TERMINOLOGIAS TÉCNICAS NO PROCEDIMENTO JUDICIAL
|
|
|
- Isaque Aranha de Figueiredo
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 TERMINOLOGIAS TÉCNICAS NO PROCEDIMENTO JUDICIAL PARTE I
2 Procedimentos técnicos: utilizados na realização da atividade de avaliação e perícia, sendo a denominação obrigatória e corretamente empregada para o laudo pericial; Vocabulário jurídico: usado para atividades técnicas, nos termos da Resolução nº 345/90 do CONFEA;
3 Vistoria: atividade de constatação de um fato, através de exame in loco e descrição detalhada dos elementos constituintes; Avaliação: atividade de determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem, de um direito ou de um empreendimento; Perícia: atividade de apuração das causas que motivaram certos eventos ou a asserção de direitos; Meio de prova técnica dos fatos
4 Análise: atividade determinação das partes constituintes de um todo na busca de conhecer sua natureza e/ou avaliar seus aspectos técnicos; Demolição: atividade consiste em deitar por terra, destruir uma obra ou construção; Auto: documento circunstanciado que registra fato ocorrido fora do juízo; Constituinte do processo judicial
5 Termo: documentação de um ato praticado e documentado em juízo; Termo de compromisso: documentação de obrigação/individual, pelo perito e assistente técnico, perante o juízo (antes da perícia); Pode ser dispensado Parecer: declaração técnica de uma opinião de um fato, favorável ou contrário, feito por consulta, destaca pontos controversos da questão, fundamentado; Peça processual, art. 433, Único/CPC
6 Laudo: documento com fundamentos técnicos e conclusão dos árbitros e dos peritos; Peça processual, art. 433, caput/cpc Laudo de avaliação: peça técnica escrita pelo avaliador, fundamentada com estimativa do valor atribuído aos bens avaliados, justificado os elementos e métodos utilizados; Peça processual, art. 433, caput/cpc Laudo pericial: peça técnica escrita, avaliativa, exame, vistoria ou constatação de um fato (causas e efeito), aos quesitos; Art. 420 c/c art 433, caput/cpc
7 Lauda: indica página da escrita, face do papel, seja escrita ou não, considerada a frente ou anverso como as das costas ou verso; Levantamento: atividade de observação, mensuração ou caracterização e quantificação de dados de natureza técnica necessários à execução de serviços técnicos; Peça processual, art. 429, caput/cpc Locação: atividade de marcação, mensuração da área a ser ocupado por obra; Art. 946 c/c art. 960/CPC
8 Demarcação: fixação linha divisória entre propriedades confrontantes ou imóveis, limites ou azimutes dos limites; Art. 950 c/c art. 960/CPC Mensuração: atividade de apuração de quantitativos de produto, fenômeno, obras, serviços técnicos num lapso temporal; Dendrometria: atividade compreendida de medição de diâmetro, altura, volume, peso e fatores referentes à forma física da árvore e ao conteúdo de casca;
9 Orçamento: atividade de levantamento de custos de todos os elementos constituintes à execução de determinado empreendimento; Inventário florestal: descrição qualitativa e quantitativa dos elementos componentes de uma floresta; Art. 71 c/c arts. 29, 30 e 31 Lei /12 Dendrometria: atividade compreendida de medição de diâmetro, altura, volume, peso e fatores referentes à forma física da árvore e ao conteúdo de casca; Art. 1º-A c/c art. 36, 4º, Lei /12
10 Restauração: atividade implica recuperação total da obra, mantendo as características iniciais da mesma; Depreciação: é a diminuição do valor do bem ao longo do tempo, em decorrência da perda da aptidão de servir ao fim a que foi destinado; D = Vr - r a) Física: perda do valor causado pelo tempo, uso desgaste físico ou avaria; b) Funcional: erros de construção/concepção, não adequa à finalidade, por mudanças tecnológicas; c) Econômica: diminuição de valor por mudança de atividade ou preferência de mercado;
11 Bens: são objetos materiais que possuem utilidade Bens de capital produzidos com participação do homem Trabalho e terra são fatores primários de produção (NÃO SÃO PRODUZIDOS PELO SISTEMA Samuelson, 1970, p.79 ECONÔMICO); Bens: é tudo que existe na natureza, exceção do homem, suscetível de apropriação (física, intelectual ou moral), dotado de utilidade econômica; a) Bens corpóreos b) Bens incorpóreos Silva Júnior, 2001
12 Bens corpóreos: possuem corporalidade material e podem ser tocados pelos sentidos humanos, suscetível de apropriação física pelo proprietário/posseiro, bens móveis e imóveis (ex. trator e o imóvel rural); Bens incorpóreos: são insuscetíveis de apropriação física pelo proprietário (ex. obras ou invenções intelectuais e a honra) Silva Júnior, 2001
13 Bens: são coisas materiais ou imateriais, úteis aos homens e de expressão econômica, suscetíveis de apropriação; Coisa: é gênero do qual bem é espécie; a) Bens corpóreos: os que têm existência física, material e que podem ser tangidos pelo homem (são objetos de compra e venda); b) Bens incorpóreos: os que têm existência abstrata, mas valor econômico, como o crédito, direito autoral, a sucessão aberta, p. ex. (são objetos somente de cessão) OBS.: ambos os bens integram o patrimônio da pessoa Gonçalves, 2010, p.90/110
14 Bens rurais: são bens com características, localização e uso são submetidos a melhor aproveitamento econômico e social em empreendimentos rurais; a) Bens imóveis: que não se move (imóvel rural e benfeitorias); b) Bens móveis: são suscetível de movimentação (máquinas, equipamentos, móveis, semoventes); OBS.: propriedade rural (é denominação específica de um direito), quando objeto de perícia não é propriedade (direito), mas o imóvel rural objeto material do direito de propriedade; Carvalho, 2012, p.45
15 Bens imóveis: são os que não podem ser removidos de um lugar para outro sem destruição e os assim considerados para os efeitos legais (arts. 79 e 80/CC); a) Imóveis por natureza: art. 79, 1ª parte/cc; b) Por acessão natural: art. 79, 2ª parte/cc; c) Por acessão artificial ou industrial: art. 79, 3ª parte; d) Por determinação legal: art. 80/CC; Gonçalves, 2010, p.90/110
16 Art. 79. São bens imóveis o solo e tudo quanto se lhe incorporar natural ou artificialmente. Art. 80. Consideram-se imóveis para os efeitos legais: I - os direitos reais sobre imóveis e as ações que os asseguram; II - o direito à sucessão aberta. OBS.: Arts. 79 e 80/CC a) o solo com sua superfície, seus acessórios e adjacências naturais (árvores, frutos pendentes), espaço aéreo e o subsolo; b) Tudo quanto homem incorporar permanentemente ao solo (semente, edifícios e construções); c) Tudo quanto no imóvel o proprietário mantiver (exploração, aformoseamento ou comodidade);
17 Bens imóveis: são os que não podem ser removidos de um lugar para outro sem destruição e os assim considerados para os efeitos legais (arts. 79 e 80/CC); a) Imóveis por natureza: art. 79, 1ª parte/cc; b) Por acessão natural: art. 79, 2ª parte/cc; c) Por acessão artificial ou industrial: art. 79, 3ª parte; d) Por determinação legal: art. 80/CC; Gonçalves, 2010, p.90/110
18 Bens móveis: são suscetíveis de movimento próprio ou de remoção por força alheia (art. 82/CC); a) móveis por natureza: semoventes, art. 82, 1ª parte/cc; b) móveis propriamente ditos: admitem remoção por força alheia, art. 82, 2ª parte/cc; c) móveis por determinação legal: art. 83, caput/cc; d) móveis por antecipação: são bens incorporados ao solo, com intenção de separá-los e convertê-los em móveis (ex. árvores destinadas ao corte), ou vendidos para fins de demolição (ancianidade), art. 84/CC; Gonçalves, 2010, p.102
19 Art. 82. São móveis os bens suscetíveis de movimento próprio, ou de remoção por força alheia, sem alteração da substância ou da destinação econômico-social. Art. 83. Consideram-se móveis para os efeitos legais: I - as energias que tenham valor econômico; II - os direitos reais sobre objetos móveis e as ações correspondentes; III - os direitos pessoais de caráter patrimonial e respectivas ações. Art. 84. Os materiais destinados a alguma construção, enquanto não forem empregados, conservam sua qualidade de móveis; readquirem essa qualidade os provenientes da demolição de algum prédio. Arts. 82 a 84/CC
20 Bens fungíveis e infungíveis: são bens móveis que podem e os que não podem ser substituídos por outros da mesma espécie, qualidade e quantidade (art. 85/CC); Bens consumíveis: são bens móveis cujo uso importa destruição imediata da própria substância (consumíveis de fato), sendo também considerados tais os destinados à alienação (consumíveis de direito); Bens inconsumíveis: são os que admitem uso reiterado, sem destruição de sua substância (art.; 86/CC); Gonçalves, 2010, p.112
21 Art. 85. São fungíveis os móveis que podem substituir-se por outros da mesma espécie, qualidade e quantidade. Art. 86. São consumíveis os bens móveis cujo uso importa destruição imediata da própria substância, sendo também considerados tais os destinados à alienação. Arts. 85 e 86/CC
22 Bens divisíveis: são os que podem fracionar sem alteração na sua substância,, diminuição considerável de valor ou prejuízo do uso a que se destinam (art. 87/CC); Indivisíveis por natureza: são os que não podem fracionar sem alteração na sua substância, diminuição de valor ou prejuízo; Por determinação legal: são as servidões, as hipotecas, ou por vontade das partes (convencional) art.; 88/CC; Gonçalves, 2010, p.102
23 Art. 87. Bens divisíveis são os que se podem fracionar sem alteração na sua substância, diminuição considerável de valor, ou prejuízo do uso a que se destinam. Art. 88. Os bens naturalmente divisíveis podem tornar-se indivisíveis por determinação da lei ou por vontade das partes. Arts. 87 e 88/CC
24 Bens singulares: são os que, embora reunidos, são considerados na sua individualidade (ex. uma árvore); art. 89/CC; Bens coletivos: são os encarados em conjunto formando um todo (ex. uma floresta); Bens de universalidades de fato: são aqueles com características próprias de conjunto (rebanho, biblioteca), art. 90/CC aqueles de universalidade de direito (herança, patrimônio), art. 91/CC; Gonçalves, 2010, p.112
25 Art. 89. São singulares os bens que, embora reunidos, se consideram de per si, independentemente dos demais. Art. 90. Constitui universalidade de fato a pluralidade de bens singulares que, pertinentes à mesma pessoa, tenham destinação unitária. Parágrafo único. Os bens que formam essa universalidade podem ser objeto de relações jurídicas próprias. Art. 91. Constitui universalidade de direito o complexo de relações jurídicas, de uma pessoa, dotadas de valor econômico. Arts. 89 a 91/CC
26 Bem principal: é o bem que tem existência própria, que existe por si; art. 92, 1ª parte/cc; Bem acessório: é aquele cuja existência depende do principal (ex. uma florada, uma produção de frutos); art. 92, 2ª parte/cc; Art. 92. Principal é o bem que existe sobre si, abstrata ou concretamente; acessório, aquele cuja existência supõe a do principal. OBS.: o bem acessório segue o destino do principal, salvo estipulação em contrário. Em consequência: a) a natureza do acessório é a mesma do principal; b) o proprietário do principal é proprietário do acessório; Gonçalves, 2010, p.112
27 Tipos bens acessórios: compreende-se: a) Frutos: são as utilidades que uma coisa periodicamente produz (naturais: frutos naturais, industriais: mercadorias e civis: rendimentos do bem), (pendentes, percebidos ou colhidos, estantes, percipiendos e consumidos); b) Produtos: são as utilidades que se retiram da coisa, diminuindo-lhe a quantidade, que se esgotam (ex. minérios); c) Pertenças: os bens móveis que, não constituindo partes integrantes, se destinam, de modo duradouro, ao uso ou serviço ou ornamentação de outro (ex. aparelho de ar condicionado), art. 93/CC; Gonçalves, 2010, p.113
28 Tipos bens acessórios: compreende-se: d) Acessões: podem dar-se por formação de ilhas, aluvião, avulsão, abandono de álveo e plantações ou construções, art , I a V/CC; e) Benfeitorias: acréscimos, melhoramentos ou despesas em bem já existente (necessárias, úteis e voluptuárias), art. 96/CC; Necessárias: tem por fim conservar o bem ou evitar que se deteriore (ex. reparos no teto); Úteis: são aqueles acessórios que aumentam ou facilitam o uso do bem (ex. garagem, barracão); Voluptuárias: são aqueles de mero deleite ou recreio não aumentam o uso habitual do bem, ainda que o tornem mais agradável ou sejam de elevado valor (ex. piscina); Tartuce, 2010, p.31
29 Art. 93. São pertenças os bens que, não constituindo partes integrantes, se destinam, de modo duradouro, ao uso, ao serviço ou ao aformoseamento de outro. Art. 94. Os negócios jurídicos que dizem respeito ao bem principal não abrangem as pertenças, salvo se o contrário resultar da lei, da manifestação de vontade, ou das circunstâncias do caso. Art. 95. Apesar de ainda não separados do bem principal, os frutos e produtos podem ser objeto de negócio jurídico. Art. 96. As benfeitorias podem ser voluptuárias, úteis ou necessárias. 1 o São voluptuárias as de mero deleite ou recreio, que não aumentam o uso habitual do bem, ainda que o tornem mais agradável ou sejam de elevado valor. 2 o São úteis as que aumentam ou facilitam o uso do bem. 3 o São necessárias as que têm por fim conservar o bem ou evitar que se deteriore. Art. 97. Não se consideram benfeitorias os melhoramentos ou acréscimos sobrevindos ao bem sem a intervenção do proprietário, possuidor ou detentor. Arts. 93 a 97/CC
30 Tipos bens acessórios: compreende-se: d) Acessões: podem dar-se por formação de ilhas, aluvião, avulsão, abandono de álveo e plantações ou construções, art , I a V/CC; e) Benfeitorias: acréscimos, melhoramentos ou despesas em bem já existente (necessárias, úteis e voluptuárias), art. 96/CC; Reprodutivas: as que são capazes de reproduzir por si e cujo produto pode ser negociado separadamente da terra (plantações em geral, pastagens artificiais, pomares, florestas artificiais); Não reprodutivas: são aquelas que não reproduzem por si,, mas dão suporte, facilitam ou protegem o processo produtivo do imóvel e seus recursos naturais (benfeitorias úteis, necessárias e voluptuárias); Carvalho, 2012, p.224
31 MUITO OBRIGADO!!!
Prof. Gustavo Eidt. www.facebook.com/gustavoeidt [email protected]
Prof. Gustavo Eidt www.facebook.com/gustavoeidt [email protected] DOS BENS Conceito: bens são as coisas materiais ou imateriais, úteis aos homens e de expressão econômica, suscetíveis de apropriação.
Curso de Extensão Projeto Conhecimento sem Fronteiras Direito do Consumidor e os Planos de Saúde
Curso de Extensão Projeto Conhecimento sem Fronteiras Direito do Consumidor e os Planos de Saúde Título II Da Relação Jurídica de Consumo Capítulo I Conceito de Consumidor Lato Senso Temos inúmeras teorias
ATRIBUTOS ou DIREITOS da PERSONALIDADE
ATRIBUTOS ou DIREITOS da PERSONALIDADE Existem direitos denominados personalíssimos porque incidem sobre bens que estão intimamente ligados à pessoa humana, são intransmissíveis e irrenunciáveis, não podendo
DOS BENS. BENS CORPÓREOS = Aquele que tem existência: física, material.
DOS BENS CONCEITO: Bens são coisas materiais ou concretos, úteis aos homens e de expressão econômica, suscetível de apropriação. COISA É O GÊNERO DO QUAL O BEM É ESPÉCIE. A classificação dos bens é feita
Dos Bens. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda
Dos Bens Bens Considerados em si Mesmos São bens considerados em si mesmos: bens imóveis, bens móveis, bens corpóreos e incorpóreos, bens fungíveis e consumíveis, bens divisíveis e indivisíveis e bens
PARTE GERAL I. DOS BENS DOS BENS MÓVEIS. Art. 79. São bens imóveis o solo e tudo quanto se lhe incorporar natural ou artificialmente.
I. DOS BENS DOS BENS IMÓVEIS Art. 79. São bens imóveis o solo e tudo quanto se lhe incorporar natural ou artificialmente. Os bens imóveis, também chamados de bens de raiz, são: o solo, com uma superfície,
Direito das coisas. O direito das coisas é tratado no livro III da parte especial do código civil, dividido em duas temáticas.
OAB - EXTENSIVO Disciplina: Direito Civil Prof. Brunno Giancolli Data: 19/10/2009 Aula nº. 05 TEMAS TRATADOS EM AULA Direito Reais Direito das coisas. O direito das coisas é tratado no livro III da parte
PEQUENAS EMPRESAS E PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS TENDÊNCIAS E PRÁTICAS ADOTADAS PELAS EMPRESAS BRASILEIRAS
PEQUENAS EMPRESAS E PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS TENDÊNCIAS E PRÁTICAS ADOTADAS PELAS EMPRESAS BRASILEIRAS EMENTA O presente estudo tem por finalidade abordar o comportamento recente das pequenas empresas na
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA SEGUNDA VARA CÍVEL DA COMARCA DE ARARAQUARA - SP
fls. 50 EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA SEGUNDA VARA CÍVEL DA COMARCA DE ARARAQUARA - SP PROCESSO Nº 1006192-93.2015.8.26.0037 AUTOS DE PROCEDIMENTO ORDINÁRIO REQUERENTE: REQUERIDO: MARINES
Estudamos, até aqui, os sujeitos de direito, ou seja, as pessoas. Abordaremos agora o objeto do direito, das relações jurídicas, ou seja, os bens.
LIVRO II BENS Estudamos, até aqui, os sujeitos de direito, ou seja, as pessoas. Abordaremos agora o objeto do direito, das relações jurídicas, ou seja, os bens. A palavra coisa, ainda que utilizada na
ESTRUTURA DO CURSO 08:00-10:00 RTQ-R
Método de Simulação Edifícios residenciais Roberto Lamberts, PhD Veridiana A. Scalco, Dra Gabriel Iwamoto Rogério Versage, MSc Apoio: Márcio Sorgato, Carolina Carvalho e Mariana G. Bottamedi Rio de Janeiro,
POSICIONAMENTOS PLANIMÉTRICO E ALTIMÉTRICO UD 1 - INTRODUÇÃO
UD 1 - INTRODUÇÃO POSICIONAMENTO PLANIMÉTRICO Conjunto de operações que obtém as coordenadas bidimensionais de determinado conjunto de objetos em um sistema pré-estabelecido. P y P (x,y) x POSICIONAMENTO
02. (FCC MPE-RN/2012). A receita extraorçamentária em 31.12.2011, em reais, era: (A) 50.000,00 (B) 60.000,00 (C) 100.000,00
SEMANA 10 - Despesa Pública: Dispêndios orçamentários (Despesa orçamentária) e Extra- Orçamentários; 01. (ESTILO-ESAF/2012) Os dispêndios públicos podem ser de natureza orçamentária ou extraorçamentária.
Manual de preenchimento da planilha de cálculo do índice de nacionalização
Manual de preenchimento da planilha de cálculo do índice de nacionalização Atualizado em 02/07/15 Pág.: 1/9 SUMÁRIO Introdução... 3 1. Índice de nacionalização... 3 2. Objetivo da planilha... 4 3. O preenchimento
RELATÓRIO DE REVISÃO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Acionistas e Administradores da IESA Projetos, Equipamentos e Montagens S.A. Araraquara - SP Introdução Revisamos as informações contábeis intermediárias,
CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA
O Tribunal de Relação de Lisboa, remeteu a este Conselho uma cópia do ofício n.º 48486, de 20-04-04, da ADSE, referente à deliberação da Junta Médica, a que tinha sido submetido o DR. (...). É do seguinte
Dos Serviços de Obras, Arquitetura, Engenharia e Tecnologia, Sanitária.
Dos Serviços de Obras, Arquitetura, Engenharia e Tecnologia, Sanitária. - Planejar, programar, executar, avaliar, capacitar, orientar e fiscalizar as atividades relacionadas à análise, avaliação e aprovação
AÇÃO DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE (com pedido de liminar)
EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) FEDERAL DA VARA DA SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO-SP: A FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE FUNASA -, pessoa jurídica de direito público interno, neste ato representada
Gestão ambiental e gerenciamento de resíduos. Prof. ª Karen Wrobel Straub
Gestão ambiental e gerenciamento de resíduos Prof. ª Karen Wrobel Straub MEIO AMBIENTE De acordo com a definição contida na norma NBR ISO 14001:1996- Sistemas de Gestão Ambiental Meio ambiente é a circunvizinhança
Teoria dos erros em medições
Teoria dos erros em medições Medições Podemos obter medidas diretamente e indiretamente. Diretas - quando o aparelho ( instrumento ) pode ser aplicado no terreno. Indireta - quando se obtêm a medição após
Lei nº 9.991 de 24 de julho de 2000.
Lei nº 9.991 de 24 de julho de 2000. Estabelece que as concessionárias de Serviços públicos de Distribuição, Transmissão ou Geração de energia elétrica, devem aplicar, anualmente, um percentual mínimo
Adotada Total / Parcial. Fundamento da não adoção. Recomendação. Não adotada. 1. Princípios Gerais
/ 1. Princípios Gerais As instituições devem adotar uma política de remuneração consistente com uma gestão e controlo de riscos eficaz que evite uma excessiva exposição ao risco, que evite potenciais conflitos
Relatório elaborado pela. ONG Sustentabilidade e Participação
CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ORGÃOS - FESO Centro de Ciência e Tecnologia - CCT Curso de Engenharia de Produção NAI - Núcleo de Atividades Complementares Relatório elaborado pela ONG Sustentabilidade
DOS BENS BENS PÚBLICOS
DOS BENS BENS PÚBLICOS 1. Introdução... 1 2. Classificação dos Bens... 1 BENS CONIDERADOS EM SI MESMO... 1 2.1 Corpóreos ou Incorpóreos... 1 2.2 Bens móveis ou imóveis... 1 2.2.1 Imóveis... 2 2.2.2 Móveis...
Estabelecimento Empresarial
Estabelecimento Empresarial É a base física da empresa, que consagra um conjunto de bens corpóreos e incorpóreos, constituindo uma universalidade que pode ser objeto de negócios jurídicos. É todo o complexo
Tecnologia da Construção Civil - I Fundações. Roberto dos Santos Monteiro
Tecnologia da Construção Civil - I Fundações Após a execução da sondagem, iremos definir qual o tipo de fundação mais adequada a ser utilizado no nosso empreendimento. As Fundações são elementos estruturais
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC RENDA FIXA SIMPLES 22.918.245/0001-35 Informações referentes a Maio de 2016
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC RENDA FIXA SIMPLES 22.918.245/0001-35 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER
A PODA DAS ÁRVORES PODA DRÁSTICA
A PODA DAS ÁRVORES Pode ser entendida como a retirada de partes de uma planta e também pode servir para a eliminação de ramos mortos, doentes ou indesejáveis, seja por sua posição inadequada, seja por
MATÉRIA: LEI Nº 8.429/92 PROFESSOR: EDGARD ANTONIO NÍVEL SUPERIOR
MATÉRIA: LEI Nº 8.429/92 PROFESSOR: EDGARD ANTONIO NÍVEL SUPERIOR FCC/2008/TRF 5ª REGIÃO - ANALISTA JUDICIÁRIO: EXECUÇÃO DE MANDADOS 28) Segundo a Lei nº 8.429/92, permitir, facilitar ou concorrer para
Declaração Universal dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos Humanos Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus Direitos iguais e inalienáveis é o fundamento
RAZÕES QUE JUSTIFICAM A PRORROGAÇÃO DA ZFM.
RAZÕES QUE JUSTIFICAM A PRORROGAÇÃO DA ZFM. Razões: 1. Nós defendemos a prorrogação da ZFM como diferencial de tratamento tributário, para suprir as inúmeras dificuldades e obstáculos na promoção do desenvolvimento
RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCOS BANCO ABN AMRO S.A. Setembro de 2013
RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCOS BANCO ABN AMRO S.A. Setembro de 2013 SP Rua Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, 700, 4º andar Itaim Bibi São Paulo SP CEP: 04542000 Tel: (11) 30737400 Fax: (11) 30737404
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 3ª REGIÃO EMENTA
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 3ª REGIÃO RELATORA APELANTE ADVOGADO APELADO(A) ADVOGADO No. ORIG. : : VITRIN ART MANEQUINS E ACESSORIOS LTDA : SP012737 GILBERTO BRUNO PUZZILLI e outro(a)
ECONOMIA DA EDUCAÇÃO Módulo 1 Princípios de Economia
Opções Estratégicas Para a Implantação de Novas Políticas Educacionais ECONOMIA DA EDUCAÇÃO Módulo 1 Princípios de Economia Bob Verhine Universidade Federal da Bahia [email protected] A divulgação desta
Regime fiscal das fundações. Guilherme W. d Oliveira Martins FDL
Regime fiscal das fundações Guilherme W. d Oliveira Martins FDL DUP e benefícios fiscais O regime fiscal das Fundações/IPSS depende da atribuição da declaração de utilidade pública a essas pessoas coletivas.
TEXTO FINAL. O CONGRESSO NACIONAL decreta:
TEXTO FINAL Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei da Câmara nº 74, de 2009 (nº 4.464, de 2004, na Casa de origem), que estabelece medidas para o controle da avifauna nas imediações de aeródromos.
Regulamento básico: finanças e controladoria
Regulamento básico: finanças e controladoria Diretoria de Administração e Planejamento Abril de 2002 Este regulamento estabelece as diretrizes a serem adotadas pela RNP na gestão de seus recursos financeiros,
TUTELA PROCESSUAL DO MEIO AMBIENTE
GESTÃO AMBIENTAL Prof. Francisco José Carvalho TUTELA PROCESSUAL DO MEIO AMBIENTE COMPETÊNCIA NA AÇÃO CIVIL PÚBLICA Conceito de Ação Civil Pública (ACP) É um instrumento processual, que visa proteger direitos
Gabinete do Conselheiro Antônio Carlos Andrada
PROCESSO: 716944 NATUREZA: CONSULTA CONSULENTE: Ronaldo Márcio Gonçalves PROCEDÊNCIA: Prefeitura Municipal de Pains ASSUNTO: Pagamento pelo Município, com recursos do FUNDEF, de curso superior para os
INFORMATIVO VALOR VENAL
INFORMATIVO VALOR VENAL IPTU 2015 ESCLARECIMENTOS SOBRE A NECESSIDADE DE ABERTURA OU NÃO DO PROCESSO DE IMPUGNAÇÃO DE VALOR VENAL SR. CONTRIBUINTE ANTES DE ABRIR PROCESSO, LEIA OS ESCLARECIMENTOS ABAIXO:
Manutenção volante. A DDS SERVIÇOS possui muita experiência com este modelo de manutenção com resultados altamente satisfatórios.
Manutenção volante O que é a Manutenção Volante? A Manutenção Volante é uma modalidade de manutenção móvel que visa atender clientes que possuam várias unidades prediais distribuídas por uma determinada
Modelo 2 (IMI) Instruções de preenchimento
Modelo 2 (IMI) Instruções de preenchimento CAMPO 1 NIF/NIPC da Entidade Declarante Neste campo deve ser inserido o Número de Identificação Fiscal (NIF) ou Número de Identificação de Pessoa Coletiva (NIPC)
AVALIAÇÕES AMBIENTAIS
AVALIAÇÕES AMBIENTAIS Avaliação Ambiental em Áreas Contaminadas Barreiras de Contenção Mobilização de Equipe Análise da Contaminação Avaliação de Impactos em APP AVALIAÇÕES AMBIENTAIS Avaliações Ambientais
ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL MÓDULO 12
ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL MÓDULO 12 Índice 1. Códigos de Ética Profissional e Empresarial - Continuação..3 1.1. A Responsabilidade Social... 3 1.2. O Direito Autoral... 4 2 1. CÓDIGOS DE ÉTICA PROFISSIONAL
Tabela 1 Taxa de Crescimento do Produto Interno Bruto no Brasil e em Goiás: 2011 2013 (%)
1 PANORAMA ATUAL DA ECONOMIA GOIANA A Tabela 1 mostra o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e de Goiás no período compreendido entre 211 e 213. Nota-se que, percentualmente, o PIB goiano cresce relativamente
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 14, DE 2014 (Senador Alfredo Nascimento - PR/AM)
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 14, DE 2014 (Senador Alfredo Nascimento - PR/AM) Altera o art. 5º da Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, que dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do
REGULAMENTO DAS SOCIEDADES PROFISSIONAIS DE CONTABILISTAS CERTIFICADOS E SOCIEDADES DE CONTABILIDADE
REGULAMENTO DAS SOCIEDADES PROFISSIONAIS DE CONTABILISTAS CERTIFICADOS E SOCIEDADES DE CONTABILIDADE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento estabelece as regras de constituição
Manual do Revisor Oficial de Contas. Recomendação Técnica n.º 5
Recomendação Técnica n.º 5 Revisão de Demonstrações Financeiras Intercalares Janeiro de 1988 Índice Julho de 1993 (1ª Revisão) Parágrafos Introdução 1-3 Justificação 4-5 Objectivos 6-8 Recomendações 9-17
O JOVEM COMERCIÁRIO: TRABALHO E ESTUDO
O JOVEM COMERCIÁRIO: TRABALHO E ESTUDO O comércio sempre foi considerado como porta de entrada para o mercado de trabalho sendo, assim, um dos principais setores econômicos em termos de absorção da população
PROJETO DE IMPLANTAÇÃO INDÚSTRIA MADEIREIRA Desdobro Secundário da Madeira. Tipo de Curso d água Nome Bacia Hidrográfica
1. INFORMAÇÕES GERAIS PROJETO DE IMPLANTAÇÃO INDÚSTRIA MADEIREIRA Desdobro Secundário da Madeira 1.1. Ocorrência Hídrica Tipo de Curso d água Nome Bacia Hidrográfica Distância do empreendimento (m) 1.2.
Para o professor Washington de Barros Monteiro (1997) os bens são valores materiais ou imateriais que podem ser objetos de uma relação de direito.
Introdução Ahyrton Lourenço Neto* Alguns autores classificam os bens como espécie do gênero coisas, sendo estas tudo que existe na natureza, e aqueles as coisas que são úteis ao homem, economicamente valoráveis
Pergunte a CPA - ICMS/SP Zona Franca de Manaus
Pergunte a CPA - ICMS/SP Zona Franca de Manaus Zona Franca de Manaus Conceito: A Zona Franca de Manaus (ZFM) é uma área de livre comércio, de importação e exportação e de incentivos fiscais especiais,
Capitania do Porto de Portimão ATIVIDADE MARÍTIMO-TÚRISTICA
Capitania do Porto de Portimão ATIVIDADE MARÍTIMO-TÚRISTICA 1 Agenda ::... Enquadramento Modalidades Marítimo-Turísticas Embarcações Embarcações de Recreio Atividades MT mais relevantes Vistorias Fiscalização
Princípio da competência O princípio da competência determina que todas as vendas, os custos e as despesas devem ser considerados na apuração do resultado da empresa no período em que ocorrerem, independentemente
Este glossário é de natureza específica, não devendo prevalecer entendimentos distintos dos termos
GLOSSÁRIO Este glossário é de natureza específica, não devendo prevalecer entendimentos distintos dos termos nele apresentados, embora aplicáveis em outros contextos. Análise atividade que envolve a determinação
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA DE SÃO PAULO CREA-SP ATO NORMATIVO Nº, DE DE DE.
ATO NORMATIVO Nº, DE DE DE. Dispõe sobre celebração de convênios com entidades de classe para maior eficiência da fiscalização profissional, através da expansão das Anotações de Responsabilidade Técnica
FICHA TÉCNICA. Presidente António dos Reis Duarte
FICHA TÉCNICA Presidente António dos Reis Duarte Editor Instituto Nacional de Estatística Direcção de Contas Nacionais, Estatísticas Económicas e dos Serviços Divisão de Estatísticas do Turismo Av. Cidade
Coordenação-Geral de Tributação
Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 254 - Data 15 de setembro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA JURÍDICA - IRPJ LUCRO PRESUMIDO.
Brazilian Depositary Receipt BDR Nível I Não Patrocinado
Renda Variável Brazilian Depositary Receipt BDR Nível I Não Patrocinado O produto Os Brazilian Depositary Receipts Nível I Não Patrocinados (BDR NP) são valores mobiliários, emitidos no Brasil por instituições
Tecnologia da Construção Civil - I Locação de Obra e Serviços em Terra. Roberto Monteiro
Tecnologia da Construção Civil - I Locação de Obra e Serviços em Terra Limpeza do terreno Dependendo do porte da obra e da declividade do terreno serão necessários a utilização de equipamentos de grande
Além de fazer uma ótima escolha, você ainda está ajudando a natureza e garantindo a preservação do meio ambiente.
Obrigado por adquirir um produto Meu Móvel de Madeira. Agora, você tem em suas mãos um produto de alta qualidade, produzido com matérias-primas derivadas de floresta plantada. Além de fazer uma ótima escolha,
DIREITO EMPRESARIAL PROF. ROBERTA MAROPO AULA 04
CURSO ONLINE REFORÇO ACADÊMICO DIREITO EMPRESARIAL PROF. ROBERTA MAROPO AULA 04 CONCEITO DE MARCA Art. 123. Para os efeitos desta Lei, considerase: I - marca de produto ou serviço: aquela usada para distinguir
RESOLUÇÃO N 41/2009/CONEPE. O CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE no uso de suas atribuições legais e;
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 41/2009/CONEPE Aprova alteração na Departamentalização do Núcleo
2. ATOS DO DIRETOR-GERAL
2.1. INSTRUÇÃO NORMATIVA 2. ATOS DO DIRETOR-GERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA DE 7 DE MARÇO DE 2010 O DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo
IMPACTO DA ATIVIDADE FISCALIZATÓRIA SOBRE A MELHORIA DA QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE DRENAGEM URBANA NO DISTRITO FEDERAL
IMPACTO DA ATIVIDADE FISCALIZATÓRIA SOBRE A MELHORIA DA QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE DRENAGEM URBANA NO DISTRITO FEDERAL Carolinne Isabella Dias Gomes (1) Possui Bacharelado e Licenciatura
Estatuto da Corte Interamericana de Direitos Humanos UNISIM 2015
Estatuto da Corte Interamericana de Direitos Humanos UNISIM 2015 CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1. Natureza e regime jurídico A Corte Interamericana de Direitos humanos é uma instituição judiciária
DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA A PESQUISA E USO DE LEGUMINOSAS EM PASTAGENS TROPICAIS: UMA REFLEXÃO. Sila Carneiro da Silva 1
DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA A PESQUISA E USO DE LEGUMINOSAS EM PASTAGENS TROPICAIS: UMA REFLEXÃO Sila Carneiro da Silva 1 O interesse pela produção animal em pastagens tem crescido bastante nos últimos
Coleções. manual de montagem. Kit com 3 Nichos. ou... tempo 20 minutos. montagem 2 pessoas. ferramenta martelo de borracha. ferramenta chave philips
manual de montagem montagem 2 pessoas Coleções ferramenta martelo de borracha Kit com 3 Nichos ferramenta chave philips tempo 30 minutos ou... ferramenta parafusadeira tempo 20 minutos DICAS DE CONSERVAÇÃO
Ordem dos Advogados do Brasil Seção do Estado do Rio de Janeiro Procuradoria
EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA VARA FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO RIO DE JANEIRO A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, SEÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, serviço público independente, dotada de personalidade
Insolvência de Edigaia - Imobiliária, S.A. Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia - 2.º Juízo. Processo 635/10.3TYVNG
. Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia - 2.º Juízo Processo 635/10.3TYVNG Relatório de Análise / Avaliação dos Activos Imobiliários 1 Identificação do Cliente Massa Insolvente de Edigaia - Imobiliária,
Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I
Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 6º Encontro - 05/03/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? 02 - ABERTURA - SISTEMAS DE PRODUÇÃO - VÍDEOS PARA DEBATE
ÍNDICE. Apresentação. Primeira Parte POSSE
ÍNDICE Apresentação XVII Primeira Parte POSSE o que é posse? I Hil outras espécies de posse? 4 Posse de documentos e de outros valores (próprios ou alheios) 4 Vicias da posse... 5 A posse e seus efeitos
Educação Fiscal. Treinamento sobre assuntos fiscais. Maria Fernanda da Silva e Paulo Sérgio Ramos Covo 28/03/2014
Educação Fiscal Treinamento sobre assuntos fiscais Maria Fernanda da Silva e Paulo Sérgio Ramos Covo 28/03/2014 Este treinamento foi montado especialmente para esclarecimento de dúvidas na parte fiscal
Unidade II. No ativo, a disposição das contas obedece ao grau decrescente de liquidez dos elementos nelas registrados.
Unidade II 8 ATIVO Ativo compreende, como já vimos, os bens e direitos da empresa, classificados de acordo com sua destinação específica, que varia segundo os fins da empresa. No ativo, a disposição das
Estudo aponta influência do código de barras e da tecnologia na decisão de compra do consumidor e na estratégia do varejo
Estudo aponta influência do código de barras e da tecnologia na decisão de compra do consumidor e na estratégia do varejo Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil revela resultado da terceira edição
INFORMAÇÃO FISCAL. IVA - Imposto sobre o valor acrescentado. Despesas em que o IVA é dedutível. Despesas em que o IVA não é dedutível
INFORMAÇÃO FISCAL IVA - Imposto sobre o valor acrescentado Características gerais do imposto: É um imposto geral sobre o consumo, já que incide sobre as transmissões de bens, prestações de serviços e importações.
MEDIDA DE SEGURANÇA MACAPÁ 2011 CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE DIREITO MATERIAL DIDÁTICO
MEDIDA DE SEGURANÇA DIREITO PENAL 4º SEMESTRE PROFESSORA PAOLA JULIEN OLIVEIRA DOS SANTOS ESPECIALISTA EM PROCESSO. MACAPÁ 2011 1 MEDIDA DE SEGURANÇA 1. Conceito: sanção penal imposta pelo Estado, na execução
PRINCIPAIS FATORES DE ANÁLISES. INVESTIMENTOS e RISCOS
PRINCIPAIS FATORES DE ANÁLISES INVESTIMENTOS e RISCOS RENTABILIDADE A rentabilidade é a variação entre um preço inicial e um preço final em determinado período. É o objetivo máximo de qualquer investidor,
o MINISTERIO PUBLICO FEDERAL, pelos Pracuradores da Republica
%~~1~j/ ~~~ 1.26.001.000163/2009-67, 1.26.006.000044/2010-06, 1.26.006.000033/2010-18, 1.26.006.000035/2010-15, 1.26.006.000009/2010-89 e outros. o, pelos Pracuradores da Republica signatarios, no exercicio
Auditoria de Meio Ambiente da SAE/DS sobre CCSA
1 / 8 1 OBJETIVO: Este procedimento visa sistematizar a realização de auditorias de Meio Ambiente por parte da SANTO ANTÔNIO ENERGIA SAE / Diretoria de Sustentabilidade DS, sobre as obras executadas no
SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 528, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2016.
SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 528, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2016. Estabelece procedimentos relacionados com a instrução de processos de autorização para funcionamento, alterações
ÓRGÃOS ACESSÓRIOS DA REDE DE ESGOTO
SANEAMENTO II AULA 06 8 semestre - Engenharia Civil ÓRGÃOS ACESSÓRIOS DA REDE DE ESGOTO Profª. Priscila Pini [email protected] POÇOS DE VISITA (PV) São utilizados para permitir o acesso de homens
PARECER COREN-SP 041 /2013 CT PRCI n 101.064 Tickets nº 291.263, 300.088
PARECER COREN-SP 041 /2013 CT PRCI n 101.064 Tickets nº 291.263, 300.088 Ementa: Passagem de plantão ao turno seguinte. Quando caracteriza-se abandono de plantão. 1. Do fato Enfermeiro solicita parecer
O exame de processos de outorga de concessão deve conter em sua introdução as informações básicas relativas ao tipo de processo.
Tribunal de Contas da União MANUAL PARA INSTRUÇÃO DE PROCESSOS DE LICITAÇÃO PARA OUTORGA DE APROVEITAMENTOS HIDRELÉTRICOS E DE LINHAS DE TRANSMISSÃO 1 - INTRODUÇÃO 1.1. CARACTERÍSTICAS GERAIS O exame de
DECRETO N.º 238/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.
DECRETO N.º 238/XII Estabelece o regime de acesso e de exercício da profissão de auditor de segurança rodoviária, de emissão dos respetivos títulos profissionais e de acesso e exercício da atividade de
ASSOL Outubro 2013 Caderno de Encargos Ajuste Directo
ASSOL Outubro 2013 Caderno de Encargos Ajuste Directo Relativo à aquisição de combustíveis (gasóleo e gasolina sem chumbo 95) para as viaturas da ASSOL pela forma prevista neste Caderno de Encargos. Ajuste
Procedimento Operacional FUNDO FIXO DE CAIXA. Este procedimento estabelece as diretrizes que regulamentam a utilização e prestação de contas do
Companhia de Informática de Jundiaí CIJUN Procedimento Operacional FUNDO FIXO DE CAIXA Responsável: Diretoria Administrativa Financeira 1. OBJETIVO Este procedimento estabelece as diretrizes que regulamentam
LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA PESQUISA MINERAL
LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA PESQUISA MINERAL 1 PESQUISA MINERAL PRELIMINARES 2 Alvará de Pesquisa Mineral O título para a pesquisa mineral é a autorização, denominada no Brasil de Alvará de Pesquisa, concedida
APRESENTAÇÃO TRABALHOS ACADÊMICOS SEGUNDO A NBR 14724
APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS SEGUNDO A NBR 14724 ESTRUTURA Tabela 1 Elementos OBRIGATÓRIO OPCIONAL ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Capa Folha de rosto Folha de aprovação Resumo na língua vernácula Resumo
ANEXO 2 - TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL SIMPLIFICADO PCAS I. CONTEÚDO MÍNIMO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL SIMPLIFICADO PCAS
ANEXO 2 - TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL SIMPLIFICADO PCAS I. CONTEÚDO MÍNIMO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL SIMPLIFICADO PCAS O Plano de Controle Ambiental Simplificado deverá conter
Como vender MAIS com base nos RECURSOS DA REGIÃO. 25 de maio de 2012 Castelo Branco Alberto Ribeiro de Almeida
Como vender MAIS com base nos RECURSOS DA REGIÃO 25 de maio de 2012 Castelo Branco Alberto Ribeiro de Almeida Regulamento (CE) 510/2006 (DOP/IGP) Regulamento (CE) 509/2006 (ETG) Regulamento (CE) 1924/2006
IFRS 13 Mensuração do valor justo
www.pwc.com/br IFRS 13 Mensuração do valor justo Equivalente ao CPC 46 Tadeu Cendón Introdução IFRS 13 emitido em maio de 2011 Vigência a partir de 1/1/2013 aplicação prospectiva Objetivos Proporciona
SISEMA. Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos. POLÍCIA MILITAR D E M I N A S G E R A I S Nossa profissão, sua vida.
SISEMA Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos POLÍCIA RESERVA LEGAL Palestrante: Letícia Horta Vilas Boas POLÍCIA RESERVA LEGAL RESERVA LEGAL é a área localizada no interior de uma propriedade
