INTRODUÇÃO À MECÂNICA ESTATÍSTICA
|
|
|
- Maria Brezinski Brandt
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Termo- estatística 1o Semestre Período Diurno Profa. Kaline Coutinho ASSUNTO: Teoria Cinética dos Gases, Distribuição de velocidades de Maxwell- Boltzmann LIVRO: Introduction to Atomic Physics, H. A. Enge, M. R. Wehr, J. A. Richards, Addison- Wesley Publishing Company, (1973). Capítulo 1 (1-7 até 1-9) INTRODUÇÃO À MECÂNICA ESTATÍSTICA Já vimos estatística: probabilidade, distribuições de probabilidade quaisquer e gaussiana e cálculos de médias de grandezas em sistemas governados por uma distribuição de probabilidade específica. Resultado de exercícios anteriores que não podemos esquecer: Usando a distribuição de velocidades de Maxwell- Boltzmann 𝑓 𝑣 = 4𝜋 / "# 𝑣 𝑒 provável 𝑣" = /" ", obtivemos a velocidade média 𝑣 = e velocidade quadrática média 𝑣" = " " " ; velocidade mais. Mudando a variável velocidade para a energia de um gás ideal (𝐸 = 𝐾 = 𝑚𝑣 ) na distribuição de Maxwell- Boltzmann chegamos a distribuição de energia de Boltzmann 𝑓 𝐸 = 𝐴 𝐸/ 𝑒 /", onde obtivemos o fator de normalização como 𝐴=, a energia média 𝐸 = 𝑘𝑇 e a energia mais provável 𝐸" = 𝑘𝑇. Revisão de Termodinâmica Lembrando da Lei dos Gases Ideais: 𝑃𝑉 = 𝑛𝑅𝑇 = 𝑁𝑘𝑇 onde 𝑛 é o número de moles, 𝑅 é a constante universal dos gases ideais, 𝑁 é o número de moléculas, 𝑘 = 𝑅/𝑁 = 1,38𝑥10" 𝐽/𝐾 é a constante de Boltzmann, e 𝑁 = 6,02𝑥10" é o número de Avogadro que define a quantidade de moléculas num mol. 1ª Lei da Termodinâmica: Δ𝑈 = 𝑄 𝑊, sendo total essas grandezas referentes ao sistema: Δ𝑈 é a variação da energia interna, 𝑄 o calor trocado e 𝑊 o trabalho realizado. Na forma infinitesimais: 𝑑𝑈 = 𝑑𝑄 𝑑𝑊, onde 𝑑 indicar uma diferencias 1
2 Termo- estatística 1 o Semestre Período Diurno Profa. Kaline Coutinho inexatas, Q = CdT portanto a capacidade calorífica C depende do caminho ou processo termodinâmico entre os estados inicial e final, W = PdV portanto a forma de P varia com V depende do processo termodinâmico, U = C dt independentemente do processo termodinâmico. γ = C /C = c /c é uma grandeza definida como a razão entre a capacidade calorífica a pressão e volume constantes ou como a razão entre o calor específico, c = C/m ou c = C/N. Para o gás ideal, essas capacidades caloríficas estão relacionadas, C C = R. 2ª Lei da Termodinâmica: Para qualquer processo termodinâmico da variação da entropia do universo (sistema e seu entorno) nunca diminui, ou é nula quando os processos são reversíveis ou é positiva quando os processos são irreversíveis. A entropia é definida como ds = "# ΔS = "#, onde Q "# é o calor trocado do sistema num processo reversível entre os mesmos estados inicial e final desse sistema. Revisão de Mecânica Energia mecânica E é a soma da energia cinética K = mv com a energia potencial U(r): E = K(v) + U r. A força é definida como a variação do momento p = mv no tempo t: F = ". A velocidade (grandeza vetorial) é dada pela variação da posição no tempo: v = " = v î + v ȷ + v k. Teoria Cinética dos Gases Como a Teoria Cinética dos Gases é possível relacionar algumas grandezas microscópica dos gases com grandezas macroscópicas do sistema. Vejamos a seguir como podemos chegar a essas relações. 2
3 Termo- estatística 1o Semestre Período Diurno Profa. Kaline Coutinho Como podemos calcular a pressão que um gás exerce nas paredes de um recipiente através da análise do movimento das moléculas desse gás? Assumindo que o espaço é isotrópico, então a pressão é igual em todas as paredes do recipiente. Lembrando que a pressão é dada pela razão entre a força exercida na parede e a área da parede: 𝑃 = =. Vamos inicialmente considerar um recipiente cúbico (de lado ℓ𝓁, área 𝐴 = ℓ𝓁 e volume 𝑉 = ℓ𝓁 ) com um gás ideal (colisões raras) de partículas idênticas (mesma massa 𝑚) no seu interior de densidade 𝜌 = = ". Uma molécula do gás com velocidade 𝑣 = 𝑣 î + 𝑣 𝚥 + 𝑣 𝑘, ao colidir elasticamente com a parede A1, por exemplo, sofre uma inversão na componente 𝑣 (𝑣 e 𝑣 mantêm- se inalteradas). Portanto ocorre uma variação do momento linear da molécula: Δ𝑝 = 𝑝 𝑝 = 𝑚𝑣 î 𝑚𝑣 î = 2𝑚𝑣 î 𝑝 = 2𝑚𝑣, que é transferido à parede do recipiente. Após colidir com a parede A1 a molécula colide com a parede A2 e volta a ℓ𝓁 colidir novamente com A1 após um intervalo de tempo Δ𝑡 =. Assim, a pressão na parede A1 devido a uma molécula 𝑖 é dada por: 𝑃 = ℓ𝓁 2𝑚𝑣 ℓ𝓁 = ℓ𝓁 =. Considerando a pressão exercida por 𝑁 moléculas do gás: 𝑚 𝑚 𝑃= 𝑣 + 𝑣 + + 𝑣 = 𝑉 𝑉 𝑣 𝑃 = 𝑚𝑁 𝑣 = 𝜌 𝑣. 𝑉 Agora, para cada molécula temos: 𝑣 = 𝑣 + 𝑣 + 𝑣 e como não há direção privilegiada (espaço isotrópico), então na média: 3
4 Termo- estatística 1 o Semestre Período Diurno Profa. Kaline Coutinho v = v = v v = 3 v v = 1 3 v. Portanto substituindo esse resultado na pressão, obtemos: P = 1 mn 3 V v = 1 ρ v 3 ou seja, conhecendo grandezas macroscópicas de um gás como a densidade e a pressão, é possível calcular a velocidade quadrática média das moléculas: v = 3P ρ v " = v = 3P ρ. A expressão da pressão pode ser re- arrumada e multiplicando (1/2) em ambos os lados da expressão obtemos que: 3 PV 2 N = 1 m v 2 3 kt = K 2 Note que usamos a Lei dos Gases Ideais para relacionar PV/N com kt e chegamos a uma relação entre a temperatura e a energia cinética média de cada moléculas, ou seja, com o grau de agitação molecular. Essa relação está de acordo com o Teorema da Equipartição de Energia que estabelece que cada grau de liberdade contribui com kt para a energia cinética de cada molécula do sistema e nos leva ao valor da velocidade quadrática média de v " = < v > = obtida a partir da distribuição de Maxwell- Boltzmann. ", que está de acordo com a Observe que até o momento apenas o valor médio da velocidade quadrática ofereceu as informações possíveis sobre os sistemas. Entretanto para saber todas as informações do sistema é necessário conhecer a função de densidade de probabilidade da velocidade e para isso é necessário mostrar como Maxwell chegou a essa distribuição. No início da 2a metade do século XIX (1859) J. C. Maxwell divulgou estudos sobre como se distribuíam os módulos das velocidades das moléculas de um gás, em equilíbrio térmico. Posteriormente, esses estudos foram solidificadas por L. Boltzmann. Maxwell chegou a distribuição de probabilidade de velocidades de um gás ideal a partir de três hipóteses: 4
5 Termo- estatística 1o Semestre Período Diurno Profa. Kaline Coutinho 1) O espaço é isotrópico. Portanto as componentes x, y e z da velocidade devem exibir a mesma distribuição 𝑓(𝑣 )𝑑𝑣 = 𝑓(𝑣 )𝑑𝑣 = 𝑓(𝑣 )𝑑𝑣, onde 𝑓 𝑣 é uma função que descreve a densidade de probabilidade da componente i da velocidade, expressão em função do quadrado da componente da velocidade. Isso faz com que apenas uma variação positiva seja considerada, 0 𝑣, e simplifica a dedução da função. Veja a seguir. 2) As componentes x, y e z da velocidade são independentes. Portanto 𝑃 𝑣, 𝑣, 𝑣 = 𝑓(𝑣 )𝑓(𝑣 )𝑓 𝑣 𝑑𝑣 𝑑𝑣 𝑑𝑣. 3) O Teorema de Equipartição de Energia é válido. Portanto para um gás ideal a energia por molécula é dada por 𝐸 = 𝑚𝑣 = 𝑘𝑇. Considerando um sistema de coordenadas cartesianas 𝑣, 𝑣, 𝑣 é possível rotacioná- lo para que um dos eixos coincida com o módulo da velocidade, 𝑣 = 𝑣 + 𝑣 + 𝑣, e isso não modifica a distribuição de velocidade. Portanto, 𝑃 𝑣, 𝑣, 𝑣 = 𝑃 𝑣, 0,0 = 𝑓 𝑣 𝑓 0 𝑓 0 𝑑𝑣 𝑑𝑣 𝑑𝑣 = 𝐴𝑓 𝑣 𝑑𝑣 𝑑𝑣 𝑑𝑣, onde A é uma constante. Agora realizando uma mudança no sistema de coordenadas, de cartesianas para esférica (ver figura abaixo) termos: (a) Sistema de coordenadas cartesianas e a unidade de volume, 𝑑𝑉 = 𝑑𝑣 𝑑𝑣 𝑑𝑣 ; (b) Sistema de coordenadas esférica e unidade de volume 𝑑𝑉 = 𝑣𝑑𝑣. 𝑣𝑠𝑒𝑛𝜃𝑑𝜃. 𝑑𝜑 = 4𝜋𝑣 𝑑𝑣 𝑃 𝑣 = 𝑓(𝑣 )𝑓(𝑣 )𝑓 𝑣 𝑑𝑣 𝑑𝑣 𝑑𝑣 = 𝐴𝑓 𝑣 𝑑𝑣 𝑑𝑣 𝑑𝑣 = 4𝜋𝐴𝑣 𝑓 𝑣 𝑑𝑣 É fácil perceber que a função exponencial satisfaz a equação a cima e a hipótese 1: 𝑓 𝑣 = 𝑒 = 𝑒 ( ) = 𝑒 𝑒 𝑒 = 𝑓 𝑣 𝑓 𝑣 𝑓 𝑣. Assim, 𝑃 𝑣 = 4𝜋𝐴𝑣 𝑒 𝑑𝑣. A constante A é obtida pela normalização da função de distribuição de probabilidade 5
6 Termo- estatística 1o Semestre Período Diurno Profa. Kaline Coutinho 4𝜋𝐴𝑣 𝑒 𝑑𝑣 Daí 𝑣 𝑒 𝑑𝑣 = 1, então 4𝜋𝐴 𝐴= / = 4𝜋𝐴𝐺 = 4𝜋𝐴 = 1.. Usando a hipótese 3, temos: 𝐸 = Assim, 2𝑚𝜋𝐴 𝑣 𝑒 𝑑𝑣 1 3 𝑚𝑣 4𝜋𝐴𝑣 𝑒 𝑑𝑣 = 𝑘𝑇 2 2 = 2𝑚𝜋𝐴𝐺 = 𝑘𝑇 2𝑚𝜋 𝛽= / = 𝑘𝑇 𝑚 2𝑘𝑇 Então a forma final da distribuição de velocidade de Maxwell- Boltzmann é 𝑚 / " /" 𝑃 𝑣 = 4𝜋 𝑣 𝑒 𝑑𝑣. 2𝜋𝑘𝑇 É possível re- escrever a função de densidade de probabilidade de velocidades em termos de energia do gás ideal, fazendo uma mudança de variável 𝐸 = 𝑚𝑣 e 𝑑𝐸 = 𝑚𝑣𝑑𝑣 : 𝑓 𝐸 = 2𝜋 𝐸/ 𝑒 /". 𝑘𝑇 / 6
7 Termo- estatística 1o Semestre Período Diurno Profa. Kaline Coutinho Para um caso mais geral a energia 𝐸 é dada por 𝐸 = 𝐾(𝑣) + 𝑈(𝑟) energia total do sistema. Então seguindo o mesmo procedimento adotado por Maxwell, a distribuição de probabilidade de se encontrar uma partícula em um volume infinitesimal do espaço de fase, (𝑑Γ = 𝑑𝑥𝑑𝑦𝑑𝑧𝑑𝑣 𝑑𝑣 𝑑𝑣 ), definido pelas componentes da velocidade e da posição das partículas: 𝑓 𝑥 𝑓 𝑦 𝑓 𝑧 𝑓 𝑣 𝑓 𝑣 𝑓 𝑣 𝑑𝑥𝑑𝑦𝑑𝑧𝑑𝑣 𝑑𝑣 𝑑𝑣 = 𝑓 𝑥, 𝑦, 𝑧, 𝑣, 𝑣, 𝑣 𝑑Γ = 𝑓 Γ 𝑑Γ = 𝐶𝑒 ()/" 𝑑Γ. onde C é a constante de normalização e Γ um ponto no espaço de fase, ou seja, todas as coordenadas cartesianas das posições e velocidade de todas as partículas. Uma outra forma de escrever a densidade de probabilidade para um sistema de N partículas com energia E é 𝑓 Γ = 𝑒 /" 𝑍 onde 𝑍= 1 = 𝐶 𝑒 /" 𝑑Γ é a constante de normalização, também conhecida como função de partição. Como a energia é aditiva, a energia do sistema pode ser escrita como uma soma da energia de cada partícula, 𝐸 = 𝐸(Γ ), sendo Γ = 𝑥 𝑦 𝑧 𝑣" 𝑣" 𝑣". Assim, a densidade de probabilidade de uma partícula i pode ser escrita como: 𝑒 /" 𝑓 Γ = 𝑧 onde 𝑍 = 𝑧, ou seja a função de partição total é N vezes a função de partição de uma partícula, 𝑧= 𝑒 /" 𝑑Γ Para sistemas quânticos, a energia não é contínua como nos sistemas clássicos, ou seja, as partículas não podem ter valores de energia que variam continuamente. Nesses sistemas, a energia é quantizada, ou seja, só assumem valores múltiplos de uma constante, 𝜀. A densidade de probabilidade continua sendo escrita da mesma forma, porém a função de partição passa a ser escrita como: 7
8 Termo- estatística 1o Semestre Período Diurno Profa. Kaline Coutinho 𝑧= 𝑒 /" Exemplos de sistemas com energia quantizada: 𝐸 = 𝑛𝜀 onde 𝜀 é uma constante e 𝑛 = 0, 1, 2, 3,... para um oscilador quântico, 𝐸 = 𝜀 𝑛 para o átomo de Bohr, 𝐸 = 𝜀 𝑛(𝑛 + 1) para o rotor rígido quântico, etc. Aplicações: Na obtenção da chamada Lei das Atmosferas, supondo uma temperatura 𝑇 constante, e que 𝑔 da gravidade não varia com a altura, a função distribuição de densidade de probabilidade correspondente será dada por: 𝑓 𝑣, 𝑣, 𝑣, 𝑧 = 𝐶𝑒 /" 𝑒 /" 𝑒 " /" 𝑒 "#/" = 𝐶𝑒 " /" 𝑒 "#/". Então 𝑃 𝑣, 𝑣, 𝑣, 𝑧 = 𝑃 𝑣, 𝑧 = 𝑃 𝑣 𝑃 𝑧 = 𝑃 𝑣 𝐶 𝑒 "#/" 𝑑𝑧, onde 𝑃 𝑣 é a distribuição de Maxwell- Boltzmann obtida anteriormente. Como a integral desta função em todo o espaço tem que ser igual a um, então: 𝐶 𝑒 "#/" 𝑑𝑧 = 1, 𝐶 = " " e 𝑓 𝑧 = " " 𝑒 "#/" função distribuição das moléculas em função da altura z. Note que a distribuição depende da massa das partículas do gás, dada uma temperatura, e que a quantidade de partícula decresce exponencialmente com a altura. Para 𝑧 = 0 𝑓 𝑧 = 0 = 𝑓 0 = 𝑚𝑔/𝑘𝑇. Portanto, a Lei das Atmosferas é dada por: 𝑓 𝑧 = 𝑓 0 𝑒 "#/". 8
9 Exercícios (bloco 1): Termo- estatística 1 o Semestre Período Diurno Profa. Kaline Coutinho 1) Ao nível do mar, a composição volumétrica da atmosfera é 21% de oxigênio (O2) e 78% de nitrogênio (N2). Há sempre 1% de outros gases, principalmente argônio (Ar). Suponha (embora não seja uma boa aproximação) que a temperatura do ar não variasse com a altitude e que seu valor fosse 10 o C e que a composição dos outros gases permanece em 1% independentemente da altitude. Nesse caso, qual seria a composição volumétrica da atmosfera a 10 km de altitude? Resp: [O2] = 18, 4%, [N2] = 80, 6%. 2) Calcule o valor mais provável da velocidade e a velocidade quadrática média dos gases de O2, N2 e Ar considerando uma temperatura média da atmosfera de 10 o C. Compare esses valores com as velocidades de escape da Terra v = no nível do mar e a 10km de altitude. Resp: a velocidade média para N2 é 462,6 m/s, para O2 é 432,7 m/s e para Ar é 387,2 m/s, onde v = " " ; velocidade mais provável para N2 é 409,9 m/s, para O2 é 383,5 m/s e para Ar é 343,2 m/s, onde v " = " e velocidade quadrática média para N2 é 502,1 m/s, para O2 é 469,6 m/s e para Ar é 420,3 m/s, onde v " = ". A velocidade de escape no nível do mar é m/s e a 10 km 3) Um feixe molecular de oxigênio contendo moléculas/cm 3, com velocidade média de 500 m/s, incide sobre uma placa com um ângulo de 30 o com a normal da placa. Calcule a pressão exercida pelo feixe sobre a placa, supondo as colisões elásticas. Resp: 2x10-4 Pa. 4) Uma caixa cúbica de 1,0 cm de aresta contém ar (ρ= 1,2 g/m 3 ) à pressão atmosférica (1 atm 10 5 Pa) e temperatura de 22 o C. Estime o número de colisões moleculares por segundo nas paredes da caixa. Resp: colisões/s, assumindo que v v " = v pois esse não é um cálculo exato, mas apenas uma estimativa. Dados: uma unidade de massa atômica 1 u.m.a. = 1,66x10-27 kg m(o2) = 32 u.m.a., m(n2) = 28 u.m.a. e m(ar) = 39,95 u.m.a. G = 6,67x10-11 N.m 2 /kg 2, M = 5,97x10 24 kg, R = 6400 km, g = 9,8 m/s k = 1,38x10-23 J/K / Distribuição de velocidades de Maxwell- Boltzmann f v = 4π v e /" "# 9
10 Termo- estatística 1o Semestre Período Diurno Profa. Kaline Coutinho Exercícios (bloco 2): 1) O diâmetro efetivo de uma molécula de CO2 é de cerca de 4,6x10-8 cm. (a) Qual é o livre caminho médio dessa molécula a temperatura de 298K e pressão de 1 atm? (b) Qual é a frequência de colisões moleculares nesse sistema gasoso? Dado: m(c)= 12 u.m.a. e m(o)= 16 u.m.a. Resp: (a) 4,4x10-6 cm, (b) 9,4x109 colisões/s. 2) O livre caminho médio em Hélio (He) gasoso é de 1,86x10-5 cm quando sua densidade é de 0,169kg/cm3 a pressão atmosférica. (a) Calcule a temperatura que se encontra esse gás. (b) Calcule o diâmetro efetivo de um átomo de He. Dado: m(he)= 4 u.m.a. Resp: (a) 15oC, (b) 2,2x10-8 cm. 3) Uma pessoa embriagada anda cambaleando com um movimento muito parecido com um movimento Browniano em 1D com a probabilidade de dar um passo para direita de 0,55. Considere que cada passo dessa pessoa tem cerca de 1m e dura cerca de 4s (a) Qual é a posição média desta pessoa após 100 e 1000 passos? (b) Qual o coeficiente de difusão desse movimento? (c) Quanto tempo essa pessoa demoraria para percorrer 1km com esse movimento e com um movimento uniforme? 4) Considere um sistema constituído por 5 partículas independentes ( que não interagem entre si), em equilíbrio térmico com um reservatório à temperatura T. Cada uma destas partículas i pode assumir um valor de energia 𝐸 = 𝑛 𝜖 onde 𝑛 = 0, 1, 2, 3,.... Note que a energia total do sistema é a soma da energia de cada partícula, 𝐸 = 𝐸 + 𝐸 + 𝐸 + 𝐸 + 𝐸. (a) Determine (e construa a tabela) dos arranjos possíveis para a energia total de cada nível. (b) Determine a degenerescência de cada estado (número de possibilidades com mesma energia total), ou seja o número de microestados Ω 𝐸. (c) Determine a correspondente função de partição Z do sistema. (d) Mostre, em um mesmo gráfico, a forma das curvas correspondentes à P 𝐸, Ω 𝐸, 𝑃 𝐸 = P 𝐸 Ω 𝐸. Resp: (b) Ω 𝑛𝜖 = 𝑛 + 4 /𝑛 4, (c) 𝑍 = 1 𝑒. 5) Considere um sistema de N partículas, em que cada partícula pode ter somente dois estados acessíveis, um com energia 0 e outro com energia 𝜖. A energia total das N partículas pode ser escrita da seguinte forma: 𝐸 = 𝑛 𝜖, onde 𝑛 = 0, 1. (a) Determine a função de partição deste sistema, (b) Calcule a energia interna a partir da função de partição, 𝐸 = 𝑈 = " 𝑙𝑛𝑍. (c) Escreva a expressão para a energia livre de Helmholtz (F) a partir da função de partição, 𝐹 = 𝑘𝑇𝑙𝑛𝑍. (d) Calcule a entropia do sistema a partir da energia livre de Helmholtz, 𝑆 = Resp: (a) 𝑍 = 1 + 𝑒 " 𝑁𝑘𝑙𝑛 1 𝑒 ", (b) 𝑈 = " " ", (c) 𝐹 = 𝑁𝑘𝑇𝑙𝑛 1 + 𝑒 ", (d) 𝑆 = 𝑘𝛽 " " " " ". +. Relações matemáticas importantes: 𝑥 = 1 𝑥 10
INTRODUÇÃO À MECÂNICA ESTATÍSTICA
ASSUNTO: Teoria Cinética dos Gases, Distribuição de velocidades de Maxwell- Boltzmann LIVROS: Introduction to Atomic Physics, H. A. Enge, M. R. Wehr, J. A. Richards, Addison- Wesley Publishing Company,
Seja um corpo de massa m que se move em linha reta sob ação de uma força F que atua ao longo da linha.
Energia Potencial Elétrica Física I revisitada 1 Seja um corpo de massa m que se move em linha reta sob ação de uma força F que atua ao longo da linha. O trabalho feito pela força para deslocar o corpo
UNIDADE 6 Defeitos do Sólido Cristalino
UNIDADE 6 Defeitos do Sólido Cristalino 1. Em condições de equilíbrio, qual é o número de lacunas em 1 m de cobre a 1000 o C? Dados: N: número de átomos por unidade de volume N L : número de lacunas por
Mecânica Clássica. (Notas de Aula) MÓDULO 6 (Dinâmica 3)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS COORDENAÇÃO DO CURSO LICENCIATURA EM FÍSICA - MODALIDADE A DISTÂNCIA- Mecânica Clássica (Notas de Aula) MÓDULO 6 (Dinâmica 3) 2015 Neste
Programa de Pós-Graduação Processo de Seleção 2º Semestre de 2018 Exame de Conhecimentos em Física. Candidato(a):
1 Programa de Pós-Graduação Processo de Seleção 2º Semestre de 2018 Exame de Conhecimentos em Física Candidato(a): Curso: ( ) Mestrado ( ) Doutorado Observações: O Exame de Conhecimentos em Física consiste
Problemas de Mecânica e Ondas MOAer 2015
Problemas de Mecânica e Ondas MOAer 205 Série 3 P 3.. ( Exercícios de Física, A. Noronha, P. Brogueira, McGraw Hill, 994) Considere uma esfera de densidade ρ e raio r imersa num fluido de viscosidade η
Resistência dos Materiais
Resistência dos Materiais Prof. Antonio Dias Antonio Dias / Resistência dos Materiais / Torção 1 Torção Antonio Dias / Resistência dos Materiais / Torção 2 Introdução A princípio vamos estudar eixos circulares
Prova de Recuperação de Física 1 FCM
Prova de Recuperação de Física 1 FCM 0501 013 Nome do Aluno Número USP Valor das Questões 1ª. a) 1,5 b) 1,0 ª. a) 1,5 b) 1,75 3ª. a) 1,0 b) 0,5 c) 1,0 4ª. a) 1,0 b) 1,0 c) 0,5 Nota Nota Final Boa Prova
Prova de Análise de Dados
Prova de Análise de Dados Página 1 de (D1) Pulsar Binário Através de buscas sistemáticas ao longo das últimas décadas, astrônomos encontraram um grande número de pulsares de milissegundo (período de rotação
Problemas de Mecânica e Ondas MEAer 2015 Série 10
Problemas de Mecânica e Ondas MEAer 015 Série 10 P 10.1. Um comboio rápido de passageiros, viaja inicialmente a uma velocidade de 40 km/h, quando é forçado a realizar uma travagem até uma velocidade de
Problemas de Mecânica e Ondas MOAer 2015 Série 8
Problemas de Mecânica e Ondas MOAer 2015 Série 8 Problemas 8.1 a 8.9 são do livro Introdução à Física, J. Dias de Deus et. al.. As soluções estão disponíveis no final dos enunciados. P 8.1 a) A figura
Física I. Curso: Engenharia Elétrica Prof. Rafael Augusto R de Paula
Física I Curso: Engenharia Elétrica Prof. Rafael Augusto R de Paula A natureza da Física É a ciência procura descrever a natureza fundamental do universo e como ele funciona. Baseia-se em observações experimentais
P ( Introdução à Física, J. Dias de Deus et al.)
Problemas de Mecânica e Ondas MEAer 2015 Série 11 P 11.1. ( Introdução à Física, J. Dias de Deus et al.) Uma nave, cujo comprimento em repouso é de 60 m, afasta-se de um observador na Terra (ver figura).
2ª. Prova de Física 1 FCM 0501 (Peso 0,35) 2013
ª. Prova de Física 1 FCM 001 (Peso 0,3) 013 Nome do Aluno Número USP Valor das Questões 1ª. a) 1, ª. a) 1, b) 1, Bônus 0, 3ª. a) 1, 4ª. a) 1,0 c) 0, Nota Nota Final Boa Prova A prova é sem consulta. As
PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA A DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 635) 1ª FASE 23 DE JUNHO
PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA A DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 65) ª FASE DE JUNHO 05. Grupo I Os dois rapazes devem estar sentados nas etremidades do banco. Há maneiras de isso acontecer.
Apresentações com base no material disponível no livro: Atkins, P.; de Paula, J.; Friedman, R. Physical Chemistry Quanta, Matter, and Change
Físico-Química 01 Apresentações com base no material disponível no livro: Atkins, P.; de Paula, J.; Friedman, R. Physical Chemistry Quanta, Matter, and Change, 2nd Ed., Oxford, 2014 Prof. Dr. Anselmo E
Gabarito. b) Quantos mols de sítios ativos existem em 1 mg de enzima? Assuma que cada subunidade possui um sítio ativo.
Gabarito 4. A hidrólise de pirofosfato a ortofosfato é uma reação acoplada importante para deslocar o equilíbrio de reações biossintéticas, por exemplo a síntese de DNA. Esta reação de hidrólise é catalisada
4) Reobtenha e reanalise os resultados auferidos nos problemas nº 1, nº 2 e nº 3 quando (a) Z! Z!, (b)
LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 1 Problemas 1) Uma onda eletromagnética plana linearmente polarizada incide de forma normal em uma interface existente entre um meio 1 e um meio 2. A impedância do meio 1 é Z! e
FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS
FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS Medianeira, de setembro de 017. Alunos(as): Curso:
6 (FFC 2005) A velocidade escalar de um móvel, que percorre uma trajetória retilínea, varia
1 Sabe-se que a equação horária do movimento de um corpo é S = 2 + 10 t + 3 t 2. A posição está em metros e o tempo em segundos. Determine: a) A posição inicial do corpo; b) A velocidade inicial do corpo;
PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA A DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 635) 1ª FASE 23 DE JUNHO Grupo I
Associação de Professores de Matemática Contactos: Rua Dr. João Couto, n.º 7-A 500-6 Lisboa Tel.: +5 76 6 90 / 7 0 77 Fa: +5 76 64 4 http://www.apm.pt email: [email protected] PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA
Teoria Cinética dos Gases
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA II Teoria Cinética dos Gases Prof. Bruno Farias Introdução Termodinâmica é o estudo das transformações
Definição de fluido. Massa específica. Pressão em fluidos. Teorema de Stevin. Princípio de Pascal. Princípio de Arquimedes
Aula introdutória FÍSICA II - março 2017 Definição de fluido Massa específica Pressão em fluidos Teorema de Stevin Princípio de Pascal Princípio de Arquimedes Hidrostática É o ramo da Física que estuda
Mecânica Clássica. (Notas de Aula) MÓDULO 4 (Dinâmica 1)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS COORDENAÇÃO DO CURSO LICENCIATURA EM FÍSICA - MODALIDADE A DISTÂNCIA- Mecânica Clássica (Notas de Aula) MÓDULO 4 (Dinâmica 1) 2015 A
Figura 1: Potencial químico de um solvente na presença de um soluto.
Físico-Química Experimental Propriedades Coligativas 1. Introdução Algumas propriedades do solvente mudam quando um soluto é dissolvido nele para formar uma solução. O ponto de congelamento da água salgada,
Termodinâmica II - FMT 259
Termodinâmica II - FMT 259 Diurno e Noturno, primeiro semestre de 2009 Lista 3 GABARITO (revisado em 22/04/0). Se as moléculas contidas em,0 g de água fossem distribuídas uniformemente sobre a superfície
Hewlett-Packard PIRÂMIDES. Aulas 01 a 03. Elson Rodrigues, Gabriel Carvalho e Paulo Luiz Ramos
Hewlett-Packard PIRÂMIDES Aulas 01 a 0 Elson Rodrigues, Gabriel Carvalho e Paulo Luiz Ramos Ano: 2016 Sumário PIRÂMIDES... 1 CLASSIFICAÇÃO DE UMA PIRÂMIDE... 1 ÁREAS EM UMA PIRÂMIDE... 1 VOLUME DE UMA
Movimento Rotacional. Mecânica dos Sólidos Prof. MSc. Rafael Augusto R de Paula
Movimento Rotacional Mecânica dos Sólidos Prof. MSc. Rafael Augusto R de Paula Momento de Inércia de um Sistema de Partículas Momento de Inércia para um Corpo Contínuo ENERGIA CINÉTICA ROTACIONAL 2 Momento
Mecânica Clássica. (Notas de Aula) MÓDULO 5 (Dinâmica 2)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS COORDENAÇÃO DO CURSO LICENCIATURA EM FÍSICA - MODALIDADE A DISTÂNCIA- Mecânica Clássica (Notas de Aula) MÓDULO 5 (Dinâmica 2) 2015 Continuando
A teoria Cinética dos Gases
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA II A teoria Cinética dos Gases Prof. Bruno Farias Gases Um gás é formado de átomos (isolados
Problemas de Mecânica e Ondas MOAer 2015 Série 7 P 7.1
Problemas de Mecânica e Ondas MOAer 2015 Série 7 P 7.1 Considere que as vagonetas de massa m 1 e m 2 (ver figura) podem ser representadas por dois pontos materiais localizados nos centros de massa respectivos,
Neste modelo o gás é estudado de uma forma microscópica, onde a temperatura, a pressão e a. o resultado do movimento dos átomos e moléculas.
TEORIA CINÉTICA Neste modelo o gás é estudado de uma forma microscópica, onde a temperatura, a pressão e a energia interna são interpretadas como o resultado do movimento dos átomos e moléculas. Pressão
Gabarito. Velocidade (µmol/min)
Gabarito ) A cinética de uma enzima foi medida em função da concentração de substrato na presença e ausência de mm do inibidor I. [S] µm 0 0 90 Velocidade (µmol/min) Sem inibidor 0.4 4. 4. 6.4...8.6 40..8
Revisão de Estatística para ICMS-SC
1. Estatística Descritiva.... Distribuições de Probabilidade... 19 3. Intervalos de Confiança... 6 4. Testes de Hipóteses... 31 5. Correlação e Regressão... 34 6. Considerações Finais... 1 Olá, queridos
GRANDEZAS PROPORCIONAIS
Hewlett-Packard GRANDEZAS PROPORCIONAIS Aulas 01 a 03 Elson Rodrigues, Gabriel Carvalho e Paulo Luiz Sumário GRANDEZAS... 2 O QUE É UMA GRANDEZA?... 2 PRELIMINAR 1... 2 PRELIMINAR 2... 2 GRANDEZAS DIRETAMENTE
Interbits SuperPro Web
1. (Pucrj 2015) Um pedaço de metal de 100 g consome 470 para ser aquecido de 20 C a 70 C. O or específico deste metal, em / g C, vale: a) 10,6 b) 23,5 c) 0,094 d) 0,047 e) 0,067 2. (Epcar (Afa) 2015) Em
MATEMÁTICA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO NOTA ENSINO MÉDIO SÉRIE: 1ª TURMAS: ABCD TIPO: U ETAPA: 1ª PROFESSOR(ES): MAGNA E THAÍS VALOR: 3,0 PONTOS
MATEMÁTICA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO ENSINO MÉDIO SÉRIE: 1ª TURMAS: ABCD TIPO: U ETAPA: 1ª PROFESSOR(ES): MAGNA E THAÍS VALOR: 3,0 PONTOS NOTA ALUNO(A): Nº: DATA: / /2017 I INTRODUÇÃO Este roteiro tem como
Aula 00 Aula Demonstrativa
Aula 00 Modelos de questões comentadas CESPE-UnB... 4 Relação das questões comentadas... 13 Gabaritos... 14 1 Olá, pessoal. Vamos começar a estudar Estatística para o futuro concurso do TCU? Esta é a aula
Hewlett-Packard FUNÇÃO EXPONENCIAL. Aulas 01 a 06. Elson Rodrigues, Gabriel Carvalho e Paulo Luiz
Hewlett-Packard FUNÇÃO EXPONENCIAL Aulas 0 a 06 Elson Rodrigues, Gabriel Carvalho e Paulo Luiz Sumário Equação Exponencial... Equação Exponencial... Exemplo... Método da redução à base comum... Exemplo......
Instruções. Se o Caderno estiver incompleto ou contiver imperfeição gráfica que prejudique a leitura, peça imediatamente ao Fiscal que o substitua.
2 1 Instruções Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Se, em qualquer outro local deste Caderno, você assinar, rubricar,
Processos Pré-Extrativos
Universidade Federal do Pará Instituto de Tecnologia Tecnologia Metalúrgica Prof. Dr. Jorge Teófilo de Barros Lopes Campus de Belém Curso de Engenharia Mecânica 26/06/2017 08:49 ESTATÍSTICA APLICADA I
Hewlett-Packard FUNÇÃO EXPONENCIAL. Aulas 01 e 06. Elson Rodrigues, Gabriel Carvalho e Paulo Luiz
Hewlett-Packard FUNÇÃO EXPONENCIAL Aulas 0 e 06 Elson Rodrigues, Gabriel Carvalho e Paulo Luiz Ano: 06 Sumário Equação Exponencial... Equação Exponencial... Exemplo... Método da redução à base comum...
Análise Decisional: integridade e validação
Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica Análise Decisional: integridade e validação Trabalho realizado por: Lionel Morgado Susana Silva
PROVA RESOLVIDA FUB CESPE 2018
PROVA RESOLVIDA FUB CESPE 08 (CESPE 08/FUB) Paulo, Maria e João, servidores lotados em uma biblioteca pública, trabalham na catalogação dos livros recém-adquiridos. Independentemente da quantidade de livros
ALUNOS DO 6º ANO A CPC: CHEGOU A HORA DE ESTUDAR PARA OS TESTES! CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA A 1ª VERIFICAÇÃO DE APRENDIZAGEM DA I UNIDADE
ALUNOS DO 6º ANO A CPC: Nos dias 10 a (seg. a sex.) será a semana da nossa I VA da I unidade. Comunicamos que haverá aula normal após o intervalo. Contamos com os pais para o acompanhamento. Observem o
Física II FEP 112 ( ) 1º Semestre de Instituto de Física - Universidade de São Paulo. Professor: Valdir Guimarães
Física II FEP 11 (4300110) 1º Semestre de 01 Instituto de Física - Universidade de São Paulo Professor: Valdir Guimarães E-mail: [email protected] Fone: 3091-7104(05) Aula 1 Temperatura e Teoria
LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 1
LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 1 Problemas 1) Determine as dimensões físicas das quantidades (a) campo elétrico E, (b) campo magnético H, (c) campo deslocamento elétrico D e (d) campo indução magnética B em termos
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DEPARTAMENTO DE ECONOMIA
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DEPARTAMENTO DE ECONOMIA EAE 206 Macroeconomia I 1º Semestre de 2017 Professor Fernando Rugitsky Gabarito da Lista de Exercícios
Mecânica e Ondas. Estudo experimental da dinâmica da Roda de Maxwell
Mecânica e Ondas Estudo experimental da dinâmica da Roda de Maxwell Objectivo Determinação da aceleração linear e do momento de inércia da roda de Maxwell. Estudo da conversão de energia potencial gravítica
Universidade Federal de Minas Gerais Colégio Técnico Plano de Ensino
Disciplina: Carga horária total: Universidade Federal de Minas Gerais Plano de Ensino 4 horas/aula semanais (3 horas e 20 minutos) Ano: 2015 Curso: Matemática Regime: anual (anual/semestral/outro) Série:
6 Microscopia Co-Localizada Aplicada à Caracterização de um Minério de Ferro
6 Microscopia Co-Localizada Aplicada à Caracterização de um Minério de Ferro 86 6.1.Introdução Tradicionalmente, a comercialização de minérios de ferro é feita a partir da especificação de sua composição
INTRODUÇÃO. Caso esta dedicatória tenha sido lida até aqui, merece ainda mais admiração: parabéns, você vai longe!
INTRODUÇÃO Esta apostila é dedicada a você, jovem de boa vontade que se inscreveu no intuito de ser aprovado na seleção do IFC para os cursos técnicos integrados ao ensino médio. Saiba que, antes de tudo,
Escola Secundária de Lagoa. Ficha de Trabalho 15. Chamadas de Atenção. Fórmulas Matemáticas. Exercícios
Escola Secundária de Lagoa Física e Química A 11º Ano Turma A Paula Melo Silva Chamadas de Atenção Ficha de Trabalho 15 Forças e trabalho Não se esqueçam do teorema do trabalho-energia W(F resultante )
Duração do exame: 3h 00min. Duração dos testes: 1h 30min. 1º teste: grupos 1 e 2 (20 valores) 2º teste: grupos 3 e 4 (20 valores) [10,0]
Duração do exame: 3h 00min. Duração dos testes: 1h 30min. 1º teste: grupos 1 e 2 (20 valores) 2º teste: grupos 3 e 4 (20 valores) Exame: todos grupos (40 valores/2) Proposta de Resolução do Exame e Testes
6. SISTEMAS DE 2 GRAUS DE LIBERDADE
6. SISTEMAS DE GRAUS DE LIBERDADE 6. Introdução : Sistemas que requerem ou mais coordenadas independentes para descrever o seu movimento são denominados "Sistemas de N Graus de Liberdade". Para se calcular
Determinação da constante de ionização do ácido benzóico em água e numa mistura água/etanol
Determinação da constante de ionização do ácido benzóico em água e numa mistura água/etanol Trabalho prático 4 Henrique Silva Fernandes João Manuel Rodrigues Ricardo Jorge Almeida 27 de Abril de 2013 Objectivo
Engenharia de Alimentos
Departamento Acadêmico de Alimentos (DALIM Engenharia de Alimentos Cinética Aplicada (EL33L (Turma IG3A 3 Período Docente: Dr. Evandro Bona Semestre de 8 Constantes e Fatores de Conversão 𝑘𝑃𝑎 𝐿 𝑃𝑎 𝑚3 𝑎𝑡𝑚
6. Solução de sistemas lineares
6. Solução de sistemas lineares Neste capítulo trataremos da solução de sistemas lineares. Um sistema linear pode ser escrito da seguinte forma, onde o vetor contém as incógnitas do problema. = (E 6.1),,,,,,
COLÉGIO TERESIANO CAP/PUC 2ª SÉRIE / ENSINO MÉDIO / /2012. Aluno (a): N Turma: (A) (B) (C)
COLÉGIO TERESIANO CAP/PUC ESTUDO DIRIGIDO º BIMESTRE ª SÉRIE / ENSINO MÉDIO / /0 Professor (a): ANNA RITA Disciplina: MATEMÁTICA Aluno (a): N Turma: (A) (B) (C) ª PARTE: CONCEITOS BÁSICOS Faça um resumo
A tabela apresenta o número de tiros que uma pessoa deu nos 5 dias que treinou em um clube de tiros.
Oi, pessoal. Aqui quem vos fala é o professor Guilherme Neves!! Lembrem-se de me acompanhar pelo Instagram @profguilhermeneves para receber dicas diárias e questões comentadas. Vamos resolver a prova de
Lista de Exercícios de MAT 112
1 Lista de Exercícios de MAT 112 1. Determine o vetor v tal que v (1, 4, 3) = 7 e v (4, 2, 1) = (3, 5, 2). 2. Considere os vetores u= (1, 2, 1), v = (1, 0, 1), e w= (1, 1, 1). Verifique que ( u, v, w)
CURSO PRF 2017 FÍSICA. diferencialensino.com.br. Aula 001 Física 1
Aula 001 Física 1 PROFESSOR AULA 001 MATEMÁTICA VICTOR ROCHA (VITINHO) 2 AULA 01 CINEMÁTICA ESCALAR VELOCIDADE MÉDIA É a razão entre a distância percorrida por uma partícula e o tempo gasto por ela para
CÁLCULO I. Lista Semanal 2 - Gabarito. Questão 1. Considere a função f(x) = x 3 + x e o ponto P (2, 10) no gráco de f.
CÁLCULO I Prof. André Almeida Prof. Marcos Diniz Lista Semanal 2 - Gabarito Questão 1. Considere a função f(x) = x 3 + x e o ponto P (2, 10) no gráco de f. (a) Utilizando um recurso computacional, plote
Aula demonstrativa Apresentação... 2 Modelos de questões comentadas CESPE-UnB... 3 Relação das questões comentadas Gabaritos...
Aula demonstrativa Apresentação... 2 Modelos de questões comentadas CESPE-UnB... 3 Relação das questões comentadas... 12 Gabaritos... 13 www.pontodosconcursos.com.br 1 Apresentação Olá, pessoal Tudo bem
Prova P2 de Física 2
Prova P2 de Física 2 Equipo de Física 2 terça feira, 13 de julho, anno Domini MMX 1 Primeira Questão 1.1 Enunciado Um mol de um gás monoatõmico ideal realiza o ciclo mostrado na figura. O processo {A B}
FUNÇÕES DE ESTADO TERMODINÂMICAS: ENTALPIA E ENERGIA LIVRE Parte 2
FUNÇÕES DE ESTADO TERMODINÂMICAS: ENTALPIA E ENERGIA LIVRE Parte 2 [texto baseado nas seções 3.5, 3.6 e 3.9 de Physical Chemistry, P. Atkins e J. de Paula, Freeman 2006] As energias livres de Helmholtz
Instituto de Física. Experimento 11. Deflexão de feixe de elétrons - relação carga massa (e/m) 1. Descrição do experimento
Experimento Deflexão de feixe de elétrons - relação carga massa (e/m). Descrição do experimento Sabe-se que um elétron de massa m e carga e ao mover-se num campo magnético B e num campo elétrico E, a uma
LFEB notas de apoio às aulas teóricas
LFEB notas de apoio às aulas teóricas 1. Resolução de equações diferenciais lineares do segundo grau Este tipo de equações aparece frequenteente e sisteas oscilatórios, coo o oscilador harónico (livre
O Modelo de FitzHugh-Nagumo
O Modelo de FitzHugh-Nagumo Introdução à Neurociência Computacional (Graduação) Antonio Roque Aula 14 A partir da análise do modelo de Hodgkin-Huxley no plano de fase rápido-lento (veja a aula 1), FitzHugh
LINHA DE AERADORES E MISTURADORES
LINHA DE AERADORES E MISTURADORES Os aeradores e misturadores fabricados pela HIGRA são construídos com material 100% reciclável, seguem as mais altas exigências internacionais de qualidade e foram concebidos
Nesta economia, o multiplicador keynesiano (aquele que aprendemos no Modelo keynesiano Simplificado) é igual a 1/(1-c).
46. Na aplicação de políticas econômicas conjuntas, o reflexo no produto, quando ocorre alteração em alguma variável monetária, fiscal ou privada, é bastante menor, visto que é influenciado pela relação
Avaliação Professor. Grupo I. Os cinco itens deste grupo são de escolha múltipla. Para cada um deles, escolhe a única opção correta.
Nome N.o Turma Data /out./08 Avaliação Professor Grupo I Os cinco itens deste grupo são de escolha múltipla. Para cada um deles, escolhe a única opção correta. Teste. Quatro raparigas e cinco rapazes vão
