MIF - Medida de Independência Funcional. Jorge Laíns

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MIF - Medida de Independência Funcional. Jorge Laíns"

Transcrição

1 MIF - Medida de Independência Funcional Jorge Laíns

2 Saúde (OMS) Completo bem estar físico, psíquico e social, não apenas a ausência de doença

3 Saúde (OMS): Completo bem estar físico, psíquico e social e não apenas a ausência de doença Medição de Saúde Ocorrência de doença Funcionalidade ou status funcional Percepção subjectiva de saúde

4 Saúde (OMS): Completo bem estar físico, psíquico e social e não apenas a ausência de doença Medição de Saúde Ocorrência de doença taxas mortalidade taxas de morbilidade (incidência, prevalência...) factores de risco

5 Saúde (OMS): Completo bem estar físico, psíquico e social e não apenas a ausência de doença Medição de Saúde Funcionalidade ou status funcional ICIDH Consequências da doença ou do acidente e consequente terapêutica Escalas de avaliação funcional para as deficiências, incapacidades e desvantagens SIP (Sickness Impact Profile); SF 36

6 Deficiência: Qualquer perda de substância, alteração de uma função, ou alteração de uma estrutura psicológica, fisiológica ou anatómica. Incapacidade: Qualquer redução (resultante de uma deficiência) parcial ou total da capacidade para realizar uma actividade de maneira normal, ou dentro dos limites considerados normais para um ser humano. Desvantagem (handicap): Desvantagem social ou de situação capaz de limitar ou impossibilitar a realização de uma tarefa normal (tendo em conta a idade, sexo e outros factores socio-culturais).

7 Saúde (OMS): Completo bem estar físico, psíquico e social e não apenas a ausência de doença Medição de Saúde Percepção subjectiva de saúde Indicadores ou perfis do seu próprio estado de saúde? Como tem andado de saúde? Nottingham Health Profile

8 ICIDH Classificação Internacional das Deficiências, Incapacidades e Desvantagens Nível ORGÃO Nível PESSOAL Nível SOCIAL DEFICIÊNCIA Perda de orgão, membro e função mental INCAPACIDADE Funcionamento físico e psíquico DESVANTAGEM Realização de papeis FELICIDADE Bem-estar geral SENSAÇÃO SOMÁTICA Sensações de dor, fadiga, etc. PERCEPÇÃO DE SAÚDE Sensações de saúde, satisfação com a saúde SATIFAÇÃO C/ VIDA Satisfação com papeis desempenhados Objectivo Subjectivo

9 CIF Classificação Internacional da Funcionalidade Nível ORGÃO Nível PESSOAL Nível SOCIAL ESTRUTURAS E FUNÇÕES CORPORAIS (deficiência) Perda (anatómica ou funcional) de orgão, membro e/ou mental ACTIVIDADE Dificuldade realizar tarefa; tipo e grau de necessidade de ajuda PARTICIPAÇÃO Grau de participação nos papeis usuais; factores facilitadores / barreiras FELICIDADE Bem-estar geral SENSAÇÃO SOMÁTICA Sensações de dor, fadiga, etc. PERCEPÇÃO DE SAÚDE Sensações de saúde, satisfação com a saúde SATIFAÇÃO C/ VIDA Satisfação com papeis desempenhados Objectivo Subjectivo

10 Saúde (OMS): Completo bem estar físico, psíquico e social e não apenas a ausência de doença 1. Saúde 2. Bem estar 3. Constructo global Qualidade de vida

11 Saúde (OMS): Completo bem estar físico, psíquico e social e não apenas a ausência de doença Qualidade de vida Qualidade de vida (bem-estar emocional, competência comportamental, repouso e dormir, energia e vitalidade, satisfação com a vida) Doença Deficiência Incapacidade Desvantagem

12 Exigências e Regras da Avaliação Funcional 1. Normalização / Standardização Definição das condições de realização e de utilização, limitando o campo das pessoas habilitadas 2. Reproductibilidade Estabilidade intra e inter-observador 3. Validade e pragmatismo Cada item deve ser representativo de uma função elementar A cotação deve diferenciar possibilidades reais das potenciais

13 Exigências e Regras da Avaliação Funcional 4. Sensibilidade Poder discriminativo das cotações (estudo cinético longitudinal) 5. Representatividade Permite estabelecer correspondência entre níveis de cotação e estados de dependência 6. Exequibilidade Adaptados à utilização

14 A Medição da Avaliação Funcional em MFR Paramétricas Não Paramétricas Ordinais Categoriais Escalas

15 A Medição da Avaliação Funcional em MFR Paramétricas Não Paramétricas Ordinais Categoriais Escalas Escalas de Avaliação Funcional todas não paramétricas Análise de Rash conversão de escalas ordinais em Medidas Paramétricas (escalas lineares, numéricas, contínuas)

16 A Medição da Avaliação Funcional em MFR Análise de Rash Escala Ordinal Escala Paramétrica

17 MIF

18 MIF CARGA DE CUIDADOS Custo económico, social e psicológico

19 MIF NÍVEIS FUNCIONAIS INDEPENDENTE Sem ajudante DEPENDENTE Com ajudante

20 MIF NÍVEIS FUNCIONAIS

21 MIF NÍVEIS DE FUNÇÃO E SUA COTAÇÃO

22 MIF NÍVEIS DE FUNÇÃO E SUA COTAÇÃO

23 MIF NÍVEIS FUNCIONAIS 7 INDEPENDÊNCIA COMPLETA

24 MIF NÍVEIS FUNCIONAIS 6 INDEPENDÊNCIA MODIFICADA

25 MIF NÍVEIS FUNCIONAIS 5 SUPERVISÃO, PREPARAÇÃO, ESTIMULAÇÃO

26 MIF NÍVEIS FUNCIONAIS 4 AJUDA C/ CONTACTO MÍNIMO

27 MIF NÍVEIS FUNCIONAIS 3 AJUDA MODERADA

28 MIF NÍVEIS FUNCIONAIS 2 AJUDA MÁXIMA

29 MIF NÍVEIS FUNCIONAIS 1 AJUDA TOTAL

30 AJUDA? MIF SIM NÃO TEMPO, C/ AJ. TÉCNICA, EM SEGURANÇA? NÃO 7 FAZ METADE DA TAREFA OU MAIS? SIM SUPERVISÃO, ESTIMULAÇÃO, PREPARAÇÃO SIM SIM 6 5 NÃO NÃO AJUDA OCASIONAL SIM 4 NÃO 3 AJUDA TOTAL NÃO 2 SIM 1

31 MIF Auto Cuidados Controlo de Esfíncteres Mobilidade Locomoção MIF Motora Comunicação Cognição Social MIF Cognitiva

32 MIF Auto Cuidados Controlo de Esfíncteres Mobilidade Locomoção MIF Motora Comunicação Cognição Social MIF Cognitiva

33 MIF medida de eficácia

34 MIF - Medida de Independência Funcional [email protected]

Prof Dr Marcelo Riberto. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo

Prof Dr Marcelo Riberto. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo Prof Dr Marcelo Riberto Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo Aspectos habituais Mobilidade Auto-cuidados Esfíncteres Maioria dos instrumentos de avaliação funcional Aspectos

Leia mais

Checklist (por referência à CIF)

Checklist (por referência à CIF) Checklist (por referência à CIF) I Perfil de Funcionalidade Funções do Corpo Nota: Assinale com uma cruz (X), à frente de cada categoria, o valor que considera mais adequado à situação de acordo com os

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA PRÁTICA REGULAR DE EXERCÍCIO FÍSICO NA PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS DO GÉNERO FEMININO

A INFLUÊNCIA DA PRÁTICA REGULAR DE EXERCÍCIO FÍSICO NA PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS DO GÉNERO FEMININO Universidade de Coimbra Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física A INFLUÊNCIA DA PRÁTICA REGULAR DE EXERCÍCIO FÍSICO NA PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS DO GÉNERO FEMININO Dissertação

Leia mais

31/01/2017. Investigação em saúde. serviços de saúde

31/01/2017. Investigação em saúde. serviços de saúde 1 saúde Investigação descritiva da experiência da doença e percepção da saúde e da doença serviços de saúde Avaliação dos serviços de saúde em relação à sua adequação, eficácia e custo 2 1 saúde serviços

Leia mais

Terapia Ocupacional Reabilitação do doente com AVC

Terapia Ocupacional Reabilitação do doente com AVC Terapia Ocupacional Reabilitação do doente com AVC Terapeutas Ocupacionais Ana Rita Ferreira Estela Justino Eulália Roque Fátima Pereira Inês Serôdio 30 de Outubro de 2015 Terapia Ocupacional DEFINIÇÃO

Leia mais

Mente Sã Corpo São! Abanar o Esqueleto - Os factores que influenciam as doenças osteoarticulares. Workshop 1

Mente Sã Corpo São! Abanar o Esqueleto - Os factores que influenciam as doenças osteoarticulares. Workshop 1 Abanar o Esqueleto - Os factores que influenciam as doenças osteoarticulares. Workshop 1 Mente Sã Corpo São! Unidade de Cuidados na Comunidade Centro de Saúde de Alfândega da Fé Elaborado por: Rosa Correia

Leia mais

Índice. 1. Introdução Envelhecimento bem sucedido. 10. Bem-estar subjectivo Coping Estilos de vida.. 42

Índice. 1. Introdução Envelhecimento bem sucedido. 10. Bem-estar subjectivo Coping Estilos de vida.. 42 Índice 1. Introdução... 8 2. Enquadramento teórico Envelhecimento bem sucedido. 10 Bem-estar subjectivo.. 20 Coping... 33 Estilos de vida.. 42 3. Objectivos gerais e questões de investigação. 52 4. Método

Leia mais

Tradução para a língua portuguesa e validação do questionário genérico de avaliação de qualidade de vida SF-36 (Brasil SF-36)

Tradução para a língua portuguesa e validação do questionário genérico de avaliação de qualidade de vida SF-36 (Brasil SF-36) Rozana M. Ciconelli, Marcos B. Ferraz, Wilton Santos, Ivone Meinão, Marina R. Quaresma. Tradução para a língua portuguesa e validação do questionário genérico de avaliação de qualidade de vida SF-36 (Brasil

Leia mais

TÍTULO: SAPATILHAS, UMA LUZ NA ESCURIDÃO: A QUALIDADE DE VIDA DE BAILARINAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL

TÍTULO: SAPATILHAS, UMA LUZ NA ESCURIDÃO: A QUALIDADE DE VIDA DE BAILARINAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL TÍTULO: SAPATILHAS, UMA LUZ NA ESCURIDÃO: A QUALIDADE DE VIDA DE BAILARINAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: Educação Física INSTITUIÇÃO(ÕES): CENTRO

Leia mais

Qualidade de Vida 02/03/2012

Qualidade de Vida 02/03/2012 Prof. Dr. Carlos Cezar I. S. Ovalle Descreve a qualidade das condições de vida levando em consideração fatores como saúde, educação, expectativa de vida, bem estar físico, psicológico, emocional e mental.

Leia mais

A Qualidade de Vida no Indivíduo com Perda Auditiva Segundo o Tipo de Local de Residência

A Qualidade de Vida no Indivíduo com Perda Auditiva Segundo o Tipo de Local de Residência A Qualidade de Vida no Indivíduo com Perda Auditiva Segundo o Tipo de Local de Residência Paulo Cardoso do Carmo ESTSP IPP CHTS-UPA, EPE. ([email protected]) Rui Pimenta ESTSP IPP APNOR ([email protected])

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GERONTOLOGIA BIOMÉDICA

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GERONTOLOGIA BIOMÉDICA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GERONTOLOGIA BIOMÉDICA MILENA ABREU TAVARES DE SOUSA FISCHER DESAFIOS DE MOBILIDADE

Leia mais

AVALIAÇÃO ESPECIALIZADA

AVALIAÇÃO ESPECIALIZADA AVALIAÇÃO ESPECIALIZADA CIF - CJ Aluno: Turma: Ano: Diretora de Turma: 1 Funções do Corpo Nota: Assinale com uma cruz (X), à frente de cada categoria, o valor que considera mais adequado à situação de

Leia mais

INFLUÊNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA NA INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL DE DEFICIENTES FÍSICOS

INFLUÊNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA NA INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL DE DEFICIENTES FÍSICOS INFLUÊNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA NA INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL DE DEFICIENTES FÍSICOS Área Temática: Saúde Aline Cristina Carrasco (Coordenadora da Ação de Extensão) Aline Cristina Carrasco 1 Juliana Lima Valério

Leia mais

Se é possível cuidar, recuperar e integrar as pessoas internadas, dependentes com incapacidade funcional, sem a ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO?

Se é possível cuidar, recuperar e integrar as pessoas internadas, dependentes com incapacidade funcional, sem a ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO? Se é possível cuidar, recuperar e integrar as pessoas internadas, dependentes com incapacidade funcional, sem a ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO? É, mas não com a mesma qualidade.. (Mark Twain) AGRADECIMENTOS

Leia mais

Prof. Coordenador - Escola Sup. de Enfermagem do Porto. Presidente da Sociedade Port. de Enf. de Saúde Mental

Prof. Coordenador - Escola Sup. de Enfermagem do Porto. Presidente da Sociedade Port. de Enf. de Saúde Mental Estado da Arte em de Saúde Mental Prática Clínica em de Saúde Mental e Psiquiátrica Carlos Sequeira, PhD. Prof. Coordenador - Escola Sup. de do Porto Presidente da Sociedade Port. de Enf. de Saúde Mental

Leia mais

A doença crónica e a deficiência relações com os recursos internos

A doença crónica e a deficiência relações com os recursos internos A doença crónica e a deficiência relações com os recursos internos 9º CONGRESSO NACIONAL DE PSICOLOGIA DA SAÚDE Aventura Social Faculdade de Motricidade Humana Aveiro, 10 Fevereiro de 2012 Lúcia Canha

Leia mais

Afasia na vida das PCA

Afasia na vida das PCA Viver com afasia Implicações na qualidade de vida Autores: Luís Jesus, University of Aveiro Madeline Cruice, City University London Palestrante: Terapeuta da Fala Docente na Escola Superior de Tecnologia

Leia mais

Problema para a saúde do homem O Livro dos Acidentes de Cone Jr destinado principalmente às crianças.

Problema para a saúde do homem O Livro dos Acidentes de Cone Jr destinado principalmente às crianças. 1830 - Problema para a saúde do homem O Livro dos Acidentes de Cone Jr destinado principalmente às crianças. CAUSAS EXTERNAS (violência e acidentes) : Importante causa de morbimortalidade infantil, incapacidade

Leia mais

Guia Norteador sobre a CIF em Fonoaudiologia

Guia Norteador sobre a CIF em Fonoaudiologia Guia Norteador sobre a CIF em Fonoaudiologia Elaboração: Conselho Federal de Fonoaudiologia Assessoria Técnica: Eduardo Santana de Araujo (membro do GT do COFFITO e Coordenador do Programa HODU-CIF Brasil

Leia mais

CIF - CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DE FUNCIONALIDADE, INCAPACIDADE E SAÚDE. Apostila 17

CIF - CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DE FUNCIONALIDADE, INCAPACIDADE E SAÚDE. Apostila 17 CIF - CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DE FUNCIONALIDADE, INCAPACIDADE E SAÚDE Apostila 17 CIF O objetivo geral da CIF é estabelecer uma linguagem unificada e padronizada e uma estrutura que descreva a saúde

Leia mais

DESCRIÇÃO DETALHADA DAS VARIÁVEIS

DESCRIÇÃO DETALHADA DAS VARIÁVEIS EpiReumaPt Estudo Epidemiológico das Doenças Reumáticas em Portugal DESCRIÇÃO DETALHADA DAS VARIÁVEIS DADOS GERAIS 1ª fase questionário CESOP (auto-reporte) Sócio-demográficos Data de nascimento / Idade

Leia mais

Teorias Motivacionais

Teorias Motivacionais Teorias Motivacionais A perspectiva biológica A perspectiva Biológica da Motivação pode subdividir-se em 3 categorias: As contribuições genéticas para o comportamento motivado A Motivação como estimulação

Leia mais

INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO

INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO Este Inquérito destina-se aos Professores do Ensino Regular, do 1º Ciclo, que leccionam turmas com alunos portadores de NEE`s. Pretende-se recolher informação que permita elaborar

Leia mais

Plano de Estudos. Escola: Escola de Ciências e Tecnologia Grau: Mestrado Curso: Exercício e Saúde (cód. 398)

Plano de Estudos. Escola: Escola de Ciências e Tecnologia Grau: Mestrado Curso: Exercício e Saúde (cód. 398) Plano de Estudos Escola: Escola de Ciências e Tecnologia Grau: Mestrado Curso: Exercício e Saúde (cód. 398) 1. o Ano - 1. o Semestre DES10220 Fisiologia do Exercício Motricidade 3 Semestral 78 DES10221

Leia mais

2.2 APLICAÇÕES DA PSICOLOGIA NA ADMINISTRAÇÃO, Objetivos da Psicologia como ciência, Uso da Psicologia na Administração, 11

2.2 APLICAÇÕES DA PSICOLOGIA NA ADMINISTRAÇÃO, Objetivos da Psicologia como ciência, Uso da Psicologia na Administração, 11 Sumário 1 Introdução, 1 2 Conceitos, 5 2.1 PSIQUIATRIA, PSICANÁLISE E PSICOLOGIA, 5 2.1.1 Psiquiatria, 5 2.1.2 Psicanálise e Psicoterapia, 6 2.1.3 Psicologia, 8 2.2 APLICAÇÕES DA PSICOLOGIA NA ADMINISTRAÇÃO,

Leia mais

Via Verde da Reabilitação do AVC

Via Verde da Reabilitação do AVC Paula Amorim, Graça Telo Gonçalves, Anabela Pereira, João Constan8no Campus hospitalar de 144 hectares 2 Serviços de internamento (RGA 50 camas + LM 30 camas) 1 Unidade habitacional-16 M1 1 UCC (60 camas)

Leia mais

Luís Sousa 14 de Novembro de 2013

Luís Sousa 14 de Novembro de 2013 PROPRIEDADES MÉTRICAS DOS INSTRUMENTOS DE MEDIDA EM ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO: VALIDADE, REPRODUTIBILIDADE E RESPONSIVIDADE" Luís Sousa 14 de Novembro de 2013 Introdução Recolhe informação pertinente

Leia mais

APOSTILA DE BIOESTATÍSTICA

APOSTILA DE BIOESTATÍSTICA Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ Instituto de Matemática e Estatística Departamento de Estatística Disciplina: IME 05-06213 Bioestatística Professor: Marcelo Rubens APOSTILA DE BIOESTATÍSTICA

Leia mais

Índice. Parte I Definição de Psicoterapia 11. Parte II Investigação e Psicoterapia 37

Índice. Parte I Definição de Psicoterapia 11. Parte II Investigação e Psicoterapia 37 Índice Parte I Definição de Psicoterapia 11 1. Psicoterapia: Mito ou disciplina científica? 12 2. Definição de Psicoterapia 14 3. A Psicoterapia Funciona? 19 3.1. O modelo médico de psicoterapia 19 3.1.1.

Leia mais

MÚSICA COMO INSTRUMENTO PSICOPEDAGÓGICO PARA INTERVENÇÃO COGNITIVA. Fabiano Silva Cruz Educador Musical/ Psicopedagogo

MÚSICA COMO INSTRUMENTO PSICOPEDAGÓGICO PARA INTERVENÇÃO COGNITIVA. Fabiano Silva Cruz Educador Musical/ Psicopedagogo MÚSICA COMO INSTRUMENTO PSICOPEDAGÓGICO PARA INTERVENÇÃO COGNITIVA Fabiano Silva Cruz Educador Musical/ Psicopedagogo ([email protected]) APRESENTAÇÃO Fabiano Silva Cruz Graduado em composição e arranjo

Leia mais

Maria Susana Dias da Silva Melro Lima

Maria Susana Dias da Silva Melro Lima Maria Susana Dias da Silva Melro Lima Conhecimento dos alunos do 3º ano de Enfermagem da Universidade Fernando Pessoa sobre o AVC Universidade Fernando Pessoa Escola Superior de Saúde Porto, 2009 Maria

Leia mais

Avaliação psicológica do doente com dor

Avaliação psicológica do doente com dor Avaliação psicológica do doente com dor THIAGO ROBLES JUHAS Psicólogo do Hospital das Clínicas (ICHCFMUSP). Especialista em Neuropsicologia. Especialista em Psicologia Hospitalar. Psicologia Estados e

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO-PEDAGÓGICO

RELATÓRIO TÉCNICO-PEDAGÓGICO RELATÓRIO TÉCNICO-PEDAGÓGICO O presente relatório tem como objetivo sintetizar os resultados da avaliação efetuada pela equipa pluridisciplinar, visando a caracterização do perfil de funcionalidade do

Leia mais

Stress e a caracterização de doenças psicológicas. Camila Helaehil Alfredo Médica do Trabalho

Stress e a caracterização de doenças psicológicas. Camila Helaehil Alfredo Médica do Trabalho Stress e a caracterização de doenças psicológicas Camila Helaehil Alfredo Médica do Trabalho [email protected] Definição Uma força que deforma corpos processo corporal para se adaptar a todas

Leia mais

16/09/2010 CÓRTEX CEREBRAL

16/09/2010 CÓRTEX CEREBRAL CÓRTEX CEREBRAL CÓRTEX CEREBRAL córtex = casca composto por substância cinzenta (2 a 4mm) e substância branca adjacente (que une diferentes áreas) uma das mais importantes áreas do SN é a mais recente

Leia mais

Avaliação Psicológica e DOR

Avaliação Psicológica e DOR PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA EM FISIOPATOLOGIA E TERAPÊUTICA DA DOR - 2016 Avaliação Psicológica e DOR Dirce Maria Navas Perissinotti Instauração do Processo DOR AGUDA DOR CRÔNICA Estágio 1 - Angústia

Leia mais

FORMAÇÃO EM TÉCNICAS TERAPÊUTICAS TOQUE E MASSAGEM INTEGRATIVA

FORMAÇÃO EM TÉCNICAS TERAPÊUTICAS TOQUE E MASSAGEM INTEGRATIVA FORMAÇÃO EM TÉCNICAS TERAPÊUTICAS TOQUE E MASSAGEM INTEGRATIVA A mente e o corpo são afetados por experiências físicas, cognitivas e psicológicas, e interagem entre si. O corpo contém a história de uma

Leia mais

Instrumentos de Avaliação e Relatórios Psicológicos. Questionários/Inventários de Auto-Resposta 2008/2009

Instrumentos de Avaliação e Relatórios Psicológicos. Questionários/Inventários de Auto-Resposta 2008/2009 Instrumentos de Avaliação e Relatórios Psicológicos Questionários/Inventários de Auto-Resposta 2008/2009 Sumário Questionários/Inventários de Auto-Resposta (Sintomatologia e Personalidade) 1. Contextualização/

Leia mais

ICS EDUCATIONAL COURSE

ICS EDUCATIONAL COURSE ICS EDUCATIONAL COURSE URINARY AND ANAL INCONTINENCE: CHALLENGES AND PERSPECTIVES Sexuality of People with Neurologic Problems CURSO EDUCACIONAL ICS INCONTINÊNCIA ANAL E URINÁRIA: DESAFIOS E PERSPECTIVAS

Leia mais

Gestão de Riscos Psicossociais

Gestão de Riscos Psicossociais Gestão de Riscos Psicossociais Lisboa, 04 de Julho de 2013 Lúcia Simões Costa Centro de Psicologia da Universidade do Porto; Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra Ao contrário de outros tipos

Leia mais

Investigadores nesta tarefa. Projecto URBKLIM. Jorge Saraiva. Margarida Queiroz. Paula Cadima. Sílvia Pelham

Investigadores nesta tarefa. Projecto URBKLIM. Jorge Saraiva. Margarida Queiroz. Paula Cadima. Sílvia Pelham Henrique Andrade Maria João Alcoforado Sandra Oliveira Centro de Estudos Geográficos Universidade de Lisboa Tarefa II - Percepção das condições atmosféricas e do conforto bioclimático nos espaços públicos

Leia mais

Prova escrita de Psicologia Acesso ao Ensino Superior dos Maiores de 23 Anos 20 de Maio 2016

Prova escrita de Psicologia Acesso ao Ensino Superior dos Maiores de 23 Anos 20 de Maio 2016 Prova escrita de Psicologia Acesso ao Ensino Superior dos Maiores de 23 Anos 20 de Maio 2016 Duração da Prova 120 minutos Nome: Classificação: Assinaturas dos Docentes: Notas Importantes: A prova de avaliação

Leia mais

AVALIAÇÃO MULTIDIMENSIONAL DO IDOSO. Maria do Socorro Simões

AVALIAÇÃO MULTIDIMENSIONAL DO IDOSO. Maria do Socorro Simões AVALIAÇÃO MULTIDIMENSIONAL DO IDOSO Maria do Socorro Simões Em que se diferencia a avaliação fisioterapêutica em idosos? SÍNDROMES GERIÁTRICAS condições multifatoriais que ocorrem quando efeitos cumulativos

Leia mais

III SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO

III SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO III SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EDUCAR PARA O FUTURO (RE)PENSAR O ENSINO WORKSHOP KIT EMOCIONAL DO DOCENTE Câmara de Lobos, 6 e 7 de Maio de 2016 Anabela Pereira e Jacinto Jardim KIT EMOCIONAL DOCENTE AS EMOÇÕES

Leia mais

Atualização. Perfil de Funcionalidade

Atualização. Perfil de Funcionalidade Agrupamento de Escolas de Montelongo Escola: Atualização do Perfil de Funcionalidade (Informação por referência à CIF-CJ) (Decreto-Lei nº 3/2008 de 7 de janeiro) Identificação do aluno: N.º processo: Ano:

Leia mais

PROJECTO DE INTERVENÇÃO PRECOCE DO CAP FUNCHAL

PROJECTO DE INTERVENÇÃO PRECOCE DO CAP FUNCHAL PROJECTO DE INTERVENÇÃO PRECOCE DO CAP FUNCHAL 1. INTRODUÇÃO O Projecto de Intervenção Precoce do Centro de Apoio Psicopedagógico do Funchal pretende dar resposta a um grupo de crianças em risco biológico,

Leia mais

Avaliação do desempenho: como comparar os resultados

Avaliação do desempenho: como comparar os resultados Escola Nacional de Saúde Pública Universidade Nova de Lisboa Avaliação do desempenho: como comparar os resultados Sílvia Lopes [email protected] Carlos Costa [email protected] 12º Congresso Nacional

Leia mais

Itaú Viver Mais e o impacto na vida dos 55+ Tatianna Galeckas Marques

Itaú Viver Mais e o impacto na vida dos 55+ Tatianna Galeckas Marques Itaú Viver Mais e o impacto na vida dos 55+ Tatianna Galeckas Marques _Itaú Viver Mais É uma iniciativa, sem fins lucrativos, que desde 2004 oferece diversas atividades físicas, socioculturais e educativas

Leia mais

1ª Jornada Educação e Envelhecimento Tramas e dramas nas interfaces com tecnologias, saúde e lazer. Adriano Pasqualotti

1ª Jornada Educação e Envelhecimento Tramas e dramas nas interfaces com tecnologias, saúde e lazer. Adriano Pasqualotti 1ª Jornada Educação e Envelhecimento Tramas e dramas nas interfaces com tecnologias, saúde e lazer Adriano Pasqualotti [email protected] 1 Caracterização demográfica da população idosa 2 Pressupostos

Leia mais

12ª e 13ª classes PROGRAMAS DE FISIOLOGIA GERAL E DO ESFORÇO E72. Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário

12ª e 13ª classes PROGRAMAS DE FISIOLOGIA GERAL E DO ESFORÇO E72. Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário E72 PROGRAMAS DE FISIOLOGIA GERAL E DO ESFORÇO 12ª e 13ª classes Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Disciplina de Educação Física Ficha Técnica Título Programas de Fisiologia Geral

Leia mais

Risco psicossocial, psicopatologia e recursos protectores em menores abrangidos pela LTE

Risco psicossocial, psicopatologia e recursos protectores em menores abrangidos pela LTE Risco psicossocial, psicopatologia e recursos protectores em menores abrangidos pela LTE Workshop Internacional sobre Boas Práticas na Intervenção Tutelar Educativa, D.G.R.S. Faro, 29 de Maio de 2009 Ida

Leia mais

Mindfulness: possibilidades na saúde. Carolina Seabra

Mindfulness: possibilidades na saúde. Carolina Seabra Mindfulness: possibilidades na saúde Carolina Seabra 1 Mindfulness Caracteriza-se pela habilidade de modificar a relação com o sofrimento sendo menos reativo a ele (Germer, 2016). Manejo da dor Terapias

Leia mais

ALTERAÇÕES DE EQUILÍBRIO EM PACIENTES PÓS ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO E SUA INFLUÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA

ALTERAÇÕES DE EQUILÍBRIO EM PACIENTES PÓS ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO E SUA INFLUÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA ALTERAÇÕES DE EQUILÍBRIO EM PACIENTES PÓS ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO E SUA INFLUÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA OLIVEIRA, T. C.; DUARTE, H. F. RESUMO O objetivo desta pesquisa foi analisar as alterações de

Leia mais

Nosso objetivo: Exposição de casos clínicos, compartilhar conhecimentos e ampliar as possibilidades de atendimentos no seu dia a dia profissional.

Nosso objetivo: Exposição de casos clínicos, compartilhar conhecimentos e ampliar as possibilidades de atendimentos no seu dia a dia profissional. GEN XIII Grupo de Estudos em Neurometria Discussão de Casos Clínicos Nosso objetivo: Exposição de casos clínicos, compartilhar conhecimentos e ampliar as possibilidades de atendimentos no seu dia a dia

Leia mais

V JOAD. Motivação e Liderança para vencer as barreiras da eficiência e atingir a EFICÁCIA. Jornada de Administração da UNIEVANGELICA

V JOAD. Motivação e Liderança para vencer as barreiras da eficiência e atingir a EFICÁCIA. Jornada de Administração da UNIEVANGELICA V JOAD Jornada de Administração da UNIEVANGELICA Motivação e Liderança para vencer as barreiras da eficiência e atingir a EFICÁCIA ANÁPOLIS Goiás 20 de Agosto 2009 Cecília Whitaker Bergamini CWB FGV/SP

Leia mais

A Realidade dos Serviços de Psicologia da Educação Públicos e Privados

A Realidade dos Serviços de Psicologia da Educação Públicos e Privados CATEGORIA AUTORIA AGOSTO 15 Comentários Técnicos Gabinete de Estudos e Contributos OPP Técnicos A Realidade dos Serviços de Psicologia da Educação Públicos e Privados Tomada de Posição OPP Sugestão de

Leia mais

Avaliação da Afasia pelos Terapeutas da Fala em Portugal

Avaliação da Afasia pelos Terapeutas da Fala em Portugal Dissertação apresentada à Universidade de Aveiro para obtenção do grau de Mestre em Ciências da Fala e da Audição Avaliação da Afasia pelos Terapeutas da Fala em Portugal Ana Paris Sebastião Leal Orientadores:

Leia mais

AMPUTADOS/MI 1 x NA SEMANA Pré-Prótese e Pós-Prótese

AMPUTADOS/MI 1 x NA SEMANA Pré-Prótese e Pós-Prótese Protocolo: AMPUTADOS/MI 1 x NA SEMANA Pré-Prótese e Pós-Prótese Número de vagas: Manhã: 15 vagas - 1 vez na semana Tempo: 14 semanas (Após avaliação multiprofissional, se for necessário, o tempo de permanência

Leia mais

V JORNADAS DA ANCI. Custos versus Benefícios em Controlo de Infeção. Nuno Morujão

V JORNADAS DA ANCI. Custos versus Benefícios em Controlo de Infeção. Nuno Morujão V JORNADAS DA ANCI Custos versus Benefícios em O que é a Qualidade em Saúde? Atributos dos cuidados que permitem definir qualidade em saúde Perspectiva dos Doentes Perspectiva dos Gestores Perspectiva

Leia mais

D.N.: NOME: ESCOLA: ANO: ENC. EDUC.: Funções do Corpo

D.N.: NOME: ESCOLA: ANO: ENC. EDUC.: Funções do Corpo NOME: ESCOLA: ANO: ENC. EDUC.: D.N.: Funções do Corpo Nota: Assinale com uma cruz (X), à frente de cada categoria, o valor que considera mais adequado à situação de acordo com os seguintes qualificadores:

Leia mais

1. Análise de riscos e conceito de prevenção

1. Análise de riscos e conceito de prevenção !""#$!""%&'( 1. Análise de riscos e conceito de prevenção A primeira abordagem de um problema de segurança do trabalho é a análise de riscos. Com a análise de riscos pretende-se fazer o levantamento de

Leia mais

AMPUTADOS/MI 2 X SEMANA

AMPUTADOS/MI 2 X SEMANA Protocolo: Número de vagas: Tempo: Objetivo geral: AMPUTADOS/MI 2 X SEMANA Manhã: 09 vagas 2 vezes na semana 14 semanas (se precisar continuar serão mais 14 semanas) Recuperação de incapacidade. Habilitação

Leia mais

Avaliação Inicial e Definição de Conduta Tratamento Avaliação final e conduta Avaliação de aptidão Avaliação clínica inicial (objetivos específicos)

Avaliação Inicial e Definição de Conduta Tratamento Avaliação final e conduta Avaliação de aptidão Avaliação clínica inicial (objetivos específicos) Protocolo: Número de vagas: Tempo: Objetivo geral: AMPUTADOS/MI 2 X SEMANA Manhã: 10 vagas- 2 vezes na semana 14 (Após avaliação multiprofissional, se for necessário, o tempo de permanência do paciente

Leia mais

Transição para a Vida Independente de Jovens com Deficiência: Políticas Públicas e Práticas de Gestão Familiar

Transição para a Vida Independente de Jovens com Deficiência: Políticas Públicas e Práticas de Gestão Familiar Transição para a Vida Independente de Jovens com Deficiência: Políticas Públicas e Práticas de Gestão Familiar Belén Rando, César Madureira, Matilde Gago da Silva, Conceição Baptista e Cláudia Anjos Instituto

Leia mais

IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS: AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA

IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS: AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS: AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA Cristina Marques de Almeida Holanda 1, Michele Alexandre da Silva 2 [email protected] 1, [email protected] 2 Universidade Federal

Leia mais

PROMOÇÃO DA SAÚDE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES:

PROMOÇÃO DA SAÚDE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES: PROMOÇÃO DA SAÚDE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES: AUTONOMIA E PARTICIPAÇÃO, RECURSOS E BARREIRAS NO CONTEXTO ESCOLAR Bom Celeste Simões Margarida Gaspar de Matos Tânia Gaspar Faculdade de Motricidade Humana

Leia mais