UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - UNESP.
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- Lavínia Veiga Guterres
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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - UNESP. CAMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA - FCT. CURSO: Matemática DISCIPLINA: Desenho Geométrico e Geometria Descritiva ALUNO (A):... Profª.: Dalila Espinhosa 2007
2 GEOMETRIA DESCRITIVA Generalidades A Geometria Descritiva tem por finalidade representar no plano as figuras do espaço, de modo a podermos, com o auxílio da geometria plana, estudar suas propriedades. A Geometria Descritiva atinge suas finalidades utilizando-se um sistema de projeção, que permite representar no plano as figuras do espaço. O sistema de projeção, utilizado na Geometria Descritiva, é o de projeção cilíndrica ortogonal. Este sistema será abordado após definirmos sistemas de projeção. Introdução ao desenho projetivo Os elementos a serem considerados na Geometria Descritiva são: 1. Objeto Descritivo: elemento que se estuda; 2. Plano de Projeção: plano no qual se projeta o objeto descritivo; 3. Projetantes: reta que passa pelo ponto no espaço se dirigindo ao plano de projeção (une o ponto no espaço ao plano de projeção). Sistema de Projeção Dizemos que uma figura do espaço se projeta de um ponto O sobre um plano π, que não contém o ponto O, quando determinamos, sobre o plano π as interseções dos vários raios projetantes determinados pelo centro de projeção O e pelos pontos da figura. 01 Sistemas de Projeção Geom. Descr.
3 De acordo com a posição ocupada pelo centro de projeção (finito ou infinito), os sistemas de projeção se classificam em: 1. Sistema de Projeção Central, Cônica ou Perspectiva; 2. Sistema de Projeção Cilíndrica. 1. Sistema de Projeção Central, Cônica ou Perspectiva. Este sistema de projeção é determinado pelo ponto O de projeção (posição finita) e pelo plano de projeção π. Vamos considerar a figura F a projetar. A figura F considerada é o triângulo ABC, cuja projeção sobre o plano π, feita do centro de projeção O, é o triângulo Aπ, Bπ, Cπ, que é a Figura Fπ. Com o centro de projeção O, ocupando uma posição finita, as projetantes resultam convergentes, razão pela qual este sistema é denominado de Central, Cônica ou Perspectiva. 2. Sistema de Projeção Cilíndrica Este sistema é determinado por: a. Uma direção de projeção λ. b. Um plano de projeção π, não paralelo à direção λ. O centro de projeção O está situado no infinito e as suas projetantes são representadas paralelas à direção λ. 02 Sistemas de Projeção Geom. Descr.
4 Podemos ter dois tipos de projeção cilíndrica: a. Projeção Cilíndrica Oblíqua; b. Projeção Cilíndrica Ortogonal. a. Projeção Cilíndrica Oblíqua λ = Direção de projeção, oblíqua ao plano, determinando o centro de projeção O (infinito); F = Figura a projetar; π = Plano de projeção; Fπ = Projeção de F segundo a direção λ sobre o plano π. A projeção da figura F sobre o plano π, feita do centro O (infinito) de projeção determinado pela direção λ, é a figura Fπ. A figura F considerada é o triângulo ABC. Sua projeção sobre o plano π feita do centro de projeção determinado pela direção λ é o triângulo Aπ, Bπ, Cπ, (projeção cilíndrica oblíqua). 03 Sistemas de Projeção Geom. Descr.
5 b. Projeção cilíndrica Ortogonal λ = Direção de projeção, normal ao plano, determinando o centro de projeção O (infinito); F = Figura a projetar; π = Plano de projeção; Fπ = Projeção de F segundo a direção λ sobre o plano π. A projeção da figura F sobre o plano π, feita do centro O (infinito) de projeção determinado pela direção λ, normal ao plano de projeção, é a figura Fπ. A figura F considerada é o triângulo ABC, cuja projeção cilíndrica ortogonal, sobre o plano π, é o triângulo Aπ, Bπ, Cπ. Este último sistema foi adotado por Gaspar Monge, idealizador da Geometria Descritiva. Nomenclatura Convencional Adotada Plano: Letra Grega (π) Ponto no Espaço: Letras maiúsculas (A) Ponto Projetado: Letras maiúsculas acrescidas de índice (A 1 ) 04 Sistemas de Projeção Geom. Descr.
6 Planos Projetantes: PH - Plano Horizontal (π 1 ) PV - Plano Vertical (π 2 ) Interseção do PV (π 2 ) com PH (π 1 ) = Linha de Terra (LT) Reta no Espaço: Letra minúscula (r) Reta Projetada: Letra minúscula acrescida de índice 1 ou 2. Exemplo: No PV (π 2 ) = a 2 Diedros: Algarismos Romanos No PH (π 1 ) = a 1 Verdadeira Grandeza: VG GASPAR MONGE ( ) Histórico É considerado o Pai da Geometria Descritiva. Desde jovem, Monge utilizava este método gráfico na solução de problemas relacionados com fortificações e armamentos, enquanto seguia estudos militares na França. Foi repreendido pelo seu mestre a não resolver problemas pelo então coerente e tedioso processo matemático. Somente depois de longas explicações e comparações das soluções de ambos os métodos foi capaz de convencera seus mestres de que seus métodos gráficos poderiam ser utilizados para resolução de problemas, em um tempo muito menor. Este método foi então superior à solução matemática, o qual permaneceu durante quinze anos como segredo militar, antes que se permitisse ensiná-lo como parte do plano técnico de estudos. Monge chegou a ser conselheiro científico e matemático de Napoleão durante seu reinado, General e Imperador da França. A Geometria Descritiva pode ser definida como projeção de figuras tridimensionais sobre o plano bidimensional do papel de tal forma que permite manipulações geométricas condizentes à determinação de longitudes, formas e outras informações descritivas das figuras. 05 Método Mongeano de Projeção Geom. Descr.
7 MÉTODO MONGEANO DE PROJEÇÃO (Sistema de projeção cilíndrico ortogonal adotado por Monge) Estudo do ponto - Alfabeto do ponto A projeção de um ponto é o pé da perpendicular baixada do ponto ao plano (sistema de projeção cilíndrica ortogonal). A projeção do ponto A sobre o plano π é o ponto Aπ, pé da perpendicular baixada do ponto ao plano π. Devemos observar que somente uma projeção Aπ, do ponto A não basta para fixar sua posição no espaço, pois, qualquer ponto como o ponto B pertencente à reta AAπ, terá sua projeção Bπ coincidente com Aπ. Para fixar a posição de um ponto no espaço, Gaspar Monge criou o método de dupla projeção cilíndrica ortogonal, ou método mongeano de projeção, utilizado na Geometria Descritiva, que emprega dois planos perpendiculares entre si, sobre os quais se projeta o ponto ortogonalmente. Esses dois planos de projeção, perpendiculares entre si, são os planos horizontal de projeção π 1 e vertical de projeção π 2. A intersecção do plano horizontal com o plano vertical, chama-se Linha de Terra, que será indicada por LT, ou para simplificar, por dois traços paralelos à Linha de Terra, conforme figura abaixo: 06 Projeções: estudo do ponto Geom. Descr.
8 A linha de terra sendo a intersecção do plano vertical π 2, com o plano horizontal π 1 pode ser indicada também por LT= π 2 π 1. A projeção de um ponto A recebe o nome do plano em que este é projetado. Assim a projeção vertical de um ponto A é efetuada sobre o plano vertical π 2 e será indicada por A 2. A sua projeção horizontal é efetuada sobre o plano horizontal π 1 e indicada por A 1. Na figura anterior estão representados um ponto A do espaço e também: a. PH - Plano horizontal de projeção; b. PV - Plano vertical de projeção; c. A1 - Projeção do ponto A no plano horizontal; d. A2 - Projeção do ponto A no plano vertical; e. AA1 - Cota do ponto A = A2 A0 = dist. do ponto A ao plano horizontal; f. AA2 - Afastamento do ponto A = A1 A0 = dist. do ponto A ao plano vertical; Os centros de projeção são os pontos O 1 e O 2, definidos pelas direções de projeção γ 1 e γ 2. Por convenção considera-se o observador colocado no 1º diedro. O ponto A está situado sobre as retas AA2 e AA1, estando sua posição, no espaço, determinada pelas duas projeções A2 e A1. Os planos de projeção ortogonais entre si determinam quatro diedros no espaço. 07 Projeções: estudo do ponto Geom. Descr.
9 Resultam os semi-planos de projeção: PHA = π 1 A - Plano horizontal Anterior; PHP = π 1 P - Plano horizontal Posterior; PVS = π 2 S- Plano vertical Superior; PVI = π 2 I - Plano vertical Inferior; OBS.: Os semi-planos são denominados de Planos, para simplificação. Para passarmos da figura do espaço para o plano, efetuamos o rebatimento do PH, sobre o PV até que ambos coincidam (rotação de 90º em torno da Linha de Terra, abrindo o I diedro). O ponto A no espaço será representado por (A 2, A 1 ) conforme figura abaixo: LT º A 2 A 0 º A 1 Sendo: A2A0 = Cota do ponto; A1A0 = Afastamento do ponto: A figura acima é denominada de épura do ponto A do espaço. OBS.: Existe outra convenção denomina as projeções do ponto A de (a, a ) ou (a, a) sendo a sua projeção vertical e a sua projeção horizontal. ÉPURA Definição: é a representação da figura por suas projeções, após o rebatimento do PH sobre o PV. Ler uma épura é objetivar os dois planos de projeção, ortogonais entre si, e a figura do espaço que a mesma representa. Linha de Chamada Definição: é a reta da épura perpendicular à Linha de Terra, unindo as duas projeções do ponto. 08 Projeções: estudo do ponto Geom. Descr.
10 Afastamento Definição: é a distância do ponto ao plano vertical de projeção. O afastamento do ponto será positivo quando se encontrar na porção anterior (π 1 A), será nulo quando estiver no plano de projeção π 2, será negativo quando estiver na porção posterior (π 1 P). π 2 A 1 (-) A 1 (0) A 1 (-) Cota Definição: é a distância do ponto ao plano horizontal de projeção. A cota do ponto será positiva quando estiver na porção superior do plano(π 2 S), será nula quando estiver no plano horizontal de projeção π 1, será negativa quando estiver na porção inferior (π 2 I). Assim, o ponto poderá ocupar nove posições diferentes em relação aos planos de projeção. Posições do Ponto Posição Afastamento Cota 1º Diedro + + 2º Diedro - + 3º Diedro - - 4º Diedro + - PH Anterior + nula PH Posterior - nula PV Superior nulo + PV Inferior nulo - Ponto na LT nulo nula OBS.: A cota de um ponto qualquer do espaço é igual, na épura, à distância de sua projeção vertical à LT. O afastamento de um ponto qualquer do espaço é igual, na épura, à distância de sua projeção horizontal à LT. 09 Projeções: estudo do ponto Geom. Descr.
11 EXERCÍCIOS: 1) Executar a leitura (perspectiva) e a épura das posições que um ponto pode ocupar, no espaço, em relação aos dois planos de projeção (PH e PV). I Diedro- afastamento (+) e cota (+) II Diedro - Afastamento (-) e cota (+) 10 Estudo do ponto, exercícios. Geom. Descr.
12 III Diedro - afastamento (-) e cota(-) IV Diedro - afastamento (+) e cota (-) 11 Estudo do ponto, exercícios. Geom. Descr.
13 PH anterior - afastamento (+) e cota (nula) PH posterior - afastamento (-) e cota (nula) 12 Estudo do ponto, exercícios. Geom. Descr.
14 PV superior - afastamento (nulo) e cota (+) PV inferior - afastamento (nulo) e cota (-) 13 Estudo do ponto, exercícios. Geom. Descr.
15 Ponto na Linha de Terra - afastamento (nulo) e cota (nula) 2) Determine as projeções dos pontos abaixo. (leitura e épura) A (50,20) mm 14 Estudo do ponto, exercícios. Geom. Descr.
16 B (-30,10) mm C (-30, -10) mm 15 Estudo do ponto, exercícios. Geom. Descr.
17 D (30,-20) mm E (30,0) mm 16 Estudo do ponto, exercícios. Geom. Descr.
18 F (-20,0) mm G (0,0) mm 17 Estudo do ponto, exercícios. Geom. Descr.
19 CONVENÇÕES PARA EXECUÇÃO DO DESENHO EM ÉPURA Na solução de um problema, na épura, devem ser observadas as seguintes convenções: (linha cheia) - dados e resultados; (traço e ponto) - linhas auxiliares e de construção; (tracejada) - linhas de chamada; (pontilhada) - linhas invisíveis. Devemos observar também que os planos de projeção são considerados opacos. Assim, somente são visíveis as figuras situadas no 1º diedro, pois o observador, por convenção, esta situado neste diedro. A observação sistemática destas convenções só trará benefícios ao estudante, pois em problemas mais complexos, simplificará não só a execução, mas também a leitura da épura. Outra regra que auxiliará o estudante é fazer com que, em problemas no 1º diedro, não haja superposição de retas traçadas em projeção horizontal, com retas traçadas em projeção vertical ( a não ser que haja necessidade disto). Esta superposição só servirá para sobrecarregar a épura, e trazer dificuldades desnecessárias. Em épuras feitas a lápis, as linhas de chamada poderão ser feitas em tracejado ou traço fino que não sobrecarregue o desenho. 18 Projeções: Estudo do Ponto. Geom. Descr.
20 PONTO DADO POR 3 COORDENADAS Para que a posição do ponto fique perfeitamente definida, usa-se um terceiro plano de projeção chamado Plano Lateral (π3), que é perpendicular ao aos planos π1 e π2. A distância do ponto ao PL (π 3 ) é chamada Abcissa, e na épura é marcado na Linha de Terra. A intersecção dos planos PH, PV e PL é um ponto: ponto zero, origem das três coordenadas. A projeção do ponto no Plano Lateral será designadas pela letra maiúscula correspondente acrescida do índice 3, (exemplo: A 3 ). A abcissa será positiva quando o ponto se encontrar à direita do PL, e negativa quando o ponto estiver à esquerda, e nula quando estiver no PL. 19 Projeções: Estudo do Ponto. Geom. Descr.
21 Também o PL será rebatido até coincidir com o PV. Esse rebatimento será no sentido horário, se a abcissa for positiva, e anti-horário se for negativa. Rebatimento do PL considerando-se um ponto de abcissa negativa. Leitura: Épura: 20 Projeções: Estudo do Ponto. Geom. Descr.
22 EXEMPLO: Determinar as projeções dos pontos dados; resolução em épura e leitura (perspectiva). A (-30, 40,20) Épura: (sem escala) A2 A3 20 L -30 A0 40 T A1 Leitura: (sem escala) PV A3 PL A2 A A0 A1 PH LT 21 Projeções: Estudo do Ponto. Geom. Descr.
23 EXERCÍCIOS: 1) Determinar as projeções dos pontos abaixo, em épura e leitura. A (-30, -40, 20) mm Leitura: Épura: 22 Estudo do ponto, exercícios. Geom. Descr.
24 B (-30, -40, -20) mm Leitura: Épura: 23 Estudo do ponto, exercícios. Geom. Descr.
25 C (-30, 40, -20) mm Leitura: Épura: 24 Estudo do ponto, exercícios. Geom. Descr.
26 D (30, 20, 20) mm Leitura: Épura: 25 Estudo do ponto, exercícios. Geom. Descr.
27 E (0, 20, -20) mm Leitura: Épura: 26 Estudo do ponto, exercícios. Geom. Descr.
28 2) Determinar as projeções do triângulo A, B, C, em épura e leitura. A (-60, 20, 20) mm B (-40, 20, 40) mm C (-20, 20, 20) mm 27 Estudo do ponto, exercícios. Geom. Descr.
29 ESTUDO DA RETA Alfabeto da reta Posições que uma reta pode ocupar em relação aos planos de projeção. Teorema: um ponto pertencendo a uma reta, suas projeções pertencem às projeções de igual nome da reta. OBS:. a recíproca nem sempre é verdadeira. Teorema: a projeção de uma reta sobre um plano não perpendicular à mesma, é uma reta. Notação: a reta situada no espaço será indicada por letra latina minúscula. (Ex.: reta r ) A projeção da reta sobre um plano será indicada pela letra latina minúscula que a individualiza, acrescida do índice que identifica o plano de projeção. (Ex.: proj. de r em π1 => r1) Projeção de uma reta A projeção de reta AB, sobre π, feita do centro O (infinito) dado pela direção γ fica determinada pelas projeções de dois de seus pontos, sobre o mesmo plano, como por exemplo os pontos A e B, cujas projeções são Aπ e Bπ. A projeção da reta AB sobre π será Aπ Bπ. A, B, Aπ e Bπ é o plano projetante da reta, que denomina-se plano de projeção vertical. OBS.: o estudante conhece perfeitamente a diferença que existe entre reta e segmento de reta. No presente estudo iremos, em vários problemas, confundir porém, as palavras reta e segmento de reta, para facilidade de expressão. O (infinito) γ A r B Aπ rπ π Bπ 28 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
30 Reta Qualquer em Mongeana Vamos considerar uma reta AB do espaço. O plano A B A2 B2, é o plano Φ denominado projetante de topo da reta. O plano A B A1 B1 é o plano λ denominado projetante vertical da reta. A projeção vertical da reta é feita sobre o PV e é representada pela projeção de dois pontos, A2 e B2, ou por uma letra minúscula, com índice, r2. Analogamente, a projeção horizontal da reta é feita sobre o PH e é representada por A1 B1, ou r1. Representa-se pois: A B (A2 B2 A1 B1), ou A B = (r2, r1) ou (A2 B2, A1 B1) ou (r2, r1). PV λ B2 (B) r2 (r) Φ A2 (A) A1 (r1) B1 PH LT A épura correspondente a figura anterior, é a figura a seguir, na qual A2 B2 ou r2 é a projeção vertical da reta AB e A1B1 ou r1 é a sua projeção horizontal. Épura: 29 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
31 Traços de uma reta Traços de uma reta são os pontos de intersecção da mesma com os planos de projeção. Notação: traços de reta. Os traços de um reta com os planos de projeção serão designados sempre pelas retas V (traço vertical) e H (traço horizontal). Os ângulos serão designados por letras gregas minúsculas com indicação de ângulo. (α, β, δ) Uma reta fica determinada quando se tem: a. dois pontos (por dois pontos pode-se traçar uma única reta) b. um ponto e uma reta direção ( por um ponto pode-se traçar uma única reta paralela a uma direção dada) r A B A r γ Relação entre Ponto e Reta Um ponto pertence a uma reta quando suas projeções estão situadas nas projeções de mesmo nome, da reta. OBS.: Projeção vertical do ponto (Aπ2) na projeção vertical da reta (rπ2). PV r 2 (r) B 2 (B) C 2 (C) A 2 D 2 (A) (D) r 1 B 1 D1 LT A 1 C 1 PH 30 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
32 em épura: Em relação a um plano a reta pode ocupar três posições: a. paralela b. perpendicular c. oblíqua a. Paralela: a projeção da reta é igual a reta no espaço (verdadeira grandeza). b. perpendicular: a projeção da reta se reduz a um ponto. c. oblíqua: sua projeção é menor que o tamanho da reta no espaço. 31 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
33 O ângulo que a reta forma com um plano π (quando não for perpendicular) é igual ao ângulo que ela forma com sua projeção nesse plano. Retas Notáveis Em relação aos planos de projeção ( π1, π2) a reta pode ocupar várias posições; posições essas que determinam nomes e propriedades particulares. 1. Reta qualquer É a reta oblíqua aos planos de projeção (π1, π2). Sua épura é caracterizada por possuir ambas as projeções (r1, r2) oblíquas à linha de terra. Leitura: Épura: 32 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
34 2. Reta horizontal (ou de nível) É a paralela ao plano horizontal (π1) e oblíqua ao plano vertical (π2). Sua épura é caracterizada por possuir a projeção vertical (r2) paralela à linha de terra (LT) e a projeção horizontal (r1) oblíqua a essa mesma linha. A projeção horizontal representa a verdadeira grandeza (V.G.). Leitura: Épura: 3. Reta frontal (ou de frente). É a reta paralela ao plano vertical (π2) e oblíqua ao plano horizontal (π1). Sua épura é caracterizada por possuir a projeção horizontal (r1) paralela à linha de terra (LT) e a projeção vertical (r2) oblíqua a essa mesma linha. A projeção vertical (r2) representa a V. G. Leitura: 33 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
35 Épura: 4. Reta Fronto - Horizontal (paralela à linha de terra) É a reta paralela simultaneamente aos dois planos de projeção (π1, π2). Sua épura é caracterizada por possuir ambas as projeções (r1, r2) paralelas à linha de terra. Qualquer das projeções, representa a verdadeira grandeza (V. G.). Leitura: Épura: 5. Reta vertical É a reta perpendicular ao plano horizontal. Sua épura é caracterizada por possuir a projeção horizontal (r1) reduzida a um ponto e a vertical perpendicular à linha de terra (L.T.); e que representa a V.G. Leitura: 34 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
36 Épura: 6. Reta de topo Inversamente à reta vertical, a reta de topo é a reta perpendicular ao plano vertical. Sua épura caracteriza-se por possuir a projeção vertical (r2) reduzida a um ponto e a projeção horizontal (r1) perpendicular à linha de terra, que representa a verdadeira grandeza. Leitura: Épura: 35 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
37 7. Reta de Perfil É a reta perpendicular (ou ortogonal) à linha de terra. É toda reta contida num plano de perfil. OBS.: a determinação dos traços da reta de perfil será objeto de estudo no desenvolver do programa. Leitura: Épura: 8. Reta pertencente ao PH É uma reta horizontal de cota nula. Esta reta tem as mesmas propriedades da horizontal, tendo sua projeção vertical sobre a LT. Leitura: Épura: 36 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
38 9. Reta pertencente ao PV. Leitura: É uma reta frontal de afastamento nulo (projeção horizontal coincidente com a LT). Épura: 10. Reta pertencente ao 1º Bissetor Todo ponto de uma reta do 1º bissetor tem afastamento igual a cota, e todo ponto de uma reta do 1º bissetor tem cota e afastamento iguais. Logo, toda reta do 1º bissetor tem suas projeções fazendo igual ângulo com a LT. mesma. Suas projeções A2B2 e A1B1 fazem o mesmo ângulo α com a L.T., sendo simétricas em relação a A1A0. Um ponto qualquer sobre a reta AB, como o ponto A, tem cota e afastamento iguais, ou A2A0 = 37 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
39 Leitura: π2 1º Bissetor A2 A2 A (r) 45º A1 B=B1=B2 π1 LT Épura: A2 LT α A0 B2=B1 α A1 11. Reta pertencente ao 2º Bissetor Toda reta do 2º bissetor tem as duas projeções coincidentes, em épura. B2=B1 A2=A1 r2=r1 LT A0 B0 A figura acima é a épura de uma reta AB, pertencente ao 2º bissetor. 38 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
40 12. Reta de maior declive Reta de maior declive de um plano γ é a reta deste plano que forma com a sua projeção horizontal o maior ângulo possível. O maior ângulo que uma reta de um plano γ faz com o PH é igual ao ângulo entre esses dois planos, chamado de ângulo diedro. Sabemos que, para determinar o ângulo diedro de dois planos (no caso o ângulo α entre o plano γ e o PH) devemos cortá-los por um plano β, perpendicular à intersecção dos mesmos. Então, chamando-se AB a intersecção de γ com o PH e cortando-se o diedro (γ, PH) por β, perpendicular à AB, obtemos a reta MN, que faz com M1N1, sua projeção horizontal, o ângulo a em questão, que é o ângulo do diedro em causa. Assim MN é uma reta de maior declive do plano γ. Conclusão: MN pertence ao plano β perpendicular à AB, sendo AB uma reta horizontal. Esta reta tem as seguintes propriedades: 1. a reta de maior declive MN é perpendicular às retas horizontais do plano γ que o contém; 2. ela é suficiente para determinar o plano γ; 39 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
41 Na épura, se a reta (d2,d1) é uma reta de maior declive, uma horizontal (h2,h1) do plano, determinado pela reta de maior declive, tem a sua projeção horizontal h1 perpendicular à projeção horizontal d1 da mesma. 13. Reta de maior inclinação. É reta do plano γ que forma com sua projeção vertical o maior ângulo possível. Da mesma maneira que para a reta de maior declive, podemos concluir facilmente que a reta de maior inclinação tem as seguintes propriedades: 1. é perpendicular às retas frontais do plano γ; 2. é suficiente para determinar o plano γ. EXERCÍCIOS 1. Dar a épura das retas r e s, e defini-las quanto a posição: r - A (10,20,10) mm B (30,10,30) mm 40 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
42 s - X (-30, -20, -20) mm Y ( 0, -20, 30) mm 2. Determinar as projeções das retas, nos seguintes casos: (executar a épura e a leitura perspectiva) a) A(-60,40,30) mm ; B(-20,40,30) mm Leitura: 41 Estudo da reta, exercícios. Geom. Descr.
43 Épura: 42 Estudo da reta, exercícios. Geom. Descr.
44 b) A (40, 10, 40) mm Leitura: B (40, 60, 40) mm Épura: 43 Estudo da reta, exercícios. Geom. Descr.
45 c) A (-30, 30, 10) mm Leitura: B (-30, 40, 50) mm Épura: 44 Estudo da reta, exercícios. Geom. Descr.
46 d) A (-60, 10, 30) mm Leitura: B (-20, 40, 30) mm Épura: 45 Estudo da reta, exercícios. Geom. Descr.
47 e) A (-60, 30, 10) mm Leitura: b (-20, 30, 40) mm Épura: 46 Estudo da reta, exercícios. Geom. Descr.
48 VERDADEIRA GRANDEZA DE SEGMENTO DE RETA Um segmento retilíneo projeta-se em verdadeira grandeza (V.G.) sobre todo plano que lhe é paralelo, na projeção cilíndrica. Um segmento (ou qualquer figura) somente projeta-se em V.G. num plano quando é paralelo a esse plano. - Segmento paralelo ao PH: π2 B2 A B A2 B2 A2 B1 π1 L T A1 A1 V.G. do ângulo da reta com o PV. B1 V. G. do segmento AB. - Segmento paralelo ao PV: Para a determinação da V.G. de um segmento AB, não paralelo ao plano de projeção deve-se notar o seguinte: a) o segmento AB no espaço é lado de um trapézio retângulo, cujas bases são as projetantes dos seus extremos e cujo outro lado é a sua própria projeção. (Em todo trapézio os lados paralelos são chamados bases). 47 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
49 b) o segmento AB no espaço é a hipotenusa de um triângulo retângulo que tem como catetos sua própria projeção e a diferença das projetantes. AB1 = AπBπ projeção de AB. BB1 = BBπ - AAπ. Ou seja a diferença das projetantes. α = ângulo que o segmento AB forma com o plano de projeção. Aplicando o conhecimento na leitura (perspectiva) e na épura: a) a determinação da V.G. do segmento e do ângulo que ele forma com o PH. 48 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
50 Exercício de Aplicação: Determinar a verdadeira grandeza (V.G.) dos segmentos abaixo, e dos ângulos que eles formam com os dois planos de projeção. Resolução em épura e leitura (perspectiva). A(-40, 0, 0) B(-10, 20, 20) 49 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
51 DETERMINAÇÃO DA VISIBILIDADE DA RETA Determinar a visibilidade de uma reta é definir os diedros pelos quais ela passa. Para isso, deve - se determinar, primeiramente, o(s) traços da reta. É visível, apenas o trecho da reta situado no primeiro diedro e os planos de projeção são considerados opacos e ilimitados. Assim, o problema de visibilidade recai no problema da determinação dos traços da reta. Traço de uma reta é o lugar onde ela fura o plano, assim: a) traço horizontal: é o lugar onde a reta fura o PH. Logo é um ponto de cota nula, e tem projeção vertical na LT. b) traço vertical: é o lugar onde a reta fura o PV. Logo é um ponto de afastamento nulo e tem projeção horizontal na LT. Obs.: Não esquecer que, quando um ponto pertence a uma reta sua projeção horizontal esta projeção horizontal da reta, e sua projeção vertical esta na projeção vertical da reta. 50 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
52 POSIÇÃO RELATIVA DAS RETAS Duas retas, consideradas uma em relação à outra, podem ser: a) coplanares: - paralelas; - concorrentes: - perpendiculares; - oblíquas. b) não coplanares: reversas. Retas coplanares são as que pertencem ao mesmo plano: - paralelas: estão no mesmo plano e não têm ponto em comum; - concorrentes: possuem ponto em comum. As retas concorrentes serão perpendiculares entre si, se encontrarem formando ângulos de 90º, caso contrário serão oblíquas. Retas reversas são as que não pertencem ao mesmo plano, não são paralelas e não possuem ponto em comum. Retas paralelas Duas retas são paralelas quando: a) suas projeções de mesmo nome são paralelas; b) num dos planos as projeções são paralelas e no outro são coincidentes; c) num dos planos as projeções são paralelas e no outro cada uma fica reduzida a um ponto. Representação das três condições, em épura e em perspectiva: a) 51 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
53 b) c) 52 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
54 Retas concorrentes Duas retas são concorrentes quando: a) suas projeções de mesmo nome se cortam numa mesma reta de chamada; b) num dos planos as projeções são concorrentes e no outro são coincidentes; c) num dos planos as projeções são concorrentes e no outro uma delas reduz-se a um ponto situado na projeção da outra. Representação das três condições, em épura e em perspectiva: a) 53 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
55 b) c) 54 Projeções: Estudo da reta Geom. Descr.
56 Alfabeto do Plano ESTUDO DO PLANO Traços de um plano Traços de um plano são suas intersecções com os planos de projeção, π1 e π2. O plano pode ser representado: a) pelos seus traços; b) por três pontos, não colineares; c) por um ponto e uma reta (quando o ponto não pertence à reta); d) por duas retas que se encontram; e) por duas retas paralelas; f) por sua reta de maior declive; g) por sua reta de maior inclinação. Os traços de um plano bastam para determina-lo. Estudaremos nesse primeiro momento apenas os planos representados pelos seus traços. OBS.: os planos do espaço serão designados pelas letras gregas minúsculas (α, β, γ...) Posições que um plano pode ocupar em relação aos planos de projeção 1. Plano qualquer É inclinado em relação ao PH, ao PV e ao PL. 55 Projeções: Estudo do Plano Geom. Descr.
57 Os traços de um plano são duas retas notáveis do mesmo. Conforme observamos, se um ponto A pertence a uma reta r, A2 pertencerá à r2 e A1 pertencerá à r1. Da mesma forma, um ponto A pertencendo ao traço vertical do plano α, A2 deve pertencer a α2 e A1 pertencerá à linha de terra. 2. Plano horizontal ou de nível É paralelo ao PH e tem traço vertical paralelo à linha de terra. 3. Plano frontal É paralelo ao PV e tem traço horizontal paralelo à linha de terra. 56 Projeções: Estudo do Plano Geom. Descr.
58 4. Plano de topo É todo plano perpendicular ao plano vertical de projeção. (perpendicular ao PV e inclinado ao PH) 5. Plano Vertical É todo plano perpendicular ao plano horizontal de projeção. (perpendicular ao PH e inclinado ao PV) 57 Projeções: Estudo do Plano Geom. Descr.
59 6. Plano de Perfil É todo plano perpendicular à linha de terra (paralelo ao PL). OBS.: toda figura que pertence a um plano α de perfil tem suas projeções sobre os traços do mesmo. 7. Plano de Rampa Pode ser chamado também de plano paralelo à linha de terra, ou ainda plano de ângulos complementares, porque α + β + 90º = 180º; logo α + β = 90º. É perpendicular ao PL e inclinado ao PV e ao PH. 58 Projeções: Estudo do Plano Geom. Descr.
60 Generalidades a) Por um ponto podemos traçar infinitas retas, por dois pontos podemos traçar uma única reta; b) Um ponto e uma direção também determinam uma reta, pois por um ponto dado, paralelamente à reta dada, pode-se traçar uma única reta. c) Por uma reta podemos traçar infinitos planos, porém, por duas retas concorrentes ou paralelas podemos traçar um único plano; isto é, duas retas concorrentes ou paralelas, determinam um plano. d) Um plano pertence a uma reta quando tem suas projeções nas projeções de mesmo nome da reta, isto é, a projeção vertical do ponto está na projeção vertical da reta e a projeção horizontal do ponto está no projeção horizontal da reta. e) Um ponto pertence a um plano, quando pertence a uma reta desse plano. f) Uma reta pertence a um plano, quando seus traços estão nos traços de mesmo nome do plano, isto é, traço vertical da reta está no traço vertical do plano e o traço horizontal da reta está no traço horizontal do plano. Se a reta tiver ao menos um traço, sua outra projeção será paralela ao traço do plano. (Ex.: a reta tem apenas o traço vertical. Então, sua projeção horizontal é paralela ao traço horizontal do plano. g) Os dois planos, horizontal e frontal, apresentam certa semelhança, pois o que acontece com o primeiro em relação ao PH, acontece com o outro em relação ao PV. Assim, as figuras do plano de nível tem projeção horizontal em V.G. e projeção vertical reduzida a uma reta coincidente com o traço vertical do plano. As figuras do plano frontal têm projeção vertical em V.G. e projeção horizontal reduzida a uma reta coincidente com o traço horizontal do plano. Intersecção de Planos Quando dois planos são secantes, isto é, se cortam ou se interceptam, essa intersecção é sempre uma reta, como podemos observar desde o início com a linha de terra que é a intersecção dos planos de projeções. 59 Projeções: Estudo do Plano Geom. Descr.
61 Para determinar a intersecção de dois planos, basta determinar dois pontos que sejam comuns a ambos os planos, ou apenas um ponto quando se conhece a direção da intersecção. Para facilitar o estudo, dividimos os diversos casos em três grupos a saber: 1º) ambos os planos são dados pelos seus traços (cruzando-se ou não nos limites da épura); 2º) apenas um dos planos é dado pelos seus traços; 3º) os planos não são dados pelos seus traços. π2 β π1 α LT Obs.: no estudo de intersecção de planos, deve-se ter em mente que a reta intersecção, sendo comum aos dois planos, deverá ser uma reta que neles possa estar contida. 60 Projeções: Estudo do Plano Geom. Descr.
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