Educação a distância dissensos e consensos
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- Marco Antônio Franco Cortês
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1 Reunião Conjunta das Regiões Sul e Sudeste do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais Educação a distância dissensos e consensos Arthur José Pavan Torres Conselho Estadual de Educação-SP
2 Histórico a partir da Reunião Conjunta
3 Questão Principal É possível e desejável construir uma proposta que permita uma instituição credenciada em um Estado atuar em outro, sem um novo pedido de credenciamento?
4 A legislação (Lei nº 9.394/1996) Art. 80. O Poder Público incentivará o desenvolvimento e a veiculação de programas de ensino a distância, em todos os níveis e modalidades de ensino, e de educação continuada. (Regulamento) 1º A educação a distância, organizada com abertura e regime especiais, será oferecida por instituições especificamente credenciadas pela União. 2º A União regulamentará os requisitos para a realização de exames e registro de diploma relativos a cursos de educação a distância. 3º As normas para produção, controle e avaliação de programas de educação a distância e a autorização para sua implementação, caberão aos respectivos sistemas de ensino, podendo haver cooperação e integração entre os diferentes sistemas. (Regulamento)
5 A legislação (Decreto 5.662/2005) Art. 11. Compete às autoridades dos sistemas de ensino estadual e do Distrito Federal promover os atos de credenciamento de instituições para oferta de cursos a distância no nível básico e, no âmbito da respectiva unidade da Federação, nas modalidades de: I educação de jovens e adultos; II educação especial; III educação profissional. 1º Para atuar em outra unidade da Federação em que estiver sediada, a instituição deverá solicitar credenciamento junto ao Ministério da Educação. 2º O credenciamento previsto no 1º será realizado em regime de colaboração e cooperação com os órgãos normativos dos sistemas envolvidos. 3º Caberá (...) ao MEC, no prazo de 180 dias (...) editar normas complementares a este Decreto (...).
6 Conclusão 1. Os atos regulatórios para a Educação a Distância na Educação Básica são de competência exclusiva dos Sistemas Estaduais. 2. Cabe a cada Conselho Estadual de Educação estabelecer a regra para o seu Sistema. 3. Na prática, cada Conselho estabeleceu a sua regra e as instituições têm que se credenciar em cada Sistema, independentemente de serem credenciadas em outro.
7 Problemas 1. Restringe a Educação a Distância que, por princípio, não deve se ater a espaços geográficos, aos limites territoriais dos Estados. 2. Cria dificuldades para os bons projetos que podiam estar disseminados pelo País. 3. Obriga as instituições a passarem por processos burocráticos repetitivos e custosos. 4. Estimula práticas de tentar burlar a norma. (Ex: captação alunos para cursar nos outros Estados).
8 Análise de Normas Educação a distância nos Estados da Regiões Sul e Sudeste
9 Similaridades 1. O conceito de sede com poucas variações traz a mesma ideia em todas as normas. 2. O conceito de polo, também, é muito parecido. 3. Quanto ao credenciamento temos que os prazos máximos são os mesmos, ou seja, 5 (cinco) anos. 4. A ideia de autorização é a mesma em todas as normas.
10 Diferenças 1. Apenas os Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul não incluem expressamente em suas normas a educação básica dentro do rol de abrangência da educação a distância, sendo que São Paulo é o único que não fala da educação especial no seu rol. 2. No Estado de São Paulo há cláusula explícita que trata do tempo mínimo de integralização de 6 (seis) meses, por sua vez os Estados de Santa Catarina e Paraná especificam em suas normas que os cursos e programas a distância deverão ser projetados com a mesma duração definida para os respectivos cursos na modalidade presencial.
11 Diferenças 3. Enquanto no conteúdo o conceito de credenciamento é parecido para todos os Estados, é importante observar que em Santa Catarina é explicitado que a oferta de educação, na modalidade a distância, poderá ser requerida por instituições já credenciadas para o ensino presencial no Sistema de Ensino de Santa Catarina, conforme art. 80 da LDB, e art. 9º do Decreto 5622/2005 (art. 8º da Resolução). 4. No Estado de São Paulo a abertura de polo de instituição já autorizada por outro Estado prescinde de novo credenciamento, desde que atendidos certos requisitos.
12 Deliberações CEE/SP e Resolução CNE/CEB 1/2016
13 Deliberações CEE/SP nº 133/2015 e 134/2015 alteram a Deliberação CEE/SP nº 97/ É desejável essa abertura, desde que os critérios sejam claramente definidos. 2. Mais importante que o credenciamento da instituição é a autorização dos polos. 3. Precisamos definir o que é qualidade na Educação a Distância e como avaliá-la.
14 Resolução CNE/CEB 1/ Existir credenciamento e cursos autorizados pelo CEE de origem; 2. Oferta de polos nas mesmas condições técnicas e tecnológicas em outros Estados mediante articulação com os demais CEEs; 3. O Conselho Estadual de Educação de origem deverá encaminhar aos demais Conselhos Estaduais de Educação cópias dos respectivos atos de credenciamento institucional e de autorização de funcionamento de cursos;
15 Questões 1. Que Estados já analisaram a proposta do CNE e quais estão dispostos a aceitá-la? 2. Os Estados que estiverem dispostos a aceitá-la, devem editar uma norma própria onde aceitam o credenciamento de outro Estado, sem outras burocracias (como a Resolução CNE/CES nº 1/2016) e definir as suas regras para a abertura dos polos (cada um pode ter a sua). 3. Os Estados que não pretendem aplicá-la, vão fazer o que? 4. Os que ainda não definiram, quando pretendem fazê-lo?
16 Propostas
17 1. A partir da discussão havendo concordância propõe-se que cada Conselho altere ou crie norma em que constem os seguintes pontos: a. O credenciamento realizado pelo Estado de origem pode ser utilizado para solicitação de novos polos nos demais Estados da Federação; b. Definição do prazo de funcionamento do polo; c. Garantia de um padrão mínimo de qualidade; d. No caso de irregularidades no Estado de origem (credenciamento) ou no Estado do polo o CEE deverá comunicar imediatamente o(s) outro(s) para adoção de providências;
18 Obrigado! (11) ou 4502
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