Aula 9: Genética de Populações
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- Maria dos Santos Borba Carvalho
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1 LGN215 - Genética Geral Aula 9: Genética de Populações Prof. Dr. Antonio Augusto Franco Garcia Monitora: Maria Marta Pastina Piracicaba - SP
2 Genética de populações Genética de populações: fornece informações importantes para o melhoramento de plantas e animais e, também, para o melhor entendimento de como se processa a evolução A genética de populações estuda os mecanismos da hereditariedade em nível populacional, levando em conta uma amostra aleatória de indivíduos de uma população População: conjunto de indivíduos da mesma espécie, que ocupa o mesmo local, apresenta uma continuidade no tempo e cujos indivíduos possuem a capacidade de se acasalarem ao acaso e, portanto, de trocar alelos entre si Cada população tem um reservatório gênico que lhe é particular e que a caracteriza (transmitido ao longo das gerações)
3 Genética de populações Exemplo de população: Variedades de plantas alógamas, como a cebola ou o milho, que apresentam polinização aberta, ao acaso (grupos de indivíduos, plantas, cultivados no mesmo local e que, devido a sua forma de polinização, permitem que os cruzamentos ocorram inteiramente ao acaso = panmixia) Milho Cebola
4 Genética de populações As propriedades genéticas das populações são determinadas a partir do conhecimento de suas freqüências alélicas e genotípicas Freqüências alélicas: proporções dos diferentes alelos de um determinado loco na população Freqüências genotípicas: proporções dos diferentes genótipos para o loco considerado Exemplo: População AA aa Aa AA Qual a freqüência de indivíduos com o genótipo aa na população? aa Aa AA Aa f(aa) = 2/8 = 0,25 Qual a freqüência do alelo a na população? f(a) = 7/16 = 0,4375
5 Estrutura Genética de Populações População a1a1 a2a2 a2a3 Freqüências genotípicas: a2a2 a2a3 a1a2 a2a3 a3a3 a2a2 a1a1 a1a3 a3a3 Outros parâmetros populacionais: f(a1a1) = 2/12 f(a2a2) = 3/12 f(a3a3) = 2/12 f(a1a2) = 1/12 f(a1a3) = 1/12 f(a2a3) = 3/12 Freqüências alélicas: Número de alelos por loco (A): 3 f(a1) = 6/24 Heterozigosidade observada: f(a2) = 10/24 f(a3) = 8/24 H0 = nº het/ nti = 5/12 = 0,42
6 Genética de populações Exemplo: população de plantas de cebola Caráter: cor do bulbo (branco, creme e amarelo) Dominância incompleta Genótipos: II: bulbo branco Ii: bulbo creme Ii: bulbo amarelo
7 Exemplo: Cebola Temos plantas, distribuídas ao acaso: 100 plantas de bulbos brancos (genótipos II = n1) plantas de bulbos creme (genótipos Ii = n2) 900 plantas de bulbos amarelos (genótipos ii = n3) De tal forma que: n1 + n2 + n3 = N (número total deindivíduos) N = Freqüências genotípicas: f(ii) = n1/n = 100/2000 = 0,05 (D) f(ii) = n2/n = 1000/2000 = 0,50 (H) f(ii) = n3/n = 900/2000 = 0,45 (R) D+H+R=1
8 Exemplo: Cebola II = n1 = 100 Ii = n2 = 1000 ii = n3 = 900 Freqüências alélicas: f(i) = p = (2n1 + n2)/2n = D + (½) H f(i) = q = (2n3 + n2)/2n = R + (½) H Em que: p + q = 1 Assim: f(i) = (2x )/(2x2000) = 0,3 f(i) = (2x )/(2x2000) = 0,7
9 Exemplo: Cebola f(ii) = D = 0,05 f(ii) = H = 0,50 f(ii) = R = 0,45 Ou pelas freqüências genotípicas: f(i) = p = D + (½) H = 0,05 + (½) 0,50 = 0,3 f(i) = q = R + (½) H = 0,45 + (½) 0,50 = 0,7 p+q=1
10 Exemplo: Cebola f(ii) = D = 0,05 f(ii) = H = 0,50 f(ii) = R = 0,45 Ou pelas freqüências genotípicas: f(i) = p = D + (½) H = 0,05 + (½) 0,50 = 0,3 f(i) = q = R + (½) H = 0,45 + (½) 0,50 = 0,7 p+q=1 O que ocorre com essas frequências com as sucessivas gerações de cruzamentos ao acaso?
11 Exemplo: Cebola Frequências Alelos I i p q Genótipos II Ii ii D H R Nessa população, serão produzidos apenas dois tipos de gametas, um contendo o alelo I e outro contendo o alelo i. O resultado do cruzamento ao acaso irá depender da união aleatória desses gametas produzindo as seguintes frequências genotípicas: Gametas Femininos Gametas Masculinos I (p) i (q) I (p) II (p2) Ii (pq) i (q) Ii (pq) ii (q2)
12 Exemplo: Cebola A partir dessas frequências genotípicas é possível estimar as novas frequências alélicas. Assim: Frequência do alelo I (p1): p1 = f(i) = D + (½) H = p2 + ½ 2pq = p2 + pq = p (p + q) = p Frequência do alelo i (q1): q1 = f(i) = R + (½) H = q2 + ½ 2pq = q2 + pq = q (p + q) = q p+q=1
13 Exemplo: Cebola A partir dessas frequências genotípicas é possível estimar as novas frequências alélicas. Assim: Frequência do alelo I (p1): p1 = f(i) = D + (½) H = p2 + ½ 2pq = p2 + pq = p (p + q) = p Frequência do alelo i (q1): q1 = f(i) = R + (½) H = q2 + ½ 2pq = q2 + pq = q (p + q) = q p+q=1 Assim: as novas frequências alélicas (p1 e q1) são iguais as frequências alélicas da geração anterior (p e q).
14 Equilíbrio de Hardy-Weinberg Assim, nas sucessivas gerações de cruzamentos ao acaso a frequência alélica deverá ser a mesma e, evidentemente, a frequência genotípica também não será alterada. Isto foi demonstrado, independentemente, por Hardy e Weinberg, em 1908, e ficou conhecido como Equilíbrio de Hardy-Weinberg. Em uma população grande, que se reproduz por cruzamentos ao acaso (sem autofecundações ou cruzamentos controlados), em que todos os indivíduos são férteis e viáveis, e não existem fatores como seleção, mutação, migração e deriva genética, tanto as freqüências alélicas como genotípicas se mantêm constantes ao longo das gerações, e a população encontra-se em equilíbrio.
15 Equilíbrio de Hardy-Weinberg Quando ocorre o Equilíbrio? Em populações diplóides e panmíticas (de tamanho grande, em que os cruzamentos ocorrem ao acaso) Onde não há seleção, migração, mutação e deriva genética (mecanismos que alteram as frequências alélicas na população) No equilíbrio: Frequências Alelos I i p q Genótipos II Ii ii p2 q2 2pq
16 Equilíbrio de Hardy-Weinberg Fatores que afetam as frequências alélicas: Mutação Seleção Migração Deriva genética
17 Equilíbrio de Hardy-Weinberg Mutação: alteração na seqüência de bases do DNA, se refletindo no polipeptídeo, na proteína formada. Pode resultar no surgimento de novos alelos. Sua ocorrência é muito rara. Por isso, sua importância em termos de alterações nas propriedades genéticas de uma população só ocorre se ela for recorrente, isto é, se o evento mutacional se repetir regularmente com uma dada frequência. Exemplo: Anemia Falciforme (doença provocada por mutação gênica)
18 Equilíbrio de Hardy-Weinberg Migração: chegada de novos indivíduos na população. Alterando as freqüências alélicas e genotípicas.
19 Equilíbrio de Hardy-Weinberg Deriva genética: Efeito do Fundador Efeito de Afunilamento (Gargalo)
20 Equilíbrio de Hardy-Weinberg Seleção Natural: Mudando as frequências alélicas.
21 Exemplo: Cebola O agricultor colheu o mesmo número de sementes de cada uma das plantas e as semeou no ano seguinte; qual será a proporção de cada um dos tipos de bulbos na cebola que será colhida? Temos: plantas II bulbos brancos (5%) Ii bulbos creme (50%) ii bulbos amarelos (45%) A freqüência alélica estimada foi: f(i) = 0,3 f(i) = 0,7
22 Exemplo: Cebola Se os cruzamentos foram ao acaso (panmixia), e não houve seleção, mutação, migração e deriva genética, a nova geração terá: Freqüências genotípicas: f(ii) = p2 = (0,3)2 = 0,09 (9%) f(ii) = 2pq = 2(0,3 x 0,7) = 0,42 (42%) f(ii) = q2 = (0,7)2 = 0,49 (49%) Se o agricultor obtiver uma nova plantação de plantas, ela deverá ter: 180 plantas com bulbos brancos 840 plantas com bulbos creme 980 plantas com bulbos amarelos
23 Exemplo: Cebola A partir deste plantio, a proporção será sempre a mesma. A nova freqüência alélica será: f(i) = [2x ]/2x2.000 = 0,3 f(i) = [2x ]/2x2.000 = 0,7 Com um loco apenas, basta uma geração de intercruzamentos para a população atingir o equilíbrio; com mais locos, o número de gerações para se atingir o equilíbrio é maior.
24 Teste do Equilíbrio de Hardy-Weinberg Para testar se uma população encontra-se em equilíbrio de Hardy-Weinberg, utiliza-se o teste de Qui-quadrado (X2). Frequências Genotípicas Genótipos Observadas Esperadas II 100 (0,3)2 x 2000 = 180 Ii 1000 (2 x 0,3 x 0,7) x 2000 = 840 ii 900 (0,7)2 x 2000 = 980 Total 2000 X2 (Fo-Fe)2/Fe 35,56 30,48 6,53 2 X c= 72,56 Como o valor de X2c= 72,56 é maior que o X2t, conclui-se que a população inicial não está em equilibrio de Hardy-Weinberg. No entanto, após uma geração de cruzamentos ao acaso a população atingiria o equilíbrio, com frequências genotípicas p2, 2pq e q2.
25 Equilíbrio de Wright Wright (1921) mostrou que as proporções genotípicas para a população que pratica endogamia é igual a: Genótipos AA Aa aa Total Frequências Genotípicas Esperadas D = p 2 + F pq H = 2pq (1 F) R = q 2 + F pq 1,0 Em que: F = coeficiente de endogamia, ou seja, a probabilidade de dois alelos num indivíduo serem idênticos por descendência. F = (4 DR - H2)/ (4 DR H2 + 2H) Quando F = 0, Princípio de Hardy-Weinberg
26 Equilíbrio de Wright Outros parâmetros populacionais: Índice de fixação (f): f = 1 (Ho/2pq) Ho: heterozigosidade observada 2pq: heterozigosidade esperada Taxa de autofecundação (s): s = 2f / (1+f) Consequentemente, taxa de cruzamento (t): t=1-s
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