SETORES HOSPITALARES E SEUS DESAFIOS
|
|
|
- Luís Santos Moreira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 SETORES HOSPITALARES E SEUS DESAFIOS Bruna Ferreira Administradora UFJF Residente de Gestão Hospitalar HU/UFJF [email protected] Telefone: (32)
3 Gestão Hospitalar Complexidade Os hospitais estão entre os organismos mais complexos de serem administrados. Neles estão reunidos vários serviços e situações simultâneas: hospital é hotel, lavanderia, serviços médicos, limpeza, vigilância, restaurante, recursos humanos, relacionamento com o consumidor. (CELESTINO, 2002, p. 1).
4 Histórico Até a idade média, o hospital não era considerado instituição médica, e a medicina não era uma prática hospitalar. Os hospitais medievais eram constituídos por um labirinto de pequenas celas minúsculas que comportavam apenas uma cama, em que circulavam os religiosos que traziam conforto espiritual aos doentes, constituindo-se como um local de assistência aos pobres e também de exclusão e separação social (ANTUNES, 1989; ZAGONEL, 1996)
5 Histórico Por volta de 1780, a figura do pobre, que estava morrendo e precisava de assistência espiritual e material, foi substituída pela do doente que precisava de cura. A distribuição do espaço tornou-se um instrumento terapêutico, e o médico passou a ser o principal responsável pela organização hospitalar. (FOUCAULT, 1994)
6 Histórico No final do século XVIII, segundo Foucault (1979), surge a ideia de que o hospital deveria se constituir como um lugar propício ao estudo, à comparação de casos e como campo de estágio (residências médicas), ou seja, um estabelecimento educativo. (ZAGONEL, 1996)
7 Modelo de estrutura
8 Modelo de estrutura Gestão Hospitalar - EBSERH
9 Modelo de estrutura Gestão Hospitalar - EBSERH
10 Conflitos de Gestão
11 Conflitos de Gestão Nos dias atuais, segundo Cherubin (1999), ainda predomina uma administração pouco profissionaliza, executada por médicos proprietários, que, em sua maioria, não adquiriram conhecimentos necessários para tal e agem como se fossem profissionais especializados na área. Estratégico x Operacional
12 Conflitos de Gestão Médicos Administradores Superioridade em relação aos profissionais de outras áreas Descentralizar o poder aceitar normas de disciplina coletiva e ouvir sugestões ou recomendações
13 Conflitos de Gestão Expectativas dos Administradores buscam a autonomia prometida pelo cargo procuram desenvolver suas funções sem restrições.
14 Conflitos de Gestão Pesquisa realizada em hospitais de BH: A explicação para a existência de conflitos nos relacionamentos, segundo os entrevistados, está na presença de disputa de interesses entre a classe médica e os administradores, que muitas vezes, possuem objetivos diferentes. (FERREIRA et al, 2010)
15 Ponto crítico de conflito O objeto mais evidente de disputa, ( ), referese à compra e à utilização de materiais e equipamentos de tecnologia avançada, para que os médicos possam realizar seus diagnósticos e tratamentos com qualidade e também protegê-los de reclamações. Nesse ponto os administradores argumentam que os investimentos devem acontecer também em outras áreas, como hotelaria, recepção, transporte, (...) que são de responsabilidade do administrador, mas não são prioridades para os médicos. (FERREIRA et al, 2010)
16
17 Setores hospitalares
18 Suprimentos Cabe à gestão de suprimentos o desafio de planejar e administrar de modo eficaz todo o processo de compra, recebimento, armazenamento e distribuição de materiais nas diferentes unidades hospitalares, visando reduzir custos sem comprometer a qualidade do cuidado.
19 Suprimentos A tendência no setor público parece ser reduzir todos os problemas de abastecimento dos serviços de saúde à insuficiência de recursos orçamentários. Entretanto, também são notórios os desperdícios e a má utilização de insumos e equipamentos, a escassa qualificação dos profissionais da área de abastecimento e a pouca atenção ao planejamento logístico nas organizações públicas de saúde. (FERREIRA et al, 2010)
20 Suprimentos Setores clínicos e administrativos não se identificam como uma cadeia produtiva integrada. PREVISÃO DE DEMANDA Sistema distribui menos do que realmente é necessário Setor requisitante pede mais do precisa Resultado = desconfiança mútua
21 Orçamento e Finanças Planejamento Atrasos nos repasses Defasagem dos preços dos procedimentos Descumprimento da lei (pagamento de fornecedores em 30 dias) Preços majorados por parte dos fornecedores, devido ao risco de não recebimento
22 Compras e Licitações Reduzir os desertos nos processos de compras Construir um bom edital (descrição técnica dos materiais) Contato com outros órgãos públicos (carona) Construir base de dados históricos para comprovar a necessidade de dispensa de licitação
23 contratos Realizar a gestão dos contratos Atenção à documentação Fiscalização dos contratos Controlar os prazos de vigência dos contratos Controlar os saldos disponíveis
24 Hotelaria Reunião de todos os serviços de apoio que, associados aos serviços específicos oferece aos pacientes conforto segurança e bem estar durante o período de internação ou seu contato com a instituição de saúde. A hotelaria hospitalar é responsável por diversos serviços, que vão desde a recepção, segurança / vigilância, até os serviços de nutrição, higienização de ambiente e rouparia.
25 Obrigada!
LOGÍSTICA HOSPITALAR. ALDA MARIA GRÜDTNER DE ALMEIDA ADMINISTRADORA RESIDENTE EM GESTÃO HOSPITALAR HU/UFJF/Ebserh
LOGÍSTICA HOSPITALAR ALDA MARIA GRÜDTNER DE ALMEIDA ADMINISTRADORA RESIDENTE EM GESTÃO HOSPITALAR HU/UFJF/Ebserh [email protected] LOGÍSTICA Processo que planeja, implementa e controla o fluxo
Gestão de Processos. Gestão de Processos na Saúde. Identificação, mapeamento, redesenho e aprimoramento dos processos
Gestão de Processos na Saúde [email protected] 1 Gestão de Processos Identificação, mapeamento, redesenho e aprimoramento dos processos 2 O Ambiente de Negócios e os Stakeholders AMBIENTE DE AÇÃO INDIRETA
Prof. Marcelo Mello. Unidade IV GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS
Prof. Marcelo Mello Unidade IV GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS Gerenciamento de serviços Nas aulas anteriores estudamos: 1) Importância dos serviços; 2) Diferença entre produtos x serviços; 3) Composto de Marketing
SERVIÇOS DE ATENDIMENTO DE SAÚDE
SERVIÇOS DE ATENDIMENTO DE SAÚDE No contexto atual, uma pessoa procura assistência no campo da saúde por diversos motivos: Atendimento pré-natal Consulta pediátrica Imunizações Controle de doenças crônicas
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS. Os Recursos
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Objetivos Compreender: Os tipos de recursos de uma organização; Conceitos de administração e recurso; O conceito de recursos materiais e sua sequência de operações; O conceito
ORGANOGRAMA DIRETORIA ESTATUTÁRIA SEDE - SOCIEDADE BENEFICENTE SÃO CAMILO. REDE DE HOSPITAIS SÃO CAMILO DE SÃO PAULO (Pompeia/Santana/Ipiranga)
ORGANOGRAMA CORPORATIVA REDE DE HOSPITAIS SÃO CAMILO DE SÃO PAULO (Pompeia/Santana/Ipiranga) EXECUTIVA DIRETORIA DE TI DIRETORIA DE OPERAÇÕES DIRETORIA FINANCEIRA ADMINISTRATIVA DIRETORIA DE PRÁTICAS ASSISTENCIAIS
ABERTURA DE PROCESSO SELETIVO Nº 001/2016
ABERTURA DE PROCESSO SELETIVO Nº 00/206 Manaus, 5 de fevereiro de 206 O Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED) torna pública a abertura do Processo Seletivo Nº 00/206 para as vagas abaixo
COMPRAS NA ÁREA DE SAÚDE
DEBATES GVsaúde SEMESTRE DE CADEIA DE VALOR DA SAÚDE COORDENADORA: DRA. ANA MARIA MALIK GESTÃO ESTRATÉGICA DA CADEIA DE SUPRIMENTOS MODELOS E TENDÊNCIAS CLAUDE MACHLINE EAESP-FGV SÃO PAULO, 14 AGOSTO SUMÁRIO
LOGÍSTICA HOSPITALAR
LOGÍSTICA HOSPITALAR Filipe Guimarães Silva Lucena Administrador Residente em Gestão Hospitalar pelo HU/UFJF (2017-2018) Pós-Graduado em Gestão de Pessoas (2014) Tutor presencial pela Universidade do Paraná
Prof. Claudia Witzel. Farmacovigilancia
Prof. Claudia Witzel Farmacovigilancia CONCEITO - Uma unidade clínica, administrativa e econômica, dirigida por farmacêutico, ligada hierarquicamente à direção do hospital e integrada funcionalmente com
ENFERMAGEM LEGISLAÇÃO EM SAÚDE
ENFERMAGEM LEGISLAÇÃO EM SAÚDE Sistema Único de Saúde - SUS: Constituição Federal, Lei Orgânica da Saúde - Lei nº 8.080 de 1990 e outras normas Parte 5 Profª. Tatiane da Silva Campos LEI Nº 8.080, DE 19
CURSO PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO DE SAÚDE UNIMED
CURSO PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO DE SAÚDE UNIMED PROPOSTA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS FGV CORPORATIVO 12.227/14_v3 QUADRO DE DISCIPLINAS Disciplinas (**) Carga Horária (*) 1. Cooperativismo e Administração de Serviços
IMPORTANTE COMEÇA: 01/06/2017 TÉRMINO: 28/06/2017 FALTAS: 90 HORAS / AULA AVALIAÇÕES:
COMEÇA: 01/06/2017 TÉRMINO: 28/06/2017 FALTAS: 90 HORAS / AULA AVALIAÇÕES: IMPORTANTE 1ª Avaliação - escrita 06/06/2017 2ª Avaliação- diária no laboratório 3ª Avaliação -prática 27/06/2016 4ª Avaliação-
Universidade Estadual de Ponta Grossa Pró-Reitoria de Recursos Humanos
I AUXILIAR ADMINISTRATIVO Ensino Médio - Completo Salário R$ 1384,56 Taxa de inscrição R$ 120,00 1. Executar serviços de apoio nas áreas de recursos humanos, administração, finanças e outras de interesse
SUS Prof. Andreia Paula
SUS Prof. Andreia Paula Ano: 2015 Órgão: DEPEN Prova: Técnico de Enfermagem Julgue o item subsecutivo, referentes ao Sistema Único de Saúde (SUS). As unidades prestadoras de serviços têm autonomia e exclusividade
Desafios da Cadeia de valor Suprimentos e Logística
Desafios da Cadeia de valor Suprimentos e Logística Jose Henrique Germann Diretoria de Consultoria e Gestão Gestão de Suprimentos e Logística CONTEXTO DE SUPRIMENTOS Dilema na Elaboração da Política de
ANEXO I QUADRO DE VAGAS
PROCESSO SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO DE COLABORADORES HOSPITAL ESTADUAL DE JARAGUÁ SANDINO DE AMORIM EDITAL Nº. 07/2017 IBGH HESA ANEXO I QUADRO DE VAGAS Cargo Pré-requisitos Resumo das Atribuições Jornada
1ª) A lei de 2011 autorizou a CRIAÇÃO da empresa pública denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH; pelo (a):
1ª) A lei 12.550 de 2011 autorizou a CRIAÇÃO da empresa pública denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH; pelo (a): A) Poder Legislativo. B) Poder Executivo C) Poder Judiciário D)
AUXILIAR DE GOVERNANÇA (LÍDER)
AUXILIAR DE GOVERNANÇA (LÍDER) - Organizar e orientar a equipe de trabalho de camareiras, a fim de garantir a higienização correta e segura de todo o ambiente hospitalar. - Solicitar e monitorar a conclusão
MANUAL BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO - ONA
MANUAL BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO - ONA MA. LIDERANÇA E ADMINISTRAÇÃO Direção e Liderança Gestão de Pessoas Gestão Administrativa e Financeira Gestão de Material e Suprimentos Gestão da Qualidade Liderança
Áreas de atuação e atribuições dos Técnicos em Nutrição e Dietética. Samara Crancio Nutricionista Coordenadora de Fiscalização CRN-4
Áreas de atuação e atribuições dos Técnicos em Nutrição e Dietética Samara Crancio Nutricionista Coordenadora de Fiscalização CRN-4 Reflexões iniciais No exercício de uma profissão é necessário buscar
MAPA DE RISCOS PARA O CONTRATO DE VIGILÂNCIA
MAPA DE RISCOS PARA O CONTRATO DE VIGILÂNCIA 1 - Demanda Demanda equivocada 2 Recebimento da Demanda 3 Formação da Esquipe de Planejamento e Estudos Preliminares da Contratação 4 Verificação e análise
PROJETO I LICITAÇÕES E CONTRATOS
PROJETO I LICITAÇÕES E CONTRATOS Curso 1: COMO PLANEJAR A CONTRATAÇÃO E ESTRUTURAR O TERMO DE REFERÊNCIA PARA COMPRAS E SERVIÇOS CONTÍNUOS Curso 2: SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS PLANEJAMENTO, JULGAMENTO
Taxa de Satisfação do Cliente - Internação = ra X 100 ra + rn
Indicador : Taxa de Satisfação do Cliente - Internação Definição: Taxa de Satisfação do Cliente Internação: é a relação entre o número de respostas afirmativas dos serviços oferecidos na instituição e
A ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NA REDE DE ATENÇÃO A SAÚDE. Salvador 2017
A ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NA REDE DE ATENÇÃO A SAÚDE Salvador 2017 Assistência Farmacêutica no SUS Lei nº. 8080/ 1990: Art. 6, 1, Al. d Reconhece a assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica,
Congresso das Secretarias Municipais de Saúde 2016 COSEMS/RS. SUS: a conjuntura atual e a gestão que queremos
Congresso das Secretarias Municipais de Saúde 2016 COSEMS/RS SUS: a conjuntura atual e a gestão que queremos 13 de julho de 2016 Gestão e Financiamento 1 - Melhorar a gestão e o financiamento da saúde,
Conheça as soluções que temos para a sua empresa.
Conheça as soluções que temos para a sua empresa. Estamos há mais de 25 anos no mercado de facilities, intralogística, segurança patrimonial, lavanderia industrial e gestão integrada de serviços e gostaríamos
AUXILIAR DE GOVERNANÇA (LÍDER)
AUXILIAR DE GOVERNANÇA (LÍDER) - Organizar e orientar a equipe de trabalho de camareiras, a fim de garantir a higienização correta e segura de todo o ambiente hospitalar. - Solicitar e monitorar a conclusão
Soluções que facilitam a gestão da saúde
Soluções que facilitam a gestão da saúde A Hospidata Mais eficiência na gestão de saúde Empresa do grupo MV, líder brasileira em soluções de tecnologia para gestão da saúde, a Hospidata oferece um portfólio
Kelly Braga. Farmácia Hospitalar
Curso de Atualização em Boas Práticas de Farmácia Hospitalar Aula Inaugural Introdução as Boas Práticas da Farmácia Hospitalar Kelly Braga Farmácia Hospitalar Unidade clínica, administrativa a e econômica,
Serviços de Saúde PROFESSORA CAROLINE ORLANDI BRILINGER
Serviços de Saúde PROFESSORA CAROLINE ORLANDI BRILINGER Conceitos (ANVISA) Serviços de Saúde são estabelecimentos destinados a promover a saúde do indivíduo, protegê-lo de doenças e agravos, prevenir e
UNIRIO / PROPLAN DIRETORIA DE AVALIAÇÃO E INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS - DAINF ORGANOGRAMA DAS UNIDADES ORGANIZACIONAIS. Atualizado em
Atualizado em 15.03.2016 Boletim Interno nº 05/2016 1 1. GERAL REITORIA Vice-Reitoria Pró-Reitoria de Graduação Pró-Reitoria de Extensão e Cultura Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa Pró-Reitoria
AUXILIAR DE GOVERNANÇA (LÍDER)
AUXILIAR DE GOVERNANÇA (LÍDER) - Organizar e orientar a equipe de trabalho de camareiras, a fim de garantir a higienização correta e segura de todo o ambiente hospitalar. - Solicitar e monitorar a conclusão
GERÊNCIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES GSI 2016/1
GERÊNCIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES GSI 2016/1 Revisão O que é um sistema de informações? O que é um requisito? Qual é o papel do analista de requisitos em um sistema
Técnico em Hospedagem Integrado ao Ensino Médio
Técnico em Hospedagem Integrado ao Ensino Médio A Carreira em Hotelaria O profissional da área de Hotelaria é responsável por coordenar os serviços necessários para o bom funcionamento de hotéis, pousadas
Dr. Renato Couto Camila Silveira Daniele Guedes Juliana Fantini Luna Consenza Viviane Gerken
IMPACTO ECONÔMICO DAS COMPLICAÇÕES RELACIONADAS À INTERNAÇÃO HOSPITALAR UTILIZANDO O DIAGNOSIS RELATED GROUPS (DRG) COMO AJUSTE DA COMPLEXIDADE EM UMA OPERADORA DE SAÚDE DE GRANDE PORTE EM MINAS GERAIS
Organograma UDI Hospital
Organograma UDI Hospital ASSEMBLÉIA DOS SÓCIOS CONSELHO CONSULTIVO Centro de Estudos Ensino e Pesquisa CONSELHO FISCAL/ AUDITORIA INDEPENDENTE COMISSÃO DE ÉTICA MÉDICA UDI HOSPITAL SUPERINTENDÊNCIA DIRETOR
Educação e Práticas Interprofissionais na Temática da Vulnerabilidade e Violência:
Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria Municipal de Saúde Hospital Materno Infantil Presidente Vargas Educação e Práticas Interprofissionais na Temática da Vulnerabilidade e Violência: Experiências
GERAL HE PARA LIGAÇÕES INTERURBANAS UTILIZAR EXCLUSIVAMENTE O LANEIRA (SAME/CONTAS MÉDICAS)
GERAL HE 3284-4900 PRÉDIO ADMINISTRATIVO MARCILIO DIAS 3227-3776 LANEIRA (SAME/CONTAS MÉDICAS) 3271-0595 LABORATÓRIO SANTOS DUMONT 3228-7816 PARA LIGAÇÕES INTERURBANAS UTILIZAR EXCLUSIVAMENTE O 14 FAMED
Planejamento e Controle da Produção I
Planejamento e Controle da Produção I Atividades do Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 2012 Gustavo S. C. Meireles 1 Introdução Sistemas produtivos: abrange produção de bens e de serviços; Funções básicas dos
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE
1 01000000 0000 Legislativa 2.486.797,24 8.696.157,45 11.182.954,69 01031000 0000 Ação Legislativa 2.486.797,24 8.696.157,45 11.182.954,69 01031001 0000 Atuação Legislativa da Câmara Municipal 2.486.797,24
DESAFIOS NA GESTÃO DA SAÚDE
Economia e Gestão da Saúde DESAFIOS NA GESTÃO DA SAÚDE Rafaela Landim Dutra Administradora UFJF Residente de Gestão Hospitalar HU/UFJF E-mail: [email protected] Telefone: (32) 4009-5172 Ementa
QUALIFICAÇÃO DA REDE HOSPITALAR UNIMED VITÓRIA
QUALIFICAÇÃO DA REDE HOSPITALAR UNIMED VITÓRIA 18 de Novembro de 2016 UNIMED VITÓRIA / ES 328.000 CLIENTES, SENDO DESTES, 32.000 EM ATENÇÃO PRIMÁRIA; 2.360 MÉDICOS COOPERADOS; 260 PRESTADORES DE SERVIÇO;
O trabalho médico em cooperativa
O trabalho médico em cooperativa Sistema Unimed 38 Prestadoras 293 Operadoras 17 Federações Institucionais 348 Cooperativas 1 Confederação Nacional 1 Confederação Regional 1 Central Nacional 33 Federações
Matriz de Especificação de Prova da Habilitação Técnica de Nível Médio. Habilitação Técnica de Nível Médio: Técnico em Logística
: Técnico em Logística Descrição do Perfil Profissional: Planejar, programar e controlar o fluxo de materiais e informações correlatas desde a origem dos insumos até o cliente final, abrangendo as atividades
Atuação Fisioterapêutica na Assistência Domiciliar
II SIMPÓSIO DO DIA DO FISIOTERAPEUTA FACFISIO/ UFJF Atuação Fisioterapêutica na Assistência Domiciliar Dr. Luciano A. Filgueiras Outubro, 2017 INTRODUÇÃO Resolução N 474, de 20 de dezembro de 2016 Normatiza
CONGRESSO DE SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DE SÃO PAULO. Implicações na prática da Assistência à Saúde no SUS. Mar/2012
CONGRESSO DE SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DE SÃO PAULO Implicações na prática da Assistência à Saúde no SUS Mar/2012 O SUS HOJE IDSUS aponta problemas de acesso e de qualidade do sistema na maioria
Farmacêutico na Área Hospitalar. Professor: Dr. Eduardo Arruda
Farmacêutico na Área Hospitalar Professor: Dr. Eduardo Arruda Introdução Administração de recursos materiais é intimamente ligada ao Farmacêutico Hospitalar; Medicamentos + correlatos = 75% $ no hospital;
RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA
RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA Coordenadoria de Economia Mineral Diretoria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral Premissas do Desenvolvimento Sustentável Economicamente
Logística de Suprimentos
Paulo Cesar C. Rodrigues [email protected] Mestre em Engenharia de Produção Introdução No passado, muitas empresas consideraram os suprimentos como uma área da empresa que se limitava a enviar
Categoria: Gestão do Atendimento e Segurança do Paciente Subcategoria: Classe 2. Viviane R Buffon Diretora Clínica
Categoria: Gestão do Atendimento e Segurança do Paciente Subcategoria: Classe 2 Implantação da Comissão de Colaboração Clínica como ferramenta de Gestão do Atendimento e de Segurança do Paciente em âmbito
Desafios e Oportunidades na Logística Hospitalar. Fernando Andreatta Torelly Diretor Executivo
Desafios e Oportunidades na Logística Hospitalar Fernando Andreatta Torelly Diretor Executivo O Mercado de Saúde Mudou O Brasil viveu anos de desenvolvimento econômico; Este desenvolvimento gerou melhoria
Áreas de atuação e atribuições dos Técnicos em Nutrição e Dietética. Samara Crancio Nutricionista Coordenadora de Fiscalização CRN-4
Áreas de atuação e atribuições dos Técnicos em Nutrição e Dietética Samara Crancio Nutricionista Coordenadora de Fiscalização CRN-4 Áreas de atuação Resolução CFN 312/2003 Resolução CFN 605/2018 UAN:
Prof. Márcio Batista
Prof. Márcio Batista OBJETIVOS DA AULA Conhecer os principais conceitos em farmácia hospitalar. Conhecer os aspectos técnicos e legais de localização, construção e instalação e estruturação da farmácia
RELATORIO ANUAL DE ATIVIDADES ANO 2017
RELATORIO ANUAL DE ATIVIDADES ANO 2017 I Dados Gerais CNPJ: 06.068.582/0001-24 NOME DA EXECUTORA: Associação Tra Noi de Presidente Prudente NOME DO LOCAL DE EXECUÇÃO: Organização da Sociedade Civil Técnico
Fórum de Custos PAINEL DE INDICADORES. Maria Beatriz Nunes Pires Coordenadora Técnica Central de Análises - Planisa
Fórum de Custos Maria Beatriz Nunes Pires Coordenadora Técnica Central de Análises - Planisa Indicadores são variáveis que medem quantitativamente as variações no comportamento de critérios previamente
Primeiras Escolas de Enfermagem no Brasil
Primeiras Escolas de Enfermagem no Brasil Escola de Enfermagem "Alfredo Pinto" -Esta escola é a mais antiga do Brasil, data de 1890, foi reformada por Decreto de 23 de maio de 1939. Escola da Cruz Vermelha
Logística Reversa de Embalagens. Gabriel Pedreira de Lima
Logística Reversa de Embalagens Gabriel Pedreira de Lima QUALIFICAÇÃO E EXPERIÊNCIA A Empresa A CGA geo é uma empresa de consultoria ambiental com sólida experiência em projetos voltados ao Gerenciamento
Uso Racional de Medicamentos. Felipe Dias Carvalho Consultor Nacional de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica em Saúde OPAS/OMS
Uso Racional de Medicamentos Felipe Dias Carvalho Consultor Nacional de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica em Saúde OPAS/OMS Conceito URM - OMS Existe uso racional quando os pacientes recebem medicamentos
MÉDICO PEDIATRA. Requisitos: - Graduação em medicina; - Residência em Pediatria. Horário: - Plantão 12h (sábado) - Unidade de Internação
MÉDICO PEDIATRA - Residência em Pediatria. Horário: - Plantão 12h (sábado) - Unidade de Internação - O vínculo será através de Pessoa Jurídica. - 01 vaga. colocando no assunto: Médico Pediatra. MÉDICO
PARÂMETRO ATUAL DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO. TURMAS 2012 a 2016
PARÂMETRO ATUAL DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO TURMAS a CURSO CARGA HORÁRIA INÍCIO DO ESTÁGIO LOCAL DE ESTÁGIO Artes Visuais Segunda Artes Visuais Formação Administração Biomedicina Ciências Contábeis
