Capítulo VII Conceitos Introdutórios de Benefícios
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- Raphaella Caiado Carreira
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1 Capítulo VII Conceitos Introdutórios de Benefícios 297 Capítulo VII Conceitos Introdutórios de Benefícios QUESTÕES 1. CARÊNCIA 01. (FUNRIO Analista do Seguro Social INSS/2013) Independe de carência a concessão das seguintes prestações previdenciárias, nos termos da Lei 8213/91: a) auxílio-doença e aposentadoria por invalidez nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa e de doença profissional ou do trabalho, bem como nos casos de segurado que, após filiar-se ao Regime Geral de Previdência Social, for acometido de alguma das doenças e afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e do Trabalho e da Previdência Social a cada três anos, de acordo com os critérios de estigma, deformação, mutilação, deficiência, ou outro fator que lhe confira especificidade e gravidade que mereçam tratamento particularizado. b) Aposentadoria por invalidez. c) Aposentadoria por tempo de serviço, desde que o segurado já tenha sido filiado ao Regime Geral de Previdência Social e não tenha requerido ou usufruído benefício relativo a auxílio-doença, licença maternidade, respeitada a idade mínima de 70 anos para homens e 60 anos para mulheres, após comprovação de incapacidade laboral, a ser comprovada por laudo dos Ministérios da Saúde e do Trabalho, no caso de empregado e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, no caso de profissional liberal. d) auxílio-doença e aposentadoria por invalidez nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa e de doença profissional ou do trabalho, bem como nos casos de segurado que, após filiar-se ao Regime Geral de Previdência Social, for acometido de alguma das doenças e afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e do Trabalho e da Previdência Social a cada dois anos, de acordo com os critérios de estigma, deformação, mutilação, deficiência, ou outro fator que lhe confira especificidade e gravidade que mereçam tratamento particularizado. e) Inexiste benefício cuja concessão independa de prestações previdenciárias. Alternativa correta: letra a. Esta alternativa transcreve o texto do art. 26, II, da Lei 8.213/91. Vejamos: Independe de carência: II auxílio-doença e aposentadoria por invalidez nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa e de doença profissional ou do trabalho, bem como nos casos de segurado que, após filiar-se ao Regime Geral de Previdência Social, for acometido de alguma das doenças e afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e do Trabalho e da Previdência Social a cada três anos, de acordo com os critérios de estigma, deformação, mutilação, deficiência, ou outro fator que lhe confira especificidade e gravidade que mereçam tratamento particularizado. Alternativa b, errada. Em regra, a aposentadoria por invalidez exige 12 contribuições mensais de carência, conforme disposto no art. 25, I, da Lei 8.213/91.
2 298 Frederico Amado Ivan Kertzman Luana Horiuchi Alternativa c, errada. A aposentadoria por tempo de serviço, atualmente aposentadoria por tempo de contribuição, exige o cumprimento de 180 contribuições mensais (vide art. 25, II, da Lei 8.213/91). Alternativa d, errada. A citada lista de doenças deve ser elaborada a cada três anos e não a cada dois anos, como afirmado erradamente na alternativa (art. 26, II, da Lei 8.213/91). Alternativa e, errada. A alternativa despreza os benefícios que independem de carência, previstos no art. 26, da Lei 8.213/ (FUNRIO Analista do Seguro Social INSS/2013) A concessão das prestações pecuniárias do Regime Geral de Previdência Social depende de que períodos de carência? a) Aposentadoria por idade, aposentadoria por tempo de serviço, aposentadoria especial e abono de permanência em serviço: 180 (cento e oitenta) contribuições mensais; b) Aposentadoria por idade, aposentadoria por tempo de serviço e aposentadoria especial: 120 contribuições mensais; c) Auxílio-doença e aposentadoria por invalidez: 24 (vinte e quatro) contribuições mensais; d) Auxílio-doença e aposentadoria por invalidez: 12 (doze) contribuições mensais; e) Aposentadoria por idade, aposentadoria por tempo de serviço, aposentadoria especial e abono de permanência em serviço: 150 (cento e cinquenta) contribuições mensais. Nota do autor: A questão foi elaborada com base no artigo 25, da Lei 8.213/91, que contempla as prestações previdenciárias que exigem período de carência para a sua concessão. Alternativa correta: letra D. Em regra, o auxílio-doença e a aposentadoria por invalidez exigem carência de 12 contribuições mensais, sendo falsa a letra C. Alternativa a, errada. O abono de permanência é um benefício extinto. Alternativa b, errada. A carência das citadas aposentadorias é de 180 recolhimentos mensais. Alternativa e, errada. A carência das citadas aposentadorias é de 180 recolhimentos mensais, tendo sido o abono permanência extinto. 03. (Cespe Defensor Público TO/2013) Com relação às normas que regem o RGPS, assinale a opção correta. a) A idade mínima para a filiação no RGPS é dezesseis anos de idade, não prevendo a lei qualquer exceção. b) Considera-se presumida, não necessitando, portanto, de comprovação, a dependência econômica do cônjuge, do companheiro, da companheira, dos pais e dos filhos não emancipados. c) A perda da qualidade de segurado implica a perda automática das contribuições efetuadas no período anterior, para fins de carência. d) Para efeito do cálculo do salário de benefício na aposentadoria por tempo de contribuição, o valor do fator previdenciário será inversamente proporcional ao tempo de contribuição. e) Considere que, ao contratar um empregado doméstico, o empregador tenha recolhido sem atraso a primeira contribuição. Nessa situação, as contribuições referentes às competências posteriores serão sempre consideradas para efeito de carência, ainda que pagas com atraso. Alternativa correta: letra e : conforme determina o art. 28, II, do Dec. 3048/99, para o empregado doméstico, a carência é contada da data do efetivo recolhimento da primeira contribuição sem atraso. E, em razão da presunção de recolhimento da qual goza esse segurado, as contribuições referentes às competências posteriores serão sempre consideradas para efeito de carência. Alternativa a : está errada. A idade mínima para inscrição é 16 anos, salvo para o aprendiz, que pode exercer atividade laborativa desde os 14 anos, podendo efetuar inscrição como empregado, a partir de então (art. 18, 2º, do Dec. 3048/99, c/c art. 227, 3º, I, da CF). Alternativa b : está errada. Segundo determina o art. 16, 4º, do Dec. 3048/99, a dependência econômica das pessoas indicadas no inciso I é presumida (o cônjuge, a companheira, o companheiro e o filho não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 anos ou inválido ou que tenha deficiência intelectual ou mental que o torne absoluta ou relativa-
3 Capítulo VII Conceitos Introdutórios de Benefícios 299 mente incapaz, assim declarado judicialmente) e a das demais deve ser comprovada (entre elas, os pais). Logo, não se presume a dependência econômica dos pais, devendo esta ser comprovada. Alternativa c : está errada. Segundo determina o art. 24, parágrafo único, da Lei 8213/91, havendo perda da qualidade de segurado, as contribuições anteriores a essa data serão computadas para efeito de carência depois que o segurado contar, a partir da nova filiação à Previdência Social, com, no mínimo, 1/3 do número de contribuições exigidas para o cumprimento da carência definida para o benefício a ser requerido. Assim, não se pode afirmar que ocorra a perda das contribuições vertidas antes anteriormente. Alternativa d : está errada. O índice do fator previdenciário é inversamente proporcional à idade de aposentadoria do segurado e diretamente proporcional à sua expectativa de vida. A idade e o tempo de contribuição encontram-se no numerador da fórmula de cálculo do SB, ou seja, quanto maior a idade e o tempo de contribuição, maior será o SB, elevando o valor do benefício. Já a expectativa de sobrevida, baseada em tabela do IBGE, está no denominador da fórmula, logo, quanto maior a expectativa, maior será o índice do FP e menor será o benefício. 04. (FCC Técnico do Seguro Social INSS/2012) Maria trabalhou de 02 de janeiro de 2006 a 02 de julho de 2006 como empregada de uma empresa, vindo a contrair moléstia não relacionada ao trabalho, com prejuízo do exercício de suas atividades habituais. Nessa situação, Maria a) não terá direito ao recebimento do auxílio- -doença, por ausência do cumprimento da carência. b) terá direito à aposentadoria por invalidez, que independe do cumprimento de carência. c) terá direito ao auxílio-acidente, que não exige carência. d) terá direito ao auxílio-doença, que independe de carência. e) poderá receber aposentadoria por invalidez, se recolher mais duas contribuições. Nota do autor: O regime jurídico do período de carência da aposentadoria por invalidez e do auxílio-doença são idênticos. Alternativa correta: letra A. A concessão da aposentadoria por invalidez e do auxílio-doença, em regra, reclamam carência de 12 contribuições mensais (artigo 25, inciso I, da Lei 8.213/91), salvo nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa e de doença profissional ou do trabalho, bem como nos casos de segurado que, após filiar-se ao Regime Geral de Previdência Social, for acometido de alguma das doenças e afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e do Trabalho e da Previdência Social a cada três anos, de acordo com os critérios de estigma, deformação, mutilação, deficiência, ou outro fator que lhe confira especificidade e gravidade que mereçam tratamento particularizado (artigo 26, inciso II, da Lei 8.213/91), quando excepcionalmente a carência será dispensada. No caso dado, Maria possui 07 contribuições mensais a título de carência. Considerando que a moléstia que acometeu Maria não consta da referida lista de doenças graves, conclui-se que a concessão do auxílio-doença e da aposentadoria por invalidez exige a carência de 12 contribuições mensais, não tendo Maria direito aos referidos benefícios por apenas contar com 07 recolhimentos. Alternativas b, c, d e e erradas. A situação narrada não gera a concessão dos benefícios propostos nestas alternativas. Não há incapacidade permanente para o trabalho para a concessão da aposentadoria por invalidez e nem a carência (12 contribuições mensais). Não há sequela acidentária que reduza a capacidade funcional para o trabalho habitual para a concessão do auxílio-acidente. 05. (FURMARC Procurador do Estado MG/ 2012) Com relação ao regime geral de previdência social assinale a proposição INCORRETA: a) Período de carência é o número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício, consideradas a partir do transcurso do primeiro dia dos meses de suas competências; b) o salário-de-benefício para a aposentadoria por idade e para a aposentadoria por tempo de contribuição consiste na média aritmética
4 300 Frederico Amado Ivan Kertzman Luana Horiuchi simples dos maiores salários-de-contribuição correspondentes a oitenta por cento de todo o período contributivo, multiplicada pelo fator previdenciário; c) a concessão da aposentadoria por invalidez decorrente de acidente de qualquer natureza, inclusive de acidente do trabalho, depende do período de carência de 12(doze) contribuições mensais; d) o salário-de-benefício para a aposentadoria por invalidez consiste na média aritmética simples dos maiores salários-de contribuição correspondentes a oitenta por cento de todo o período contributivo, sem a incidência do fator previdenciário; e) independe de carência a concessão da pensão por morte, do auxílio-reclusão, do salário-família, do auxílio-acidente e do salário maternidade para as seguradas empregadas, trabalhadora avulsa e empregada doméstica. Nota do autor: o candidato deve atentar que a questão pede que se aponte a proposição INCORRETA. Alternativa correta: letra c : a assertiva está incorreta em seu conteúdo, pois, segundo determina o art. 30, III, do Dec. 3048/99, independe de carência a concessão auxílio-doença e aposentadoria por invalidez nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa, bem como nos casos de segurado que, após filiar-se ao RGPS, for acometido de alguma das doenças ou afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e da Previdência e Assistência Social. Alternativa a : está errada. A assertiva é verdadeira, pois reproduz o conteúdo do art. 26, caput, do Dec. 3048/99. Alternativa b : está errada. A assertiva é verdadeira, pois incide fator previdenciário no cálculo dos benefícios de aposentadoria por idade e aposentadoria por tempo de contribuição, conforme determina o art. 32, I, do Dec. 3048/99. Alternativa d : está errada. A assertiva é verdadeira, pois, para as aposentadorias por invalidez e especial, auxílio-doença e auxílio- -acidente, o salário-de-benefício consiste na média aritmética simples dos maiores salários- -de-contribuição correspondentes a 80% de todo o período contributivo, sem a incidência do fator previdenciário. Conforme o art. 32, II, do Dec. 3048/99. Alternativa e : está errada. A assertiva é verdadeira, pois independe de carência a concessão da pensão por morte, do auxílio-reclusão, do salário-família, do auxílio-acidente e do salário maternidade para as seguradas empregadas, trabalhadora avulsa e empregada doméstica, consoante art. 30, I e II, do Dec. 3048/ (Analista Judiciário do STJ 2012 CESPE) Segundo a legislação sobre os planos de benefícios da previdência social, o período de carência é o número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício. Alternativa correta: De acordo com o art. 24, da Lei 8.213/91, período de carência é o número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício (Cespe Advogado da União/2012) À luz da jurisprudência do STF e do STJ, julgue o item seguinte, relativo ao RGPS: A concessão de pensão por morte, auxílio-reclusão e salário-família independe de carência. Questão correta. A assertiva está de acordo com o art. 26, I, da Lei 8213/91. Vejamos: Art. 26. Independe de carência a concessão das seguintes prestações: I pensão por morte, auxílio-reclusão, salário-família e auxílio-acidente; II auxílio-doença e aposentadoria por invalidez nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa e de doença profissional ou do trabalho, bem como nos casos de segurado que, após filiar- -se ao Regime Geral de Previdência Social, for acometido de alguma das doenças e afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e do Trabalho e da Previdência Social a cada três anos, de acordo com os critérios de estigma, deformação, mutilação, deficiência, ou outro fator que lhe confira especificidade e gravidade que mereçam tratamento particularizado; III os benefícios concedidos na forma do inciso I do art. 39, aos segurados especiais referidos no inciso VII do art. 11 desta Lei; IV serviço social; V reabilitação profissional; VI salário-maternidade para as seguradas
5 Capítulo VII Conceitos Introdutórios de Benefícios 301 empregada, trabalhadora avulsa e empregada doméstica. 08. (NCADE Advogado/2011 FCC) Segundo a Lei n 8.213/91, havendo perda da qualidade de segurado, as contribuições anteriores a essa data só serão computadas para efeito de carência depois que o segurado contar, a partir da nova filiação à Previdência Social, com, no mínimo, a) um terço do número de contribuições exigidas para o cumprimento da carência definida para o benefício da pensão por morte, independentemente do benefício a ser requerido. b) dois terços do número de contribuições exigidas para o cumprimento da carência definida para o benefício a ser requerido. c) um terço do número de contribuições exigidas para o cumprimento da carência definida para o benefício a ser requerido. d) metade do número de contribuições exigidas para o cumprimento da carência definida para o benefício de auxílio-doença, independentemente do benefício a ser requerido. e) metade do número de contribuições exigidas para o cumprimento da carência definida para o benefício a ser requerido. Alternativa correta: letra c : De acordo com o parágrafo único do artigo 24 da Lei 8.213/91, havendo perda da qualidade de segurado, as contribuições anteriores a essa data só serão computadas para efeito de carência depois que o segurado contar, a partir da nova filiação à Previdência Social, com, no mínimo, 1/3 (um terço) do número de contribuições exigidas para o cumprimento da carência definida para o benefício a ser requerido. Alternativa a : está errada. A pensão por morte não exige carência, nos termos do artigo 26, inciso I, da Lei 8.213/91. Alternativa b : está errada. A regra do parágrafo único do artigo 24 da Lei 8.213/91 exige 1/3, e não 2/3. Alternativa d : está errada. A regra do parágrafo único do artigo 24 da Lei 8.213/91 exige 1/3, e não 1/2. Alternativa e : está errada. A regra do parágrafo único do artigo 24 da Lei 8.213/91 exige 1/3, e não 1/ (TRF 4 Juiz Federal Substituto 4ª região/ 2010) Um dos requisitos exigidos para a concessão de benefícios previdenciários no Regime Geral de Previdência Social é a carência. Dadas as assertivas abaixo sobre carência, assinale a alternativa correta. I. Período de carência é o número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício, consideradas a partir do transcurso do primeiro dia dos meses subsequentes às suas respectivas competências. II. Independe de carência a concessão de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa e de doença profissional ou do trabalho, bem como nos casos de segurado que, após filiar-se ao Regime Geral de Previdência Social, for acometido de alguma das doenças e afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministérios competentes, de acordo com os critérios de estigma, deformação, mutilação, deficiência ou outro fator que lhe confira especificidade e gravidade que mereçam tratamento particularizado. III. A perda da qualidade de segurado importa em caducidade dos direitos inerentes a essa qualidade, não havendo possibilidade de concessão de pensão por morte aos dependentes do segurado que falecer após a perda dessa qualidade. IV. A despeito da preocupação social que inspira o regime previdenciário público brasileiro, ele é eminentemente contributivo, de modo que, a partir do advento da Lei 8.213/91, deixou de existir qualquer possibilidade de concessão de benefício previdenciário sem recolhimento de contribuições no período equivalente à carência exigida. V. Nos casos do segurado empregado e do trabalhador avulso, serão consideradas, para cômputo do período de carência, as contribuições referentes ao período a partir da data da inscrição no Regime Geral de Previdência Social. a) Está correta apenas a assertiva II. b) Estão corretas apenas as assertivas II e V. c) Estão corretas apenas as assertivas I, III e V. d) Estão corretas todas as assertivas. e) Nenhuma assertiva está correta.
6 302 Frederico Amado Ivan Kertzman Luana Horiuchi Assertiva I: errada. Segundo o art. 24 da Lei 8213/91, as contribuições mensais do período de carência são consideradas a partir do transcurso do primeiro dia dos meses de suas competências, e não dos meses subsequentes, como afirmou a assertiva. Assertiva II: correta. A assertiva está em conformidade com o art. 26, II, da Lei 8213/91. Assertiva III: errada. Estabelece a Súmula 416 do STJ que será devida a pensão por morte aos dependentes do segurado que, apesar de ter perdido essa qualidade, preencheu os requisitos legais para a obtenção de aposentadoria até a data do seu óbito. Assertiva IV: errada. Há, ainda, na legislação previdenciária a possibilidade excepcional de concessão de benefício previdenciário sem a respectiva contribuição, tal como ocorre com os segurados especiais, que necessitam apenas comprovar tempo de atividade rural para fazerem jus aos benefícios. Assertiva V: errada. No caso dos segurados empregados e trabalhadores avulsos, para cômputo do período de carência, serão consideradas as contribuições referentes ao período a partir da data da filiação ao Regime Geral de Previdência Social. É o que determina o art. 27, I, da Lei 8213/91. Alternativa correta: letra a. De acordo com a análise das assertivas, concluímos que apenas o item II está correto. 10. (Auditor do Trabalho 2010 ESAF) Assinale a opção correta, entre as assertivas abaixo, relativas ao número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício previsto na Lei n /91. a) Auxílio-doença no caso de acidente de qualquer natureza 14 (quatorze) contribuições mensais. b) Auxílio-reclusão 12 contribuições mensais. c) Aposentadoria por idade independe de contribuições mensais. d) Aposentadoria por tempo de serviço 120 contribuições mensais. e) Pensão por morte independe de contribuições mensais. Alternativa correta: letra e : O artigo 26, inciso I, da Lei 8.213/91 dispensou a carência para a concessão de pensão por morte. Alternativa a : está errada. Neste caso, a carência foi dispensada pelo artigo 26 da Lei 8.213/91 por se tratar de acidente. Alternativa b : está errada. O artigo 26, inciso I, da Lei 8.213/91 dispensou a carência para a concessão do auxílio-reclusão. Alternativa c : está errada. O artigo 25, da Lei 8.213/91, exige carência de 180 recolhimentos mensais para a aposentadoria por idade. Alternativa d : está errada. O artigo 25, da Lei 8.213/91, exige carência de 180 recolhimentos mensais para a aposentadoria por tempo de contribuição. 11. (Procurador Federal 2010 Prova Objetiva CESPE) Independe de carência a concessão de pensão por morte, auxílio-reclusão, salário-família, auxílio-acidente, serviço social, reabilitação profissional e salário-maternidade para as seguradas empregada, trabalhadora avulsa e contribuinte individual. Alternativa errada: A questão está incorreta, pois, em um dos benefícios arrolados na proposição, é necessário o cumprimento da carência: é que para as seguradas contribuintes individuais fazerem jus ao salário maternidade é necessário cumprir a carência de 10 contribuições mensais, conforme disposto no art. 29, III, do RPS. 12. (Perito Médico Previdenciário 2010 CESPE) Se determinada pessoa, que nunca exerceu atividade econômica nem contribuiu como segurado facultativo, tiver ingressado no RGPS em 5/2/2010, na qualidade de empregado, fraturar a perna direita em uma partida de futebol, ela não fará jus a auxílio-doença, pois ainda não terá completado o período de carência indispensável à concessão do benefício. Alternativa errada: O art. 26, II, da Lei 8.213/91 dispõe que independe de carência a concessão de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez, nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa e de doença profissional ou do trabalho.
7 Capítulo VII Conceitos Introdutórios de Benefícios 303 Na situação relatada na questão, a incapacidade foi proveniente de acidente, não sendo necessário o cumprimento de carência para a fruição do auxílio-doença. 13. (Analista do MPS Área de Contratações 2010 CESPE) Carência é o número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que se tenha direito ao benefício previdenciário. A concessão de pensão por morte independe de carência. Alternativa correta: A questão traz a definição legal de carência do art. 24, da Lei 8.213/91, conforme segue: Art. 24. Período de carência é o número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício, consideradas a partir do transcurso do primeiro dia dos meses de suas competências. Ademais, menciona, acertadamente, que a concessão de pensão por morte independe de carência (art. 26, I, da Lei 8.213/91). 14. (Cespe Técnico do Seguro Social INSS/2008) Em cada um dos itens que se seguem, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada. Osvaldo cumpriu pena de reclusão devido à prática de crime de fraude contra a empresa em que trabalhava. No período em que esteve na empresa, Osvaldo era segurado da previdência social. Nessa situação, Osvaldo tem direito de continuar como segurado da previdência social por até dezoito meses após o seu livramento. Questão errada. O artigo 15, IV, da Lei 8.213/91 dispõe que o segurado que está detido ou recluso mantém a qualidade de segurado até 12 meses após o livramento. A questão propõe. Equivocadamente, o prazo de 18 meses após o livramento. 15. (Cespe Técnico do Seguro Social INSS/2008) Em cada um dos itens que se seguem, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada. Alzira, estudante, filiou-se facultativamente ao regime geral de previdência social, passando a contribuir regularmente. Em razão de dificuldades financeiras, Alzira deixou de efetuar esse recolhimento por oito meses. Nessa situação, Alzira não deixou de ser segurada, uma vez que a condição de segurado permanece por até doze meses após a cessação das contribuições. Questão errada. O artigo 15, VI, da Lei 8.213/91 dispõe que o segurado facultativo mantém a qualidade de segurado, independentemente de contribuições, até 6 meses após a cessação das contribuições. A questão propõe, equivocadamente, que o prazo de manutenção da qualidade de segurado, nesta hipótese, seria de 12 meses. 16. (Cespe Técnico do Seguro Social INSS/2008) Com relação a período de carência, julgue os itens a seguir. Se uma empregada doméstica estiver devidamente inscrita na previdência social, será considerado, para efeito do início da contagem do período de carência dessa segurada, o dia em que sua carteira de trabalho tenha sido assinada. Questão errada. Dispõe o artigo 28, II, do RPS que o período de carência para o segurado empregado doméstico, contribuinte individual e facultativo é contado da data do efetivo recolhimento da primeira contribuição sem atraso. 17. (Cespe Técnico do Seguro Social INSS/2008) Com relação a período de carência, julgue os itens a seguir. Uma profissional liberal que seja segurada contribuinte individual da previdência social há três meses e esteja grávida de seis meses terá direito ao salário-maternidade, caso recolha antecipadamente as sete contribuições que faltam para completar a carência. Nota do autor: As seguradas empregadas, empregados domésticas e trabalhadoras avulsas são dispensadas do cumprimento de carência para o gozo do salário-maternidade. Questão errada. De fato, o período de carência necessário para a segurada contribuinte individual gozar do salário-maternidade é de 10 contribuições mensais (art. 29, III, do RPS). Ocorre que não existe possibilidade de antecipação das
8 304 Frederico Amado Ivan Kertzman Luana Horiuchi contribuições futuras na legislação previdenciária. Este procedimento seria contrário à própria razão de existir da carência: evitar que os segurados ingressem no sistema protetivo já tendo direito a alguma prestação. 18. (Cespe Técnico do Seguro Social INSS/2008) Com relação a período de carência, julgue os itens a seguir. Uma segurada empregada do regime de previdência social que tenha conseguido seu primeiro emprego e, logo na primeira semana, sofra um grave acidente que determine seu afastamento do trabalho por quatro meses não terá direito ao auxílio-doença pelo fato de não ter cumprido a carência de doze contribuições. Nota do autor: Para exclusão da carência, não é necessário que o acidente tenha ocorrido em decorrência do trabalho. Mesmo os acidentes comuns, não relacionados ao trabalho, excluem a necessidade de cumprimento da carência. Questão errada. O artigo 26, II, da Lei 8.213/91 dispõe que independe de carência a concessão do auxílio-doença e da aposentadoria por invalidez, nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa e de doença profissional ou do trabalho. Assim, como a questão menciona que o afastamento foi decorrente de acidente, não é necessário o cumprimento da carência de 12 contribuições mensais. 19. (Cespe Procurador Federal/2007) Acerca do período de carência, julgue o item seguinte: Considere a seguinte situação hipotética. Lucas foi empregado pelo período de 15 anos, após o qual ingressou no serviço público, no qual exerceu atividades durante 10 anos. Com o intuito de se aposentar, requereu o pagamento das contribuições devidas como contribuinte individual durante o período pretérito, para fins de carência. Nessa situação, mesmo não sendo contribuinte obrigatório no referido período, Lucas poderá contar com esse tempo de contribuição, desde que faça, agora, o referido pagamento das prestações em atraso, com juros e correção monetária. Nota do autor: a questão está mal formulada, misturando institutos do regime geral com institutos do regime próprio do servidor público. Importante destacar que não existe o instituto da carência no regime próprio do servidor público. Questão errada. Primeiro, o contribuinte individual é segurado obrigatório do RGPS (art. 12, V, da Lei 8212/91), ao contrário do que afirmou a assertiva. Ainda que faça o pagamento das contribuições em atraso, porque são efetivamente devidas, o segurado não poderá utilizar esse período de tempo para efeito de carência no RGPS (art. 27, II, da Lei 8213/91), mas apenas como tempo de contribuição. 20. (Cespe Procurador Federal/2007) Acerca do período de carência, julgue o item seguinte: A perda da qualidade de segurado não prejudica o direito à aposentadoria se todos os requisitos para a sua concessão já tiverem sido preenchidos e estiverem de acordo com a legislação em vigor à época em que esses requisitos foram atendidos. Questão correta. Dispõe o art. 102, 1º, da Lei 8213/91, que a perda da qualidade de segurado não prejudica o direito à aposentadoria para cuja concessão tenham sido preenchidos todos os requisitos, segundo a legislação em vigor à época em que estes requisitos foram atendidos. 21. (Cespe Defensor Público DPU/ 2007) A concessão dos benefícios de pensão por morte, auxílio-reclusão, salário-família e auxílio-acidente independe de carência. Questão correta. A assertiva está de acordo com o disposto no art. 26, I, da Lei 8.213/91. Vejamos: Art. 26. Independe de carência a concessão das seguintes prestações: I pensão por morte, auxílio-reclusão, salário-família e auxílio-acidente; II auxílio-doença e aposentadoria por invalidez nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa e de doença profissional ou do trabalho, bem como nos casos de segurado que, após filiar-
9 Capítulo VII Conceitos Introdutórios de Benefícios 305 -se ao Regime Geral de Previdência Social, for acometido de alguma das doenças e afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e do Trabalho e da Previdência Social a cada três anos, de acordo com os critérios de estigma, deformação, mutilação, deficiência, ou outro fator que lhe confira especificidade e gravidade que mereçam tratamento particularizado; III os benefícios concedidos na forma do inciso I do art. 39, aos segurados especiais referidos no inciso VII do art. 11 desta Lei; IV serviço social; V reabilitação profissional; VI salário-maternidade para as seguradas empregada, trabalhadora avulsa e empregada doméstica. 22. (Paraná Previdência Advogado Júnior 2007 CESPE) Julgue o seguinte item. Para ter direito a determinados benefícios o segurado precisa ter contribuído durante um número mínimo de prestações. Este requisito para o gozo de benefício vincula-se ao conceito de período de carência. Alternativa correta: Período de carência é o número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício, consideradas a partir do transcurso do primeiro dia dos meses de suas competências (art. 24, da Lei 8.213/91). 23. (Juiz Substituto do TRT 14ª Região 2007 Organizado pelo Próprio TRT) Independe de carência, a concessão de: a) aposentadoria por invalidez; b) aposentadoria por tempo de serviço; c) auxílio-doença e aposentadoria por invalidez; d) auxílio-doença, desde que, após filiar-se ao Regime Geral, o segurado for acometido por neoplasia maligna; e) As alternativas a, c e d estão corretas. Alternativa correta: letra d : O artigo 26, da Lei 8.213/91, dispensou a carência para a concessão do auxílio-doença nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa e de doença profissional ou do trabalho, bem como nos casos de segurado que, após filiar-se ao Regime Geral de Previdência Social, for acometido de alguma das doenças e afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e do Trabalho e da Previdência Social a cada três anos, de acordo com os critérios de estigma, deformação, mutilação, deficiência, ou outro fator que lhe confira especificidade e gravidade que mereçam tratamento particularizado. A alternativa d é verdadeira, trazendo uma das doenças listadas na Portaria Interministerial 2.998, de 23/8/2001, que dispensam o cumprimento de carência. Alternativa a : está errada. Este benefício exige, em regra, carência de 12 recolhimentos mensais. Alternativa b : está errada. Este benefício exige carência de 180 recolhimentos mensais. Alternativa c : está errada. Estes benefícios exigeb, em regra, carência de 12 recolhimentos mensais. Alternativa e : está errada. As alternativas a e c são falsas. 24. (AGU Advogado da União 2006 CESPE) Julgue a proposição. Do caráter contributivo da previdência social, conforme expressa previsão constitucional, decorre que nenhuma das aposentadorias será concedida sem o cumprimento da carência, isto é, um número de contribuições mensais necessárias para a efetivação do direito a um benefício. Alternativa errada: A carência para a concessão da aposentadoria por invalidez é de 12 contribuições mensais (art. 25, I, da Lei 8.213/91). Este benefício, todavia, dispensa a carência, nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa, bem como nos casos de segurado que, após filiar-se ao Regime Geral de Previdência Social, for acometido de alguma das doenças ou afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e da Previdência e Assistência Social a cada três anos, de acordo com os critérios de estigma, deformação, mutilação, deficiência ou outro fator que lhe confira especificidade e gravidade que mereçam tratamento particularizado (art. 26, II, da Lei 8.213/91). Assim, é possível conceder-se aposentadoria sem o cumprimento de carência.
10 306 Frederico Amado Ivan Kertzman Luana Horiuchi 25. (Médico-Perito da Previdência Social 2006 FCC) O cumprimento do período de carência a) não é exigido para a aposentadoria por invalidez quando a incapacidade decorrer de acidente de qualquer natureza ou causa. b) é obrigatório e são exigidas 12 contribuições mensais para a aposentadoria por invalidez quando a incapacidade decorrer de hepatopatia grave. c) não é exigido para o salário-maternidade para as seguradas empregadas e facultativas. d) é obrigatório e são exigidas 180 contribuições mensais para a aposentadoria por idade para aqueles que se filiaram ao Regime Geral de Previdência Social em janeiro de e) é obrigatório e são exigidas 12 contribuições mensais para o auxílio-doença para os segurados especiais. Alternativa correta: letra A : Em regra, a carência exigida para o auxílio-doença e para a aposentadoria por invalidez é de 12 contribuições mensais (art. 29, I, do RPS). Estes benefícios, todavia, dispensam a carência, nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa, bem como nos casos de segurado que, após filiar-se ao Regime Geral de Previdência Social, for acometido de alguma das doenças ou afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e da Previdência e Assistência Social a cada três anos, de acordo com os critérios de estigma, deformação, mutilação, deficiência ou outro fator que lhe confira especificidade e gravidade que mereçam tratamento particularizado. Desta forma, a alternativa a está correta. A última lista de doenças que dispensam a carência foi publicada pela Portaria Interministerial 2.998, de , enumerando as seguintes doenças: I tuberculose ativa; II hanseníase; III alienação mental; IV neoplasia maligna; V cegueira; VI paralisia irreversível e incapacitante; VII cardiopatia grave; VIII doença de Parkinson; IX espondiloartrose anquilosante; X nefropatia grave; XI estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante); XII síndrome da deficiência imunológica adquirida-aids; XIII contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada; e XIV hepatopatia grave. Alternativa b : está errada. Por se tratar de doença grave listada na Portaria Interministerial 2.998, de , a carência foi dispensada. Alternativa C : está errada. Para as seguradas facultativas o salário-maternidade exige carência de 10 recolhimentos mensais. Alternativa D : está errada. Para os antigos segurados inscritos antes da Lei 8.213/91, aplica-se o regramento de transição do artigo 142 da Lei 8.213/91, podendo ser menor o período de carência. Alternativa E : está errada. Para o segurado especial, o período de carência é contado a partir do efetivo exercício da atividade rural (art. 28, 1º, do RPS). 26. (Juiz Substituto do TRT 24ª Região 2006 Organizado pelo Próprio TRT) Quanto ao período de carência, pode-se dizer que, EXCETO: a) O serviço social independe de carência. b) A reabilitação profissional independe de carência. c) Havendo perda da qualidade de segurado, as contribuições anteriores a essa data só serão computadas para efeito de carência depois que o segurado contar, a partir da nova filiação à Previdência Social, com, no mínimo, 2/3 (dois terços) do número de contribuições exigidas para o cumprimento da carência definida para o benefício a ser requerido. d) Independe de carência a concessão de salário-família. e) A aposentadoria por invalidez nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa e de doença profissional ou do trabalho independe de período de carência. Alternativa incorreta: letra C : A proposição está errada, remetendo-se ao parágrafo único, do artigo 24, da Lei 8.212/91. Vejamos:
11 Capítulo VII Conceitos Introdutórios de Benefícios 307 Parágrafo único. Havendo perda da qualidade de segurado, as contribuições anteriores a essa data só serão computadas para efeito de carência depois que o segurado contar, a partir da nova filiação à Previdência Social, com, no mínimo, 1/3 (um terço) do número de contribuições exigidas para o cumprimento da carência definida para o benefício a ser requerido. Note-se que o texto legal menciona 1/3 e não 2/3, como proposto na alternativa. Alternativa a : está correta. O artigo 26, da Lei 8.213/91, dispensou a carência para a concessão do serviço social. Alternativa b : está correta. O artigo 26, da Lei 8.213/91, dispensou a carência para a concessão da reabilitação profissional. Alternativa d : está correta. O artigo 26, da Lei 8.213/91, dispensou a carência para a concessão do salário-família. Alternativa e : está correta. O artigo 26, da Lei 8.213/91, dispensou a carência para a concessão da aposentadoria por invalidez nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa e de doença profissional ou do trabalho, bem como nos casos de segurado que, após filiar-se ao Regime Geral de Previdência Social, for acometido de alguma das doenças e afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e do Trabalho e da Previdência Social a cada três anos, de acordo com os critérios de estigma, deformação, mutilação, deficiência, ou outro fator que lhe confira especificidade e gravidade que mereçam tratamento particularizado. 27. (Juiz Substituto do TRT 22ª Região 2006 Organizado pelo Próprio TRT) Assinale a alternativa em que todas as prestações enumeradas independem de período de carência para fim de concessão: a) Auxílio-doença, salário maternidade e aposentadoria com contagem de tempo especial por exercício de atividade insalubre ou perigosa; b) Salário-família, salário-maternidade para segurada professora e pensão por morte; c) Pensão por morte, auxílio-doença e aposentadoria por tempo de serviço a segurado especial; d) Pensão por morte, auxílio-reclusão e auxílio- -acidente; e) Salário-maternidade para as seguradas empregada, trabalhadora eventual e empregada doméstica. Alternativa correta: letra d : A pensão por morte, o auxílio-reclusão e o auxílio-acidente independem da realização de carência para a sua concessão, nos termos do artigo 26, inciso I, da Lei 8.213/91. Alternativa a : está errada. Nos termos do artigo 25 da Lei 8.213/91, o auxílio-doença depende de carência de 12 contribuições mensais. Já o salário-maternidade poderá ou não ter carência, a depender da segurada. Já a aposentadoria especial exige carência de 180 recolhimentos mensais. Alternativa b : está errada. O salário-família e a pensão por morte não possuem carência. No entanto, o salário-maternidade poderá ter carência ou não, a depender da categoria de segurada. Se for uma professora contribuinte individual será exigida carência de 10 recolhimentos mensais. Alternativa c : está errada. O auxílio-doença, em regra, exigência carência de 12 contribuições mensais, nos termos do artigo 25 da Lei 8.213/91. Já a aposentadoria por tempo de contribuição exige carência de 180 recolhimentos mensais. Alternativa e : está errada. Não existe a figura jurídica de segurado trabalhador eventual, e sim trabalhador avulso. 28. (Cesgranrio Técnico Previdenciário INSS/2005) Período de Carência é o número de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício. O dia de início da contagem do período de carência é o(a): a) primeiro dia do mês de filiação ao Regime Geral de Previ dência Social, para o segurado empregado doméstico. b) primeiro dia do mês de filiação ao Regime Geral da Previdência Social, para todos os segurados, obrigatóri os ou facultativos. c) primeiro dia do mês em que se iniciou a execução de atividade remunerada, como segurado empregado, sen do presumida a contribuição. d) data do efetivo recolhimento da primeira contribuição sem atraso, para o trabalhador avulso. e) data do efetivo recolhimento da primeira contribuição sem atraso, para todos os segurados, obrigatórios ou facultativos.
12 308 Frederico Amado Ivan Kertzman Luana Horiuchi Nota do autor: O conceito de carência não pode ser confundido com o de tempo de contribuição. A carência é contada mês a mês, enquanto o tempo de contribuição é contado dia a dia. Se, por exemplo, a pessoa iniciou sua atividade, no dia 31/01/10, e foi despedido, no dia seguinte, 01/02/10, terá dois dias de contribuição e duas contribuições mensais para efeito de carência, não importando que tenha contribuído apenas um dia de cada mês. Alternativa correta: letra c. De acordo com o art. 143, da IN 45/2010, o período de carência será considerado de acordo com a filiação, a inscrição ou o recolhimento efetuado pelo segurado da Previdência Social, da seguinte forma: I para o segurado empregado e trabalhador avulso, da data de filiação ao RGPS; e 1º Para efeito de carência, considera-se presumido o recolhimento das contribuições do segurado empregado, do trabalhador avulso e relativamente ao contribuinte individual prestador de serviço, a partir da competência abril de 2003, as contribuições dele descontadas pela empresa. Assim, a carência é contada a partir do mês de filiação do empregado ao RGPS, ao seja, a partir do mês que iniciou a sua atividade remunerada. O período de carência é contado em número de meses, sendo irrelevante se o trabalhador trabalhou apenas um dia durante o mês ou se laborou durante todo o mês. Alternativas a e b erradas. De acordo com o art. 143, da IN 45/2010, o período de carência será considerado de acordo com a filiação, a inscrição ou o recolhimento efetuado pelo segurado da Previdência Social, da seguinte forma: II. para o segurado contribuinte individual, observado o disposto no 1º deste artigo, o empregado doméstico, o facultativo e o segurado especial que esteja contribuindo facultativamente, da data do efetivo recolhimento da primeira contribuição sem atraso, não sendo consideradas para esse fim as contribuições recolhidas com atraso referentes a competências anteriores. Alternativas d e e erradas. De acordo com o art. 143, da IN 45/2010, o período de carência será considerado de acordo com a filiação, a inscrição ou o recolhimento efetuado pelo segurado da Previdência Social, da seguinte forma: I. para o segurado empregado e trabalhador avulso, da data de filiação ao RGPS; e 29. (Cesgranrio Técnico Previdenciário INSS/2005) 12 (doze) contribuições mensais, 180 (cento e oitenta) con tribuições mensais e nenhuma contribuição são os períodos de carência, respectivamente, dos seguintes benefícios previdenciários: a) auxílio-doença, aposentadoria por idade e pensão por morte. b) auxílio-doença, aposentadoria por invalidez e pensão por morte. c) auxílio-acidente, pensão por morte e serviço social. d) auxílio-acidente, aposentadoria por idade e pensão por morte. e) aposentadoria por invalidez, aposentadoria por tempo de contribuição e aposentadoria por idade. Alternativa correta: letra a. De acordo com o artigo 29, do RPS, a concessão das prestações pecuniárias do Regime Geral de Previdência Social, ressalvado o disposto no art. 30, depende dos seguintes períodos de carência: I - doze contribuições mensais, nos casos de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez; II - cento e oitenta contribuições mensais, nos casos de aposentadoria por idade, tempo de contribuição e especial. III - dez contribuições mensais, no caso de salário-maternidade, para as seguradas contribuinte individual, especial e facultativa, respeitado o disposto no 2º do art. 93 e no inciso II do art Já o artigo 30, do RPS dispõe que independe de carência a concessão das seguintes prestações: I - pensão por morte, auxílio-reclusão, salário-família e auxílio-acidente de qualquer natureza; Alternativa b, errada. A carência para aposentadoria por invalidez é de 12 contribuições mensais, nos termos do art. 29, I, do RPS. Alternativa c, errada. Os três benefícios arrolados nesta alternativa não exigem carência, nos termos do art. 30, do RPS. Alternativa d, errada. Para gozo do auxílio-acidente e da pensão por morte não é exigida
13 Capítulo VII Conceitos Introdutórios de Benefícios 309 carência (art. 30, RPS) e para o gozo da aposentadoria por idade são exigidas 180 contribuições mensais (art. 29, II, do RPS). Alternativa e, errada. As aposentadorias por tempo de contribuição e por idade exigem carência de 180 contribuições mensais, nos termos do art. 29, II, do RPS. 30. (Cespe Defensor Público DPU/ 2001) Tirso foi inscrito no regime geral de previdência social em 30/7/2001, por ocasião da celebração do seu primeiro contrato de trabalho, tendo sido providenciada, igualmente, a inscrição de sua esposa na qualidade de dependente. No dia nove do mês subseqüente, contudo, Tirso veio a óbito, vítima de homicídio praticado por um desafeto. Nessa situação, a dependente do segurado falecido não terá direito ao benefício de pensão por morte, em virtude de não haver transcorrido o prazo de carência definido em lei. A dependente faria jus ao benefício, contudo, se o óbito do segurado decorresse de acidente de trabalho. Nota do autor: Observem que, sendo Tirso segurado obrigatório do RGPS, na qualidade de empregado, operou-se sua filiação ao RGPS com o exercício de atividade remunerada, ainda que não houvesse ocorrido sua inscrição, isso porque a inscrição é o ato formal que identifica o segurado na Previdência Social, representando o mero cadastro no INSS. Já a filiação ao regime previdenciário é que representa o marco da relação jurídica entre os segurados e a Previdência Social. Convém pontuar, também, que, conforme determina o art. 22, do Dec. 3048/99, com redação dada pelo Decreto nº 4.079/02, a inscrição do dependente é efetuada apenas no momento do requerimento do benefício a que tiver direito. Questão errada. Independentemente do óbito de Tirso ser decorrente de acidente de trabalho, sua companheira fará jus ao recebimento da pensão por morte, uma vez que independe de carência a concessão do citado benefício, conforme determina o art. 26, I, da Lei 8.213/91. Vejamos: Art. 26. Independe de carência a concessão das seguintes prestações: I pensão por morte, auxílio-reclusão, salário-família e auxílio-acidente; II auxílio-doença e aposentadoria por invalidez nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa e de doença profissional ou do trabalho, bem como nos casos de segurado que, após filiar- -se ao Regime Geral de Previdência Social, for acometido de alguma das doenças e afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e do Trabalho e da Previdência Social a cada três anos, de acordo com os critérios de estigma, deformação, mutilação, deficiência, ou outro fator que lhe confira especificidade e gravidade que mereçam tratamento particularizado; III os benefícios concedidos na forma do inciso I do art. 39, aos segurados especiais referidos no inciso VII do art. 11 desta Lei; IV serviço social; V reabilitação profissional; VI salário-maternidade para as seguradas empregada, trabalhadora avulsa e empregada doméstica. DICAS (RESUMOS) Com o intuito de resguardar o equilíbrio financeiro e atuarial do sistema, bem como prevenir a ocorrência de fraudes, a concessão de alguns benefícios previdenciários depende do prévio pagamento de um número mínimo contribuições previdenciárias em dia, o que se intitula de carência. A definição legal de carência, conforme capitulado no artigo 24, da Lei 8.213/91, é posta como o número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício, consideradas a partir do transcurso do primeiro dia dos meses de suas competências. Todavia, esse conceito legal é incompleto, pois ainda será preciso que as contribuições previdenciárias sejam pagas tempestivamente para fins de carência, sendo imprestáveis as recolhidas com atraso. Ou seja, a carência se realizará não apenas como o pagamento das contribuições previdenciárias, mas também com o seu recolhimento em dia. Deveras, note-se que o termo inicial da carência será o primeiro dia da competência recolhida. Logo, se um contribuinte individual recolhe a competência de fevereiro até o dia 15 de março, será considerado o dia 1º de fevereiro como o dies a quo do cálculo da carência, mesmo que o exercício do trabalho tenha se operado no fim do mês. Vale salientar que o segurado empregado, o trabalhador avulso e o contribuinte individual que prestar serviços à pessoa jurídica (este último a partir da competência 04/2003) têm em
14 310 Frederico Amado Ivan Kertzman Luana Horiuchi seu favor a presunção absoluta de recolhimento das suas contribuições previdenciárias, a teor do artigo 33, 5º, da Lei 8.212/91, pois a responsabilidade tributária é da empresa, sendo apenas necessário comprovar a relação de trabalho e o valor da remuneração. Já para o empregado doméstico inexiste esta presunção, devendo ser demonstrado o pagamento das suas contribuições previdenciárias, apesar de a responsabilidade ser do empregador doméstico. Caso inexistam os pagamentos, se for comprovado o exercício da atividade laboral pelo período exigido, o segurado doméstico receberá o benefício no valor mínimo, na forma do artigo 36, da Lei 8.213/91. No que concerne ao contribuinte individual que não presta serviços a pessoa jurídica, bem como o segurado facultativo, como os mesmos são os responsáveis tributários pela arrecadação, deverão ser vertidas em dia as contribuições previdenciárias para consecução da carência. Não será computado para efeito de carência o tempo de atividade do trabalhador rural anterior à competência novembro de 1991, por expressa exclusão do artigo 26, 3º, do RPS. O período de carência será computado: para o segurado empregado, o trabalhador avulso e o contribuinte individual que presta serviços a pessoa jurídica (este a partir da competência 04/2003) para o segurado empregado doméstico, o contribuinte individual que não presta serviços à pessoa jurídica, o facultativo e o segurado especial que contribui da mesma forma que o contribuinte individual para o segurado especial da data de filiação ao Regime Geral de Previdência Social, ou seja, a partir do exercício de atividade laborativa remunerada; da data do efetivo recolhimento da primeira contribuição sem atraso, não sendo consideradas para esse fim as contribuições recolhidas com atraso referentes a competências anteriores; a partir do efetivo exercício da atividade rural ou pesqueira artesanal para fins de subsistência sem o auxílio de empregados permanentes. ``180 contribuições ``12 contribuições ``10 contribuições ``Salário-família ``auxílio-acidente ``pensão por morte ``auxílio-reclusão ``serviço social BENEFÍCIOS COM CARÊNCIA ``Aposentadoria por idade, especial e por tempo de contribuição. ``Aposentadoria por invalidez e auxílio-doença, em regra. ``Salário-maternidade da contribuinte individual, segurada especial e facultativa. PRESTAÇÕES SEM CARÊNCIA ``reabilitação profissional ``salário-maternidade da empregada, avulsa e doméstica ``aposentadoria por invalidez e auxílio-doença decorrentes de acidentes de qualquer natureza, moléstia ocupacional ou doença grave listada pela Previdência Social. Na forma do parágrafo único, do artigo 24, da Lei 8.213/91, havendo perda da qualidade de segurado, as contribuições anteriores a essa perda somente serão computadas para efeito de carência depois que o segurado contar, a partir da nova filiação ao Regime Geral de Previdência Social, com, no mínimo, um terço do número de contribuições exigidas para o cumprimento da carência definida para o benefício a ser requerido. De acordo com o STJ, consoante análise contextual e interpretativa da Lei de Benefícios, período de carência significa dizer o número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o segurado faça jus ao benefício, razão pela qual o tempo em que o segurado esteve em gozo de auxílio-doença só é computado para fins de carência, se for intercalado com período contributivo, situação não demonstrada nos autos (REsp SC, DJ de 25/06/2012). Também nesse sentido o REsp , de 28/05/2013. Para a Súmula 73, da TNU, o tempo de gozo de auxílio-doença ou de aposentadoria por invalidez não decorrentes de acidente de trabalho só
15 Capítulo VII Conceitos Introdutórios de Benefícios 311 pode ser computado como tempo de contribuição ou para fins de carência quando intercalado entre períodos nos quais houve recolhimento de contribuições para a previdência social. É muito comum no meio previdenciário que se confundam os institutos do período de carência e do tempo de contribuição que, embora possuam similitudes, podem ser claramente diferenciados a partir de uma análise técnica. O principal traço comum é que o recolhimento da contribuição previdenciária tempestivamente realiza tanto o tempo de contribuição quanto o período de carência. No entanto, é possível apontar as seguintes diferenças: a) No caso dos segurados que são responsáveis pelo recolhimento da sua contribuição previdenciária (segurado facultativo e contribuinte individual que trabalha por conta própria), o recolhimento em atraso é computado como tempo de contribuição, mas não será considerado para efeitos de carência; b) O período de carência sempre será contado a partir do dia 1º da respetiva competência. Já o tempo de contribuição inicia o seu cômputo somente a contar do dia da filiação, não retroagindo ao dia primeiro; c) Existem benefícios previdenciários que exigem a carência, mas não o tempo de contribuição, a exemplo da aposentadoria por idade. Já outros exigem simultaneamente a carência e um tempo mínimo de contribuição, como a aposentadoria por tempo de contribuição e a aposentadoria especial. Há também os benefícios que dispensam a carência, como o auxílio-acidente e a pensão por morte. Suponha-se que Odorico seja um contribuinte individual que trabalhe por conta própria e que tenha recolhido 35 anos de contribuições previdenciárias. No entanto, por ser uma pessoa relapsa, todos os recolhimentos foram intempestivos, pois efetuados fora do prazo legal (até o dia 15 do mês seguinte de cada competência ou dia útil posterior se no dia 15 não houver expediente bancário). Nesta situação hipotética, na visão do INSS, Odorico não fará jus à aposentadoria por tempo de contribuição, pois conquanto possua o equivalente a 35 anos de contribuição, não terá realizado a carência, haja vista que nenhuma contribuição foi arrecadada no prazo. Outro caso para ilustrar. Larissa é contribuinte individual que trabalha por conta própria e há um ano não recolhe nenhuma contribuição previdenciária. Se ela recolher de vez as 12 contribuições em atraso, estas serão consideradas como um ano de contribuição, mas não servirão para a integralização do período de carência. SÚMULAS APLICÁVEIS 1. TURMA NACIONAL DE UNIFORMIZA- ÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA DOS JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS 29 Para os efeitos do art. 20, 2º, da Lei n , de 1993, incapacidade para a vida independente não é só aquela que impede as atividades mais elementares da pessoa, mas também a impossibilita de prover ao próprio sustento. 48 A incapacidade não precisa ser permanente para fins de concessão do benefício assistencial de prestação continuada. 2. SÚMULAS TRIBUNAL REGIONAL FEDE- RAL 3ª REGIÃO 22 É extensível aos beneficiários da Assistência Social (inciso V do artigo 203 da CF) a regra de delegação de competência do parágrafo 3º do artigo 109 da Constituição Federal, sendo exclusiva a legitimidade passiva do INSS. INFORMATIVOS APLICÁVEIS 1. STF 2013 ``Benefício de prestação continuada: tutela constitucional de hipossuficientes e dignidade humana 11 O Plenário, por maioria, negou provimento a recursos extraordinários julgados em conjunto interpostos pelo INSS em que se discutia o critério de cálculo utilizado com o intuito de aferir-se a renda mensal familiar per capita para fins de concessão de benefício assistencial a idoso e a pessoa com deficiência, previsto no art. 203, V, da CF. Declarou-se a inconstitucionalidade incidenter tantum do 3º do art. 20 da Lei 8.742/93 e do parágrafo único do art. 34 da Lei /03. RE /MT, Red. p/ ac. Min. Gilmar Mendes, RE /PR, Repercussão geral mérito, Rel. Min. Gilmar Mendes, Pleno. (Info 702)
16 312 Frederico Amado Ivan Kertzman Luana Horiuchi CF. Art A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos: V a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, conforme dispuser a lei. Lei 8.742/93. Art. 20. O benefício de prestação continuada é a garantia de um salário mínimo mensal à pessoa com deficiência e ao idoso com 65 (sessenta e cinco) anos ou mais que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção nem de tê-la provida por sua família... 3º Considera-se incapaz de prover a manutenção da pessoa com deficiência ou idosa a família cuja renda mensal per capita seja inferior a 1/4 (um quarto) do salário mínimo. ``Benefício de prestação continuada: tutela constitucional de hipossuficientes e dignidade humana 12 Prevaleceu o voto do Min. Gilmar Mendes, relator do RE /PR. Ressaltou haver esvaziamento da decisão tomada na ADI 1232/DF na qual assentada a constitucionalidade do art. 20, 3º, da Lei 8.742/93, especialmente por verificar que inúmeras reclamações ajuizadas teriam sido indeferidas a partir de condições específicas, a demonstrar a adoção de outros parâmetros para a definição de miserabilidade. Aduziu que o juiz, diante do caso concreto, poderia fazer a análise da situação. Destacou que a circunstância em comento não seria novidade para a Corte. Citou, no ponto, a ADI 223 MC/DF (DJU ), na qual, embora declarada a constitucionalidade da Medida Provisória 173/90 que vedava a concessão de medidas liminares em hipóteses que envolvessem a não observância de regras estabelecidas no Plano Collor, o STF afirmara não estar prejudicado o exame pelo magistrado, em controle difuso, da razoabilidade de outorga, ou não, de provimento cautelar. O Min. Celso de Mello acresceu que, conquanto excepcional, seria legítima a possibilidade de intervenção jurisdicional dos juízes e tribunais na conformação de determinadas políticas públicas, quando o próprio Estado deixasse de adimplir suas obrigações constitucionais, sem que isso pudesse configurar transgressão ao postulado da separação de Poderes. RE /MT, Red. p/ ac. Min. Gilmar Mendes, RE /PR, Repercussão geral mérito, Rel. Min. Gilmar Mendes, Pleno. (Info 702) ``Benefício de prestação continuada: tutela constitucional de hipossuficientes e dignidade humana 13 O Min. Gilmar Mendes aludiu que a Corte deveria revisitar a controvérsia, tendo em conta discrepâncias, haja vista a existência de ADI com efeito vinculante e, ao mesmo tempo, pronunciamentos em reclamações, julgadas de alguma forma improcedentes, com a validação de decisões contrárias ao que naquela decidido. Enfatizou que a questão seria relevante sob dois prismas: 1º) a evolução ocorrida; e 2º) a concessão de outros benefícios com a adoção de critérios distintos de 1/4 do salário mínimo. O Min. Luiz Fux considerou que, nos casos em que a renda per capita superasse até 5% do limite legal em comento, os juízes teriam flexibilidade para conceder a benesse, compreendido como grupo familiar os integrantes que contribuíssem para a sobrevivência doméstica. No tocante ao parágrafo único do art. 34 do Estatuto do Idoso, o Min. Gilmar Mendes reputou violado o princípio da isonomia. Realçou que, no referido estatuto, abrira-se exceção para o recebimento de dois benefícios assistenciais de idoso, mas não permitira a percepção conjunta de benefício de idoso com o de deficiente ou de qualquer outro previdenciário. Asseverou que o legislador incorrera em equívoco, pois, em situação absolutamente idêntica, deveria ser possível a exclusão do cômputo do benefício, independentemente de sua origem. RE /MT, Red. p/ ac. Min. Gilmar Mendes, RE /PR, Repercussão geral mérito, Rel. Min. Gilmar Mendes, Pleno. (Info 702) Lei /03. Art. 34. Aos idosos, a partir de 65 (sessenta e cinco) anos, que não possuam meios para prover sua subsistência, nem de tê-la provida por sua família, é assegurado o benefício mensal de 1 (um) salário-mínimo, nos termos da Lei Orgânica da Assistência Social Loas. Parágrafo único. O benefício já concedido a qualquer membro da família nos termos do caput não será computado para os fins do cálculo da renda familiar per capita a que se refere a Loas. ``Benefício de prestação continuada: tutela constitucional de hipossuficientes e dignidade humana 14 No RE /MT, ficaram vencidos, parcialmente, o Min. Marco Aurélio, relator, que apenas negava provimento ao recurso, sem declarar a inconstitucionalidade do art. 20, 3º, da Lei 8.742/93, e os ministros Teori Zavascki e Ricardo Lewandowski, que davam provimento ao recurso. O Min. Teori Zavascki salientava que a norma teria sido declarada constitucional em controle concentrado e que juízo em sentido contrário dependeria da caracterização de pressuposto de inconstitucionalidade superveniente, inocorrente na
17 Capítulo VII Conceitos Introdutórios de Benefícios 313 espécie. Além disso, se presentes mudanças na legislação infraconstitucional, tratar-se-ia de revogação de lei. O Min. Ricardo Lewandowski acrescentava que a matéria em discussão envolveria políticas públicas, com imbricações no plano plurianual. RE /MT, Red. p/ ac. Min. Gilmar Mendes, RE / PR, Repercussão geral mérito, Rel. Min. Gilmar Mendes, Pleno. (Info 702) ``Benefício de prestação continuada: tutela constitucional de hipossuficientes e dignidade humana 15 Por fim, não se alcançou o quórum de 2/3 para modulação dos efeitos da decisão no sentido de que os preceitos impugnados tivessem validade até , consoante requerido pela Advocacia-Geral da União. Votaram pela modulação os ministros Gilmar Mendes, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Celso de Mello. O Min. Gilmar Mendes rememorou a inconstitucionalidade por omissão relativamente ao art. 203, V, da CF e afirmou a razoabilidade do prazo proposto. Obtemperou que devolver-se-ia ao Legislativo a possibilidade de conformar todo esse sistema, para redefinir a política pública do benefício assistencial de prestação continuada, a suprimir as inconstitucionalidades apontadas. A Min. Rosa Weber adicionou ser salutar que o Supremo, ainda que sem sanção, indicasse um norte temporal. O Min. Luiz Fux ressaltou que o STF, em outras oportunidades, já exortara o legislador para que ele cumprisse a Constituição. O Min. Celso de Mello esclareceu que o objetivo seria preservar uma dada situação, visto que, se declarada, pura e simplesmente, a inconstitucionalidade, ter-se-ia supressão do ordenamento positivo da própria regra. Criar-se-ia, dessa maneira, vazio legislativo que poderia ser lesivo aos interesses desses grupos vulneráveis referidos no inciso V do art. 203 da CF. O Min. Teori Zavascki mencionou que, se o Supremo fixasse prazo, deveria também estabelecer consequência pelo seu descumprimento. O Min. Ricardo Lewandowski observou que o postulado da dignidade humana não poderia ficar suspenso por esse período e o que o STF deveria prestigiar a autonomia do Congresso Nacional para fixar a própria pauta. O Presidente sublinhou que estipular prazo ao legislador abalaria a credibilidade desta Corte, porque, se não respeitado, a problemática retornaria a este Tribunal. RE /MT, RE / PR, Repercussão geral mérito, Rel. Min. Gilmar Mendes, Pleno. (Info 702) 2. STJ 2012 ``Direito previdenciário. Benefício assistencial. Meios de prova da condição de miserabilidade. O critério previsto no art. 20, 3º, da Lei 8.742/93 (renda mensal per capita inferior a 1/4 do salário mínimo) não impede a concessão do correspondente benefício assistencial, desde que comprovada, por outros meios, a miserabilidade do postulante. AgRg no AREsp , rel. Min. Teori Zavascki, j ª T. (Info 505, 2012)
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