PROJECTO DE INTERVENÇÃO PRECOCE DO CAP FUNCHAL
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- Elza Candal Figueiredo
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1 PROJECTO DE INTERVENÇÃO PRECOCE DO CAP FUNCHAL 1. INTRODUÇÃO O Projecto de Intervenção Precoce do Centro de Apoio Psicopedagógico do Funchal pretende dar resposta a um grupo de crianças em risco biológico, ambiental ou estabelecido, bem como às suas famílias. Subjacente à nossa actuação, estão as perspectivas actuais em Intervenção Precoce, baseadas no modelo ecossistémico e no modelo transaccional que realçam o papel dos diferentes contextos de vida das crianças e o seu impacto no desenvolvimento. Estes são modelos conceptuais importantes para a teoria e prática da Intervenção Precoce (IP), nomeadamente, para a compreensão da ecologia da família e a promoção de oportunidades de aprendizagem em contextos naturais (Bairrão & Almeida, 2003). Consideram-se contextos naturais ou normais, aqueles que são natural ou normalmente frequentados por crianças sem problemas de desenvolvimento. As crianças com necessidades educativas especiais, com idades compreendidas entre os 0 e os 6 anos, têm como contextos naturais de desenvolvimento, a família e a creche ou jardim-de infância. Assim, a intervenção precoce e este programa em particular, prevê uma actuação centrada na família e de natureza comunitária, assente em programas individualizados, desenvolvidos nos ambientes em que a criança habitualmente se encontra (Despacho Conjunto nº 891/99). 2. OBJECTIVOS 1- Criar condições facilitadoras do desenvolvimento global da criança, minimizando os problemas das deficiências ou o risco de atraso de desenvolvimento e prevenir eventuais sequelas.
2 Avaliação Elaboração do PIAF Apoio Pedagógico Especializado Apoio Terapêutico 2- Responder às necessidades da família e incrementar o reforço das suas capacidades e competências. Apresentação do Projecto aos Pais; Avaliação das Necessidades da Família; Acções de Formação/Sensibilização; Avaliação do projecto pelos Pais. 3- Promover o envolvimento da comunidade no processo de intervenção, fomentando a resposta integrada dos Serviços de educação, saúde, acção social e de outros parceiros comunitários. Contactos com os serviços da comunidade em intervenção com as crianças / famílias apoiadas pelo projecto. 4- Promover o desenvolvimento de práticas e ambientes educativos inclusivos. Apresentação do Projecto; Reuniões de equipa; Acções de formação às equipas do regular; Supervisão; Avaliação do Projecto. 5- Promover a formação técnica da equipa. Modelo Interdisciplinar / Transdisciplinar; Frequência de formações. 6- Apoiar o processo de transição das crianças/famílias para outros contextos educativos. Discutir com a Família questões relacionadas com a transição; Promover visitas ao novo contexto;
3 Contactos com a nova equipa. 3. COMO TRABALHAMOS Em conjunto com as famílias Em conjunto com os educadores Em conjunto com outros serviços da comunidade Directamente com a criança O esquema seguinte sintetiza a dinâmica do processo de atendimento à população elegível ao presente Programa. Sinalização Não precisa de Serviços especializados Encaminhamento Vigilância Primeiros contactos Avaliação Criança/família/Escola Planificação da avaliação Definição de objectivos Identificação de Recursos e Necessidades da Família Implementação Avaliação Quadro nº 3: Démarche do atendimento IP CAP Funchal
4 4- A EQUIPA A equipa procura trabalhar com base no modelo interdisciplinar, sendo constituída pelos seguintes técnicos: Educadoras Especializadas Terapeuta da Fala Terapeuta Ocupacional Fisioterapeuta Técnico Superior de Educação Especial e Reabilitação Técnica Superior de Serviço Social Psicóloga Genericamente, as funções de cada um destes técnicos são descritas de seguida: DISCIPLINA/ EQUIPA OBJECTIVO FUNCIONAL FUNÇÕES Apoio Pedagógico Especializado Assegurar um ambiente facilitador do desenvolvimento das competências sociais, motoras, de comunicação, de autonomia, cognitivas, comportamentais da criança e promover o auto- conceito, sentimentos de competência e de controlo e independência das crianças. 1. Avaliar o desenvolvimento da criança 2. Planear intervenções educativas 3. Fornecer serviços educativos 4. Coordenar apoios interdisciplinares 5. Implementar recomendações/orientações de outros técnicos 6. Avaliar as necessidades das famílias 7. Planear e implementar serviços de apoio à família 8. Avaliar a eficácia do programa
5 Psicólogo Obter um quadro compreensivo da criança e funcionamento familiar e identificar, implementar e/ou avaliar intervenções psicológicas 1.Avaliar as características psicológicas/comportamentais das crianças e/ou suas famílias 2. Identificar necessidades e recursos 3.Planear e desenvolver intervenções psicológicas/desenvolvimentais 4.Coordenar esforços interdisciplinares 5.Consultadoria com famílias e/ou outros profissionais 6.Delinear e implementar avaliações da eficácia dos programas Terapeuta da Fala Promover as competências de comunicação das crianças no contexto das interacções sociais com os pares, membros da família, na escola e na comunidade 1.Avaliar as competências de comunicação das crianças 2.Despistar crianças com problemas de comunicação 3.Recomendar, planear e/ou implementar intervenções 4.Reavaliar as crianças periodicamente 5.Consultadoria à família e/ou outros profissionais 6.Avaliar a eficácia da intervenção Terapeuta Ocupacional Promover o desenvolvimento emocional, físico e social das crianças através de actividades tais como o jogo e actividades da vida diária. 1.Avaliar o desempenho da criança no jogo, na autonomia pessoal, e na interacção com o ambiente físico e social 2.Desenvolver e implementar intervenções com o objectivo de promover competências sensório-motoras, físicas, emocionais, cognitivas e adaptativas. 3.Conceber e desenvolver equipamentos e ambientes adaptativos de modo a promover as capacidades funcionais e a interacção com o ambiente. 4.Consultadoria Fisioterapeuta Maximizar o desenvolvimento sensório motor e a organização neuro- comportamental das crianças com deficiência ou em risco 1.Avaliar e diagnosticar as competências motoras e o estado neuromuscular das crianças 2.Planear e implementar intervenções terapêuticas 3. Avaliar a eficácia da intervenção 4.Despistar disfunções neuromusculares e cardio-pulmonares 5.Desenvolver e monitorizar recomendações à família 6.Participar no planeamento interdisciplinar 7.Consultadoria a outros profissionais e membros da família 8.Recomendar equipamentos adaptados 9.Recomendar/implementar modificações ambientais
6 Técnico de Serviço Social Apoiar a família no seu contexto social de forma a que esta possa proporcionar à criança um ambiente adequado ao seu desenvolvimento 1. Avaliar a capacidade da família para gerir necessidades básicas (alimentação, cuidados de saúde, emprego, etc.) 2. Mobilizar as famílias para redes de apoio disponíveis (família alargada, grupos da comunidade, amigos, serviços) incluindo a avaliação e fortalecimento dos recursos da família 3. Despistar eventuais situações de abuso e negligência 4. Avaliar e disponibilizar serviços relacionados com problemas no funcionamento familiar 5. Defender os direitos da família e o acesso a serviços da comunidade 6. Servir como gestores de caso 7. Consultadoria a outros profissionais relativamente a questões familiares 8. Planear e implementar serviços para a família tais como grupos de pais. Técnico Psicomotricidade Identificar problemas de desenvolvimento e de maturação psicomotora, de comportamento, de aprendizagem e de âmbito afectivo, com vista a promover a expressão motora adequada. 1. Avaliar o desenvolvimento psicomotor da criança, com base numa visão holística do ser humano 2. Planear e intervir no âmbito da motricidade humana 3. Prestar consultadoria a outros profissionais 4.Promover adaptações envolvimentais com vista a maximizar respostas terapêuticas decorrentes da intervenção. 5. Planear e implementar em equipa a avaliação da eficácia da intervenção. Quadro nº 2: Âmbito funcional dos técnicos do Programa 5- ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS Entre as actividades desenvolvidas no âmbito do Projecto de Intervenção Precoce seleccionamos as seguintes: Acções de Formação/Sensibilização dinamizados: Reunião mensal de carácter formativo com as educadoras do JI D. Livia Nosolini (iniciadas no último trimestre de 2006). Temáticas Abordadas: Trissomia 21 Autismo Maus-tratos a crianças/institucionalização Alterações alimentares
7 Alterações Comportamentais Acção de Sensibilização Medos na Infância que decorreu no Infantário O Girassol, no dia 16 de Maio de 2007 com a duração de uma hora e trinta minutos, dirigida a toda a comunidade educativa (pessoal docente, não docente e pais). Seminário Intervenção Precoce que decorreu nos dias 23 e 24 de Maio de 2007 num total de 4 horas dirigido a uma turma do 3º ano do curso de Licenciatura em Psicologia da Universidade da Madeira. Temáticas Abordadas: Modelos Teóricos de Referencia em Intervenção Precoce Implicações para a Prática (Práticas recomendadas): o Trabalho de Equipa o Abordagem Centrada na Família o A avaliação numa perspectiva ecológica o A Inclusão O Projecto de Intervenção Precoce do Centro de Apoio Psicopedagógico do Funchal Acção de Formação Perturbações Desenvolvimentais da Infância dirigida a educadores de infância dos Infantários apoiados pelo PIP do CAP Funchal, que decorreu no dia 19 de Junho de 2007 Acção de Sensibilização Jogo e Imaginação: Contributos para o desenvolvimento das crianças que decorreu no Infantário D. Livia Nosolini, no dia 28 de Junho de 2007 com a duração de uma hora e trinta minutos, dirigida a toda a comunidade educativa (pessoal docente, não docente e pais). Fotos que podem ser usadas
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