOS INOVADORES TROCA DE LUMINÁRIAS CONVENCIONAIS POR LED TELEGESTÃO: 317 PONTOS OBRA DA AVENIDA MIGUEL DIAS: kwh kwh 61,2% DE ECONOMIA OBRA DO ATERRO DA PRAIA DE IRACEMA: ESPIGÃO JOÃO CORDEIRO: 55 PONTOS ESPIGÃO RUI BARBOSA: 42 PONTOS ATERRO DE IRACEMA: 180 PONTOS kwh kwh 45,4% DE ECONOMIA MERCADO DOS PEIXES: 40 PONTOS
21 PROJETOS INOVADORES ESPIGÃO DA PRAIA DE IRACEMA
22 PROJETOS INOVADORES ATERRO DA PRAIA DE IRACEMA
23 PROJETOS INOVADORES BEIRA MAR
24 FORTALEZA 2040 Meta: Fortaleza como um Município referência em geração de energia! QUAIS OS PLANOS DA ILUMINAÇÃO PÚBLICA?
25 FORTALEZA 2040 Meta: Fortaleza como um Município referência em geração de energia! PROJETOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM IP E EM PRÉDIOS PÚBLICOS UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS FOTOVOLTAICOS EM IP EM PRÉDIOS PÚBLICOS
26 FORTALEZA ESTUDA POSSIBILIDADE DE PPP PARA IP De acordo com o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, possibilidade está em fase de estudos. Lei 9783/2011 Dispõe sobre o Programa Municipal de Parceria Público-Privada no Município de Fortaleza e dá outras providências Decreto /2014 Regulamenta a realização de parceria com a iniciativa privada e a sociedade civil organizada para manutenção de espaços públicos no Município de Fortaleza. Publicado no Diário do Nordeste em 21/10/2017. Em evento do Lide Ceará, Roberto Cláudio disse que a PPP permitiria investir em expansão da rede e da tecnologia da iluminação pública. Decreto /2013 Institui o procedimento de manifestação de interesse em projetos de parcerias público-privadas, nas modalidades patrocinada e administrativa.
27 PREFEITURA QUER PPP PARA ILUMINAÇÃO PÚBLICA Objetivo: Investimento em expansão da rede e da tecnologia na Iluminação Pública Parque de IP mais eficiente Novas Tecnologias
28 PREFEITURA DE FORTALEZA X PPPS Quais as vantagens para o Município de Fortaleza fazer uma PPP para IP?
29 OBRIGADO!
Modelos de negócios para modernização da iluminação pública nas Cidades do Brasil. Christophe de Gouvello Megan Meyer Luiz Maurer Javier Freire
Modelos de negócios para modernização da iluminação pública nas Cidades do Brasil Christophe de Gouvello Megan Meyer Luiz Maurer Javier Freire Sumário CONTEXTO MAPEAMENTO DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS DO
Contratação de Serviços Públicos
Contratação de Serviços Públicos MODELOS DE CONTRATAÇÃO I. MODELO CONVENCIONAL DE CONTRATO DE EMPREITADA (LEI 8.666/93) II. MODELO DE CONCESSÃO PÚBLICA (Tradiconal) (LEI 8.987/95) III. MODELO DE PPP (Concessão
Programa de Eficiência Energética PEE Ciclo 2002 / 2003
Tipo: Iluminação Pública. Nome: Eficientização Energética em Sistema de Iluminação Pública. Reduzir o desperdício de energia elétrica, por meio da aplicação de equipamentos de iluminação mais eficientes,
PPPs PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS. DARCI FERNANDES PIMENTEL Advogada, Especialista em Direito Público
PPPs PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS DARCI FERNANDES PIMENTEL Advogada, Especialista em Direito Público 1 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS, DIRETA E INDIRETA: CONCESSÕES E PERMISSÕES 1.1 FUNDAMENTO CONSTITUCIONAL:
Programa Paulista de Concessões. Dr. Rodrigo José Oliveira Pinto de Campos Diretor de Assuntos Institucionais da ARTESP
Programa Paulista de Concessões Dr. Rodrigo José Oliveira Pinto de Campos Diretor de Assuntos Institucionais da ARTESP Foz do Iguaçu, 13 de Maio de 2016 Sobre a ARTESP Criada pela Lei Complementar nº 914,
PPPs e Concessões na Prefeitura de SP
PPPs e Concessões na Prefeitura de SP Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) LEI Nº 8.987/95 - Art. 21. Realização de estudos pelo parceiro privado: sem caráter de exclusividade não gera direito
Otimize suas operações com Soluções Inteligentes em Eficiência Energética. São Paulo, 28 de outubro de 2016
Otimize suas operações com Soluções Inteligentes em Eficiência Energética São Paulo, 28 de outubro de 2016 Combinamos os recursos de nossa organização global com as oportunidades de um mundo novo, aberto
Jornal Oficial do Município - Sousa, Edição Nº.71, em 16 a 30 de Dezembro de 2015.
LICITAÇÕES Extrato de 2º Aditivo Processo: Concorrência 0003/2015 Contratante: Prefeitura Municipal de Sousa/PB Contratada: R & R CONSTRUÇOES LTDA ME - CNPJ 05.052.764/0001-44 Data da Assinatura: 18/12/2015
Avanços Tecnológicos e Experiências de Sucesso em Iluminação
Avanços Tecnológicos e Experiências de Sucesso em Iluminação Abilux Associação Brasileira da Indusria de Iluminação Fórum ANEEL, Brasília 28 de Maio de 2015 Avanços Tecnológicos e Experiências de Sucesso
M a n h ã... p r e s e n t e! L u g a r... p r e s e n t e! Q u e m... p r e s e n t e! N e n h u m... p r e s e n t e! C u í c a... p r e s e n t e!
C a r o l i n a M a n h ã......................................................................... p r e s e n t e! L u g a r.......................................................................... p
U N I V E R S I D A D E C A N D I D O M E N D E S P Ó S G R A D U A Ç Ã O L A T O S E N S U I N S T I T U T O A V E Z D O M E S T R E
U N I V E R S I D A D E C A N D I D O M E N D E S P Ó S G R A D U A Ç Ã O L A T O S E N S U I N S T I T U T O A V E Z D O M E S T R E E S T U D O D O S P R O B L E M A S D A E C O N O M I A B R A S I L
GABINETE VEREADOR ALIPIO RODRIGUES EXIMO. SENHOR PRESIDENTE DA CAIVIARA MUNICIPAL DE FORTALEZA:
PROJETO DE INDICAÇÃO N. n v Dispõe sobre o uso obrigatório de placas solares nos prédios da administração pública direta e indireta, como produção de energia alternativa renovável. EXIMO. SENHOR PRESIDENTE
A P R E S E N T A Ç Ã O MARÇO 09
A P R E S E N T A Ç Ã O MARÇO 09 Sumário : 1 Entidade Reguladora do Sector Eléctrico em Angola 2 Missão do IRSE 3 Reflexos da Entidade Reguladora no Sector 4 Desafios do Regulador 5 Indicadores 6 Legislação
PREFEITURA DA CIDADE DE GOIÂNIA ESTADO DE GOIÁS
LEI N 9 5.450, DE 02 DE MARÇO DE 1979. "Autoriza a abertura de cré ditos adicionais, de natureza especial, e dá outras providencias." SANCIONO A SEGUINTE LEI: A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA DECRETA E EU
JOSÉ CARLOS DE MIRANDA FARIAS Empresa de Pesquisa Energética EXPANSÃO DA OFERTA DE ENERGIA PLANEJAMENTO E LEILÕES
JOSÉ CARLOS DE MIRANDA FARIAS Empresa de Pesquisa Energética EXPANSÃO DA OFERTA DE ENERGIA PLANEJAMENTO E LEILÕES POR QUE PLANEJAR? Há necessidade de prever as possibilidades do amanhã para esboçar, com
Lâmpadas LED e Lâmpadas Fluorescentes Compactas Um estudo de viabilidade econômica
Lâmpadas LED e Lâmpadas Fluorescentes Compactas Um estudo de viabilidade econômica Júlia Corrêa Reis, Teófilo Miguel de Souza - Campus de Guaratinguetá - Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá - Engenharia
Localização Estratégica
Porto Maravilha Localização Estratégica Aeroporto Internacional Tom Jobim 11 km Aeroporto Santos Dumont Oceano Atlântico 2 km Maracanã 5 km Pão de Açúcar Corcovado 7 km 6 km Copacabana 8 km Perímetro Porto
Iluminação Pública (Case: Prefeitura de Fortaleza)
Secretaria Municipal de Conservação de Serviços Públicos Catedral Metropolitana Iluminação Pública (Case: Prefeitura de Fortaleza) Secretaria Municipal de Conservação de Serviços Públicos Alfredo Serejo
FENERGIA
FENERGIA 2016 28.11.2016 Eficiência Energética: Cenários e Oportunidades CENÁRIO DE ENERGIA - MUNDO Mudança na demanda de Energia: atual - 2035 Insights» 21 % do consumo mundial atual = China» Crescimento
Projeto Paraná Smart Grid. Integração com Cidades Inteligentes. Julio Shigeaki Omori
Projeto Paraná Smart Grid Integração com Cidades Inteligentes Julio Shigeaki Omori Agenda 1) Aspectos Introdutórios de Redes Inteligentes (Smart Grid) 2) Convergência Entre Redes e Cidades Inteligentes
Substituição (retrofit( retrofit) de lâmpadas conven- cionais por lâmpadas com tecnologia LED
Substituição (retrofit( retrofit) de lâmpadas conven- cionais por lâmpadas com tecnologia Sumário A Vectory Carteira de clientes; Levantamento do parque instalado de lâmpadas convencionais; Desenvolvimento
Fabio Villas Bôas. Jardim das Perdizes, São Paulo
Fabio Villas Bôas Jardim das Perdizes, São Paulo O que é um bairro sustentável? Sustentabilidade a partir dos bairros Conceito: escala ideal para acelerar a implantação Portland: algumas iniciativas Anos
Iluminação. Como a tecnologia LED influenciará na iluminação que conhecemos
Iluminação Como a tecnologia LED influenciará na iluminação que conhecemos Trajetória do LED Componente (Chip) Apresentação KIAN Soluções completas para Iluminação Desde 2009 Avanços Tecnológicos do LED
PRODETUR AÇÕES PREVISTAS PARA IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA
PRODETUR AÇÕES PREVISTAS PARA IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA Secretária de Estado de Desenvolvimento do Turismo TETÉ BEZERRA O PRODETUR NACIONAL O PRODETUR Nacional tem o objetivo de fortalecer a Política Nacional
ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA
ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE ENERGIA E AMBIENTE LABORATÓRIO DE SISTEMAS FOTOVOLTAICOS Roberto Zilles INSTITUTO NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ENERGIAS RENOVÁVEIS
LEI Nº. - 7 9 4 - DATA: 03 de Dezembro de 1.997
LEI Nº. - 7 9 4 - DATA: 03 de Dezembro de 1.997 SÚMULA: Dispõe sobre as Diretrizes Gerais para a elaboração do Orçamento do Município relativo ao exercício financeiro de 1.998. O PREFEITO MUNICIPAL DE
SEDE DA PETROBRAS EM SANTOS. 20 de outubro de 2011 SEDE DE SANTOS. Organograma
SEDE DA PETROBRAS EM SANTOS 2º SEMINÁRIO BIM SINDUSCON / SP 20 de outubro de 2011 SEDE DE SANTOS Organograma Visão SEDE Geral do Projeto DE SANTOS Perspectiva principal Visão Geral do Projeto 2011 2007
OSRAM DULUX D/E. Ficha técnica da família de produto. Fluorescentes compactas de dois tubos, base com 4 pinos para a operação com reator eletrônico
OSRAM DULUX D/E Fluorescentes compactas de dois tubos, base com 4 pinos para a operação com reator eletrônico _ Escritórios, prédios públicos _ Hotéis, restaurantes _ Extremamente econômica _ Boa qualidade
Plano Nacional de Turismo
Plano Nacional de Turismo 2011-2015 Conceito Conjunto de diretrizes, metas e programas que orientam a atuação do Ministério do Turismo, em parceria com outros setores da gestão pública nas três esferas
Iluminação Pública e Sistema de Gestão de Energia
Iluminação Pública e Sistema de Gestão de Energia 14 Março 2006 Auditório da Câmara Municipal de Mirandela Vítor Lopes EDV ENERGIA Agência de Energia do Entre o Douro e Vouga Região constituída por 5 municípios:
BELO HORIZONTE É PIONEIRA EM GERAÇÃO DE ENERGIA SOLAR E FOTOVOLTAICA
BELO HORIZONTE É PIONEIRA EM GERAÇÃO DE ENERGIA SOLAR E FOTOVOLTAICA Enviado por ETC COMUNICAÇÃO 14Mai2015 PQN O Portal da Comunicação ETC COMUNICAÇÃO 14/05/2015 Belo Horizonte tem sido protagonista no
Energia solar Sistemas Fotovoltaicos. 5 Seminário de Educação Ambiental da Escola de Design da UEMG Cidade Sustentável Novembro
Energia solar Sistemas Fotovoltaicos 5 Seminário de Educação Ambiental da Escola de Design da UEMG Cidade Sustentável Novembro - 2009 Sede da Kyocera Kyocera Corporate Headquarters 214 kwp sistema de Conecção
CATÁLOGO DE LÂMPADAS. TECNOLAMP DO BRASIL - LÂMPADAS E ACESSORIOS Av. Tiradentes, Luz São Paulo, SP
CATÁLOGO DE LÂMPADAS 2015 1 Índice Sobre a Empresa PAG. 3 Lampâdas de Vapor de Sódio 6 Lampâdas de Vapor Metálico 10 Lampâdas de Vapor de Mercúrio e Mistas 13 Lâmpadas de LED/Especiais 15 2 Sobre a Empresa
Iluminação Natural Solução Definitiva! ENERGIA SOLAR - Luminárias
Iluminação Natural Solução Definitiva! Imagens Ilustrativas ENERGIA SOLAR - Luminárias Somos especialistas na linha profissional de luminárias públicas auto alimentadas pela força solar. É o sistema de
Encontro de negócios da construção pesada. Apresentação: Organização:
Encontro de negócios da construção pesada Apresentação: Organização: Objetivo Apresentar novas tecnologias que possam auxiliar as empresas da construção pesada na busca de redução nas despesas operacionais
ESTADO DO MARANHÃO PLANO DE GOVERNO DO SR. RAIMUNDO TELES PONTES DO MUNICÍPIO DE GOVERNADOR LUIZ ROCHA PARA A LEGISLATURA DE 2013.
ESTADO DO MARANHÃO PLANO DE GOVERNO DO SR. RAIMUNDO TELES PONTES DO MUNICÍPIO DE GOVERNADOR LUIZ ROCHA PARA A LEGISLATURA DE 2013. 1 - PODER LEGISLATIVO 1.1 - CÂMARA MUNICIPAL 1.1.1 - Manutenção e funcionamento
POTENCIAL DE PPPs NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
POTENCIAL DE PPPs NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RILEY RODRIGUES Conselho Empresarial de Infraestrutura Sistema FIRJAN Principais desafios Os programas precisam ser estruturados, dentro de seus setores, como
SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, MINERAÇÃO E ENERGIA - SEDEME. Energia Elétrica Impacto do ICMS- Visão da SEDEME
SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, MINERAÇÃO E ENERGIA - SEDEME Energia Elétrica Impacto do ICMS- Visão da SEDEME Contexto Geral do Sistema Elétrico Brasileiro O Sistema Elétrico apresenta
LUMINÁRIAS URBANAS E RODOVIÁRIAS
As luminárias para uso em postes de rodovias, vias urbanas e túneis Oben Power, da série LRO, alimentados pela rede elétrica normal, são uma alternativa ecológica e econômica para iluminação pública. Proporcionam
PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade
PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade Aula 4 Eficiência Energética e Uso Racional de Energia slide 1 / 22 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA & USO RACIONAL DE ENERGIA DEFINIÇÕES: Uso racional da energia:
Tarifa Social de Energia Elétrica
Tarifa Social de Energia Elétrica O que é a TSEE Tarifa Social de Energia Elétrica, regulamentada pela Lei no 12.212, de 20 de janeiro de 2010 e pelo Decreto no 7.583, de 13 de outubro de 2011. Consiste
TERMO DE REFERÊNCIA PARA SELEÇÃO DE BOLSISTA. No.09/2016 BOLSA DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO
TERMO DE REFERÊNCIA PARA SELEÇÃO DE BOLSISTA No.09/2016 BOLSA DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO Área de Concentração em Desenvolvimento Científico e Tecnológico Linha de Desenvolvimento de CTI
Programa de Eficiência Energética
INTRODUÇÃO Conforme dispõe a Lei 9.991 de 24 de julho de 2000, as Empresas concessionárias ou permissionárias de energia elétrica devem aplicar o percentual de 0,5% da sua receita operacional líquida anual
Concessões e parcerias Ampliação das oportunidades de negócios. PPP de Iluminação Pública de Belo Horizonte
JCMiguez Concessões e parcerias Ampliação das oportunidades de negócios PPP de Iluminação Pública de Belo Horizonte Belo Horizonte Setembro de 2016 0 Agenda Desafios na estruturação Riscos e mecanismos
ENERGIAS RENOVÁVEIS E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
EIXO 4 ENERGIAS RENOVÁVEIS E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA VERSÃO PRELIMINAR Contexto O mundo vive atualmente o desafio de seguir com seu processo de desenvolvimento socioeconômico com recursos cada vez mais escassos.
N O T Í C I AS P L AM G E P R E F E I T U R A D I AM AN T I N A e C E M I G
PLANO MUNICIPAL DE GESTÃO ENERGÉTICA PREFEITURA MUNICIPAL DE DIAMANTINA N O T Í C I AS P L AM G E P R E F E I T U R A D I AM AN T I N A e C E M I G PLANO MUNICIPAL DE GESTÃO ENERGÉTICA Comunicamos que
Capítulo 1 Direito Administrativo e Administração Pública...1
S u m á r i o Capítulo 1 Direito Administrativo e Administração Pública...1 1.1. Introdução e Conceito de Direito Administrativo... 1 1.2. Taxinomia do Direito Administrativo... 2 1.3. Fontes do Direito
Engª Quím. Alessandra Pires
Ciclo de palestras ABES - SENGE Resíduos da Construção Civil: Responsabilidades e Alternativas Gerenciamento dos Resíduos da Construção Civil Desafios da Gestão Pública Engª Quím. Alessandra Pires Secretaria
TERESINA - PERFIL DOS BAIRROS - REGIONAL SDU LESTE BAIRRO SÃO JOÃO
TERESINA - PERFIL DOS BAIRROS - REGIONAL SDU LESTE BAIRRO SÃO JOÃO Teresina (PI), Março/2014 SÃO JOÃO 0 Março/2014 EXPEDIENTE PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA Firmino da
A3P GESTÃO AMBIENTAL NA
A3P GESTÃO AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAP O que é a A3P Uma estratégia para construção de uma nova cultura institucional inserindo critérios sócio-ambientais na administração pública Baseia-se na
Planejamento da transmissão
MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Fórum: Os Desafios da Transmissão Planejamento da transmissão Thiago Guilherme Ferreira Prado CoordenadorGeral de Planejamento de Energia Elétrica Substituto 14 de abril de
Resíduos Sólidos Desafios da Logística Reversa. Zilda M. F. Veloso 08abril2014
Resíduos Sólidos Desafios da Logística Reversa Zilda M. F. Veloso 08abril2014 I- CONSIDERAÇÕES GERAIS Objetivos POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS GERAÇÃO DE RESÍDUOS PANO DE FUNDO: Sem a PNRS, a geração
Licitação de Gasodutos de Transporte
Mesa Redonda sobre Energia no Brasil : O inicio de uma nova era energética? Licitação de Gasodutos de Transporte Melissa Cristina Mathias José Cesário Cecchi Superintendência de Comercialização e Movimentação
SOLUÇÃO DE IMPRESSÃO CORPORATIVA
SOLUÇÃO DE IMPRESSÃO CORPORATIVA OUTSOURCING DE IMPRESSÃO Luiz C. S. Carvalho [email protected] (94) 2101 5954 Definição Os serviços de reprografia atualmente caracterizam-se pela prestação de
MP 458/09. Regularização Fundiária na Amazônia Legal. Ministério do Desenvolvimento Agrário
MP 458/09 Regularização Fundiária na Amazônia Legal Ministério do Desenvolvimento Agrário Antecedentes e Contextualização Ações de regularização na região paralisadas na década de 80 Plano de Prevenção
EBI DA BOA ÁGUA EB1 N.º 2 DA QUINTA DO CONDE EB1/JI DO PINHAL DO GENERAL JI DO PINHAL DO GENERAL
L I S T A D E C A N D I D A T U R A S A O C O N C U R S O D E A S S I S T E N T E O P E R A C I O N A L P U B L I C A D O N O D I Á R I O D A R E P Ú B L I C A N º 1 5 8 D E 1 4 / 8 / 2 0 1 5 A V I S O
AUDITORIAS ENERGÉTICAS BENEFÍCIOS PARA A COMPETIVIDADE. CLÁUDIO CASIMIRO
AUDITORIAS ENERGÉTICAS BENEFÍCIOS PARA A COMPETIVIDADE CLÁUDIO CASIMIRO [email protected] A única coisa que sabemos sobre o futuro é que será diferente Peter Drucker Paradigma Actual - UE Nos
Como Superar o Desafio do Financiamento dos Projetos de Infraestrutura? Thomaz Assumpção
Como Superar o Desafio do Financiamento dos Projetos de Infraestrutura? Thomaz Assumpção A Urban Systems é uma empresa de Inteligência de Mercado e Soluções há 17 anos no mercado. Realizou mais de 700
Seminário Brasil-Alemanha de Eficiência Energética. A escassez de água no Brasil e o impacto na geração de energia
Seminário Brasil-Alemanha de Eficiência Energética no Brasil e o impacto na geração Cilene Victor 1 Professora de Jornalismo e Relações Públicas e coordenadora do Centro Interdisciplinar de Pesquisa da
Medidas de Eficiência Energética e Planos de Racionalização do Consumo de Energia
Medidas de Eficiência Energética e Planos de Racionalização do Consumo de Energia Fernando Cunha Sistemas de Energia CTCV 25 de fevereiro de 2014 1 Unidade de Sistemas de Energia SGCIE Revisão do D.L.
Valéria Salgado Gerente de Projeto Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Reforma do Estado Principais Aspectos Valéria Salgado Gerente de Projeto Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Ideal de Estado que orienta as políticas de gestão do Governo
MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101
Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Dr. Alan Sulato de Andrade [email protected] 1 HISTÓRICO: O desenvolvimento da tecnologia de cogeração
Alberto Mendes Ministério do Turismo, Indústria e Energia Cabo Verde
Alberto Mendes Ministério do Turismo, Indústria e Energia Cabo Verde Rendimento per capita de 2008 foi de US$3.130, sendo que em 1975 era de US$190 Taxa de alfabetização: 83,8% para adultos e 97% para
Projeto Paraná Smart Grid Julio Shigeaki Omori
Projeto Paraná Smart Grid Julio Shigeaki Omori www.copel.com Agenda 1) Aspectos Introdutórios de Redes Inteligentes (Smart Grid) 2) Projeto Piloto Fazenda Rio Grande 3) Projeto Paraná Smart Grid Conceito
BIOGÁS de ETE PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA. CASE da ETE RIBEIRÃO PRETO
BIOGÁS de ETE PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA CASE da ETE RIBEIRÃO PRETO Atuação do Grupo no Brasil Ribeirão Preto 1995 População Atendida 680.000 Mogi Mirim 2008 População Atendida: 130.000 Tratamento
ESTUDO DE CASO - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NO PRÉDIO DA ETUFOR
! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& ESTUDO DE CASO - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NO PRÉDIO
O Programa Luz para Todos e a Universalização do Atendimento de Energia Elétrica no Nordeste
O Programa Luz para Todos e a Universalização do Atendimento de Energia Elétrica no Nordeste Cláudio Pitta [email protected] Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica
