As Redes Inteligentes nas Comunicações Móveis

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "As Redes Inteligentes nas Comunicações Móveis"

Transcrição

1 As Redes Inteligentes nas Comunicações Móveis FEUP - Porto, 30 de Maio de 2003 Paulo Pereira ([email protected])

2 Conteúdo PT Inovação e o Dep. de Redes Inteligentes O Conceito de Redes Inteligentes O Sucesso do GSM Contribuição da IN VHE: A IN, o Roaming e o CAMEL A importância crescente dos Dados nas Comunicações CAMEL Phase 3 - A IN Aplicada ao GPRS, UMTS R99 e R4 UMTS Release 5 - Que futuro para as Redes Inteligentes?

3 A PT Inovação e o Dep. Redes Inteligentes

4 PT Inovação e o Dep. Redes Inteligentes Sede Aveiro Polo do PORTO PT Inovação Brasil Polo de LISBOA Tagus Park - Oeiras

5 PT Inovação e o Dep. Redes Inteligentes Áreas de Actuação Multimedia e serviços IP Redes Inteligentes Redes moveis e serviços Gestão de redes Tecnologias de redes de acesso Serviços de engenharia e consultadoria Planeamento celular e de redes Engenharia de software Sistemas de informação Certificação de equipamentos Formação tecnologica e de serviços

6 PT Inovação e o Dep. Redes Inteligentes O Departamento de Redes Inteligentes Equipa IN criada em 1992 adquirir know-how para a PT analisar o potêncial da arquitectura IN desenvolvimento de serviços flexiveis independente da rede Primeira implementação em Junho de 1995 Primeira plataforma na rede da PT em 1996 Primeira plataforma em redes moveis em 1998 Internacionalização em 1999 Primeira plataforma de 3G no Brasil, em 2001 Envolve, na solução global, cerca de 70 pessoas

7 PT Inovação e o Dep. Redes Inteligentes

8 PT Inovação e o Dep. Redes Inteligentes

9 O Conceito de Redes Inteligentes

10 SD SD SD O Conceito de Redes Inteligentes Motivação Gestão e Operação Serviço 1 Serviço 2 Serviço 3 Logica de serviço Dados serviço Processament odechamada Logica de serviço Dados serviço Processament odechamada Logica de serviço Dados serviço Processament odechamada Comutadores

11 O Conceito de Redes Inteligentes Solução Domínio de serviço Dominio para a informação de cliente e serviço Domínio de rede IN: Arquitectura de rede orientada ao serviço

12 O Conceito de Redes Inteligentes Vantagens Oferta de Novos Serviços Disseminação de Serviços Adaptação às necessidades dos Clientes Redução de Custos Independência em relação aos Fornecedores Introdução de funcionalidades faseada em CS

13 O Conceito de Redes Inteligentes Arquitectura Service Management System Service Management Function SMS Service Management Auth. Function SMF SMAF Service Creation Environment Service Control Point Service Control Function SCE SCEF Service Data Function Call Unrelated Service Function SCP SCF INAP SDF Service Creation Exec. Function IP SRF Intelligent Peripheral CCAF CUSF SSP SSF CCF Service Switching Point Service Switching Function Call Control Function CCF Specialized Resource Function CCAF Controlo de canal de comunicação Controlo de Serviço Gestão

14 O Conceito de Redes Inteligentes Modelo Conceptual Serviço 1 Serviço 2 SF 1 SF 1 SF 2 PLANO de SERVIÇO BCP POI POR SIB n SIB 2 SIB 1 PLANO FUNCIONAL GLOBAL FEA 1 FE A PE A IF FEA 3 IF FE C FEA 2 FE B PE B Protocolo PLANO FÍSICO PLANO FUNCIONAL DISTRIBUIDO SIB - Service Independent Building Block FE - Functional Entity SF - Service Feature IF - Information Flow POI - Point of Initiation FEA - Functional Entity Action PE - Physical Entity POR - Point of Return BCP - Basic Call Process SIB

15 O Conceito de Redes Inteligentes Interrogação ao SCP SSP BCSM DP Armado Critério 1 --! Critério 2 --! Critério Codificação (BER) (BER) de de mensagens para para o SCP SCP Selecciona Selecciona operação operação IDP IDP Codifica Codifica operação operação e e parâmetros parâmetros Processamento da Chamada é suspenso Para SCP Mensagem TCAP TCAP SCP Mensagem IDP do SSP Serviço 5 Serviço 4 Serviço 3 Serviço 2 Serviço 1 Descodificação Descodificação de de mensagem mensagem O ServiceKey ServiceKey recebido recebido na na mensagem mensagem determina determina que que lógica lógica de de serviço serviço invocar invocar

16 O Conceito de Redes Inteligentes Resposta do SCP Instruções geradas pela Lógica de Serviço SCP Mensagem do SCP SSP Codificação (BER) (BER) de de mensagens para para o SSP SSP Selecciona Selecciona operação operação Codifica Codifica operação operação e e parâmetros parâmetros Para SSP Descodificação Descodificação de de mensagem mensagem Em Em que que PIC PIC deve deve continuar continuar o o processamento processamento da da chamada? chamada? BCSM Mensagem TCAP TCAP

17 O Conceito de Redes Inteligentes Cenário de uma chamada SCF SSF SRF Evocação do Serviço IDP CTR DFC RRBCSM CON ERBCSM PA/PACUI Ringing.. Answer! ERBCSM RC Alguém desliga...

18 O Conceito de Redes Inteligentes Resumo A introdução de Serviços nas redes tradicionais era dificultada pela dependência dos fabricantes e pela distribuição necessária A solução para o problema passou pela separação da inteligência da rede para um nó centralizado, tornando os operadores independentes dos fornecedores Grande parte do sucesso da IN deve-se à normalização adoptada tanto para a construção dos serviços (ao nível conceptual) como para os protocolos utilizados para comunicação entre SSP e SCP

19 O Sucesso do GSM Contribuição da IN

20 O Sucesso do GSM Contribuição da IN Evidências do GSM Impactos de nível global na Sociedade " Aspecto Económico " Aspecto Político " Aspecto Social Impactos de nível individual na Sociedade Fenómeno explosivo nos anos 90

21 O Sucesso do GSM Contribuição da IN Impactos de nível global Aspecto Económico O GSM, em consequência da sua forte normalização, acabou por se transformar numa óptima oportunidade de negócio e fonte de rendimento, nomeadamente para: operadores / fornecedores de serviços fabricantes (economia de escala) utilizadores (tempo é dinheiro)

22 O Sucesso do GSM Contribuição da IN Impactos de nível global Aspecto Político Também no aspecto político o GSM acabou por ser marcante, nomeadamente: Factor de consenso comum Incentivo à criação de novos mercados Incentivo à competição em sistemas de concorrência Possibilidade de venda de espectro rádio eléctrico: a galinha dos ovos de ouro.

23 O Sucesso do GSM Contribuição da IN Impactos de nível global Aspecto Social O aspecto Social foi, talvez, a marca mais importante trazida pelo GSM, assumindo especial importância nos pontos seguintes: Dinamização do conceito de Aldeia Global Aceleração da introdução de maiores faixas da sociedade na era das info-comunicações Países mais desenvolvidos com taxas de penetração elevadas > 70%

24 O Sucesso do GSM Contribuição da IN Impactos de nível individual Os ítems referidos no impacto global têm, obviamente, impactos indirectos ao nível individual. Mas existem outros aspectos de importância marcante ao nível das alterações comportamentais dos indivíduos: Mobilidade (com garantia de privacidade posicional) Sentimento de Segurança (sempre contactável) Personalização / Diferenciação Alcance selectivo (identificador do chamador) Controlo das despesas Nos Pré-Pagos, inexistência de taxa fixa

25 O Sucesso do GSM Contribuição da IN Fenómeno Explosivo nos anos 90 O GSM conheceu o seu Boom nos anos 90, principalmente a partir da segunda metade da década Número de Clientes Celulares (Milhões) 600 clientes celulares

26 O Sucesso do GSM Contribuição da IN Fenómeno Explosivo nos anos 90 Também em Portugal esse fenómeno explosivo se verificou! Número de Clientes Celulares (Milhões) clientes celulares

27 O Sucesso do GSM Contribuição da IN Redes Inteligentes? Onde? Do ponto de vista Económico o aspecto mais marcante da IN foi, provavelmente, possibilitar aos operadores uma diferenciação competitiva face à concorrência através da fácil e acessível introdução de novos serviços. Do ponto de vista Social, o aparecimento do cartão Pré-Pago foi sem dúvida o grande impulsionador da massificação do telemóvel a todas as classes sociais.

28 O Sucesso do GSM Contribuição da IN SMSC GSM HLR INAP SCP IVR Subs Database Provisioning Customer Care BSC MSC SSP INAP PCM ISUP GMSC BSC PCM PSTN Customer MSC SSP Voice Signaling Data

29 O Sucesso do GSM Contribuição da IN Resumo Impacto na rede GSM mínimo, reduzindo os custos Possibilita vantagens competitivas ao garantir a diferenciação de produtos através da introdução de novos serviços customizáveis Impulsionou a massificação do uso do telefone celular por todas as classes sociais, nomeadamente através do cartão Pré-Pago

30 Virtual Home Environment A IN e o Roaming: CAMEL

31 VHE - A IN e o Roaming VHE O conceito O conceito de VHE é algo de bastante abragente, que não se aplica apenas às redes GSM, mas que pode ser sintetizado da seguinte forma: Ter acesso, quando fora da rede de origem, ao mesmo conjunto de serviços disponibilizados e subscritos de uma forma totalmente transparente para o cliente, sem perdas ou alterações de funcionalidades.

32 VHE - A IN e o Roaming Grande parte do sucesso do GSM deve-se à sua capacidade de ser utilizado pelos clientes de um operador, mesmo quando estão na rede de um outro operador (principalmente de países diferentes) - Roaming.

33 VHE - A IN e o Roaming A crescente massificação do uso do GSM levou a que a necessidade de concretizar o conceito de VHE se tornasse cada vez maior. Foram formados, nos Institutos de Normalização, grupos de trabalho para analisar as possíveis soluções para este problema.

34 VHE - A IN e o Roaming Após estudos realizados a conclusão mais realista foi a de manter a estrutura do GSM e adoptar o que de melhor a IN tinha para oferecer: desenvolver, disponibilizar e gerir múltiplos serviços de uma forma rápida e económica em cenários multi-vendedor, com a centralização da execução e controlo de serviços e de informação.

35 VHE - A IN e o Roaming No entanto a arquitectura da IN não está preparada para funcionar com base no Roaming, principalmente devido a falhas nos protocolos de comunicação entre entidades funcionais (INAP). Da análise efectuada surge então o CAMEL Customized Applications for Mobile network Enhanced Logic.

36 VHE - A IN e o Roaming O CAMEL consiste no acréscimo à arquitectura GSM dos elementos da arquitectura IN, na transformação do INAP num protocolo mais adaptado às necessidades inerentes a cenários multi-vendedor (CAP), e na definição standardizada de comportamentos e elementos de informação que garantem que numa troca de informação entre a HPLMN e a VPLMN sejam transferidos todos os dados ao tratamento adequado das chamadas. Foram também criados novos interfaces entre as entidades envolvidas, tanto na arquitectura GSM como na IN.

37 VHE - A IN e o Roaming Home Network HLR MAP gsmscf CSE MAP Interrogating Network MAP GMSC CAP gsmssf CAP VLR MSC CAP Visited Network gsmssf gsmsrf

38 VHE - A IN e o Roaming Quando um cliente se regista numa VPLMN é transferido do HLR da HPLMN para o VLR da VPLMN o conjunto de informação CAMEL (CSI) respeitante a esse cliente. Quando o cliente tenta efectuar uma chamada é interrogado o gsmscf que foi indicado no CSI, cabendo-lhe a decisão de a autorizar ou não, e de dar acesso aos serviços subscritos. Algo de semelhante se passa para as chamadas destinadas a esse cliente.

39 VHE - A IN e o Roaming Home Network HLR gsmscf CSE Interrogating Network VLR Visited Network gsmssf GMSC MSC 1 - IAM ISUP 5 - Connect 2 - Send Routing Info (MSISDN) 6 - SRI (T-suppress) 3 - SRI Ack (T-CSI) 7,8 - PRN, PRN Ack (MSRN) 4 - InitialDP 9 - SRI Ack (MSRN) 10 - IAM

40 VHE - A IN e o Roaming Apesar do CAMEL resolver a maioria dos problemas apresenta também um acréscimo de sinalização significativo nos links internacionais e um esforço grande de desenvolvimento para os fabricantes, levando à necessidade de um faseamento na introdução das suas funcionalidades.

41 VHE - A IN e o Roaming Plano de Numeração Privado CAMEL FASE 1 Restrição de chamadas de Saída Incoming Call Screening Encaminhamento dependente da Localização/Tempo suporte de SRF funcionalidades Charging features Adições ao modelo de chamada USSD para/de SCF Transição suave do GSM para UMTS (maior suporte de VHE) Interfuncionamento com outros serviços GSM (HSCSD, GPRS, etc.) SMS-MO Suporte a integração com redes All-IP (IMS) Suporte Serviço de Conferência CAMEL FASE 2 CAMEL FASE 3 SMS-MT CAMEL FASE 4

42 VHE - A IN e o Roaming Resumo O CAMEL surgiu como uma resposta às necessidades crescentes da utilização de Redes Inteligentes nas redes GSM. Permite aos operadores o fornecimento dos mesmos serviços existentes na sua rede aos clientes que estiverem em roaming. O CAP é um protocolo mais restricto do que o INAP, mas que se apresenta mais utilizável a nível global. A sua normalização teve e maior aceitação do que a do INAP. A sua normalização faseada e focalizada nos serviços pretendidos tem convencido os fabricantes e operadores.

43 A importância crescente dos Dados nas Comunicações

44 Os Dados nas Comunicações 1995 Serviço Telefónico Tradicional Rede Fixa Redes de Dados Serviços de Dados, X.25, X.28 (SIBS, Bancos) Redes Móveis Cenário em Portugal Redes Móveis (Analógica e GSM)

45 Os Dados nas Comunicações Rede Fixa Parte significativa da infraestrutura de rede fixa utilizada em comunicações de dados Redes de Dados 1.33 milhões de utilizadores Internet Redes Móveis Cenário em Portugal 5,8 milhões de clientes das Redes Móveis

46 Os Dados nas Comunicações Rede Fixa E-Commerce, Redes VoIP, VPN IP Televisão digital interactiva. Redes de Dados Redes Móveis WAP, GPRS, UMTS M-Commerce Terminais inteligentes associados a serviços cada vez mais exigentes Cenário em Portugal... Previsto em 2001!! No entanto crise económica provocou atrasos... Que só agora começam a recuperar.

47 Os Dados nas Comunicações O que o Futuro nos reserva? As infraestruturas de rede, fixa, movel e de dados, tendem claramente para uma utilização como transportadores de pacotes e não de circuitos Havendo alteração na forma como os dados são transportados nas redes, os elementos de rede serão gradualmente substituídos por outros mais apropriados (Media Gateways, Media Gateway Controllers, Softswitchs, Gatekeepers ) O conjunto de protocolos que unifica as redes nos vários ambientes de telecomunicações é também o que dá suporte à própria Internet - o protocolo IP (TCP / UDP / RTP / RTCP )

48 Os Dados nas Comunicações Consequências para as redes fixas Cancelamento do TDM e substituição do nível de trânsito por Media Gateways que entregam o tráfego num backbone IP/ATM. Introdução de tecnologias de acesso que colocam o cliente directamente no backbone IP. SCP H.323, SIP, PARLAY Media Gateway Call Server (SoftSwicth) Backbone IP/ATM Switch ATM DSLAM IAD

49 Os Dados nas Comunicações Consequências para as redes móveis Introdução do conceito de chamada de dados em modo pacote com o GPRS. PSTN SMS-C HLR MSC SS7 BTS BSC PCU Comutação de circuitos MSC SGSN Elementos de rede GPRS PCU - Packet Control Unit SGSN - Serving GPRS Support Node GPRS Backbone IP Network GGSN Intranet / Internet GGSN - Gateway GPRS Support Node

50 Os Dados nas Comunicações Consequências para as redes móveis Rede base do UMTS baseada em comutação de pacotes. Cenário All-IP previsto para 2004/5 com a Release 5. PSTN SMS-C HLR U-MSC UMTS Backbone BTS BSC PCU IP Network U-MSC SGSN Elementos de rede GPRS PCU - Packet Control Unit SGSN - Serving GPRS Support Node GPRS Backbone IP Network GGSN Intranet / Internet GGSN - Gateway GPRS Support Node

51 Os Dados nas Comunicações Novos Terminais e Serviços A par da evolução das redes de telecomunicações, também os terminais estão a evoluir a velocidades nunca vistas, permitindo assim que os serviços disponibilizados evoluam de forma favorável. A disponibilização desses serviços passará a ser feita por Application Servers, que possibilitarão o acesso transparente aos utilizadores.

52 Os Dados nas Comunicações Mudanças no Modelo de Negócio A cadeia de valor tradicional : Network Operator End User A nova cadeia de valor : Content Provider Service Provider Network Operator End User

53 Os Dados nas Comunicações Resumo Importância crescente dos dados em todos os sectores das telecomunicações Adaptação progressiva do core da rede ao mundo IP Nas comunicações móveis surge o GPRS e, em breve, o UMTS nas suas diversas fases convergindo para o All-IP Surgem novos terminais e novos tipos de serviços que vão introduzir novos intervenientes no Modelo de Negócios A IN terá de se adaptar para manter o papel de destaque

54 CAMEL Phase 3 A IN aplicada ao GPRS, UMTS R99 e Release 4

55 CAMEL Phase 3 Consolidada que estava a introdução dos dados nas redes de telecomunicações era a altura de decidir como o fazer. A escolha mais óbvia era a introdução faseada das diversas tecnologias que entretanto surgem: GPRS, UMTS R99 (que é muito parecido com o GPRS) e UMTS R00 (All IP). No entanto a previsão de necessidade de investimento é enorme tanto para os operadores como para os próprios fabricantes. Além disso conclui-se que a R00 é demasiado ambiciosa e decide-se dividi-la na R4 (ainda com base no GPRS para a arquitectura de rede) e R5 (já com o conceito All IP).

56 CAMEL Phase 3 Para além dos elevados investimentos tecnológicos havia ainda que contar novamente com a famosa galinha dos ovos de ouro. Os estados aperceberam-se do potencial do UMTS e surgem os leilões das licenças UMTS. Tendo em conta todo o investimento necessário, os dados teriam de ser algo de extremamente lucrativo para os operadores e havia de contemplar esse aspecto logo desde inicio na arquitectura. É assim que, baseado na experiência do GSM com o CAMEL, surge o CAMEL também para os dados, nomeadamente para o GPRS e o UMTS R99 e R4. CAMEL Phase 3

57 CAMEL Phase 3 SCP DB CAP MAP CAP MAP PSTN SMS-C HLR SSF MSC SS7 Comutação de circuitos SSF BTS BSC PCU gprsssf MSC SGSN Elementos de rede GPRS PCU - Packet Control Unit SGSN - Serving GPRS Support Node GPRS Backbone IP Network GGSN Intranet / Internet GGSN - Gateway GPRS Support Node

58 CAMEL Phase 3 Cenários de Funcionamento O Cenário 1, onde os Modelos de Estados permitem o controlo das Sessões GPRS, existindo depois notificações da criação dos PDP Context. PDP PDP PDP Sessão GPRS PDP CAP GPRS Dialogue

59 CAMEL Phase 3 Cenários de Funcionamento O Cenário 2, onde os Modelos de Estados não permitem o controlo das Sessões GPRS, controlando sim os PDP Context à medida que vão sendo criados. GPRS Dialogue GPRS Dialogue GPRS Dialogue PDP Context PDP Context PDP Context

60 CAMEL Phase 3 Cenário 1 (Exemplo) Serviço executa SCP RRGPRS Aplica taxação e Connect DB CAP MAP CAP MAP PSTN SMS-C HLR PDPContext Attach SSF MSC SS7 Comutação de circuitos SSF BTS BSC PCU gprsssf SGSN IDPGPRS ERGPRS MSC Elementos de rede GPRS PCU - Packet Control Unit SGSN - Serving GPRS Support Node GPRS Backbone IP Network GGSN Intranet / Internet GGSN - Gateway GPRS Support Node

61 CAMEL Phase 3 Vantagens do CAMEL Phase 3 Mecanismo já conhecido e com provas dadas na Voz. Não implica grandes investimentos, pois pode aproveitar infraestruturas já existentes. O impacto na rede é mínimo, normalmente apenas afecta S/W. Permite controlar volume de dados e o tempo das sessões, com a vantagem de permitir taxação em Tempo Real. As vantagens da IN relacionadas com a massificação do uso dos Serviços também é aplicável, tornando-se numa garantia de retorno de investimento.

62 CAMEL Phase 3 Desvantagens do CAMEL Phase 3 Não permite a taxação de conteúdos, provavelmente o negócio mais rentável no futuro. Mediadores IP Se o volume de sinalização já era motivo de preocupação no CAMEL Phase 1 e 2, com a introdução do CAMEL Phase 3 torna-se quase obrigatório aumentar o número de links de sinalização, a par dos tuneis de dados.

63 UMTS Release 5 Que futuro para as Redes Inteligentes?

64 UMTS Release 5 Motivação Com o aumento da utilização das redes de dados (IP) é necessário adaptar a infraestrutura de rede à sua manipulação, o que implica a adopção de novos protocolos. O SIP é o maior exemplo! Os Serviços assumem cada vez mais um papel preponderante para o sucesso dos investimentos. Actualmente o universo de desenvolvedores de Serviços é diminuto. Existe uma vasta comunidade de potenciais desenvolvedores que deve ser potencializada, mas não possui conhecimentos de sinalização. Isto leva ao aparecimento do conceito OSA Open Services Arquitecture (também conhecido pela iniciativa Parlay).

65 UMTS Release 5 Realismo A Normalização de comportamentos e protocolos encontra-se agora numa fase de tentativa de alcançar a maturidade, surgindo as primeiras implementações em protótipos e pilotos comerciais, com o objectivo de validar conceitos e arquitectura. Entretanto os investimentos feitos terão de ser rentabilizados, pelo que é impensável substituir toda a rede pelo conceito All-IP. Introdução gradual do conceito!!

66 UMTS Release 5 Consequências Os Domínios CS e PS vão forçosamente persistir durante alguns anos, fruto dos investimentos já feitos. O conceito de All-IP é colocado num sistema que comunica com os restantes através de Media Gateways e de Multimedia Resource Processors. A própria introdução do Mobile IP (IPv6) tarda em vingar, mantendo-se ainda grande parte da infraestrutura baseada em IPv4. A esse sistema dá-se o nome de IMS IP Multimedia Subsystem

67 UMTS Release 5 Arquitectura Parlay/JAIN OSA SCS DB SCP CAP MAP MAP CAP IM-SSF SMS-C HSS SSF MAP U-MSC SS7 Comutação de circuitos SIP CAP SSF SIP AS S-CSCF SGW SLF MGCF P-CSCF MRFC BTS/ Node B BSC/ RNC PCU gprsssf SGSN U-MSC PSTN IM-MGW MRFP GPRS Backbone IP Network GGSN Intranet / Internet Intranet / Internet IP V6

68 UMTS Release 5 A IN num futuro próximo Third-party Service Providers AP n AP 1 Parlay/JAIN SCP AS 1 AS 2 Application Servers AS n MAP INAP Circuit Switched CAMEL WIN SIP H.323 Voice over Packet/ PS Domain MGCP H.248 CAMEL

69 OBRIGADO!

Redes Inteligentes e as Redes Móveis

Redes Inteligentes e as Redes Móveis Redes Inteligentes e as Redes Móveis Definições de mobilidade Recordar: Arquitecturas GSM, GPRS e UMTS Introdução dos conceitos IN na rede GSM: CAMEL Definições de mobilidade, desafios Mobilidade terminal

Leia mais

O IP Multimedia Subsystem (IMS)

O IP Multimedia Subsystem (IMS) O IP Multimedia Subsystem (IMS) O IMS é um sistema global, independente do sistema de acesso, baseado em normas, com connectividade IP e arquitecturas de controlo de serviços que permite disponibilizar

Leia mais

Figura 1 - Arquitectura do GSM

Figura 1 - Arquitectura do GSM GSM O aparecimento das redes de comunicações no século passado veio revolucionar o nosso mundo. Com os primeiros telefones surgiu a necessidade de criar redes que os suportassem. Começaram a surgir as

Leia mais

Redes de Nova Geração (NGN) O Desafio para a Regulação

Redes de Nova Geração (NGN) O Desafio para a Regulação Redes de Nova Geração (NGN) O Desafio para a Regulação Índice Interfaces e Interligação Obrigações legais Numeração, Nomes e Endereçamento 2 Interfaces e Interligação Modelo de Evolução da Interligação

Leia mais

Evolução das Redes de Telecomunicação: Arquitetura IMS

Evolução das Redes de Telecomunicação: Arquitetura IMS Evolução das Redes de Telecomunicação: Arquitetura IMS Samuel R. Lauretti Graduado em Engenharia Elétrica pela USP-São Carlos em 1987, com Mestrado em Telecomunicações pela UNICAMP em 1993. Completou o

Leia mais

Tecnologias de banda larga móvel, UMTF e WiMax

Tecnologias de banda larga móvel, UMTF e WiMax Tecnologias de banda larga móvel, UMTF e WiMax Alex Rodrigo de Oliveira - 06/30403 Danilo Gaby Andersen Trindade - 06/82039 Pedro Rogério Vieira Dias - 06/93472 26 de junho de 2009 Resumo Trabalho final

Leia mais

User ENUM versus Infrastructure ENUM

User ENUM versus Infrastructure ENUM António Amaral 28/10/2009 Este documento é propriedade intelectual da PT Inovação e fica proibida a sua utilização ou propagação sem expressa autorização escrita. Agenda Conceitos Gerais de na arquitectura

Leia mais

Fundação. Sede. Chief Marketing Officer. Chief Technology Officer. Internacionalização. Santa Maria da Feira, Portugal. Sérgio Castro.

Fundação. Sede. Chief Marketing Officer. Chief Technology Officer. Internacionalização. Santa Maria da Feira, Portugal. Sérgio Castro. Apresentação da Empresa Fundação 2003 Sede Santa Maria da Feira, Portugal Chief Marketing Officer Sérgio Castro Chief Technology Officer Ruben Sousa Internacionalização Mercado actuação: Global Presença

Leia mais

Serviços de Comunicações RELATÓRIO LABORATORIAL IMPLEMENTAÇÃO DE SOLUÇÃO IP PBX

Serviços de Comunicações RELATÓRIO LABORATORIAL IMPLEMENTAÇÃO DE SOLUÇÃO IP PBX Serviços de Comunicações RELATÓRIO LABORATORIAL IMPLEMENTAÇÃO DE SOLUÇÃO IP PBX 19 de Dezembro de 2014 Carlos Leocádio - [email protected] Tiago Ferreira - [email protected] Departamento de Engenharia Electrotécnica

Leia mais

Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal

Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal 1 Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal As alterações verificadas no comportamento dos consumidores, consequência dos novos padrões

Leia mais

Case Study. Metro do Porto. Projecto de Radio Trunking

Case Study. Metro do Porto. Projecto de Radio Trunking Metro do Porto Projecto de Radio Trunking Esta solução providencia um sistema de rádio operacional, privado, que pode ser utilizada para comunicações de emergências, quer pelos condutores dos veículos,

Leia mais

General Packet Radio Service (GPRS) Aluna: Marília Veras

General Packet Radio Service (GPRS) Aluna: Marília Veras General Packet Radio Service (GPRS) Aluna: Marília Veras Tópicos O que é GPSR Arquitetura do Sistema Estados Operacionais do Celular GPRS Classes do Celular GSM/ GPRS Protocolos do GPRS Transmitindo Pacotes

Leia mais

Introdução. Sistemas de Comunicação Wireless. Sumário. Visão Geral de Redes Móveis "#$%%% Percentual da população com telefone celular

Introdução. Sistemas de Comunicação Wireless. Sumário. Visão Geral de Redes Móveis #$%%% Percentual da população com telefone celular Sumário Sistemas de Comunicação Wireless! #$%%% & Visão Geral de Redes Móveis Introdução Percentual da população com telefone celular Brasil 19% 34% 2001 2005 Fonte: Global Mobile, Goldman Sachs, DiamondCluster

Leia mais

Protocolos em Redes de Dados. Enquadramento histórico. Modo de funcionamento FEC. Antecedentes IP Switching Tag Switching. Exemplo de.

Protocolos em Redes de Dados. Enquadramento histórico. Modo de funcionamento FEC. Antecedentes IP Switching Tag Switching. Exemplo de. Multiprotocol Label Switching Aula 07 FCUL 2005-20056 Objectivo: Conciliar as tecnologias baseadas em comutação (switching) com o encaminhamento IP. Aplicações: Aumentar o desempenho. Engenharia de tráfego.

Leia mais

Aula 08 MPLS 2004-2005 FCUL. Protocolos em Redes de Dados. Luís Rodrigues. Enquadramento. Modo de funcionamento. Antecedentes MPLS.

Aula 08 MPLS 2004-2005 FCUL. Protocolos em Redes de Dados. Luís Rodrigues. Enquadramento. Modo de funcionamento. Antecedentes MPLS. Aula 08 FCUL 2004-2005 Multiprotocol Label Switching Objectivo: Conciliar as tecnologias baseadas em comutação (switching) com o encaminhamento IP. Aplicações: Aumentar o desempenho. Engenharia de tráfego.

Leia mais

redefining communications

redefining communications G9SA Telecomunicações S.A. www.g9telecom.pt [email protected] T: 707 450 000 F: 707 450 009 Avenida Dias da Silva nº 230, 1º Andar, 3000-135 Coimbra redefining communications Apresentação A G9Telecom opera

Leia mais

Convergência Fixo-Móvel

Convergência Fixo-Móvel 18as Palestras sobre Comunicações Móveis 2010 Instituto Superior Técnico 28 Maio 2010 Index Convergência Fixo-Móvel Agenda O que é a Convergência? O que é? Convergência resulta de um conjunto de iniciativas

Leia mais

3 Execução de Chamadas no UMTS

3 Execução de Chamadas no UMTS 3 Eecução de Chamadas no UMTS Este capítulo descreve a sequência de mensagens que são trocadas entre o UE e a UTRAN para a realização de uma chamada. São abordados os casos de chamadas realizadas nos modos

Leia mais

Adesão ao Serviço de Interruptibilidade Eléctrica

Adesão ao Serviço de Interruptibilidade Eléctrica DIRECÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO LIGAÇÃO À REDE TELECOMUNICAÇÕES DE SEGURANÇA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Adesão ao Serviço de Interruptibilidade Eléctrica 2012-03-19 ÍNDICE 1. ÂMBITO... 3 2. ESTRUTURA DO

Leia mais

INTRODUÇÃO objectivo

INTRODUÇÃO objectivo INTRODUÇÃO O tema central deste trabalho é o sistema de produção just-in-time ou JIT. Ao falarmos de just-in-time surge de imediato a ideia de produção sem stocks, inventários ao nível de zero, produção

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Técnicas de comutação Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Maio de 2006 WAN s Wide Area Networks Uma WAN é uma rede dispersa por uma grande área

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores Disciplina: Redes Convergentes II Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA ANATEL NÚMERO 241 INTRODUÇÃO

CONSULTA PÚBLICA ANATEL NÚMERO 241 INTRODUÇÃO CONSULTA PÚBLICA ANATEL NÚMERO 241 INTRODUÇÃO A Associação GSM, por meio desta, apresenta por escrito as suas contribuições à Consulta Pública da ANATEL número 241 e respeitosamente solicita que as mesmas

Leia mais

SOBRE A CALLIX. Por Que Vantagens

SOBRE A CALLIX. Por Que Vantagens Callix PABX Virtual SOBRE A CALLIX Por Que Vantagens SOBRE A CALLIX Por Que Vantagens Por Que Callix Foco no seu negócio, enquanto cuidamos da tecnologia do seu Call Center Pioneirismo no mercado de Cloud

Leia mais

GoTelecom, Lda Vila Nova de Gaia Portugal [email protected] www.gotelecom.pt. Case Study THE FLADGATE PARTNERSHIP - VINHOS, S.A

GoTelecom, Lda Vila Nova de Gaia Portugal geral@gotelecom.pt www.gotelecom.pt. Case Study THE FLADGATE PARTNERSHIP - VINHOS, S.A GoTelecom, Lda Vila Nova de Gaia Portugal [email protected] www.gotelecom.pt Case Study THE FLADGATE PARTNERSHIP - VINHOS, S.A ...este grupo é responsável pela criação de marcas que se tornaram referência

Leia mais

BlackBerry Mobile Voice System

BlackBerry Mobile Voice System BlackBerry Mobile Voice System Comunicações móveis unificadas O BlackBerry Mobile Voice System (BlackBerry MVS) leva os recursos do telefone do escritório aos smartphones BlackBerry. Você pode trabalhar

Leia mais

Redes de Comunicações Capítulo 6.1

Redes de Comunicações Capítulo 6.1 Capítulo 6.1 6.1 - Técnicas de Comutação 1 WAN s Wide Area Networks Uma WAN é uma rede dispersa por uma grande área física, sob o controlo de uma administração única e baseada em circuitos dedicados (exemplo:

Leia mais

2 UMTS e arquitetura all-ip

2 UMTS e arquitetura all-ip 2 UMTS e arquitetura all-ip As discussões sobre a evolução das redes de comunicação determinísticas, baseadas nas operações de modo circuito, já ocorrem há algum tempo. As redes operadas em modo circuito

Leia mais

Enunciados dos Trabalhos de Laboratório. Instituto Superior Técnico - 2005/2006. 1 Introdução. 2 Configuração de Redes

Enunciados dos Trabalhos de Laboratório. Instituto Superior Técnico - 2005/2006. 1 Introdução. 2 Configuração de Redes Enunciados dos Trabalhos de Laboratório Instituto Superior Técnico - 2005/2006 1 Introdução A empresa XPTO vende serviços de telecomunicações. O seu portfólio de serviço inclui: acesso à Internet; serviço

Leia mais

Redes WAN. Prof. Walter Cunha

Redes WAN. Prof. Walter Cunha Redes WAN Conceitos Iniciais Prof. Walter Cunha Comutação por Circuito Todos os recursos necessários em todos os subsistemas de telecomunicação que conectam origem e destino, são reservados durante todo

Leia mais

Relatório Preliminar de. Projecto em Contexto Empresarial I. VoIP Desenvolvimento de Aplicações em Plataformas Open Source

Relatório Preliminar de. Projecto em Contexto Empresarial I. VoIP Desenvolvimento de Aplicações em Plataformas Open Source Relatório Preliminar de Projecto em Contexto Empresarial I VoIP Desenvolvimento de Aplicações em Plataformas Open Source Cândido Silva Av. dos Descobrimentos, 333 4400-103 Santa Marinha - Vila Nova de

Leia mais

Resposta à Consulta Pública sobre VoIP Introdução

Resposta à Consulta Pública sobre VoIP Introdução Resposta à Consulta Pública sobre VoIP Introdução A Radiomóvel considera muito importante esta iniciativa da Anacom que vem no sentido de regular esta nova faceta da prestação de serviço telefónico, fruto

Leia mais

Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP)

Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP) Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP) Telefonia Tradicional PBX Telefonia Pública PBX Rede telefônica tradicional usa canais TDM (Time Division Multiplexing) para transporte da voz Uma conexão de

Leia mais

PROPOSTA DE REVISÃO DO PLANO NACIONAL DE NUMERAÇÃO

PROPOSTA DE REVISÃO DO PLANO NACIONAL DE NUMERAÇÃO PROPOSTA DE REVISÃO DO PLANO NACIONAL DE NUMERAÇÃO Maio de 2015 FUNDAMENTAÇÃO O sector das telecomunicações em Moçambique tem registado nos últimos anos um crescimento acentuado, estando neste momento

Leia mais

Voxtron Communication Center QuickStart

Voxtron Communication Center QuickStart agentel Contact Center Voxtron Communication Center QuickStart Implemente uma solução de contact center multicanal (voz, email, fax e web chat) em menos de 5 dias. O Voxtron Communication Center recebe

Leia mais

A Gestão da experiência do consumidor é essencial

A Gestão da experiência do consumidor é essencial A Gestão da experiência do consumidor é essencial Sempre que um cliente interage com a sua empresa, independentemente do canal escolhido para efetuar esse contacto, é seu dever garantir uma experiência

Leia mais

proposta de adesão ao serviço facturação repartida (vpn)

proposta de adesão ao serviço facturação repartida (vpn) proposta de adesão ao facturação repartida (vpn) postal - Entre a TMN - Telecomunicações Móveis, S.A., e o cliente vigora um acordo de prestação de telefónico móvel, a que corresponde o cartão do plano

Leia mais

REDES COM INTEGRAÇÃO DE SERVIÇOS

REDES COM INTEGRAÇÃO DE SERVIÇOS REDES COM INTEGRAÇÃO DE SERVIÇOS (1ª Parte) Rede Digital com Integração de Serviços () 1 1. INTRODUÇÃO 2 EVOLUÇÃO DAS REDES PÚBLICAS DE TELECOMUNICAÇÕES 1: Rede Telefónica Analógica 2: Rede Telefónica

Leia mais

Ilustratown - Informação Tecnológica, Lda.

Ilustratown - Informação Tecnológica, Lda. Ilustratown - Informação Tecnológica, Lda. 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa A é uma software house criada em 2006. A Ilustratown tem por objetivo o desenvolvimento e implementação

Leia mais

Instituto Superior Técnico. Projecto VoIP. Sistema IVVR

Instituto Superior Técnico. Projecto VoIP. Sistema IVVR Instituto Superior Técnico Projecto VoIP Sistema IVVR 68239 Rui Barradas 68477 Helton Miranda 68626 Ludijor Barros 72487 Bruna Gondin Introdução O objectivo deste projecto é desenvolver um sistema de Interactive

Leia mais

WWAN DE BANDA LARGA: VANTAGENS PARA O PROFISSIONAL MÓVEL

WWAN DE BANDA LARGA: VANTAGENS PARA O PROFISSIONAL MÓVEL ARTIGO WWAN DE BANDA LARGA WWAN DE BANDA LARGA: VANTAGENS PARA O PROFISSIONAL MÓVEL Cada vez mais, a conectividade imediata de alta-velocidade é essencial para o sucesso dos negócios bem como para a eficiência

Leia mais

Multiprotocol Label Switching. Protocolos em Redes de Dados- Aula 08 -MPLS p.4. Motivação: desempenho. Enquadramento histórico

Multiprotocol Label Switching. Protocolos em Redes de Dados- Aula 08 -MPLS p.4. Motivação: desempenho. Enquadramento histórico Multiprotocol Label Switching Protocolos em Redes de Dados - Aula 08 - MPLS Luís Rodrigues [email protected] DI/FCUL Objectivo: Conciliar as tecnologias baseadas em comutação (switching) com o encaminhamento

Leia mais

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto [email protected]

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Telecomunicações Prof. André Y. Kusumoto [email protected] Tecnologias de telefonia celular GSM (Global System for Mobile Communications) Prof. André Y. Kusumoto [email protected]

Leia mais

Apresentação de Solução

Apresentação de Solução Apresentação de Solução Solução: Gestão de Altas Hospitalares Unidade de negócio da C3im: a) Consultoria e desenvolvimento de de Projectos b) Unidade de Desenvolvimento Área da Saúde Rua dos Arneiros,

Leia mais

Tecnologias Atuais de Redes

Tecnologias Atuais de Redes Tecnologias Atuais de Redes Aula 5 VoIP Tecnologias Atuais de Redes - VoIP 1 Conteúdo Conceitos e Terminologias Estrutura Softswitch Funcionamento Cenários Simplificados de Comunicação em VoIP Telefonia

Leia mais

» Conveniência fixo-móvel

» Conveniência fixo-móvel 26 de Fevereiro 2008 Centro Cultural de Belém Lisboa Luis Esteves Martins Siemens Enterprise Communications Portugal» Conveniência fixo-móvel Page 1 Copyright Siemens Enterprise Communications 2007. All

Leia mais

Serviços de Comunicações. Serviços de Comunicações. Módulo 7 Qualidade de Serviço em redes IP. condições de rede existentes em cada momento

Serviços de Comunicações. Serviços de Comunicações. Módulo 7 Qualidade de Serviço em redes IP. condições de rede existentes em cada momento Módulo 7 Qualidade de Serviço em redes IP 7.1. O porquê da Qualidade de Serviço 7.2. Mecanismos para QoS 7.3. Modelo de Serviços Integrados - IntServ 7.4. Modelo de Serviços Diferenciados - DiffServ 1

Leia mais

Introdução. Capítulo 1. Redes de telecomunicações porquê e para quê

Introdução. Capítulo 1. Redes de telecomunicações porquê e para quê Capítulo 1 Introdução Redes de telecomunicações porquê e para quê A rede de telecomunicações ideal deveria ser instantânea, sem custos, com capacidade ilimitada e estar sempre operacional, o que tornaria

Leia mais

Proposta. Atribuição de endereços IPv6 na UTL

Proposta. Atribuição de endereços IPv6 na UTL Proposta Atribuição de endereços IPv6 na UTL 1 Introdução Esta proposta pretende definir um esquema racional de atribuição de endereços IPv6 aos diversos organismos da UTL com vista a resolver à partida

Leia mais

Condições do Franchising

Condições do Franchising Condições do Franchising ÍNDICE Introdução 1. Vantagens em entrar num negócio de franchising 2. O que nos distingue como sistema de franchising 2.1. vantagens para o franchisado face a outras redes 2.2.

Leia mais

GIAE VERSÃO 2.1.1 28 JUNHO DE 2011 MUITO IMPORTANTE

GIAE VERSÃO 2.1.1 28 JUNHO DE 2011 MUITO IMPORTANTE GIAE VERSÃO 2.1.1 28 JUNHO DE 2011 MUITO IMPORTANTE Devido a um bug detectado no motor da base de dados, situação agora corrigida pelo fabricante, esta nova actualização do GIAE é disponibilizada numa

Leia mais

M Pesa. Mobile Banking Quénia

M Pesa. Mobile Banking Quénia M Pesa Mobile Banking Quénia Total de população do Quénia 43 Milhões 10 Milhões 22 Milhões O Quénia, apresenta actualmente uma população de 43 milhões de habitantes, dos quais cerca de 10 milhões tem acesso

Leia mais

Empresariado Nacional e Tecnologias de Informação e Comunicação: Que Soluções Viáveis para o Desenvolvimento dos Distritos?

Empresariado Nacional e Tecnologias de Informação e Comunicação: Que Soluções Viáveis para o Desenvolvimento dos Distritos? Empresariado Nacional e Tecnologias de Informação e Comunicação: Que Soluções Viáveis para o Desenvolvimento dos Distritos? Carlos Nuno Castel-Branco Professor Auxiliar da Faculdade de Economia da UEM

Leia mais

E- Marketing - Estratégia e Plano

E- Marketing - Estratégia e Plano E- Marketing - Estratégia e Plano dossier 2 http://negocios.maiadigital.pt Indíce 1 E-MARKETING ESTRATÉGIA E PLANO 2 VANTAGENS DE UM PLANO DE MARKETING 3 FASES DO PLANO DE E-MARKETING 4 ESTRATÉGIAS DE

Leia mais

Solução Base. Descrição do Serviço. A melhor solução de Internet e Voz para Profissionais e Empresas.

Solução Base. Descrição do Serviço. A melhor solução de Internet e Voz para Profissionais e Empresas. Solução Base Descrição do Serviço A melhor solução de Internet e Voz para Profissionais e Empresas. O acesso Internet Banda Larga que evolui com as suas necessidades. Características Solução adequada para:

Leia mais

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Pedro Miguel Barros Morgado Índice Introdução... 3 Ponto.C... 4 Descrição do Problema... 5 Bibliografia... 7 2 Introdução No mundo

Leia mais

BlackBerry Mobile Voice System

BlackBerry Mobile Voice System BlackBerry Mobile Voice System BlackBerry Mobile Voice System Comunicações móveis unificadas O Mobile Voice System ( MVS) foi projetado para unificar os recursos do telefone fixo aos smartphones e às redes

Leia mais

Sobre a Claranet. Hosting Networks Applications. www.claranet.pt Email [email protected] Tel 707 50 51 52. A Nossa Experiência. Presença Internacional

Sobre a Claranet. Hosting Networks Applications. www.claranet.pt Email info@claranet.pt Tel 707 50 51 52. A Nossa Experiência. Presença Internacional MANAGED NETWORKS_PORT_nv:bpack2005.qxd 13-10-2011 8:24 Page 1 Sobre a Claranet Fundada em 1996, a Claranet Evoluiu de Internet Service Provider, tendo sido o primeiro operador privado a surgir em Portugal,

Leia mais

Mobile Business. Your sales on the move.

Mobile Business. Your sales on the move. Pág/02 O PRIMAVERA é um produto destinado a empresas que utilizem processos de auto-venda e/ou pré-venda com Equipas de Vendas que necessitem de um conjunto de informação e funcionalidades avançadas, disponíveis

Leia mais

Tecnologias de banda larga móvel, UMTS e WiMax

Tecnologias de banda larga móvel, UMTS e WiMax Tecnologias de banda larga móvel, UMTS e WiMax Alex Rodrigo de Oliveira - 06/30403 Danilo Gaby Andersen Trindade - 06/82039 Pedro Rogério Vieira Dias - 06/93472 28 de junho de 2009 Resumo Trabalho final

Leia mais

Projectar o Algarve no Futuro

Projectar o Algarve no Futuro Projectar o Algarve no Futuro Os Novos Desafios do Algarve Região Digital [email protected] 25 Maio 2007 Auditório Portimão Arena Um mundo em profunda mudança O Mundo enfrenta hoje um processo

Leia mais

Software Registado e Certificado pela AT GESTÃO DE LAVANDARIAS. mercado exigente! Certificado. Retail Solutions

Software Registado e Certificado pela AT GESTÃO DE LAVANDARIAS. mercado exigente! Certificado. Retail Solutions Certificado Eficiência Eficiência para para vencer... vencer... Num Num mercado mercado exigente! exigente! Software Registado e Certificado pela AT LAVA i Índice Introdução Apresentação da Empresa Pág.

Leia mais

A Heterogeneous Mobile IP QoS-aware Network

A Heterogeneous Mobile IP QoS-aware Network A Heterogeneous Mobile I QoS-aware Network Victor Marques ([email protected]) Rui Aguiar ([email protected]) Jürgen Jähnert ([email protected]) Karl Jonas ([email protected]) Marco

Leia mais

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Desenvolvimento de Sistemas Cliente Servidor Prof. Esp. MBA Heuber G. F. Lima Aula 1 Ciclo de Vida Clássico Aonde estamos? Page 2 Análise O que fizemos

Leia mais

Mensagem da Administração

Mensagem da Administração Mensagem da Administração Quanto à área das Comunicações Wireless, o projeto Wavesys é o resultado de 3 anos de investigação e desenvolvimento e de 12 anos de experiência acumulada com a implementação

Leia mais

Sistemas de Gestão Integrada. Felipe Fernandes, nº 57300 Luís Marques, nº 57294 Nuno Correia, nº 57296 Paulo Monteiro, nº 57307

Sistemas de Gestão Integrada. Felipe Fernandes, nº 57300 Luís Marques, nº 57294 Nuno Correia, nº 57296 Paulo Monteiro, nº 57307 Sistemas de Gestão Integrada Felipe Fernandes, nº 57300 Luís Marques, nº 57294 Nuno Correia, nº 57296 Paulo Monteiro, nº 57307 O que são os SGI O que são os SGI? SCENE Os SGI são Sistemas de Informação

Leia mais

Redes de Telecomunicações

Redes de Telecomunicações Redes de Telecomunicações Mestrado em Engenharia Electrotécnica e e de Computadores 1º semestre 2009/2010 Capítulo 1 Introdução João Pires Redes de Telecomunicações (09/10) 2 Aspectos da Evolução das Telecomunicações

Leia mais

O Consentimento Informado é um elemento necessário ao atual exercício da medicina, como um direito do paciente e um dever moral e legal do médico.

O Consentimento Informado é um elemento necessário ao atual exercício da medicina, como um direito do paciente e um dever moral e legal do médico. O Consentimento Informado é um elemento necessário ao atual exercício da medicina, como um direito do paciente e um dever moral e legal do médico. Índice Temático A empresa C3im Soluções para a área da

Leia mais

Transição de POC para SNC

Transição de POC para SNC Transição de POC para SNC A Grelha de Transição surge no âmbito da entrada em vigor, no ano de 2010, do Sistema de Normalização Contabilística (SNC). O SNC vem promover a melhoria na contabilidade nacional,

Leia mais

MANUAL DE CONSULTA RÁPIDA DO MODEM OPTIONS FOR NOKIA 7650. Copyright 2002 Nokia. Todos os direitos reservados 9354493 Issue 2

MANUAL DE CONSULTA RÁPIDA DO MODEM OPTIONS FOR NOKIA 7650. Copyright 2002 Nokia. Todos os direitos reservados 9354493 Issue 2 MANUAL DE CONSULTA RÁPIDA DO MODEM OPTIONS FOR NOKIA 7650 Copyright 2002 Nokia. Todos os direitos reservados 9354493 Issue 2 Índice 1. INTRODUÇÃO...1 2. INSTALAR O MODEM OPTIONS FOR NOKIA 7650...1 3. SELECCIONAR

Leia mais

Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas...

Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas... APRESENTAÇÃO O incremento da competitividade é um fator decisivo para a maior inserção das Micro e Pequenas Empresas (MPE), em mercados externos cada vez mais globalizados. Internamente, as MPE estão inseridas

Leia mais

Interoperabilidade entre Plataformas de SMS. Projeto e Requisitos Técnicos Mínimos para Interoperabilidade

Interoperabilidade entre Plataformas de SMS. Projeto e Requisitos Técnicos Mínimos para Interoperabilidade Interoperabilidade entre Plataformas de SMS Projeto e Requisitos Técnicos Mínimos para Interoperabilidade . Índice: ESPECIFICAÇÕES INICIAIS DE PROJETO E REQUISITOS TÉCNICO PARA INTEROPERABILIDADE DE SMS

Leia mais

Negócios à Sua dimensão

Negócios à Sua dimensão Negócios à Sua dimensão O seu Software de Gestão acompanha-o? O ArtSOFT pode ser a solução de gestão da sua empresa. O ArtSOFT Profissional permite o controlo total sobre a gestão da sua empresa, assegura

Leia mais

ESTATÍSTICA DO MERCADO DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS ACESSÍVEIS AO PÚBLICO EM CABO VERDE ANO DE 2011

ESTATÍSTICA DO MERCADO DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS ACESSÍVEIS AO PÚBLICO EM CABO VERDE ANO DE 2011 ESTATÍSTICA DO MERCADO DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS ACESSÍVEIS AO PÚBLICO EM CABO VERDE ANO DE 2011 INDICADORES ESTATÍSTICOS DO ANO DE 2011 Índice INTRODUÇÃO... 2 1. PANORAMA GERAL SOBRE O

Leia mais

Universidade Federal de Goiás UFG Campus Catalão CAC Departamento de Engenharia de Produção. Sistemas ERP. PCP 3 - Professor Muris Lage Junior

Universidade Federal de Goiás UFG Campus Catalão CAC Departamento de Engenharia de Produção. Sistemas ERP. PCP 3 - Professor Muris Lage Junior Sistemas ERP Introdução Sucesso para algumas empresas: acessar informações de forma rápida e confiável responder eficientemente ao mercado consumidor Conseguir não é tarefa simples Isso se deve ao fato

Leia mais

Relatório Asterisk. Pedro Brito 100503279

Relatório Asterisk. Pedro Brito 100503279 Relatório Asterisk Unidade Curricular: SCOM Ano Letivo: 2014/2015 Docente: João Manuel Couto das Neves Alunos: Diogo Guimarães 100503158 Pedro Brito 100503279 Índice Introdução... 2 Instalação e Configuração

Leia mais

Apresentação da Solução. Divisão Área Saúde. Solução: Gestão de Camas

Apresentação da Solução. Divisão Área Saúde. Solução: Gestão de Camas Apresentação da Solução Solução: Gestão de Camas Unidade de negócio da C3im: a) Consultoria e desenvolvimento de de Projectos b) Unidade de Desenvolvimento Área da Saúde Rua dos Arneiros, 82-A, 1500-060

Leia mais

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas Conceito As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas PÁG 02 Actualmente, face à crescente necessidade de integração dos processos de negócio, as empresas enfrentam o desafio de inovar e expandir

Leia mais

Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental

Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental O momento certo para incorporar as mudanças A resolução 4.327 do Banco Central dispõe que as instituições

Leia mais

Introdução à Computação Móvel IP Móvel. Movimentação de Host. Movimentação de Host. Francisco José da Silva e Silva

Introdução à Computação Móvel IP Móvel. Movimentação de Host. Movimentação de Host. Francisco José da Silva e Silva Introdução à Computação Móvel IP Móvel Francisco José da Silva e Silva Francisco Silva 1 Movimentação de Host Francisco Silva 2 Movimentação de Host Se um host não estiver no enlace identificado por seu

Leia mais

Ser a primeira opção para empresas que buscam soluções que combinem mobilidade, entretenimento e interatividade.

Ser a primeira opção para empresas que buscam soluções que combinem mobilidade, entretenimento e interatividade. MISSÃO Fornecer todas as ferramentas necessárias que possibilitem levar entretenimento e interatividade a todos os usuários de telefones móveis e fixo. OBJETIVO Ser a primeira opção para empresas que buscam

Leia mais

O Conceito de Cluster

O Conceito de Cluster O Conceito de Cluster Conjunto de empresas, relacionadas entre si, que desenvolvem competências específicas, formando um pólo produtivo especializado e com vantagens competitivas. Antecedentes As empresas

Leia mais