PLANO NACIONAL DE EXPORTAÇÕES

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1 PLANO NACIONAL DE EXPORTAÇÕES

2 PRECISAMOS CONFERIR NOVO STATUS AO COMÉRCIO EXTERIOR

3 NOSSAS EXPORTAÇÕES NÃO REFLETEM O TAMANHO DA ECONOMIA BRASILEIRA PIB EXPORTAÇÃO DE BENS PAÍSES US$ bilhões Part. % PIB mundial US$ bilhões Part. % nas exp. mundiais Ranking 1 - Estados Unidos , ,8 2º 2 - China , ,7 1º 3 - Japão , ,7 4º 4 - Alemanha , ,2 3º 5 - Reino Unido , ,7 10º 6 - França , ,1 6º 7 - Brasil , ,2 25º Obs.: Dados de 2014 Fontes: FMI e OMC

4 PERFIL DA PAUTA EXPORTADORA BRASILEIRA Exportação por Fator Agregado - Participação % na Pauta 55,1 54,4 29,3 29,2 52,3 32,1 46,8 36,9 44,0 40,5 44,6 39,4 47,8 46,8 46,7 36,0 37,4 38,4 48,7 46,2 35,6 37,1 13,5 14,2 13,6 13,7 13,4 14,0 14,1 13,6 12,6 12,9 14, jan/mai Básicos Semimanufaturados Manufaturados Fonte: SECEX/MDIC

5 MUDANÇA DE CENÁRIO TRAZ OPORTUNIDADES 3,10 2,90 2,70 2,50 2,30 2,10 1,90 1,70 Preço de Exportação de Produtos Básicos e Taxa de Câmbio 250,0 200,0 150,0 100,0 50,0 1, Índice de preço de exportação jan/mai Taxa de câmbio R$/US$ (eixo esquerdo) de produtos básicos (eixo direito) 0,0 Fonte: Banco Central, SECEX/MDIC e FUNCEX

6 COMÉRCIO MUNDIAL CRESCE ACIMA DO PIB Taxa de crescimento média (projeção) PIB mundial (%) Comércio mundial (%) 3,3 4,4-0,7 4,0 3,8 6,5 7,5-10,7 5,8 4,8 Fonte: FMI

7 POR QUE UM PLANO DE EXPORTAÇÕES

8 Há um PIB equivalente a 32 Brasis além das nossas fronteiras

9 Corrente de Comércio das Regiões do Mundo EUA e Canadá US$ 4,9 trilhões Europa US$ 13,9 trilhões Ásia América Latina (exc. Brasil) US$ 1,7 trilhão África US$ 1,1 trilhão US$ 14,7 trilhões Brasil US$ 454 bilhões Oceania US$ 601 bilhões Fonte: ONU/COMTRADE Dados de 2014

10 VALOR ADICIONADO NAS EXPORTAÇÕES DE BENS E SERVIÇOS Participação % do Valor Adicionado pelas Importações nas Exportações 32,0 25,4 25,0 22,8 14,9 14,6 10,7 China Alemanha França Reino Unido Estados Unidos Japão Brasil Dados de 2011 Fonte: OCDE

11 BENEFÍCIOS GERADOS PELO COMÉRCIO EXTERIOR COMÉRCIO EXTERIOR - VETOR DO CRESCIMENTO ECONÔMICO Manutenção e ampliação de empregos 50 mil trabalhadores => cada US$ 1 bilhão em exportações Melhor qualificação e remuneração da mão de obra Estímulo à inovação Maior produtividade e competividade

12 PLANO NACIONAL DE EXPORTAÇÕES

13 PLANO NACIONAL DE EXPORTAÇÕES OBJETIVOS Mais empresas brasileiras exportando Mais empregos e renda Mais competitividade e crescimento MAIS BRASIL NO MUNDO

14 PLANO NACIONAL DE EXPORTAÇÕES PRINCÍPIOS Previsibilidade Abordagem sistêmica do comércio exterior Desenvolvimento regional

15 PLANO NACIONAL DE EXPORTAÇÕES TRANSPARÊNCIA E PARCERIA Participação na elaboração do Plano: o Mais de 80 entidades do setor produtivo e de trabalhadores o Reuniões com a comunidade exportadora em todas as regiões do Brasil o Contribuição dos estados (Conselho Nacional dos Secretários de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio)

16 GOVERNO MDIC (APEX, BNDES, SUFRAMA, INPI, ABDI) Casa Civil MRE MAPA MF MP ENTIDADES EMPRESARIAIS CNI CNA CNC FECOMERCIO FEBRABAN OCB FIESP FIRJAN FIEPE FIEAM FIERGS FIEP AMCHAM IEDI SEBRAE AEB FUNCEX ABDIB ANFAVEA ABIQUIM ABIMOVEL ABICALÇADOS ABIROCHAS ABAL ABESPETRO ABIT ABIMAQ ABINEE ABITAM ABRINQ ELETROS FARMABRASIL ABIEC IABr IBRAM ONIP SINDIPEÇAS SINAVAL ÚNICA ABECE IBÁ BRASSCOM ABIA ABIHPEC ABIOVE ABEDESIGN ABIFA CICB ABIFINA ABRIGRAF ANFACER BM&A ABACT ABAE SINDAÇÚCAR ABBA COGEN ABIQUIFI ABCCMM ABCZ MDA SMPE SEP CAMEX BC BB CONSEDIC (governos estaduais) ABEAM ABEMEL ABEST ABF ABILUX ABIMDE ABIMO INP ABHB ABIACAV ABINPET ABIARROZ ABICAB ABIEPAN ABIESV IBRAC ABITAM ABPA IBRAVIN ABPITV ABRA ABRABE CBL ABRAFRUTAS ABRAGAMES CEBC ABRAL ABRAMEQ ABRAVA CECAFÉ ABRESE AGDI AICSUL ANAFIMA CECIEX ANIB ANIMASEG SOFTEX ANPROTEC APLA APRO IBF ASBEA ASSINTECAL BSCA CECOMPI IBGM IPD ENTIDADES DE TRABALHADORES CNTI CUT EMPRESAS Embraer Vale Gerdau BR Foods 3M WEG Bunge Caterpillar FIAT BOSCH Braskem CSN Goodyear Marcopollo ABB Bradesco Bayer P&G Oxiteno Whirlpool BIC Amazônia Blue Tree Itaú Pirelli Rhodia-Solvay Dow Corning Fujitsu Scania Honda Odebrecht CEAL Toyota Andrade Gutierrez Banco de Tokyo - Mitsubishi Fujifilm Panasonic Mitsubishi Pioneer Pitu Samsung Siemens Adeka IHI Procex Eastman Kaduna Tramontina Columbian Chemicals Lanxess Kyocera PWC Boxon Toshiba Cabot Sony Bramont Agrogen Yamaha Kikkoman Casio Yakult EATON Gimasa Daiwa Alatur/Quickly Ecogen Kurashiki Miolo Projexport Dana Holding JFE Shoji Jetro Amada do Brasil Raasini-NHK Tokio Marine Nissin Ajinomoto AP Muller Denso Docomo COIMPA Optex MHI APAR Mitsui CBC Multimóveis EQM Banco Mizuho Autotravi Nitro Azbil UGT CTB Força sindical Hitachi CGC Geotecnia NTT Eishin Logistics Indi K Line Wirth Starts Innova/Videolar Elekeiroz Sojitz Nagase Voith Sumitomo Nagawa Marubeni Sinto MRL Tadano Unigel Kawasaki A&P Nisso Kanetamsu Tsubaki Japan Airlines Hoss Schuler Suntory Recofarma MCC TDK Sankyu Oxinor Ebara Toyobo Nippon Express International Paper Soprano KBK Horiba Evonik SAC Melco Itochu NEC Select MOL Fidens OMI Cristal Tecon Rio Grande Nesic Nova Era Silicon Idemitsu Lube MN Própolis Nisshinbo Hillo NTN Siniem Merco Shipping MTR Ubik Suzuyo Yusen Flosul Cromex Maxlinker NGK Shimadzu UBE Daikin Mcquay GBI Yasuda Jica Kaneka K-I Chemical Niagro Patrimônio Yacon Sanyotex Toda Toray Labortecne

17 PLANO NACIONAL DE EXPORTAÇÕES PILARES Acesso a mercados Promoção comercial Facilitação de comércio Financiamento e garantia às exportações Aperfeiçoamento de mecanismos e regimes tributários de apoio às exportações

18 1 Acesso a mercados Política comercial focada na ampliação de mercados, remoção de barreiras e maior integração à rede de acordos comerciais Atuação nas frentes bilateral, regional e multilateral Negociações sobre temas tarifários e não tarifários Construção de uma ampla rede de acordos com países de todas as regiões

19 2 Promoção comercial Abrir, consolidar, manter e recuperar mercados. Mapa Estratégico de Mercados e Oportunidades Comerciais: 32 mercados prioritários Maior coordenação intragovernamental das ações de promoção comercial Calendário Unificado de Missões Difusão da cultura exportadora com foco em capacitação de empresas para exportação.

20 32 MERCADOS PRIORITÁRIOS

21 3 Facilitação de comércio Simplificação e racionalização da legislação e dos processos administrativos e aduaneiros. Implementação do Acordo de Facilitação de Comércio da OMC. Portal Único de Comércio Exterior: Eliminação completa do papel nos controles administrativo e aduaneiro Redesenho de todos os processos de exportação e importação Redução nos prazos de exportação de 13 para 8 dias e de importação de 17 para 10 dias Reconhecimento mútuo do Operador Econômico Autorizado (OEA) com outros países.

22 4 Financiamento e garantias às exportações Aperfeiçoamento e reforço dos mecanismos de financiamento e garantia adequando-os às necessidades dos exportadores Proex-Equalização: o Aumento da dotação orçamentária em cerca de 30% em relação a 2014 o Compromisso de atendimento de toda a demanda prevista para 2015 BNDES EXIM: o Pós-Embarque: aumento de recursos (de US$ 2 bilhões para US$ 2,9 bilhões) o Pré-Embarque: ampliação do acesso

23 4 Financiamento e garantias às exportações Aperfeiçoamento e reforço dos mecanismos de financiamento e garantia adequando-os às necessidades dos exportadores Incentivo ao financiamento privado às exportações: o o Seguro de Crédito à Exportação (SCE): simplificação e redução de prazos Seguro performance cobertura do risco do exportador pelo SCE/FGE Fundo de Garantia às Exportações (FGE): o Ampliação em US$ 15 bilhões do limite para a aprovação de novas operações. Ampliação do acesso ao SCE às pequenas e médias empresas Desburocratização na concessão de financiamento público o Integração com o Portal Único de Comércio Exterior.

24 5 Aperfeiçoamento dos regimes e mecanismos tributários de apoio às exportações Melhoria do ambiente tributário para as empresas exportadoras Novo Drawback: introdução de um sistema de cadastro positivo, beneficiando empresas que possuam fluxo contínuo de operações. RECOF: ampliação do acesso ao regime, modificando as regras de habilitação. Reforma do PIS/COFINS: simplificação na apuração dos créditos, celeridade nos ressarcimentos e redução dos resíduos tributários das cadeias produtivas exportadoras. Efeito de maior competitividade para o produto doméstico. REINTEGRA: previsibilidade, recomposição e melhor operacionalização.

25 PLANO NACIONAL DE EXPORTAÇÕES Monitoramento e Governança MONITORAMENTO: o Indicadores de desempenho: volume e valor das exportações; valor agregado nas exportações; número de novas empresas exportadoras (total e por região); índice de concentração das exportações. o Metas Qualitativas indicadas em cada pilar e definidas anualmente. GOVERNANÇA: o Governo: CAMEX o Participação direta do setor privado na implementação e acompanhamento CNDI CONEX

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