Dimensionamento de uma parede de conteção ancorada
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- Rafael Belém Leveck
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1 Manual de engenharia No. 5 Atualização: 11/2016 Dimensionamento de uma parede de conteção ancorada Programa: Projeto de Contenções Arquivo: Demo_manual_05.gp1 Neste capítulo, vamos mostrar como dimensionar uma parede de contenção ancorada por uma linha de ancoragens. Tarefa Dimensione uma parede de retenção com uma linha de ancoragens, executada com estacasprancha tipo VL 602 (aço S240 GP), segundo a Norma EN (EC 7-1, DA3). A profundidade da vala é 5.0 m. A linha de ancoragens está 1.5 m abaixo da superfície. Os solos, perfil geológico, nível freático e forma do terreno são iguais aos da tarefa anterior. Remova a etapa de construção 2, uma vez que não vamos considerar a ocorrência de inundações. Considere a redistribuição dos empuxos de terra devido às ancoragens. Utilize um empuxo de terra ativo aumentado devido à limitação da deformação da estrutura (coeficiente de empuxo ativo aumentado igual a 0.25). Esquema da cortina de estacas-prancha ancorada tarefa 1
2 Análise Para resolver este problema, vamos utilizar o programa GEO5 Projeto de Contenções. Neste texto, vamos explicar cada passo deste exemplo: Análise 1: situação de projeto permanente parede fixada na base Análise 2: situação de projeto permanente parede rotulada na base Verificação da secção transversal Verificação da estabilidade Resultados da análise (conclusão) Introdução de dados Mantenha as janelas Configurações, Perfil, Solos e Atribuir inalteradas em relação ao problema anterior. Na janela Geometria, introduza a profundidade da vala como 5.0 m e escolha o tipo de estaca-prancha VL 602. Janela Geometria profundidade da vala e seleção da secção transversal 2
3 Abra a janela Ancoragem e clique no botão Adicionar. Neste caso, adicione um linha de ancoragens a 1.5 m de profundidade, abaixo do topo da parede, com um espaçamento entre ancoragens de 2.5 m. Defina, também, a inclinação das ancoragens (15 graus). Janela Ancoragem caixa de diálogo Nova ancoragem Nota: O comprimento das ancoragens não tem influência na análise das forças internas, no programa Projeto de Contenções, servindo apenas para efeitos de visualização. Apenas tem influência na estabilidade global, no programa Estabilidade de Taludes. Agora, passamos à janela Determinação da pressão. Nesta janela, temos que definir o tipo de redistribuição de pressões atuantes na estrutura. Também é necessário determinar se a pressão redistribuída atua apenas até à profundidade da fundação ou se atua até ao ponto de pressão nula. Nota: No ponto nulo, o valor da pressão passiva à frente da estrutura é igual ao valor do empuxo atrás da parede o somatório da pressão neste ponto é igual a zero. 3
4 Janela Determinação da pressão No nosso exemplo (parede ancorada com uma linha de ancoragens), é recomendável utilizar uma redistribuição retangular com um pico no local da ancoragem (o mesmo para estruturas suportadas). Nota: A redistribuição de empuxos de terra (devido a ancoragens) permite descrever melhor o carregamento real de uma estrutura. A redistribuição é recomendável para pressões ativas e ativas aumentadas. Para pressões em repouso, a redistribuição não é apropriada. Apenas o empuxo de terra base (calculado a partir do perfil geológico sem considerar a influência do nível freático ou de sobrecargas) é redistribuída. Pode ser encontrada mais informação na Ajuda do programa (F1). Seguidamente, é necessário selecionar o tipo de pressão atuante na estrutura. Consideramos uma pressão ativa aumentada com coeficiente igual a Nota: O coeficiente da pressão ativa aumentada determina o rácio entre a pressão em repouso e a pressão ativa aumentada. No nosso problema, 25 % da pressão ativa aumentada consiste em pressão em repouso e 75 % deve-se à pressão ativa. Pode ser encontrada mais informação na Ajuda do programa (F1). 4
5 Nota: Na parte direita do ecrã, é possível visualizar a pressão atuante. A pressão original é exibida a verde, a pressão redistribuída a laranja e a influência da sobrecarga e do nível freático a azul. A pressão total é exibida a preto. Janela Determinação da pressão pressões atuantes Saltamos as janelas Material, Suportes, Apoios, Terreno, Nível freático, Sobrecarga, Forças aplicadas, Sismo e Configurações da etapa e passamos à janela Análises. Nesta janela, vamos realizar a análise para uma parede rotulada na base e para uma parede fixada na base. 5
6 Análise No. 1 parede rotulada na base Na janela Análise, selecione o tipo de apoio na base da parede. Para esta análise, selecione parede rotulada na base. Agora, execute a análise. Janela Análises Etapa de construção 1 (parede rotulada na base) No nosso caso, é necessário conhecer a profundidade da cortina de estacas-prancha embutida no solo e, também, a força de ancoragem. Para uma parede rotulada na base, os valores são: Janela Análises (1) caixa de diálogo Em detalhe 6
7 Agora, realize uma análise para a parede fixada na base (análise No. 2). Seguidamente, compare os resultados e, dependendo da comparação destes, dimensione e profundidade embutida no solo. Análise No. 2 parede fixada no solo Agora, adicione uma nova análise na parte superior esquerda da janela. Selecione a opção parede fixada na base e realize a análise. Janela Análises Etapa de construção 2 (parede fixada na base) Para uma parede fixada na base, os valores são: Janela Análises (2) caixa de diálogo Em detalhe 7
8 Verificação da secção transversal A verificação da secção transversal é realizada automaticamente para os valores máximos das forças internar, de todas as etapas de construção e análises. Janela Dimensionamento Podemos verificar que o tipo de estaca-prancha selecionado (VL 602) é satisfatório para todas as verificações. Caso os resultados da verificação não sejam satisfatórios, é necessário alterar o tipo de secção transversal na janela Geometria. Verificação da estabilidade Na janela Estabilidade, o programa mostra o intervalo de profundidade da estrutura no solo recomendado, A profundidade total da estrutura no solo deve estar dentro do intervalo H fixed 8
9 H hinged. Para uma parede fixada na base, a profundidade da estrutura é superior, mas a força de ancoragem é menor. Para uma parede rotulada na base, verifica-se o oposto, com a força de ancoragem a ser superior e a profundidade da estrutura a ser menor. Na nossa tarefa, a profundidade da estrutura no solo deve corresponder a um valor entre 3.61 m e 7.06 m. Uma vez que as forças de ancoragem não diferem muito (370 kn vs. 300 kn), é mais eficiente optar pelo dimensionamento de uma estrutura de menores dimensões, economizando no material das estacas-prancha. Por esta razão, definimos a profundidade da estrutura como 3.7 m. Cabe sempre ao usuário definir as dimensões da estrutura. Janela Estabilidade Seguidamente, é necessário introduzir o valor da força expectável nas ancoragens. Estas forças foram calculadas como aproximadamente 370 kn, sendo que iremos considerar a força de ancoragem como 400 kn. Esta força pode ser transferida, juntamente com outros dados, para o programa Estabilidade de Taludes, ao clicar no botão Estabilidade de taludes. 9
10 Programa Estabilidade de Taludes análises Resultados na análise e conclusão No nosso dimensionamento, utilizamos estacas-prancha do tipo VL 602 em aço S 240 GP, com uma altura total de 8.7 m e ancoragens com 400 kn de força e espaçamento de 2.5 m. Também é possível verificar este dimensionamento no programa Verificação de Contenções. Se não for desejado voltar a modelar esta tarefa no programa Verificação de Contenções, é possível copiar todos os dados a partir do programa Projeto de Contenções e transferi-los para o programa Verificação de Contenções, através do botão Dados para Verificação de Contenções. 1
11 Nota: É importante verificar a estrutura ancorada no programa Verificação de Contenções, que fornece informações acerca da deformação da estrutura, verifica a estabilidade interna e a c a p a c i d a d e d e s u p 1
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