UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA
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- Sophia da Rocha Domingues
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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA CENTRO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Prof. Dr. Victor H. A. Okazaki Material de Apoio: Comportamento Motor II 6DEF005 PARTE 4 Processamento de Informações: Controle Hierárquico. Programas Motores Esquemas. Memória Centralizada. Sujeito Ambiente. Sistemas Dinâmicos: Controle Heterárquico. Auto-Organização. Estados Atratores. Memória Distribuída. Ambiente Sujeito. Bernstein (1967): Como podem os muitos graus de liberdade do corpo serem regulados sistematicamente em muitos contextos por um executivo minimamente inteligente intervindo minimamente? O problema dos graus de liberdade surge quando um sistema complexo precisa ser organizado para fornecer resultados específicos. Graus de Liberdade: Número de variáveis ou elementos independentes controladas pelo sistema. Menor número de coordenadas independentes que são necessárias para descrever a posição de um sistema. São utilizados para descrever o número de caminhos nos quais uma unidade de controle é capaz de se mover (Rose, 1997). Graus de Liberdade: Articulações do Braço: Ombro 3 GL + Cotovelo 1 GL + 2 GL Punho. Músculos do Braço: 26 GL. Zatsiorsky (1998): Número de Ossos GL. Número de Músculos 792. Os sistemas em função de Indivíduo, Ambiente e Tarefa operam em conjunto para determinar o movimento (Newell, 1986). O problema do controle motor passa a ter novas explicações. Uso de leis naturais (teoria do Caos e ciências da Complexidade) para explicar comportamentos complexos. Turvey (1977) associa as idéias de Bernstein (1967) às de Gibson (1966). Ênfase nas propriedades inerentes ao sistema (componentes efetores) antes não tão considerados.
2 Estruturas complexas Emergem espontaneamente a partir de restrições no sistema (indivíduoambiente-tarefa) e caracteriza um Estado Atrator macroscópico (Kelso, 1995). Bernstein (1967) & Kugler, Kelso, Turvey (1982): Dinâmico no sentido de não-linear e descontínua (heterárquico). Sistema no sentido de auto-organização com vários subsistemas. Auto-Organização: sistemas simples se auto-organizam para emergir comportamentos complexos. Estado Atrator: Estado comportamental estacionário de um sistema. Estado de equilíbrio termodinâmico. Mudanças de Fase: transição entre estados atratores. Estabilidade x Instabilidade. Coordenação e Controle do movimento é o resultado final de vários sistemas que trabalham dinamicamente de maneira cooperativa (Sinergia). Movimentos de dedos em-fase e anti-fase demonstrando os estados atratores: Turvey (1977): O controle do movimento ocorre em níveis superiores de comando (executivo) e níveis inferiores através de estruturas coordenativas. Em nível superior (executivo) ocorre a INTENÇÃO da ação. Estruturas coordenativas como uma unidade sem o controle direto dos níveis superiores. Sinergia para controlar os graus de liberdades. Padrão Motor e Parâmetros de Controle. Estrutura coordenativa (EC): Nível organizacional de controle que tem como função selecionar e integrar de forma coordenada as unidades básicas de controle que farão parte de uma Sinergia. Estruturas Coordenativas: Os sinais centrais não prescrevem os detalhes do movimento, mas organizam agrupamentos funcionais de músculos em uma forma relativamente autônoma. Sintonizar estruturas mais simples de controle (ex.: reflexos) para alterar o sistema intrínseco de relações segmentais. Isto reduz o detalhamento de instruções requerido em níveis superiores de controle.
3 Grupo de músculos freqüentemente abrangendo várias articulações, os quais são restringidos para agir como uma unidade funcional através de coalisões temporárias. Coalisões temporárias: ligações transitórias entre os elementos coordenados para agir como uma unidade. Dinâmica Intrínseca (Kelso, 1995): Conjunto de fatores organísmicos, tais como predisposições inatas, características antropomórficas, arquitetura neural e experiências prévias, que em conjunção estabelecem estados estáveis de coordenação (por exemplo: modo de coordenação em-fase). Estabilidade Funcional: pouca ou nenhuma tendência de mudança, em dois ou mais modos de coordenação de movimentos. Multi-Estabilidade: mais de uma forma de estabilidade. Exemplos de estados Atratores:
4 Percepção e Ações: Informação perceptiva crítica abrange invariâncias ambientais que determinam possíveis comportamentos. O estado dinâmico do sistema de controle motor interage com as variáveis motoras e perceptivas para produzir padrões de movimento adequados a atingir o objetivo da ação naquela situação. Ciclo Percepção-Ação: acoplamento perceptivo-motor & variável Tau.
5 Aprendizagem Motora: É a mudança no estado atrator devido às restrições do indivíduo, do ambiente e da tarefa. Mudança da dinâmica intrínseca de coordenação em direção ao padrão a ser aprendido. Como existem estruturas coordenativas inatas e adquiridas para as ações, não é necessário uma estrutura representativa de memória (Programa Motor), pois as estruturas se auto-organizam (de acordo com as restrições sobre cada componente) quando a pessoa tem intenção de agir. Mudanças em parâmetros de controle mudam de forma não-linear as características da coordenação (ex.: movimentos dos dedos alternados). O programa motor não consegue explicar as transições de fase (Flutuação Crítica) no qual há instabilidade entre dois estados atratores.
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