CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS
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- Rachel Fagundes Mirandela
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1 CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DAS LÍNGUAS ROMÂNICAS P R O F A. D R A. L IL IA NE B A R R E IR O S (PPGE L - M E L / U E F S )
2 Textos: ELIA, Silvio. As Línguas Românicas. In:. Preparação à lingüística românica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1979, p ILARI, Rodolfo. A constituição das línguas nacionais. In:. Lingüística Românica. 3. ed. São Paulo: Ática, 2001, p VIDOS, Benedek Elemér. Considerações sobre a Origem das Línguas Românicas. In:. Manual de lingüística românica. Tradução de José Pereira da Silva. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1996, p VIDOS, Benedek Elemér. Dialetos e línguas românicas. In:. Manual de lingüística românica. Tradução de José Pereira da Silva. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1996, p
3 Vertical Classes Social Considerações sobre a Origem das Línguas Românicas Latim Vulgar (diferenciação) Horizontal Diferenças Geográficas
4 A partir do séc. III d.c. Roma deixa de ser uma grande potência Enfraquece o prestígio dalíngua literária Diminui a separação entre o latim clássico e o vulgar Aumenta os vulgarismos (romanismos)
5 Séc. V d.c. Queda do Império Romano A separação entre unidade e diversidade foi eliminada (culto versus popular)
6 ... a evolução natural das coisas traz consigo o rompimento da unidade do latim, favorecendo a sua diversificação (VIDOS, 1996, p. 207).
7 Resumindo... A história das línguas românicas é constituída por dois momentos fundamentais: Unificação X Fragmentação = predomínio da diversificação sobre a concentração
8 Resumindo... Esses dois momentos representam forças distintas que atuam no processo de variação e mudança linguística: força centrípeta (de fora para o centro) da conservação, da unificação (normalmente exercida pelas instituições e mecanismos sociais de poder); e força centrífuga (do centro para fora) de inovação, de diversificação (impulsionada pelas mudanças culturais, pelo uso cotidiano e pela interação com outras culturas).
9 Séc. V a XII d.c. Intenso processo de desenvolvimento das variedades do românico Dissolução da tradição linguística do latim centrífugo Dialetos românicos Línguas românicas Início de uma nova tradição
10 Séc. XV d.c. Formam-se as línguas românicas nacionais, porém o desenvolvimento dialetal continua até hoje.
11 Qual a diferença entre dialeto e língua?
12 Dialeto São falares regionais que apresentam entre si coincidência de traços linguísticos fundamentais; Não oferece unidade absoluta em todo o território (CÂMARA JR., 1956). Ex.: Brasil divisão dialetal entre o Norte e o Sul) NORTE Subdialetos (amazônico; nordestino) SUL Subdialetos (baiano; fluminense; mineiro; sulista)
13
14 Língua A língua nacional ou língua comum (a toda uma nação) compreende a língua escrita que serve para as relações escritas entre os membros de uma comunidade linguística (forma mais elevada língua literária) e a língua de uso, isto é, a variedade falada dalíngua escrita (VIDOS, 1996). Uma língua nacional é um idioma que responde a todas as necessidades de uma sociedade (ILARI, 2001, p. 215).
15 Falares Dialetos Língua
16 Dialeto românico versus Língua românica A essência de uma língua se determina não só pelo critério linguístico, mas ainda por fatores históricos, políticos, culturais e literários (VIDOS, 1996).
17 A linguística moderna reconhece que o status de língua e dialeto não é somente determinado por critérios linguísticos, mas é também o resultado de um desenvolvimento histórico, geográfico e sócio-político.
18 Fronteiras dialetais versus Fronteiras de línguas A diferença é quantitativa; Fronteiras dialetais são determinadas por fatores históricos e culturais; Fronteiras de línguas o laço causal histórico e os laços espirituais e culturais são mais fortes (VIDOS, 1996).
19 Classificação das Línguas Românicas A classificação das línguas românicas não pode ser uma classificação abstrata, lógico-matemática, mas apenas uma classificação histórica, traçada segundo as ciências do espírito. [...] ela pode ser feita não sobre uma base exclusivamente linguística, mas ainda e ao mesmo tempo histórica, política e cultural (VIDOS, 1996, p ).
20 Classificação das Línguas Românicas ª classificação - Frederich Diez Baseou-se no critério linguístico, na independência política dos povos românicos, no critério literário e no geográfico.
21 Diez começou estudando obras castelhanas antigas, depois passou para o provençal, em seguida, outras línguas românicas e, entre 1836 e 1843, publicou sua Gramática das Línguas Românicas, em três volumes; e em 1854, o Dicionário Etimológico das Línguas Românicas. Logo na primeira página de sua gramática, Diez faz derivar diretamente do latim vulgar as seis línguas românicas, que ele havia considerado como tais entre todas as variedades estudadas. O ponto de partida das línguas românicas é a língua falada pelos romanos, não a forma escrita, literária, diferentemente do que pensaram Dante Alighieri e Raynouard. Por isso, Diez é considerado o pai da filologia românica. (BASSETTO, 2001, p. 32).
22 Classificação de Diez GRUPO ORIENTAL GRUPO OCIDENTAL Italiano Romeno Norte Sul Francês Provençal (dialeto catalão) Português Espanhol
23 Classificação de Diez: o que faltou? Catalão (não era falado em território politicamente independente) Reto-românico (não era falado em território politicamente independente) Sardo (não era falado em território politicamente e literariamente independente) Dalmático (não era conhecido, foi extinto posteriormente)
24 Classificação de Diez ª edição Frederich Diez considera o Catalão como língua e independente.
25 Método histórico-comparativo É a fusão do método histórico (Grimm) com o comparativo (Bopp) no início do século XIX. O método histórico procura explicar as causas e/ou consequências dos fatos linguísticos através da observação de dois ou mais estágios cronológicos de uma língua comprovados em alguma forma de documento (normalmente um texto escrito).
26 Método histórico-comparativo O método comparativo é utilizado também para cotejar estágios de evolução de diversas línguas ou dialetos nas diferentes regiões em que são faladas ou documentadas. Utiliza-se um número exaustivo de casos semelhantes, estabelecem-se normas, regras ou leis que possibilitam a reconstituição de formas linguísticas não documentadas para explicar a etimologia de muitas palavras.
27 Método histórico-comparativo Trata-se, portanto, do método básico da linguística românica, a partir do qual todo o seu progresso se deu, pois os outros métodos e movimentos subsequentes surgiram para corrigir algum aspecto do método histórico-comparativo. É o mais importante método aplicável aos estudos diacrônicos da linguística românica.
28 Aplicação LATIM ITALIANO ESPANHOL FRANCÊS PORTUGUÊS amicum/amicus amico amigo ami? librum / liber libro libro livre? tempus tempo tiempo temps? manum/manus mano mano main? bucca bocca boca bouche? caballum/caballus cavallo caballo cheval? filium/filius figlio hijo fils? quattuor quattro cuatro quatre? facere fare hacer faire? dicere dire decir dire?
29 ... em português LATIM ITALIANO ESPANHOL FRANCÊS PORTUGUÊS amicum/amicus amico amigo ami amigo librum / liber libro libro livre livro tempus tempo tiempo temps tempo manum/manus mano mano main mão bucca bocca boca bouche boca caballum/caballus cavallo caballo cheval cavalo filium/filius figlio hijo fils filho quattuor quattro cuatro quatre quatro facere fare hacer faire fazer dicere dire decir dire dizer
30 Outras classificações...
31 WILHELM MEYER-LUBK (1920) Renovou a tese de Diez e estudou 9 línguas (do leste para o oeste): Romeno, Dalmático (falado ao longo da costa da Dalmácia) carac. italiano, Rético (relativo à antiga Récia - Suíça oriental), Italiano, Sardo (se desenvolveu de uma forma peculiar, em uma ilha isolada do continente: a Sardenha, na Itália), Provençal, Francês (Francês do Norte e Francês do Sudeste), Espanhol e Português.
32 WILHELM MEYER-LUBK Foi, no dizer Tagliavini, o maior teórico da linguística românica, após Diez. Explicou os fenômenos a partir das leis fonéticas. Também publicou um Dicionário Etimológico das Línguas Românicas e uma Gramática das Línguas Românicas Reconhece a independência do catalão e a relação com o espanhol. Não considera a totalidade dos idiomas falados na Península Ibérica.
33 WALTER VON WATEMBURG Retoma a distinção de Diez no que tange ao agrupamento* das línguas românicas em duas grandes divisões: *por semelhanças de aspectos internos e externos 1) România Ocidental: Portugal, Espanha, França e Norte da Itália; 2) România Oriental: Itália Peninsular, Romênia e antigo Dalmático, sendo que o Sardo ocupa uma posição intermediária.
34 ÂNGELO MONTEVERDI e CARLO TAGLIAVINI Reuniram as línguas românicas em alguns grupos, segundo as regiões: a) Balcano-românico: romeno; b) Italo-românico: dalmático, italiano, sardo e reto-romano; c)galo-românico: francês, franco-provençal e provençal (gascão); d) Ibero-românico: catalão, espanhol e português.
35 RAMÓN MENENDÉZ PIDAL Defende a individualidade do catalão. Fez uma reconstrução dasituação linguística napenínsula Ibérica, demonstrando com evidência a continuidade linguística desde a Catalunha e Aragão até Leão, Galiza e Portugal (VIDOS, 1996, p. 247).
36 As Línguas Românicas
37 CLASSIFICAÇÃO DAS LÍNGUAS ROMÂNICAS SALLES, Ricardo C. O Legado de Babel: as línguas e seus falantes. Dicionário descritivo das línguas indo-européias. Rio de Janeiro: Ao livro técnico, p Catalão, Dalmático, Espanhol, Francês, Franco-provençal, Galego, Italiano, Ladino ou reto-romano, Occitano ou provençal, Português, Romeno, Sardo.
38 Classificação das Línguas Românicas Espanhol Português Francês Italiano Romeno Principais Línguas Românicas hoje
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